Amazon vai exibir a nova série Star Trek do Capitão Picard no Brasil
O serviço de streaming Prime Video, da Amazon, garantiu os direitos internacionais da nova série de “Star Trek”, centrada no Capitão Jean-Luc Picard, que será estrelada pelo intérprete original do personagem, o ator britânico Patrick Stewart. Em um comunicado, a empresa anunciou que será a plataforma de exibição exclusiva da atração em mais de 200 países, entre eles o Brasil. Cada episódio estará disponível 24 horas após sua transmissão nos Estados Unidos. A nova série, ainda sem título definido, vai se concentrar na etapa seguinte da vida de Jean-Luc Picard, após se aposentar da ponte de comando da Enterprise, e o trará de volta sem a companhia da tripulação da “Nova Geração”. Ele dividirá a atração com uma nova geração literal. Os demais integrantes do elenco são Alison Pill (de “Scott Pilgrim Contra o Mundo” e “Vice”), Harry Treadaway (“Penny Dreadful”, “Mr. Mercedes”), Isa Briones (“Ladrões”, “American Crime Story”), Santiago Cabrera (“Heroes”, “Big Little Lies”) e Michelle Hurd (“Demolidor”, “Blindspot”). Hanelle Culpepper, que trabalhou em “Star Trek: Discovery”, vai dirigir os dois primeiros episódios da série, e Alex Kurtzman, que conduz produções da saga desde o filme “Star Trek” (2009), vai servir como um dos showrunners. Ainda não há previsão de estreia da série, que nos Estados Unidos será disponibilizada pela plataforma online do canal CBS, a CBS All Access. Além dessa atração, a CBS produz “Star Trek: Discovery”, recém-renovada para a 3ª temporada, e também desenvolve um spin-off com a Capitã Georgiou, personagem de Michelle Yeoh, e dois desenhos animados de “Star Trek” – um deles para o canal infantil Nickelodeon.
Brian May revela que Queen ainda não recebeu “nem um centavo” por Bohemian Rhapsody
O guitarrista Brian May revelou que os integrantes da banda Queen ainda não receberam “nem um centavo” por “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda que venceu quatro Oscars e fez mais de US$ 900 milhões de bilheteria mundial. “Estava rindo outro dia, porque li em um jornal que estávamos ganhando muito dinheiro por causa do filme. Ah, se eles soubessem. Estávamos reunidos com um contador há uns dias e ainda não recebemos nem um centavo pelo filme. Não é curioso? Quanto sucesso um filme tem que fazer para começar a dar lucro?”, questionou o guitarrista em entrevista à BBC Radio 2. Apesar de ainda não ter visto a cor do dinheiro, o músico garantiu que ficou muito satisfeito com o longa-metragem, sucesso de público e crítica. “Foi um trabalho carregado de amor, foram 12 anos em desenvolvimento. Imaginávamos que ia ter uma boa bilheteria, mas não tão boa assim”, avaliou.
Trailer de documentário sobre Game of Thrones traz choro de Kit Harington e última cena de Daenerys
A HBO divulgou o trailer do documentário “The Last Watch”, que apresenta os bastidores de produção da 8ª e última temporada de “Game of Thrones”. A prévia traz imagens emocionais dos atores e dos criadores David Benioff e D.B. Weiss, reunidos para ler pela primeira vez os roteiros da 8ª temporada. É possível ver Kit Harington (Jon Snow) chorando e Conleth Hill (Varys) abraçando a colega Gwendoline Christie (Brienne). Há também imagens do trabalho de diretores, figurinistas, designers de produção e técnicos de efeitos especiais, entre outros membros da equipe de produção, e o momento em que Emilia Clarke filma a sua última cena como Daenerys Targaryen. O documentário é dirigido pela britânica Jeane Finlay (“Orion: The Man Who Would Be King”), que, segundo a sinopse oficial, registrou “as lágrimas e os triunfos envolvidos no desafio de trazer à vida o mundo de fantasia de Westeros”. Com duas horas de duração, o especial de bastidores será exibido no dia 26 de maio, uma semana depois do último episódio da série.
