Novo filme de Christopher Nolan ganha título e aumenta elenco
O novo filme do diretor Christopher Nolan (“Batman: O Cavaleiro das Trevas”, “Dunkirk”) ganhou título, revelou seu gênero e anunciou novidades em seu elenco. Segundo a revista Entertainment Weekly, o projeto da Warner se chama “Tenet” e será um thriller de ação, passado no mundo da espionagem internacional. Os novos atores confirmados na produção incluem dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”), além de duas novidades: Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), estrela veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood. Eles vão se juntar aos anteriormente anunciados Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”) e John David Washington (“Infiltrado na Klan”) “Tenet” terá filmagens em sete países diferentes e seguirá as preferências técnicas de Nolan, com registro por câmeras IMAX e filme analógico de 70mm. Por sinal, as filmagens já começaram, visando uma estreia em julho de 2020.
Final de Orange Is the New Black ganha primeiras fotos e teaser
Mais uma série icônica vai acabar em 2019. A Netflix divulgou as primeiras fotos e um teaser da 7ª e última temporada de “Orange is the New Black”. A prévia confirma que os últimos episódios chegarão à plataforma no próximo dia 26 de julho, como se sabia desde fevereiro. Mas também faz revelações. Ao mostrar algumas atrizes cantarolando o tema da série, vestidos à caráter nos cenários da produção, o vídeo mostra a cumplicidade divertida das parceiras Flaca (Jackie Cruz) e Maritza (Diane Guerrero). Isto significa um reencontro das duas amigas, após Maritza desaparecer da trama, transferida para outro presídio após a rebelião da 5ª temporada – na verdade, Diane Guerrero foi fazer a série dos super-heróis da Patrulha do Destino. Também se vê a continuidade do relacionamento entre as protagonistas Piper (Taylor Schilling) e Alex (Laura Prepon), mesmo após Piper ser solta da prisão. Por sinal, uma das fotos mostra a personagem desencontrada em roupas “civis”. Mas as duas encerram o vídeo andando de mãos dadas. Criada por Jenji Kohan e baseada no livro de memórias de Piper Kerman, “Orange Is The New Black” foi uma das primeiras produções da Netflix e conquistou quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (o sindicado dos atores). A atração começou em 2013 acompanhando a jornada de Piper Chapman, como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, até ter que redescobrir tudo novamente, após uma rebelião levar as personagens para uma prisão de segurança máxima e situações de muito mais perigo e violência.
Primeira série árabe da Netflix, terror Jinn ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado de “Jinn”, primeira série original de origem árabe da plataforma. A atração é um terror adolescente, passado na cidade moderna de Amã, onde um grupo de jovens tem suas amizades e romances testados ao inadvertidamente convidarem as forças sobrenaturais dos Jinn (espíritos sobrenaturais) para seu mundo. Com as linhas entre o bem e o mal em perigo, o grupo de amigos precisa correr contra o tempo para encontrar as respostas necessárias para salvar tudo. Vale observar que nenhuma das mulheres mostradas na prévia veste hijab, o véu muçulmano. Isto porque a produção é jordaniana. A Jordânia é mais liberal em relação ao hijab, a ponto de seu uso ser mais uma opção de moda que obrigação religiosa. Ao contrário dos países vizinhos, a vestimenta não é obrigatória e não há punição para quem decidir passear de cabelos soltos. Outra curiosidade da produção é o uso das criaturas da mitologia islâmica chamadas de jinns – às vezes também referidas como “gênios”. Elas marcam presença na cultura popular desde as “Mil e Uma Noites”, de onde saiu a fábula clássica de Aladim e o gênio da lâmpada, várias vezes filmada por Hollywood. Mas nos países árabes os jinns não costumam ser retratados como seres benevolentes, como o dublado por Robin Williams na animação da Disney de 1992. Eles são mais parecidos com as criaturas malévolas do filme de terror “O Mestre dos Desejos” (1997). “Jinn” é criação do roteirista Bassel Ghandour, produtor assistente do premiado “Guerra ao Terror” e escritor de “O Lobo do Deserto”, indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira em 2016. Com direção do cineasta libanês Mir-Jean Bou Chaaya (“Very Big Shot”), a série tem seis episódios e vai estrear no dia 13 de junho em streaming.
