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    Emmy 2019: Vitória arrasadora de Fleabag eclipsa prêmios de Game of Thrones

    23 de setembro de 2019 /

    A cerimônia do Emmy 2019 consagrou “Fleabag”. Grande vencedora da cerimônia deste domingo (22/9) em Los Angeles, a série conquistou quatro prêmios, o dobro de “Game of Thrones” e mais que qualquer outra produção, praticamente dominando as categorias de Comédia. Para quem esperava ver uma noite de consagração de “Game of Thrones”, o impacto da série da Amazon praticamente eclipsou as conquistas da produção de fantasia da HBO. A produção britânica venceu os troféus de Melhor Série, Atriz (Phoebe Waller-Bridge), Roteiro (idem) e Direção (Harry Bradbeer) de Comédia, tratorando “Veep” e impedindo Julia Louis-Dreyfus de conquistar seu recorde histórico de vitórias. Além disso, Phoebe Waller-Bridge viu sua outra série na competição, “Killing Eve”, render o prêmio de Melhor Atriz de Drama para Jodie Comer. Ela chegou a dizer que “Isso está ficando ridículo”, ao subir ao palco pela terceira vez. Foi uma grande e bem-vinda surpresa, já que “Fleabag”, apesar de queridinha da crítica, era considerada azarão entre atrações mais consagradas, especialmente “Veep” e “Marvelous Mrs. Maisel”. Se “Veep” passou em branco em sua temporada final, “Mrs. Maisel” conquistou os prêmios de Atriz e Ator Coadjuvantes – após ter vencido na semana passada os troféus de Ator e Atriz Convidados em Comédia. A totalização de seis vitórias somadas entre “Fleabag” e “Mrs. Maisel” no domingo ainda causou um predomínio inesperado de produções da Amazon na categoria de Comédias, contrariando as expectativas de quem apostava num duelo particular entre HBO e Netflix. Para completar, a minissérie “A Very English Scandal” acrescentou mais uma vitória para a plataforma, na categoria de Ator Coadjuvante de Minissérie, vencida pelo inglês Ben Whishaw. Ainda assim, a HBO se saiu como o canal mais premiado da noite, graças a suas produções dramáticas. A principal conquista foi a vitória de “Game of Thrones” como Melhor Série de Drama. Produção com maior número de indicações, a série conquistou apenas outro troféu na cerimônia, dando a Peter Dinklage seu quarto Emmy de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel de Tyrion Lannister. Com isso, o astro se tornou o maior vencedor da categoria. “Chernobyl” foi a segunda produção mais premiada da noite com três troféus: Melhor Minissérie, Direção (Johan Renk) e Roteiro (Craig Mazin). E a HBO ainda somou mais duas vitórias com “Succession”, outras duas com o talk show “Last Week Tonight” e o prêmio de Melhor Ator de Comédia de Bill Hader, por “Barry”, contabilizando nove Emmys ao todo, contra os sete da Amazon. A Netflix acabou em 3º lugar. E seu principal destaque também foi surpreendente. A série “Ozark” rendeu o prêmio de Melhor Direção para o astro Jason Bateman, que superou três cineastas de “Game of Thrones”, e de Melhor Atriz Coadjuvante para a jovem Julia Garner, vencendo nada menos que quatro estrelas de “Game of Thrones”. Grande aposta da plataforma, “Olhos que Condenam” venceu apenas um prêmio: Melhor Ator de Minissérie para Jharrel Jerome. O quarto e último troféu ficou com “Black Mirror: Bandersnatch”, como Melhor Telefilme. Uma das vitórias mais festejadas da noite foi na categoria de Melhor Ator de Drama para Billy Porter, de “Pose”. Ele e Michelle Williams, Melhor Atriz de Minissérie por “Fosse/Verdun”, foram os representantes do canal pago FX. Ambos também fizeram, ao lado de Peter Dinklage e Patricia Arquette, os discursos mais engajados, em prol de maior tolerância, diversidade e igualdade de gêneros, formando um coral pelos direitos e representatividade das minorias na indústria televisiva. Patricia Arquette, por sinal, venceu o Emmy de Melhor Atriz Coadjvante de Minissérie por “The Act”, representante solitário da plataforma Hulu. Considerando os prêmios do final de semana passada, onde foram reconhecidos os melhores das chamadas “artes criativas” (prêmios técnicos, jornalísticos, documentários, animações e reality shows), as 10 emissoras com mais conquistas foram: HBO com 34 vitórias, Netflix 27, Amazon 15, National Geographic 8, NBC 7, CNN 5, FX 5, Hulu 4, CBS 4 e Fox 4. Outro dado interessante é que metade dos profissionais premiados por realizações individuais foram britânicos. A Academia da Televisão é dos Estados Unidos, mas se rendeu à qualidade do talento vindo do Reino Unido, especialmente das equipes envolvidas na produção de “Fleabag”, “Chernobyl”, “Last Week Tonight”, “Succession”, “Black Mirror: Bandersnatch” e “A Very English Scandal”. 13 dos 27 troféus da noite acabaram em mãos britânicas. Confira abaixo a lista completa dos vencedores da premiação principal da Academia. E clique nos links a seguir para lembrar os premiados das categorias de documentário e reality show, os vitoriosos em animação e os principais troféus técnicos do Emmy 2019. Vencedores do Emmy 2019 Melhor Série de Drama “Game of Thrones” Melhor Série de Comédia “Fleabag” Melhor Minissérie “Chernobyl” Melhor Telefilme “Black Mirror: Bandersnatch” Melhor Ator em Série de Drama Billy Porter (“Pose”) Melhor Atriz em Série de Drama Jodie Comer (“Killing Eve”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Peter Dinklage (“Game of Thrones”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Julia Garner (“Ozark”) Melhor Ator em Série de Comédia Bill Hader (“Barry”) Melhor Atriz em Série de Comédia Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Tony Shalhoub (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Melhor Ator em Série Limitada ou Telefilme Jharrel Jerome (“Olhos que Condenam”) Melhor Atriz em Série Limitada ou Telefilme Michelle Williams (“Fosse/Verdon”) Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Ben Whishaw (“A Very English Scandal”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Patricia Arquette (“The Act”) Melhor Direção em Série de Drama Jason Bateman (“Ozark”) Melhor Direção em Série de Comédia Harry Bradbeer (“Fleabag”) Melhor Direção em Série Limitada ou Telefilme Johan Renck (“Chernobyl”) Melhor Roteiro em Série de Drama Jesse Armstrong (“Succession”) Melhor Roteiro em Série de Comédia Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Melhor Roteiro em Série de Limitada ou Telefilme Craig Mazin (“Chernobyl”) Melhor Programa de Esquetes “Saturday Night Live” Melhor Programa de Variedade “Last Week Tonight” Melhor Programa de Competição “RuPaul’s Drag Race”

