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  • Série

    Emily Bett Rickards se despede de Arrow levando elenco às lágrimas

    11 de abril de 2019 /

    Emily Bett Rickards encerrou nesta semana as gravações de seu último episódio em “Arrow”, após interpretar a heroína Felicity Smoak por sete temporadas. Como não poderia deixar de ser, o final de sua participação na série gerou reações emocionadas do elenco e da própria atriz nas redes sociais. O protagonista Stephen Amell disse em seu Twitter que “há dias em que atores derramam uma única lágrima nobre, e há dias em que eles choram tão feio que embaçam os óculos de sua companheira de cena. Hoje foi a segunda opção”. O intérprete de Oliver Queen também publicou um vídeo de sua filha cantando “A Million Dreams” (do musical “O Rei do Show”) para a atriz após as filmagens da sua última cena. Outros atores e a showrunner Beth Schwartz se manifestaram, como pode ser visto abaixo. Um dos mais emocionados, Rick Gonzalez, o Rene, publicou um vídeo ao lado de uma Emily Bett em que os dois se desmancham em lágrimas. A atriz saiu de “Arrow” para se dedicar ao teatro. Ela começa a agora a ensaiar para a estreia da peça “Reborning”, que ela apresentará em Nova York. E, pelas datas (de julho a agosto), fica claro que os ensaios e apresentações coincidiriam com as gravações da última temporada da série no Canadá. A saída da personagem Felicity deve acontecer no último episódio da 7ª temporada, cuja trama está sendo mantida em mistério. Apesar disso, Felicity não deve morrer, já que apareceu recentemente num flashforward, revelando sua presença no futuro. Ainda sem título, o final da temporada será exibido em 13 de maio nos Estados Unidos. “Arrow” é transmitida no Brasil pelo canal pago Warner. There are days when actors shed a noble tear in a scene and there are days when they ugly cry to the point of fogging up their scene partners glasses. Today was the latter. — Stephen Amell (@StephenAmell) April 10, 2019 Our kiddo wanted to sing @emilybett a song on her last day. pic.twitter.com/DxlkShd2H6 — Stephen Amell (@StephenAmell) April 10, 2019 It’s @EmilyBett’s last day. ??? What a ride! #Arrow #BlondieAndRene pic.twitter.com/LwzaZ6sVVQ — Rick Gonzalez (@officialrickg) April 9, 2019 GIRL, @EmilyBett You are an amazing woman! Thank You for sharing your love & light with ALL OF US over the years! #Arrow You are a TRUE inspiration; as an artist, as an individual, and as a dear friend. Now, go move mountains girl! I ❤️ U — Katie Cassidy (@MzKatieCassidy) April 9, 2019 In major denial that this is @EmilyBett last day. So many feelings. So many memories. So much love. Can’t wait to see you take over the world! ? — Beth Schwartz (@SchwartzApprovd) April 10, 2019

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  • Filme,  Série

    Filme Com Amor, Simon vai virar série da Disney+ (Disney Plus)

    11 de abril de 2019 /

    O filme “Com Amor, Simon” vai ganhar sequência na Disney+ (Disney Plus). A nova plataforma de streaming da Disney encomendou a produção de uma série baseada no segundo livro dos personagens criados pela autora Becky Albertalli, “Leah Fora de Sintonia”, que continua a história, focando em Leah (interpretada por Katherine Langford no longa), a melhor amiga de Simon. Não há informações sobre conversas com os atores da adaptação cinematográfica para reprisar seus papéis, de modo que a expectativa é que a série escale um elenco diferente. “Com Amor, Simon” trazia Nick Robinson como o protagonista, um adolescente gay ainda no armário, que sofria para lidar com a situação até se conectar com outro jovem na mesma situação. Os direitos do filme passaram para a Disney após a compra da Fox. A atração é a primeira produção do estúdio 20th Century Television para a Disney+ (Disney Plus) após a oficialização da aquisição. Mas o diretor Greg Berlanti, responsável pelo filme e produtor de mais 15 séries, não está ligado ao projeto, que será produzido pelos roteiristas do longa original, Elizabeth Berger e Isaac Aptaker. Berlanti fechou um contrato milionário de exclusividade com a Warner, que o impede de desenvolver séries para estúdios rivais. Relembre “Com Amor, Simon” com o trailer abaixo. E leia aqui a crítica da Pipoca Moderna sobre o filme.

