Nova versão de Além da Imaginação chega ao Brasil pela Amazon
A nova versão da série clássica “Além da Imaginação” (The Twilight Zone) vai estrear no Brasil na sexta-feira (29/11), exclusivamente pela plataforma Amazon Prime Video. Lançada em abril nos EUA, a série conquistou a crítica com 73% de aprovação no site Rotten Tomatoes e se tornou um dos maiores sucessos do serviço de streaming CBS All Access, por enquanto disponível apenas na América do Norte. Produzida e apresentada por Jordan Peele (diretor de “Corra!” e “Nós”), a série segue o formato de antologia fantástica da produção original, um marco da televisão, que foi ao ar entre 1959 e 1964. Reverenciada como pioneira do formato das antologias sci-fi, “Além da Imaginação” inspirou inúmeras outras séries, de “Quinta Dimensão” (The Outer Limits) nos anos 1960 a “Black Mirror” no século 21, além de ter rendido mais dois remakes e até um filme (codirigido por Steven Spielberg, George Miller, Joe Dante e John Landis). Na nova versão, Jordan Peele aparece na introdução de cada capítulo, assumindo a função de apresentador exercida pelo criador da atração original, Rod Serling, que abriu todos os episódios do programa clássico. Em seu relançamento, a franquia clássica reuniu um elenco estelar, com participações de John Cho (“Star Trek”), Taissa Farmiga (“American Horror Story”), Seth Rogen (“A Entrevista”), Greg Kinnear (“Pequena Miss Sunshine”), Luke Kirby (“A Maravilhosa Sra. Maisel”), Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”), Adam Scott (“Big Little Lies”), Ginnifer Goodwin (“Once Upon a Time”), Rhea Seehorn (“Better Call Saul”), Alison Tolman (“Emergence”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Jacob Tremblay (“O Predador”), Jessica Williams (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Steven Yeun (“The Walking Dead”), Taissa Farmiga (“American Horror Story”), Zazie Beetz (“Coringa”), Chris O’Dowd (“O Paradoxo Cloverfield”) e DeWanda Wise (“Ela Quer Tudo”), entre muitos outros. A 1ª temporada tem apenas 10 episódios, mas a série já foi renovada para seu segundo ano de produção.
Watchmen: Vídeo revela cena de projeto de 2003 com ator de Game of Thrones
A primeira tentativa de tirar os personagens de “Watchmen” do papel aconteceu muito antes do lançamento do filme original. Uma produção com Ray Stevenson (“Divergente”) no papel de Roschach e Iain Glen (“Game of Thrones”) como Coruja chegou perto de ser rodada 2003. E existe uma cena para comprovar. O roteirista David Hayter (“X-Men”) resolveu compartilhá-la nesta quarta (27/11) nas redes sociais. Ele próprio dirigiu a cena, como teste desse elenco para o projeto. Apesar do amadorismo do diretor, a cena é bastante fiel aos quadrinhos de Alan Moore e Dave Gibbons, como aconteceu com o filme dirigido por Zack Snyder. Não por acaso, Hayter manteve crédito de roteirista no longa de 2009, apesar de seu texto ter sido reescrito por Alex Tse. Glen e Stevenson também foram substituídos, respectivamente por Jackie Earle Haley e Patrick Wilson, que fizeram um ótimo trabalho. Mas o filme se provou um fracasso de bilheterias. Orçado em US$ 130 milhões, rendeu apenas US$ 185 milhões em todo o mundo. Por curiosidade, os dois atores do projeto de 2003 acabaram interpretando outros heróis dos quadrinhos. Stevenson estrelou o último longa do Justiceiro, “O Justiceiro: Em Zona de Guerra” (2008) e interpretou o guerreiro Volstagg em três longas de “Thor”, enquanto Glen virou o Bruce Wayne/Batman da recém-concluída 2ª temporada da série “Titãs”. Já “Watchmen” foi resgatado como série, numa trama que continua a história dos quadrinhos – e do filme – , atualmente em exibição na HBO.