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  • Série

    Supergirl: Trailer completo da 5ª temporada apresenta nova vilã e novo uniforme

    22 de setembro de 2019 /

    A rede The CW divulgou o trailer completo do episódio de estreia da 5ª temporada de “Supergirl”. O vídeo destaca a chegada da nova vilã Meia-Noite (Jennifer Cheon Garcia), a raiva de Lena Luthor (Katie McGrath), uma aparição do Monitor (LaMonica Garrett) e a mudança do uniforme da heroína, que se torna mais conservador e menos colorido, com a troca da icônica saia vermelha por uma calça comprida azul. Além de trajar uniforme diferente, a atriz Melissa Benoist também aparece com franjas. A 5ª temporada de “Supergirl” estreia em 6 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Eternos: Angelina Jolie aparece loira nas primeiras fotos de bastidores do filme da Marvel

    22 de setembro de 2019 /

    A atriz Angelina Jolie foi flagrada por paparazzi durante as filmagens de “Eternos”. As primeiras imagens dos bastidores do filme trazem Angelina loira e de vestido branco. Na nova produção da Marvel, ela tem o papel da heroína-deusa Thena. Além dela, as imagens também captam aparições de Gemma Chan (“Capitã Marvel”) e Barry Keoghan (“Dunkirk”), que vivem respectivamente os heróis Sersi e Druig, sem esquecer da diretora Chloé Zhao (“Domando o Destino”). Veja abaixo. A produção foi oficializada durante a Comic-Con International, no final de julho, e fará parte do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). O elenco de “Eternos” ainda destaca Richard Madden (o Robb Stark de “Game of Thrones”) como Ikaris, Kumail Nanjiani (o Dinesh de “Silicon Valley”) como Kingo, Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”) como Phastos, Ma Dong-seok (“Invasão Zumbi”) como Gilgamesh, Salma Hayek (“Dupla Explosiva”) como Ajak, Lauren Ridloff (“The Walking Dead”) como Makkari, a menina Lia McHugh (“American Woman”) no papel de Sprite e Kit Harington (o Jon Snow de “Game of Thrones”) como Dane Whitman, o Cavaleiro Negro. A estreia está marcada para 29 de novembro de 2020 no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA. Angelina Jolie pictured on set of Marvel’s Eternals (1/2) pic.twitter.com/l0Ca2pqT7p — Let’s Talk Eternals! (@eternalsupdates) September 20, 2019 Angelina Jolie pictured on set of Marvel’s Eternals (2/2) pic.twitter.com/rN9Nmo51FC — Let’s Talk Eternals! (@eternalsupdates) September 20, 2019 Gemma Chan and Barry Keoghan pictured on set of Marvel’s Eternals. pic.twitter.com/Qe66d1BLrk — Let’s Talk Eternals! (@eternalsupdates) September 20, 2019

