Altered Carbon: Teaser anuncia data de estreia de 2ª temporada
A Netflix divulgou um teaser da 2ª temporada de “Altered Carbon” para anunciar a data de estreia dos novos episódios. A 2ª temporada, que será estrelada por Anthony Mackie (o Falcão de “Vingadores: Ultimato”), chegará ao serviço de streaming em 27 de fevereiro. Graças à premissa da sci-fi, os novos episódios não terão dificuldades em explicar a troca de intérprete do personagem principal. Vivido pelo ator sueco Joel Kinnaman (que entrou em “Hannah”) na 1ª temporada, Takeshi Kovacks será agora interpretado por Mackie. O personagem, por sinal, também já foi mostrado como um homem oriental, interpretado por Will Yun Lee (da série “Falling Water”) em flashbacks da temporada inaugural, que explicam como a mesma pessoa pode aparecer com aparências tão diferentes. “Altered Carbon” se passa num futuro distante, em que a mente humana foi digitalizada e quem tem dinheiro pode transferir todas as suas memórias e sua personalidade de um corpo para outro, conforme vai envelhecendo, para usufruir da vida eterna. A série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), e é baseada no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan. Apesar da troca do protagonista, os coadjuvantes Renée Elise Goldsberry e Chris Conner vão continuar a interpretar seus personagens, respectivamente como a líder rebelde Quellcrist Falconer e a inteligência artificial Poe. Além de Mackie, as novidades incluem Simone Missick (a Misty Knight de “Luke Cage”), Dina Shihabi (“Jack Ryan”), Toren Liebrecht (“Operação Final”) e James Saito (“Eli Stone”). Your re-sleeving is now complete. 2.27.20. #AlteredCarbon pic.twitter.com/h4VtaCp6Wh — Altered Carbon (@AltCarb) January 21, 2020
Netflix mexe nos números para afirmar que The Witcher e Esquadrão 6 quebraram recordes de audiência
A série “The Witcher”, estrelada por Henry Cavill, e o filme “Esquadrão 6”, com Ryan Reynolds, teriam quebrado recordes de audiência da Netflix, segundo informação da própria plataforma. A companhia revelou o desempenho de seu último trimestre num relatório apresentado nesta terça-feira (21/1) para investidores. E ao abordar o conteúdo que justificaria seu crescimento no período, presentou números impressionantes, que jamais tinha atingido anteriormente. Para começar, o relatório afirma que 76 milhões de famílias assistiram à 1ª temporada de “The Witcher” nas primeiras quatro semanas de sua lançamento. Isso indica que 46% dos assinantes da Netflix em todo o mundo assistiram a atração, que estreou em 20 de dezembro e já se encontra renovada para sua 2ª temporada, transformando “The Witcher” na série mais vista da plataforma em todos os tempos. “Esquadrão 6”, dirigido por Michael Bay e lançado em 13 de dezembro, teria conquistado ainda mais público, visto por 83 milhões, praticamente metade do total de 167 milhões de assinantes do serviço no planeta, durante suas primeiras quatro semanas. Entretanto, estes números embutem uma pegadinha. Ao expor os recordes, a Netflix também anunciou ter mudado a maneira como realiza sua medição. E, graças à essa alteração, os resultados foram assumidamente inflados. Segundo a Netflix, uma série agora é considerada vista se alguém “escolher assistir pelo menos 2 minutos” de um episódio, “tempo suficiente para indicar que a escolha foi intencional”. Anteriormente, a medição se baseava apenas em episódios que tivessem 70% de exibição concluída. Vale lembrar que dois minutos é a duração de um trailer. A justificativa dada para a mudança foi o aumento na oferta de “títulos com durações muito variadas — desde episódios curtos (por exemplo, especiais com cerca de 15 minutos) até filmes muito longos” – como “O Irlandês”, de 3h30. Por isso, diz a Netflix: “acreditamos