Capitã Marvel atinge US$ 500 milhões de bilheteria mundial em seis dias
“Capitã Marvel” ultrapassou a marca dos US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais com apenas seis dias em cartaz – e ainda menos nos Estados Unidos e na China, os maiores mercados de cinema, onde está sendo exibido há cinco dias. A rapidez com que a quantia foi superada sugere que o filme atingirá rapidamente a cobiçada meta de todo blockbuster: entrar no clube dos bilionários, com faturamento acima de US$ 1 bilhão. Apesar de muito bem-sucedidos, nem todos os lançamentos da Marvel conseguem essa façanha. Apenas seis se tornaram bilionários: os três filmes dos “Vingadores”, “Homem de Ferro 3”, “Capitão América: Guerra Civil” e “Pantera Negra”. Fora dos Estados Unidos, o maior mercado internacional da super-heroína é a China, onde a produção já arrecadou US$ 95 milhões. O Brasil aparece em 5º lugar no ranking das principais bilheterias, graças a uma estreia de mais de R$ 50 milhões, a segunda maior de todos os tempos nos cinemas do país.
Disney anuncia que compra da Fox será finalizada na semana que vem
O longo processo de aquisição da Fox pela Disney, que começou em dezembro de 2017, deve ser finalizado na semana que vem. Mais especificamente à meia-noite e dois segundos da quarta-feira que vem, dia 20 de março. A data foi divulgada em comunicado da Disney, que anunciou aos investidores a superação da última barreira internacional (no México) para a compra do estúdio. O obstáculo derradeiro, criado pelas autoridades mexicanas, foi superado com um compromisso similar ao assumido no Brasil, em que a Disney aceitou vencer os canais esportivos da Fox para outras empresas. A Disney também informou que os executivos da Fox devem decidir logo o quanto de dinheiro vivo e quanto de ações da Disney vão querer para completar os US$ 71,3 bilhões da finalização da compra. A cifra é consideravelmente maior do que a proposta inicialmente feita pela Disney e aceita pela Fox (US$ 52,4 bilhões). A diferença se deve a uma tática da rival Comcast, empresa proprietária do estúdio Universal, que decidiu entrar em leilão pela Fox, oferecendo mais dinheiro para sua aquisição. Graças a isso, a Disney precisou gastar quase US$ 20 bilhões a mais e se viu sem fôlego para superar a Comcast em outro front: na disputa pela rede de TV paga europeia Sky. A Fox, que detinha parte das ações da Sky, estava prestes a assumir o controle da empresa sediada na Inglaterra, com o compromisso de repassá-la para a Disney, mas a Comcast atropelou as duas, após exaurir as finanças da rival e jogar suas fichas no segundo leilão, ficando com a rede. Bob Iger, o CEO da Disney, recentemente esteve no Brasil para fechar o acordo no mercado nacional. Após sua vinda, ficou acertado que a empresa venderia o canal pago brasileiro Fox Sports quando assumisse o controle da Fox. Foi a única exigência feita pelo CADE para a aprovação da compra. Mesmo sem a Fox Sports, a compra da Fox pela Disney inclui estúdios de cinema e TV, redes de TV paga, fatias de empresas de streaming e negócios internacionais do magnata Rupert Murdoch. A partir da semana que vem, a Disney passará a controlar os estúdios de cinema 20th Century Fox, Fox Searchlight e Fox 2000, as produtoras de TV da Fox, os canais FX e National Geographic, a plataforma Hulu e os estúdios indianos Fox Star, além da fatia que restou na rede britânica Sky. Ficaram de fora do negócio a rede Fox americana e seus canais de notícias, Fox News, Fox Business, além da Fox Sports. Estas empresas continuam sob controle da família Murdoch e formarão uma nova Fox americana – sem relações com a Fox brasileira.