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  • Etc,  Série

    Aron Eisenberg (1969 – 2019)

    22 de setembro de 2019 /

    O ator Aron Eisenberg, que interpretou Nog na série “Star Trek: Deep Space Nine”, morreu no sábado (21/9). Sua morte foi relatada por sua esposa em um post no Facebook. A causa não foi revelada, mas Eisenberg havia recebido dois transplantes de rim. Ele tinha 50 anos. Eiseberg começou a atuar no final dos anos 1980, aparecendo em “Amityville 4: A Fuga do Mal” (1988), “A Casa do Espanto III” (1989) e “Um Sequestro Muito Louco” (1989). Mas só foi se destacar na TV, a partir de um episódio de “Anos Incríveis” (Wonder Years) em que interpretou um elfo de Natal. Ele apareceu em 47 episódios de “Deep Space Nine” como Nog, o primeiro Ferengi a se juntar à Frota Estelar, entre 1993 e 1999. Também apareceu num episódio de “Star Trek: Voyager”, dublou Nog no videogame “Star Trek Online” e integrou o elenco da recente série de fãs “Star Trek: Renegades”, disponibilizada na internet em 2017. Seu último trabalho foi no filme “Walk to Vegas”, do ator Eric Balfour, premiado no Festival de Cinema Independente da Califórnia e exibido na sexta-feira (20/9) na canal pago americano USA Network.

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  • Filme

    Filme de Downton Abbey surra Rambo nas bilheterias da América do Norte

    22 de setembro de 2019 /

    Sylverster Stallone foi com Rambo até o fim. Um fim melancólico nas bilheterias deste fim de semana na América do Norte. O longa distribuído pela Lionsgate teve o menor público entre as estreias amplas da semana, faturando apenas US$ 19M, que lhe rendeu o 3º lugar no ranking. Ficou atrás da sci-fi “Ad Astra”, estrelada por Brad Pitt, e levou uma surra de “Downton Abbey”. O filme baseado na série dramática britânica estreou em 1º lugar com US$ 31M nos Estados Unidos e Canadá. E liderou também as bilheterias do Reino Unido, somando US$ 61,8M em todo o mundo. O resultado foi o melhor desempenho da história do estúdio Focus, divisão da Universal especializada em produções de baixo orçamento e nos chamados filmes de arte. Na prática, os resultados deste fim de semana sinalizam que a grosseria brutal de Rambo pertence definitivamente ao passado. Não foi páreo para um drama sobre aristocratas refinados. O que deve motivar muita reflexão em Hollywood. Outro aspecto a ser considerado no sucesso de “Downton Abbey” é a iniciativa de produzir uma continuação de série de TV para o público de cinema. Embora seja um caminho óbvio no Brasil, é uma opção rara em Hollywood, que popularizou reboots e remakes, em vez de revivals para o cinema. Filmes derivados diretamente de séries costumam virar especiais de TV ou, mais recentemente, lançamentos de streaming, como o anunciado “El Camino”, spin-off de “Breaking Bad”. A bilheteria da produção britânica pode alterar essa estratégia. Nem a Universal devia acreditar no potencial da produção, já que deixou o lançamento fora de vários mercados internacionais importantes. A estreia no Brasil está marcada somente para daqui a dois meses, em 21 de novembro. “Ad Astra” ocupou o 2ª lugar com US$ 19,2M, mas rendeu mais no exterior, atingindo US$ 45,2M mundiais. O desempenho surpreendeu as expectativas de analistas, que projetaram uma derrota clamorosa para “Rambo”. Mas as críticas positivas encheram os cinemas. Assim como “Downton Abbey”, a sci-fi espacial foi muito elogiada na imprensa, atingindo 83% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. A estreia no Brasil acontece já nesta quinta (26/9). Já “Rambo: Até o Fim” fracassou em tudo. Sua bilheteria sequer conseguiu superar a de “Rambo II”, lançado há 34 anos – e isso sem reajuste pela inflação. Para demonstrar a preocupação do estúdio, os valores do exterior não estão sendo liberados. Diante disso, a consultoria Comscore avalia que o filme fez apenas US$ 9,2M nos 33 mercados externos em que foi lançado, valor que contabilizaria inclusive o Brasil. A produção custou US$ 50 milhões, fora P&A (despesas de cópias e publicidade, que costumam aumentar o orçamento em mais 30%). A pá de cal ficou por conta das críticas extremamente negativas. A avaliação não para de cair desde o começo do fim de semana. Está atualmente em 28% de aprovação geral no Rotten Tomatoes, desabando para 9% entre a crítica “top” – categoria dedicada à grande imprensa dos Estados Unidos. Com os três lançamentos ocupando o topo do ranking, o campeão das duas últimas semanas, “It: Capítulo Dois”, desceu para o 4º lugar. A comédia “As Golpistas”, estrelada por Jennifer Lopez, completa o Top 5. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Downton Abbey Fim de semana: US$ 31M Total EUA e Canadá: US$ 31M Total Mundo: US$ 61,8M 2. Ad Astra Fim de semana: US$ 19,2M Total EUA e Canadá: US$ 19,2M Total Mundo: US$ 45,2M 3. Rambo: Até o Fim Fim de semana: US$ 19M Total EUA e Canadá: US$ 19M Total Mundo: US$ 28,3M 4. It: Capítulo Dois Fim de semana: US$ 17,2M Total EUA e Canadá: US$ 179,1M Total Mundo: US$ 358,8M 5. As Golpistas Fim de semana: US$ 17M Total EUA e Canadá: US$ 62,5M Total Mundo: US$ 72,3M   6. O Rei Leão Fim de semana: US$ 2,5M Total EUA e Canadá: US$ 537,5M Total Mundo: US$ 1,6B 7. Bons Meninos Fim de semana: US$ 2,5M Total EUA e Canadá: US$ 77,3M Total Mundo: US$ 98,7M 8. Invasão ao Serviço Secreto Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA e Canadá: US$ 64,6M Total Mundo: US$ 118,2M 9. Mais que Vencedores Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA e Canadá: US$ 31,5M Total Mundo: US$ 31,5M 10. Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw Fim de semana: US$ 1,4M Total EUA e Canadá: US$ 170,6M Total Mundo: US$ US$ 750,1M

