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Justiça condena Gato Preto e Bia Miranda a pagar R$ 211 mil por acidente

Influenciador dirigia sob efeito de álcool e drogas, enquanto ex-companheira foi responsabilizada por expor e ofender as vítimas nas redes sociais

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19 de outubro de 2026
Etc

PF prende mãe e irmão de Oruam em operação contra o Comando Vermelho

Márcia Gama e Lucas Nepomuceno estão entre os 19 detidos em investigação sobre monopólio de internet e lavagem de dinheiro no Rio

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19 de outubro de 2026
Etc

Deputado do PL dispara arma em balada e tiro atinge Fred Bruno de raspão

Marcelo Aguiar foi detido após confusão em casa noturna, mas acabou liberado por imunidade parlamentar. Arma foi apreendida para perícia

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TV

Alane Dias estreia na Globo e no cinema em novembro

Ex-BBB 24 interpretará uma veterinária em "Lá na Minha Terra" e viverá duas personagens no filme "Verão da Lata"

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19 de outubro de 2026
Música

Anitta processa Luiz Bacci após ataques sexuais e políticos

Cantora acionou a Justiça após apresentador fazer comentários sobre sua vida sexual em programa no YouTube, depois de seu apoio a Lula

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19 de outubro de 2026
  • Série

    The Mandalorian: Primeira série live-action de Star Wars ganha cinco pôsteres de personagens

    28 de outubro de 2019 /

    A Disney divulgou uma coleção de pôsteres de “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”. As artes destacam os personagens principais da produção: o mandaloriano do título (vivido por Pedro Pascal, de “Narcos”), Cara Dune (Gina Carano, de “Deadpool”), Greef Carga (Carl Weathers, o Apollo de “Rocky”), além do robô IG-11 e um alienígena chamado Kuiil. Uma curiosidade sobre o robô é que, embora similar a IG-88, que foi introduzido – muito brevemente – em “O Império Contra-Ataca” (1980) junto com os caçadores de recompensas Boba Fett, Dengar, Bossk, Zuckuss e 4-LOM, ele é inédito na franquia e será dublado na série pelo cineasta Taika Waititi (de “Thor: Ragnarok”), que também assina um episódio como diretor. Já Kuiil é um Ugnaught, que tem a voz do veterano ator Nick Nolte (“Invasão ao Serviço Secreto”). A série da plataforma Disney+ (Disney Plus) tem sido descrita como uma odisseia de pistoleiros que combina tramas do Velho Oeste com cenários de ficção científica. Vale lembrar que o título refere-se a um nativo do planeta Mandalore, que os fãs de “Star Wars” conhecem como a terra natal dos notórios caçadores de recompensas Boba Fett e Jango Fett, evocados no visual de Pedro Pascal. Criada, escrita e produzida pelo cineasta Jon Favreau (“O Rei Leão”), a série se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem. Isto é, entre os filmes “Star Wars: O Retorno de Jedi” (1983) e “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). E vai estrear junto da plataforma Disney+ (Disney Plus), em 12 de novembro nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Austrália e Nova Zelândia. A expectativa é que o serviço de streaming chegue ao Brasil em 2020.

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  • Filme

    Diretor diz que Jurassic World 3 é na verdade Jurassic Park 6

    28 de outubro de 2019 /

    Os reforços de Jeff Goldblum, Sam Neill e Laura Dern no elenco do terceiro “Jurassic World” está fazendo o diretor Colin Trevorrow chamar o filme de “Jurassic Park 6”. A revelação foi feita em entrevista para a revista Empire. “Este novo filme permite que o legado destes personagens seja parte da história, de forma orgânica. Emily Carmichael [corroteirista] e eu o chamamos de ‘Jurassic Park 6’, porque é o que ele é”, explicou o cineasta. Será a primeira vez que os três atores contracenarão como os personagens do primeiro “Jurassic Park” desde o lançamento do filme original, em 1993 – o elenco se alternou nas duas continuações oficiais. Eles se juntarão a Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, protagonistas de “Jurassic World”, confirmando que as duas trilogias jurássicas são parte da mesma franquia. Na entrevista, o diretor também afirmou que existe uma grande colaboração entre atores e roteiristas na produção do filme, já que tanto os astros da trilogia original quanto o casal dos novos longas conhecem bem seus personagens e são capazes de localizar seu lugar na nova história. “Eles conhecem e amam estes personagens. Vamos fazer isso juntos”. Além de dirigir, Trevorrow assina o roteiro ao lado de Emily Carmichael (“Círculo de Fogo: A Revolta”). Eles trabalharam juntos no curta “Battle at Big Rock”, que serve como uma prévia do filme (e pode ser visto integralmente neste link). A estreia de “Jurassic World 3″/”Jurassic Park 6” prevista apenas para junho de 2021.