The Big Bang Theory já tem data definida para acabar
A rede CBS marcou a data da despedida de “The Big Bang Theory”. O último episódio da 12ª e derradeira temporada da série vai ao ar no dia 16 de maio nos Estados Unidos. O capítulo final será duplo, com o dobro da duração dos episódios normais da sitcom. No Brasil, a série é exibida pelo Warner Channel, e ainda não há data definida para a transmissão do encerramento. Com o fim de “The Big Bang Theory”, a CBS espera que “Young Sheldon” continue o legado da franquia. Para tanto, já renovou o spin-off para mais duas temporadas. Série mais vista da TV americana, “The Big Bang Theory” também atraiu a atenção da mídia por pagar os salários mais caros da indústria a seus protagonistas. No começo da atração, o trio principal (Johnny Galecki, Jim Parsons e Kaley Cuoco) recebia em torno US$ 60 mil por episódio, valor que decolou para US$ 200 mil na 4ª temporada, foi para US$ 350 mil na 7ª e foi para US$ 1 milhão quando seus contratos acabaram e a emissora precisou renegociar a continuação da série a partir do oitavo ano. Além de uma porcentagem significativa nos lucros da série – por exibições internacionais, em streaming, Blu-ray e reprises. Enquanto isso, os coadjuvantes negociaram um salário por episódio que ficava em torno dos US$ 500 mil para a 8ª temporada. Mas a disparidad não durou: na 10ª temporada, Simon Helberg (Howard) e Kunal Nayyar (Raj) alcançaram os mesmos US$ 1 milhão dos protagonistas. Finalmente, em março de 2017, os cinco atores aceitaram um corte nos seus pagamentos (para US$ 900 mil) para que suas duas companheiras de elenco, Melissa Rauch (Bernadette) e Mayim Bialik (Amy), também tivessem um amento. Mas não foi só o salário dos atores que cresceu. Depois de uma temporada inaugural com média de 7 milhões de telespectadores por episódio, “The Big Bang Theory” dobrou esse público no terceiro ano. E este a 6ª temporada, não sai da lista das três séries mais vistas da TV aberta americana, onde geralmente ocupa o 1ª lugar. Para se ter noção, a 11ª temporada da sitcom atraiu uma média de 18,6 milhões de telespectadores por semana. Já o episódio mais visto da série foi “The Deception Verification”, segundo capítulo da 7ª temporada, que atraiu mais de 20 milhões de pessoas.
Morgan Freeman supera acusações de assédio e entra na continuação de Dupla Explosiva
O veterano ator Morgan Freeman (“O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos”) vai reforçar o elenco da sequência de “Dupla Explosiva”, filme de ação estrelado por Samuel L. Jackson (“Capitã Marvel”) e Ryan Reynolds (“Deadpool”). O papel de Freeman ainda não foi divulgado, mas sinaliza que o ator segue com a carreira inabalada pelas acusações trazidas à tona numa reportagem da rede de notícias CNN há 10 meses. Ele foi acusado de assédio sexual por oito mulheres. Mas se defendeu dizendo que havia diferença muito grande em “elogios fora de lugar e brincadeiras humorísticas” e “casos horríveis de abuso sexual”. O advogado do ator afirmou que a acusação feita com estardalhaço foi leviana e poderia causar prejuízo à imagem de um homem inocente. Desde então, Freeman completou duas filmagens de thrillers de ação, a produção italiana “The Poison Rose” e “Angel Has Fallen”, continuação de “Invasão à Londres” (2016) e “Invasão a Casa Branca” (2013). A continuação de “Dupla Explosiva” mostrará uma nova reunião entre o guarda-costas Michael Bryce (Reynolds) e o assassino de aluguel Darius Kincaid (Jackson), além da mulher deste, Sonia (Salma Hayek), numa missão secreta nas praias de Amalfi, na Itália. O diretor Patrick Hughes e o roteirista Tom O’Connor, responsáveis pelo primeiro filme, também retornam na sequência, que ainda não tem data de estreia definida. “Dupla Explosiva” teve um desempenho modesto nas bilheterias, arrecadando quase US$ 180 milhões em todo o mundo. Só que foi feito por apenas US$ 30 milhões, o que incentivou o estúdio Liongate a investir na franquia.
