Netflix acaba com período de testes de 30 dias para novos usuários
A Netflix não oferece mais teste gratuito por 30 dias para novos usuários no Brasil. Quem busca pelo período de teste grátis na central de ajuda da empresa encontra uma mensagem que diz “no momento, não oferecemos utilização gratuita no seu país”. O fim do teste é parte de um movimento global da Netflix, que começou há quase um ano. Desde março de 2019 o período de utilização gratuita não era mais utilizado na América Latina e na Espanha. Em dezembro, a opção também deixou de ficar disponível no Reino Unido. No Brasil, o término do período de utilização gratuita vinha ocorrendo aos poucos, desde dezembro. Segundo a empresa, a decisão foi tomada após experiências com novas formas para atrair os assinantes, entre elas a liberação de produções específicas para não-assinantes, como aconteceu no Brasil com a série “Irmandade” e a animação natalina “Klaus”. Nos Estados Unidos, a empresa liberou até o dia 9 de março a comédia romântica “Para Todos Os Garotos que Já Amei”.
I Am Not Okay with This: Atriz mirim de It – A Coisa tem superpoderes no trailer da nova série da Netflix
A Netflix divulgou o primeiro trailer completo legendado de “I Am Not Okay with This”, série teen estrelada por Sophia Lillis e Wyatt Oleff (a Beverly e o Stanley de “It: A Coisa”). A prévia alterna vários climas, do terror à comédia teen, ao apresentar os personagens e a premissa. Na trama, Lillis é uma adolescente antissocial, que vive mau humorada após a morte do pai militar, até o dia que sua via ordinária se altera radicalmente, com a descoberta de que ela é tipo a Eleven, de “Stranger Things”. Isto é, tem superpoderes. O que faz com o tímido garoto que é seu vizinho, vivido por Oleff, fique ainda mais interessado na sua companhia. O jovem ator, por sinal, garante as cenas mais divertidas. “I Am Not Okay with This” adapta os quadrinhos homônimos de Charles Forsman, autor de “The End of the F***ing World”, e foi desenvolvido pelos responsáveis pela versão live-action de “The End of the F***ing World”, a roteirista Christy Hall e o diretor Jonathan Entwistle. Eles coproduzem a série em parceria com o cineasta Shawn Levy – produtor, claro, de “Stranger Things”. O elenco ainda inclui os jovens atores Sofia Bryant (“The Good Wife”), Kathleen Rose Perkins (“You’re the Worst”), Aidan Wijtak-Hissong (“Falling Water”) e Richard Ellis (“Veronica Mars”). Com oito episódios de meia hora em sua 1ª temporada, “I Am Not Okay with This” chega na plataforma de streaming em 26 de fevereiro.
Venom 2: Tom Hardy revela primeira foto de Woody Harrelson na continuação
O ator Tom Hardy compartilhou no Instagram a primeira foto de bastidores das filmagens de “Venom 2”, que entretanto foi deletada em poucos minutos. Isto porque ele não escolheu a si mesmo para divulgar e acabou confirmando a participação e o papel do ator Woody Harrelson (“Zumbilândia”). “Oi, Cletus”, escreveu Hardy, ao lado da imagem, que pode ser conferida acima, salva antes do post ser apagado. Na trama, Harrison interpretará Cletus Kasady, mais conhecido nos quadrinhos da Marvel como o vilão Carnificina. O ator já tinha aparecido no papel nas cenas pós-créditos de “Venom”, e agora enfrentará o personagem-título da franquia, vivido por Tom Hardy. Além de Venom e Carnificina, a produção ainda trará outra vilã dos quadrinhos. A atriz Naomie Harris, indicada ao Oscar por “Moonlight” (2016), vai interpretar Shriek, que é amante de Cletus. A continuação também inclui Michelle Williams em seu elenco, novamente no papel de Anne Weying, a namorada de Eddie Brock, o Venom. Atrás das câmeras, o ator e diretor Andy Serkis (“Mogli: Entre Dois Mundos”) substitui Ruben Fleischer, responsável pelo primeiro longa, numa filmagem bastante corrida – considerando que a estreia está marcada para daqui a sete meses, em 2 de outubro.
