Atriz de Master of None entra na 3ª temporada de Westworld
A atriz, roteirista e produtora Lena Waithe entrou no elenco da 3ª temporada de “Westworld”. Ela é conhecida por seu trabalho como atriz na série “Master of None”, mas também escreveu para “Bones” e criou “The Chi” e “Boomerang”, atualmente renovadas nos Estados Unidos. Ainda não foram reveladas informações sobre seu papel. Não se sabe se a participação é especial ou se ela será recorrente. Os detalhes da temporada, que vai se passar fora do parque do velho oeste, estão sendo mantidos em sigilo. Até então, o único integrante novo confirmado era Aaron Paul (de “Breaking Bad”). Os novos episódios só vão estrear em 2020, na HBO.
Filme com Donald Glover e Rihanna estreia de graça na Amazon
O filme “Guava Island”, com Donald Glover (“Atlanta”) e Rihanna (“8 Mulheres e um Segredo”), teve sua première mundial neste final de semana durante o festival Coachella. E após vencer uma disputa por seus direitos de exibição, a Amazon está disponibilizando a obra de graça em seu serviço Prime Video. Mas apenas por 18h, a partir deste sábado (13/4). Depois disso, quem quiser assistir ao filme deverá assinar o serviço de streaming. Filmado em Cuba, “Guava Island” conta a história de um músico em ascensão que sonha em levar um festival de música para a ilha. O problema é que ele é sequestrado no dia do show. Com apenas 55 minutos, o filme foi dirigido por Hiro Murai, que trabalhou com Glover (pode chamar de Childish Gambino) no já icônico clipe de “This Is America”. O roteiro é do irmão do astro, Stephen Glover, e a produção é apresentada como “um filme de Childish Gambino”, porque é cheia de músicas do alter-ego rapper do ator. Além de Glover e Rihanna, o elenco também inclui os atores Letitia Wright (“Pantera Negra”) e Nonso Anozie (série “Zoo”). A crítica internacional adorou a produção, que atingiu impressionantes 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Entre os elogios rasgados, a revista Variety, por exemplo, disse que Glover mais uma vez provou ser capaz de se reinventar. “Não importa o que os fãs de Glover pensem do filme. Ele é tudo o que eles não esperam”. Veja abaixo uma cena da produção.
Cacá Diegues assume vaga na Academia Brasileira de Letras
O cineasta Cacá Diegues, um dos fundadores do Cinema Novo, assumiu na sexta-feira (12/4) sua vaga como novo imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ele foi eleito no dia 30 de agosto do ano passado para a cadeira número 7, sucedendo ao cineasta Nelson Pereira dos Santos, que morreu no dia 21 de abril de 2018. Cacá Diegues venceu dez concorrentes: Conceição Evaristo, Pedro Corrêa do Lago, Raul de Taunay, Remilson Soares Candeia, Francisco Regis Frota Araújo, Placidino Guerrieri Brigagão, Raquel Naveira, José Itamar Abreu Costa, José Carlos Gentili e Evangelina de Oliveira. Dos atuais 39 membros da ABL, apenas cinco são mulheres. Havia uma grande expectativa de que a cadeira fosse assumida por Conceição Evaristo, o que faria dela a primeira mulher negra a entrar para a ABL. Embora tenha existido uma mobilização nas redes sociais e uma campanha na internet com 25 mil assinaturas, a autora de “Ponciá Vivêncio” recebeu apenas um voto dos acadêmicos. Cacá Diegues é um dos grandes nomes do cinema brasileiro desde os anos 1960. Seus filmes já concorreram em três ocasiões à Palma de Ouro, no Festival de Cannes, e incluem clássicos como “Cinco vezes Favela” (1962), “Ganga Zumba” (1963), “Joana Francesa” (1973), “Xica da Silva” (1976), “Chuvas de Verão” (1978) e “Bye Bye Brasil” (1979). O filme mais recente do diretor, “O Grande Circo Místico”, também teve première em Cannes e foi o candidato brasileiro a uma vaga no Oscar passado. “A escolha da Academia pelo meu nome é também uma homenagem a Nelson, ao cinema brasileiro, a tudo que nós fizemos juntos e separados. É uma grande noite para o cinema brasileiro”, disse Diegues, após a cerimônia, em entrevista à TV Globo.