De Pernas pro Ar 3 ganha novo trailer, que é uma versão menor e mais infantil do primeiro
A Paris Filmes distribuiu o que chama de “segundo trailer” de “De Pernas pro Ar 3”. Mas se trata apenas de uma versão reeditada do primeiro trailer, com 30 segundos a menos. Não há uma piada – ou cena – nova em todo o vídeo, que inclusive segue a mesma sequência do anterior, abrindo e fechando do mesmo jeito, e repetindo até o texto da locução entusiasmada de comercial de novela. A prévia também comprova que as novas comédias nacionais de sexo são absolutamente assexuadas, ao transformar qualquer resquício de sensualidade em palhaçada e enfatizar o lado “família” da protagonista. Não bastasse o Instagram ser mais liberal que as cenas de pegação sem nudez do trailer, a versão reeditada ainda some com os brinquedos sexuais que apareciam no primeiro vídeo. Isto, mais o destaque dado à filha criança da protagonista quase sugere que se trata de um lançamento infantil. No máximo, é uma novela das 19h. A trama é aquela viagem de sempre. Literalmente. Desta vez, Alice, a personagem de Ingrid Guimarães que foi para Nova York no segundo filme, vai a Paris e dá a volta ao mundo para abrir lojas da Sexy Delícia em diferentes países. Mas, após transformar sua empresa numa multinacional, decide se aposentar para ficar mais tempo com o marido e os filhos, que cresceram. Virar uma dona de casa, em resumo. Os filhos ocupam boa parte da prévia, mas logo surge uma novidade. Uma competidora no mercado sexual lança um visor de realidade virtual em que os usuários podem viver a fantasia de transar com Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”) totalmente vestido (porque o filme é “família”) e ao som de Sidney Magal (porque o filme é brega). Não demora e as duas linhas narrativas se combinam para incomodar duplamente a protagonista: a competidora começa a namorar seu filho (porque é assim nas novelas). Lançado em 2010, “De Pernas pro Ar” foi um dos primeiros blockbusters de comédia brasileira a virar franquia, após o pioneiro “Se Eu Fosse Você” (2006). Seu sucesso acabou influenciando a produção do gênero, inaugurando a atual era de comédias nacionais sobre sexo sem nenhuma cena sensual. O terceiro capítulo reforça a fórmula, mesmo com mudança de comando. Roberto Santucci está fora do projeto, após dirigir os dois primeiros filmes. Em seu lugar, entrou Julia Rezende, que trabalhou com Ingrid Guimarães em “Um Namorado para Minha Mulher” (2016). Já o roteiro é assinado por Marcelo Saback (do primeiro “De Pernas pro Ar”) e Renê Belmonte (“Se Eu Fosse Você”), com participação de Ingrid. O elenco volta a incluir Bruno Garcia como o marido e Maria Paula, que já foi sócia da protagonista, num papel muito menor. Eduardo Melo, que foi o filho do segundo filme, também retorna, bem mais crescido, enquanto Duda Batista (“Os Farofeiros”) passa a roubar as cenas como a filha menor. Já a rival é vivida por Samya Pascotto (“Um Namorado para Minha Mulher”). A estreia está prevista para 11 de abril.