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  • Série

    Euphoria: Série dramática estrelada por Zendaya ganha teaser legendado

    11 de abril de 2019 /

    A HBO divulgou o primeiro teaser legendado de “Euphoria”, série dramática adolescente estrelada por Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que tem entre seus produtores o rapper Drake. A prévia exalta o clima sombrio da produção, com narração da própria Zendaya, e revela a data da estreia. “Euphoria” adapta uma polêmica série israelense de mesmo nome, descrita por Francesca Orsi, vice-presidente sênior da HBO, como um “encontro de ‘Kids’ com ‘Trainspotting'”. Ou seja, bem diferente das atrações que projetaram Zendaya na TV – “No Ritmo” (2010-2013) e “Agente K.C.” (2015-2018), ambas do Disney Channel. A adaptação foi feita por Sam Levinson, diretor e roteirista de “Assassination Nation”, sensação do Festival de Sundance de 2018 sobre a fúria da juventude da era digital. Zendaya vive Rue, uma personagem de 17 anos – isto é, quatro anos mais nova do que a atriz na vida real – que é viciada em drogas. Ela vai integrar o grupo principal de estudantes de ensino médio da trama, que “tentam navegar um mundo de drogas, sexo, identidade, trauma, mídias sociais, amor e amizade”. Na atração, a atriz contracena com Eric Dane (ex-“Grey’s Anatomy” e “The Last Ship”) e um punhado de adolescentes famosos, como Sydney Sweeney (série “Everything Sucks!”), Storm Reid (“Uma Dobra no Tempo”), Maude Apatow (de “Bem-Vindo aos 40” e filha de Judd Apatow), Jacob Elordi (“A Barraca do Beijo”), Lukas Gage (“Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi”), Brian “Astro” Bradley (“Terra para Echo”) e McKenna Roberts (“Arranha-Céu: Coragem sem Limites”), que será a versão criança de Rue. “Euphoria” é a segunda atração israelense que a HBO adapta para os Estados Unidos. A primeira foi “BeTipul”, que foi batizada de “In Treatment” (2008-2010). Esta série também teve uma versão brasileira, chamada de “Sessão de Terapia” (2012-2014) e exibida no canal pago GNT. A estreia de “Euphoria” está marcada para 16 de junho no Brasil, mesma data do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    CEO da Disney diz que Hitler adoraria as redes sociais

    11 de abril de 2019 /

    CEO da Disney e um dos homens mais poderosos da indústria do entretenimento mundial, Bob Iger fez um discurso duro contra a popularidade das redes sociais nesta quinta (11/4), durante uma cerimônia do Centro Simon Wiesenthal, em Los Angeles, em que foi homenageado com um prêmio humanitário. Ele disse que Hitler adoraria as ferramentas das mídias sociais e faria uso incendiário delas para propagar suas ideias, se vivesse nos dias de hoje. “Esta é a ferramenta promocional mais eficaz com a qual um extremista pode sonhar porque, em seu design, as redes sociais oferecem uma visão estreita do mundo, filtrando tudo o que parece questionar nossas crenças enquanto validamos nossas convicções e ampliando nossos medos mais profundos”, disse o empresário responsável pela aquisição da Pixar, Marvel, Lucasfilm e Fox pela Disney. “O ódio e a raiva estão nos levando novamente ao abismo”, continuou Iger. “E a apatia está crescendo, consumindo nosso discurso público e transformando nosso país em algo irreconhecível” para aqueles que ainda acreditam na civilidade e nos direitos humanos. Recentemente, a Disney reconsiderou a demissão do diretor James Gunn (da franquia “Guardiões da Galáxia”), após reagir de forma automática a uma campanha de ódio da direita americana, que buscou posts antigos do Twitter com piadas polêmicas do cineasta para exigir sua cabeça. O ator Dave Bautista, que encabeçou protestos contra a demissão, divulgou um vídeo revelando que o responsável pela campanha contra Gunn se gabava de mentir para destruir carreiras usando o poder manipulativo das redes sociais.

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  • Série

    Amazon renova Hanna para 2ª temporada

    11 de abril de 2019 /

    A Amazon renovou a série “Hanna” para sua 2ª temporada. “Sabíamos que havia algo especial em ‘Hanna’, e os clientes do Amazon Prime Video concordaram conosco”, comentou Albert Cheng, chefe da Amazon Studios, em comunicado. “Estamos animados não só com a forma como ‘Hanna’ atraiu muitos espectadores, mas também com o mundo cheio de ação que David Farr criou para a série, além do elenco incrível, liderado por Esmé Creed-Miles, Mireille Enos e Joel Kinnaman”, continuou, explicando a renovação. Farr escreveu o filme de 2011 em que a série é baseada. A 1ª temporada estendeu a premissa originalmente apresentada em duas horas numa história de oito capítulos, mas os próximos episódios mostrarão uma aventura completamente inédita da protagonista, vivida por Esmé Creed-Miles na atração. A série acompanha Hanna, uma adolescente treinada desde pequena para ser uma assassina, que é enviada em uma missão secreta por seu pai Erik. Quando a missão dá errado, ela acaba perseguida por uma agente da CIA chamada Marissa, que tem informações capaz de levá-la a questionar sua verdadeira identidade. Além de Farr, o produtor do filme, Marty Adelstein, também está envolvido na adaptação. Já o elenco, além da jovem estrela vista em “Dark River”, volta a reunir Joel Kinnaman e Mireille Einos após a elogiada série “The Killing”, respectivamente nos papéis de Erik e da agente Marissa. Com produção da NBCUniversal, a série estreou em 21 de março, inclusive no Brasil.