Ator revela detalhes da primeira aparição de Batman no Arrowverso
Batman vai aparecer pela primeira vez no Arrowverso durante o crossover “Crise nas Infinitas Terras”, e será vivido por um de seus intérpretes mais famosos: Kevin Conroy, que dubla as aventuras do vigilante de Gotham City desde a estreia de “Batman: A Série Animada” em 1992. A participação também marcará a primeira vez que Conroy dará vida a Batman em live-action. Apesar disso, ele disse, em entrevista à revista Entertainment Weekly, que se sentiu livre para assumir a sua versão do personagem diante das câmeras, em parte pela confiança construída com os membros do elenco e da equipe de produção. Mas também porque interpreta uma versão mais velha de Bruce Wayne, inspirada na animação “Batman do Futuro”, de 1999, que ele conhece muito bem, por ter dublado por três anos. O Batman de “Crise nas Infinitas Terras” também foi baseado nos quadrinhos de “O Reino do Amanhã”. O personagem vem de outra Terra, junto de um Superman igualmente mais velho, vivido por Brandon Routh (que estrelou “Superman: O Retorno”, em 2006). Vale acrescentar que o Dick Grayson/Robin desse mundo também vai aparecer, vivido por Burt Ward, intérprete do herói na série clássica de “Batman” dos anos 1960. Na entrevista, Conroy contou que teve ótimas interações com Ruby Rose (a Batwoman) e Melissa Benoist (a Supergirl), dando a entender que seu personagem vai dividir várias cenas com as duas heroínas. “Todo mundo foi generoso como colegas de trabalho. Eu não posso enfatizar o suficiente o quão todos foram receptivos, especialmente Ruby. Ela é tão aberta e generosa. Eu bati os olhos nela e instantaneamente nós nos conectamos na frente das câmeras. Foi maravilhoso, como trabalhar com velhos amigos que eu já conhecia por anos. Havia muita confiança ali, então pude me abrir para as câmeras.” Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Supergirl”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Arrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da trama. Os episódios serão acompanhados nos EUA pela exibição de um aftershow, chamado de “Crisis Aftermath”, com apresentação do cineasta Kevin Smith (“O Balconista”). Ainda não há previsão para a estreia do crossover no Brasil, que deve acontecer pelo canal pago Warner.
Intérprete de Supergirl faz revelação chocante: “Sou uma sobrevivente de violência doméstica”
A atriz Melissa Benoist, que estrela a série da super-heroína “Supergirl”, publicou nesta quarta-feira (27/11) em seu Instagram um vídeo em que revela: “Sou uma sobrevivente de violência doméstica”. No vídeo de 14 minutos, a atriz diz que conheceu o abusador logo depois de terminar um relacionamento, quando não planejava entrar em outro. Ela conta que o abuso começou como manipulação emocional, e que seu parceiro estava sempre com ciúme, olhava seus aparelhos, ficava bravo quando ela falava com outros homens, pedia para que ela trocasse de roupa para não chamar atenção e ficava com raiva quando ela precisava gravar cenas românticas. “Ele não queria que eu beijasse ou gravasse cenas flertando com homens, o que era algo muito difícil para eu evitar. Então comecei a recusar testes, ofertas de trabalhos, acordos e amizades, porque não queria machucá-lo.” Benoist conta que a violência física começou depois de cinco meses, quando o parceiro atirou um copo de bebida gelada nela. Logo isso evoluiu. E quando ela se trancava no quarto para escapar, ele arrombava a porta. “Eu aprendi o que é ser segurada e estapeada repetidamente, socada tão forte que eu perdia o fôlego, arrastada pelo cabelo no concreto, tomar cabeçadas, ser beliscada até sangrar, jogada na parede tão forte que o gesso quebrava, ser enforcada.” Apesar