Novo trailer legendado de Aladdin dá mais destaque para o gênio de Will Smith
A Disney divulgou um novo pôster e o segundo trailer legendado de “Aladdin”. Bem mais completo, dá maior ênfase para a participação de Will Smith (“Esquadrão Suicida”) como o Gênio da lâmpada, revela os números musicais e chama atenção para um aspecto curioso: a direção de arte se alterna entre elementos cor-de-rosa e azul celeste. A escolha de cores artificiais realça a sensação de desenho animado com atores – e distingue o filme completamente da outra aventura árabe “recente” da Disney, “O Príncipe da Pérsia” (2010), onde tudo parecia ter cor de areia do deserto. Além do gênio azul, “Aladdin” destaca o pouco conhecido Mena Massoud (da série “Jack Ryan”) no papel-título, Naomi Scott (“Power Rangers”) como a Princesa Jasmine e Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o vilão Jafar, todos vistos na prévia. O elenco inclui também inclui Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”) no papel do Príncipe Anders, que não faz parte do desenho de 1992 nem da fábula das “Mil e Uma Noites”. O ator loiro já foi o Príncipe de Rapunzel no musical “Caminhos da Floresta” (2014) e chama atenção no meio do elenco formado por atores de pele escura. Mas não será a única diferença em relação à trama da animação. A comediante Nasim Pedrad (série “New Girl”) também viverá uma personagem exclusiva do filme, Dalia, uma criada da Princesa, que ocupará a vaga de confidente preenchida pelo tigre Rajah na animação. “Aladdin” foi escrito por John August (“Sombras da Noite”, “A Noiva Cadáver”) e teve seu roteiro revisado por Vanessa Taylor (“A Forma da Água”) e pelo próprio diretor Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), que é o responsável pela filmagem. O lançamento faz parte da leva de remakes modernos do catálogo de animações da Disney, um filão lucrativo que já rendeu sucessos como “Alice no País das Maravilhas” (2010), “Malévola” (2014), “Cinderella” (2015), “Mogli, o Menino Lobo” (2016), “A Bela e a Fera” (2017), e que tem muitas outras refilmagens previstas para 2019. “Aladdin” será a segunda fábula da Disney do ano. Vai chegar aos cinemas brasileiros em 23 de maio, um dia antes antes da estreia nos EUA e dois meses após “Dumbo”.
Atrizes Felicity Huffman e Lori Loughlin são presas em operação do FBI sobre fraudes no vestibular americano
As atrizes Felicity Huffman, que estrelou “Desperate Housewives” e foi indicada em 2006 ao Oscar de Melhor Atriz por sua atuação em “Transamérica”, e Lori Loughlin, conhecida pela série “Três é Demais” (Full House) e integrante recorrente do atual revival “Fuller House”, foram presas e estão sendo investigadas por pagar suborno para que seus filhos fossem aprovados no equivalente americano ao processo do vestibular. Elas deverão ser soltas após prestar depoimentos. O suborno teria sido pago pelos investigados para que os filhos fossem aprovados em escolas de alto nível, como Georgetown, Stanford, UCLA e Yale com mudanças nas notas do SAT (o ENEM americano) ou como atletas recrutados, independentemente de suas capacidades atléticas de fato. Além delas, dezenas de treinadores da divisão de futebol americano universitário, a NCAA Division I, também foram incluídos nas investigações. Documentos apresentados pelas autoridades mostram que as pessoas investigadas pagaram milhões em propinas para que seus filhos entrassem nessas faculdades. As investigações estão centradas em um homem da Califórnia que “ajudava estudantes a entrar na universidade”. A polícia informou que os pais pagavam para essa pessoa tendo pleno conhecimento do que ele estava fazendo. Lori e seu marido Mossimo Giannulli foram acusados de pagar US$ 500 mil para a USC (University of South California) em troca das duas filhas serem aprovadas na equipe esportiva da universidade, embora elas não participassem do grupo. Felicity e seu marido, o ator William H. Macy (protagonista da série “Shameless” e indicado ao Oscar em 1997 de Melhor Ator Coadjuvante por “Fargo”), teriam pago US$ 15 mil para que melhorar a nota do SAT da filha mais velha, visando sua aprovação. Eles também tentaram fazer o mesmo esquema para a filha mais nova, mas desistiram. O FBI gravou conversas telefônicas que comprovariam os crimes, que incluem fraude, suborno e lavagem de dinheiro. Mas Macy não foi indiciado. As prisões foram resultado de uma operação da polícia federal americana, batizada de Operação Varsity Blues em homenagem a um filme de 1999, batizado no Brasil de “Marcação Cerrada”. Cerca de 200 agente do FBI participaram da investigação e seus desdobramentos. A promotoria de Boston informou que ainda não decidiu se vai processar os alunos, além dos pais. Mas declarou que as universidades não são responsáveis pelos crimes, mas vítimas.
