A Família Radical: Série animada vai ganhar revival na Disney+ (Disney Plus)
A série animada “A Família Radical” (The Proud Family), que teve três temporadas – e um filme – entre 2001 e 2005 no Disney Channel, vai retornar com os mesmos dubladores originais em uma nova temporada em streaming. O revival está sendo produzido para a plataforma Disney+ (Disney Plus). Criada por Bruce W. Smith, “A Família Radical” é uma das poucas séries animadas a girar torno de uma família afro-americana. A protagonista é a adolescente Penny Proud, de 14 anos, que tem uma família grande e típica, com pai superprotetor, mãe trabalhadora, vovó que mora em sua casa, dois irmãos (gêmeos) bebês, cachorrinho e muitos amigos excêntricos. Além do elenco central de dubladores, formado por Kyla Pratt, Tommy Davidson, Paula Jai Parker, Jo Marie Payton, Tara Strong, Soleil Moon Frye e outros, a série original também contou com algumas participações especiais, como Gabrielle Union, Kobe Bryant e Mariah Carey. Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios, equivalentes a uma 4ª temporada, mas a expectativa é que aconteça ao longo de 2020. Confira abaixo um vídeo oficial com a música tema da série.
Adèle Haenel decide registrar queixa criminal contra diretor que a assediou
A atriz francesa Adèle Haenel decidiu levar sua denúncia de assédio contra o diretor Christophe Ruggia (“Na Tormenta”) à polícia. No começo do mês, Haenel contou ao site de jornalismo investigativo Mediapart que Ruggia a assediou após escalá-la em seu primeiro filme, “Les Diables” (2002), quando ela tinha 12 anos. A atriz afirmou que os avanços ocorreram em várias ocasiões e continuaram até ela completar 15 anos. A vencedora do César (o Oscar francês) de Melhor Atriz por “Amor à Primeira Briga” (2014) disse ter decidido trazer a denúncia a público depois de ver o documentário “Deixando Neverland”, da HBO, com acusações similares sobre Michael Jackson. Mas informou que não entraria com queixa criminal, pois acreditava que “a justiça ignora” as vítimas em sua situação. Ela recebeu apoio de várias personalidades da França, inclusive de integrantes do governo, como os ministros da Cultura, do Interior e da Justiça. Nicole Belloubet, ministra da Justiça, foi além e incentivou Haenel a formalizar uma acusação na polícia, porque os tempos mudaram. Nesta terça (26/11), os advogados de Haenel confirmaram que ela foi a uma delegacia no subúrbio de Paris para registrar uma queixa formal. A medida foi uma reversão de sua decisão inicial de não entrar com uma ação legal, e acontece após Ruggia ter sido expulso da Associação dos Diretores da França. A atriz tem cartas românticas do diretor endereçadas a ela na época, quando era menor de idade. Além disso, a reportagem da Mediapart registrou a ex de Ruggia dizer que o cineasta tinha confessado que estava apaixonado pela jovem, e isso causou o fim de seu relacionamento. Ruggia, por sua vez, enviou ao site francês uma declaração por meio de seus advogados, dizendo que “refuta categoricamente” qualquer má conduta. A declaração diz que o casal tinha um “relacionamento profissional e afetuoso” e chama a denúncia de “difamatória”. O diretor também declarou ter sido o grande responsável pela carreira bem-sucedida de Haenel, por ter sido quem a descobriu. E esta declaração deixou a atriz especialmente indignada. Ela se disse “chocada por ele negar” e “mais chocada ainda com o fato de ele dizer que me descobriu, porque na verdade ele me destruiu”, registrou o Mediapart. Adèle Haenel está atualmente em cartaz na França com o filme “Retrato de uma Jovem em Chamas”, de Céline Sciamma, que tem 98% de aprovação no Rotten Tomatoes e já venceu vários prêmios, inclusive no Festival de Cannes. A estreia comercial no Brasil está marcada para 9 de janeiro.