Netflix renova Coisa Mais Linda para a 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série brasileira “Coisa Mais Linda” para sua 2ª temporada. O anúncio veio acompanhado por um vídeo, que pode ser visto abaixo. A série é estrelada por Maria Casadevall (novela “Os Dias Eram Assim”) como Maria Luiza (Malu), que, após o marido desaparecer com seu dinheiro, resolve se mudar de São Paulo para o Rio, onde ele ia abrir um restaurante, e decide transformar aquela propriedade numa casa noturna dedicada à Bossa Nova. Nesta transformação impulsionada pela paixão, ela será inspirada por novas amigas liberais e feministas, interpretadas por Pathy Dejesus (série “Rua Augusta”), Fernanda Vasconcellos (série “3%”) e Mel Lisboa (“Os Dez Mandamentos – O Filme”). A trama também destaca Leandro Lima (novela “Belaventura”) como Chico, um talentoso músico carioca que compartilha a paixão de Malu pelos sons e estilo de vida de um Rio de Janeiro efervescente. O elenco da atração ainda conta com Thaila Ayala (“Pica-Pau: O Filme”) e Ícaro Silva (“Sob Pressão”) em papéis de destaque. Criada por Heather Roth e Giuliano Cedroni (roteirista de “Estação Liberdade” e produtor da série “(fdp)”), a temporada inaugural contou com sete episódios disponibilizados em 22 de março. Já a 2ª temporada terá 6 episódios, com gravações previstas para o segundo semestre de 2019, no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Série Billions é renovada para a 5ª temporada com aprovação da crítica
O canal pago americano Showtime anunciou a renovação de “Billions” para sua 5ª temporada. O anúncio coincide com o prestígio atingido pelos novos episódios, que estão rendendo a melhor avaliação da série entre a crítica – 96% de aprovação no site Rotten Tomatoes, 3% a mais que a temporada passada. Estrelada por Damian Lewis (série “Homeland”) e Paul Giamatti (“O Espetacular Homem-Aranha 2”), a série acompanha o embate entre os dois protagonistas, um promotor público (Giamatti) e um executivo do mercado de ações (Lewis). Enquanto o promotor tenta juntar provas para prender o ricaço por corrupção, o outro tenta solapar sua autoridade, tentando fazer com que seja demitido. Na disputa, ambos arrastam consigo o futuro de suas esposas, vividas respectivamente por Malin Akerman (“Watchmen”) e Maggie Siff (série “Sons of Anarchy”), numa trama que também exalta a vida de ostentação e decadência do mercado financeiro de Wall Street. Criada pelo jornalista Andrew Ross Sorkin e pelos roteiristas Brian Koppelman e David Levien (ambos de “Aposta Máxima”), “Billions” não encanta apenas a crítica. A série tem público cativo, que se mantém em torno dos 800 mil telespectadores ao vivo desde a 2ª temporada.