Arnold Schwarzenegger foi quase barrado ao tentar entrar no Brasil sem visto
O ator Arnold Schwarzenegger chegou a São Paulo nesta sexta-feira (12/4) para a edição de 2019 do evento Arnold Sports Festival South America, mas acabou tendo problemas na alfândega do Aeroporto Internacional de Guarulhos. Segundo a assessoria de imprensa da Policia Federal, o ator desembarcou com um passaporte novo, sem o visto brasileiro. Ele teria sido impedido de entrar no país por 2 horas e meia. “A PF avisou o consulado e o Ministério das Relações Exteriores e o desembarque aconteceu logo em seguida. Foi concedido prazo de permanência de oito dias, como de praxe em casos como esse”, informou a assessoria de imprensa da Policia Federal. Schwarzenegger tem compromissos apenas até domingo no país, quando se encerra o evento. Vale lembrar que o presidente Jair Bolsonaro liberou os turistas americanos da necessidade de visto para entrar no Brasil. A medida foi publicada há menos de um mês, no dia 18 de março. Apesar de nascido na Áustria, Schwarzenegger tem cidadania americana e já foi até governador da Califórnia.
2ª temporada de Kakegurui ganha data de estreia na Netflix
Com o final de sua exibição no Japão, a 2ª temporada de “Kakegurui” finalmente ganhou data de estreia oficial na Netflix. Intitulada “Kakegurui XX”, o segundo ano da animação estreia em 13 de junho em streaming. O fato da trama de “Kakegurui” ser baseada em apostas em jogos de cartas é algo que o diferencia dos outros animes, já que a popularidade desse tipo de jogo não é vista tão abertamente nos mangás japoneses. No entanto, com sites de apostas cada vez mais populares, como o Sportingbet, a produção acabou chamando atenção e gerou uma franquia com vários produtos. Tudo começou com o mangá homônimo. Criado em 2014 com textos de Homura Kawamoto e ilustrações de Tōru Naomura, a trama tornou-se rapidamente cultuada à particularidade de sua história. No mangá, além das recompensas monetárias obtidas pelas grandes apostas, os vencedores também obtêm o benefício de transformar os perdedores em escravos particulares, mantendo uma certa ordem hierárquica, até que Yumeko Jabami chega para fazer parte das competições e rompe com o status quo, tornando-se a High Roller do lugar. O mangá original já tem 9 volumes, que estão disponíveis na Amazon – o mais recente é do mês passado. Assim como nos quadrinhos, o anime segue a protagonista Yumeko Jabami, recém-chegada no colégio particular Hyakkaou, onde impera um sistema imposto pelo grêmio acadêmico baseado em apostas de jogos de azar. Uma vez endividado, o aluno assume a alcunha de “bicho de estimação”, passando a ser humilhado pelos colegas e obrigado a fazer serviços forçados. A protagonista é uma apostadora compulsiva que sente prazem em se arriscar nestes jogos. Habilidosa, ela passa a incomodar os interesses dos alunos da elite japonesa que formam o conselho do grêmio estudantil. Além do mangá e do anime, “Kakegurui” também inspirou uma série live-action estrelada por Minami Hamabe (“Ace Attorney”), ligeiramente diferente da trama dos desenhos, que durou duas temporadas entre 2017 e 2018 e que será concluída com um filme. O longa encontra-se em desenvolvimento para lançamento em maio no Japão.
Blue Bloods é renovada para a 10ª temporada
A rede CBS renovou a série policial “Blue Bloods” para sua 10ª temporada. A atração estrelada por Tom Selleck (o Magnum original) vai chegar, assim, à produção de seu 200º episódio – justamente o primeiro da 10ª temporada. Uma das 10 séries mais vistas da TV americana, com média de 8,5 milhões de telespectadores por episódio, “Blue Bloods” também é a atração mais visualizada nas plataformas digitais da rede CBS – incluindo a plataforma CBS All Acess – , onde supera o público de “NCIS”, drama que lidera a audiência televisiva nos Estados Unidos. Um detalhe que chama atenção no sucesso da criação de Mitchell Burgess e Robin Green (roteiristas da “Família Soprano”) é sua capacidade de juntar tanto público às 22h de sexta-feira, considerada a pior faixa de exibição para uma série de TV. O horário é o mesmo desde a 1ª temporada, quando a família policial de Tom Selleck – que inclui o irmão de Mark Wahlberg, o ex-New Kid on the Block Donnie – foi apresentada ao público. Há um mês dos Upfronts, eventos de apresentação das novas temporadas das redes americanas, a CBS já tem nove renovações confirmadas em sua programação de 2019-2020: “Blue Bloods”, “NCIS”, “Young Sheldon”, “Mom”, “Criminal Minds”, “FBI”, “God Friended Me”, “Magnum P.I.” e “The Neighborhood”. Interrompida e esquecida pela TV paga nacional, “Blue Bloods” tem várias temporadas disponíveis nas plataformas de streaming Now e Prime Video (da Amazon).