que reportar que famílias assistem a um título com base em 70% de um único episódio de uma série ou de um filme inteiro, o que estávamos fazendo, faz menos sentido. Agora estamos relatando famílias (contas) que optaram por assistir a um determinado título.” A própria Netflix assume que a nova métrica gera resultados cerca de 35% mais altos que a métrica anterior. Por exemplo, 45 milhões de assinantes “optaram por assistir” à minissérie “Nosso Planeta” – isto é, viram dois minutos de toda a produção. Enquanto que, na metodologia anterior, a visualização da produção era de 33 milhões – de pessoas que viram 70% de um episódio da série. Com esta distorção, todas as produções registraram aumento de audiência. “Você”, por exemplo, foi visto por 54 milhões de contas em sua 2ª temporada. O thriller psicológico “se originou na TV dos EUA com um público modesto”, observou a Netflix. A nova métrica é parecida com os critérios de visualizações dos vídeos do YouTube, que consideram, em sua audiência, apenas uma pequena parte do tempo de exibição de um determinado conteúdo. Mas vale observar que a maioria dos vídeos do YouTube não passam dos 4 minutos de duração – assim, 2 minutos de um clipe ou trailer podem representar 50% ou mais de toda sua visualização. O critério recém-adotado também deixa a medição da Netflix completamente distante dos relatórios de audiência da TV tradicional. Não é à toa que a Netflix pode afirmar, com certeza, que uma série “com um público modesto” na TV tem muito mais audiência em sua plataforma. Sempre terá, a não ser que seja um fracasso retumbante. O fato é que a Netflix tornou impossível a comparação dos resultados de sua audiência com as medições de outros veículos. Assim sendo, os raros números de visualizações divulgados pela empresa só servem mesmo de parâmetro para ela própria. Ninguém sabe realmente qual foi a audiência real de “The Witcher”, que deve ter sido alta, em comparação com outras produções de medição inflada da Netflix. Mas provavelmente muito menor que “Game of Thrones”, “The Walking Dead” e outros sucessos da TV convencional.
Netflix continua a crescer e chega a 167 milhões de assinantes no mundo
A Netflix teve um desempenho acima das expectativas no último trimestre de 2019. Os dados, divulgados na noite desta terça-feira (21/1) para o mercado, revelam que a empresa teve faturamento de US$ 5,5 bilhões no período entre outubro e dezembro, com alta de 31% em relação ao ano anterior. A empresa também ganhou 8,8 milhões de novos assinantes no trimestre, muito acima da expectativa da própria Netflix, que previa adquirir 7,6 milhões de novos membros. Mas, por outro lado, abaixo da previsão de crescimento para a América do Norte. A plataforma conquistou apenas 420 mil novos assinantes nos EUA, contra uma previsão de 600 mil. Essa diferença já indica a disputa do público com a Disney+ (Disney Plus) nos EUA. O serviço do conglomerado Disney ainda não começou a atuar no exterior, onde a Netflix segue crescendo sem muita concorrência. Mas a situação deve mudar radicalmente em 2020, com a expansão internacional da Disney+ (Disney Plus) e o lançamento de novos concorrentes, como HBO Max e Peacock. Por enquanto, a anunciada “guerra dos streamings” ainda não abalou a supremacia da Netflix. No acumulado do ano, a empresa permanece no azul, adicionando 27,8 milhões de clientes – também acima das expectativas de cerca de 26 milhões – , fechando 2019 com 167 milhões de assinantes em todo o mundo. Após a América do Norte, a Europa e a América Latina representam os maiores mercados da plataforma. Em 3º lugar em faturamento, a América Latina responde por 31,4 milhões de assinantes. A Europa tem 51,8 milhões de assinantes e a América do Norte, 67,7 milhões. Em último vem