Atores jovens de Locke & Key e 13 Reasons Why assumem namoro
Os atores Connor Jessup e Miles Heizer, astros adolescentes da Netflix, oficializaram seu namoro no Instagram. Jessup, que estrela a série “Locke & Key”, postou uma foto “atrasada” ao lado do astro de “13 Reasons Why” para comemorar o Dia dos Namorados, que caiu na sexta (14/2). “Estou atrasado, mas te amo, você é bom, você me faz melhor”, escreveu ele. “Feliz primeiro dia dos namorados”. Jessup, de 25 anos, trabalha na TV e no cinema desde 2007, mas falou pela primeira vez da sexualidade no ano passado. “Eu sei que sou gay desde os 13 anos, mas escondi isso por muito tempo”, confessou. “Eu sou um homem branco, cis, de uma família nada conservadora, de classe média alta. Eu nunca fiquei agoniado pensando que alguém não ia me aceitar. Mesmo assim, com todo esse privilégio, eu demorei para me assumir”, refletiu ainda o ator, que estrelou as séries “The Saddle Club” (2008-2009), “Falling Skies” (2011-2015) e “American Crime” (2016-2017), além de ter feito os filmes “O Monstro do Armário” (2015), “Mentira Nada Inocente” (2019) e “Clifton Hill” (2019), que estreia em 28 de fevereiro nos EUA. “Era doloroso falar de personagens homossexuais que eu interpretei como se fosse algo distante de mim, separado. Esse tipo de evasão sempre foi bizarra e constrangedora”, completou. Heizer também tem 25 anos. O ator ganhou notoriedade por seus papéis nas séries “Parenthood” (2010-2015) e “13 Reasons Why”, além de aparecer em filmes como “Força Para Viver” (2014), “O Experimento de Aprisionamento de Stanford” (2015), “Nerve: Um Jogo Sem Regras” (2016) e “Com Amor, Simon” (2018). Ver essa foto no Instagram I’m late but I love you, you’re good, you make me better, happy v+1 day 💚 Uma publicação compartilhada por Connor Jessup (@connorwjessup) em 15 de Fev, 2020 às 4:21 PST
Matrix 4: Vídeos do set flagram Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss em cena motorizada
Novos vídeos e fotos das filmagens de “Matrix 4” chegaram na internet, desta vez com Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss. As filmagens estão acontecendo nas ruas de San Francisco, na Califórnia (EUA), onde fãs e paparazzi têm flagrado várias cenas da produção. As novas imagens registram Keanu Reeves, intérprete de Neo, de garupa numa moto dirigida por Carrie-Anne Moss, a Trinity. Um aparato motorizado gigante foi montado para garantir a captação da moto em movimento e dar segurança aos atores, além de facilitar as filmagens. Dentro do veículo, é possível ver a diretora Lana Wachowski, de cabelos coloridos, dirigindo a equipe e os atores. Além dessa cena, também há uma perseguição filmada separadamente, em que uma multidão tenta alcançar o casal motoqueiro (desta vez, interpretado por dublês). Outro detalhe que chama atenção é que Keanu está usando seu visual John Wick no filme – isto é, cabelo comprido e barba. Além dos dois atores citados, Jada Pinkett Smith também deve retornar como Niobe, uma das líderes da rebelião de Zion contra as máquinas. As novidades confirmadas no elenco incluem Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Neil Patrick Harris (“Desventuras em Série”), Jonathan Groff (“Mindhunter”), Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”), Max Riemelt e Toby Onwumere (ambos de “Sense8”). A nova história foi escrita por Aleksandar Hemon (roteirista de “Sense8”) e David Mitchell (autor do livro que virou “A Viagem”) em parceria com Lana Wachowski, que criou “Matrix” com a irmã Lilly, na época em que ambas eram “irmãos”. Desta vez, Lana é a única Wachowski envolvida no projeto, completando uma separação da irmã que se iniciou na produção de “Sense8”. O filme será lançado em 21 de maio de 2021 nos Estados Unidos. 