Ouça três versões da música de Anitta na trilha da animação UglyDolls
A gravadora Atlantic Records divulgou a íntegra das versões da música “Ugly”, cantada por Anitta na trilha da animação “UglyDolls”, filme baseado na linha de bonecas de mesmo nome. A brasileira gravou a música três vezes, com vocais em português, espanhol e inglês. Confira abaixo. Trilhas de filmes animados tendem a ficar presos ao tema da produção. E “Ugly” não é exceção. A letra tenta passar uma mensagem de autoestima. “Mesmo quando estou mal/ Tenho que lembrar, não é real/ Porque eu não sou feia, sei que não sou feia/ Eu sou linda como sou”, canta Anitta no refrão em português. Os versos são justamente a moral da história de Moxy e seus amigos Ox, Ugly Dog, Wage, Babo e Lucky Bat, que moram na colorida cidade de Uglyville, onde são celebrados por suas diferenças, já que lá ninguém é perfeito. Até que vão parar no Instituto da Perfeição, onde sentem a tentação de tentar “consertar” suas aparências. A música de Anitta foi composta por ninguém menos que o célebre DJ Fatboy Slim em parceria com Max Martin, fabricante de hits em série de Britney Spears, Katy Perry e Selena Gomez. Mas o resultado não distingue nenhuma característica particular da brasileira, que canta a melodia de forma chorosa-melosa, ao estilo genérico das calouras de reality musical americano. A trilha sonora de “UglyDolls” também vai incluir faixas cantadas por Kelly Clarkson, Nick Jonas, Janelle Monáe, Bebe Rexha e Blake Shelton, todos dubladores de personagens do desenho. Com direção de Kelly Asbury (“Gnomeu e Julieta”), o desenho das bonecas tem estreia marcada para 16 de maio no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Elisabeth Moss vai estrelar remake de O Homem Invisível
A Universal confirmou a atriz Elisabeth Moss, protagonista da série “The Handmaid’s Tale”, no remake de “O Homem Invisível”. Não está claro se ela vai substituir Johnny Depp (“Criaturas Fantásticas: Os Crimes de Grindelwald”), previamente escalado no papel-título. Caso isso aconteça, logicamente, o filme não deverá mais ser chamado de “O Homem Invisível”. Vale lembrar que Depp foi contratado em 2016, quando a Universal tinha planos megalômanos para atualizar seu catálogo de monstros clássicos, projetando o lançamento de um universo compartilhado – batizado de “Dark Universe”. Mas tudo ruiu quando “A Múmia”, filme que deveria inaugurar esse projeto, fracassou nas bilheterias no ano seguinte. Em vez de uma “Marvel de monstros”, o estúdio recalibrou as expectativas e reiniciou seus planos, desta vez em parceria com a produtora Blumhouse, especialista em terrores baratos bem-sucedidos. E, assim, a produção trocou seu astro decadente de salário cinematográfico por uma atriz em ascensão de preço televisivo. Na história original de H.G. Wells, publicada em 1897, um cientista descobria a fórmula para ficar invisível, mas isso o tornava paranoico e acabava transformando-o num assassino procurado. Nada nesta premissa impede uma mulher de assumir o papel principal. Mas há uma ironia evidente nesta troca de gêneros. Afinal, ela repete a opção narrativa da “A Múmia”, ao transformar o monstro do título numa mulher. Além disso, vale lembrar da aparência de Claude Rains, que marcou época com seu visual “invisível” no primeiro filme a adaptar o romance clássico de H.G. Wells. Sob a direção do mestre James Whale (que também fez “Frankenstein”), ele se enrolava em trapos, feito uma múmia em 1933. Teremos uma nova múmia mulher num terror recente da Universal? O responsável por evitar essa comparação será o cineasta Leigh Whannell, um dos criadores das franquias de terror “Jogos Mortais” e “Sobrenatural”, que estreou como diretor em “Sobrenatural: A Origem” e assinou recentemente a ficção científica “Upgrade”. Ele vai escrever e dirigir o remake de “O Homem Invisível”. Ou Mulher Invisível. Ou Criatura de Sexualidade Indefinida que Ninguém Consegue Distinguir Visualmente. Ainda não há previsão para a estreia.
