Shazam mantém 1º lugar enquanto Hellboy implode nos EUA
“Shazam!” enfrentou quatro estreias neste fim de semana, mas não teve dificuldades para se manter no topo da bilheteria dos Estados Unidos e Canadá. A adaptação da DC Comics fez mais US$ 25M (milhões) em seu segundo fim de semana, atingindo US$ 94,9M em dez dias em cartaz na América do Norte. No mundo inteiro, já são US$ 258,8M. A surpresa ficou com a disputa do 2º lugar, em que “A Chefinha” (Little) superou “Hellboy”. A comédia com premissa fantasiosa, um “De Repente 30” às avessas e com elenco negro, faturou US$ 15,4M, quantia bastante comemorada, já que a produção custou apenas US$ 20M. Além disso, a crítica achou medíocre, com 49% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes. Para se ter noção do quanto “A Chefinha” é “prioridade”, o filme só vai chegar no Brasil em agosto. “Hellboy”, por outro lado, custou US$ 50M – sem considerar as despesas de marketing. E implodiu com US$ 12M. O desempenho muito abaixo das expectativas – e das aberturas dos dois filmes anteriores do personagem, em 2004 e 2008 – foi salgado por críticas extremamente negativas da imprensa americana, que renderam média de 15% de aprovação no Rotten Tomatoes. A Millennium segurou os números do mercado internacional, mas as projeções apontam um início ainda pior no exterior. Esta combinação de sinais apocalípticos representa o fim da franquia. Os outros dois lançamentos da semana foram o drama teen “After” e a animação “O Elo Perdido”, que ficaram em 8º e 9º lugares, respectivamente. Considerado o pior lançamento da semana, “After” teve apenas 13% de aprovação e rendeu US$ 6,2M. Já “O Elo Perdido” agradou à crítica, com 89%, mas teve a pior abertura de uma produção do estúdio Laika, especializado em animação em stop motion, com US$ 5,8M. Até então, a pior abertura da Laika tinha sido seu filme anterior, “Kubo e as Cordas Mágicas” (2016), com US$ 12,6M. Mas este longa, adorado pela crítica, ganhou indicação ao Oscar, o que não deve ocorrer com “O Elo Perdido”, levando em conta sua avaliação abaixo do padrão elevadíssimo do estúdio. “After” já estreou no Brasil e “O Elo Perdido” não tem previsão de lançamento no país. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Shazam! Fim de semana: US$ 25,1M Total EUA e Canadá: US$ 94,9M Total Mundo: US$ 258,8M 2. A Chefinha Fim de semana: US$ 15,4M Total EUA e Canadá: US$ 15,4M Total Mundo: US$ 17,3M 3. Hellboy Fim de semana: US$ 12M Total EUA e Canadá: US$ 12M Total Mundo: US$ 22M 4. Cemitério Maldito Fim de semana: US$ 10M Total EUA e Canadá: US$ 41,1M Total Mundo: US$ 76,8M 5. Dumbo Fim de semana: US$ 9,1M Total EUA e Canadá: US$ 89,9M Total Mundo: US$ 266,9M 6. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 8,6M Total EUA e Canadá: US$ 386,5M Total Mundo: US$ 1B 7. Nós Fim de semana: US$ 6,9M Total EUA e Canadá: US$ 163,4M Total Mundo: US$ 235,9M 8. After Fim de semana: US$ 6,2M Total EUA e Canadá: US$ 6,2M Total Mundo: US$ 18,4M 9. O Elo Perdido Fim de semana: US$ 5,8M Total EUA e Canadá: US$ 5,8M Total Mundo: US$ 5,8M 10. The Best of Enemies Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 8,1M Total Mundo: US$ US$ 8,1M
Estrada sem Lei vai do nada a lugar algum com mentalidade de direita