Charles Gutemberg (1962 – 2019)
O humorista Charles Gutemberg, mais conhecido como Rapadura, morreu na tarde desta terça-feira (26/11) em Jundiaí, aos 57 anos de idade. Ex-artista de circo, ele se tornou famoso ao participar dos programas “A Praça é Nossa” e “Dedé e o Comando Maluco”, do SBT. De acordo com as informações, ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em um hospital no interior de São Paulo. O humorista passou por uma cirurgia de intestino, mas devido a complicações do processo, precisou permanecer internado e veio a falecer nesta tarde. O sobrinho do humorista, Alisson Bruno, publicou uma mensagem em seu Instagram lamentando a morte do tio. “Acabei de perder meu tio. Para sempre vou ter amar”, escreveu. Uma mensagem publicada no perfil do humorista já havia adiantado que o estado de saúde era delicado: “Infelizmente o estado da saúde do Rapadura é grave. Ele continua na UTI, continuem orando por ele”, disse o texto. O portal da RedeTV! conversou por telefone com Marcelo Beny, o Bananinha, que era parceiro de trabalho de Rapadura e explicou como o estado de saúde do colega se agravou após ele passar pela operação. “Ele fez um cirurgia no intestino, na semana passada. Ai ele começou a se recuperar, mas estava sentindo dores. O médico disse que ele precisaria passar por uma nova operação pois tinha vazado alguma coisa”, explicou Benny. “Depois da segunda cirurgia, ele não conseguiu se recuperar do quadro de infecção e precisou fazer hemodiálise, mas eles tiveram que parar no meio porque ele não estava aguentando. Depois disso a família foi comunicada que não tinha muito mais o que fazer”, finalizou. O hospital informou em nota que o paciente teve falência de múltiplos órgãos em decorrência de cirurgia no aparelho digestivo. Charles Guttenberg estreou em “A Praça é Nossa” em 2004, junto de Dedé Santana. No ano seguinte, foi trabalhar com o colega em “Dedé e o Comando Maluco”, que fez grande sucesso ao ser transmitido aos domingos no SBT. No programa, ele vivia o Cabo Rapadura, irmão de Bananinha, interpretado por Marcelo Beny.
Cineasta que passou cinco anos preso na Rússia ganha prêmio do Parlamento Europeu
Libertado de uma prisão russa após cinco anos, o cineasta ucraniano Oleg Sentsov recebeu nesta terça (26/11) o Prêmio Sakharov para Liberdade de Pensamento, oferecido pelo Parlamento Europeu. O troféu foi criado em 1985 pela União Europeia para homenagear pessoas ou organizações que dedicaram as suas vidas ou ações à defesa dos direitos humanos e à liberdade. Oleg Sentsov venceu o prêmio do ano passado, mas só agora pôde receber pessoalmente a honraria. Ele estava preso desde 2014, após a Rússia anexar o território ucraniano da Crimeia. Diretor do filme “Gámer”, exibido na Mostra de São Paulo em 2012, Sentsov foi aprisionado após denunciar a Rússia por ataques terroristas na Crimeia, onde morava. Detido em sua casa, em maio de 2014, foi condenado a 20 anos de prisão por um tribunal militar sob a acusação de ter coordenado um grupo de ativistas filiados ao movimento paramilitar ucraniano Pravy Sektor (Setor de Direita), que planejaria atentados contra as organizações pró-russas e as infraestruturas da península. O movimento teria colocado fogo em dois prédios, um deles pertencente ao atual partido do governo da Rússia. Ele se declarou inocente à época, afirmando que seu julgamento era uma farsa com motivações políticas. Sentsov chegou a entrar em greve de fome – interrompida à força – para alertar que havia mais 64 presos políticos na sua prisão, que foram detidos sem nada terem feito além de protestar contra a invasão da Rússia na Ucrânia. Sentsov foi identificado como inimigo da Rússia por ter trabalhado como voluntário para levar comida e mantimentos aos soldados ucranianos que enfrentaram o avanço russo. Ele também ajudou a organizar protestos pacíficos. O Departamento de Defesa dos EUA e o Parlamento Europeu condenaram sua prisão, assim como artistas e cineastas europeus, inclusive russos, e principalmente a Academia Europeia de Cinema, que realizou vigílias para sua libertação. Mas o presidente Vladimir Putin afirmou repetidas vezes que não interviria em um problema da Justiça russa, reforçando que ele estava preso por acusações de terrorismo. A liberdade de Sentsov aconteceu apenas no dia 7 de setembro passado, quando os governos da Ucrânia e da Rússia concordaram em fazer uma troca de prisioneiros. 35 russos presos na Ucrânia foram libertados para que o país recebesse 35 ucranianos aprisionados na Rússia. Na ocasião, Mike Downey, vice-presidente da Academia Europeia, disse: “Finais felizes raramente acontecem, exceto nos filmes. Mas no caso de Oleg Sentsov, embora seja uma vitória amarga depois de mais de cinco anos de luta no gulag e meses em greve de fome, ele nunca desistiu de sua posição ou de seus princípios.” Nesta terça, em seu discurso de agradecimento ao prêmio do Parlamento Europeu, Sentsov voltou a se manifestar sobre a ameaça representada por Vladimir Putin à democracia da Ucrânia. “É uma honra imensa e também uma responsabilidade imensa. Eu aceito esse prêmio em nome de todos os presos políticos da Ucrânia que estiveram em prisões russas”, disse Sentsov, antes de acrescentar: “Eu não confio em Putin e eu peço que vocês também não confiem nele. A Rússia e o Sr. Putin irão traí-los. Eles querem ver a Ucrânia de joelhos”, completou.