disso, ela não nomeou o agressor, dizendo apenas que ele era mais novo que ela. A atriz de 31 anos já namorou o fotógrafo Nick Vorderman, de 37, foi casada por apenas um ano com o ator (mais novo) Blake Jenner (seu par romântico em “Glee”), de 27, e está atualmente casada e feliz com o também ator Chris Wood (seu par romântico em “Supergirl”), de 31. A agressão começou após cinco meses de relacionamento “No fundo, eu nunca acreditei que ele fosse mudar. Apenas me enganava para acreditar que poderia ajudá-lo. Alguém tinha de ensinar a ele que esse comportamento não era correto, e quem melhor do que aquela que era o alvo?” O ponto de virada ocorreu quando um iPhone atingiu seu rosto, quebrou seu nariz e quase rompeu seu globo ocular. Por causa disso, uma de suas pupilas ficou paralisada. Ela mentiu para os médicos, a polícia, os produtores e para a imprensa, inclusive em aparições em talk shows. Em uma aparição de 2016 no “The Tonight Show”, pouco antes de se separar de Jenner, descreveu-se como estabanada e explicou sua lesão ocular como uma queda de um lance de escada, que terminou com ela batendo a cabeça num vaso de plantas. Mas aos poucos conseguiu reunir coragem para confiar em um amigo que perguntou sobre o comportamento controlador de seu parceiro. “Quanto mais pessoas descobriam, mais eu se sentia reforçada”, disse ela. Até que encontrou apoio suficiente para encerrar o relacionamento. “Nada disso é sensacionalista, foi a minha realidade. O que eu passei causou uma mudança tectônica na minha visão da vida”. Ao concluir, a atriz disse que decidiu contar sua história porque a violência doméstica é um crime que as vítimas relutam em denunciar. De acordo com a Coalizão Nacional Contra Violência Doméstica, uma em cada quatro mulheres e um em cada quatro homens sofreram algum tipo de violência de seus parceiros; uma em cada sete mulheres e um em cada 25 homens foram feridos por seus parceiros. “Quero que essas estatísticas mudem e espero que contar minha história impeça que mais histórias como essa aconteçam”, disse ela. “Se você está enfrentando o que passei e vir isso, pode encontrar a motivação para decidir fazer algo.” Veja a íntegra do vídeo abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Melissa Benoist (@melissabenoist) em 27 de Nov, 2019 às 11:30 PST
Kondzilla vai lançar série sobre MC Fioti no Facebook Watch
A equipe do produtor Konrad Dantas, conhecido pelo nome artístico KondZilla, vai lançar uma nova série documental no Facebook Watch sobre a trajetória e ascensão do funkeiro MC Fioti no mundo. Ao longo de oito episódios, os fãs de funk conhecerão mais sobre o artista e como ele se transformou em um artista internacional. O programa vai mostrar como o intérprete de “Bum Bum Tam Tam” ultrapassou barreiras e se tornou o primeiro funkeiro a se apresentar no festival Tomorrowland da Bélgica, além de acompanhar o passo a passo da gravação do seu novo videoclipe em Dubai. A atração estreia em 4 de dezembro, com novos episódios todas às quartas-feiras e sextas-feiras seguintes. Para assistir aos episódios, basta seguir a página de Kondzilla na rede social, e as produções serão adicionadas à sua “Lista para Assistir” no Facebook Watch. Depois, é só tocar no ícone do Facebook Watch ou acessar diretamente a página quando os vídeos dos episódios estiverem disponíveis. Além de “MC Fioti: Um Funkeiro Pelo Mundo”, a página de Kondzilla também produz outras atrações semanais, entre elas um talk show apresentado por MC Lan, um programa com Dani Russo sobre as diversas vertentes do funk pelo Brasil e a série “Criando um Hit”, em que artistas do funk (MC JottaPê, Kevinho e MC Kekel) mostram as etapas para a criação de um sucesso nas paradas.
