Katy Perry exagera no espírito natalino em clipe com personagens animados
A cantora Katy Perry lançou um clipe em clima de Natal. Um ano depois de ter sido disponibilizada com exclusividade para assinantes da Amazon Prime, a música “Cozy Little Christmas” ganhou seu primeiro vídeo, assinado pela dupla Watts. O conceito é bizarro, misturando referências infantis e adultas, além de muita decoração natalina – inclusive no figurino. Na historinha, a cantora é uma Mamãe Noel que quer aproveitar um dia de folga com o Papai Noel para beber, dançar e ficar à toa, com direito a massagem a dois. Mas nesse processo se entusiasma, enche a cara e acaba se mostrando pelada durante a massagem feita por uma rena natalina. O bicho é um dos muitos personagens animados que interagem com Katy na produção, que ganham vida graças à velha técnica conhecida como claymotion – stop-motion com massinhas – , numa citação explícita ao clássico “A Rena do Nariz Vermelho” (1964).
Crise nas Infinitas Terras: Superman enfrenta Superman em novas fotos do crossover
A rede The CW divulgou mais 10 fotos de “Crise nas Infinitas Terras”, megacrossover das séries do Arrowverso. As imagens destacam alguns encontros inéditos, entre Batwoman (Ruby Rose) e o “Batman do Futuro” (Kevin Conroy) e entre duas versões diferentes de Superman – vividas por Tyler Hoechlin, que interpreta o personagem na série “Supergirl”, e Brandon Routh, que estrelou “Superman: O Retorno” (2006). Este último encontro é bem menos amistoso. A explicação para o plural de Superman é o multiverso da DC Comics, que vai mostrar várias versões dos mesmos personagens, vindo de realidades (na verdade, filmes e séries) diferentes. A versão de Superman interpretada por Routh é um personagem clássico do multiverso. Ele pode ser lembrado pelos leitores mais antigos de quadrinhos como o herói da Terra 2, mas os mais jovens talvez só conheçam sua existência da minissérie/graphic novel “O Reino do Amanhã” (Kingdom Come), de Mark Waid e Alex Ross. O uniforme envergado por Routh até reproduz o “S” estilizado do design de Ross para a publicação de 1996. Considerada um marco dos quadrinhos, a “Crise” original de 1985 ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, resultado da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” acomode os personagens de “Supergirl” na mesma Terra dos demais integrantes do Arrowverso. Mas seu impacto não deve se resumir a isso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Além disso, embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. A estreia vai acontecer no domingo (8/12) com um capítulo de “Supergirl”, que será acompanhado nos EUA pela exibição de um aftershow, chamado de “Crisis Aftermath”, com apresentação do cineasta Kevin Smith (“O Balconista”). Ainda não há previsão para a estreia do crossover no Brasil, que deve acontecer pelo canal pago Warner.