Laura Linney volta a San Francisco em trailer legendado do revival de Tales of the City
A Netflix divulgou um novo pôster e o segundo trailer legendado da minissérie “Crônicas de San Francisco”, baseada na franquia literária “Tales of the City”, de Armistead Maupin, que já rendeu três minisséries televisivas entre 1993 e 2001. O novo “capítulo” das crônicas sanfranciscanas volta a trazer Olympia Dukakis no papel de Anna Madrigal, a senhoria do prédio pelo qual passam os diferentes “locatários” da saga, e Laura Linney como Mary Ann Singleton, cuja mudança para San Francisco serviu de fio condutor para a história original. O primeiro livro foi publicada em 1978 e a primeira minissérie, exibida 15 anos depois, preservou a atmosfera hippie da história, celebrando o estilo de vida gay antes do advento da AIDS. A produção causou polêmica na época. Mas ganhou duas sequências, baseadas nos livros seguintes de Maupin. Por conta do conteúdo, as continuações foram exibidas na TV paga, pelo canal Showtime, em 1998 e 2001, acompanhando a trajetória da protagonista vivida por Linney. Na nova minissérie, Mary Ann (Linney) volta a San Francisco e se reencontra com a filha Shawna (Ellen Page) e o ex-marido Brian (Paul Gross), 20 anos após abandoná-los para investir em sua carreira. Fugindo da crise de meia-idade criada por sua vida aparentemente perfeita em Connecticut, ela é logo atraída de volta para a órbita de Anna Madrigal (Dukakis) e da nova geração LGBTQIA+ que agora reside no número 28 da Barbary Lane. Mas traz consigo um segredo sobre a verdadeira origem de Shawna. A minissérie estreia no dia 7 de junho na plataforma de streaming.
Luke Skywalker está de volta nas primeiras imagens do novo Star Wars
Como já virou tradição, a revista Vanity Fair publicou a primeira grande reportagem, com fotos exclusivas, do próximo filme de “Star Wars” – o episódio 9 da franquia, intitulado “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que trará de volta o protagonista Luke Skywalker. Se havia dúvidas sobre a volta de Luke, após a aparente morte do personagem em “Star Wars: Os Últimos Jedi”, uma das fotos traz o ator Mark Hamill vestido à caráter, numa pose dramática ao lado do robô R2-D2, clicado pela lendária fotógrafa Annie Leibovitz. Outras imagens mostram o retorno de Lando Calrissian (Billy Dee Williams), que aparece à bordo da Millennium Falcon com Poe Dameron (Oscar Isaac), Chewbacca, D-O e BB-8, além de novos personagens como a mascarada Zorri Bliss, vivida por Keri Russell (da série “The Americans”) e Richard E. Grant (“Poderia Me Perdoar?”) como o novo vilão General Pryde. Há também fotos dos bastidores das filmagens e até um vídeo com detalhes do set da produção, sem esquecer da reportagem de capa, que acompanha o material ilustrativo. O filme encerra não apenas uma trilogia, mas a saga principal da franquia, e a reportagem explica que, justamente por isso, o mistério em torno desta produção é maior do que nunca. Mas, aos poucos, as primeiras informações começam a ser reveladas. Além dos nomes dos novos personagens – até isso era segredo – , a Vanity Fair confirmou dois cenários inéditos na produção: um planeta desértico chamado de Pasaana, localizado nos “limites da galáxia”, e um lugar cheio de neve e poeira chamado de Kijimi. Sobre a trama, os produtores afirmaram que o filme terá como um dos enfoques revelar detalhes dos jogos de poder e da batalha intergalática entre bem e mal. Os espectadores poderão entender as origens da Primeira Ordem, testemunhar a ascensão ao poder de Poe Dameron e o clímax do conflito entre os Jedi e os Sith. Este conflito deve ser focado em Rey (Daisy Ridley) e Kylo Ren (Adam Driver), que foram fotografados por Leibovitz lutando com sabres de luz numa tempestade de neve e também para as capas da edição. Resumidamente, Oscar Issac definiu que o filme trata muito sobre família, sugerindo que os dois podem ser parentes. Com direção de JJ Abrams, “Star Wars: A Ascensão Skywalker” chegará aos cinemas brasileiros em 19 de dezembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Brad Pitt e Leonardo DiCaprio querem repetir parceria após Era uma Vez em Hollywood
Apesar de serem da mesma geração, Brad Pitt e Leonardo DiCaprio só foram trabalharam juntos pela primeira vez no novo longa de Quentin Tarantino, “Era uma Vez em Hollywood”. E contaram, durante a entrevista coletiva do filme no Festival de Cannes, que foi tão fácil e divertido conviver nas filmagens que gostariam de repetir a experiência em breve. “Somos da mesma geração, começamos a nossa carreira na mesma época. Por isso, foi muito fácil trabalhar com o Brad. Espero que tenhamos conseguido construir conexões cinematográficas extremamente próximas”, disse Leonardo DiCaprio. “Trabalhamos muito facilmente”, reiterou Brad Pitt. “Foi muito divertido também, nós demos boas risadas. Espero que possamos fazer isso de novo”, acrescentou. No filme, que se passa em Hollywood no ano de 1969, DiCaprio e Pitt interpretam respectivamente Rick Dalton, ator de séries de faroeste, e Cliff Booth, seu dublê. Ambos tentam sobreviver em um mundo marcado por mudanças. “Era uma Vez em Hollywood” teve sua première mundial na terça-feira (21/5), na competição do Festival de Cannes, e foi recebido com entusiasmo pela crítica internacional, especialmente de língua inglesa – os latinos não gostaram tanto. Trata-se de uma homenagem de Tarantino à época retratada. “Há poucas pessoas neste mundo com tamanho conhecimento do cinema, da televisão e da música. Conversar com Quentin é como conversar com um banco de dados… Este filme é o seu caso de amor com o lado B do cinema”, elogiou Leonardo DiCaprio.
