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TV

Carlos Alberto de Nóbrega passará por cirurgia para implantar marcapasso

Apresentador de 90 anos contraiu vírus que agravou insuficiência cardíaca e provocou arritmias. Procedimento está marcado para segunda-feira

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Série

Antonio Banderas e Nicolas Cage se juntam em True Detective

Dupla protagonizará a 5ª temporada da série policial da HBO, que terá nova investigação em Nova York e gravações a partir de 2027

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17 de outubro de 2026
Filme

TikTok bane conta de documentário crítico a Elon Musk

Plataforma suspende divulgação de "Musk" por supostas violações políticas durante expansão do filme para quase 500 salas de cinema nos EUA

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17 de outubro de 2026
Etc

Tia Milena troca Bolsonaro por Lula: “Se eu virei, o Brasil também pode”

Vice-campeã do BBB 26 admite que votou no ex-presidente, explica a influência de seu antigo círculo social e anuncia voto em Lula

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17 de outubro de 2026
Etc

Famosos fazem o L com camisa da Seleção em onda pró-Lula

Chico Buarque, Pabllo Vittar, Rafa Vitti, Deborah Bloch, Alanis Guillen, Marjorie Estiano, Sophie Charlotte, Xamã e dezenas de artistas aderem à campanha para recuperar o verde-amarelo

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17 de outubro de 2026
  • Etc

    Netflix é convocada pelo Congresso para esclarecer Especial de Natal do Porta dos Fundos

    17 de dezembro de 2019 /

    Chegamos neste ponto. A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça (17/12) requerimento de autoria do deputado federal e pastor Julio Cesar Ribeiro para a realização de audiência pública com a presença de representante da Netflix para esclarecimentos sobre o filme “A Primeira Tentação de Cristo”, especial de Natal do grupo Porta dos Fundos. Na produção exibida pela plataforma de streaming, o grupo Porta dos Fundos encena o retorno de Jesus dos 40 dias no deserto, insinua uma relação amorosa entre Jesus e Satanás e ainda sugere que Cristo, Maria e José formariam um triângulo amoroso. “O filme é uma verdadeira afronta aos valores cristão, ultraje a fé e a figura de Jesus Cristo e dos seus discípulos. Nós entendemos que uma obra de arte pode abordar diferentes aspectos a respeito desse período histórico sem fazer nenhum tipo de caricatura ou ofensa à imagem de Jesus. No entanto, este filme é uma verdadeira afronta aos mandamentos constitucionais, constitui crime previsto no Código Penal e verdadeira afronta religiosa aos valores cristãos”, afirmou Julio Cesar. O deputado, que é pastor da Igreja Universal, caracteriza a produção como vilipêndio, conforme art. 208 do Código Penal. O artigo se refere a ultraje a culto e impedimento ou perturbação de ato religioso e já foi usado para prender um pastor da Universal no famoso caso do “Chute na Santa”, em que o então pastor Sérgio Von Helder foi condenado a dois anos e dois meses de prisão por crimes de discriminação religiosa e vilipêndio a imagem da Nossa Senhora de Aparecida, chutada durante um programa de televisão da Universal, em 1995, como protesto contra o feriado nacional dedicado à santa negra – “boneco feio, horrível e desgraçado”. A expertise em Código Penal também decorre de Julio Cesar Ribeiro ter sido citado em denúncias de corrupção no âmbito da operação Drácon e responder a processo penal por envolvimento em um esquema de propinas na Câmara Legislativa do Distrito Federal. A Netflix já informou que não se manifestará a respeito da convocação para Audiência Pública. Embora este tenha sido o primeiro requirimento aprovado sobre o tema, a Câmera dos Deputados recebeu diversos outros a respeito do Especial de Natal, desde moções de repúdio contra a plataforma até Audiência Pública para saber os critérios utilizados na seleção de conteúdo do serviço. Um abaixo-assinado que pede a remoção do filme do catálogo da plataforma também circula na internet com mais de 2 milhões de assinaturas. Na prática, porém, os deputados nada podem fazer, além de mostrar o pior que a política brasileira tem a oferecer para uma empresa multinacional, que tem investido – sem incentivos – numa das áreas mais prejudicadas pela ineficiência e má vontade do governo federal – a produção de filmes e séries nacionais. Sem outra função além de servir de cortina de fumaça para réus processados por corrupção, de olho em eleitores desavisados, a convocação da Netflix só vai tumultuar e atrasar ainda mais a pauta de votações necessárias ao país, dispersando o Congresso em assuntos que lhe não cabem – lembrando o básico: quem julga questões constitucionais é o STF. Afinal, enquanto o Brasil for uma democracia, a censura federal é proibida pela Constituição. Não deveria mesmo ser preciso lembrar, mas há muito político falando em AI-5 ultimamente. Para decorar, este é o refrão: “É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”. Para completar, talvez o Congresso não saiba que o Porta dos Fundos venceu o Emmy Internacional por seu Especial de Natal do ano passado, que também satirizou Jesus Cristo, com o mesmo tom satírico e na mesma Netflix. Em 25 de novembro, o programa foi eleito a Melhor Comédia de 2019… do mundo.