Crise nas Infinitas Terras: Mundo de Supergirl é destruído em novo trailer do crossover
A rede The CW divulgou um novo trailer de “Crise nas Infinitas Terras”, megacrossover das séries do Arrowverso. Como a trama vai começar pelo episódio de “Supergirl” do próximo domingo (8/12), os personagens dessa atração aparecem em maior número. É na Terra-38 de Supergirl que os heróis juntam forças para enfrentar a ameaça da destruição do multiverso. A prévia não revela a origem do ataque, embora os fãs dos quadrinhos conheçam os detalhes da saga do Monitor (LaMonica Garrett) e seu rival, o Anti-Monitor. O perigo é vago, mas devastador, e deixa claro que a equipe inicial, formada por Supergirl (Melissa Benoist), Superman (Tyler Hoechlin), J’onn J’onzz (David Harewood), Brainiac 5 (Jesse Rath), Alex Danvers (Chyler Leigh), Lois Lane (Elizabeth Tulloch) e os viajantes dimensionais Batwoman (Ruby Rose), Arqueiro Verde (Stephen Amell) e sua filha Mia (Katherine McNamara), são incapazes de impedi-lo. A solução de Oliver/Arqueiro Verde é juntar mais aliados, o que leva à aparição de duas versões de Flash (Grant Gustin e John Wesley Shipp), o Superman de “Smallville” (Tom Welling), o “Batman do Futuro” (Kevin Conroy), Raio Negro (Cress Williams) e vários personagens de “Legends of Tomorrow”. Paralelamente, o vídeo apresenta as consequências devastadoras da Crise. Uma das cenas mostra Supergirl testemunhando a destruição de Argo City – o asteroide em que vivem sua mãe e os últimos sobreviventes de Krypton. Outra, ainda mais impactante, registra o desaparecimento da própria Terra-38, onde se passa a série “Supergirl”. Desde que o crossover foi anunciado, havia a expectativa de que o mundo de “Supergirl” fosse destruído para que seus personagens fossem acomodados na mesma Terra dos demais integrantes do Arrowverso. Claro que tudo pode ser “revertido” ao final da história, mas o impacto da “Crise” não deve se resumir a isso, já que o crossover também conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. Considerada um marco dos quadrinhos, a “Crise” original de 1985 ficou famosa por destruir o multiverso, eliminando os mundos paralelos da cronologia das publicações da DC Comics. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos. A destruição foi tão traumática que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou os sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, a única remanescente, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, a versão live-action de “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Supergirl”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Arrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, a participação do herói Raio Negro (Black Lightning) parece importante, como demonstra o trailer. Os episódios serão acompanhados nos EUA pela exibição de um aftershow, chamado de “Crisis Aftermath”, com apresentação do cineasta Kevin Smith (“O Balconista”). Ainda não há previsão para a estreia do crossover no Brasil, que deve acontecer pelo canal pago Warner.
O Irlandês é eleito melhor filme de 2019 pela crítica dos EUA
A National Board of Review deu a largada na temporada de premiações por parte da crítica americana. A mais antiga associação de críticos, cinéfilos e acadêmicos dos Estados Unidos, que em 1930 inaugurou o hoje tradicional costume de criar listas de melhores do ano, divulgou sua seleção de melhores de 2019. Dirigido por Martin Scorsese, “O Irlandês” foi o grande destaque da premiação. Eleito o Melhor Filme de 2019, também conquistou reconhecimento como Melhor Roteiro Adaptado, para o escritor Steven Zaillian, e ainda recebeu um “Icon Award”, prêmio especial que homenageou Scorsese e os astros Robert