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  • Série

    Ator de Game of Thrones vai viver Bruce Wayne na série dos Titãs

    11 de abril de 2019 /

    O ator Iain Glen, intérprete de Jorah Mormont em “Game of Thrones”, vai viver Bruce Wayne, o Batman, na 2ª temporada de “Titãs”. Segundo o site Deadline, Glen viverá uma versão mais experiente de Wayne, que passou décadas lutando contra o crime em Gotham City. Agora, o bilionário tenta reparar o seu difícil relacionamento com o ex-pupilo Dick Grayson (Brenton Thwaites), o Robin, e ajudar os Titãs em suas missões. Glen completa 58 anos em junho e é 16 anos mais velho que Ben Afleck, até então o ator mais velho a viver Bruce Wayne. O serviço de streaming DC Universe, que exibe “Titãs” nos EUA, não divulgou se ele vai chegar a vestir o icônico uniforme do Batman na série. O herói chegou a aparecer em flashbacks e numa cena de delírio de Dick Grayson durante a 1ª temporada, mas foi vivido por um dublê nessas ocasiões. “Titãs” segue o time de jovens super-heróis liderados pelo Robin, que inclui a alienígena Estelar (Anna Diop), a demoníaca Ravena (Teagan Croft) e o metamorfo Mutano (Ryan Potter). A 2ª temporada da série, que ainda não teve data de estreia divulgada, trará outras novidades no elenco, como Esai Morales (“How to Get Away with Murder”) no papel do vilão Exterminador e o novato australiano Joshua Orpin como Superboy. A série é disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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  • Filme

    As Panteras ganha primeiras fotos e se assume como continuação da franquia

    11 de abril de 2019 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou as primeiras fotos do novo filme de “As Panteras”. E além de apresentar as imagens com seu logotipo (que podem ser vistas abaixo), a publicação também fez algumas revelações sobre a produção. Para começar, o longa não é um reboot da franquia. Trata-se de uma continuação, que leva em conta a série dos anos 1970 e também os dois filmes da década passada. A premissa indica que o novo trio feminino, formado por Kristen Stewart (“Crepúsculo”), Naomi Scott (“Power Rangers”) e Ella Balinska (“The Athena”), é apenas uma das muitas equipes comandadas pelo misterioso Charlie. Além disso, a agência original de detetives virou uma operação de espionagem internacional, expandindo-se para acompanhar a evolução do mundo. As personagens centrais também ganharam nome. Stewart vive Sabina, a festeira imprevisível do grupo, Balinska é Jane, ex-agente do MI6 que serve como os “músculos” do trio, e Scott é Elena, a cientista que representa o “coração” do grupo. Além delas, o filme vai explicar que Bosley, o assistente de Charlie na série clássica, não é um nome, mas um “cargo”. Por isso, atores diferentes puderam interpretá-lo no cinema – enquanto cada Pantera nova tinha seu próprio nome individual. “As Panteras sempre trocaram de nome entre um reboot e outro, mas Bosley sempre foi Bosley. Pensamos, então: ‘Não é um nome, é um cargo'”, disse a diretora Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”). Ela própria vai acumular funções atrás e na frente das câmeras como um dos Bosleys do filme. Além dela, a produção mostrará outros dois, vividos por Patrick Stewart (“Logan”) e Djimon Hounsou (“Capitã Marvel”). Banks também disse que optou por fazer um filme mais parecido com a franquia “Missão Impossível” do que uma produção ao estilo dos dois filmes das “Panteras”, dirigidos por McG nos anos 2000. “Aqueles filmes funcionam melhor quando o time todo está junto, e há esta mistura de humor e ação. Ving Rhames, Simon Pegg, Rebecca Ferguson. Pensamos muito nisso durante as filmagens”, ela revelou, ressaltando a questão da irmandade feminina como tema central. “Era importante, para mim, fazer um filme sobre mulheres trabalhando juntas, apoiando umas às outras”. Durante sua entrevista com a publicação, Banks não quis revelar nada sobre o papel de Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) no filme. O ator aparece ao lado de Ella Balinska em uma das fotos divulgadas, mas a diretora adianta que “ele é um amigo da personagem de Naomi [Scott]”. As Panteras do novo filme tem muitos aliados, diz Banks, mas isso não significa que não consigam completar suas missões sozinhas: “Mulheres podem fazer o que quiserem. Isso não é só a minha opinião, é a filosofia de toda esta franquia”.