Presidente da HBO diz que não pretende aprovar série de Arya Stark
O final de “Game of Thrones” deixou muitos fãs, inclusive Stephen King, querendo ver um spin-off estrelado por Arya (Maisie Williams), que embarcou em um navio para descobrir o que existe a oeste de Westeros. Mas o presidente da HBO, Casey Bloys, não pretende atender a vontade do público. Em entrevista ao site Deadline, o executivo disse que não há planos para criar novas séries que continuem a história de “Game of Thrones”. “Em termos de querer ser cuidadoso e não extrapolar nem matar a galinha dos ovos de ouro, que é a série com suas oito temporadas, quero deixá-la como uma obra de arte própria e não ter produções diretamente derivadas. Acho que é melhor tentar fazer as derivadas em outras áreas desse universo enorme criado por George R.R. Martin. Sinto que é a coisa certa a fazer, deixar a série por si só”. E apesar de Martin ter dito que há mais três séries derivadas de “Game of Thrones” sendo desenvolvidas pela HBO, além do prólogo estrelado por Naomi Watts, Bloys afirmou duvidar de que todas essas produções sejam aprovadas. “Eu com certeza não quero fazer demais”, disse o executivo. “Nós temos muitas séries fantásticas vindo em 2019, 2020 e 2021. Acho que ‘Game of Thrones’ é uma propriedade fantástica, mas não quero ser só a casa dos prólogos e das sequências. Você tem que ser muito cuidadoso em como você faz isso”. Ele ainda confirmou que o prólogo criado por Jane Goldman (roteirista de “Kingsman: O Círculo Dourado”) deve começar a ser nas próximas semanas, mas não deu ainda uma previsão de estreia. “Eu tenho que ter uma noção da produção quando recebermos os roteiros da temporada inteira, do quão grande será. Filmar um piloto em junho e colocar no ar um ano depois parece um pouco apressado, mas ainda é cedo para dizer”.
Netflix revela novas fotos e data de estreia da série baseada em O Cristal Encantado
A Netflix divulgou seis novas imagens e anunciou a data de estreia de sua série baseada no clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson. As fotos podem ser vistas abaixo e o lançamento vai acontecer em 30 de agosto. Intitulado “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (Dark Cystal: Age of Resistance), a série será uma continuação da trama do filme lançado em 1982. “O Cristal Encantado” se tornou um marco do cinema porque foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Além disso, os bichos não eram fantoches, como os Muppets. Na verdade, eram animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso será mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. A trama original se passava no planeta Thra, habitada pelos pacíficos Místicos e os agressivos Skeksis, que usavam um “cristal negro” para se reproduzir para sempre. Uma profecia dizia que se um Gelfling (criaturas humanoides com orelhas pontudas) manipulasse o cristal, a paz seria restaurada e as duas raças se tornariam uma só. Para evitar isso, os Skeksis decidem caçar todos os Gelflings. A série vai mostrar o mundo de Thra morrendo. O Cristal da Verdade, uma fonte de poder incalculável no coração de Thra, está danificado, corrompido pelos malvados Skeksis, e uma doença se espalha pela terra. Quando três Gelflings descobrem a terrível verdade por trás do poder dos Skeksis, os fogos da rebelião são acesos e começa uma batalha épica pelo planeta. A produção está a cargo do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Já o elenco de dubladores reúne uma constelação de estrelas, como Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), na pele dos heróis Rian, Brea e Deet, que protagonizam a série. O elenco coadjuvante é ainda mais impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Natalie Dormer (“Game of Thrones”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”).
Maisie Williams também esperava fim diferente de Game of Thrones, com Arya matando Cersei
Não foi só público que ficou frustrado com o final de “Game of Thrones”. A atriz Maisie Williams também lamentou que o desfecho não tivesse refletido as teorias dos fãs sobre o destino de sua personagem, Arya Stark. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, ela revelou que esperava uma cena de sua personagem enfrentando a rainha Cersei Lannister. “Eu só queria estar no set com Lena (Headey, que interpretava Cersei) novamente, ela é muito divertida”, disse Maisie Williams. “E eu queria que Arya matasse Cersei, mesmo que isso significasse a morte de Arya também”. A atriz imaginava uma conclusão para a história bem parecida com as expectativas dos fãs: “Até o momento em que Cersei se reencontra com Jaime, eu pensei que Jaime retiraria sua face e veríamos Arya; e então eles morreriam. Eu achava que essa era a jornada de Arya”. Este era o final favorito dos fãs, embora a torcida fosse para que Arya sobrevivesse, como de fato aconteceu. A atriz disse ter entendido a mudança de rumo que a impediu de ter sua vingança na temporada final: “Acho que ter transado com Gendry, ter reencontrado Jon, e percebido que ela não está apenas lutando por si, mas também por sua família – tudo isso trouxe várias emoções que ela não sentia há muito tempo”. “Quando o Cão de Caça pergunta se ela tem outra opção, de repente Arya percebe que há tantas outras coisas na vida pelas quais ela pode viver. Foi um choque para mim porque não foi assim que eu imaginei o seu arco este ano. Então eu percebi que havia outras emoções que eu poderia usar, trazendo Arya a ser uma garota de 16 anos novamente”, contou a atriz. “Não é um final de ‘Game of Thrones’ para Arya, é um final feliz”, concluiu Williams.