De Niro e Al Pacino, que atuam no longa-metragem. O prêmio de Melhor Direção, porém, ficou com Quentin Tarantino por “Era uma Vez em… Hollywood”, filme que também rendeu troféu de Melhor Ator Coadjuvante para Brad Pitt. Os demais prêmios de atuação foram divididos entre intérpretes de filmes diferentes. Adam Sandler foi eleito o Melhor Ator, por “Uncut Gems”, enquanto Renée Zellweger venceu como Melhor Atriz, por “Judy”. No domingo (1/12), ela também venceu o BIFA, premiação do cinema independente britânico, pelo mesmo papel – Zellwegger interpreta a também atriz Judy Garland (de “O Mágico de Oz” e “Nasce uma Estrela”) em seus últimos meses de vida. Por fim, Kathy Bates foi premiada como Melhor Atriz Coadjuvante por “O Caso Richard Jewell”. No ano passado, a NBR elegeu “Green Book” como Melhor Filme. O longa acabou vencendo o Oscar. Mas, em outros anos, o favorito da NBR também experimentou tratamento oposto da Academia. O caso mais significativo foi “The Post – A Guerra Secreta”, de Steven Spielberg, vencedor da NBR em 2017, que não conquistou um único Oscar sequer – e nem sequer foi indicado na categoria principal da premiação. Veja abaixo a lista completa dos premiados da NBR, que ainda incluem categorias como Melhor Animação, Filme Estrangeiro, Fotografia, Roteiro Original e Estreia na Direção, entre outras. Melhor Filme: “O Irlandês” Melhor Diretor: Quentin Tarantino (“Era uma Vez em… Hollywood”) Melhor Ator: Adam Sandler (“Uncut Gems”) Melhor Atriz: Renée Zellweger (“Judy”) Melhor Ator Coadjuvante: Brad Pitt (“Era uma Vez em… Hollywood”) Melhor Atriz Coadjuvante: Kathy Bates (“O Caso Richard Jewell”) Melhor Roteiro Original: Josh Safdie, Benny Safdie, Ronald Bronstein (“Uncut Gems”) Melhor Roteiro Adaptado: Steven Zaillian (“O Irlandês”) Melhor Revelação: Paul Walter Hauser (“O Caso Richard Jewell”) Melhor Estreia na Direção: Melina Matsoukas (“Queen & Slim”) Melhor Animação: “Como Treinar seu Dragão 3” Melhor Filme em Língua Estrangeira: “Parasita” (Coreia do Sul) Melhor Documentário: “Maiden” Melhor Elenco: “Entre Facas e Segredos” Melhor Fotografia: Roger Deakins (“1917”) Prêmio NBR Icon: Martin Scorsese, Robert De Niro, Al Pacino (“O Irlandês”) Prêmio NBR de Liberdade de Expressão: “For Sama” e “Luta por Justiça”
Víuva Negra: Trailer lidera tópicos do Twitter com diversas teorias sobre a heroína
O primeiro trailer de “Viúva Negra” virou o principal tópico do Twitter nesta terça-feira (3/12). Além de apresentar muitas cenas de ação, introduzir novos personagens e traçar um painel da trajetória da heroína, o vídeo também trouxe alguns easter eggs que viraram temas de infindáveis teorias de fãs. Os pontos mais comentados foram, curiosamente, elementos do figurino da produção. Em especial, o fato de Yelena Belova (Florence Pugh, de “Midsommar”) aparecer com um colete igual ao usado por Natasha Romanoff (Scarlett Johansson), a Viúva Negra, em “Vingadores: Guerra Infinita”. Como o filme solo da heroína é um prólogo da luta contra Thanos, o fato de Natasha usar a roupa de Yelena tem alimentado muitas discussões. Há quem acredite que Yelena morra em “Viúva Negra” e o colete usado em “Guerra Infinita” seja uma homenagem póstuma, e até quem afirme que Yelena assumiu a identidade de Viúva Negra e foi quem morreu em “Vingadores: Ultimato”. Outra confusão de guarda-roupas pode ser observada na veste usada por Melina Vostokoff (Rachel Weisz, de “A Favorita”) e uma cena em que a Viúva Negra aparece com traje idêntico. O figurino também destaca a versão branca do uniforme de Natasha e a roupa apertada do Guardião Vermelho, em que se espreme o obeso Alexei Shostakov (David Harbour, de “Stranger Things”). Mas muito mais chamativo que isso, o uniforme