a Ásia, com 16,2 milhões, mas, por ter sido o último mercado desbravado, o continente asiático é o que tem registrado maior aumento proporcional do serviço. O relatório também revelou alguns números relativos às visualizações de conteúdo do serviço e uma mudança de metodologia para apresentar valores de audiência. Graças à nova medição, os resultados surgiram bem inflados, atingindo números nunca antes vistos, casos da série “The Witcher” e do filme “Esquadrão 6”. Saiba mais aqui. A análise é completada por uma projeção para o atual trimestre, que os investidores americanos consideraram pessimista. A Netflix espera ganhar entre janeiro e março 7 milhões de novos usuários. Mas no mesmo trimestre de 2019, aumentou sua clientela em 9,6 milhões de usuários — para contrabalançar a diferença, a empresa sustenta que resultado do primeiro trimestre de 2019 foi um recorde histórico. Há um consenso no mercado a respeito da necessidade da plataforma precisar investir cada vez mais em conteúdo próprio, já que, a partir de 2020, não contará mais com produções das empresas concorrentes, como a Disney e a Time Warner, que retiraram seus filmes e séries de seu catálogo. De acordo com relatório independente, da empresa de pesquisa BMO Capital Markets, a Netflix deverá investir US$ 17,3 bilhões em 2020 em sua própria programação, para fazer frente à perda de conteúdo dos estúdios de Hollywood, num aumento de mais de US$ 2 bilhões em relação ao investimento estimado no ano passado. Como a conta não fecha, isso significa operar no vermelho, correndo riscos se o crescimento estagnar. Por enquanto, os investidores parecem estar confiantes no potencial da Netfilx. Após a divulgação do resultado do trimestre, as ações da empresa exibiram alta de quase 2% em negócios após o fechamento das bolsas em Nova York.
Falcão e o Soldado Invernal: Fotos flagram Agente Americano com o escudo do Capitão América
Novas fotos de bastidores da série “Falcão e o Soldado Invernal” flagraram um importante desenvolvimento da produção da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). Paparazzi do site Page Six, versão online da coluna de fofocas do New York Post, flagraram a primeira aparição de Wyatt Russell (“Operação Overlord”) no set. Em cinco das seis fotos, que podem ser vistas abaixo, ele aparece com o uniforme do personagem de quadrinhos Agente Americano (U.S. Agent), segurando o escudo do Capitão América. Também há um registro que o mostra sem máscara, em trajes militares e com o braço que segurava o escudo numa tipoia. A aparição do escudo em suas mãos parece indicar como o a série vai continuar a história de “Vingadores: Ultimato”. Ao anunciar sua aposentadoria, Steve Rogers (Chris Evans), deixou seu escudo para o Falcão (Anthony Mackie). As fotos indicam que sua vontade não foi respeitada. A presença do Agente Americano deve envolver ainda uma disputa pelo título de novo Capitão América. Criado por Mark Gruenwald e Paul Neary em 1986, o personagem, cuja identidade secreta é John Walker, foi introduzido como o vilão de extrema direita Super Patriota e, graças a manipulações do Caveira Vermelha, acabou virando o Capitão América quando Steve Rogers foi forçado a abandonar sua identidade. Mais tarde, ele adotou o nome de Agente Americano, ganhando novo status após Rogers recuperar seu escudo e uniforme, e chegou até a integrar os Vingadores nas publicações da Marvel. A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, além dos dois Vingadores do título, também traz Emily Van Camp de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, e Daniel Brühl, que retoma a identidade de Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. A previsão de lançamento na Disney+ (Disney Plus) é para o segundo semestre de 2020.