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  • Filme

    Petição contra Especial de Natal do Porta dos Fundos ultrapassa 2 milhões de assinaturas

    17 de dezembro de 2019 /

    A petição contra o especial de Natal “A Primeira Tentação de Cristo”, do grupo Porta dos Fundos, atingiu mais de 2 milhões de assinaturas. O abaixo-assinado no site Change.org tem o objetivo de sensibilizar a Netflix para que retire a produção do seu catálogo. Além desta petição principal, várias outras têm se espalhado em sites similares. Há uma petição acontecendo até na Colômbia, que aponta que o especial “ofende gravemente aos cristãos e ao nosso senhor Jesus Cristo”. “Este filme é uma falta de respeito ao cristianismo e em especial a Deus”, escreveu o criador da campanha em espanhol. A polêmica também ajudado a divulgar o programa, que aumentou muito a sua exposição e trouxe até novos assinantes ao canal do grupo no YouTube – onde fantasmas de especiais passados podem assombrar ainda mais quem não gostou do atual. No especial, Jesus (Gregorio Duvivier) retorna para a casa dos pais, após uma viagem de 40 dias no deserto, a tempo de festejar seu aniversário de 30 anos, mas chega acompanhado por Orlando (Fabio Porchat), um rapaz espalhafatoso e afetado. A partir daí, os diálogos trazem uma série de insinuações de que os dois têm um relacionamento amoroso. Também há várias piada sobre a traição sofrida por José e o interesse carnal de Maria em Deus. Este conteúdo tem se provado divisivo. Além da petição, um bispo de Pernambuco lançou um pedido de boicote à Netflix e deputados conservadores se manifestaram com considerações sobre os limites do humor. Integrantes do clero mais baixo multiplicaram requerimentos para que a Câmara dos Deputados aprovasse uma moção de repúdio contra a plataforma e realizasse até Audiência Pública com a presença de representante da Netflix para prestar esclarecimentos sobre o filme. Um dos requirimentos mais curiosos exige saber os critérios utilizados na seleção de conteúdo do serviço. Diante da polêmica, o Porta dos Fundos disse, por meio de sua assessoria, que “valoriza a liberdade artística e faz humor e sátira sobre os mais diversos temas culturais e da nossa sociedade”. Repetidamente, os humoristas ainda se manifestaram no mesmo tom de forma individual. Já a Netflix informou que não irá se pronunciar sobre o ocorrido, mas salientou que valoriza a liberdade de expressão artística e lembrou que a parceria com o Porta dos Fundos rendeu recentemente o Emmy Internacional de Melhor Comédia, vencido pelo especial de Natal do ano passado.