do vilão, com estilo Power Rangers, esconde o grande mistério da produção, não esclarecido até o momento: quem interpreta o Treinador (Taskmaster). Integrantes confirmados do elenco, os atores O-T Fagbenle (o marido de June em “The Handmaid’s Tale”) e Ray Winstone (“Caçadores de Emoção: Além do Limite”) são candidatos por não aparecerem no trailer, mas o vídeo lançou uma nova teoria sobre a identidade escondida sob o capacete do “Power Ranger russo”. Como o vilão aparece usando arco e flecha, os fãs apostam num disfarce de Clint Barton (Jeremy Renner), o Gavião Arqueiro. Neste sentido, vale lembrar as conversas entre Natasha e Clint em “Vingadores: Ultimato” sobre um encontro dos dois em Budapeste, na Hungria, onde as cenas de luta com o Treinador foram filmadas. Para completar a lista de teorias, a prévia ainda mostrou uma versão (supostamente) rejuvenescida do General Ross (William Hurt). Apesar do efeito visual ser muito inferior ao utilizado em “O Irlandês”, é possível reparar que o rosto de William Hurt foi alterado digitalmente, colocando sua aparição num contexto de flashback. Um flashback dentro do flashback que é o próprio filme, em relação à cronologia do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Fãs também questionam porque a Marvel resolveu inaugurar sua Fase 4 com um filme que é prólogo do final da Fase 3. Passado logo após “Capitão América: Guerra Civil”, “Viúva Negra” não avança a história coletiva do MCU. Ou será que avança de alguma forma que o trailer buscou esconder? Assim sendo, até que ponto o colete de Yelena, que foi parar em “Guerra Infinita”, aponta para o futuro da Viúva Negra no MCU? Mais que isso: a Viúva Negra, morta em “Vingadores: Ultimato”, tem futuro no MCU? A resposta pode estar na roupa da outra personagem, Melina, idêntica à de Natasha numa das cenas. Nos quadrinhos, a Dama de Ferro cria um programa de clonagem da Viúva Negra após a morte da heroína original – e uma das clones recebe as memórias da verdadeira Natasha, que se volta contra seus mestres russos. Interessante? Com roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”) e direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), “Viúva Negra” estreia em 30 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Confira abaixo as imagens do trailer que alimentam as principais discussões nas redes sociais, além do próprio trailer legendado em português.
007: Sem Tempo para Morrer ganha coleção de pôsteres de personagens
A MGM divulgou uma coleção de pôsteres de “007: Sem Tempo para Morrer”, o último filme de James Bond estrelado por Daniel Craig. Os cartazes destacam individualmente os protagonistas do novo filme. Além de James Bond, as artes incluem Q (Ben Whishaw) e Madeleine Swann (Léa Seydoux), que integram a franquia desde, respectivamente, “007: Operação Skyfall” (2012) e “007 Contra Spectre” (2015), além de novos personagens vividos por Rami Malek (vencedor do Oscar por “Bohemian Rhapsody”), que será um vilão, Ana de Armas (“Blade Runner 2049”) como bond girl e Lashana Lynch (“Capitã Marvel”) interpretando uma nova 007. O filme dirigido por Cary Joji Fukunaga (“Beasts of No Nation”) também terá os retornos de Ralph Fiennes como M e Naomie Harris como Eve Moneypenny, papéis que interpretam desde “007: Operação Skyfall” (2012), além de outros atores recorrentes: Jeffrey Wright (reprisando o papel do agente da CIA Felix Leiter, visto em “007: Cassino Royale” e “007: Quantum of Solace”), Rory Kinnear (o agente Bill Tanner, presente desde “007: Quantum of Solace”) e Christoph Waltz (o vilão Blofeld, introduzido em “007 Contra Spectre”). A estreia está prevista para 9 de abril no Brasil, um dia depois do lançamento nos Estados Unidos.