Good Girls é renovada para a 3ª temporada
A rede americana NBC anunciou a renovação de “Good Girls” para a 3ª temporada, apesar de a série ter perdido um terço de seu público com a exibição dos episódios mais recentes. Atualmente na metade de sua 2ª temporada, “Good Girls” tem atraído em torno de 2,4 milhões de telespectadores ao vivo e marcado 0,6 ponto na demo – contra 4,4 milhões de telespectadores e 1 ponto no ano passado. Mas é um público bastante estável, sem grandes oscilações. Também pesa favoravelmente na sua conta o fato de a atração ser parcialmente financiada pela Netflix, que faz sua distribuição internacional – inclusive no Brasil. Desenvolvida por Jenna Bans (criadora de “The Family” e produtora de “Scandal”), a série gira em torno de três mães suburbanas que, com dificuldades para pagar as contas, resolvem roubar o supermercado local e acabam virando alvo de criminosos. Quando o valor do saque se revela muito maior do que o esperado, elas descobrem que o lugar era usado para guardar dinheiro de gângsteres, que agora querem recuperar o que perderam. As protagonistas são interpretadas por Christina Hendricks (“Mad Men”), Mae Whitman (“Parenthood”) e Retta (“Parks and Recreation”). “Estamos animadas para continuar seguindo a amizade e as aventuras destas três mulheres incríveis, além de continuar explorando temas cotidianos de formas engraçadas e surpreendentes”, disseram Lisa Katz e Tracey Pakosta, presidentes de programação da NBC, em comunicado sobre a renovação.
HBO vai abrir sinal na estreia da última temporada de Game of Thrones
O canal pago HBO anunciou que vai abrir o seu sinal no fim de semana, visando dar um gostinho do retorno de “Game of Thrones”. O primeiro episódio da 8ª e última temporada da série vai ao ar neste domingo (14/4) às 22h no Brasil. O sinal aberto será disponibilizado entre os dias 12 e 14 de abril para todos os assinantes dos pacotes básicos das operadores NET, Oi TV, Claro, Vivo TV e Sky. A expectativa é de que a exibição registre recordes de audiência. A 8ª e última temporada de “Game of Thrones” será mais curta do que as anteriores, com apenas seis episódios, mas eles serão os mais longos da série, como se fossem filmes semanais. Os episódios poderão ser acompanhados pelo canal televisivo da HBO ou pelo aplicativo de streaming HBO Go.
Teaser revela data de estreia do revival de Veronica Mars
A plataforma Hulu divulgou o primeiro teaser oficial do revival de “Veronica Mars”, série cultuada da década passada, em que Kristen Bell (hoje em “The Good Place”) vivia uma detetive mirim. A prévia volta a trazer a atriz, já adulta, ao papel que a consagrou, para revelar a data de estreia de seu retorno. De quebra, o vídeo mostra que Veronica pode ter envelhecido, mas não perdeu seu mau-humor maravilhosamente ácido. A série vai acompanhar a volta de Veronica à cidadezinha litorânea de Neptune durante o período de férias conhecido como Spring Break nos EUA, quando se envolve numa investigação da agência de detetive de seu pai (Enrico Colantoni). A trama vai repercutir assassinatos de jovens que estão passando as férias em Neptune, além de refletir a divisão social da cidade, que “coloca as famílias da elite, que querem acabar com a farra do spring break, contra a classe trabalhadora, que lucra com o turismo” – segundo a descrição oficial. Originalmente exibida entre 2004 e 2007, “Veronica Mars” se tornou uma das séries mais influentes do século. Concebida como uma versão irônica de “Nancy Drew”, seu humor cortante e cheio de referências pop revolucionou as séries de adolescentes, inspirando produções tão diferentes quanto “Gossip Girl” e “Riverdale”, sem esquecer, claro, de “iZombie”, do mesmo escritor, Rob Thomas. No Brasil, a atração ganhou o subtítulo equivocado de “A Jovem Espiã”. Mas a personagem sempre foi uma aspirante a detetive, trabalhando com o pai, o detetive particular Keith Mars, para ajudá-lo a limpar seu nome, após ser considerado incapaz de continuar como chefe de polícia diante da repercussão de um grande caso de assassinato em sua cidadezinha. Vale lembrar que a intérprete da vítima original, que também era a melhor amiga de Veronica, foi ninguém menos que Amanda Seyfried, estrela do musical “Mamma Mia!”. Além de Kristen Bell no papel-título, os novos episódios também contarão com as voltas de Enrico Colantoni (Keith Mars), Jason Dohring (Logan Echolls), Percy Daggs (Wallace Fennel), Francis Capra (Eli “Weevil” Navarro) e Ryan Hansen (Dick Casablancas). Todo esse elenco – e outros mais – já tinha se juntado num telefilme de 2014, filmado graças ao apoio dos fãs, via financiamento coletivo – numa campanha que bateu recorde de arrecadação no Kickstarter. Ironicamente, a Warner TV achava que não haveria interesse num resgate da série e só percebeu o entusiasmo dos fãs quando os números surpreenderam o mercado. Desta vez, a Warner, que é sócia minoritária da Hulu, está bem mais envolvida na produção. A série vai retornar numa temporada de 8 episódios na plataforma de streaming em 26 de julho.