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  • Filme

    Rachel Weisz vai estrelar cinebiografia de Elizabeth Taylor centrada em ativismo contra a Aids

    28 de outubro de 2019 /

    A atriz Rachel Weisz (“A Favorita”) vai viver uma das maiores lendas de Hollywood em seu próximo filme, ninguém menos que Elizabeth Taylor em “A Special Relationship”. A produção cinebiográfica será focada no ativismo de Taylor em prol das vítimas de HIV/AIDS, nos anos 1980. Na época, a atriz tinha como assistente pessoal o jovem gay Roger Wall, com quem formou um estreito laço de amizade e que a ajudou a se informar sobre a epidemia do HIV. A morte de Rock Hudson, com quem ela contracenou em “Assim Caminha a Humanidade”, vítima de Aids em 1985, também foi um momento chave para transformar a estrela na face mais conhecida do movimento de conscientização contra a Aids. Neste papel, ela apostou sua reputação para enfrentar diretamente o então presidente Ronald Reagan, responsável por travar a formulação de políticas de contenção da doença e investimentos para seu tratamento por puro e assumido preconceito – porque a doença afetava desproporcionalmente a comunidade LGBTQIA+. Barbara Berkowitz e Tim Mendelson, que administram o legado de Elizabeth Taylor, aprovaram a produção do longa-metragem, que está sendo escrito pelo roteirista inglês Simon Beaufoy, vencedor do Oscar por “Quem Quer Ser um Milionário” (2008). “A Special Relationship” ainda não tem data de estreia definida.

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  • Filme

    Academia celebra inclusão e diversidade na entrega dos Oscars honorários de 2019

    28 de outubro de 2019 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos entregou os Oscars honorários deste ano, numa cerimônia realizada no domingo (27/10) em Los Angeles. Chamado de Governors Awards (‘governors’ são os diretores da organização, não governadores de estados), o evento celebrou as carreiras dos cineastas David Lynch e Lina Wertmüller e do ator Wes Studi, além de homenagear a atriz Geena Davis com o Prêmio Humanitário Jean Hersholt. Os temas da diversidade e inclusão, tanto sexual quanto racial, marcaram os discursos. Davis, uma das protagonistas de “Thelma e Louise” (1991), afirmou que o “road movie” clássico e feminista a incentivou a lutar pelo equilíbrio de gênero no cinema. “‘Me fez perceber de uma maneira muito poderosa as poucas oportunidades que damos às mulheres de sair de um filme sentindo-se empolgadas e empoderadas por personagens femininas”, disse a atriz sobre o filme de 1991. Desde então, ela tem se engajado na luta por mais espaço às mulheres no cinema e, em 2004, fundou um instituto que compila dados sobre preconceitos de gênero. Ao receber o prêmio da Academia por este trabalho, ela pediu aos cineastas que revisem os projetos atuais e “risquem muitos nomes de personagens do elenco e os transformem em mulheres”. Responsável por entregar o troféu, a diretora e atriz Olivia Wilde afirmou que Geena Davis “estava 20 anos à frente do movimento #TimesUp”. Aos 91 anos, a cineasta italiana Lina Wertmuller foi celebrada em Hollywood após mais de quatro décadas de sua façanha histórica, como a primeira mulher indicada ao Oscar de Direção (por “Pasqualino Sete Belezas”). A questão racial, por sua vez, veio à tona com o reconhecimento da carreira de Wes Studi. O astro de “Dança com Lobos” (1990) e “O Último dos Moicanos” (1992) se tornou o primeiro ator nativo americano a receber um Oscar. “Eu gostaria apenas de dizer: já estava na hora”, declarou Studi, muito aplaudido. “Tem sido uma viagem selvagem e maravilhosa”, completou. O prêmio de Studi aconteceu quase meio século depois de Marlon Brando rejeitar o Oscar de Melhor Ator por “O Poderoso Chefão” em protesto pelo tratamento dado aos nativos americanos pela indústria do cinema. Em 1973, ele enviou uma atriz indígena para discursar em seu nome. “Poucas oportunidades no cinema, nos dois lados da câmera, foram concedidas a artistas nativos ou indígenas. Estamos em uma sala cheia de pessoas que podem mudar isso”, disse Christian Bale, que entregou o prêmio, após ter protagonizado com Studi o filme “Hostis”, de 2017. A lista de homenageados se completou com o cineasta David Lynch, indicado três vezes ao prêmio de Melhor Diretor, mas que nunca venceu a estatueta. Considerado um dos principais cineastas americanos de sua geração, Lynch é o diretor de filmes cultuadíssimos como “O Homem Elefante” (1980), “Veludo Azul” (1986), “Coração Selvagem” (1990) e “Cidade dos Sonhos” (1999), além de criador da série “Twin Peaks”. Ele foi apresentado por Laura Dern e Kyle MacLachlan, que atuaram em vários de seus filmes, e descreveram Lynch como um “homem renascentista moderno”. Os Oscars honorários são entregues todos os anos para homenagear as carreiras de grandes figuras do cinema. A cerimônia passou a acontecer em um evento separado da premiação da Academia em 2009 para render homenagens mais longas que as permitidas pelo tempo apertado da exibição televisiva. Os homenageados também são apresentados durante a transmissão do Oscar, cuja próxima edição vai acontecer em 9 de fevereiro.