Entre Realidades: Alison Brie acredita ser assediada por alienígenas em trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Entre Realidades”, outro filme cujo título nacional não tem nada a ver com o original. Batizado originalmente de “Horse Girl” (menina cavalo), o filme é escrito e estrelado pela atriz Alison Brie (de “GLOW”), que na trama vive uma jovem antissocial interessada apenas por séries sobrenaturais e cavalos – daí, o título. Quando finalmente encontra um parceiro romântico, sua vida toma um rumo inesperado e ela passa a acreditar ser vítima constante de abduções alienígenas. Jeff Baena assina a direção e compartilha a autoria do roteiro. Ele é conhecido pelas comédias indies “Vida Após Beth” (2014), “Joshy” (2016) e “A Comédia dos Pecados” (2017), todas lançadas no Festival de Sundance. O novo filme, porém, tem tom dramático. “Entre Realidades” (Horse Girl) também vai ter première mundial no Festival de Sundance, na próxima segunda (27/1), e seu lançamento em streaming está marcado para a semana seguinte, em 7 de fevereiro.
Novo filme animado do Pokémon ganha trailer da Netflix
A Netflix divulgou o trailer da mais recente filme animado de Pokémon. Intitulado, em inglês, “Pokémon: Mewtwo Strikes Back Evolution”, o filme mostra os personagens tradicionais da franquia num combate contra Mewtwo, em versão criada por computação gráfica. Além da volta do personagem clássico, o visual digital também chama bastante atenção, por ser bem diferente da série original. Para quem não lembra, Mewtwo foi o principal pokémon do primeiro “Pokémon – O Filme”, lançado em 1998. E agora, 22 anos depois, ele volta à ativa para enfrentar Pikachu, Ash e outros personagens conhecidos da franquia animada. O filme tem direção da dupla Kunihiko Yuyama (da série “Pokémon”) e Motonari Sakakibara (de “Final Fantasy”) e foi originalmente lançado nos cinemas japoneses em julho passado. Ainda sem título em português, “Pokémon: Mewtwo Strikes Back Evolution” vai estrear em streaming no dia 27 de fevereiro, data em que a Nintendo comemora o Dia do Pokémon.
Pabllo Vittar faz denúncia polêmica sobre “censura” para “bombar” clipe
Pabllo Vittar está denunciando uma curiosa “censura” no YouTube. Em tempos de Bolsonaro, basta dizer “é o lobo” para todos se mobilizarem. Mas o cantor drag queen – que, é bom frisar, mantém identidade social masculina – pode ter errado de tom, ao fazer uso de vitimização como estratégia de marketing. Vittar gravou um Stories no Instagram para alertar seus seguidores: “Como vocês viram ontem, meninas, recebemos uma restrição de idade no clipe de ‘Parabéns’ porque estou lá segurando um copo de vodka. Sendo que já havia uma mensagem lá dizendo ‘beba com moderação’. E mesmo assim eles quiseram restringir para maior de idade”, ele disse, em seu relato. Assumindo pose de vítima, Vittar afirmou que a censura aconteceu por ele ser drag queen. “A gente sabe também que há vários videoclipes muito mais nocivos no YouTube, com conteúdos muito mais explícitos e não são restritos, não são banidos. Nem sequer são lembrados. Mas atacam a drag queen”, teorizou. Em seguida, pediu para que os fãs ajudassem a fazer o clipe bombar mesmo com esse problema imposto pelo Youtube. “Vamos fazer de ‘Parabéns’ uma das músicas deste Carnaval querendo ou não. Diga não à censura seletiva, gente! E quero que vocês saibam que isso não vai ficar assim. Eu vou recorrer na justiça. Vou ter o meu clipe de volta”, completou. Diante da acusação, o YouTube se pronunciou, deixando claro o equívoco de Vittar. “O conteúdo do vídeo não viola as políticas do YouTube e foi enviado com restrição de idade pelo usuário que fez o envio. Configurações de restrição de idade podem