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    Emmy 2019: Veja todas (todas!) opções para acompanhar a premiação da TV americana

    22 de setembro de 2019 /

    A premiação do Emmy Awards 2019 acontece neste domingo (22/9) no Microsoft Theater, em Los Angeles. E é possível acompanhá-la de várias formas no Brasil. A transmissão oficial acontece pelo canal pago TNT ao vivo, desde o tapete vermelho, a partir das 20h. O mesmo programa estará disponível pelo aplicativo da TNT em dispositivos móveis. Quem perder ou quiser rever, também contará com uma reprise na segunda-feira, dia 23, na faixa da manhã. Carol Ribeiro e Hugo Gloss são os responsáveis pelas entrevistas no tapete vermelho, enquanto a narração do evento fica a cargo de Dane Taranha, com comentários de Michel Arouca. Junto com a transmissão na TV, haverá uma live no YouTube e no Twitter da TNT Brasil, também com início às 20h, sob o comando de Didi Effe, que comentará todos os acontecimentos da noite e receberá convidados especiais. Mas há outras formas de acompanhar o Emmy, além da cobertura da TNT. Como já é tradicional, o canal pago E! também transmite o evento direto do tapete vermelho, com entrevistas exclusivas e destaque para o visual das estrelas. O “E! Ao Vivo do Tapete Vermelho do Emmy Awards” começa, inclusive, mais cedo que a programação da TNT, às 19h. Os sites das revistas People e Entertainment Weekly farão a mesma cobertura, com programas ao vivo no tapete vermelho do Emmy. A Academia da Televisão ainda oferece um sinal alternativo para quem quiser acompanhar os bastidores do evento. O programa “Backstage LIVE!” será exibido em streaming nos sites Emmys.com, Fox.com e na página oficial da Academia no Facebook durante a cerimônia. Conteúdos exclusivos também serão postados no Instagram e no Twitter da Academia via a hashtag #Emmys. A rede americana Fox, que é o canal oficial da transmissão nos Estados Unidos, vai exibir o Emmy ao vivo em seu site oficial, mas o acesso ao sinal é oferecido apenas para residentes nos Estados Unidos. Como alguns desses sites podem bloquear visitas de usuários estrangeiros, os interessados em assisti-los podem fazer uso de uma VPN (informações no Google), o que não é proibido por nenhuma lei brasileira ou americana, e dá acesso a todos os endereços citados. Para completar, o site IMDb vai apresentar um programa pós-premiação, “IMDb LIVE After the Emmys Presented by CBS All Access”, que vai debater os resultados. Ele será transmitido simultaneamente no IMDb.com, na Amazon.com, Amazon Live, Twitch e Twitter.