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  • Série

    Superman vai ganhar nova série na TV americana

    28 de outubro de 2019 /

    Após o sucesso da estreia de “Batwoman”, a rede The CW vai investir em mais séries de super-heróis da DC Comics. Preparando substitutos para o fim de “Arrow” em janeiro, o canal encomendou a produção de dois pilotos. Além do já anunciado spin-off de “Arrow”, centrado na filha do Arqueiro Verde, o CW recebeu autorização da Warner para desenvolver uma nova série de Superman, a primeira protagonizada pelo personagem em mais de 20 anos – desde “Lois & Clark: As Novas Aventuras de Superman” (1993-1997) – , lembrando que “Smallville” era centrada em Clark Kent, o herói conhecido como “Borrão” (Blur) – proibido de ser chamado de Superman por imposição da divisão de cinema do estúdio. Intitulado (a princípio) “Superman & Lois”, o projeto será um spin-off de “Supergirl” estrelado por Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch, que já apareceram como Superman e Lois Lane na série da heroína. Assim como “Lois & Clark”, a nova série deverá ser centrada nas aventuras do casal formado pelo super-herói mais famoso do mundo e a jornalista mais destemida dos quadrinhos. Mas com uma pequena/grande diferença: pela primeira vez, eles serão mostrados como pais de um superbebê, lidando com todo tipo de estresse, pressão e complexidade relacionado às suas posições de pais trabalhadores no século 21. Vale lembrar que, em sua última aparição em “Supergirl”, Lois estava grávida. A produção faz parte do acordo milionário do produtor Greg Berlanti com a Warner – ele produz todas as séries de super-heróis da CW e boa parte das atrações da plataforma DC Universe. “Superman & Lois” está sendo desenvolvida pelo próprio Berlanti em parceria com Todd Helbing (produtor-roteirista de “The Flash”). Antes da estreia do novo programa, Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch vão ser vistos como Superman e Lois Lane no próximo crossover do Arrowverso. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção.