Empire vai acabar na próxima temporada
A rede americana Fox confirmou nesta segunda (13/5) que a série “Empire” vai terminar em sua 6ª temporada. A notícia foi confirmada por Charlie Collier, CEO da Fox Entertainment, durante a apresentação da nova programação da emissora – evento chamado de upfront. Sobre os planos para trazer de volta a personagem interpretada pelo ator Jussie Smollett, Collier disse que dependia dos roteiristas, que ainda estão trabalhando nos roteiros que encerrarão a série. “Até podemos colocar Jussie de volta na série, mas não temos planos para isso”, afirmou o CEO. Smollett se envolveu num escândalo e chegou a ser preso por suspeita de forjar o ataque homofóbico e racista que sofreu em 29 de janeiro. Graças a um acordo com a promotoria e problemas nas evidências materiais, ele se livrou de ir a julgamento. Mas embora mantenha sua versão e jure ser inocente, a polêmica foi grande o suficiente para inspirar dúvidas nos mais crentes. Assim, seu personagem em “Empire” ganhou um final feliz antecipado, via casamento com Kai (Toby Onwumere) e viagem de lua de mel, com possível mudança para Londres. Apesar da confusão do ator, a produção nunca correu risco de ser cancelada. “Empire” é atualmente a segunda série mais vista da Fox, atrás apenas de “9-1-1”, com média de 2,1 pontos entre adultos de 18 a 49 anos e cerca de 6,6 milhões de telespectadores ao vivo. No ar desde janeiro de 2015, a série é centrada em uma gravadora de música e a disputa do controle do grupo por uma família, encabeçada por Terrence Howard, que interpreta um ex-rapper e dono da gravadora, e Taraji P. Henson, sua ex-mulher. Jussie Smollett interpretava o personagem Jamal Lyon, um dos filhos do casal e assumidamente gay na série. O ator também se assumiu publicamente gay em 2015, em entrevista a Ellen DeGeneres.
Roma é o grande campeão do Prêmio Platino, o Oscar ibero-americano
Após se consagrar no Oscar, Bafta e Goya, “Roma”, do mexicano Alfonso Cuarón, venceu cinco troféus Platinos de cinemas, incluindo os prêmios de Melhor Filme e Diretor. Foi uma festa local, já que a sexta edição do Prêmio Platino, voltada à produção cinematográfica ibero-americana, foi realizada na Riviera Maya, no México, pelo segundo ano consecutivo. “Roma” levou também os troféus de Melhor Roteiro, Direção de Fotografia e Direção de Som. O filme autobiográfico de Cuarón retrata a vida de uma família de classe média do México da década de 1970 e a relação que tem com sua empregada doméstica, Cleo, uma indígena interpretada pela atriz Yalitza Aparicio. E já tinha vencido este ano o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, Direção e Fotografia. Os prêmios de interpretação ficaram com a paraguaia Ana Brun, por “As Herdeiras”, e o espanhol Antonio de la Torre, protagonista do “O Reino”. Já o prêmio de Melhor Série foi para “Arde Madrid”, de Paco León e Anna R. Costa, que narra a vida da atriz americana Ava Gardner durante durante sua residência em Madri nos anos 1960. O México levou as estatuetas de melhores interpretações de série de televisão, que foram para Diego Luna, de “Narcos: México”, e para Cecilia Suárez, de “A Casa das Flores”, que também foi a apresentadora da cerimônia junto com o espanhol Santiago Segura.
Doris Day (1922 – 2019)