ser editadas pelo YouTube Studio. Se precisar, estamos aqui para ajudar! Arrasa”, informou a plataforma. Ou seja, segundo o YouTube, a iniciativa de estabelecer uma classificação etária – e não “censura” – partiu de quem postou o vídeo. Muito provavelmente da própria gravadora do cantor. Fez mais: ainda se colocou a disposição para ensinar como mudar a classificação nas configurações. Mas Vittar não apagou os posts em que pede para o público ajudar a “bombar” o clipe, para transformar “Parabéns” em hit de carnaval. Em outro post, incentivou os seguidores a aumentarem a visualização do vídeo, acusando: “Essa censura seletiva tem que acabar”. Embora o governo federal e algumas prefeituras realmente tenham transformado ataques à comunidade LGBTQIA+ e à liberdade de expressão em “política cultural”, não parece ser este o caso do clipe do cantor. O vídeo em questão não traz Vittar apenas “segurando um copo de vodka”. “Parabéns” é uma propaganda assumida de vodka, com closes (plural) na marca e com uma direção de arte estudada para refletir as cores da embalagem do produto. Trata-se sim de um comercial de bebida, como a Pipoca Moderna apontou por ocasião de seu lançamento em outubro passado. E nem foi o primeiro da carreira de Vittar. Em 2018, o CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) reforçou as restrições a comerciais de bebidas no Brasil, para incluir também as redes sociais e influenciadores digitais. Um dos pontos destacados foi justamente o fato de que “as mensagens são destinadas unicamente a adultos”. O comunicado ainda apontou que as plataformas digitais que fizerem esse tipo de comercial “deverão conter dispositivo de acesso seletivo, de modo a evitar a navegação por menores”. Portanto, se a gravadora de Vittar resolveu acatar a orientação do CONAR, não se trata de “censura”, mas observância da regulamentação que vale para todos os “influencers” – sem exceção para aqueles que são “drag queens”. Há tempos os clipes de Vittar são comerciais ambulantes de vários produtos. Se servem para incentivar consumo de mercadorias voltadas ao público adulto, devem estar sujeitos à regulamentação. A solução é simples: deixar os clipes promoverem apenas as músicas do artista. Mas Vittar não faz essa distinção e já está trabalhando com outro fabricante de bebida, desta vez refrigerante, num novo “clipe”. Como o YouTube não teve realmente nada a ver com a classificação etária de “Parabéns”, a suspeita de uma ação do CONAR passou a motivar uma mobilização online. “O clipe de ‘Parabéns’, lançado pelo cantor e drag queen brasileiro Pabllo Vittar, está sendo alvo de perseguição pelo CONAR. Existem diversos vídeos de outros artistas, majoritariamente heterossexuais, que contêm publicidade de marcas de bebidas alcoólicas (destilados) e que não foram notificados pelo CONAR. Exigimos, através desta petição, a retirada da restrição sobre o hit de Pabllo Vittar, pois o ato é visivelmente homofóbico. Caso contrário, que a restrição seja APLICADA A TODOS!”, diz o texto de um abaixo-assinado na plataforma Avaaz. A petição sugere que existem outros clipes com publicidade de bebida que não sofreram as mesmas restrições. De fato, é possível encontrar clipes do gênero no YouTube disponíveis para menores. “Make It Hot”, mais recente parceria entre Anitta e Major Lazer, é até mais explícito, ao mostrar o rótulo de uma garrafa em mega-close nos primeiros segundos de exibição. Também deveria ter classificação etária. Há até o caso de “Viaja na Skol Beats”, de MC Maiquinho, que identifica o produto no título da canção. Mas esses e outros precisariam ser denunciados para serem analisados pelo conselho. Interessados, podem tomar a iniciativa. O CONAR