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  • Etc,  Série

    YouTube cancela quatro séries e troca foco de sua plataforma de streaming

    11 de abril de 2019 /

    O YouTube Premium cancelou quatro séries originais, assumindo que pretende abandonar a produção de séries, apesar de negativas dissimuladas de seus porta-vozes. Em novembro passado, a plataforma anunciou que iria descontinuar seu serviço de assinatura Premium, passando a oferecer o conteúdo produzido com exclusividade para a plataforma de forma gratuita para todos os usuários a partir de 2020. Na ocasião, o YouTube garantiu que isso não afetaria a produção de séries. Já afetou. Em meio a uma mudança completa de foco da plataforma, as produções de “Ryan Hansen Solves Crimes on Television”, “Champaign ILL”, “Sideswiped” e “Do You Want to See a Dead Body?” foram descontinuadas. Destas, apenas a primeira teve repercussão. Além dos cancelamentos, o YouTube também parou de encomendar novas séries nos últimos meses. Estas ações recentes da plataforma sugerem sua desistência de competir em produção de conteúdo com a Netflix. Em vez disso, o YouTube estaria planejando reforçar seu projeto original, explorando aquilo que sempre fez: exibir vídeos com anúncios. Em vez de séries, priorizar aquilo que seus usuários já buscam: shows, humor e vídeos sem roteiro. E apostar em outro filão, como transmissões de streaming ao vivo – algo que o Facebook já começou a fazer com eventos esportivos. “Nosso objetivo é criar uma programação incrível focada em música, educação, criadores de conteúdo do YouTube e outros programas”, disse Susanne Daniels, chefe global de conteúdo original do YouTube, em comunicado que confirma a tendência. O maior sucesso original do YouTube é “Cobra Kai”, série que dá sequência à história de Karatê Kid com os mesmos atores do original. A 2ª temporada estreia em 24 de abril, mas a expectativa é saber se o programa será renovado para um terceiro ano. Em 2019, o mercado de assinaturas de streaming ganhará mais três serviços gigantes concorrentes: as plataformas da Disney, Apple e Warner Media. E outros players já anunciaram projetos similares para 2020.

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  • Série

    Barry é renovada para a 3ª temporada

    11 de abril de 2019 /

    O canal pago americano HBO renovou “Barry” para sua 3ª temporada. O anúncio foi feito após a exibição de apenas dois episódios do segundo ano da produção, que estreou em 31 de março. Primeira série estrelada por Bill Hader – depois de oito temporadas no programa humorístico “Saturday Night Live” – , traz o ator como um ex-militar que trabalha como assassino de aluguel no Meio-Oeste americano. Bem sucedido, mas não apaixonado por sua linha de trabalho, ele descobre que pode ser bom em outra coisa ao viajar até Los Angeles para um “serviço” e se deparar com a comunidade de teatro amador da cidade, passando a crer que atuar é sua verdadeira vocação. Hader criou “Barry” em parceria com Alec Berg (roteirista de “Silicon Valley”) e também fez sua estreia como diretor no programa, ao comandar os três primeiros episódios. A atração rendeu ao protagonista e a seu coadjuvante Henry Winkler os prêmios de atuação em comédia no Emmy do ano passado.

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  • Filme

    Hellboy é destruído pela crítica americana: “Um dos piores filmes do ano”