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    Emmy 2019: Conheça os indicados e todos os detalhes da cerimônia de premiação deste domingo

    22 de setembro de 2019 /

    A 71ª edição do Emmy Awards, premiação da Academia da Televisão dos Estados Unidos, conclui-se neste domingo (22/9) no Microsoft Theater, em Los Angeles. Considerado o “Oscar da TV”, o evento é dividido em três noites e já entregou os chamados “prêmios criativos” (basicamente técnicos) no fim de semana passado. Por isso, o líder em indicações, “Game of Thrones”, já levou 10 das 32 estatuetas a que concorre neste ano. Além de “Game of Thrones”, que se despede como série mais premiada da história do Emmy, a cerimônia também pode fazer a atriz Julia Louis-Dreyfus atingir o recorde de sete troféus pelo mesmo papel, na série “Veep”, e igualar o recorde de Cloris Leachman como atriz de TV mais premiada de todos os tempos, com nove vitórias na carreira. O que torna sua disputa com Rachel Brosnahan, a “Maravilhosa Mrs. Meisel”, uma das mais esperadas da noite. Outro confronto que gera expectativas vai se dar entre as minisséries aclamadas “Chernobyl” e “Olhos que Condenam”. Assim como aconteceu o Oscar 2019, a entrega de prêmios da Academia da Televisão deste ano não terá apresentador. Será a quarta vez na História do Emmy que a premiação será realizada dessa forma. A última vez foi em 2003. No caso do Oscar, a decisão aconteceu após a desistência de Kevin Hart – escolhido como apresentador, ele se envolveu numa polêmica. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas pediu que o ator se desculpasse por tuítes insensíveis, mas Hart se recusou e decidiu não apresentar o evento. Com isso, a cerimônia foi mais rápida, com vários artistas de Hollywood se revezando, e registrou até mesmo um pequeno aumento na audiência, que vinha caindo nos últimos anos. Durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), o produtor Don Mischer, responsável pelo evento, disse que já fez outras cerimônias do Emmy sem apresentador e o resultado foi positivo: “Pode ser muito melhor fazer sem um apresentador, já que isso funcionou antes e nos permite ser mais imprevisíveis”. Algumas “surpresas”, porém, já vazaram. Se não vai haver apresentador, o Emmy terá, em compensação, um narrador oficial. O comediante Thomas Lennon (“Santa Clarita Diet”) vai fazer algumas intervenções de áudio entre os anúncios e os discursos dos vencedores – os famosos “comentários” com factoides sobre os premiados. A cerimônia também romperá com a tradição de ter acompanhamento orquestral ao vivo. Em vez disso, o evento será embalado por hits que tenham relação com séries, personagens ou astros premiados. Algumas participações especiais já estão confirmadas. A sessão “In Memoriam”, que homenageia artistas falecidos no último ano, será acompanhada por uma performance ao vivo da cantora Halsey. E o comediante Adam Devine (“A Escolha Perfeita”) comandará um número musical na introdução das categorias de variedade. O Emmy 2019 será exibido na íntegra a partir das 20h, desde seu tapete vermelho, no canal pago TNT. Mas também poderá ser acompanhado em outras plataformas. Veja aqui todas as alternativas. Aproveite para lembrar abaixo os indicados que competem pelos troféus mais cobiçados do evento. Além destes, já foram anunciados os vencedores das categorias de documentário e reality show, os premiados em animação e os principais prêmios técnicos do Emmy 2019. Clique nos links para saber mais. Indicados ao Emmy 2019 Melhor Série de Drama Game of Thrones This Is Us Killing Eve Ozark Better Call Saul Succession Segurança em Jogo Pose Melhor Série de Comédia Veep Boneca Russa The Marvelous Mrs. Maisel Barry Fleabag The Good Place Schitt’s Creek Melhor Telefilme Black Mirror: Bandersnatch Deadwood – O Filme Brexit Meu Jantar com Herve Rei Lear Melhor Minissérie ou Série Limitada Sharp Objects Escape at Dannemora Chernobyl Olhos que Condenam Fosse/Verdon Melhor Ator em Série de Drama Sterling K. Brown (This Is Us) Milo Ventimiglia (This Is Us) Jason Bateman (Ozark) Billy Porter (Pose) Bob Odenkirk (Better Call Saul) Kit Harington (Game of Thrones) Melhor Atriz em Série de Drama Sandra Oh (Killing Eve) Jodie Comer (Killing Eve) Emilia Clarke (Game of Thrones) Laura Linney (Ozark) Robin