Existe uma razão muito clara para “Bonnie & Clyde”, do lendário cineasta Arthur Penn, ter virado um clássico do fim dos anos 1960. Clyde Barrow e Bonnie Parker cometeram crimes e assassinatos, mas, na época da crise financeira dos anos 1930, eles ganharam o apoio até de suas vítimas, pois roubavam dos bancos, não do povo. Viraram celebridades e símbolos numa luta inconsequente (e jovem até a raiz) contra o sistema. Toda essa simbologia fez do clássico de 1967 uma obra intrigante, capaz de questionar posições sociais e políticas – e que ainda contou com interpretações brilhantes de Warren Beatty e Faye Dunaway. Mas alguém achou que seria uma boa ideia recontar essa história do ponto de vista dos homens da lei que os perseguiam. O resultado, “Estrada Sem Lei” (The Highwaymen), é uma espécie de versão conservadora – de extrema direita mesmo – da saga de Bonnie & Clyde, onde os foras-da-lei não tem voz. E só são vistos de longe, de relance. O filme disponibilizado pela Netflix pinta os bandidos como monstros matadores de policiais e ladrões desalmados de bancos para justificar seu extermínio. Como são monstros, o negócio é meter bala sem perguntar se querem se render. Uma pegada nada surpreendente considerando que o diretor John Lee Hancock é responsável por filmes sobre white saviors (“Um Sonho Possível”) e sobre como mulheres são chatas até conhecerem homens maravilhosos (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”). “Estrada Sem Lei” é um filme sob medida para quem acha que a polícia está sempre certa e deve descarregar uma rajada de balas em vez de prender criminosos com direito a julgamento. Quem busca traços de humanidade nesta história tem que se contentar com o retrato dos pistoleiros do lado “certo” da lei, vividos por Kevin Costner e Woody Harrelson. Eles materializam respectivamente Frank Hamer e Maney Gault, os Rangers contratados para justificar o clichê da história, “mais um serviço antes da aposentadoria definitiva”. Há algo de “Os Imperdoáveis” (1992) nesta fórmula. Afinal, os protagonistas foram matadores frios em seus anos dourados e, agora, com a ascensão do FBI, precisam lidar com regras. O Velho Oeste se foi e virou mitologia. Consequentemente, os dois perderam seus dias de glória, passando a viver rotinas com suas famílias, embora não se encaixem nesse estilo de vida. Quando recebem a oportunidade de acabar com o reinado de Bonnie e Clyde, eles não hesitam em pegar a estrada e as armas, mas para “fazer a lei” do jeito deles. O que, de certa forma, explica sua questionável tática homicida e a visão sombria de “Estrada Sem Lei” sobre essa caçada. Nunca apresentada de forma heroica. Para eles, voltar à ação não tem nada a ver com motivos financeiros, mas sim com uma chance de sair do marasmo de uma rotina que não combina com eles. Por isso, não há nada redentor em sua jornada, que os conduz do nada a lugar algum. Após o pó da última rajada assentar, nada muda em suas vidas. E isso resume o filme como um todo, uma enrolação costurada por belos planos até a conclusão da caçada. Fica, assim, demonstrado como uma história lendária, quando recontada pelos narradores errados, é capaz de perder sua graça e virar um tédio completo.
Estreia de Vingadores: Ultimato vai inaugurar novo multiplex em São Paulo
O lançamento de “Vingadores: Ultimato” vai inaugurar um novo multiplex de primeira linha em São Paulo. A exibidora PlayArte programou o filme para abrir suas salas no Shopping Ibirapuera, que voltará a ter cinema após 15 anos. Com investimento estimado em R$ 12 milhões, o novo complexo da rede, também presente em shoppings como o Pátio Paulista e o Plaza Sul (além do Bristol, no Center 3), tem seis salas em formato stadium, projetores digitais, poltronas love seat, sistema de som Dolby Digital 7.1 e, novidade!, sala com som imersivo, que está sendo chamado de Play Extreme – 7 vezes mais potente do que as salas tradicionais. O cinema também oferecerá cardápio especial, com pizza, vinho e pipoca gourmet. O PlayArte Ibirapuera será inaugurado em 25 de abril, dia da estreia de “Vingadores: Ultimato”, que estará em cartaz em duas das salas do novo multiplex.
