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  • Série

    Elenco de Um Maluco no Pedaço se reencontra nos 30 anos da série

    10 de setembro de 2020 /

    Will Smith compartilhou nas redes sociais uma foto de seu reencontro com os colegas da série “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air). A imagem foi compartilhada na noite de quinta (10/9), data em que o antigo elenco comemorou 30 anos da estreia da atração nos EUA. “Hoje fazem exatamente 30 anos desde que ‘Um Maluco no Pedaço’ estreou! Então, estamos fazendo algo por vocês… uma verdadeira reunião da família de Banks está chegando na HBO Max!”, escreveu Smith ao lado da foto, acrescentando um “RIP James” em homenagem ao ator James Avery, intérprete do patriarca da família, que faleceu em 2013. O texto refere-se ao especial programado para o serviço de streaming da WarnerMedia. A premissa é uma reminiscência nostálgica da série, descrita como “uma noite de música, dança e convidados surpresa”. O especial contará com a presença de Will Smith, Tatyana Ali, Karyn Parsons, Joseph Marcell, Daphne Maxwell Reid, Alfonso Ribeiro e do DJ Jazzy Jeff, e o reencontro da foto assinala os bastidores de sua gravação, sob direção de Marcus Raboy (“Whitney Cummings: Can I Touch It?”). O lançamento está previsto para o final de novembro na HBO Max. A plataforma também disponibiliza todos as seis temporadas de “Um Maluco no Pedaço” em streaming. O reencontro do elenco é o segundo projeto atual derivado da série clássica. Will Smith também está produzindo uma nova série que mostrará a premissa de “Um Maluco no Pedaço” em versão dramática, para a plataforma Peacock. (saiba mais) Ver essa foto no Instagram Today is exactly 30 YEARS since The @FreshPrince of Bel-Air debuted! So we’re doin’ something for y’all… a for real Banks Family Reunion is comin’ soon to @HBOmax! RIP James. #FreshPrince30th Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith) em 10 de Set, 2020 às 4:30 PDT

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  • Filme

    Pânico 5: Neve Campbell confirma volta à franquia de terror

    10 de setembro de 2020 /

    Após quatro meses de negociações, a atriz Neve Campbell finalmente assinou contrato para voltar a viver a personagem Sidney Prescott na franquia “Pânico” (Scream). Os responsáveis pelo novo filme são Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que dirigiram o recente terrir “Casamento Sangrento” (Ready or Not), lançado diretamente em VOD no Brasil. Integrantes de um coletivo de criadores chamado Radio Silence, eles substituem o falecido Wes Craven, que dirigiu os títulos anteriores. “Estamos nos beliscando! É difícil expressar o quanto a personagem Sidney Prescott moldou nosso amor por filmes e ter a chance de trabalhar com Neve é ​​realmente um sonho que se tornou realidade”, disseram os diretores em comunicado. “Simplesmente não seria um filme de ‘Pânico’ sem Neve e estamos muito animados e honrados em nos juntar a ela em Woodsboro”, a cidade em que todos os filmes se passam. A atriz também se manifestou. “Depois de falar com Radio Silence, eles mostraram tanto amor, respeito e admiração por Wes Craven e por tudo o que ele criou na franquia ‘Pânico’, que fiquei muito animada para voltar ao papel de Sidney Prescott e retornar para Woodsboro”, ela acrescentou. Neve Campbell vai se juntar aos outros dois sobreviventes veteranos da franquia, Courteney Cox e David Arquette, que retomarão seus papéis como Gale e Dewey Riley. Além do trio que apareceu em todos os filmes, a produção contará ainda com Marley Shelton, que viveu uma policial em “Pânico 4”, e os novatos Melissa Barrera (“Vida”), Jenna Ortega (“Jane the Virgin”), Jack Quaid (“The Boys”) e mais nomes recém-confirmados: Dylan Minnette (“13 Reasons Why”), Kyle Gallner (“Sniper Americano”), Mikey Madison (“Better Things”), Mason Gooding (“Fora de Série”) e Jasmin Savoy Brown (“The Leftovers”). O roteiro está a cargo de Guy Busick (também de “Casamento Sangrento”) e do veterano James Vanderbilt (roteirista de “O Espetacular Homem-Aranha”), enquanto o escritor original da franquia, Kevin Williamson (que criou “The Vampire Diaries”), participa da continuação apenas como produtor. Os planos da produtora Spyglass (que comprou os direitos dos filmes da Weinstein Company) para “Pânico 5” preveem um lançamento nos cinemas em 14 de janeiro de 2022.