Wright (House of Cards) Mandy Moore (This Is Us) Viola Davis (How to Get Away With Murder) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Alfie Allen (Game of Thrones) Peter Dinklage (Game of Thrones) Nikolaj Coster-Waldau (Game of Thrones) Jonathan Banks (Better Call Saul) Giancarlo Esposito (Better Call Saul) Michael Kelly (House of Cards) Chris Sullivan (This Is Us) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Gwendoline Christie (Game of Thrones) Lena Headey (Game of Thrones) Fiona Shaw (Killing Eve) Maisie Williams (Game of Thrones) Sophie Turner (Game of Thrones) Julia Garner (Ozark) Melhor Ator em Série de Comédia Anthony Anderson (Black-ish) Bill Hader (Barry) Ted Danson (The Good Place) Michael Douglas (The Kominsky Method) Don Cheadle (Black Monday) Eugene Levy (Schitt’s Creek) Melhor Atriz em Série de Comédia Rachel Brosnahan (The Marvelous Mrs. Maisel) Julia Louis-Dreyfus (Veep) Natasha Lyonne (Boneca Russa) Phoebe Waller-Bridge (Fleabag) Christina Applegate (Disque Amiga para Matar) Catherine O’Hara (Schitt’s Creek) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Henry Winkler (Barry) Tony Shalhoub (The Marvelous Mrs. Maisel) Alan Arkin (O Método Kominsky) Tony Hale (Veep) Stephen Root (Barry) Anthony Carrigan (Barry) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Kate McKinnon (Saturday Night Live) Alex Borstein (The Marvelous Mrs. Maisel) Anna Chlumsky (Veep) Betty Gilpin (GLOW) Marin Hinkle (The Marvelous Mrs. Maisel) Sarah Goldberg (Barry) Olivia Colman (Fleabag) Sian Clifford (Fleabag) Melhor Ator em Série Limitada ou Telefilme Mahershala Ali (True Detective) Jared Harris (Chernobyl) Jharrel Jerome (Olhos que Condenam) Sam Rockwell (Fosse/Verdon) Benicio del Toro (Escape at Dannemora) Hugh Grant (A Very English Scandal) Melhor Atriz em Série Limitada ou Telefilme Michelle Williams (Fosse/Verdon) Patricia Arquette (Escape at Dannemora) Amy Adams (Sharp Objects) Joey King (The Act) Aunjanue Ellis (Olhos Que Condenam) Niecy Nash (Olhos Que Condenam) Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Asante Blackk (Olhos Que Condenam) Paul Dano (Escape At Dannemora) John Leguizamo (Olhos Que Condenam) Stellan Skarsgård (Chernobyl) Ben Whishaw (A Very English Scandal) Michael K. Williams (Olhos Que Condenam) Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Patricia Arquette (The Act) Patricia Clarkson (Sharp Objects) Emily Watson (Chernobyl) Margaret Qualley (Fosse/Verdon) Marsha Stephanie Blake (Olhos Que Condenam) Vera Farmiga (Olhos Que Condenam) Melhor Direção em Série de Drama Game of Thrones (The Iron Throne) Game of Thrones (The Last of the Starks) Game of Thrones (The Long Night) The Handmaid’s Tale (Holly) Killing Eve (Desperate Times) Ozark (Reparations) Succession (Celebration) Melhor Direção em Série de Comédia Barry (The Audition) Barry (ronny/lilly) The Big Bang Theory (The Stockholm Syndrome) Fleabag (Episódio 1) The Marvelous Mrs. Maisel (All Alone) The Marvelous Mrs. Maisel (We’re Going To The Catskills!) Melhor Direção em Série Limitada ou Telefilme Chernobyl Escape at Dannemora Fosse/Verdon (Glory) Fosse/Verdon (Who’s Got the Pain) A Very English Scandal Olhos Que Condenam Melhor Roteiro em Série de Drama Better Call Saul (Winner) Segurança em Jogo (Episódio 1) Game of Thrones (The Iron Throne) The Handmaid’s Tale (Holly) Killing Eve (Nice and Neat) Succession (Nobody is Ever Missing) Melhor Roteiro em Série de Comédia Barry (ronny/lilly) Fleabag (Episódio 1) The Good Place (Janet(s)) PEN15 (Anna Ishii-Peters) Boneca Russa (Nothing In This World Is Easy) Boneca Russa (A Warm Body) Veep Melhor Roteiro em Série de Limitada ou Telefilme Chernobyl Escape at Dannemora (Episódio 6) Escape at Dannemora (Episódio 7) Fosse/Verdon (Providence) A Very English Scandal Olhos Que Condenam (Parte 4) Melhor Programa de Esquetes Saturday Night Live Drunk History I Love You, America At Home with Amy Sedaris Documentary Now Who Is America? Melhor Programa de Variedade Full Frontal with Samantha Bee Jimmy Kimmel Live! Last Week Tonight The Daily Show with Trevor Noah The Late Late Show with James Corden The Late Show with Stephen Colbert Melhor Programa de Competição RuPaul’s Drag Race American Ninja Warrior Mandou Bem! (Nailed It) Top Chef The Voice The Amazing Race