Elizabeth Banks vai estrelar e dirigir A Mulher Invisível para a Universal
A Universal abraçou a “política de gênero”. Depois de produzir um remake de “O Homem Invisível”, que estreia em fevereiro, o estúdio encomendou a realização de “A Mulher Invisível”. A atriz e diretora Elizabeth Banks, que exerceu as duas funções no recente fracasso de “As Panteras”, foi quem levou o projeto ao estúdio. Ela vai produzir, dirigir e estrelar o filme, no papel da mulher invisível. O roteiro é de Erin Cressida Wilson, que escreveu “Secretária” (2002), “A Pele” (2006) e “A Garota no Trem” (2016). Não está claro se o projeto é inteiramente novo ou baseado na primeira “Mulher Invisível” da Universal. O original de 1940 era uma comédia centrada em uma modelo de loja de departamentos que se torna o objeto de teste de um experimento de invisibilidade. Ao se tornar invisível, ela se vira contra seu chefe malvado, mas involuntariamente envolve-se numa aventura com gângsteres. Fontes da revista The Hollywood Reporter afirmam que o tom será outro, mais próximo do thriller de “Thelma & Louise” (1991) e “Psicopata Americano” (2000). “A Mulher Invisível” é a mais recente adaptação dos “monstros” da Universal, após o estúdio tentar emplacar um universo compartilhado com “A Múmia”, há dois anos, e desistir após o fracasso daquele filme. Desde então, a abordagem mudou para privilegiar projetos autorais e baratos baseados nos personagens clássicos. “O Homem Invisível”, de Leigh Whanell (“Sobrenatural”), será justamente o primeiro projeto do novo gerenciamento, seguido pelos já anunciados “Dark Army”, de Paul Feig (“Caça-Fantasmas”), e “Renfield” (personagem de “Drácula”), de Dexter Fletcher (“Rocketman”).
Disney fará pré-estreia de Frozen 2 na Comic Con Experience
A Disney anunciou que vai realizar uma pré-estreia especial do filme “Frozen 2” durante a CCXP (Comic Con Experience) 2019. A exibição do filme vai acontecer no dia 7 de dezembro, o terceiro dia do evento. O diretor Chris Buck e produtor Peter Del Vecho de “Frozen 2” estarão presentes na première, além do humorista Fábio Porchat, que dubla o Olaf na versão brasileira. Eles também participarão de um painel sobre o filme. A exibição “antecipada” só aumenta a frustração com o planejamento da Disney para o lançamento nacional do filme. Afinal, significa que o filme está pronto para o público brasileiro, apesar do estúdio ter marcado a estreia apenas para 2020. “Frozen 2” já estreou em 37 países e bateu, no fim de semana passado, o recorde de maior bilheteria em estreia mundial de uma animação. Mas só será oficialmente lançado no Brasil no dia 2 de janeiro. A maldade também foi estendida aos fãs argentinos das irmãs Anna e Elsa, que verão o filme junto com os brasileiros em 2020 – depois de todo o resto do mundo. Além de “Frozen 2”, a Disney também trará a seu painel informações sobre as animações “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica”, da Pixar, e “Um Espião Animal”, da Fox.