Gal Gadot vai produzir remake americano de série criminal israelense
A atriz Gal Gadot, estrela de “Mulher Maravilha”, vai produzir um remake americano da série criminal “Queens”, que fez sucesso em Israel, seu país de origem. A produção da Endemol Shine Israel conta a história das mulheres da família Malka, que precisam se unir depois que todos os homens de sua família criminosa são assassinados. Levadas a uma vida que não escolheram, elas percebem que podem finalmente controlar seus próprios destinos. A série original está atualmente renovada para sua 2ª temporada. ”Queens’ é uma história complexa sobre ser mulher em nossos dias, e tudo o que acompanha isso do ponto de vista da família, da carreira e do relacionamento”, disse Guy Levy, presidente da Endemol Shine North America, que produzirá a versão americana. “É gratificante ver uma série que trata mulheres com complexidade, mostrando que nossas diferenças são os pontos fortes que nos unem”, completa o executivo no comunicado do projeto. Apesar de ser uma produção “original” israelense, a premissa de “Queens” já teve muitas versões anteriores em inglês. A história realmente original foi criada pela escritora Lynda La Plante para a série britânica dos anos 1980 “As Damas de Ouro” (Widows), que ganhou remake americano em 2002 e filme hollywoodiano no ano passado, ambos batizados de “As Viúvas”. La Plante também assinou uma variação mafiosa da mesma trama no telefilme “Bella Mafia” (1997). Para completar, “Rainhas do Crime” passou batido nos cinemas neste ano ao repetir a fórmula. Em fase de desenvolvimento inicial, o remake de “Queens” ainda não tem canal nem mesmo equipe criativa definida.
Brad Pitt diz ter superado alcoolismo: “um desserviço pra mim mesmo”
O ator Brad Pitt abordou seu vício em bebidas alcoólicas em um bate-papo com o colega Anthony Hopkins, realizado para a revista Interview, em que comentou como aprendeu a lidar com seus erros. Ao ser questionado pelo ator veterano sobre seu problema com a bebida no passado, Pitt declarou: “Eu apenas encarei tudo como um desserviço pra mim mesmo, como uma fuga”. Hopkins, então, contou que também passou por isso e revelou que estava há “quase 45 anos” sem beber. Foi quando Pitt citou a importância de se aprender com os próprios erros. “Acho que vivemos em uma época em que somos extremamente críticos e rápidos para descartar as pessoas. Sempre damos grande importância aos erros. Mas é o momento seguinte, o que se faz após um erro, isso é o que realmente define uma pessoa”, declarou. Pitt acrescentou: “Todos nós vamos cometer erros. Mas qual é o próximo passo? Como cultura, não paramos para ver qual é o próximo passo dessa pessoa. E essa é a parte que eu acho muito mais revigorante e interessante”. Ele também contou que tem mudado seu comportamento nos últimos anos, tornando-se mais sensível. “Sou conhecido por não chorar. Não choro há, tipo, 20 anos, mas agora me vejo, nessa última fase, muito mais emocionado – emotivo com meus filhos, meus amigos, até pelas notícias. Não sei para onde isso está indo, mas acho que é um bom sinal”. O amadurecimento foi consequência do divórcio de Angelina Jolie. O astro já tinha admitido que seus vícios foram a gota d’água que levaram à separação, mas não queria perder também os filhos por causa disso. Lutando pela guarda compartilhada, começou a fazer terapia e parou de beber.
Marvel divulga o primeiro trailer legendado de Viúva Negra
A Marvel divulgou um novo pôster e o primeiro trailer legendado de “Viúva Negra”, possível despedida de Scarlett Johansson do papel-título. Na prévia, ela aparece em fuga, após os eventos de “Capitão América: Guerra Civil”, e busca refúgio com sua “família” na Rússia. A prévia revela a participação de alguns integrantes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), como Nick Fury (Samuel L. Jackson), Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) e General Ross (William Hurt), além dos novos personagens que formam a “família” da protagonista, Yelena Belova (vivida por Florence Pugh, de “Midsommar”), Alexei Shostakov (David Harbour, de “Stranger Things”), que aparece em seu uniforme de Guardião Vermelho (o “Capitão América comunista”) e Melina Vostokoff (Rachel Weisz, de “A Favorita”), que nos quadrinhos é a vilã Dama de Ferro. O vídeo também mostra o passado de Natasha Romanoff como bailarina, o centro de treinamentos do Programa Viúva Negra e o novo traje branco da heroína, além de lutas contra o vilão Treinador (Taskmaster). “Viúva Negra” tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”) e direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”). A estreia está prevista para 30 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Gotham Awards: História de um Casamento vence primeira premiação da temporada nos EUA