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  • Série

    2ª temporada de Narcos: México ganha teaser, data e 10 fotos

    17 de dezembro de 2019 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser, 10 fotos e a data de estreia da 2ª temporada de “Narcos: México” – também conhecida como 5ª temporada de “Narcos”. Enquanto o teaser destaca o traficante vivido por Diego Luna (“Rogue One: Uma História Star Wars”), as fotos mostram o agente do DEA vivido por Scoot McNairy (“Batman vs. Superman”) em seu encalço. Diego Luna chegou a recebeu uma indicação ao Critics Choice Awards por sua interpretação de Félix Gallardo, o chefe do cartel de Guadalajara, na 1ª temporada da nova configuração da série de traficantes da Netflix. Já Scoot McNairy apareceu apenas no capítulo final da 1ª temporada, como o agente Walt Breslin, mas narrou todos os episódios. A estreia da 2ª temporada de “Narcos: México” foi marcada para 13 de fevereiro. Catch him if you can. Narcos: Mexico Season 2 premieres February 13 on @netflix. pic.twitter.com/OpScR1Et9h — Narcos (@NarcosNetflix) December 17, 2019

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  • Filme

    Keanu Reeves volta aos anos 1980 nas primeiras fotos de Bill & Ted 3

    17 de dezembro de 2019 /

    A Orion Pictures divulgou as primeiras fotos de “Bill & Ted: Encare a Música” (Bill & Ted: Face the Music), em que Keanu Reeves retoma um dos personagens mais populares de sua filmografia. As fotos mostram que o terceiro filme voltará a juntar o Ted de Keanu e o Bill vivido por Alex Winter numa cabine telefônica, e os dois terão novo encontro com a Morte, interpretada por Will Sadler. Mas há novidades. Depois de 30 anos, eles já são pais de filhas crescidas, que podem ser vistas na terceira foto, interpretadas por Brigette Lundy-Paine (de “Atypical”) e Samara Weaving (de “SMILF”), ao lado de Scott Mescudi (“Need for Speed: O Filme”), mais conhecido como o rapper Kid Cudi. No longa original, “Bill & Ted – Uma Aventura Fantástica” (1989), Reeves e Winter eram dois estudantes extremamente estúpidos de uma high school americana, que repetiriam de ano se não fizessem um bom trabalho de História. Sua sorte muda quando um homem de futuro resolve ajudá-los, convidando-os para uma viagem no tempo (a máquina do tempo é a cabine telefônica!), pois, por mais incrível que possa parecer, o destino da humanidade um dia dependerá da inteligência dos dois retardados, que criarão a música capaz de inspirar uma utopia perfeita. A comédia virou cult, ganhou sequência, “Bill & Ted – Dois Loucos no Tempo” (1991), além de série animada, videogame e até revista em quadrinhos, antes de sumir da lembrança da humanidade – obviamente, por uma artimanha do cientista maligno De Nomolos. Mas chegou finalmente a hora da aventura final, em que Bill e Ted precisarão cumprir a profecia – e criar a música perfeita. Escrito pelos criadores originais dos personagens, Chris Matheson (“Pateta: O Filme”) e Ed Solomon (“Homens de Preto”), o filme tem direção de Dean Parisot (“Heróis Fora de Órbita”) e estreia marcada para agosto de 2020.

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  • Filme

    Emma: Nova versão do clássico de Jane Austen ganha segundo trailer

    17 de dezembro de 2019 /

    A Universal divulgou o segundo trailer de sua nova adaptação de “Emma”, comédia romântica baseada na obra clássica de Jane Austen. Desta vez, a atriz Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”) tem o papel vivido por Gwyneth Paltrow em 1996, e o tom parece mais cômico (histérico) que versões passadas. Também chama atenção a forma como uma das cenas, vista de relance, evoca o visual das aias de “The Handmaid’s Tale”. Coincidência? Mensagem oculta? Confira abaixo. A trama, um dos romances mais populares da escritora Jane Austen, gira em torno de uma jovem do começo do século 19 que adora arranjar namoros e casamentos para seus amigos, causando mil confusões, mas se vê totalmente perdida quando o assunto é sua própria vida amorosa. O Sr. Knightley, pretendente de Emma, é vivido pelo ator britânico Johnny Flynn (“Genius”) e o elenco ainda inclui Bill Nighy (“Questão de Tempo”), Gemma Whelan (“Game of Thrones”), Mia Goth (“Suspiria”), Josh O’Connor (“The Crown”) e Callum Turner (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”). A direção é de Autumn de Wilde, que vai estrear em longas-metragens após dirigir vários clipes do músico Beck, e a estreia está marcada para 23 de abril no Brasil, dois meses após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Watchmen: Damon Lindelof já considera fazer a 2ª temporada