ainda não comentou o caso de “Parabéns”. Houve realmente uma reunião em dezembro sobre o vídeo, com anotação de decisão por “unanimidade”, mas até o momento ela não foi explicada nos relatórios de “Decisões” publicados no site oficial do conselho. O que há registrado é uma contestação de fevereiro do ano passado, em que a organização abriu representação ética contra uma ação publicitária feita pela cerveja Skol no clipe da canção “Seu Crime”. Na ocasião, a queixa foi sobre a idade de Vittar, que na época dizia ter 24 anos. Comerciais de bebida só podem ser feitos por maiores de 25 anos no Brasil. Vittar revelou que, na verdade, era mais velho do que dizia. E o clipe foi mantido no ar. Está lá na página do YouTube do cantor, inclusive para menores. Vale lembrar que, anteriormente, o CONAR deu parecer favorável – e unânime – para a exibição sem classificação etária de campanhas da Natura, do Boticário e do bombom Sonho de Valsa, que enfrentaram protestos conservadores por incluírem beijos LGBTQIA+. E que nenhum outro clipe de Vittar sofreu restrição. Estão todos disponíveis para menores. Nem sequer o clipe “censurado” saiu do ar. “Parabéns” já acumula mais de 50 milhões de visualizações. Por outro lado, existem várias peças, exposições, filmes e séries enfrentando homofobia e censura reais, impedidos de ser produzidos ou assistidos no Brasil. Pabllo Vittar se pronunciou sobre o ocorrido que aconteceu ontem com o clipe de “Parabéns” no YouTube. #DigaNãoACensuraSeletiva! pic.twitter.com/IqCYGgzK3M — Pabllo Daily (@PablloDailyV) January 21, 2020 Ver essa foto no Instagram PARABÉNS SEM RESTRIÇÃO JÁ! continuem assistindo o clipe vittarlovers e ouvindo nas plataformas, essa censura seletiva tem que acabar. Uma publicação compartilhada por Pabllo Vittar ✨ (@pabllovittar) em 21 de Jan, 2020 às 4:00 PST
Bradley Cooper vai dirigir cinebiografia do compositor Leonard Bernstein para a Netflix
A Netflix vai lançar o próximo filme de Bradley Cooper, que será uma biografia do famoso maestro e compositor Leonard Bernstein (1918–1990), conhecido por suas trilhas para filmes e peças de teatro como “Amor, Sublime Amor”, “Um Dia em Nova York” e “Sindicato de Ladrões”. Para dar noção da importância de Bernstein para a história dos musicais, basta dizer que ele é o autor da conhecidíssima canção “New York, New York”. A plataforma de streaming “roubou” o filme da Paramount, que estava originalmente desenvolvendo o longa. Entre os produtores do projeto, que ainda não tem título, estão ninguém menos que os cineastas Martin Scorsese (“O Irlandês”), Steven Spielberg (“Jogador Nº 1”) e Todd Phillips (“Coringa”). Será o segundo filme dirigido por Cooper, após sua estreia atrás das câmeras em “Nasce uma Estrela”. Ele também deve estrelar a produção e está co-escrevendo o roteiro com Josh Singer, roteirista do drama vencedor do Oscar “Spotlight”. O longa vai cobrir mais de 30 anos para contar a história complexa do casamento entre Bernstein e sua esposa, Felicia Montealegre. Cooper obteve os direitos artísticos das obras de Bernstein e trabalha em estreita colaboração com os filhos do maestro – Jamie, Alexander e Nina. Ele está comprometido com esse projeto já a dois anos e, graças ao apoio da família de Bernstein e ao controle dos direitos musicais, derrubou um filme rival, chamado de “The American”, que deveria ser dirigido por Cary Fukunaga (“007 – Sem Tempo para Morrer”) e estrelado por Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”). As filmagens só devem começar no início de 2021 para um lançamento limitado nos cinemas, visando a temporada de premiações. Vale lembrar que “Nasce Uma Estrela”, a estreia de Cooper na direção, foi indicado a oito Oscars.