Bons Meninos: Comédia com crianças ganha trailer insano para adultos
A Universal Pictures divulgou o pôster e o trailer americanos de “Bons Meninos” (Good Boys), comédia estrelada por crianças, mas destinada para adultos. Tanto que o vídeo começa com o produtor Seth Rogen (“Vizinhos”) dizendo para o trio protagonista que eles não podem ver o trailer do filme, porque é cheio de violência, referências sexuais e palavrões, mesmo que sejam eles que estejam cometendo tudo isso. A prévia é hilária e insana, lembrando o saudoso “Superbad” (2007) dos mesmos produtores (Rogen e Evan Goldberg), mas com protagonistas muito mais jovens: Jacob Trembley (“O Quarto de Jack”), Brady Noon (série “Boardwalk Empire”) e Keith L. Williams (“O Último Cara da Terra”). Armados com os brinquedos sexuais dos pais, que eles acham que são equipamentos meio ninjas, o trio de nerds embarca numa jornada para apressar sua maturidade, o que inclui tentar beber cerveja e descobrir como se beija. E esta última missão rende as melhores piadas do trailer – e à descoberta traumática que pornôs não tem beijos… ao menos, não na boca. Tudo isso acontece porque eles querem se preparar… para ir na primeira festa a que foram convidados. “Good Boys” é o primeiro filme dirigido pela dupla de roteiristas Lee Eisenberg e Gene Stupnitsky (da série “The Office” e do filme “Professora Sem Classe”), e também inclui em seu elenco Lil Rel Howery (“Corra!”), Molly Gordon (série “Animal Kingdom”) e Midori Francis (“Oito Mulheres e um Segredo”). A estreia está marcada para agosto nos Estados Unidos, mas a previsão é para apenas três meses depois, em novembro, no Brasil.
Revelada a duração dos primeiros episódios da temporada final de Game of Thrones
O canal pago HBO revelou a duração dos dois primeiros episódios da última temporada de “Game of Thrones”. Ao atualizar seu cronograma, a emissora apontou que a estreia da 8ª temporada, no dia 14 de abril, terá 54 minutos, enquanto o capítulo seguinte, do dia 21, terá 58 minutos. As durações confirmam as estimativas reveladas em janeiro por uma emissora francesa. As informações sugeriam que os dois primeiros episódios da temporada teriam cerca de 60 minutos e os quatro restantes, 80. Em janeiro, o CEO da HBO,Richard Plepler, comparou os novos episódios da série a “seis filmes”, indicando que eles serão mais longos do que o normal.