Martin Scorsese planeja documentário sobre a cena musical de Nova York dos anos 1970
Martin Scorsese definiu seu próximo projeto após “O Irlandês”. Em parceria com a produtora Imagine Entertainment, do colega Ron Howard, o cineasta vai retornar aos documentários musicais para explorar o cenário artístico de Nova York nos anos 1970. Não há muitos detalhes sobre o projeto, mas o período e local são os mesmos que inspiraram Scorsese a fazer a série “Vinyl”, da HBO, com Mick Jagger. Indiscutivelmente o caldeirão mais criativo da história da música popular, a cidade de Nova York deu origem ao punk rock, à new wave, à disco music, ao rap, ao hip-hop e ao garage house quase que de forma simultânea durante a década de 1970. Ainda não há distribuidora envolvida, mas Scorsese tem realizado seus trabalhos mais recentes com a Netflix, que nesta quarta (27/11) estreou “O Irlandês” em streaming, e no começo do ano lançou o documentário musical “Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese”.
Cacau Protásio sofre ataque racista de bombeiros durante filmagens
A reação de bombeiros cariocas à filmagem de uma cena da próxima comédia da atriz Cacau Protásio no Quartel-Central da corporação, no centro do Rio, gerou uma crise de relações públicas, após vazamentos de gravações racistas e homofóbicas dos militares no Whatsapp. Nas cenas de “Juntos e Enrolados”, filmadas no último domingo (24/11), a atriz usa com farda de bombeira e dança no Quartel acompanhada de quatro bailarinos, o que desagradou aos integrantes da corporação. Em uma das mensagens, um homem diz: “Olha a vergonha no pátio do quartel central. Essa mulher do ‘Vai que Cola’, aquela gorda, colocou a farda e botou os dançarinos viados com roupa de bombeiro. Isso é um esculacho, rapaz. Qual é a desse comandante? Vai deixar uma pu**ria dessas no pátio do quartel?”. Em outro áudio, outro homem faz comentários ainda mais pesados, com termos homofóbicos, gordofóbicos e racistas. “Vergonhoso. Mete aquela gorda, preta, filha da puta numa farda de bombeiro, uma bucha de canhão daquela, com um monte de bailarino viado, quebrando até o chão. Vão achar que é o que? Bombeiro? Aquilo é tudo viado. Lamentável.” A atriz, que tem familiares bombeiros, tinha agradecido o acolhimento recebido durante as gravações e se disse orgulhosa por interpretar uma integrante da instituição. “Eu gostaria de agradecer a CBMERJ, na Praça da República, por nós receber muito bem hoje. Nos assessorou em todos os momentos. Muito obrigada. Essa corporação tem meu respeito. Eu estou amando fazer a bombeiro sargento Diana”, escreveu ela no Instagram, acrescentando que sua personagem é uma homenagem a familiares que servem à corporação. “Eu quero homenagear os bombeiros maravilhosos da minha família, Cláudio Valente e Dirceu Protásio”, disse. Mas após a repercussão das mensagens vazadas, ela voltou à rede social numa série de vídeos, em que se mostrou bastante abalada. “Em respeito a vocês, vim aqui dizer o que está acontecendo. Estou fazendo um filme onde interpreto uma bombeiro sargento, e, domingo, fui gravar no batalhão no centro da cidade. Fui super bem recebida e bem assessorada, sendo que tem um bombeiro que fez um vídeo de uma cena solta e espalhou por aí. Em momento algum ele desceu pra saber o que tava acontecendo, o que é que era. E a cena que ele postou é um pedaço de uma cena que é um sonho do meu superior. Eu faço um filme, eu conto história. Aquilo ali é uma ficção, não é realidade. E ele espalhou o vídeo com um áudio me xingando de negra, gorda, filha da puta, cambada de viado. Racismo é preconceito, se ele não sabe. E isso é muito triste. Não entendi por que tanto