A lendária atriz Doris Day, que estrelou dezenas de comédias clássicas, morreu nesta segunda (13/5) em sua casa, em Carmel Valley, na Califórnia, cercada por amigos. No último dia 3 de abril, ela havia completado 97 anos. “Ela estava com saúde física excelente para sua idade, até recentemente contrair um caso sério de pneumonia”, informou um comunicado da fundação Doris Days, que a atriz criou para defender animais. Uma das estrelas de cinema mais adoradas de todos os tempos, Doris Day ficou marcada por papéis sempre otimistas e pelo charme inocente. Daí, veio seu apelido de “A Rainha Virgem”, pela pureza de seus papéis. Mas ela também era referida como “A Garota da Vizinhança”, por representar mulheres trabalhadoras nas telas, e não beldades glamourosas. Nascida Mary Ann Von Kappelhoff, Doris era filha de um músico talentoso e professor de canto, mas sonhava em seguir carreira como dançarina. O destino lhe reservou outro caminho. Aos 12 anos, ela se envolveu em um acidente de carro quase fatal e passou muitos meses entrando e saindo de hospitais, interrompendo sua vontade de dançar. Durante sua convalescença, ela começou a cantar, logo se apresentando no rádio e em clubes com um nome artístico emprestado de sua música favorita, “Day by Day”. Doris não demorou a se destacar como cantora, atraindo a atenção dos músicos Bob Crosby (irmão de Bing) e Les Brown. Ela excursionou o país por cerca de oito anos com cantora de big bang e, aos 23 anos, gravou seu primeiro grande hit com Brown, “Sentimental Journey”. A canção se tornou uma das favoritas dos soldados americanos durante a 2ª Guerra Mundial e atingiu o 1º lugar nas paradas de sucesso em 1945. Sua carreira musical acabaria ofuscada pela cinematográfica, mas ela recebeu reconhecimento com um Grammy especial por sua discografia em 2008. A transição para o cinema aconteceu em 1948, quando foi convidada a fazer um teste para a Warner Bros. O diretor Michael Curtiz ficou tão impressionado que a escolheu como substituta de última hora de Betty Hutton no musical “Romance em Alto-Mar” (1948). O sucesso da produção a transformou em estrela de Hollywood, levando-o a filmar em média três títulos por ano. Já em seu quinto filme, “No, No, Nanette” (1950), seu nome passou a ter o maior destaque nos cartazes. Além disso, seu par romântico naquele longa, Gordon McRae, se tornou seu primeiro grande parceiro nas telas. Os dois contracenaram em mais quatro produções. Ela era uma artista completa, capaz de interpretar e cantar. E sua interpretação de “Secret Love” no musical “Ardida como Pimenta” (1953), em que viveuu a pistoleira Jane Calamidade, rendeu seu primeiro Oscar de Melhor Canção – um prêmio destinado apenas aos compositores, embora o maior atrativo fosse sua voz na gravação. Após contracenar com Frank Sinatra em “Corações Enamorados” (1954), Doris partiu para a MGM, onde estrelou “Ama-me ou Esquece-me” (1955), uma versão romanceada da vida da cantora de jazz Ruth Etting. Cheio de canções memoráveis, o filme se tornou o favorito da atriz. Mas ela não se acomodou como estrela de musicais. Também viveu personagens dramáticas, com destaque para sua participação em “Dilema de uma Consciência” (1951), que denunciava a violência racial da Ku Klux Klan. Isso chamou a atenção de ninguém menos que Alfred Hitchcock, que cinco anos depois a escalou como esposa de James Stewart no famoso suspense “O Homem que Sabia Demais” (1956). Ironicamente, o filme de Hitchcock rendeu à Doris sua música mais conhecida, “Que Sera, Sera”, que venceu o Oscar. Em 1957, ela retomou seu antigo prazer de dançar, ao trabalhar com o renomado coreógrafo Bob Fosse em “Um Pijama para Dois” (1957), adaptação de um sucesso da Broadway, em que interpretava a líder sindical de uma fábrica de pijamas. A obra virou um de seus maiores sucessos, repletos de hits musicais e coreografias inesquecíveis. E também serviu de padrão para os filmes seguintes, em que Doris sempre vencia, com doçura, as artimanhas masculinas. A partir daí, a atriz se especializou em comédias românticas, contracenando com Clark Gable em “Um Amor de Professora” (1958), Richard Widmark em “O Túnel do Amor” (1958), Jack Lemmon em “A Viuvinha Indomável” (1959) e David Niven em “Já Fomos tão Felizes” (1960). Mas foi em “Confidências à Meia-Noite” (1959) que ela encontrou seu