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  • Filme

    O Grito: Nova versão do terror da fantasma cabeluda ganha trailer legendado e dublado

    28 de outubro de 2019 /

    A Sony Pictures divulgou fotos, pôsteres o primeiro trailer do reboot de “O Grito” (The Grudge), em versão legenda e dublada. A prévia transporta a maldição japonesa para uma casa de subúrbio americana, que jamais deve ser adentrada. Os curiosos que entram em seus aposentos passam a ser perseguidos por um espírito feminino vingativo, que se manifesta como uma fantasma cabeluda. Seus cabelos assustam por cima da sua cara, boiando na banheira, escondendo-se debaixo da cama e levitando de várias formas. A produção é a segunda versão americana do longa japonês original, que, por sua vez, também era refilmagem de outra produção – um telefilme do mesmo diretor, Takashi Shimizu. Ou seja, será a quarta vez que a mesma história será contada desde o ano 2000. Tudo começou com o telefilme japonês de 2000, que ganhou versão de cinema em 2002, quando os filmes de J-horror com mulheres fantasmas de cabelo na cara ainda eram novidade. “Ju-On”, o título japonês, ainda acrescentou o menino fantasma de boca aberta, que virou outro ícone do gênero. Rendeu inúmeras continuações e até um crossover, “Sadako vs. Kayako”, em que sua mulher fantasma de cabelo na cara enfrentou a mulher fantasma de cabelo na cara de “O Chamado” (Ringu, em japonês). O primeiro remake americano foi lançado em 2004 com direção do criador da franquia, o cineasta Takashi Shimizu, que mudou apenas a etnia da protagonista. Ela virou uma enfermeira americana (Sarah Michelle Gellar) que enfrentava a maldição enquanto trabalhava em Tóquio, no Japão. O fato de manter a locação original foi uma tentativa de preservar os mitos sobre espíritos maus do folclore do país. E deu certo. O filme fez sucesso suficiente para também ganhar continuações – mas o terceiro filme já saiu direto em vídeo. A nova produção preserva o título original americano (e brasileiro), sem adendos, porque mantém a mesma premissa, mas muda os personagens e a locação. Desta vez, o terror ataca nos subúrbios e ameaça uma típica família americana. Ironicamente, porém, os personagens americanos são vividos por um ator mexicano, um sul-coreano e uma atriz inglesa, que têm os papéis principais. Demian Bichir (“Os Oito Odiados”), John Cho (“Star Trek”) e Andrea Riseborough (“Birdman”) são os protagonistas do filme, que ainda inclui em seu elenco Lin Shaye (“Sobrenatural”) e Betty Gilpin (“GLOW”). Roteiro e direção são assinados por Nicolas Pesce (“Os Olhos da Minha Mãe”) e a produção está a cargo do cineasta Sam Raimi (“Homem-Aranha”), que se disse “muito animado”, em comunicado oficial, com todo este prospecto. A estreia vai acontecer em 16 de janeiro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Etc,  Série,  TV

    Jorge Fernando (1955 – 2019)