ódio”, disse. A atriz continuou: “Sou negra, sou gorda, sou brasileira, sou atriz, eu conto histórias, conto ficção. Não mereço ser agredida, assim como nenhuma pessoa. Eu respeito a opinião de alguns bombeiros que dizem que ‘ah, eu não acho certo’, mas vai ver realmente a história antes de agredir. Eu printei tudo o que foi colocado na minha página. Tem uma menina no Facebook também superfalando mal. Postou uma foto minha de farda e os coleguinhas dela me detonando. Tudo isso eu printei, porque é crime. Você ser preconceituoso é crime. Racismo é crime. Você pode não gostar, mas tem que respeitar. E por que esse ódio? Juro que não entendo. A cena é uma alucinação de um personagem, um sonho, quando ele volta eu tô ali, trabalhando. O bombeiro é uma corporação que eu respeito, que amo, que queria ser quando criança. Nas minhas primeiras entrevistas, sempre falei isso”. Cacau aproveitou para criticar a postura dos profissionais que a insultaram. “Sei que sou uma pessoa forte, mas ouvir tudo isso de um ser humano é horrível, é muito triste. E como uma pessoa que veste uma farda tão linda tem essa postura? Como posso dizer que ele salva vidas, que ele faz o amor, tendo essa postura e falando tanta coisa horrorosa, tanta coisa feia, ofendendo? Eu respeito e acho que eles têm o direito de gostar ou não gostar. Mas eles tinham que perguntar primeiro. O mal da gente é primeiro julgar e jogar pedra, pra depois saber o que era e falar que não era algo tão ruim. Só estou aqui pra dizer que racismo é crime. Isso não se faz”, acrescentou, emocionada. Por fim, a atriz disse que, em função da repercussão, existem chances de a cena filmada nunca ser exibida: “A filmagem da gente foi tão legal e, agora, eu ouço que vai ser tirada do filme, que vão mandar cortar. Então por que as pessoas que estavam lá autorizando acharam legal, abraçaram a gente e disseram que estava tudo bem? A gente não fez nada absurdo. Se as pessoas pedirem pra ver a cena, vão ver que não é nada absurdo. Mas respeito a opinião dos bombeiros. Não sei o que eles passam, só admiro. Mas peço que a gente tenha mais compaixão um com o outro”. Em nota oficial, a assessoria de Imprensa do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro informou que “não compactua com qualquer ato discriminatório”. “A corporação se solidariza com a atriz Cacau Protásio e já abriu procedimento interno para identificar o(s) militar(es) e apurar a conduta. O CBMERJ reforça o seu compromisso com a população de ‘Vida Alheia e Riquezas Salvar’ independente de cor, gênero, raça ou qualquer outra distinção. Os atos divulgados não representam a corporação centenária que, por anos seguidos, é considerada a instituição mais confiável do Brasil”, diz o comunicado. Ainda sem previsão de lançamento, “Juntos e Enrolados” tem direção de Eduardo Vaisman (“Me Chama de Bruna”) e Rodrigo Van der Put (do especial de Natal Porta dos Fundos “Se Beber, Não Ceie”), e é coestrelado por Rafael Portugal (“Porta dos Fundos”, “Carcereiros – O Filme”). Cacau Protásio tem ainda mais dois filmes para estrear em 2020: as comédias “No Gogó do Paulinho”, em março, e “Canta pra Subir”, em agosto. Ver essa foto no Instagram Eu gostaria de agradecer ao CBMERJ, na praça da República por nos receber muito bem hoje, nos assessorou em todos os momentos, Muito obrigada! Essa corporação tem meu respeito, eu estou amando fazer uma Bombeiro Sargento Diana! Obrigada Deus , mais uma história linda pra contar! Eu quero homenagear os Bombeiros maravilhosos da minha família @clvalente e @dirceuprotasio. Parceiro @pasquim , eu amei nosso dia. #gratidão #obrigadadeus #cinema #comedia #bombeiro #corpodebombeiros