principal par. A comédia em que se apaixona por um mulherengo, vivido por Rock Hudson, forjou um dos mais célebres casais românticos de Hollywood. Doris Day acabou recebendo sua única indicação ao Oscar como atriz por esse filme. Os dois voltaram a contracenar em “Volta Meu Amor” (1961). Mas os produtores de Hollywood sabiam de um segredo que o público desconhecia. Hudson era gay. E, assim, Cary Grant apareceu como o mulherengo da vez em “Carícias de Luxo” (1962), sucedido por James Garner em “Tempero do Amor” (1963) e “Eu, Ela e a Outra” (1963). O público, porém, queria mais Doris e Rock Hudson. Tanto que a volta da parceria em “Não me Mandem Flores” (1964) estourou as bilheterias da época. Doris Day já tinha mais de 40 anos e ainda mantinha sua distinção como protagonista de comédias românticas, num período em que Hollywood supervalorizava juventude e beleza. Por isso, ela se esforçava em acompanhar os modismos da época, das sátiras de 007 em “A Espiã de Calcinhas de Renda” (1966) às paródias de Hitchcock em “Capricho” (1967). Ela até voltou a seus dias de pistoleira no western “A Indomável” (1967). Contudo, depois de aparecer como mãe de filhos bem crescidos em “Tem um Homem na Cama da Mamãe” (1968), sua carreira cinematográfica acabou. Em 1968, ela fez sua transição para a TV, estrelando “The Doris Day Show”, sitcom que a trazia como uma viúva de cidade grande decidida a viver no campo com os filhos. A série foi muito importante para a atriz, pois, após anos interpretando uma viuvinha alegre, seu marido Marty Melchen morrera de verdade. Ela também descobriu que estava falida, abrindo – e vencendo – um processo contra seu ex-advogado e empresário por negligência. A produção televisiva lhe deu um objetivo e ajudou-a a recuperar suas finanças. “The Doris Day Show” durou cinco temporadas, até 1973. Depois disso, ela ainda apresentou “Doris Day’s Best Friends” num canal evangélico, em 1985. Mas queria fazer mais. Em seu discurso de agradecimento ao prêmio Cecil B. DeMille por sua carreira, no Globo de Ouro de 1989, ela disse: “Eu estive longe por muito tempo” e “o melhor ainda está por vir, eu quero fazer mais”. Ela só fez mais um disco, em 2011. Longe da mídia, Doris passou seus últimos anos como ativista dos direitos dos animais, à frente de sua fundação.
Daenerys é a rainha louca de Westeros no trailer do final de Game of Thrones
A HBO divulgou o trailer do episódio final de “Game of Thrones”. Sem revelar muito, a prévia mostra a recepção calorosa das tropas de Daenerys (Emilia Clarke) à nova rainha (louca) de Westeros, que fez aquilo que seu pai foi impedido de materializar: transformar Porto Real num inferno. Enquanto ela é consagrada, Jon Snow (Kit Harington), Davos (Liam Cunningham), Tyrion (Peter Dinklage) e Arya (Maisie Williams) se aproximam com expressões aturdidas, após as atrocidades que presenciaram. O episódio final, que deve trazer o confronto entre Jon Snow e Daenerys, vai ao ar no próximo domingo (19/5) no canal pago HBO.
Criadores de Game of Thrones comentam episódio infernal de domingo
A HBO divulgou um novo vídeo em que os criadores de “Game of Thrones”, David Benioff e D.B. Weiss, comentam as cenas mais importantes do penúltimo episódio da série, “The Bells”, que transformou Porto Real num inferno. Tudo, claro, é spoiler. O título se refere aos sinos de Porto Real, que sinalizaram a rendição da cidade. Um detalhe prontamente ignorado pela nova rainha louca, Daenerys (Emilia Clarke). Os produtores, que escreveram esse episódio, abordam outros momentos-chaves, como detalhes das mortes de personagens e o resultado da batalha entre Daenerys e Cersei (Lena Headey). Batalha? Foi um massacre. Com a exibição de “The Bells”, faltam só um episódio na série. O final vai ao ar no próximo domingo (19/5) no canal pago HBO.