Jed Allan (1935 – 2019)
O ator Jed Allan, que interpretou o personagem Rush Sanders na série “Barrados no Baile”, morreu aos 84 anos. O filho de Allan confirmou a morte do pai em um post no Facebook no último sábado (9/3). “Eu sinto muito por ter que postar a triste notícia da morte do meu pai nesta noite”, escreveu Rick Brown. “Ele morreu pacificamente, cercado por sua família, e muito amado por todos nós e muitos outros”. O personagem de Allan em “Barrados no Baile” era pai de Steve Sanders (Ian Ziering), um dos protagonistas da série. Ele apareceu em um total de 18 episódios, entre 1994 e 1999. Ziering postou uma homenagem ao ator em seu Instagram, dizendo-se entristecido por revelar que perdeu mais um colega de “Barrados no Baile”. Veja abaixo. Allan é o segundo ator da série a morrer neste mês. Na segunda passada (4/3), Luke Perry, intérprete o galã Dylan McKay na série, faleceu em decorrência de um AVC (acidente vascular cerebral) aos 52 anos. As duas mortes aconteceram pouco depois do anúncio de um revival de “Barrados no Baile”, pela emissora norte-americana Fox. Vários membros do elenco original vão se juntar novamente para uma minissérie de seis episódios. Além de “Barrados”, o nova-iorquino Allan ficou conhecido por seus papéis em novelas diurnas (as chamadas soup operas). Ele começou a carreira fazendo aparições em atrações do gênero nos anos 1960, como “General Hospital”, “Love of Life” e “The Secret Storm”, antes de encarar um de seus papéis mais duradouros em “Days of Our Lives”, a partir de 1977. Ele interpretou Don Craig na novela interminável por 14 anos, tendo recebido uma indicação ao Emmy em 1979. E em 1986 estrelou mais de mil episódios diários como o patriarca C.C. Capwell em “Santa Barbara”. Visualizar esta foto no Instagram. So sad to hear we've lost another 90210 castmate. I had the pleasure of working with Jed Allan from 94 to 99. He played Rush Sanders, Steve's father. Such a great guy to work with, he will be missed. #ripjedallan Uma publicação compartilhada por Ian Ziering (@ianziering) em 10 de Mar, 2019 às 10:15 PDT
Revival da série Barrados no Baile fará homenagem especial a Luke Perry
O revival da série “Barrados no Baile” pretende realizar uma homenagem especial a Luke Perry, astro do elenco original da série, que faleceu na segunda passada (4/3), aos 52 anos, após um acidente vascular cerebral (AVC). A revelação foi feita pelo presidente da CBS TV Studios, David Stapf, durante a conferência internacional de televisão (INTV) nesta segunda (11/3) em Jerusalém, Israel. “Ainda não determinamos como vamos lidar com a morte dele na série, ainda vamos pensar. Mas Luke sem dúvida será notado e homenageado de alguma forma”, garantiu o executivo, que ainda lembrou que “ele seria um dos poucos atores do elenco original que não ia atuar na nova série, por causa de seu comprometimento com ‘Riverdale'”, referindo-se ao papel de Perry como Fred Andrews na série da rede CW. A morte do ator será assunto inescapável porque a atração reunirá o elenco dos anos 1990 não como seus personagens, mas como eles próprios, refletindo sobre os anos que se passaram desde o sucesso de “Barrados no Baile”, enquanto tentam tirar do papel uma continuação. Stapf contou que a abordagem do revival partiu de Tori Spelling. “Ela costuma vir no escritório e despejar várias ideias de séries”. Uma delas finalmente empolgou o suficiente para ser levada adiante. “Ela brincou com ideia de como seria divertido reunir toda a turma novamente”. E o passo seguinte foi sugerir o projeto para a rede Fox, que exibiu o “Barrados no Baile” original nos Estados Unidos. O projeto foi aprovado sem gravação de piloto e só agora a sala de roteiristas foi formalizada. Os responsáveis pelos roteiros estão atualmente escrevendo os seis episódios da minissérie, prevista para estrear no meio do ano, durante o verão norte-americano, com o título de “90210” como o primeiro revival, exibido na rede CW nos anos 2000. O título original da atração criada por Darren Starr era “Beverly Hills 90210”. Seis integrantes do elenco clássico estarão de volta na continuação: Jason Priestley (Brandon), Jennie Garth (Kelly), Ian Ziering (Steve), Gabrielle Carteris (Andrea), Brian Austin Green (David) e Tori Spelling (Donna). Mas após a morte de Perry surgiu a possibilidade de Shannen Doherty (Donna) também aparecer para prestar homenagem ao intérprete de Dylan, que foi seu namorado na série. Ela encheu sua página do Instagram com fotos do amigo.