🎥'The Matrix 4' filming in San Francisco – Feb 16/17 2020Thanks to @nicole.ng IG Story 🙏https://t.co/9jOR3HuQKS#matrix4 #SanFrancisco #keanureeves #theMatrix4 pic.twitter.com/5OMtoVbJxl — Keanu Planet (@keanuplanet) February 17, 2020 Some more footage of #keanureeves on set of #Matrix4 in downtown SF pic.twitter.com/aVM1v4qQei — C Park (@17parkc) February 16, 2020 Keanu Reeves and Carrie-Anne motorclice action in the new matrix 4@abc7newsbayarea @MoviesMatrix @keanuplanet @KeanuReevess_ pic.twitter.com/1kVLevmJdM — marcos vedovetto (@vedoveto37) February 16, 2020 Behind the scenes of #Matrix4!!!!!!! pic.twitter.com/AEO1g5VNXP — Film Posers (@FilmPosers) February 16, 2020 Si, los amamos mucho #KeanuReeves #CarrieAnneMoss #Matrix4 #SanFrancisco pic.twitter.com/4tLT2BY34t — JaviPonzo (@JaviPonzo) February 16, 2020 🎥 #TheMatrix4 filming in #SanFrancisco – Feb 15/16 2020@kev.wolf 🙏:"We realized it was Neo & Trinity and found ourselves right in the middle of the action of the filming of #matrix4 – SO LUCKY!…"https://t.co/cRRDDlJhnu #KeanuReeves #CarrieAnneMoss #LanaWachowski #matrix4 pic.twitter.com/KzIqBGKpJ7 — Keanu Planet (@keanuplanet) February 17, 2020
De Perto Ela Não É Normal: Comédia brasileira repleta de famosos ganha primeiro trailer e fotos
Mais um monólogo teatral vai virar filme brasileiro. Depois do sucesso de “Minha Mãe É uma Peça” e “Os Homens São de Marte… E é pra Lá que eu Vou”, Suzana Pires adapta e estrela “De Perto Ela Não é Normal”, que ela apresentou nos palcos em 2006. A H2O divulgou as primeiras fotos e o trailer, em que Suzana se multiplica em três personagens diferentes. A protagonista é uma mulher madura, casada com seu amigo de infância, Pedrinho (Marcelo Serrado) e com duas filhas crescidas, que segue exatamente a vida tradicional prescrita por sua mãe. Mas quando as filhas saem de casa e ela reencontra sua Tia Suely, Suzie resolve dar uma guinada na vida e ir em busca de si mesma. A prévia mostra a transição de Suzie de “mãe de família” para mulher empoderada e bem-sucedida. O vídeo também é cheio de celebridades televisivas e piadas escatológicas. Isto é, não se trata de uma comédia sofisticada, mas de humor popularzão. Entre os famosos do elenco estão as cantoras Ivete Sangalo e Gaby Amarantos, os apresentadores Angélica e Otaviano Costa, os comediantes Samantha Schmütz, Heloisa Perissé, Orlando Drummond e Cristina Pereira, a travesti Jane Di Castro, o ex-“A Fazenda” Gominho e o veterano símbolo sexual Henri Castelli, um deus de sunga branca. A adaptação marca a estreia de Suzana Pires como roteirista de cinema. A direção é de Cininha de Paula (“Crô em Família” e “Duas de Mim”) e o filme tem coprodução da Escarlate e Globo Filmes, com distribuição da H20. “De Perto Ela Não É Normal” chega aos cinemas no dia 2 de abril.