Evil: Série de terror com astro de Luke Cage ganha primeiro trailer
A rede americana CBS divulgou fotos e o primeiro trailer de “Evil”, série de terror que fará parte da programação da próxima temporada. “Evil” é o novo projeto do casal Robert e Michelle King, criadores de “Good Wife” e seu spin-off “The Good Fight”. A trama acompanha um funcionário da Igreja Católica, encarregado de investigar casos de possessões, que pede ajuda a uma psicóloga forense para distinguir casos reais de surtos psicóticos. Mike Colter (o “Luke Cage”) vive o homem da Igreja e a atriz holandesa Katja Herbers (a Emily de “Westworld”) interpreta a psicóloga. O elenco também destaca Aasif Mandvi (“The Brink”) como assistente do personagem de Colter. Além deles, a produção traz Michael Emerson (“Person of Interest”) no papel de Townsend, especialista da defesa em um caso de assassinato em massa que pode ser um agente do Mal. Outros coadjuvantes incluem a adolescente Brooklyn Shuck (“Rise”) e a menina Skylar Gray (“Married”).
Kal Penn quer salvar o sonho americano no primeiro trailer da série Sunnyside
A rede americana NBC divulgou o primeiro trailer de “Sunnyside”, série de comédia que fará parte da programação da próxima temporada. A premissa de “Sunnyside” é politizada, por abordar os chamados “dreamers”, filhos de imigrantes que têm sua permanência nos EUA questionada pelo governo americano. Ela foi criada pelo ator Karl Penn (“House”) em parceria com Matt Murray (produtor-roteirista de “The Good Place”). Além de produzir e escrever, Kal Penn estrela a atração como Garrett Modi, um ex-vereador da cidade de Nova York, descendente de imigrantes, que perdeu o rumo e foi preso por intoxicação pública. Agora, ele vive com sua irmã, Mallory, e tenta entender como tudo deu errado. Quando é abordado para ajudar um grupo diversificado de imigrantes que sonham em se tornar cidadãos americanos, Garrett encontra um novo objetivo e uma chance de redenção. O elenco também inclui Diana Maria Riva (“Man with a Plan”), Joel Kim Booster (“Funemployed”), Kiran Deol (“Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”), Poppy Liu (“Mercy Mistress”), Moses Storm (“Youth & Consequences”) e Samba Schutte (“The Grind”).
Primeiro trailer da série Perfect Harmony revela Glee da meia-idade
A rede americana NBC divulgou o primeiro trailer de “Perfect Harmony”, série prevista para a próxima temporada. Combinando comédia, drama e musical, a produção pode ser descrita como um “Glee” da meia-idade. Ou, ainda, como um “Glee” evangélico. “Perfect Harmony” acompanha o ex-professor de música de Princeton Arthur Cochran (interpretado por Bradley Whitford, de “The Handmaid’s Tale”), que, desiludido com a vida, enche a cara, sai dirigindo e resolve se matar com pílulas. Mas, na última hora, pede um sinal a Deus. Como ele estacionou seu carro justamente diante de uma igreja, a deixa faz ressoar um coral sacro. Para resumir, ela acorda de ressaca dentro da igreja, cercado por um grupo de cantores desafinados que mal podem esperar para começar a ter aulas com seu novo professor. Diante dos personagens conflitantes a seu redor, Arthur logo percebe que aquela dissonância é o que ele precisa para se reinventar e redescobrir um pouco de felicidade. A prévia promete muitas versões de músicas conhecidas em arranjos de coral. Daí, a referência a “Glee”. A série foi criada por Lesley Wake (roteirista de “Life in Pieces”) e a produção inclui Jason Winer (também de “Life in Pieces”), que dirigiu o episódio piloto. Já o elenco desafinado destaca Anna Camp, que tem experiência no gênero como uma das estrelas da trilogia musical “A Escolha Perfeita”, além de Tymberlee Hill (“Search Party”), Rizwan Manji (“The Magicians”), Will Greenberg (“Wrecked”), Geno Segers (“Banshee”) e Spencer Allport (“Zero”).