A primeira grande premiação cinematográfica americana da temporada, o Gotham Awards 2019, consagrou o drama “História de um Casamento”. A produção da Netflix, escrita e dirigida por Noah Baumbach, foi eleita o Melhor Filme Independente do ano, tanto pelo júri do prêmio quanto pelo público. E também rendeu os troféus de Melhor Roteiro para Baumbach e Melhor Ator para Adam Driver. Com 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme acompanha os dois lados de uma separação, que tem uma criança no meio. Além de Adam Driver (Kylo Ren na franquia “Star Wars”), destaca em seu elenco a atriz Scarlett Johansson (a Viúva Negra dos “Vingadores”). O lançamento em streaming vai acontecer na sexta-feira (6/12), em todo o mundo. Entre as atrizes, a vencedora foi Awkwafina, por “The Farewell”, que não tem previsão de estreia no Brasil. O filme possui 99% de aprovação e gira em torno de uma família chinesa, que organiza um casamento para que uma vovó doente possa ver todos os parentes pela última vez. O Brasil concorria na categoria de Melhor Documentário com “Democracia em Vertigem”. Mas a obra de Petra Costa, sobre o processo de impeachment de Dilma Rousseff, perdeu para outro título da Netflix: “Indústria Americana”, produzido pelo casal Barack e Michelle Obama. De forma impressionante, produções da Netflix conquistaram seis dos dez prêmios entregues na cerimônia, realizada na noite de segunda-feira (2/12) em Nova York. Nos últimos anos, os vencedores do Gotham foram “Birdman” (2014), “Spotlight” (2015), “Moonlight” (2016), “Me Chame pelo Seu Nome” (2017) e “Domando o Destino” (2018). Três deles também venceram o Oscar de Melhor Filme, um foi finalista e o mais recente nem sequer figurou na lista da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos – mas rendeu à diretora Chloé Zhao um contrato com a Marvel. Confira abaixo a lista completa dos premiados, que ainda inclui duas séries estreantes – uma da Hulu e outra, claro, da Netflix. Melhor Filme “História de Um Casamento” Prêmio do Público “História de um Casamento” Melhor Documentário “Indústria Americana” Melhor Diretor Estreante Laure de Clermont-Tonnerre (“The Mustang”) Melhor Roteiro Noah Baumbach (“História de um Casamento”) Melhor Ator Adam Driver (“História de Um Casamento”) Melhor Atriz Awkwafina (“The Farewell”) Melhor Ator Estreante Taylor Russell (“Waves”) Melhor Série Estreante de Capítulos Longos “Olhos que Condenam” Melhor Série Estreante de Capítulos Curtos “PEN15”
Neta de Elvis Presley vai estrelar série como cantora de rock dos anos 1970
Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”) foi confirmada no papel principal de “Daisy Jones & The Six”, nova série da Amazon Prime Video. Adaptação do romance de mesmo nome da escritora Taylor Jenkins Reid – lançado no Brasil em junho, veja a capa abaixo – , a trama apresenta os altos e baixos de uma renomada banda de rock dos anos 1970. A protagonista Daisy Jones é descrita como uma garota que nasceu em uma família privilegiada e abandona os pais para seguir a carreira na música, começando a participar da cena musical clássica de Los Angeles. A atriz, que é neta de Elvis Presley, já viveu uma roqueira dos anos 1970 em “The Runaways”. No filme de 2010, ela interpretou a cantora Marie Currie, irmã da vocalista Cherie Currie (Dakota Fanning). “Daisy Jones & The Six” foi criada pela dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber, roteiristas dos sucessos “A Culpa é das Estrelas” (2014) e “Artista do Desastre” (2017), e terá episódios dirigidos pela cineasta neozelandesa Niki Caro (de “O Zoológico de Varsóvia” e da série “Anne with an E”). Para completar, a atriz Reese Witherspoon (“The Morning Show”) faz parte da equipe de produção. Ainda não há previsão para a série chegar ao serviço de streaming da Amazon.