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  • Série

    Criadora e atriz de The L Word desenvolvem série LGBTQIA+ para canal adolescente da Disney

    22 de setembro de 2019 /

    Ilene Chaiken e Jennifer Beals, respectivamente criadora e estrela da série “The L Word”, juntaram-se num novo projeto LGBTQIA+. Desta vez, para adolescentes. As duas vão produzir o piloto de uma adaptação do aclamado romance “Os Sete Maridos de Evelyn Hugo”, de Taylor Jenkins Reid, para o canal pago da Disney voltado à adolescentes, o Freeform. A produção dramática é o primeiro projeto do estúdio Fox 21, agora propriedade da Disney, a ganhar encomenda do Freeform. A história de “Os Sete Maridos de Evelyn Hugo” gira em torno de Monique, uma jornalista de 20 e poucos anos que é escolhida a dedo por Evelyn Hugo, uma estrela icônica da Era de Ouro de Hollywood, para escrever sua biografia. A trama acontece em tempos paralelos, acompanhando as memórias de juventude de Evelyn, em seus desafios de carreira, busca de afirmação racial e sexualidade, e o impacto dessas revelações na vida de Monique, que passa a assumir riscos para descobrir sua verdadeira identidade – que pode ter a ver com a própria estrela de cinema. O projeto é o segundo romance de Reid atualmente em fase de adaptação para o formato de série. O outro é “Daisy Jones & The Six”, em desenvolvimento para a Amazon com produção da também atriz Reese Witherspoon (“Big Little Lies”). Para o Freeform, “The Seven Husbands of Evelyn Hugo” (título original) reflete sua nova meta de virar o canal dos “becomers” – telespectadores em vias de se definir em relação ao amor, aos estudos e à profissão. Caso o piloto seja aprovado, a série vai se juntar a “Grown-ish” e “The Bold Type”, que exemplificam o tipo de produção almejada. As produtoras Ilene Chaiken e Jennifer Beals também estão envolvidas na nova série derivada de “The L Word”, chamada de “The L Word: Generation Q”, em que Beals vai reprisar o papel de Bette Porter, que viveu na série original. Esta série estreia em 8 de dezembro no canal pago americano Showtime.

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  • Etc

    Brasil entra na lista de países intolerantes em nova HQ dos X-Men

    22 de setembro de 2019 /

    A mais nova edição de “House of X”, publicação que marca a volta dos X-Men aos quadrinhos da Marvel, coloca o Brasil entre as nações inimigas e hostis aos mutantes. O país foi listado ao lado de Rússia, Venezuela e Irã como o grupo mais intolerante, que não se dispõe a aceitar o reconhecimento de uma nação mutante na ONU. Na trama concebida por Jonathan Hickman, Charles Xavier luta na ONU para que a Ilha de Krakoa, povoada apenas por mutantes, seja considerada uma nação soberana. Para convencer os outros países, o Professor oferece remédios feitos a partir de uma planta nativa. O Brasil rejeita a proposta, ao lado dos países citados. Sem entrar em detalhes, a recusa é resumida a um quadro que ilustra o mapa da rejeição. Veja abaixo. Como todo fã dos X-Men sabe, os personagens são metáforas para minorias perseguidas. O registro acontece após o prefeito do Rio de Janeiro tentar censurar uma publicação da editora, por conter um beijo gay entre dois super-heróis. A notícia repercutiu nos Estados Unidos. A trama de “House of X” parece refletir uma mudança mundial de percepção sobre o país. Antes celebrado por sua aparente tolerância generalizada, o país passou a ser encarado como um dos mais intolerantes do mundo. Para demonstrar que os quadrinhos não estão exagerando, nesta semana vieram à tona na imprensa os planos do Brasil para comandar uma reação conservadora na ONU, visando impedir que minorias tenham seus direitos reconhecidos. Usando a defesa da família como escudo, o país se juntou ao Egito e aos regimes mais conservadores do Oriente Médio e do mundo islâmico para evitar que direitos LGBTQs e femininos apareçam em documentos da ONU. No Brasil, ONGs solicitaram acesso aos documentos do Itamaraty sobre o assunto, e o acesso foi negado.

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  • Etc

    Ainda inéditos, streamings da Disney e Apple já fazem Netflix se desvalorizar

    21 de setembro de 2019 /

    A Netflix tomou um tombo no mercado de ações de Nova York na sexta-feira (20/9). Suas ações caíram 5,5% em um único dia. A responsabilidade pela desvalorização súbita é atribuída à sinceridade de Reed Hastings, CEO da companhia, ao admitir para a revista Variety que será muito difícil se manter na liderança do mercado de streaming com a chegada da Disney+ (Disney Plus) e outras plataformas. “Embora tenhamos competido com muitas pessoas na última década, é um mundo totalmente novo a partir de novembro, entre o lançamento da Apple e o lançamento da Disney e, é claro, o crescimento da Amazon. Será uma competição difícil. Os consumidores terão muitas opções de escolha”, disse E a competição só vai aumentar. Em 2020, também vão se juntar às ofertas de streaming os serviços HBO Max (da WarnerMedia), Peacock (da Comcast – isto é, NBCUniversal) e a plataforma ainda sem nome da ViacomCBS (inclui a Paramount)