    17 de dezembro de 2019 /

    Anteriormente irredutível sobre seu plano de tratar “Watchmen” como uma minissérie completa, o produtor-roteirista Damon Lindelof (criador de “Lost” e “The Leftovers”) já considera a possibilidade de fazer uma 2ª temporada. Em entrevista para a revista Variety, ele ponderou que tudo vai depender de ter uma boa ideia para continuar a história. Ele vai, inclusive, tirar um período para refrescar a cabeça, aproveitando que a produção acabou – com recorde de audiência na HBO – , para pensar sobre o poderia acrescentar a esse universo. “O que quero dizer é que vou esticar minha antena para ver se ela capta alguma coisa. Se não captar nada em um período de tempo razoável – talvez até março – , então acho que passamos à outra pergunta. Se não eu, quem poderia fazer mais?”, ele explicou. E foi além. “Eu realmente concordo com a HBO que essa deve ser uma série contínua. Talvez continue daqui a um ano ou dois, talvez continue depois de quatro anos ou o que for, mas eu também quero ver mais ‘Watchmen'”. Lindelof diz que vê “Watchmen” como “Fargo” e “True Detective”. “São eram programas de antologia, em que cada temporada tem a aparência de uma minissérie, com começo, meio e fim, que permite que as temporadas subseqüentes apresentem personagens totalmente diferentes, ou até se passem em períodos de tempo completamente diferentes. É por isso que acho que a HBO está chamando de uma série contínua. Eu não disse a eles: ‘Gente, serão nove episódios, e será como ‘Chernobyl’, e então devemos abandoná-la’. Ele é honesto ao dizer que a sequência vai envolver uma negociação, de onde se deduz que provavelmente vai pedir mais dinheiro, agora que o sucesso da produção foi comprovado. “São conversas pessoais e privadas que ainda precisam acontecer entre a HBO e eu. Meu palpite é que algumas dessas conversas começarão a acontecer nesta semana e provavelmente não as compartilharei com a imprensa”. E se não fizer uma nova temporada? Ele diz que adoraria simplesmente escrever para algum showrunner que admira, como Donald Glover, Sam Esmail ou Jill Solloway, porque “meio que sinto que, para a próxima fase da minha narrativa, eu preciso voltar um pouco para a escola”. Por isso, gostaria de aprender mais sobre como comandar uma série com as pessoas que fazem produções que ele admira – e Lindelof cita, nominalmente, “Atlanta”, “Mr. Robot” e “Transparent”.

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  • Série

    Final de Watchmen bate recorde de audiência da série

    17 de dezembro de 2019 /

    O final de “Watchmen”, exibido na noite de domingo (15/12) nos Estados Unidos, bateu o recorde de audiência da série nos Estados Unidos. Ao todo, 1,6 milhão de espectadores sintonizaram a HBO para assistir ao desfecho da, por enquanto, minissérie, um crescimento de 17% em relação à estreia, exibido em 20 de outubro. O número, porém, explode quando se considera a audiência online, incluindo os assinantes do serviço HBOGo. “Watchmen” chegou ao fim com uma média de 7 milhões de espectadores por episódio em todas as temporadas, tornando-se a série nova mais assistida da HBO desde “Big Little Lies”, de 2017. Concebida pelo produtor-roteirista Damon Lindelof (criador de “Lost” e “The Leftovers”) como minissérie, “Watchmen” também encerrou sua trama, embora tenha deixado ganchos para uma continuação. Lindelof, porém, diz que a série poderia ganhar 2ª temporada – lançando seu próprio gancho negociar aumento salarial.