Strange Angel é cancelada após duas temporadas
A plataforma de streaming CBS All Access cancelou “Strange Angel” após sua 2ª temporada. A série contava a incrível história real de Jack Parsons, interpretado por Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”). Brilhante e ambicioso trabalhador dos anos 1930, Parsons começou como faxineiro de uma fábrica de produtos químicos em Los Angeles, mas teve sonhos fantásticos que o levaram a criar a ciência dos foguetes espaciais. Ao longo de sua jornada, ele adentrou um mundo misterioso que incluiu rituais de magia sexual e o séquito do ocultista Aleister Crowley. A produção tinha credenciais cinematográficas. Criada pelo roteirista Mark Heyman (de “Cisne Negro”), teve episódios dirigidos pelos cineastas David Lowery (“Meu Amigo, o Dragão”) e Ben Wheatley (“Free Fire”). Para completar, a produção era de Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”). Além de Jack Reynor, o elenco também incluía destaca Bella Heathcote (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”), Rupert Friend (série “Homeland”), Peter Mark Kendall (série “The Americans”), Rade Serbedzija (“Busca Implacável 2”), Greg Wise (série “The Crown”), Zack Pearlman (série “Shameless”), Keye Chen (série “Silicon Valley”), Dan Donohue (série “Damnation”), Michael Gaston (série “The Leftovers”) e Elena Satine (série “The Gifted”) O último episódio foi exibido em 24 de julho.
Uma Segunda Chance para Amar tira Malévola do topo das bilheterias brasileiras
Após seis semanas no topo das bilheterias nacionais, “Malévola — Dona do Mal” perdeu o trono para uma comédia estrelada por Emilia Clarke, a Daenerys de “Game of Thrones”. Lançada em 284 salas, com público de 149 mil pessoas e R$ 2,4 milhões de faturamento, “Uma Segunda Chance para Amar” (Last Christmas) estreou em 1º lugar nos cinemas brasileiros e encerrou o longo reinado de Angelina Jolie. A fábula da Disney caiu para o 2º lugar com 143 mil ingressos vendidos e R$ 2,2 milhões em bilheteria O 3º lugar ficou com “Os Parças 2”, que, depois de meio mês em cartaz, finalmente “estreou”. Em seu primeiro fim de semana oficial, a comédia nacional registrou queda típica de terceira semana, com 142 mil ingressos vendidos e R$ 2,1 milhões de arrecadação. Na semana passada, estava em 2º lugar. Mas ainda não tinha estreado. Este paradoxo bizarro é consequência de uma tática da distribuidora, que lançou “Os Parças 2” há três semanas em centenas de cinema, com venda de ingressos aberta para consumidores em todos os horários, e chamou de pré-estreia. Por conta disso, a estreia oficial do filme ficou abaixo das expectativas. Afinal, rendeu muito mais no período não oficial – R$ 8 milhões até o fim de semana passado. Outro filme brasileiro apareceu entre os mais vistos, entre quinta e domingo (1/12). “Carcereiros — O Filme” arrecadou R$ 1,1 milhão na estreia, apesar de seu lançamento ter sido muito menor que os demais. O filme estrelado por Rodrigo Lombardi foi exibido em 154 salas e levou 81 mil pessoas aos cinemas, ocupando o 5º lugar no ranking. Veja abaixo, o Top 10 das bilheterias brasileiras, conforme apuração da Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema #Brasil Final Sem 28/11-1/12:1. Uma Segunda Chance para Amar2. Malévola 3. Os Parças 24. Mais Que Vencedores5. Carcereiros 6. Coringa7. A Família Adams8. Dora e a Cidade Perdida9. Invasão ao Serviço Secreto10. Um Dia de Chuva em Nova York — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) December 2, 2019