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  • Filme

    The Aeronauts ganha novo trailer de tirar o fôlego

    21 de setembro de 2019 /

    A eOne divulgou o pôster e o trailer britânicos de “The Aeronauts”, aventura de época que volta a juntar os atores Eddie Redmayne e Felicity Jones após a parceria bem-sucedida de “A Teoria de Tudo” (2014). A prévia é de tirar o fôlego, tanto pela fotografia belíssima quanto pelas cenas de tensão sobre os céus da Inglaterra vitoriana. Baseada em fatos reais, a produção inglesa conta a história de um casal que desafiou a gravidade no século 19, em voo pioneiro num balão movido a ar quente. Redmayne vive o papel do cientista James Glaisher, que queria provar a plausibilidade de uma nova ciência, a meteorologia, em sua capacidade de prever mudanças climáticas, e Jones interpreta a piloto Amelia Wren, que desafiou o machismo vitoriano para se tornar a única pessoa capaz de conduzir Glaisher em sua missão, e ir mais alto que nenhum homem jamais tinha ido num balão. Além da reconstituição de época, a trama explora o clima de aventura e toda a tensão da viagem de balão, que encontra beleza nas alturas, mas também a fúria de tempestades, mostrando a fragilidade do empreendimento voador. O roteiro foi escrito por Jack Thorne (“Extraordinário”) e a direção é de Tom Harper (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”). O longa teve première no Festival de Toronto, onde foi elogiadíssimo, conquistando 90% de aprovação no Rotten Tomatoes e muitas recomendações para que o público vá assisti-lo nos cinemas – de preferência, em telas IMAX. Apesar disso, enfrenta boicote das grandes redes de cinema, porque, após lançamento limitado em novembro no Reino Unido e dezembro nos EUA, será disponibilizado rapidamente na plataforma da Amazon, coprodutora do filme. Por sinal, “The Aeronauts” não deve passar nos cinemas brasileiros, chegando aqui diretamente em streaming.

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  • Filme

    Marvel libera curta integral do Porco-Aranha com dublador do Aranhaverso

    21 de setembro de 2019 /

    A Marvel divulgou em seu canal no YouTube o curta animado “Peter Porker – O Espetacular Porco-Aranha” (“Spider-Ham: Caught in a Ham”), que mostra uma aventura solo do personagem de “Homem-Aranha no Aranhaverso” (2018). Peter Porker fazia parte de um universo antropomórfico da Marvel, concebido como paródia por Tom DeFalco e Mark Armstrong nos anos 1980. A tentativa de lançar quadrinhos de humor da Marvel teve curta duração. Por isso, a ideia de um Porco-Aranha só foi voltar a fazer rir numa piada aleatória do filme de “Os Simpsons” (em 2007), antes de ganhar proeminência no primeiro longa animado do Homem-Aranha. O curta foi lançado originalmente como um extra do blu-ray do filme vencedor do Oscar de Melhor Animação, e traz o comediante John Mulaney repetindo seu papel vocal como Porco-Aranha. Na trama, ele enfrenta seu grande inimigo, o Dr. Crawdaddy (voz de Aaron LaPlante, dublador dos Gremlins de “Hotel Transilvânia 3”) Roteiro e direção são de Miguel Jiron, que trabalhou na animação do “Aranhaverso”. Além de vencer o Oscar, “Homem-Aranha no Aranhaverso” foi sucesso de público e crítica e já teve sua sequência encomendada.

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  • Filme

    Um Conto de Natal vai virar musical com Will Ferrell e Ryan Reynolds

    21 de setembro de 2019 /

    O clássico “Um Conto de Natal” de Charles Dickens, adaptado diversas vezes para o cinema e a TV, vai ganhar mais uma versão. Desta vez, será um musical produzido e estrelado por Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) e Ryan Reynolds (o “Deadpool”). O filme tem roteiro e direção de Sean Anders e John Morris, responsáveis pela comédia “Pai em Dose Dupla” e sua continuação, ambas estreladas por Ferrell. Escrito por Dickens em 1843, “Um Conto de Natal” conta a conhecidíssima história de Ebenezer Scrooge, um homem avarento e solitário, que odeia o Natal e tudo o que a festa representa, até que recebe a visita de três fantasmas que o fazem repensar seu comportamento, despertando sentimentos aparentemente adormecidos. Trata-se de uma das histórias mais filmadas de todos os tempos, cujas primeiras adaptações datam da década de 1920. Mais recentemente, “Um Conto de Natal” também virou comédia com Bill Murray, romance com Matthew McConaughey, animação computadorizada com Jim Carrey e foi até encenada pelos Muppets. Por enquanto, a versão musical segue sem previsão de estreia.

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