Atriz de Pretty Little Liars vai estrelar série derivada de Riverdale
A rede CW achou sua Katy Keene. A atriz Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”) vai viver o papel-título do piloto da série derivada de “Riverdale”, atualmente em produção. “Katy Keene” será baseada nos quadrinhos da personagem, que são publicados desde os anos 1940 pela editora Archie Comics. Mas ganharão uma roupagem mais moderna. Em vez de atriz, modelo e “rainha das pin-ups”, como na publicação original, ela será uma personal shopper nova-iorquina que sonha virar uma fashion designer. A atriz é o segundo nome confirmado no elenco, após os produtores revelarem que a personagem Josie, interpretada por Ashleigh Murray, iria se mudar de “Riverdale” para o spin-off. Hale já estava por perto, tendo estrelado a série de comédia “Life Sentence”, seu primeiro trabalho televisivo após “Pretty Little Liars”, que durou só uma temporada no mesmo canal CW. A atração vai se passar alguns anos depois da formatura dos personagens na Riverdale High School e acompanhará quatro personagens, descritos como ícones da Archie Comics, que buscam iniciar suas carreiras na indústria do entretenimento de Nova York. A trama vai narrar as lutas dos quatro aspirantes a artistas que tentam chegar à Broadway, às passarelas de moda e aos estúdios de gravação. Faltam mais dois personagens, que ainda não foram apresentados, além de seus intérpretes. “Katy Keene” será a terceira série da Archie Comics, que também originou “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Curiosamente, a série da aprendiz de feiticeira foi concebida para acompanhar “Riverdale” na rede CW, mas o canal percebeu que teria três séries de bruxas e preferiu ficar só com “Legacy” e Charmed”, deixando “Sabrina” se tornar um dos maiores sucessos da Netflix. O roteirista-produtor Roberto Aguirre-Sacasa, que criou “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, também é o responsável por “Katy Keene”, ao lado do coprodutor das duas séries Greg Berlanti. Sacasa descreve o novo projeto como completamente diferente dos anteriores, com um tom mais leve. A diretora Maggie Kiley, que comandou episódios de “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, vai assinar o piloto.
Minissérie baseada em crime chocante de estupro coletivo na Índia ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado da minissérie “Crimes em Déli” (Delhi Crime), baseada no caso real de estupro coletivo que abalou a Índia e ganhou repercussão mundial em 2012. A prévia recria a investigação criminal do ataque da jovem estudante de Medicina que foi estuprada e torturada num ônibus por seis pessoas, incluindo um menor e o motorista, a partir do ponto de vista da policial encarregada do caso (vivida pela atriz Shefali Shah, de “Um Casamento à Indiana”). Enquanto detalhes gráficos são evitados, a prévia deixa clara a violência do ataque, que culminou na morte da vítima após entrada no hospital. A barbárie chocante revoltou a população local e gerou manifestações ferozes de protestos contra a perpetuação da cultura do estupro na Índia. Cenas da reação popular também aparecem no vídeo. O cineasta canadense Richie Mehta (“Amal”) pesquisou durante seis anos os arquivos da polícia de Deli para reconstituir detalhes do caso de Nirbhaya, que não é o nome real da vítima, mantido em sigilo, mas como ela ficou conhecida na mídia. A palavra significa “destemida”. A história de Nirbhaya já foi abordada num documentário de 2015 da BBC, “India’s Daughter”, e inspirou o filme de 2016 “Anatomy of Violence”, da diretora Deepa Mehta, que por coincidência também vive no Canadá como o criador de “Crimes em Déli”. Apesar da resolução do crime – todos foram presos e condenados – e de avanços significativos na legislação indiana sobre crimes sexuais, nos anos seguintes novos casos de estupros coletivos ganharam manchetes internacionais, envolvendo jovens e até uma freira de 71 anos. A estreia na plataforma de streaming está programada para 22 de março.