Conheça mais sobre os anti-heróis do cinema
O cinema está em fase de anti-heróis. Depois do “Coringa” faturar mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias e vencer o Oscar – de Melhor Ator para seu intérprete, Joaquin Phoenix – , sua ex-namorada chegou aos cinemas. A Arlequina, vivida por Margot Robbie, é a estrela de “Aves de Rapina”, atualmente em cartaz. Mas não fica nisso. Um novo filme do “Esquadrão Suicida” está atualmente em produção, com direção de James Gunn (de “Guardiões da Galáxia”) e contará novamente com a própria Arlequina. A tendência tampouco se limita aos personagens da DC Comics. A Marvel está desenvolvendo uma série dedicada ao vilão Loki, que contará com seu intérprete nos cinemas, Tom Hiddleston. O personagem chegou a encontrar redenção e se mostrar heroico num arco iniciado em “Thor: Ragnarok” e encerrado em “Vingadores: Guerra Infinita”, transformando-se, senão em herói, num anti-herói – como a Arlequina em “Aves de Rapina”. Mas, afinal, o que são anti-heróis? São personagens que habitam a área cinzenta entre o mocinho e o bandido dos filmes de antigamente. Há horas em que pratica o mal, mas também outras em que não hesita em fazer a coisa certa. E essas características paradoxais o aproximam mais das pessoas reais que os próprios heróis — ou qualquer outro personagem da ficção. Outros exemplos de anti-heróis clássicos da Marvel são o Justiceiro, que teve sua própria série recente na Netflix, Magneto, grande inimigo/aliado dos X-Men, e o Agente Americano, que será introduzido em “Falcão e o Soldado Invernal” em agosto, na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). Geralmente, os anti-heróis começam como vilões, mas acabam conquistando a preferência do público por seu carisma, levando os roteiristas a explorarem sua empatia. Sem esta empatia, os personagens jamais deixariam de ser vilões comuns. E até o filme do “Coringa” conseguiu fazer com o que o público se identificasse com o sofrimento de seu protagonista, muito bem explorado por Joaquin Phoenix. Há, ainda, heróis que são forçados a agir de forma vilanesca, como Bucky ao virar o personagem do subtítulo de “Capitão América: O Soldado Invernal”. A crença em sua inocência esteve no centro de “Capitão América: Guerra Civil” e rendeu o reconhecimento dos demais heróis da Marvel em “Vingadores: Guerra Infinita”, onde finalmente entrou no time dos mocinhos. Tanto que vai co-estrelar sua própria série com outro parceiro do Capitão, o Falcão. Primeiro filme da Marvel em 2020, “Viúva Negra” também vai jogar luz na trajetória de vilã da personagem-título. Desde que foi introduzida em “Homem de Ferro 2”, com interpretação de Scarlett Johansson, a personagem sempre apareceu do lado dos Vingadores, mas seu passado foi muito diferente, já que ela era uma espião russa da KGB. Até o divertido Deadpool foi introduzido como vilão em “X-Men Origens: Wolverine”, já na época interpretado por Ryan Reynolds. Quanta diferença. Em dois filmes solo de evolução constante, ele chegou até a criar sua própria “versão dos X-Men”, o grupo de, claro, anti-heróis X-Force. Essa tradição tem inspiração no romantismo clássico, que criou o monstro incompreendido, personagem da literatura gótica que rendeu obras-primas como “Frankenstein” e “O Homem-Invisível” original. Alguns monstros modernos da literatura, como Hannibal Lecter (de “O Silêncio dos Inocentes”) e Alex de Large (de “Laranja Mecânica”), também ganharam filmes e séries que buscaram humanizá-los, ao transformá-los em vítimas. Outros sequer parecem vilões, mas justiceiros como Travis Bickle, em “Taxi Driver”, uma das inspirações confessas do filme “Coringa”. Para se aprofundar mais nesse surto de anti-heróis no cinema e na TV, recomendados conferir um infográfico produzido pelo site de caça níquel Betway, que destaca alguns dos principais anti-heróis do cinema, baseado em seus níveis de moral, empatia e crueldade. Confira aqui.
Jennifer Hudson anuncia fim das filmagens da cinebiografia de Aretha Franklin
A cantora e atriz Jennifer Hudson (“Cats”) anunciou no Instagram que terminou as filmagens da cinebiografia de Aretha Franklin, intitulada “Respect”, em inglês. Dizendo-se “sobrecarregada” de emoção por interpretar Aretha, ela acrescentou que “as palavras não podem expressar o quanto estou agradecida por ter sido escolhido pela própria Rainha e viver mais um sonho! Foi uma honra honrar o pedido da Rainha! A única Rainha do Soul”. Ela também compartilhou imagens da festa de encerramento, que reuniu todo o elenco e a equipe da produção. Como Hudson observou em seu post, ela foi realmente escolhida pessoalmente pela lendária cantora para interpretá-la no cinema. Isto aconteceu bem antes do começo das filmagens, já que a produção precisou adquirir os direitos musicais antes de iniciar a fase de fotografia principal. Hudson também foi convidada a cantar no funeral da estrela, que morreu em 2018, de câncer no pâncreas, aos 76 anos. A atriz trabalhou com uma equipe criativa estreante no