    11 de abril de 2019 /

    O novo filme do herói “Hellboy” foi eviscerado pela crítica norte-americana. A distribuidora Lionsgate já sabia que tinha uma bomba nas mãos e estabeleceu um longo embargo, liberando as publicações das resenhas apenas na quarta-feira (10/4), dois dias antes da estreia do filme nos Estados Unidos. Entretanto, a tática se provou suicida, já que concentrou a dose de negatividade, que irrompeu de uma só vez em toda a imprensa. O resultado foi uma “nota” abaixo da média “Transformers”, de apenas 13% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes para o longa de Neil Marshall (“Game of Thrones”). O filme foi enterrado com comparações desfavoráveis às adaptações anteriores dos quadrinhos para o cinema, feitas em 2004 e 2008 pelo cineasta Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”) e estreladas por Ron Perlman. Del Toro queria fazer um terceiro filme, mas o estúdio preferiu um reboot para relançar a franquia. Se arrependimento matasse… “Você percebe o quanto precisa de Guillermo del Toro quando vê o reboot de ‘Hellboy”, publicou o site do crítico Roger Ebert. O reboot foi considerado genérico, com muita violência gratuita, efeitos visuais baratos, roteiro pavoroso, elenco inexpressivo e nenhuma criatividade. “Um dos piores filmes que você verá este ano”, decretou o site World of Reel. “A corrida para o pior filme do ano está esquentando. Você poderia até dizer que está mais quente que o inferno, agora que ‘Hellboy’ assumiu a liderança”, ecoou o jornal New York Post. “Por toda a sua atitude durona e pelos mini-apocalipses de CGI no qual ele luta, está faltando algo neste Hellboy. Ele é uma figura banal de filme de ação, sem o carisma de sua versão anterior”, descreveu o jornal britânico The Guardian. “São duas horas que parecem três, e a impressão é que ainda assim tem algo faltando”, concordou o jornal San Francisco Chronicle, que ainda lamentou a violência gratuita da produção. “É assim que os filmes de Hollywood seriam se o sindicato de diretores calculasse os salários dos seus profissionais pelo número de cabeças decapitadas”. “Enquanto Del Toro trouxe muito charme, Marshall entrega tripas, cartilagens e monstros saídos do inferno do CGI. O filme tem duas horas, mas parece uma eternidade, se arrastando incoerentemente de uma cena de ação barulhenta para outra”, descreveu a revista Time Out. “Violência e vulgaridade substituem o humor e a poesia de Guillermo Del Toro”, descreveu a revista Newsday. “Até os fãs de Hellboy provavelmente desejarão que esta versão do personagem volte para o lugar de onde veio [o inferno]”. “Marshall e o roteirista Andrew Cosby foram fundo com sua classificação R-Rated (para maiores), apresentando tanto sangue e palavrões que, francamente, fica monótono. As performances fracas e a história incoerente não ajudam em nada”, apontou o jornal The Washington Post. “Há pouca tensão ou química e o CGI parece barato – deixando esse filme mais parecido com o purgatório do que com uma diversão infernal”, lamentou o jornal britânico Daily Mirror. “Apesar de seus visuais horripilantes, o verdadeiro vilão do filme é sua escrita podre, que transforma ‘Hellboy’ em sequências de ação constantes costuradas por duas ou três frases e uma vaga sugestão de narrativa”, resumiu o site Vox. “Feio, desagradável e totalmente sem graça, sem nada a dizer que não comece com um palavrão”, lamentou o jornal inglês Telegraph. “O fim está chegando”, diz um amigo moribundo de Hellboy quase no começo do filme, e a esta altura eu já estava pensando: ‘Ah, sim, por favor'”, clamou a crítica do New York Times, desejando que tudo acabasse mais rápido. “Quem, exatamente, estava clamando por um reboot de Hellboy?”, indagou, retoricamente, a revista The Hollywood Reporter. A resposta, claro, eram os fãs de Guillermo Del Toro. “Já ouviu a frase: ‘Se não está quebrado, não faça um reboot’?”, reforçou o blogue Randy Reviews. “A única coisa positiva que sobra desse filme é o reconhecimento da visão original de Guillermo del Toro”, concluiu o site We Live Entertainment. A estreia está marcada para 16 de maio no Brasil, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Etc

    Jogos do Homem-Aranha

    11 de abril de 2019 /

    Todos nós, desde a infância, fomos apresentados a algum personagem que tem algum superpoder, com habilidades que dão vontade na gente de ser também tão especiais quanto eles. Quem nunca brincou de voar, de ter visão de raio x, ou mesmo de ser invisível? Você, como a grande maioria das pessoas, deve ser fã de pelo menos um super-herói, que pode ter sido seu herói preferido desde a sua infância ou mesmo algum que conheceu depois de adulto. Pois isso pode mudar de acordo com a sua idade ou o momento que vivemos. Sou aquele tipo de fã que quando sai um artigo novo sobre o meu herói preferido no pipocamoderna.com.br eu corro logo para ler qual é a novidade, já que os caras estão sempre trazendo as últimas notícias sobre o mundo do cinema, das séries. É normal que a gente queira saber mais sobre os artistas que dão vida aos nossos super-heróis favoritos! E sobre ter um super-herói favorito, esse é um assunto complicado, pois muitas vezes temos mais de um, ou em cada época de nossas vidas tivemos um herói preferido diferente. Mas uma coisa que torna tudo mais emocionante, principalmente para quem ama videogame é quando tem um jogo do seu super-herói preferido! Quando ele tem vários jogos então é muito bom! Quem tem essa felicidade sabe do que eu estou falando. Eu desde criança sou fã de alguns super heróis, mas um deles em especial faz parte da minha vida desde a minha infância, e já tive tudo dele. Estou falando do Homem-Aranha, e já usei desde guarda-chuva dele até uma fantasia propriamente dita! E claro, adoro os jogos de videogame. Poder jogar jogos do Homem-Aranha no site Pomu para mim é como a materialização de um sonho! Afinal lançar teias através dos meus punhos e poder escalar os edifícios mais altas da cidade, é uma fantasia que tenho desde bem pequeno, e que no videogame eu posso meio que realizar. São tantos títulos e há tanto tempo que é possível ver o meu herói da infância na tela da tv, que isso com certeza trouxe ele mais para perto de mim. É como se eu me transportasse para dentro do jogo e pudesse viver um pouco de todas aquelas aventuras que conheço desde a minha infância, que vi em filmes e quadrinhos. Os jogos do Homem Aranha são uma fonte de diversão, uma experiência que me traz muita descontração, adrenalina e ainda assim uma memória afetiva muito marcante e alegre. E o jogo é tão democrático, tem para vários tipos de consoles e títulos diferentes, e faz tanto sucesso, sempre é fácil encontrar um amigo que também é fã e podemos falar sobre o jogo, pegar algumas dicas e ainda apostar para ver quem é o melhor jogador. Com certeza o jogo do Homem Aranha é um dos meus favoritos, assim como ele é um dos meus heróis favoritos no cinema, que me perdoem Batman e Superman! É fácil passar horas jogando Homem-Aranha, ainda mais hoje, quando os jogos tem tanta tecnologia e os gráficos são tão bem feitos e reais. Se você ainda não experimentou a sensação de jogar Homem-Aranha, deveria fazer isso o mais rápido o possível, pois essa é uma das melhores formas de passar meu tempo ultimamente. Dá para jogar online, e com certeza você vai se surpreender muito com esse jogo. Isso se você já não for um fã dos jogos do Homem-Aranha, assim como muitas outras pessoas que acham o Homem-Aranha um dos super-heróis mais autênticos.