Mark Ruffalo sugere filme do Hulk vs. Wolverine, que pode acontecer
O ator Mark Ruffalo já sugeriu para a Marvel como gostaria de voltar ao papel de Hulk no cinema. Durante participação na Comic Con de Tóquio, ele disse que quer ver o herói esverdeado lutando contra Wolverine. “Hulk vs. Wolverine. Eu gostaria de ver isso. Acho que seria uma ótima combinação”, disse no evento. Ruffalo confirmou que já conversou com o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, sobre as ideias para o futuro de Hulk. Ele ainda se disse disposto a aparecer na já anunciada série da Mulher-Hulk (She-Hulk). Nos quadrinhos, Jennifer Walters, a Mulher-Hulk, é prima de Bruce Banner, o Hulk. Também vale lembrar que Wolverine apareceu pela primeira vez numa edição do Hulk, em 1974, como antagonista do herói (veja a capa abaixo). Criado pelo editor Roy Thomas, o roteirista Len Wein e os desenhistas John Romita e Herb Trimpe, o personagem fez tanto sucesso que acabou entrando nos X-Men no ano seguinte. Esta cronologia parece bastante apropriada para um novo filme, já que o personagem vai ganhar um reboot na Marvel Studios, após a compra da Fox pela Disney. Conhecido por deixar escapar spoilers das produções da Marvel, será que Mark Ruffalo soltou o maior de todos?
Claire Foy é flagrada de volta à série The Crown
Claire Foy vai voltar a aparecer em “The Crown”. A atriz, que foi substituída por Olivia Colman na 3ª temporada, foi fotografada por paparazzi caracterizada como a rainha Elizabeth II no set de gravações da série. Tudo indica que ela aparecerá em cenas de flashback na 4ª temporada da produção da Netflix. Na imagem do set, Foy está diante de um microfone antigo da rede BBC. A cena se parece muito com uma transmissão de rádio feita pela verdadeira Elizabeth em 1947, durante uma viagem pela África do Sul quando ainda era princesa – seu pai, o rei George, morreu apenas em 1952. Compare acima. A interpretação de Claire Foy como a jovem rainha Elizabeth foi amplamente aclamada e lhe rendeu um Emmy de Melhor Atriz. A 4ª temporada também trará Olivia Colman no papel principal, refletindo a opção dos produtores de trocar as intérpretes a cada duas temporadas – com o objetivo de acompanhar a passagem do tempo, já que cada ano de produção da série se passa numa década diferente. Na semana passada, o jornal britânico Daily Mail publicou que Imelda Stauton (a professora Dolores Umbridge dos filmes de “Harry Potter”) interpretará Elizabeth II nas temporadas de número 5 e 6. A informação, porém, ainda não foi confirmada pela Netflix.
Catherine Deneuve segue hospitalizada e filmagens de novo longa são suspensas
As filmagens do longa “De Son Vivant”, de Emmanuelle Bercot, foram oficialmente suspensas. A produção foi desmobilizada devido à saúde da atriz Catherine Deneuve, que permanece internada após sofrer um AVC, noticiou o jornal francês Le Parisien. A estrela francesa de 76 anos sofreu um acidente vascular cerebral isquêmico “muito limitado e reversível”, de acordo com sua família, mas segue hospitalizada desde 5 de novembro. Na semana passada, a agente de atriz informou que ela “estava bem”, mas precisava se manter internada “para descansar”. A produção de “De Son Vivant” tinha começado sua fotografia principal em 11 de outubro e sua programação previa seguir com filmagens até dezembro. Após o AVC da atriz, a equipe continuou filmando com os demais integrantes do elenco até a noite de segunda (25/11), quando veio a decisão de suspender os trabalhos e aguardar a recuperação de Deneuve. “De Son Vivant” será a terceira parceria de Bercot e Deneuve. A diretora já tinha filmado a atriz em “Ela Vai” (2013) e “De Cabeça Erguida” (2015). Deneuve também está no elenco de “La Vérité”, do mestre japonês Hirokazu Koreeda, que teve première no Festival de Veneza e já estreou no Japão. O lançamento nos EUA e em parte da Europa está marcado para março.