    28 de outubro de 2019 /

    O ator e diretor Jorge Fernando morreu no domingo (27/10), aos 64 anos, após dar entrada no Hospital CopaStar, em Copacabana, devido a uma parada cardíaca. Ele vinha se recuperando de um AVC (acidente vascular cerebral), que sofreu há dois anos, e tinha inclusive retomado a carreira, como ator e diretor da novela “Verão 90”, encerrada em julho passado. Jorge começou a atuar na escola onde estudava no Méier, Zona Norte do Rio, e se lançou em meio ao boom do teatro besteirol, estreando como ator profissional em 1976, na peça “As Mil e uma Encarnações de Pompeu Loredo”, de Mauro Rasi e Vicente Pereira. A carreira televisiva começou dois anos depois, como ator na série “Ciranda, Cirandinha”, de 1978, no papel de Reinaldo (Rei). Mas ele não queria ficar só na frente das câmeras. Mostrando sua versatilidade, no mesmo ano estrelou e dirigiu a peça “Zoológico” e foi assistente de direção do filme “Na Boca do Mundo”. Ele fez transição para as novelas com um papel de destaque em “Pai Herói” (1979), onde viveu o antagonista de Tony Ramos. Mas ao atuar em sua novela seguinte, “Água Viva” (1980), passou a se interessar mais pelo trabalho atrás das câmeras, acumulando sem créditos o papel de co-diretor. Sua estreia oficial como diretor da Globo aconteceu logo em seguida, em “Coração Alado”, de Janete Clair, em 1980. Ao todo, ele dirigiu 34 novelas, minisséries e séries. Um dos seus sucessos mais marcantes foi “Guerra dos Sexos” (1983), escrita por Sílvio de Abreu, que tinha como protagonistas Fernanda Montenegro e Paulo Autran (seu pai em “Pai Herói”). O tom de humor que ajudou a imprimir na produção acabou virando sua marca, e por um bom tempo determinou o estilo das novelas das 19h. Ele próprio assinou a direção de alguns dos maiores sucessos do horário, como “Vereda Tropical” (1984), “Cambalacho” (1986), “Brega & Chique” (1987) e “Que Rei Sou Eu?” (1989), antes de fazer sua transição para o “horário nobre” com “Rainha da Sucata” (1990), mais uma parceria bem-sucedida com o escritor Sílvio de Abreu. A partir daí, passou a transitar entre os dois horários, assinando hits pela noite inteira da Globo, de “Vamp” (1991), às 19h, até “A Próxima Vítima” (1995), às 20h, que fez o Brasil parar para debater a identidade de seu grande assassino. Consagrado como diretor de novelas, passou a se desafiar com outros formatos. Dirigiu séries (“Armação Ilimitada”, “Sai de Baixo”), programas infantis (“Angel Mix”, “Gente Inocente”), de variedades (“Não Fuja da Raia”, “TV Xuxa”) e foi redefinir o horário das 18h com “Chocolate com Pimenta” (2003), de Walcyr Carrasco, com quem trabalhou em mais quatro folhetins, entre eles “Alma Gêmea” (2004), que bateu recorde de audiência do horário. O último foi “Êta Mundo Bom!”, em 2016. Esteve à frente, também, dos remakes de “Ti Ti Ti” (2010) e da própria “Guerra dos Sexos” (2012). E estabeleceu uma parceria criativa com o casal Fernanda Young e Alexandre Machado em duas séries de comédia, “Nada Fofa” (2008) e “Macho Man” (2011). Além de dirigir, ele também estrelou a última produção no papel principal, como um ex-gay determinado a provar sua heterossexualidade. Para completar, trouxe sua mãe, Hilda Rebello, para atuar em algumas novelas que dirigiu, permitindo-lhe início tardio de uma vida artística, reprimida na juventude. Sua carreira, entretanto, não coube inteira na TV. Jorge Fernando também desenvolveu diversos trabalhos no cinema e no teatro. Dirigiu (e atuou em) “Sexo, Amor e Traição” (2004), “Xuxa Gêmeas” (2006) e “A Guerra dos Rocha” (2008), além de aparecer no clássico “Alma Corsária” (1993), de Carlos Reichenbach, e no blockbuster “Se Eu Fosse Você” (2006), de Daniel Filho. No palco, esteve à frente de sucessos do teatro besteirol, comandou Cláudia Raia no musical “Não Fuja da Raia”, coordenou a adaptação teatral de “Vamp” e criou a peça autobiográfica “Salve Jorge”, com histórias que marcaram sua trajetória profissional. Sua vida se multiplicou em arte.

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  • Série

    Belgravia: Nova série de época do criador de Downton Abbey ganha primeiro trailer

    27 de outubro de 2019 /

    O canal pago americano Epix divulgou o primeiro trailer de “Belgravia”, nova série de época do criador de “Downton Abbey”. A prévia chega, inclusive, a lembrar o premiado drama britânico, com suas mansões rurais, diferenças de classe e intrigas da alta sociedade. A série adapta o romance homônimo de Julian Fellowes, o autor de “Downton Abbey”, que volta a se juntar na nova produção com seus colegas da produção da BBC, Gareth Neame, Nigel Marchant e Liz Trubridge. Mas a trama se passa quase um século antes da história da família Crawley. Ambientada no começo do século 19, quando a aristocracia inglesa começa a conviver com os empresários industriais emergentes, “Belgravia” tem começa durante a Batalha de Waterloo, em junho de 1815, no lendário baile oferecido em Bruxelas pela duquesa de Richmond em homenagem ao duque de Wellington. Pouco antes de uma da manhã, os convidados são surpreendidos pela notícia de que Napoleão invadiu o país. O duque de Wellington precisa partir imediatamente com suas tropas. Muitos morrerão no campo de batalha ainda vestidos com os uniformes de gala. Passados 25 anos, quando as duas famílias estão instaladas no recente bairro de Belgravia, as consequências daquele terrível episódio ainda são marcantes e ficarão cada vez mais enredadas em uma teia de fofocas e intrigas que fervilham no interior das mansões da Belgrave Square. Com oito episódios, todos dirigidos por John Alexander (“Indian Summer”), a série é estrelada por Tom Wilkinson (“Batman Begins”), Tamsin Greig (“Episodes”), Philip Glenister (“Outcast”), Harriet Walter (“The Spanish Princess”), Alice Eve (“Punho de Ferro”), Adam James (“Fúria em Alto Mar”) e Ella Purnell (“Sweetbitter”). A data de estreia ainda não foi marcada.