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  • Filme

    De Pernas pro Ar 3 é a maior estreia da semana

    11 de abril de 2019 /

    A comédia “De Pernas pro Ar 3” é o maior lançamento da programação de cinema desta quinta (11/4), que ainda leva aos shopping centers dois dramas americanos de nicho. O terceiro “De Pernas pro Ar” finge reforçar a tese conservadora de que filme brasileiro só fala de sexo. Entretanto, seu verdadeiro tema é a família. A comédia é uma grande Sessão da Tarde enrustida. Após transformar sua empresa de brinquedos sexuais numa multinacional, a personagem de Ingrid Guimarães só quer ficar mais tempo com o marido e os filhos, que cresceram. Felizmente, logo surge uma competidora mais jovem para injetar um pouco de conflito nesse enredo de sitcom. Em entrevistas, elenco e equipe têm forçado uma analogia entre o empreendedorismo sexual da protagonista e uma reação aos retrocessos comportamentais do Brasil atual. Mas, como nos capítulos anteriores, a nova comédia sexual é assexuada, evitando cenas picantes para agradar justamente ao público conservador. Como diriam os Trapalhões, é fria. Os dois dramas americanos assumem mais claramente seu público-alvo. “Superação – O Milagre da Fé” – ou “o filme do Bolsonaro”, como ficou conhecido após a première em Brasília – é um drama sobre o poder da reza. Considerado medíocre pela crítica internacional – 50% no Rotten Tomatoes – , prega para convertidos. E “After” é uma lição moralista sobre os perigos do sexo adolescente, tão ruim que foi escondida da imprensa nos Estados Unidos. Um dia antes da estreia, não tem nem uma crítica sequer publicada. Todas as estreias limitadas desta semana são melhores que os destaques escolhidos pelos distribuidores. Algumas, por sinal, devem até entrar na lista dos melhores filmes lançados no Brasil em 2019. Para começar, “Border” nem teve seu título traduzido por conta de sua fama, que o grande público talvez desconheça. Parte drama, parte fantasia, parte terror, essa produção sueca difícil de caracterizar foi até indicada ao Oscar 2019 numa categoria pouco convencional para filmes de fora de Hollywood: Melhor Maquiagem. Acompanha uma mulher que parece um troll, de tão feia, mas que nasceu com uma habilidade ideal para seu trabalho na alfândega: a capacidade de “sentir” a intenção das pessoas com o olhar. Um dia, ela encontra um homem tão feio quanto ela. E a ligação é forte demais para ser ignorada, trazendo à tona verdades que ela desconhecia sobre si mesma. Segundo longa de Ali Abbasi (“Shelley”), “Border” adapta um conto do escritor John Ajvide Lindqvist (autor do terror “Deixe Ela Entrar”) com cenas impactantes de sexo, muita sujeira e podridão. Venceu a mostra Um Certo Olhar em Cannes, tem 96% de aprovação no Rotten Tomatoes e já virou cult. Os cinéfilos também não podem perder “Em Trânsito”, que atingiu os mesmos 96% no Rotten Tomatoes. O drama faz jus à campanha de divulgação que o descreve como “a nova obra-prima de Christian Petzold”. Um dos melhores diretores alemães de sua geração, Petzold dá sequência no novo filme aos temas de “Fênix” (2014) e “Barbara” (2012) – como identidades trocadas, falência da nação e desejo de fuga. A história é baseada no romance homônimo de Anna Seghers, escrito em 1944, que acompanha um alemão em fuga de seu país durante a 2ª Guerra Mundial. Ele se esconde na França, onde o acaso o leva a adotar a identidade de um escritor morto, apenas para ser descoberto pela mulher do homem por quem se passa, também desesperada para escapar da Europa. O detalhe é que Petzold transportou a trama para os dias atuais, dando à sua adaptação uma aura subversiva de distopia contemporânea. Outra trama impactante ganha vida em “Ayka”, que rendeu o prêmio de Melhor Atriz para a cazaque Samal Yeslyamova no Festival de Cannes do ano passado. Ela já tinha trabalhado com o diretor Sergei Dvortsevoy dez anos antes em “Tulpan” (2008), também premiado em Cannes. Na nova obra, vive a mulher do título, desempregada e sem dinheiro, que é pressionada a dar seu bebê recém-nascido para pagar uma dívida com a máfia. É deprimente, mas poderoso, com 80% no Rotten Tomatoes. “Los Silencios”, da brasileira Beatriz Seigner (“Bollywood Dream — O Sonho Bollyoodiano”), também merece atenção. Falado em espanhol, o drama de realismo mágico se passa numa comunidade de refugiados na fronteira amazônica, entre o Peru, a Colômbia e o Brasil. Vencedor do prêmio de Melhor Direção no Festival de Brasília e um dos filmes mais elogiados do último Festival de Cannes (passou na Quinzena dos Realizadores), sua mistura de espiritualidade e crítica social impressionou os americanos com 71% no Rotten Tomatoes. A programação ainda inclui o lançamento tardio de “Suspiria”, cinco meses após a estreia nos Estados Unidos. Remake do filme homônimo de 1977 de Dario Argento, um dos maiores cults do cinema de horror italiano, a nova versão não empolgou tanto, com 66% no Rotten Tomatoes – apesar de dirigida por outro italiano celebrado, Luca Guadagnino (de “Me Chame pelo Seu Nome”). Faltou justamente terror. Mas sua fotografia (do tailandês Sayombhu Mukdeeprom), premiada no Spirit Awards, e trilha fantasmagórica (do inglês Thom Yorke, da banda