Uma publicação compartilhada por Cacau Protásio (@cacauprotasiooficial) em 24 de Nov, 2019 às 4:05 PST Ver essa foto no Instagram Vídeo 1. Uma publicação compartilhada por Cacau Protásio (@cacauprotasiooficial) em 27 de Nov, 2019 às 6:46 PST Ver essa foto no Instagram Vídeo 2. Uma publicação compartilhada por Cacau Protásio (@cacauprotasiooficial) em 27 de Nov, 2019 às 6:48 PST Ver essa foto no Instagram Vídeo 3. Uma publicação compartilhada por Cacau Protásio (@cacauprotasiooficial) em 27 de Nov, 2019 às 6:49 PST Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cacau Protásio (@cacauprotasiooficial) em 27 de Nov, 2019 às 6:50 PST
Party of Five: Remake latino de O Quinteto ganha novo vídeo promocional
O canal pago Freeform divulgou um novo vídeo promocional do remake latino de “Party of Five”, série dramática dos anos 1990, que foi exibida na TV aberta brasileira como “O Quinteto”. A prévia em tom de separação de pais e filhos resume a premissa da nova versão. A atração original mostrava como cinco irmãos, a maioria menores de idade e o mais novo ainda bebê, decidem ficar juntos sem supervisão de familiares após seus pais morrerem num acidente. A trama girava em torno da luta dos mais velhos para criar os mais novos e as dificuldades da adolescência em geral. Durou seis temporadas, entre 1994 e 2000. Já a premissa da nova versão muda um detalhe crucial. Os irmãos são latinos e seus pais foram deportados pela nova política migratória do governo presidido por Donald Trump. Vale lembrar que os irmãos Sallinger originais eram interpretados por jovens atores que ficaram famosos em outros projetos, como Matthew Fox, o Jack da série “Lost”, e Neve Campbell, a Sidney da franquia de terror “Pânico”. Entre os caçulas, Scott Wolf está hoje em “Nancy Drew” e Lacey Chabert, que também foi uma das “Meninas Malvadas” (2004), virou dubladora de séries animadas (é a Zatanna da “Liga da Justiça”). Além deles, “Party of Five” catapultou ao estrelado a adolescente Jennifer Love Hewitt, no papel da namoradinha de Scott Wolf. Sua personagem ficou tão popular que chegou a ganhar um spin-off, “Time of Your Life”, que entretanto durou só uma temporada. Ela se tornou sex symbol dos anos 1990, estrela da franquia “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”, da série “Ghost Whisperer” e atualmente está em “9-1-1”. A nova geração é representada por Brandon Larracuente (o Jeff de “13 Reasons Why”), Niko Guardado (o Rubén de “The Goldbergs”), Emily Tosta (a Leticia de “Mayans F.C.”) e Elle Paris Legaspi (a versão criança de Lyn em “Vida”). Assim como na série original, o quinto irmão é um bebê. Os criadores da atração dos anos 1990, Chris Keyser e Amy Lippman, são os responsáveis pelo remake, junto da produtora Sony. A estreia vai acontecer no dia 8 de janeiro nos Estados Unidos.
Netflix cancela revival de Mystery Science Theater 3000 após duas temporadas
A Netflix decidiu cancelar a série “Mystery Science Theater 3000: The Return” após a 2ª temporada. A notícia foi dada no Twitter por um dos atores do elenco, Jonah Ray – num grande contraste com a fanfarra feita pela plataforma para anunciar a produção há dois anos. Apesar da versão em streaming ter durado duas temporadas, o programa original virou cult ainda nos anos 1980. Conhecida pela abreviação “MST3K”, a série foi lançada em 1988 e se resumia à exibição comentada de antigos filmes ruins de ficção científica. A sessão trash era assistida por um astronauta e dois robôs, presos em um satélite no espaço, como parte de um experimento realizado por cientistas loucos. O homem e seus companheiros robôs comentavam e zombavam das produções que assistiam. Esta