Se Eu Fechar os Olhos Agora: Minissérie de época estreia segunda na Globo
A Globo lança nesta segunda-feira (15/4) na TV e em sua plataforma Globoplay a minissérie de época “Se Eu Fechar os Olhos Agora”, que foi originalmente disponibilizada em agosto no serviço Now, pay-per-view da Net. Veja o trailer abaixo. A produção adapta o romance homônimo do jornalista Edney Silvestre, premiado com o troféu Jabuti em 2010. Mas a prévia evidencia influência do filme “Conta Comigo”, que por sua vez era adaptação de um conto de Stephen King. Passada no começo dos anos 1960, a história gira em torno de dois amigos de infância, Paulo (João Gabriel D’Aleluia e a voz de Milton Gonçalves na narração da trama) e Eduardo (Xande Valois), que durante um passeio descobrem o corpo de uma moça morta, chamada Anita (Thainá Duarte). O crime muda completamente a vida dos dois, que passam a investigar e tentar solucionar o assassinato com a ajuda de um homem misterioso chamado Ubiratan (Antonio Fagundes). Com essa premissa de aventura juvenil, a minissérie aborda várias questões, como racismo, machismo e classes sociais. E Anita não é a única morte da história, que aumenta os riscos para os dois jovens protagonistas. O elenco ainda traz Murilo Benício como o prefeito Adriano, Débora Falabella como a primeira-dama Isabel, Gabriel Braga Nunes como o empresário Geraldo, Mariana Ximenes como sua esposa Adalgisa e Renato Borghi como o marido de Anita, Francisco. A minissérie foi gravada entre novembro de 2017 e janeiro de 2018 na cidade mineira de Catas Altas, de apenas 5,3 mil habitantes. E este cenário natural é um dos pontos altos da produção, escrita por Ricardo Linhares (da novela “Babilônia”) e com direção de Carlos Manga Junior (“Zorra Total”) e André Câmara (“Novo Mundo”). Com 10 episódios, “Se Eu Fechar os Olhos Agora” vai ao ar às segundas, terças, quintas e sextas, logo após a novela “O Sétimo Guardião”.
Cláudia Abreu vai estrelar série de terror da Globoplay
A atriz Cláudia Abreu vai estrelar uma série de terror da Globoplay. Ela terá um dos papéis principais de “Desalma”, seu primeiro trabalho desenvolvido para streaming. A série terá como protagonista um adolescente de 12 anos que ainda não foi escolhido pela equipe. A Globo não ofereceu detalhes sobre o enredo, apenas que se trata de uma produção dramática que vai apostar no sobrenatural e irá acompanhar os conflitos de três famílias de imigrantes ucranianos que vivem no Paraná. As gravações devem começar entre maio e junho com roteiro da estreante Ana Paula Maia e direção de Carlos Manga Junior (“Se Eu Fechar Os Olhos Agora”). Cláudia Abreu não grava uma novela da Globo desde “A Lei do Amor” (2016), um dos maiores fracassos da emissora. Desde então, vem se dedicando às séries. Ela criou e estrela a série infantil “Valentins”, do canal Gloob, além de ter participado de um episódio da série “Cidade Proibida”. Ela também poderá ser vista em breve nos filmes “Silêncio da Chuva”, de Daniel Filho, e “Cheias de Charme: O Filme”, baseado na novela de mesmo nome. Nenhum deles tem data de lançamento definida. Já “Desalma” tem previsão de estreia no último trimestre de 2019 e deverá ser, num primeiro momento, exclusiva do Globoplay.