Playlist: Descubra 400 clipes novos do “lado B” indie do YouTube
Quem nunca ouviu/leu que o rock morreu, a música eletrônica estagnou, que não surgem artistas novos? Na verdade, o que acabou, morreu, falta são boas curadorias. A maior plataforma de música do mundo, o YouTube, recebe milhares de clipes por dia, a maioria de artistas novos e de todo o mundo. É informação demais. Vitalidade demais. Grande parte desses vídeos são produzidos por gravadoras e artistas independentes e é preciso peneirar bastante para encontrar as preciosidades. Mas quem tem tempo? Aparentemente, eu. Em janeiro, comecei uma listagem mensal reunindo os melhores lançamentos musicais do “lado B” do YouTube. Mas vários problemas pessoais, aliados a um aumento na ambição do projeto, fizeram com que a relação de março ficasse pronta apenas agora (21/5). Ela é mais exaustiva que as anteriores, chegando a 400 vídeos – o dobro da seleção de fevereiro. Tratam-se de clipes disponibilizados em março – mais uns 10% de fevereiro – de diversos estilos e nacionalidades, incluindo países de pouca tradição pop, como Estônia, Peru, Malásia e Quênia. Mas claro que americanos e britânicos continuam a ser a grande maioria. E embora a ênfase seja o rock/pop indie, há intersecções com a música eletrônica e o rap. A seleção começa com o pós-punk inglês da banda Drahla (são eles na foto) e se encerra com o rap piauiense da Tupi Machine. E tudo que existe entre um e outro foi programado para se alternar de forma harmônica, combinando batidas e acordes, com a intenção de sugerir uma simulação de discotecagem contínua. Ou seja, a playlist não é uma baciada aleatória de vídeos. A ordem dos clipes foi planejada para servir como uma trilha sequencial – que pode tocar por mais de 20 horas seguidas! Houve alguns percalços nesse trabalho. As 400 faixas esbarraram numa limitação de incorporação do YouTube, que só permite 200 vídeos por playlist exportada. Por isso, a lista precisou ser dividida em duas, mas elas são sequenciais e indistintas. Abaixo dos vídeos, estão os nomes dos artistas, faixas e nacionalidades. Quem tem wifi funcionando, consegue pesquisar e saber mais sobre cada um deles. Afinal, não basta assinar um Spotify para achar que está por dentro de todas as novidades. Ao contrário, provavelmente o assinante ouvirá mais do mesmo que sempre ouviu e dificilmente descobrirá algo novo sem incentivo. Periga até começar a dizer que o rock morreu, a música eletrônica estagnou, que não surgem artistas novos… Se gostou da curadoria, compartilhe o link com os amigos, porque não é nada fácil realizar essa apuração e muito menos organizar a playlist como “discotecagem”, do jeito como foi feito. Comentários podem ser direcionados ao Facebook oficial da Pipoca Moderna. 1 Drahla – Stimulus For Living (Inglaterra) | 2 Tropical Fuck Storm – The Planet Of Straw Men (Austrália) | 3 Raave Tapes – Stabs (Inglaterra) | 4 Spectres – Choucoune Asphyxiate Repeat (Canadá) | 5 Deliluh – Freeloader Feast (Canadá) | 6 Trupa Trupa – Dream About (Polônia) | 7 Petrol Girls – The Sound (Inglaterra) | 8 It It Anita – 11 (Bélgica) | 9 Voltaia – Erortzen (País Basco) | 10 Plague Vendor – New Comedown (EUA) | 11 Slaves – Bugs (EUA) | 12 False Heads – Slease (Inglaterra) | 13 Fury – Vacation (Holanda) | 14 Grim Streaker – Today New York (EUA) | 15 Arre! Arre! – I Feel It All (Suécia) | 16 The Coathangers – Step Back (EUA) | 17 Not on Tour – Therapy (Israel) | 18 Trashout – I Just Loving You (Japão) | 19 Direct Hit – Altered States (EUA) | 20 