versão durou até 1999, rendendo ao todo 198 episódios, e ao contrário dos filmes de ficção científica de péssima qualidade incluídos em sua produção, fez grande sucesso de público e crítica, chegando a ganhar um Peabody Award em 1993. Mas o revival só se tornou possível depois que o criador da série, Joel Hodgson, lançou uma campanha de arrecadação no Kickstarter na esperança de alcançar US$ 2 milhões para produzir novos episódios e acabou atingindo US$ 5,7 milhões em contribuições, valor recorde no site de crowdfunding. A Netflix inteirou o restante para produzir 14 novos episódios do programa. E o sucesso foi suficiente para a plataforma encomendar uma 2ª e, agora, última temporada. A nova encarnação da série era apresentada por Jonah Ray (série “TripTank”), Felicia Day (série “Supernatural”) e Patton Oswalt (série “Agents of SHIELD”), mas também trazia participação dos integrantes originais (Bill Corbett, Kevin Murphy e Mary Jo Pehl), além de contar, nos bastidores, com roteiros de Elliott Kalan (programa “The Daily Show”), Dan Harmon (criador de “Community”) e do ator Joel McHale (também de “Community”). Infelizmente, a série não foi disponibilizada pela Netflix no Brasil. O que mantém o ineditismo da atração no país. “MST3K” nunca foi exibida por aqui, mas ironicamente o longa-metragem feito para os cinemas em 1996, “Mystery Science Theater 3000: The Movie”, foi dublado e chegou às TVs brasileiras pela rede Globo, com o título de “O Filme Mais Idiota do Mundo”. So, Netflix decided to not do another season of MST3K. We are off to Get Down in Lilyhammer while the OA helps us take it One Day At A Time. We will be in group therapy with Tuca & Bertie, Jessica Jones, & Lady Dynamite. The sessions will be run by Gypsy (w/ Naomi Watts.) thread pic.twitter.com/ZONkUxUlFb — JONAH RAY RODRIGUES (@jonahray) November 26, 2019
Godfrey Gao (1984 – 2019)
O ator e modelo Godfrey Gao morreu aos 35 anos, após um ataque cardíaco fulminante no início da manhã desta quarta (27/11), enquanto gravava um reality show na China. De acordo com comunicado da JetStar Entertainment, que agenciava a carreira de Gao, ele chegou a ser levado para o hospital e, após três horas de tentativas de reanimação, foi decretada a morte. “Estamos muito chocados e entristecidos e até o momento é inacreditável”, disse a empresa no comunicado. Nascido em Taiwan, o ator emigrou com os pais para o Canadá quando era criança e se formou numa faculdade em Vancouver. Na década passada, voltou para o país asiático, onde iniciou a carreira artística, atuando como modelo e como ator em diversas séries e filmes. Ele fez sua estreia em Hollywood na produção cinematográfica “Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos” (2013), no importante papel de Magnus Bane, e teria participado de continuações, caso a bilheteria não tivesse sido uma catástrofe. A frustração foi compensada por outras conquistas, como se tornar o primeiro homem asiático a estrelar uma campanha da grife de moda Louis Vuitton. O ator também protagonizou a produção chino-americana “The Jade Pendant” (2017), um western que girava em torno do linchamento real de 18 imigrantes chineses nos Estados Unidos, e foi a voz do boneco Ken para a versão em mandarim de “Toy Story 3”, lançado em 2013. Seu último filme foi a sci-fi chinesa “Shanghai Fortress”, distribuída pela Netflix em setembro. Gao participava do reality “Zhui Wo Ba” (Persiga-me, em tradução literal) no qual celebridades enfrentam desafios. Em nota, os produtores do programa disseram que o ator “caiu de repente enquanto corria. Imediatamente a equipe médica o atendeu no local e ele foi levado ao hospital”.