Joaquin Phoenix trocou festas do SAG Awards por vigília contra matadouro de porcos
Vegano desde criança e ativista atuante da causa animal, o ator Joaquin Phoenix trocou as festas badaladas do SAG Awards por uma participação num protesto contra um matadouro de porcos em Los Angeles. Após vencer o troféu do Sindicato dos Atores dos EUA, por seu papel em “Coringa”, Phoenix fez uma rápida passagem pela festa da revista People e pulou todos os demais eventos que o esperavam, preferindo se juntar a outros militantes numa vigília organizada pela ONG LA Animal Save, que ele frequenta com assiduidade. Sem trocar de roupa, ele apareceu com traje de gala, o mesmo que usou ao receber o SAG Award de Melhor Ator do ano, para pegar mangueiras de água e dar de beber a porcos que estavam presos em caminhões de um frigorífico. Uma ativista que transmitia ao vivo a manifestação pediu para o ator explicar porque ele resolveu aparecer lá, em vez de celebrar sua vitória com os demais atores de Hollywood. “Eu vim aqui porque eu preciso vir. A maioria das pessoas não sabe sobre as torturas e assassinatos da indústria [agropecuária]. E eu acho que nós temos a obrigação de falar sobre isso e expor o que a indústria realmente é. Nós somos bombardeados com essas imagens de animais felizes em fazendas e todo tipo de publicidade e isso é uma mentira. Eu acho que as pessoas precisam saber a verdade. E eu acho que é nossa obrigação expor isso e é por isso que eu tenho que vir aqui”, disse Joaquin. Veja abaixo o vídeo integral da manifestação. Joaquin Phoenix aparece após os 16 minutos.
Fotos do final de Arrow revelam funeral, reencontros e reflexos da Crise nas Infinitas Terras
A rede The CW divulgou as fotos do último capítulo de “Arrow”, que vai ao ar na semana que vem nos EUA. As imagens mostram um elenco grandioso reunido para a despedida da série, que, pelo conteúdo das fotos, será marcada pelo funeral de Oliver Queen/Arqueiro Verde (Stephen Amell). Além das participações especiais, as imagens também refletem consequências do crossover “Crise nas Infinitas Terras”. A mudança mais visível do pós-“Crise” é a presença de Moira Queen (Susanna Thompson). Assassinada na 2ª temporada, ela aparece de luto, ao lado da filha Thea (Willa Holland) e do neto que não conhecia, William (novamente vivido por Jack Moore e não por sua versão adulta do futuro), enquanto é observada pela filha rancorosa de seu marido, Emiko Queen (Sea Shimooka). Outro encontro inesperado acontece entre Felicity (Emily Bett Rickards) e sua filha do futuro Mia (Katherine McNamara). E é especialmente curioso que Mia apareça em sua forma adulta de 2040, enquanto William é representado por sua versão adolescente de 2020. As imagens revelam ainda o retorno de Rory/Retalho (Joe Dinicol), que havia deixado a série na 5ª temporada, e o novo visual de Roy/Arsenal (Colton Haynes), agora portando um braço mecânico e tendo uma conversa definitiva com sua ex, Thea. Em clima de despedida, há até uma reunião do Team Arrow, com Roy Harper, Laurel Lance/Sereia Negra (Katie Cassidy), Lyla Michaels (Audrey Marie Anderson), Rory Reagan, Felicity, John Diggle (David Ramsey), Curtis Holt/Senhor Incrível (Echo Kellum), Rene Ramirez/Cão Raivoso (Rick Gonzalez), Thea e Dinah Drake/Canário Negro (Juliana Harkavy). Menos, claro, Oliver. Para completar, Barry Allen/Flash (Grant Gustin) e Sara Lance/Canário Branco (Caity Lotz) continuam em ritmo de crossover, estendendo sua participação em “Arrow” após “Crise nas Infinitas Terras” para prestar as últimas homenagens a Oliver. Intitulado “Fadeout”, o episódio que conclui “Arrow” vai ao ar no dia 28 de janeiro nos EUA. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
David Lynch comemora 74 anos com curta inédito na Netflix