Série Julie e os Fantasmas vai ganhar remake americano na Netflix
A Netflix encomendou a produção de um remake americano da série juvenil brasileira “Julie e os Fantasmas”. E o responsável pela adaptação é um “peso pesado” do Disney Channel. O diretor e coreógrafo Kenny Ortega, que comandou os fenômenos televisivos “High School Musical” e “Descendentes”, vai produzir o remake, após assinar contrato para desenvolver projetos exclusivos para a plataforma de streaming. A série original foi desenvolvida pelo estúdio Mixer numa coprodução da rede Band e o canal pago Nickelodeon, teve ao todo 26 episódios exibidos entre 2011 e 2012 e agradou tanto seu público-alvo que até hoje os fãs fazem campanha pela 2ª temporada. Além do Brasil, “Julie e os Fantasmas” chegou em toda a América Latina pelo Nickelodeon e até na Itália pelo canal Super!. Mas a razão de seu reconhecimento nos Estados Unidos se deve a ter vencido em 2013 o Emmy Internacional como Melhor Série Infantil do mundo. A trama gira em torno da Julie do título (vivida por Mariana Lessa em 2012), uma jovem apaixonada por música que começa a tocar com uma banda formada por três fantasmas, Daniel (Bruno Sigrist), Martim (Marcelo Ferrari) e Félix (Fabio Rabello), mortos há 25 anos. Essa premissa será mantida, mas com atores americanos. Intitulada em inglês “Julie and the Phantoms”, a versão americana terá roteiros e produção da dupla Dan Cross e David Hoge (criadores de “Os Thundermans” e “Par de Reis”), enquanto os criadores da série original, Hugo Janeba e João Daniel Tikhomiroff, serão creditados como produtores da adaptação. Kenny Ortega também vai produzir para a Netflix a adaptação da série de livros “Auntie Claus” (Titia Noel), da autora Elise Primavera. As obras contam a história de uma menina que decide investigar porque sua tia apaixonada pelo Natal desaparece todo fim de ano. Relembre “Julie e os Fantasmas” com o trailer abaixo.
Globoplay vai exibir séries brasileiras da Fox
A plataforma Globoplay anunciou a compra dos direitos de exibição das séries nacionais produzidas pela Fox. Elas serão disponibilizadas para os assinantes do streaming do Grupo Globo conforme terminarem suas temporadas na TV paga. São apenas quatro séries, mas todas com mais de uma temporada: “Rio Heroes”, “Impuros”, “Me Chama de Bruna” e “Um Contra Todos”. Elas fazem parte da programação do canal pago Fox Premium e do aplicativo Fox Play. “Impuros” é a mais nova e sua 2ª temporada, já gravada, ainda não tem data de estreia. A trama acompanha a história de Evandro do Dendê (Raphael Logam), jovem da favela que não vê a hora de completar 18 anos e ter um trabalho digno. O problema é que, antes disso, seu irmão traficante é assassinado por policiais e seu desejo de vingança o projeta rapidamente no mundo do crime. “Rio Heroes” traz Murilo Rosa como um lutador de jiu jitsu que criou um campeonato de vale-tudo clandestino. A 2ª temporada estreia em 10 de maio na Fox Premium. “Me Chama de Bruna” é uma produção de 2016 que já conta com três temporadas e tem a 4ª encomendada. A série acompanha a história da famosa prostituta Bruna Surfistinha, vivida por Maria Bopp. Mais premiada de todas, “Um Contra Todos” gira em torno do personagem de Júlio Andrade, que, prestes a se tornar pai novamente, acaba preso injustamente, acusado de tráfico de drogas. Ele aprende a sobreviver na penitenciária e a ser respeitado como um chefão do crime, incorporando o personagem que foi acusado de ser. Duas vezes indicada ao prêmio Emmy Internacional, a produção teve três temporadas exibidas e a 4ª já está gravada. Com a aquisição, a Globoplay reforça seu catálogo de séries nacionais, que acaba sendo seu maior diferencial no mercado do streaming como alternativa à Netflix. Ainda não há previsão para a estreia das séries da Fox no serviço da Globo.