Lindenfield – Punk Mom (EUA) | 21 Amyl and the Sniffers – Monsoon Rock (Austrália) | 22 Vital Idels – Careful Extracts (Escócia) | 23 The Technicolors – Hurt So Bad (EUA) | 24 Tough Age – Me in Glue (Canadá) | 25 Ali Barter – Ur a Piece of Sh… (Austrália) | 26 Thick – Green Eyes (EUA) | 27 Body Type – Stingray (Austrália) | 28 Witching Waves – Eye 2 Eye (Inglaterra) | 29 Church Girls – Balance (EUA) | 30 Yawners – La Escalera (Espanha) | 31 The Glitter Shop – Throwing Apples (Inglaterra) | 32 The Sickly Hecks – Primitive (EUA) | 33 The Happys – Cut the Rope (EUA) | 34 The Frights – Over It (Live) (EUA) | 35 Goon – Datura (EUA) | 36 Dazor – All Night (Canadá) | 37 Snooze – Alicias House (EUA) | 38 The Lebowski – Come Around (Polônia) | 39 An Horse – This Is a Song (Austrália) | 40 The Jins – She Said (Canadá) | 41 Bad Sports – Don’t Deserve Love (EUA) | 42 Lauran Hibberd – Sugardaddy (Inglaterra) | 43 Carolina Durante – Joder, No Sé (Espanha) | 44 The Graylings – Entertain Us (EUA) | 45 Vespas – Amor Em Tempos de Cólera (Brasil) | 46 Slothrust – Peach (EUA) | 47 Hands off Gretel – It’s My Fault (Inglaterra) | 48 Middle Kids – Real Thing (Austrália) | 49 The Greeting Committee – Is This It? (EUA) | 50 Captains – Mysterious Pretty Cowboy Sunrise (Espanha) | 51 Wives – Waving Past Nirvana (EUA) | 52 Sego – Heart Attack (EUA) | 53 Beachtape – Fix It Up (Inglaterra) | 54 Kap Kap – I Don’t Like Dreaming (Finlândia) | 55 Pi Ja Ma – I Hate U (França) | 56 The Tenth – Hymns and Hieroglyphs (EUA) | 57 Fauness – Sixteen (Inglaterra) | 58 Angie McMahon – Pasta (Austrália) | 59 Dana Gavanski – One By One (Canadá) | 60 She Keeps Bees – Coyote (EUA) | 61 John J Presley – Riders (Inglaterra) | 62 Orville Peck – Turn To Hate (EUA) | 63 Didirri + Ro – Tea Stains (Austrália) | 64 Andrew Bird – Manifest (EUA) | 65 Delafaye – Godspeed (EUA) | 66 Andreas Dorau – Nein! (Alemanha) | 67 Olden Yolk – Cotton & Cane (EUA) | 68 Send Medicine – Harvest Man (EUA) | 69 Adir L.C. – Reacting (EUA) | 70 Tokyo Police Club – Ready To Win (Canadá) | 71 Calpurnia – Cell (EUA) | 72 The Spring Peaks – Coming of Age (Austrália) | 73 The Creature Comfort – Life’s a Crime (Inglaterra) | 74 Black Bones – Creepy Rain (França) | 75 Runah – Ground (Irlanda) | 76 Mariee Sioux – Snow Knows White (EUA) | 77 Saint Lo. – Blueberry Fields (Canadá) | 78 Emma Elisabeth – Pilot (Suécia) | 79 Jenny Lewis – Red Bull & Hennessy (EUA) | 80 Lexyton – Brand New (Inglaterra) | 81 Pageants – Will-o-the-Wisp (EUA) | 82 Voodoo Bandits – Sink Below (Ilha de Man) | 83 Peach Baby – Play (Suécia) | 84 Flying Fish Cove – Sleight of Hand (EUA) | 85 Pip Blom – Daddy Issues (Holanda) | 86 The Spook School – I Want To Kiss You (Escócia) | 87 Human People – Jenny (EUA) | 88 Sacred Paws – The Conversation (Escócia) | 89 Kill The Moose – She Gets High (França) | 90 Dentist – Alone in the Garden (EUA) | 91 Bænet – Trampoline (Suécia) | 92 Purest – Waste My Days (Inglaterra) | 93 Slow Crush – Glow (Bélgica) | 94 Ragmans Daughter – Sheeple (Inglaterra) | 95 Greys – Arc Light (Canadá) | 96 Protomartyr – Jumbos (EUA) | 97 Gurr – Zu Spät (Alemanha) | 98 $au$age$ – Statue (Inglaterra) | 99 Revolvers – True Love (Inglaterra) | 100 Marble Arch – Gold (França) | 101 No Vacation – Yam Yam (EUA) | 102 Ditch Days ft. Terry vs. Tori – Even If You Know (Portugal) | 103 Jai Wolf ft. Day Wave – Your Way (EUA) | 104 Huan Huan – Indiepop (Taiwan) | 105 Frankenchrist – Two Skies (Brasil) | 106 Fragile Animals – Come Down (Austrália) | 107 Raised on TV – Caroline (EUA) | 108 Egoism – Enemies (Austrália) | 109 Diet – What To Do (Austrália) | 110 Meyot – Grades (Brasil) | 111 Launder – Chew (EUA) | 112 Pastel Lite – Masa Kita (Malásia) | 113 Battery Point – Desire (EUA) | 114 The KVB – Violet Noon (Inglaterra) | 115 Listen to Girl – Big Things (Noruega) | 116 Heavy Heart – Bed Bug (Inglaterra) | 117 Hippo Campus – Why Even Try (EUA) | 118 Dead Sea – Colorate (EUA) | 119 The Chain Gang of 1974 – Burn Out (EUA) | 120 In The Valley Below – Rise (EUA) | 121 Drugface – In The Clouds (Canadá) | 122 MorMor – Outside (Canadá) | 123 O-Olivier Marguerit – Les Pédales (França) | 124 Froyo – Heart (Austrália) | 125 Feyer – Stuck in a Video Game (EUA) | 126 The Comet Is Coming – Summon The Fire (Inglaterra) | 127 Your 33 Black Angels – Hott Funn (EUA) | 128 Freak Genes – Waxing Moon (Inglaterra) | 129 Patience – The Girls Are Chewing Gum (EUA) | 130 Sarah P. – Maenads (Grécia) | 131 Jenn Vix – Ride (EUA) | 132 Theremyn_4 – Burning Streets of Sound (Peru) | 133 Ahns – Boys (Malásia) | 134 Sparkling – Fractions (Alemanha) | 135 Uma Sey – Till the Mourning (Brasil) | 136 Fär – Runaway (Bélgica) | 137 Undertheskin – Borderline (Polônia) | 138 Jakuzi – Toz (Turquia) | 139 Sonic Rade – Lets Dream Tonight (Suiça) | 140 The Noise & The Naive – Seek Solace (Inglaterra) | 141 Peter Perrett – I Want Your Dreams (Inglaterra) | 142 The Underrunners – Joyrider (Inglaterra) | 143 Feels – Find A Way (EUA) | 144 Guide Dog – Generation Y (País de Gales) | 145 Lenny Bull – Dont Talk About It (Canadá) | 146 Wooze – I’ll Have What She’s Having (Inglaterra) | 147 Rey Pila – Flames (México) | 148 BB Brunes – Visage (França) | 149 Meg Myers – Running Up That Hill (EUA) | 150 Soak – Déjà Vu (Irlanda do Norte) | 151 These New Puritans – Where The Trees Are on Fire (Inglaterra) | 152 Unkle ft. Keaton Henson – The First Time Ever I Saw Your Face (Inglaterra) | 153 Local Natives – When Am I Gonna Lose You (EUA) | 154 Editors – Barricades (Inglaterra) | 155 Starframes – Close (Itália) | 156 The Ninth Wave – Used to Be Yours (Escócia) | 157 HVOB – A List (Áustria) | 158 Ryan Playground – Luminaire (Canadá) | 159 Rich Aucoin – The Mind (Canadá) | 160 Rumi – Moi (Irlanda) | 161 Die Goldenen Zitronen – Das War Unsere BRD (Alemanha) | 162 L’Impératrice – Some Paradise (França) | 163 Beauty Sleep – The Dark (Irlanda do Norte) | 164 Blu DeTiger – Mad Love (EUA) | 165 Sinclair – Pop! Champagne Live (França) | 166 X Ambassadors – Boom (EUA) | 167 K.Flay – Bad Vibes (EUA) | 168 Gabe Gurnsey – New Kind (Inglaterra) | 169 Francisco, el Hombre – Encaldeirando (Aqui Dentro Tá Quente) (Brasil) | 170 Ibibio Sound Machine – Wanna Come Down (Inglaterra) | 171 Martes – Sex.0 (Colômbia) | 172 Two Door Cinema Club – Talk (Irlanda do Norte) | 173 Doomsquad – Dorians Closet (Canadá) | 174 Big Wild – City of Sound (EUA) | 175 World Champion – Callisto (Austrália) | 176 Polycool – Polywood (França) | 177 Ma Nien-Hsien & 9m88 – Walking Towards Me (Taiwan) | 178 Rose Gray – Blue the Visual (EUA) | 179 JGrrey – Notice (Inglaterra) | 180 Fieh – 25 (Noruega) | 181 Bad Sounds – How Are You Gonna Lose? (Inglaterra) | 182 Jack Savoretti – What More Can I Do? (Inglaterra) | 183 Yip Deceiver – Devotee (EUA) | 184 Phum Viphurit – Hello, Anxiety (Tailândia) | 185 Minsu – Minsu Is Confused (Coreia do Sul) | 186 Bilderbuch – Frisbeee (Áustria) | 187 The Chemical Brothers – Weve Got to Try (Inglaterra) | 188 Scalping – Chamber (Inglaterra) | 189 Teen – Popular Taste (EUA) | 190 Kap Bambino...