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  • Filme

    Primeiras impressões de Star Wars: A Ascensão de Skywalker vão do elogio rasgado à decepção

    17 de dezembro de 2019 /

    “Star Wars: A Ascensão de Skywalker” vai estrear nos cinemas em dois dias. Mas onde estão as críticas? Continuam embargadas – isto é, proibidas de serem publicadas pela Disney. Fãs poderiam considerar a medida um excesso de cuidado para impedir a revelação de spoilers. Entretanto, o longa teve première mundial na noite de segunda (17/12) e as primeiras impressões começaram a achegar às redes sociais. Os elogios rasgados dominam, como costuma acontecer nesses filmes-evento. Mas o hype absurdo, gerado pelo marketing do filme, também criou expectativas impossíveis de serem atendidas, rendendo alguma decepção com a conclusão da saga. Anthony Breznican, da revista Vanity Fair, puxou o coro dos contentes. “Quando as pessoas falam em ‘Star Wars’, elas falam sobre suas infâncias. Suas melhores memórias. As pessoas com que elas amaram e dividiram ela. ‘A Ascensão de Skywalker’ traz de volta todos esses sentimentos e mais. Eu amei”, afirmou. Clayton Sandell, da rede ABC, também acha que o filme “entrega o que promete”. “Tanta coisa acontece neste filme que torna difícil entender algumas coias. Mas acerta seu final épico. E como acerta. J.J. Abrams e sua equipe mataram à pau. E deram uma nova apreciação para ‘O Último Jedi’ no processo. Por favor, evitem spoilers!” Eric Davis, da Fandango, resumiu como “Épico. Cada segundo”. E completou: “‘A Ascensão de Skywalker’ é um final emocionante cheio de coisas demais. Ação, aventura… respostas! Humor, coração, amor e sujeira. Eu passei toda a segunda metade do filme com lágrimas nos olhos – é uma forma emocional de terminar a história ‘Skywalker’. E teve até gente passando mal. Peter Sciretta, fundador do Slashfilm, disse que “J.J. Abrams matou à pau. Ele foi capaz de trazer um arco coesivo a esta trilogia, que parece com um final adequado para a saga completo. Me sinto emocionalmente drenado. Fãs de ‘Star Wars’ ficarão muito felizes”. Dan Casey, do site Nerdist, disse o mesmo com um simples “Uau”. Mas nem todos saíram felizes da sessão. “Tem coisas boas em ‘Star Wars: A Ascensão de Skywalker’. Mas tem mais que é frustrante. Tem um número de escolhas que não se sustentam, fan service que não funciona e detalhes ignorados que fazem falta. Estou chateado”, disse o crítico Eric Eisenberg, do site CinemaBlend. “Tem muita coisa que eu gosto e algumas que eu adoro, mas meus sentimentos em geral são mistos. Parecia uma desculpa por ‘Os Últimos Jedi’ em algumas cenas e uma sequência de ‘Despertar da Força’ em outas, o que eu achei frustrante”, escreveu a jornalista Terri Schwartz, do site IGN. “Eu ainda estou processando meus pensamentos em relação ao ‘Ascensão de Skywalker’. Em geral eu diria que gostei, mas tenho grandes problemas com o filme. Não posso dizer que amei, mas ainda tem muita coisa pra desembrulhar”, opinou Jim Vejvoda, também do IGN. “‘Star Wars: A Ascensão de Skywalker’ é certamente o mais complicado ‘Star Wars’ de todos. Há muito para se gostar, mas a primeira parte é tão arrastada com explicações e novo enredo e faróis e transmissores, que parece que deveriam ser três filmes só dele… Melhora. E Lando arrasa. Mas há tanta trama que o filme parece corrido. E a parte do Imperador é esquisita demais”. E não foram apenas os redatores de sites geeks que saíram decepcionados da primeira sessão do filme. Kyle Buchanan, do jornal New York Times, disse que a produção é uma ofensa ao trabalho do diretor Rian Johnson, que dirigiu o filme anterior. “‘A Ascensão de Skywalker’ só poderia ser mais rude a Rian Johnson se ainda por cima fosse em câmera lenta”, disse ele. “Star Wars: A Ascensão de Skywalker” chega nos cinemas brasileiros nesta quinta (19/12), um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Modo Avião: Estreia de Larissa Manoela na Netflix ganha pôster e data de lançamento