JediJoker? Coringa de Gotham estrela novo videogame de Star Wars
A brincadeira de Mark Hamill, que batizou de JediJoker (CoringaJedi) a gargalhada ouvida ao final do trailer de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, acabou servindo para definir um novo lançamento da franquia. A Lucasfilm revelou o primeiro teaser do game “Star Wars Jedi: Fallen Order”, e o principal Jedi da trama é vivido por Cameron Monaghan, o Coringa da série “Gotham”. Sim, JediJoker. O game apresenta uma história original, passada logo após os eventos de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005), e segue um personagem totalmente novo, Cal Kestis (Monaghan), um jovem Padawan que de alguma forma conseguiu sobreviver ao extermínio da ordem dos Jedi, e tem se escondido do Império no planeta Bracca, apresentado pela primeira vez na saga. Cabe aos jogadores “pegar as peças do passado despedaçado de Cal para completar seu treinamento e dominar a arte do icônico sabre de luz – tudo isso enquanto se mantém um passo à frente do Império e seus inquisidores mortais”. Ao longo do caminho, Cal fará novos amigos, como seu misterioso companheiro Cere, além de se deparar com alguns rostos familiares da franquia, tudo isso acompanhado de seu fiel droide BD-1. Mas também será caçado pela Segunda Irmã, uma das inquisidoras de elite do Império, que procura extinguir esse sobrevivente Jedi com ajuda do Exército de Extermínio, forças imperiais especiais treinadas para caçar Jedis. “Star Wars Jedi: Fallen Order” será lançado em 15 de novembro para Xbox One, PS4 e PC. E, cá para nós, o trailer sugere que a história daria um filmaço. Confira abaixo.
Mark Hamill diz que risada no fim do trailer de Star Wars é do Coringa
Mark Hamill, o intérprete de Luke Skywalker na saga “Star Wars”, resolveu brincar com os fãs sobre a gargalhada misteriosa que se ouve ao final do primeiro trailer de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. Contrariando a noção de que risada marca o retorno do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), Hamill jurou no Twitter que a gargalhada era do Coringa, vilão do Batman que ele próprio interpreta nas produções animadas da DC Comics. “Mistério que quem está rindo do final do trailer: resolvido. JediJoker (CoringaJedi)”, escreveu Hamill, provavelmente rindo ainda mais que a voz ouvida no trailer. A piada divertiu os seguidores do ator, que a multiplicaram em memes e gifs. Mas a gargalhada é mesmo de Palpatine. Após a exibição do trailer no evento Star Wars Celebration, que aconteceu na sexta-feira (12/4) em Chicago, o ator Ian McDiarmid apareceu no palco e, usando a voz clássica do vilão, pediu para a prévia ser exibida de novo. Ele está no filme. Veja abaixo. Último capítulo da saga espacial iniciada em 1977, “Star Wars: A Ascensão Skywalker” estreia em 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Mystery of who's laughing at the end of the trailer: SOLVED.#JediJoker pic.twitter.com/QUGmagYU2A — Mark Hamill (@HamillHimself) April 13, 2019
Trailer do novo Star Wars tem cena inspirada em clássico de Alfred Hitchcock
O diretor J.J. Abrams se inspirou num filme de 1959 para materializar a primeira cena vista no trailer de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. A forma como Rey (Daisy Ridley) se depara mo deserto com uma nave espacial (um TIE Fighter) é muito similar à sequência em que Cary Grant é perseguido por um avião no clássico do suspense “Intriga Internacional”, de Alfred Hitchcock. Quem reparou na influência foi o site de cinema Pinland Empire, especializado em comparações de frames de diferentes filmes – vale muito a pena visitar. Confira abaixo a comparação original feita entre as duas obras e um vídeo que confirma o “achado”. “Star Wars: A Ascensão Skywalker” estreia em 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. North By Northwest/Star Wars: Episode 9#sidebysiee #StarWars #StarWarsEp9 #movies #cinema #film #INFLUENCE #hitchcock #alfredhitchcock #movies #cinema #film @starwars #starwarstheriseofskywalker #jjabrams #carygrant pic.twitter.com/R8M2DLyKut — PINNLAND EMPIRE (@PINNLAND_EMPIRE) April 12, 2019