John Boyega assume culpa por roteiro de A Ascenção de Skywalker que foi parar no eBay
O ator inglês John Boyega, intérprete de Finn na nova trilogia “Star Wars”, confessou que era dele o roteiro perdido que foi parar no eBay. A notícia que um roteiro legítimo de “Star Wars: A Ascenção de Skywalker” foi colocado à venda na internet após o descuido de um ator do elenco foi revelada pelo diretor J.J. Abrams, durante participação no programa “Good Morning America” de segunda (25/11). “Um dos atores deixou o roteiro embaixo de sua cama e uma pessoa que foi fazer a limpeza o encontrou”, contou. “E o script foi entregue para outra outra pessoa, que resolveu vendê-lo no eBay.” Agora, Boyega resolveu se acusar, em entrevista ao mesmo programa. “Eu estava mudando de apartamento e deixei o roteiro embaixo da minha cama”, disse. “Pensei que o deixaria embaixo da cama e pegaria novamente de manhã, mas meus amigos me visitaram e a gente começou a festejar um pouco, sabe como é. E o roteiro ficou lá [depois da mudança]. Até que, “algumas semanas depois”, uma faxineira o pegou. “Eu fiquei assustado, cara, recebi ligações de todo mundo. Até Mickey Mouse me ligou: ‘O que você fez’?”, ele contou, imitando a voz aguda do ratinho que é símbolo da Disney. Veja no vídeo abaixo. Por sorte, a Disney conseguiu recuperar o documento antes que fosse vendido para algum fã da franquia. Já pararam para pensar? “Star Wars: A Ascensão Skywalker” vem cercado de segredos, porque vai encerrar não apenas a nova trilogia, mas toda a saga principal da franquia. O filme chegará aos cinemas brasileiros em 19 de dezembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Após sucesso de Coringa, Aves de Rapina e O Esquadrão Suicida serão para maiores
O sucesso de “Coringa” vai influenciar as futuras adaptações de quadrinhos da DC Comics. O filme solo do vilão de Batman foi o primeiro lançamento baseado nos personagens da editora a chegar aos cinemas americanos com classificação “R” (para maiores de 17 anos nos Estados Unidos), e mesmo assim atingiu US$ 1 bilhão de arrecadação mundial. A revista Variety apurou que os próximos filmes da Warner passados nesse universo terão a mesma classificação, casos de “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”, que estreia em fevereiro, e “O Esquadrão Suicida”, atualmente em produção e previsto para 2021. Curiosamente, ambos serão estrelados por Margot Robbie no papel da Arlequina. Apesar de “proibido para menores”, “Aves de Rapina” não seguirá o mesmo tom sombrio de “Coringa”. As fontes da publicação descrevem o filme da diretora Cathy Yan como uma comédia de aventura sobre uma gangue de garotas, que se diferencia pelo humor ácido, espirituoso e definitivamente não indicado para criancinhas. O mesmo tom de humor anárquico e irreverente deverá marcar a produção de “O Esquadrão Suicida”, que tem roteiro e direção de James Gunn (o mentor dos “Guardiões da Galáxia”). A reportagem também revelou que “Aves de Rapina” passou por refilmagens recentes, que melhoraram drasticamente os resultados dos testes de público e deixaram o estúdio confiante em seu sucesso, independente da classificação etária que receba em seu lançamento.
Produtor confirma planos para continuação de Downton Abbey
O filme derivado de “Downton Abbey” pode não ter sido a última aparição da família Crawley nas telas. O sucesso inesperado do longa, que superou “Rambo” e “Ad Astra” em sua estreia na América do Norte, motivou a produtora Carnival Films a planejar uma continuação. De acordo com Gareth Neame, presidente da Carnival Films, a equipe do estúdio já está desenvolvendo uma nova história para a sequência do longa. “Nós estamos trabalhando na história e discutindo quando vamos conseguir fazer”, disse Neame ao site da revista The Hollywood Reporter. Ele completou a informação afirmando que, assim como no filme deste ano, o elenco da série precisaria retornar para que o projeto saia do papel. “E isto é bastante desafiador”, completou, referindo-se ao fato de que serão necessárias novas negociações individuais demoradas com cada ator, já que eles não assinaram contratos para múltiplos filmes – o longa de “Downton Abbey” deveria ser uma experiência única. Com roteiro de Julian Fellowes, o criador da série, “Downton Abbey” foi dirigido por Michael Engler, que trabalhou na atração, e contou com as voltas de Maggie Smith, Elizabeth McGovern, Michelle Dockery e Hugh Bonneville, reprisando seus papéis como membros da família Crawley, aristocratas britânicos do começo do século 20. Com um orçamento estimado entre US$ 13 milhões e US$ 20 milhões, o filme arrecadou US$ 185 milhões em todo o mundo, gerando um lucro significativo para a Carnival Films e o estúdio Focus Features, parceiro na produção.