Stranger Things vai ajudar Coca-Cola a relançar seu maior fracasso comercial
A Coca-Cola fechou uma parceria de marketing com a Netflix para relançar a New Coke, uma versão diferente de seu refrigerante, que é conhecida como o maior fracasso comercial da história da empresa. A New Coke chegou aos supermercados no verão de 1985, acompanhada por grande campanha publicitária, que prometia um refrigerante que revolucionaria o sabor tradicional da Coca-Cola com uma nova fórmula. Mas os consumidores rejeitaram completamente a mudança, querendo o refrigerante original. Assim, a New Coke virou “old Coke” após apenas 79 dias de vendas, sendo rapidamente retirada do mercado e substituída pela versão original. O fracasso da New Coke virou lição obrigatória para as escolas de marketing. Mas a Coca-Cola topou o desafio de escrever um novo capítulo nessa parábola de consumo moderno. Aproveitamento que a nova temporada de “Stranger Things” vai se passar, justamente, no verão de 1985, a empresa vai colocar a New Coke de volta nas prateleiras. Primeiro, no 1985 da ficção. E depois no 2019 que existe fora da matrix de maratonas da Netflix. Para o relançamento, a New Coke aparecerá em diversos episódios da 3ª temporada da produção original, que estreia em 4 de julho. Além disso, os criadores da série desenvolveram comerciais do produto, em que personagens de “Stranger Things” aparecem consumindo o refrigerante, acompanhados pela música original dos anúncios da marca em 1985. Uma das peças já está sendo veiculada online (veja abaixo) e chegará em um seleto número de cinemas a partir de sexta-feira (24/5). A campanha da Coca-Cola também marca a estreia dos irmãos Matt e Ross Duffer como diretores de comerciais. O mais curioso nisto tudo, porém, é que a ideia de relançar a New Coke partiu dos próprios irmãos Duffer, como piada. “Quando perguntamos a eles ‘Como nós podemos fazer a 3ª temporada bombar?’, eles disseram: ‘Tragam a New Coke de volta’”, contou Barry Smyth, chefe de parcerias de marketing global da Netflix, sobre o projeto. A Netflix contatou então a equipe de marketing da Coca-Cola, que recebeu a deia de incorporar a New Coke na narrativa da série com “dez minutos de silêncio”, segundo a descrição de Smyth. Mas, “depois de um pouco de insistência” a “Coca-Cola abraçou a oportunidade”. Esta não será a primeira vez que “Stranger Things” promove um produto específico. Começou com o “Eggo Waffles”, que apareceu com frequência na narrativa da 1ª temporada e passou a envolver mais a empresa no segundo ano, com o lançamento de receitas do produto ligadas aos episódios. A 2ª temporada também teve acordo de “product placement” com o KFC. Como a Netflix não tem anúncios, adotou o product placement em diversas de suas séries. Apesar da grandeza do negócio, a New Coke terá um relançamento limitado, restrito ao e-commerce da empresa e em máquinas de vendas especiais, com design inspirado em “Stranger Things”, que serão instaladas em algumas cidades não divulgadas dos Estados Unidos. Não está claro se o produto chegará a outros países.
Novo filme de Woody Allen ganha data de estreia no Brasil
O último filme do diretor Woody Allen, “A Rainy Day in New York”, vai ser lançado no Brasil. O cineasta readquiriu direitos sobre a obra, após processar a Amazon por descumprir seu contrato de distribuição – o processo, por sinal, ainda segue na justiça. Com isso, a obra começa a ganhar datas de estreia em vários países. As exibições vão começar pela França, em 18 de setembro, e passarão por Itália, Espanha, Alemanha, Portugal e até Argentina antes de chegar ao Brasil, onde será lançado pela Imagem Filmes em 26 de dezembro. Alterações nestas datas, no entanto, ainda podem ser feitas. O contrato de Allen com a Amazon garantia a produção e distribuição de quatro filmes do cineasta, incluindo “A Rainy Day in New York”. Após o lançamento ser cancelado, Allen entrou com um processo de US$ 68 milhões contra o estúdio, alegando quebra de contrato. De acordo com o cineasta, a desistência se deu por uma “acusação sem fundamento (de abuso sexual) de 25 anos atrás”, que não contém nenhum fato novo. A Amazon alega que o fato novo é o movimento #MeToo, que tornou inviável financeiramente a continuidade do contrato. Pronto há mais de um ano, o filme foi engavetado pela Amazon após o diretor virar alvo de uma campanha destrutiva de sua filha Dylan Farrow, que aproveitou o movimento #MeToo para desenterrar antigas acusações de abuso contra o cineasta. Ela afirma ter sido molestada quando criança por Allen, há cerca de três décadas. O diretor nega tudo e acusa sua ex, Mia Farrow, de lavagem cerebral. Outro de seus filhos, Moses Farrow, confirma a versão de Allen, que não foi condenado quando o caso foi levado a tribunal em 1990, durante a disputa da guarda das crianças, e nunca foi acusado de abuso por nenhuma atriz com quem trabalhou ao longo de meio século de carreira. Mas o movimento #MeToo decidiu apoiar Dylan, que prometeu, em entrevista televisiva, que iria acabar com a carreira de Woody Allen. Graças à pressão contra o diretor, vários atores que trabalharam com Allen disseram publicamente que não voltariam a filmar com ele, inclusive dois integrantes do elenco de “A Rainy Day in New York”, Timothée Chalamet (“Me Chame pelo Seu Nome”) e Rebecca Hall (“Vicky Cristina Barcelona”), que decidiram doar seus salários para instituições de caridade após a entrada do #MeToo em cena. Para complicar ainda mais, o tema do filme entrou na usina de rumores das redes sociais, levando muitas publicações a noticiarem que a trama explorava o relacionamento de uma adolescente, vivida por Elle Fanning (“Espírito Jovem”), com um homem muito mais velho, que seria o personagem de Jude Law (“Capitã Marvel”) ou de Liev Schreiber (“Ray Donovan”). Isto toraria o filme difícil de ser aceito nos tempos atuais. Entretanto, o primeiro trailer da obra, divulgado pelo próprio Woody Allen em seu Facebook no fim de semana, não mostra nada disso – há um motivo plausível para a atração da personagem de Fanning por homens mais velhos e não é sexo – , deixando claro que Allen tem sido vítima de fake news.