Continuação de Tomb Raider é confirmada com contração de roteirista
A MGM confirmou a produção da sequência de “Tomb Raider: A Origem”. Em parceria com a Warner, o estúdio encomendou um roteiro para o segundo longa estrelado por Alicia Vikander como Lara Croft. E escolha é intrigante. Quem vai escrever a continuação é Amy Jump, conhecida por suas colaborações com o cineasta indie britânico Ben Wheatley em filmes repletos de humor negro, como “Free Fire: O Tiroteio” (2016) e “Turistas” (2012). O contrato de Vikander inclui cláusula de reprise do papel, garantindo sua presença no novo filme. Mas o retorno do diretor Roar Uthaug (“A Onda”) não foi confirmado. O primeiro longa da atual franquia foi considerado medíocre pela crítica, com 52% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e deu prejuízo financeiro. Produzido por cerca de US$ 100 milhões, “Tomb Raider: A Origem” arrecadou em torno de US$ 274 milhões nas bilheterias mundiais. A expectativa é que o segundo filme possa se valer do reconhecimento da marca e faturar mais, como tem sido praxe nas continuações. Entretanto, o baixo rendimento original pode significar um orçamento menor para a sequência. O que pode estar por trás da contratação de uma roteirista acostumada a escrever cenas de ação para filmes de poucos recursos econômicos.
Ações da Disney disparam com anúncio da Disney+ (Disney Plus) – e Netflix sofre queda
Wall Street reagiu com entusiasmo à apresentação da Disney+ (Disney Plus). Sem participação de astros famosos, ao contrário da apresentação da Apple+, os planos da Disney para o streaming convenceram o mercado de ações norte-americano pela clareza, com datas, preços, projeções, descrição de conteúdo e até uma demonstração da interface de seu aplicativo – tudo que faltou ao evento da Apple, realizado duas semanas antes. Como resultado, as ações da Disney amanheceram em alta nesta sexta (12/4), subindo impressionantes 10% em 24 horas. Enquanto isso, as ações da Netflix, que domina o mercado de streaming, sofreram uma queda de 3%. Além da clareza, um dos pontos mais celebrados pelos investidores foi o preço da assinatura mensal do Disney+ (Disney Plus), anunciado como US$ 6,99 ao mês, bem mais barata que o pacote básico da Netflix (US$ 8,99). Quando Bob Iger, o CEO da Disney, pronunciou o valor no evento realizado na noite de quinta (madrugada desta sexta, pelo fuso horário brasileiro), houve um burburinho coletivo no local, um estúdio da empresa em Burbank, na Califórnia. “Estamos começando a partir de uma posição de força, confiança e otimismo desenfreado”, afirmou Iger durante a presentação. E os investidores concordaram. A Disney revelou que gastará mais de US$ 1 bilhão em conteúdo original para alimentar a plataforma de streaming com séries, programas e filmes exclusivos em 2020, quantia que pretende aumentar para até US$ 2,5 bilhões por ano de investimento. Pode não parecer muito diante dos US$ 15 bilhões que a Netflix deve gastar em 2019, mas o conglomerado de Bob Iger não precisa pagar direitos de licenciamento para montar seu conteúdo, nem direitos autorais para adaptar franquias que já possui, o que faz com que seus dólares produzam mais que o dinheiro da Netflix. Iger e a CFO da Disney, Christine McCarthy, também assumiram que o lançamento causará prejuízo para a empresa durante cinco anos, mirando 2024 como o ano em que o negócio deverá começar a dar lucro. Caso as ações da Disney se mantenham em alta, o prazo pode se tornar bem menor.