    17 de dezembro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster de “Modo Avião”, filme que marca a estreia de Larissa Manoela (“Meus 15 Anos”) na plataforma. O cartaz traz a jovem atriz de celular na mão e ainda revela a data de lançamento da produção. De acordo com a plataforma, “Modo Avião” “conta a história da jovem Ana (Larissa Manoela), que estudou moda sonhando em ser uma grande estilista. Mas largou tudo para virar uma influenciadora digital da famosa marca True Fashion, liderada pela executiva Carola (Katiuscia Canoro, de “Tô Ryca!”). Sempre conectada e postando, Ana não larga o celular nem para dirigir e acaba sofrendo um acidente sério. O problema a afasta das redes sociais e a leva à casa do avô Germano (o cantor Erasmo Carlos) no interior, onde ela entra em um “detox digital”. Germano é dono de um antigo carro Mustang, que Ana ajudará a consertar, numa jornada para conhecer sua família e a si própria. Completam o elenco André Luiz Frambach (“Chico Xavier”) e Dani Ornellas (“O Inventor de Sonhos”). O filme é baseado em roteiro do mexicano Alberto Bremmer (“Ya Veremos”). A versão brasileira é escrita por Renato Fagundes (“Vai que Cola – O Começo”) e Alice Name-Bomtempo (“Vai que Cola – série”), e a direção está a cargo de César Rodrigues (“Vai que Cola – O Filme”). A estreia está marcada para 23 de janeiro.

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  • Filme

    Festival de Berlim anuncia três filmes brasileiros em sua edição de 2020

    17 de dezembro de 2019 /

    A próxima edição do Festival de Berlim divulgou sua primeira lista de filmes nesta terça-feira (17/12), com três obras brasileiras. O festival alemão, que chega à sua 70ª edição em 2020, selecionou “Cidade Pássaro”, de Matias Mariani, na mostra Panorama, “Meu Nome É Bagdá”, de Caru Alves de Souza, na mostra Generation, e “APIYEMIYEKΔ, de Ana Vaz, na seção Forum Expanded, que reúne filmes experimentais. Coprodução franco-brasileira, “Cidade Pássaro” acompanha um músico nigeriano que viaja a São Paulo à procura de seu irmão mais velho. “Meu Nome é Bagdá” gira em torno de uma jovem skatista, interpretada pela novata Grace Orsato. Aos 16 anos, ela passa os dias ao lado dos amigos, fazendo manobras na pista local, fumando maconha e jogando baralho. Aos poucos, ela se aproxima de Vanessa (Nick Batista), e juntas conhecem outras meninas skatistas e estreitam laços de amizade. O elenco inclui também a cantora Karina Buhr e a atriz Suzy Rêgo, que interpreta a diretora da escola onde as meninas estudam. Já “APIYEMIYEKΔ é uma coprodução nacional com a França e a Holanda, e também foi anunciada no Festival de Rotterdam, que acontece em janeiro. O filme é um ensaio visual que narra como a construção de uma rodovia entre Manaus e Boa Vista expulsou o povo Waimiri-Atroari de sua terras. Desenhos dos próprios indígenas ajudam a construir a narrativa. Esses mesmos desenhos foram apresentados na exposição “Meta-Arquivo: 1964-1985”, que ficou em cartaz de agosto a novembro no Sesc Belenzinho, em São Paulo. O Festival de Berlim 2020 ocorrerá entre os dias 20 de fevereiro e 1º de março.