cinema. O roteiro de “Respect” foi escrito por Tracey Scott Wilson, da série “The Americans” e da recente telebiografia “Fosse/Verdon”, enquanto a direção ficou a cargo de Liesl Tommy, que anteriormente comandou episódios de “The Walking Dead”, “Jessica Jones” e “Mrs. Fletcher”. Por outro lado, a produção musical foi assinada por Harvey Mason Jr., que trabalhou tanto com Aretha Franklin quanto com sua intérprete – em “Dreamgirls”, filme que rendeu a Hudson o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. O elenco ainda destaca Forest Whitaker (“Pantera Negra”), Tate Donovan (“Rocketman”), Leroy McClain (“A Maravilhosa Sra. Meisel”), Marlon Wayans (“Seis Vezes Confusão”), Marc Maron (“GLOW”), Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Audra McDonald (“The Good Fight”) e a cantora Mary J. Blige (“Mudbound”). A estreia está marcada para 17 de setembro no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA – e bem depois do lançamento de uma minissérie televisiva sobre a cantora, “Genius: Aretha”, prevista para maio no NatGeo com Cynthia Erivo (“Harriet”) no papel principal. Ver essa foto no Instagram It is officially a wrap on @respectmovie wrap it up , it’s done ! To overwhelmed to get into it right now but words can’t express how grateful I am to be chosen by the queen herself and to live out yet another dream ! It was my honor , to honor the Queens request ! The one and only Queen of soul #ArethaFranklin #respectMovie @liesltommy Uma publicação compartilhada por Jennifer Hudson (@iamjhud) em 15 de Fev, 2020 às 4:14 PST Ver essa foto no Instagram Before I go any further , I have to give credit where credit is due ! To every single cast and crew member who put your heart and soul into this project ! It was beyond a joy and a pleasure to work side by side with each and everyone of u ! Lord knows if I could post every picture , I would but u know who u r !! From the director to the DP , to hair and makeup acting coach and extras too ! To each and every driver and everyone in between ! Much Respect to all of you !!!! @liesltommy @kramorg @hairbylawrencedavis @fancy_pantsss @marlonwayans @skyedakotaturner @mgm_studios @davidjonathansimpson @lelunddurond jhud productions loves you ! Thank u all!! Uma publicação compartilhada por Jennifer Hudson (@iamjhud) em 16 de Fev, 2020 às 9:29 PST
Diretora de Mudbound vai filmar nova versão do musical clássico Porgy & Bess
A cineasta Dee Rees, indicada ao Oscar por “Mudbound” (2017), vai filmar uma nova versão de “Porgy & Bess”, musical clássico de George Gershwin, levado famosamente ao cinema em 1959 com Sydney Poitier e Dorothy Dandridge nos papéis principais. Rees escreverá e dirigirá a nova versão do musical, que acompanha Porgy, um mendigo negro de rua que vive nas favelas de Charleston, enquanto tenta resgatar Bess de um amor violento e seu traficante de drogas. A ópera moderna de Gershwin já era uma adaptação – da peça “Porgy”, do casal Dorothy e DuBose Heyward, que por sua vez também se baseava em outra obra, o romance homônimo de DuBose Heyward, publicado em 1925. A versão de Gershwin foi apresentada pela primeira vez em 1935 como a primeira ópera jazz dos EUA e representou um marco racial ao levar à Broadway um elenco inteiramente negro. Mesmo assim foi acusada de racismo, por apresentar apenas estereótipos negativos da população negra – drogados, miseráveis e violentos. O aval de Duke Ellington para seu revival nos anos 1950 e várias revisões de ponto de vista, mudaram a percepção do público, para melhor ou pior, conforme a passagem das décadas. A aceitação definitiva só veio após os anos 1970, apaziguando uma fase mais aguda de crítica racial motivada pelo movimento dos direitos civis americanos, e coincidindo com o surgimento do rap, que passou a retratar universo similar em suas letras. A contribuição de Gershwin para a história de Heyward fez História também por render uma das canções mais populares de todos os tempos: “Summertime”, gravada por artistas tão diferentes quanto Sam Cooke, Ella Fitzgerald, Miles Davis, Janis Joplin e a banda Fun Boy Three, entre outros 25 mil intérpretes conhecidos. E este nem foi o único hit eternizado pela produção, como comprova “It Ain’t Necessarily So”, gravado por Aretha Franklyn, Louis Armstrong, Sting e a banda Bronski Beat, numa lista igualmente longa de cantores, ou “My Man’s Gone Now”, em gravações de Nina Simone, Bill Evans, Sinéad O’Connor, a banda The Gun Club, etc. A MGM está por trás da nova adaptação, que pela primeira vez contará com uma diretora e roteirista negra para guiar a história – o filme de 1959 foi comandado pelo famoso diretor Otto Preminger. Ainda não há cronograma de filmagem ou previsão de estreia para o filme, já que Dee Rees está atualmente envolvida com a promoção de seu novo longa, “A Última Coisa que Ele Queria” (2020). O thriller estrelado por Ben Affleck e Anne Hathaway teve première mundial no Festival de Sundance, em janeiro, e chega na Netflix na próxima sexta-feira (21/2).