Novo Star Wars vai se chamar A Ascensão Skywalker no Brasil
A Disney anunciou como o novo filme de “Star Wars” vai se chamar no Brasil. Poucas horas depois de divulgar o trailer como “Episódio IX”, o estúdio postou nas redes sociais sua tradução do título “Star Wars: The Rise of Skywalker”. O longa virou “Star Wars: A Ascensão Skywalker” no país. E o detalhe que diferencia a tradução do nome original – a ausência de preposição – já está chamando atenção. Embora tenha sido suficiente para inspirar teorias nerds, o sumiço do “de” pode ser uma reprise do equívoco de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, que transformou “the last jedi” em plural, quando se referia singularmente a Luke Skywalker apenas. “A Ascensão de Skywalker” também parece uma alusão bastante clara ao personagem. Já “A Ascensão Skywalker” é uma denominação mais genérica, podendo sugerir um movimento inspirado no último Jedi. O roteirista, diretor e produtor JJ Abrams deve em breve abordar melhor o título em entrevistas, esclarecendo se o óbvio é ululante ou aberto a interpretações. O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 19 de dezembro. Star Wars: A Ascensão Skywalker, dia 19 de dezembro nos cinemas! pic.twitter.com/URIIrrlrn4 — Star Wars Brasil (@StarWarsBR) April 12, 2019
Atriz de Master of None entra na 3ª temporada de Westworld
A atriz, roteirista e produtora Lena Waithe entrou no elenco da 3ª temporada de “Westworld”. Ela é conhecida por seu trabalho como atriz na série “Master of None”, mas também escreveu para “Bones” e criou “The Chi” e “Boomerang”, atualmente renovadas nos Estados Unidos. Ainda não foram reveladas informações sobre seu papel. Não se sabe se a participação é especial ou se ela será recorrente. Os detalhes da temporada, que vai se passar fora do parque do velho oeste, estão sendo mantidos em sigilo. Até então, o único integrante novo confirmado era Aaron Paul (de “Breaking Bad”). Os novos episódios só vão estrear em 2020, na HBO.
Filme com Donald Glover e Rihanna estreia de graça na Amazon
O filme “Guava Island”, com Donald Glover (“Atlanta”) e Rihanna (“8 Mulheres e um Segredo”), teve sua première mundial neste final de semana durante o festival Coachella. E após vencer uma disputa por seus direitos de exibição, a Amazon está disponibilizando a obra de graça em seu serviço Prime Video. Mas apenas por 18h, a partir deste sábado (13/4). Depois disso, quem quiser assistir ao filme deverá assinar o serviço de streaming. Filmado em Cuba, “Guava Island” conta a história de um músico em ascensão que sonha em levar um festival de música para a ilha. O problema é que ele é sequestrado no dia do show. Com apenas 55 minutos, o filme foi dirigido por Hiro Murai, que trabalhou com Glover (pode chamar de Childish Gambino) no já icônico clipe de “This Is America”. O roteiro é do irmão do astro, Stephen Glover, e a produção é apresentada como “um filme de Childish Gambino”, porque é cheia de músicas do alter-ego rapper do ator. Além de Glover e Rihanna, o elenco também inclui os atores Letitia Wright (“Pantera Negra”) e Nonso Anozie (série “Zoo”). A crítica internacional adorou a produção, que atingiu impressionantes 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Entre os elogios rasgados, a revista Variety, por exemplo, disse que Glover mais uma vez provou ser capaz de se reinventar. “Não importa o que os fãs de Glover pensem do filme. Ele é tudo o que eles não esperam”. Veja abaixo uma cena da produção.