Johnny Depp diz ter sido vítima de Amber Heard em processo contra a atriz
Durante depoimento judicial na última segunda-feira (20/5), o ator Johnny Depp (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) alegou que sua ex-esposa Amber Heard (a Mera de “Aquaman”) forjou machucados utilizando maquiagem para poder acusá-lo de violência doméstica. “Eu nego as acusações da senhora Heard veementemente desde que elas foram feitas em maio de 2016, quando ela entrou na Justiça para obter uma ordem de restrição temporária com hematomas pintados que testemunhas e imagens de câmeras de segurança mostram que ela não tinha na semana anterior”, afirmou o ator, de acordo com a revista People. Em maio de 2016, Amber Heard recorreu à Justiça para obter uma ordem de restrição contra o então marido, alegando ter sido vítima de violência doméstica. Ela estava com o rosto marcado por hematomas e foi atendida pelo juiz. Na época, o ator acusou Heard de querer aparecer e ganhar dinheiro às suas custas. A resposta da atriz foi prometer doar todo o dinheiro que recebesse do divórcio à instituições de apoio à mulheres, o que ela realmente fez. “Como descrito na ordem de restrição e no acordo do divórcio, dinheiro não teve nenhum papel para mim pessoalmente e não tem, exceto pelo fato de que eu posso doá-lo para a caridade e, fazendo isso, espero ajudar aqueles com menor capacidade para se defender”, declarou a atriz na ocasião. Depp, que a princípio não queria pagar nada, acabou cedendo e assinando rapidamente o divórcio, um dia antes do caso de violência doméstica ir parar nos tribunais. Junto do divórcio, o casal também assinou um comunicado conjunto, chamando a relação entre eles de “intensamente passional e às vezes volátil, mas sempre ligada pelo amor”, acrescentando que “nunca houve qualquer intenção de danos físicos e emocionais”. Mas o próprio ator achou boa ideia trazer o caso de volta à justiça, após a continuidade de comentários de Heard e especificamente um artigo sobre violência doméstica que ela escreveu para o jornal Washington Post – sem nomear Depp. Quando se divorciou, ele pagou US$ 7 milhões para Heard. Agora, quer que ela lhe pague US$ 50 milhões por difamação. “Ela era a perpetradora, e eu era a vítima”, garantiu Depp, em sua audiência. “Enquanto misturava receitas de anfetaminas e outros remédios com álcool, a senhora Heard cometeu inúmeros atos de violência doméstica contra mim, frequentemente na presença de terceiros, o que, em algumas circunstâncias, me causou sérios danos corporais”. O ator ainda disse que a ex-mulher “batia, socava e chutava” seu corpo, além de jogar objetos nele, incluindo “garrafas pesadas, latas de refrigerante, velas acesas, controles remotos e latas de solvente”. Além de se dizer ele próprio vítima de violência doméstica, Depp alega em sua ação judicial que as acusações de Heard causaram danos à sua carreira. Ele sofreu rejeição do público após ser escalado como o vilão de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” e foi removido da franquia “Piratas do Caribe”, onde interpretava o protagonista Jack Sparrow. Entretanto, após entrar com essa ação na justiça, o caso que vinha sendo esquecido voltou à mídia. E a continuidade de Depp na franquia “Animais Fantásticos” passou a ser considerada de baixa probabilidade. O antigo astro de cinema não tem mais nenhum outro projeto em andamento em Hollywood. Seus trabalhos mais recentes foram dois longas independentes de baixo orçamento, que ele já terminou de filmar e atualmente estão em fase de pós-produção, visando chegar aos cinemas em 2020.