Jackie Chan oferece recompensa para quem criar vacina contra o coronavírus
O ator chinês Jackie Chan, nascido em Hong Kong, prometeu dar 1 milhão de yuans — o equivalente a R$ 615,5 mil — para a pessoa ou instituição que criar uma vacina contra o covid-19, o novo coronavírus descoberto na região central da China. O anúncio foi feito pela internet, na rede social chinesa Weibo, em que o maior astro do cinema chinês escreveu: “Se alguém, seja uma pessoa ou uma instituição, puder criar uma vacina eficaz contra o vírus, eu gostaria de oferecer a ele 1 milhão de yuans como sinal de minha gratidão”. “Espero que todos entendam que não se trata de dinheiro (…). Não quero ver as pessoas sofrerem e morrerem enquanto poderiam aproveitar a vida”, afirmou. Devido à epidemia viral na China, o lançamento de vários sucessos de bilheteria, incluindo “Vanguard”, com o próprio Jackie Chan, foi adiado. O filme seria lançado na véspera de Ano Novo, um período muito lucrativo para o cinema chinês, porém mais de 70 mil salas de cinema da China foram fechadas devido ao surto do coronavírus, que se prolifera por contato direto entre infectados, especialmente em ambientes fechados. Vale lembrar: o Brasil ainda não teve nenhum caso comprovado de coronavírus e possui pouco mais de 3 mil cinemas no país inteiro.
Killing Eve: Teaser revela data de estreia da 3ª temporada
O canal BBC America divulgou um novo teaser da 3ª temporada de “Killing Eve”. Lançado em comemoração ao Dia dos Namorados, também conhecido como Dia de São Valentim, que caiu na sexta (14/2) nos EUA, a prévia explora a relação não convencional entre as protagonistas e revela a data de estreia dos novos episódios, em 26 de abril. Embora ainda faltem dois meses para a estreia do terceiro ano, “Killing Eve” já se encontra renovada para a sua 4ª temporada. A dupla de protagonistas e a produtora da série foram valorizadíssimas na temporada de premiações. Sandra Oh ganhou o Globo de Ouro e Jodie Comer o Emmy, na categoria de Melhor Atriz de Drama em 2019. Já Phoebe Waller-Bridge, criadora de “Killing Eve”, levou o Emmy por outra atração, a comédia “Fleabag”, além de ter virado roteirista de cinema – com nada mais, nada menos que o próximo filme de James Bond, “007: Sem Tempo Para Morrer”. “Killing Eve” acompanha Eve Polastri (Sandra Oh), uma agente secreta que passa a perseguir a assassina de aluguel Villanelle (Jodie Comer) e desenvolver uma estranha obsessão por ela. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Globoplay.