David Lynch comemorou seu aniversário de 74 anos, completados na segunda-feira (20/1), com o lançamento de um curta inédito na Netflix. Com 17 minutos de duração e filmado em preto e branco, “What Did Jack Do?” traz o diretor de “Veludo Azul” (1986), “Cidade dos Sonhos” (2001) e da série “Twin Peaks” entrevistando um macaco suspeito de cometer um assassinato. A Netflix não divulgou trailer, mas postou as fotos do elenco nas redes sociais, que podem ser vistas abaixo. Um macaco suspeito de um assassinato sendo interrogado por um detetive em uma estação de trem. Claramente um filme dirigido pelo David Lynch. O aniversário é dele, mas quem ganha presente é você. pic.twitter.com/yBgW3iGMPI — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) January 20, 2020
The Crown: Helena Bonham Carter revela que 4ª temporada vai se passar em 1985
A atriz Helena Bonham Carter revelou o ano em que a 4ª temporada de “The Crown” vai se passar. Cada temporada se passa numa década diferente, mas o período exato só costuma ser revelado próximo da estreia dos novos episódios. Ao falar com a imprensa durante o SAG Awards, que aconteceu na noite de domingo (19/1), a intérprete da Princesa Margaret acabou estragando a “surpresa” dos produtores, ao contar que tinha recentemente gravado cenas em que Margaret está no hospital, após “uma grande operação”. “Ela fez uma cirurgia complicada em 1985”, explicitou. Margaret realmente realizou uma operação para retirar parte do próprio pulmão em 1985. A irmã da rainha Elizabeth 2ª, que começou a fumar antes dos 15 anos de idade, teve seu sistema respiratório comprometido. Mas ela sobreviveu até os 71 anos, morrendo em 2002 de ataque cardíaco. Ainda não tem previsão de estreia, a 4ª temporada também vai acompanhar o casamento do Príncipe Charles com a Princesa Diana, que aconteceu em 1981, e o governo da primeira-ministra Margaret Tatcher, que entre 1984 e 1985 enfrentou uma greve de mineiros, que foi o maior confronto entre os sindicatos e o estado britânico. Diana será interpretada por Emma Corrin (“Pennyworth”) e Thatcher por Gillian Anderson (“Arquivo X”). Bonham Carter também acrescentou que aprova o recente anúncio do príncipe Harry e de Meghan Markle de se afastar de suas funções na família real. Ela disse que o casal tomou “a melhor decisão possível”.
Locke & Key: Vídeo legendado destaca quadrinhos que inspiram a nova série da Netflix
A Netflix divulgou um novo vídeo legendado da série “Locke & Key”, que aborda a origem da história nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, filho do escritor Stephen King. O vídeo mostra artes e depoimentos dos autores dos quadrinhos e dos produtores da atração, explicando o processo de adaptação. Mas cita apenas rapidamente que “‘Locke & Key’ teve um longo caminho até chegar às telas”. Na verdade, a estreia sobreviveu a praticamente uma maldição, que por anos a impediu de ser aprovada. A atual versão é a terceira configuração da produção, que, antes de ganhar sinal verde da Netflix, teve dois pilotos recusados, pela Hulu e pela Fox. A estreia, em fevereiro, vai marcar o fim de um trauma, após a produção sofrer quase uma década de rejeições. Vale lembrar que a Fox encomendou a primeira adaptação em 2011 – para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”), mas rejeitou o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), por lembrar muito a 1ª temporada de “American Horror Story” – aprovada na ocasião. O produtor Carlton Cuse (de “Lost” e “Bates Motel”) se envolveu com o material durante o desenvolvimento de um segundo piloto para a Hulu. Na época, a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que o diretor do piloto era ninguém menos que Andy Muschietti, de “It: A Coisa”, e o projeto tinha em seu elenco três jovens atores daquele filme. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse e Hill decidiram assumir a produção e levá-la para a Netflix. Muschietti continuou creditado como produtor, mas sem dirigir nenhum episódio. E o menino Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, foi mantido nessa terceira versão. Além dele, o elenco inclui Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”). “Locke & Key” acompanha uma mãe (Stachfield) e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a assombrá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. A 1ª temporada tem 10 episódios, que serão lançados em 7 de fevereiro.