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  • Série

    Criadores de Once Upon a Time preparam nova série sobre contos de fada

    17 de dezembro de 2019 /

    A rede ABC, que faz parte do conglomerado Disney, encomendou o desenvolvimento de uma nova série inspirada em fábulas encantadas para os criadores de “Once Upon a Time”, Edward Kitsis e Adam Horowitz. O projeto se chama “Epic” e vai se passar numa Floresta Encantada, que concentrará um novo conjunto de heróis, vilões, príncipes, princesas e todo tipo de ser mágico. Kitsis e Horowitz estão produzindo a atração com a roteirista Brigette Hales, que também trabalhou em “Once Upon a Time”. Mas a série não é um spin-off. Ao contrário das versões de Branca de Neve, Peter Pan e A Bela e a Fera de “Once Upon a Time”, que durou sete temporadas, os personagens serão inéditos, ainda que remetam aos arquétipos mais conhecidos do gênero, e vão enfatizar o aspecto romântico dos contos de fadas. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Série

    Netflix cancela Daybreak após uma temporada

    17 de dezembro de 2019 /

    A Netflix decidiu cancelar a comédia de zumbis “Daybreak” após uma temporada. O co-criador da série, Aron Eli Coleite (produtor-roteirista de “Star Trek: Discovery”), deu a má notícia no Twitter. “Ninguém está de coração mais partido que nós, que não poderemos mais compartilhar essa jornada com vocês”, escreveu Collette. “Mas estamos muito agradecidos por termos chegado até aqui.” Leia a declaração completa (em inglês) abaixo. Como a Netflix é seletiva na divulgação dos dados de audiência, não há registros sobre o desempenho da série, que foi lançada em 24 de outubro no serviço de streaming. Mas a crítica gostou da atração, que recebeu 72% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A trama era uma adaptação dos quadrinhos homônimos de Brian Ralph e foi desenvolvida por Coleite e o cineasta Brad Peyton (de “Rampage: Destruição Total” e “Terremoto: A Falha de San Andreas”). Em resumo, acompanhava estudantes de uma escola do Ensino Médio durante o começo de uma epidemia zumbi. O elenco destacava o ator Matthew Broderick (ele mesmo, do clássico dos anos 1980 “Curtindo a Vida Adoidado”) como diretor da escola, além dos adolescentes Colin Ford (a versão jovem de Dean em “Supernatural”), Austin Crute (“Fora de Série”), Alyvia Alyn Lind (“Future Man”), Sophie Simnett (“The Lodge”), Krysta Rodriguez (“Smash”), Jade Payton (“iZombie”) e Chelsea Zhang (a Devastadora de “Titãs”). I don't even know how to say this, so we prepared a small statement. Love you all. Thank you! pic.twitter.com/rKXWxuaaFh — Aron Coleite (@AronColeite) December 17, 2019

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  • Filme

    Adaptação de Superman: Red Son ganha primeiro trailer animado

    17 de dezembro de 2019 /

    A Warner Animation divulgou o trailer da animação “Superman: Red Son”, adaptação da graphic novel homônima, publicada no Brasil como “Superman: Entre a Foice e o Martelo”. A trama faz parte da linha “Elseworlds”, de histórias alternativas, e explora o que aconteceria se a nave que trouxe Kal-El de Krypton tivesse caído na União Soviética, em vez de em Smallville, no interior do Kansas (EUA). Escrita por Mark Millar (o criador de “Kick-Ass” e “Kingsman”) em 2003, a trama acompanha o herói por cinco décadas, entre os anos 1950 e o começo do século 21. Após chegar ainda bebê na Rússia, Superman cresce seguindo a ideologia comunista, torna-se símbolo e representante do poderio soviético, ajuda Joseph Stalin a dominar a Europa durante a Guerra Fria e assume o comando do Partido com a morte do ditador. Por conta disso, a CIA contrata Lex Luthor para destruí-lo e salvar o mundo ocidental. A história também inclui Mulher-Maravilha, um Batman russo, a tropa dos Lanternas Verdes e muitas reviravoltas – como o casamento entre Lois Lane e o presidente dos EUA, Lex Luthor. “Superman: Red Son” também inspirou um arco importante da 4ª temporada da série “Supergirl”. A versão animada tem direção de Sam Liu, que tem comandado a maioria dos desenhos em longa-metragem do universo DC, e destaca o ator Jason Isaacs (das séries “The OA” e “Star Trek: Discovery”) como a voz do protagonista. O filme será lançado no começo de 2020 em Bluray e versão digital.

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