Dois Irmãos: Animação da Pixar ganha novo trailer dublado em português
A Disney divulgou um novo pôster americano e o segundo trailer nacional da nova animação da Pixar, que vai chegar aos cinemas nacionais sem o grande atrativo de seus dubladores originais e com um nome que não tem absolutamente nada a ver com o título da produção nos Estados Unidos. “Onward” virou “Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica”. Isto mesmo, um titulo minimalista de apenas seis letras virou épico de cinco palavras e um hífen na “tradução”. Já a inevitável dublagem brasileira para as crianças joga no lixo os dólares investidos para reunir seus dubladores famosos americanos, que têm sido o principal destaque do projeto desde seu anúncio nos Estados Unidos. Os irmãos do título nacional são originalmente dublados por Chris Pratt e Tom Holland, intérpretes do Senhor das Estrelas (dos Guardiões da Galáxia) e Homem-Aranha nos filmes da Marvel, que estiveram juntos recentemente em “Vingadores: Ultimato”. Além dos dois atores famosos, o elenco de vozes originais ainda conta com Julia Louis-Dreyfus (“Veep”) como a mãe dos protagonistas, e Octavia Spencer (“A Forma da Água”). O filme tem roteiro e direção de Dan Scanlon, que também fez as duas funções em “Universidade Monstros” (2013). A trama acompanha dois irmãos de uma família de elfos, que abandonam sua confortável vida suburbana ao ganharem um cajado mágico. Decididos a completar um feitiço e trazer seu pai de volta à vida, eles embarcam numa aventura a bordo de seu carro velho, em busca do resto da magia que já existiu naquele lugar – e, ao menos no trailer, ao som do clássico “It’s Magic”, da banda The Cars. Por sinal, pela prévia, é possível deduzir a “mensagem” da história e concluir que “Dois Irmãos” é a produção com mais cara de Disney já feita pela Pixar, muito mais que “Valente” (2012) – cuja protagonista literalmente virou Princesa Disney em “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”. A estreia está marcada para 5 março de 2020 no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Porta dos Fundos vence o Emmy Internacional com Especial de Natal
A cerimônia de premiação do Emmy Internacional consagrou duas produções brasileiras na noite de segunda-feira (25/11) em Nova York: o “Especial de Natal Porta dos Fundos”, da Netflix, como a Melhor Comédia e o programa “Hack the City”, do National Geographic, na categoria de séries em curta-metragem. “Negócio é o seguinte: Porta dos Fundos ganhou como Melhor Comédia com ‘Especial de Natal’. Semana que vem temos nosso novo especial. Eu estou muito feliz, de verdade. Emocionado. Porque isso é importante para o Brasil, para entendermos que cultura também é isso. Ano que vem, quero estar aqui de novo nessa bagaça”, disse o humorista Fábio Porchat, em vídeo, após receber Emmy. Ele ainda completou com uma informação pessoal: “É ainda mais especial porque é meu aniversário de casamento”. Veja abaixo. O grupo Globo, acostumado a vencer a premiação, desta vez ficou de fora da distribuição de troféus. O conglomerado concorria com “Se Eu Fechar os Olhos Agora”, como Melhor Minissérie, pelo desempenho de Marjorie Estiano em “Sob Pressão”, na categoria de Melhor Atriz, e pela produção de “A Primeira Pedra”, do canal Futura, como Melhor Documentário. O Brasil ainda teve indicados a série “1 Contra Todos” e o ator Raphael Logam, de “Impuros”, ambos da Fox, além das produções da HBO “Ópera Aberta – Os Pescadores de Pérolas”, na categoria de Programa de Arte, e “Magnifica 70”, como Melhor Programa de Horário Nobre em Língua Não-Inglesa exibido nos Estados Unidos. Para completar a lista, a produção britânica “McMafia”, grande vencedora da noite como Melhor Série Dramática, também inclui o brasileiro Caio Blat em seu elenco. Confira abaixo a relação completa dos premiados. Melhor Série de Drama “McMafia” (Reino Unido) Melhor Comédia “Especial de Natal, Porta dos Fundos” (Brasil) Melhor Telefilme ou Minissérie “Safe Harbour” (Austrália) Melhor Ator Haluk Bilginer por “Sahsiyet” (Turquia) Melhor Atriz Marina Gera por “Orok Tel” (Hungría) Melhor Documentário “Bellingcat – Truth in a Post-Truth World” (Países Baixos) Melhor Série Curta “Hack the City” (Brasil) Melhor Programa de Arte “Dance or Die” (Países Baixos) Melhor Programa de Horário Nobre em Língua Não-Inglesa “Falco” (Estados Unidos) Melhor Entretenimento Não-Roteirizado “The Real Full Monty: Ladies Night” (Reino Unido) Melhor Telenovela “La Reina del Flow” (Colombia) O primeiro de muitos!!!!! Valorizem a cultura! pic.twitter.com/oaTgT91XTF — Fabio Porchat (@FabioPorchat) November 26, 2019