Radiohead) conjuram sons e visões belíssimos. Os três títulos que completam a programação também são melhores que os três que dominam o circuito. Confira mais detalhes nos trailers e sinopses abaixo. De Pernas pro Ar 3 | Brasil | Comédia O sucesso da franquia Sex Delícia faz com que Alice (Ingrid Guimarães) rode o mundo, visitando os mais diversos países em uma correria interminável. Sem tempo para se dedicar à família, quem assume a casa é seu marido João (Bruno Garcia), que cuida dos filhos Paulinho (Eduardo Mello) e Clarinha (Duda Batista), de apenas seis anos. Cansada de tanta agitação, Alice decide se aposentar e entregar o comando dos negócios à sua mãe, Marion (Denise Weinberg). Porém, o surgimento de Leona (Samya Pascotto), uma jovem competidora, faz com que mude seus planos. Superação – O Milagre da Fé | EUA | Drama John Smith, um menino de 14 anos, passeava com a família em uma manhã de inverno no Lago St Louis, no Missouri, quando, acidentalmente, sofreu uma queda e se afogou. Chegando ao hospital, John foi considerado morto por mais de 60 minutos até que sua mãe, Joyce Smith, juntou todas as suas forças e pediu a Deus para que seu filho sobrevivesse. Sua prece poderosa foi responsável por um milagre inédito. After | EUA | Tessa Young (Josephine Langford) é uma jovem de 18 anos que acaba de ingressar na faculdade. De roupas recatadas e bastante ingênua, ela é apresentada ao mundo das festas através de sua colega de quarto, Steph (Khadijha Red Thunder), bem mais liberal. Logo conhece Hardin (Hero Fiennes Tiffin), um jovem rebelde que renega o amor, apesar de ter lido os principais romances sobre o tema. Aos poucos os dois se aproximam, iniciando uma ardente paixão. Suspíria – A Dança do Medo | EUA | Terror Susie Bannion (Dakota Johnson), uma jovem bailarina americana, vai para a prestigiada Markos Tanz Company, em Berlim. Ela chega assim que Patricia (Chloë Grace Moretz) desaparece misteriosamente. Tendo um progresso extraordinário, com a orientação de Madame Blanc (Tilda Swinton), Susie acaba fazendo amizade com outra dançarina, Sara (Mia Goth), que compartilha com ela todas suas suspeitas obscuras e ameaçadoras. Border | Suécia, Dinamarca | Fantasia Tina (Eva Melander) é uma policial que trabalha no aeroporto fiscalizando bagagens e passageiros. Depois de ser atingida por um raio na infância, ela desenvolveu uma espécie de sexto sentido, fazendo com que seja capaz de “ler as pessoas” apenas pelo o olhar. Isso sempre representou uma vantagem na sua profissão, mas tudo muda quando ela identifica um criminoso em potencial e não consegue achar provas para justificar sua intuição. Após o episódio, ela passa a questionar seu dom, ao mesmo tempo em que fica obcecada em descobrir qual o verdadeiro segredo de Vore (Eero Milonoff), seu único suspeito não legitimado. Em Trânsito | Alemanha, França | Drama Quando Georg (Franz Rogowski) tenta fugir da França após a invasão nazista, ele rouba os manuscritos de um autor falecido e assume sua identidade. Preso em Marseille, acaba conhecendo Marie (Paula Beer), que está desesperada para encontrar seu marido desaparecido – o mesmo que ele está fingindo ser. Para complicar ainda mais, ele começa a se apaixonar por ela. Ayka | Rússia, Cazaquistão | Drama Ayka (Samal Yeslyamova) é uma jovem de origem cazaque, que vive ilegalmente em Moscou. Ela dá à luz num hospital local, mas abandona o seu filho por medo de ser descoberta e deportada. Logo depois, ela enfrenta as complicações pós-parto, a fome, a solidão, a falta de emprego e a perseguição da máfia local, a quem deve dinheiro. Um dia, os mafiosos exigem que Ayka volte ao hospital, recupere o bebê e entregue a eles. Los Silencios | Colômbia, Brasil, França | Drama Amparo (Marleyda Soto) é mãe de dois filhos pequenos e está fugindo dos conflitos armados da Colômbia. Na tríplice fronteira do país com o Peru e o Brasil, ela e os meninos se abrigam em uma pequena ilha com casas de palafita no Rio Amazonas. No local, eles encontram o pai (Enrique Diaz), que supostamente estava morto. Meditation Park | Canadá | Drama Maria (Pei-Pei Cheng) e Bing (Tzi Ma) são um casal que imigraram de Hong Kong para o Canadá 40 anos atrás. Uma mãe, esposa e dona de casa dedicada sua vida toda, Maria se vê obrigada a procurar por independência quando sua realidade é balançada por encontrar roupas íntimas de outra mulher no bolso de seu marido. Primeiro Ano | França | Drama Benjamin (William Lebghil) acaba de se formar no ensino médio e está começando seu primeiro ano da faculdade de medicina. Já Antoine (Vincent Lacoste) está começando o primeiro ano pela terceira vez. Quando os dois se conhecem, uma amizade logo se forma e os dois se unem para enfrentar noites mal dormidas, um ambiente extremamente competitivo e a pressão das expectativas para seu futuro. Horácio | Brasil | Comédia Durante um único dia, diversas figuras marginalizadas se cruzam pela cidade de São Paulo: um jogador sem talento, uma prostituta sem sorte, um capanga encontrando seu amor, um chefe autoritário, a filha dele, um agiota… Entre essas pessoas, um contrabandista de 80 anos de idade (Zé Celso) entra em desespero ao descobrir que o capanga por quem está apaixonado não o ama.