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  • Filme

    Adam Driver vai duelar com Matt Damon no novo filme de Ridley Scott

    27 de outubro de 2019 /

    A produção de “The Last Duel” (O Último Duelo, em tradução literal), que será dirigido por Ridley Scott, sofreu mudanças em sua escalação. O ator Matt Damon não vai mais duelar com seu amigo Ben Affleck no filme. Em vez disso, seu rival será vivido por Adam Driver (“Star Wars: Os Últimos Jedi”). Affleck continua no elenco, mas terá agora um papel coadjuvante. Ele também assina o roteiro com Damon. Os dois amigos não escreviam um roteiro cinematográfico juntos desde que venceram o Oscar por “Gênio Indomável”, que eles também estrelaram em 1997. Desta vez, porém, contaram com a ajuda de Nicole Holofcener (indicada ao Oscar por “Poderia Me Perdoar?”). A trama é baseada em um livro de Eric Jager e relata eventos que teriam ocorrido na França do século 14. Gira em torno de dois melhores amigos que são separados pela guerra. Apenas um deles é convocado para o conflito e, quando retorna, sua mulher revela ter sido estuprada pelo outro. O herói condecorado apela então para o rei da França, usando sua posição como veterano de guerra para pedir autorização para um duelo até a morte. O livro posiciona este confronto como o último duelo legalmente sancionado no país europeu – daí o título. O filme estava sendo desenvolvido há alguns anos na Fox, mas a expectativa da aquisição do estúdio pela Disney tinha deixado o projeto no limbo. Não está claro se o estúdio continua envolvido, mas a produção será compartilhada pela empresa do diretor Ridley Scott, Scott Free, e a produtora criada pelos dois astros, Pearl Street Films. Vale lembrar que o cineasta já trabalhou com Damon no bem-sucedido “Perdido em Marte” (2015), uma experiência que foi positiva para ambos. A produção também inclui Jodie Comer (“Killing Eve”) no elenco, como a esposa violada.

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  • Etc

    Astro de Supernatural é preso após bebedeira e briga em bar no Texas

    27 de outubro de 2019 /

    O ator Jared Padalecki, intérprete de Sam Winchester na série “Supernatural”, foi preso em Austin, no Texas, na madrugada deste domingo (27/10), após uma briga num bar chamado Stereotype. Ele se envolveu em uma confusão e enfrenta acusações de agressão e intoxicação pública. Segundo testemunhas ouvidas pelo site TMZ, o ator teria dado “um soco na cara de um barman” enquanto estava no local, além de ter agredido o gerente geral depois de uma discussão. Um amigo o levou para fora, na tentativa de acalmá-lo, mas acabou levando um mata-leão de Padalecki pouco antes das autoridades chegarem. Mais tarde, Padalecki tirou um maço de dinheiro do bolso, supostamente “entregando” para os policiais numa tentativa de suborno. O TMZ disponibilizou um vídeo mostrando o ator completamente alterado, pouco antes de os policiais chegarem, e sendo preso. Veja abaixo. Os representantes do ator não quiseram comentar o caso. Ele já pagou a fiança (em torno de US$ 15 mil) e foi libertado. A confusão não atrapalha a produção de “Supernatural”, que está na reta final de sua 15ª e última temporada, mas pode se tornar um problema de imagem para o projeto do remake de “Chuck Norris: Homem da Lei” (Walker, Texas Ranger), que Padalecki pretende produzir e estrelar.