Karn Evil 9: Música da banda Emerson, Lake & Palmer vai virar superprodução sci-fi
A Radar Pictures, produtora dos filmes de “Jumanji” junto da Sony, adquiriu os direitos para transformar a música “Karn Evil 9”, lançada pela banda de rock progressivo Emerson, Lake & Palmer em 1973, numa superprodução de ficção científica. O escritor Daniel H. Wilson, autor do best-seller “Robopocalypse”, foi contratado para desenvolver o roteiro, inspirado no título e na letra da música, gravada por Keith Emerson, Greg Lake e Carl Palmer, e finalizada em parceria com o letrista Peter Sinfield, antigo colaborador da banda King Crimson. A canção fala em uma sociedade dependente de tecnologia, que é controlada por uma tecnocracia difusa e ditatorial. Uma das festas tradicionais dessa sociedade é a celebração anual batizada de “Karn Evil”, um ritual macabro de passagem, que é a chance única dos jovens experimentarem uma liberdade desenfreada, antes de serem subjugados pela classe dominante. Quando algumas pessoas decidem não interromper sua experiência com o Karn Evil, dão início a uma revolução para derrubar o status quo e a inteligência artificial que controla tudo. Ted Field, que produziu mais de 60 filmes, incluindo as franquias “Jumanji” e “Riddick”, atuará como produtor executivo do projeto em nome da Radar. “O mundo visionário que a ELP criou com a gravação ‘Karn Evil 9’ está muito próximo da realidade atual”, disse Field em comunicado sobre o projeto. “Nossa equipe da Radar está ansiosa para trazer essa visão de onde as coisas podem chegar à tela grande e além.” “Estou incrivelmente empolgado em fazer parceria com Ted e Radar para explorar ‘Karn Evil 9’ – um mundo único e emocionante”, completou o escritor Daniel H. Wilson no mesmo comunicado. “Eu não podia pedir melhores colaboradores e mal posso esperar para ajudar a adicionar a franquia ‘Karn Evil 9’ à família Radar.” Ele disse realmente “franquia”, sugerindo que a produção tem como objetivo gerar continuações. Como o projeto está apenas começando, ainda não há diretor, elenco, cronograma de filmagem ou previsão de estreia. Para entrar no clima, conheça a canção, que obrigatoriamente fará parte da trilha sonora. A versão original, lançada no álbum “Brain Salad Surgery”, tem quase meia hora de duração. Tão longa que não coube num lado inteiro do disco de vinil e acabou dividida em quatro faixas/”impressões”, com uma delas transformada em single de pouco mais de quatro minutos. Ouça abaixo a música integral e uma apresentação ao vivo do trecho mais conhecido da canção, batizado de “1st Impression – Part 2”, que abre o lado B do álbum de 1973 – observação: a versão de estúdio é muito menor e não tem solo de bateria interminável.
Bosch vai acabar na 7ª temporada como a série mais longa da Amazon
A plataforma Amazon Prime Video anunciou a renovação de “Bosch” para sua 7ª e última temporada. A decisão foi tomada com bastante antecipação, antes da estreia da 6ª temporada, que chega neste ano, mas ainda não tem previsão de lançamento. O objetivo é dar tempo para os produtores e roteiristas preparem um final adequado à trama. Assim, “Bosch” vai se encerrar em 2021 como a série mais longa da Amazon, com 70 episódios ao todo – cada temporada tem 10 episódios. Embora não divulgue dados, a Amazon costumava afirmar que a atração representa uma de suas maiores audiências, ao lado de “The Man in the High Castle”, que foi encerrada em novembro passado. “Bosch” é criação de Eric Overmyer (criador de “Treme”) e se baseia no personagem homônimo dos livros de Michael Connelly, que desde 1992 já venderam quase 50 milhões de exemplares em todo o mundo. O protagonista é um detetive policial de Los Angeles, vivido por Titus Welliver (de “Lost”), que se envolve em tramas inspiradas pelo clima clássico do cinema noir. Em suas cinco primeiras temporadas, ele já investigou o assassinato de um produtor de Hollywood que lavava dinheiro para a máfia, perseguiu um serial killer, virou o principal suspeito de um crime, precisou resolver o assassinato de um advogado que defendia vítimas negras de brutalidade policial e também lidar com seu próprio passado. “Estou orgulhoso do que realizamos com ‘Bosch'”, disse o escritor Michael Connelly em comunicado. “É agridoce, mas todas as coisas boas chegam ao fim, e estou feliz por podermos sair da maneira que queremos. Isso começou há sete anos com o showrunner Eric Overmyer e eu escrevendo o piloto. Planejamos escrever o último episódio juntos também. Vamos deixar para trás o programa de maior duração até agora na Amazon, e ele continuará lá para ser descoberto por novos espectadores. Isso é incrível para mim. Outra coisa é que não teríamos chegado até aqui sem Titus Welliver. Não poderia haver um ator melhor para desempenhar esse papel”, completou. Além de Titus Welliver, o elenco inclui Lance Reddick (também de “Lost” e “Fringe”), Jamie Hector (série “The Wire”), Amy Aquino (série “Being Human”) e Madison Lintz (que foi a menina Sophia em “The Walking Dead”).