Cinemas britânicos tiram filme sobre gangues de cartaz após brigas de facões entre o público
Duas redes de cinema do Reino Unidos decidiram retirar de cartaz o filme “Blue Story”, sobre conflitos de gangues em Londres, depois que confrontos violentos foram registrados durante sua exibição no fim de semana em um cinema em Birmingham, na Inglaterra. Grupos de jovens, alguns armados com facões, entraram em confronto no sábado à noite diante de um cinema em Birmingham, na Inglaterra. Seis deles, incluindo um adolescente de 13 anos, foram presos e sete policiais ficaram feridos. Após esse conflito, o grupo Vue, que opera o cinema Star City, onde aconteceu a “briga generalizada”, anunciou que não exibirá mais o filme em seus 91 cinemas no Reino Unido e na Irlanda. Defendendo a decisão, um porta-voz da rede disse que houve mais incidentes em outros locais que exibiam “Blue Story”, numa quantidade maior “do que que já vimos para qualquer filme em um prazo tão curto”. Ele citou 25 “incidentes significativos” nos cinemas da rede que exibiam o filme, em 16 locais separados, nas primeiras 24 horas de exibição. A iniciativa de tirar o filme de cartaz foi seguida logo depois pela rede Showcase Cinemas. “Devido a incidentes recentes relacionados à divulgação do filme ‘Blue Story’, (…) a Showcase Cinemas o removeu imediatamente de todas as nossas salas”, afirmou um porta-voz desse grupo. “Estamos em discussões com o distribuidor sobre a possibilidade de reintroduzir o filme em outra oportunidade”, acrescentou. O filme conta a história de dois adolescentes, amigos de infância, que frequentam a mesma escola, mas moram em bairros diferentes no sul de Londres e se veem presos contra sua vontade em uma guerra entre gangues rivais. Seu roteirista e diretor, o rapper Andrew Onwubolu, mais conhecido pelo nome artístico de Rapman, disse no Instagram que espera que essa retirada não represente “uma condenação” ao filme. “É realmente chato que um pequeno grupo de pessoas passa estragar tudo para todos. ‘Blue Story’ é um filme que fala de amor, não violência”, afirmou. “Rezo para que todos possamos (…) nos tratar com tolerância e respeito”, acrescentou. Apesar dos problemas, o filme abriu em 3º lugar no fim de semana no Reino Unido, atrás do fenômeno “Frozen 2” e “Uma Segunda Chance Para Amar”, e atingiu 90% de aprovação na média da crítica registrada pelo site Rotten Tomatoes. Veja abaixo um vídeo com a comoção diante do cinema Star City, o trailer do filme e o post do diretor. Ver essa foto no Instagram #Bluestorymovie playing in all major cinema chains except @vue and ??? Uma publicação compartilhada por Rapman (@realrapman) em 24 de Nov, 2019 às 8:56 PST
Estreia de Godzilla vs. Kong é adiada em oito meses
A Legendary Pictures adiou em oito meses a estreia de “Godzilla vs. Kong”. Originalmente previsto para chegar aos cinemas em março, o filme agora só será lançado em novembro do ano que vem. A produção começou a ser filmada antes da estreia de “Godzilla II: O Rei dos Monstros”, que fracassou nas bilheterias – arrecadação de US$ 385,9 milhões mundiais para um orçamento de US$ 170 milhões. Dirigido por Adam Wingard (“Bruxa de Blair”), “Godzilla vs. Kong” vai trazer de volta Millie Bobby Brown (“Stranger Things”), Kyle Chandler (“Bloodline”) e Zhang Ziyi (“O Tigre e o Dragão”), vistos no filme anterior. Além deles, também inclui em seu elenco grandioso os atores Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”), Eiza Gonzalez (“Em Ritmo de Fuga”), Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Julian Dennison (“Deadpool 2”), Demián Bichir (“A Freira”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”) e Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”).