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    Danilo Gentili é condenado a quase sete meses de prisão por injúria

    10 de abril de 2019 /

    O ator e apresentador Danilo Gentili foi condenado a seis meses e 28 dias de detenção, em regime semiaberto, pelo crime de injúria praticado contra a deputada federal Maria do Rosário Nunes (PT-RS). Ele ainda poderá recorrer da sentença da 5ª Vara Federal Criminal de São Paulo em liberdade. A condenação se refere a mensagens ofensivas de 2016, em que Gentili chamou a deputada de “nojenta”, “falsa” e “cínica”. Em resposta, Maria do Rosário processou o apresentador do programa “The Noite” e criador da série “Politicamente Incorreto”. A situação se agravou em maio de 2017, quando Gentili recebeu a notificação extrajudicial do processo e postou um vídeo em que aparecia rasgando e esfregou os papéis nas partes íntimas. Ao fazer isso, ele ainda destacou o termo “puta” da palavra deputada. A defesa alegou que o humorista não teve a intenção de atacar Maria do Rosário, mas a juíza Maria Isabel do Prado não reconheceu o argumento. Em sua decisão, ela ressaltou o direito à liberdade de expressão, mas lembra que quando alguém ultrapassa a linha da ética, “surge no Estado de Direito a tutela penal como legítimo instrumento de contenção contra o uso abusivo da liberdade de expressão.” “Verifico que o humorista e apresentador dolosamente injuriou através da internet a deputada federal, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro, atribuindo-lhe a alcunha de ‘puta'”, escreveu a magistrada na sentença. Após a publicação da sentença, Gentili voltou a usar as redes sociais para ironizar a Justiça. “Quem vai me levar cigarro?”, ele escreveu para seus seguidores. Por sua vez, Maria do Rosário comemorou a sentença através de nota enviada à imprensa. “A sentença da 5° Vara Federal Criminal de São Paulo deve ser lida como uma convocação à sociedade brasileira de que é necessário retomar o respeito, o bom senso no debate público, nas redes sociais e na vida. Não pode haver impunidade, cabendo ao Judiciário definir os termos da condenação. Considero a decisão um símbolo de que é possível preservar a liberdade de expressão e garantir a dignidade humana. Esta é uma vitória da democracia e da justiça.”

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