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  • Série

    Arrow: Thea Queen retorna no trailer e fotos do próximo episódio

    27 de outubro de 2019 /

    A rede The CW divulgou o trailer do próximo episódio de “Arrow”, que a cada semana se aproxima mais de seu final. A prévia destaca o retorno de Thea Queen, a irmã do protagonista, que saiu da série na 6ª temporada. Ela volta a ser interpretada por Willa Holland, numa participação especial para completar a jornada da personagem. Thea Queen foi uma criação de Marc Guggenheim com os produtores Greg Berlanti e Andrew Kreisberg. A personagem não existe nos quadrinhos, mas se tornou um dos elementos que deram mais certo na série da rede The CW. Irmã de Oliver (Stephen Amell), o Arqueiro Verde, ela se materializou com o apelido de Speedy (o nome original em inglês do herói Ricardito) e herdou o uniforme vermelho de Arsenal. O retorno de Thea vai abordar o que aconteceu como ela no período em que passou longe de Star City. Ela se afastou para corrigir os erros de seu pai, Malcolm Merlyn (John Barrowman), e destruir outros Poços de Lázaro (fonte da imortalidade) que ele descobriu na Europa. Seu companheiro de missão, o ex-namorado Arsenal, chegou a voltar na temporada passada, dizendo que ela tinha sido bem-sucedida. Na prévia, ela aparece ao lado de Talia al Ghul (Lexa Doig) e da Liga dos Assassinos, e descobre o futuro sombrio que aguarda seu irmão, Oliver/Arqueiro Verde (Stephen Amell), na vindoura “Crise nas Infinitas Terras”. A 8ª e última temporada de “Arrow” estreia neste domingo (27/10) no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Drácula: Nova série dos criadores de Sherlock ganha primeiro teaser

    27 de outubro de 2019 /

    A rede britânica BBC divulgou o primeiro teaser de “Drácula”, série coproduzida pela Netflix, que revisita a famosa história de terror gótico de Bram Stoker. O projeto foi desenvolvido pelos roteiristas-produtores Mark Gatiss e Steven Moffat, criadores de “Sherlock”, que vão escrever todos os episódios, e traz o ator dinamarquês Claes Bang (de “The Square: A Arte da Discórdia”) como o personagem-título. Por sinal, a produção de “Drácula” vai seguir o mesmo formato de “Sherlock”, com uma 1ª temporada curta, contendo capítulos de longa duração, como se cada história fosse um filme. Ao todo, foram encomendados três episódios de 90 minutos, que contarão como o vampiro da Transilvânia medieval vai parar na “moderna” Londres vitoriana, do final do século 19. Ainda sem previsão de estreia, “Drácula” retornará à TV seis anos após o cancelamento de uma série homônima da rede NBC, que trouxe Jonathan Rhys Meyers no papel-título em 13 episódios. A atração será o primeiro projeto televisivo de Gatiss e Moffat desde o lançamento da 4ª temporada de “Sherlock” em janeiro de 2017. Moffat também era o showrunner de “Doctor Who” até o ano passado e atualmente desenvolve uma série baseada na sci-fi “The Time Traveler’s Wife” para a HBO.

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  • Série

    Deputy: Trailers trazem Stephen Dorff como novo xerife da Fox

    27 de outubro de 2019 /

    A rede americana Fox divulgou dois trailers de “Deputy”, série policial estrelada por Stephen Dorff (da 3ª temporada de “True Detective”). Cinematográfico e violento, o vídeo parece mais anúncio de filme que série da TV aberta, com um clima de western moderno. Não por acaso, o piloto foi dirigido pelo cineasta David Ayer (de “Esquadrão Suicida”), que também é produtor da atração. Dorff é o “Deputy” do título, o xerife assistente Bill Hollister, um dos policiais mais indisciplinados de Los Angeles. Mas que, por ser o assistente mais antigo, acaba virando chefe do departamento após o xerife morrer de maneira inesperada. A série foi criada pelo roteirista Will Beall (de “Aquaman”) e conta com apoio oficial do Departamento do Xerife de Los Angeles. O elenco inclui Yara Martinez (“Jane the Virgin”), Brian Van Holt (“Cougar Town”), Siena Goines (“Jericho”), Bex Taylor-Klaus (“Scream”), Shane Paul McGhie (“Do Que os Homens Gostam”) e Mark Moses (“The Last Ship”). A estreia vai acontecer em 2 de janeiro nos Estados Unidos.

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