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  • Série

    Amazon vai exibir série de Joe Exotic estrelada por Nicolas Cage

    10 de setembro de 2020 /

    A Amazon fechou com a CBS Television Studios os direitos de exibição da minissérie baseada na vida de Joe Exotic, que será estrelada por Nicolas Cage. A ironia do negócio é que a Amazon vai disponibilizar uma atração inspirada por sua maior rival na guerra dos streamings. A história de Joe Exotic se tornou mundialmente conhecida após ser transformada na série documental “A Máfia dos Tigres” (Tiger King), da Netflix. De todo modo, a trama não é uma adaptação do programa, visto por 34,3 milhões de assinantes americanos em seus dez primeiros dias, segundo informações não auditadas da Netflix, mas em reportagens da revista Texas Monthly sobre como Exotic ganhou seu apelido, construiu um zoológico particular em Oklahoma e alimentou sua rivalidade mortal com Carole Baskin, ativista de direitos de animais. Criada pelo roteirista Dan Lagana (“American Vandal”), a atração terá sete episódios e vai marcar a estreia de Nicolas Cage numa série. Além deste projeto, a NBCUniversal prepara sua própria minissérie sobre Joe Exotic, que será o primeiro programa exibido simultaneamente na TV aberta (rede NBC), TV paga (USA Network) e numa plataforma de streaming (Peacock). Esta produção já definiu Kate McKinnon como Carole Baskin.

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  • Música

    Marshmello e Demi Lovato lançam clipe contra suicídio juvenil

    10 de setembro de 2020 /

    O DJ Marshmello lançou o clipe de sua parceria com Demi Lovato. Liberada no Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, a música “OK Not to Be OK” promove a ONG Hope For the Day (“Esperança Por um Dia”, em tradução livre), que atua na causa. No clipe, Lovato e o DJ de capacete parecem com suas versões adolescentes de subúrbio. O jovem ‘Mello anda de bicicleta pelo bairro e a Demi teen destrói seu quarto, enquanto a letra transmite uma mensagem inspiradora. “Está tudo bem não estar bem/ Está tudo bem não estar bem /Quando você está pra baixo e se sente envergonhado /Está tudo bem não estar bem” repete Lovato no refrão. Ao final do vídeo dirigido por Hannah Lux Davis (de vários clipes de Ariana Grande), as versões adolescentes e maduras deles mesmos se encontram em harmonia. No Instagram, Demi reforçou o tema com uma mensagem aos fãs: “Usem um momentinho do dia de hoje para refletir sobre sua saúde mental e checar como estão seus entes queridos”.

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  • Filme

    Estreia de Jennifer Lawrence na Netflix define coprotagonistas

    10 de setembro de 2020 /

    A estreia de Jennifer Lawrence na Netflix definiu dois coprotagonistas. Rob Morgan (“A Fotografia”) e Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”) entraram no elenco de “Don’t Look Up”. Na produção, Lawrence vai viver uma astrônoma que descobre a aproximação de um cometa que poderá destruir o planeta Terra. Mas ao sair alertando o mundo pela imprensa, ela e um colega são recebidos com desdém e descrença. Esta história já foi filmada várias vezes (quem não lembra “Armageddon”?), mas agora será contada como comédia, com roteiro e direção de Adam McKay (“Vice”) “Don’t Look Up” é um dos muitos projetos de Lawrence atualmente em desenvolvimento, após a atriz encerrar um hiato programado para reavaliar sua carreira. Ela se afastou em 2018, ao encerrar a produção de “Operação Red Sparrow” (“X-Men: Fênix Negra” foi lançado depois, mas filmado muito antes), e atualmente tem três outras produções encaminhadas, inclusive outro projeto com McCay, “Bad Blood”, sobre a vida de Elizabeth Holmes, uma jovem que virou bilionária na indústria médica, antes de perder (quase) tudo. Nenhum dos novos projetos da atriz tem data de estreia.

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  • Filme

    Anne Hathaway vai estrelar comédia romântica com tema da quarentena

    10 de setembro de 2020 /

    A pandemia de covid-19 inspirou uma comédia romântica com Anne Hathaway. De acordo com o site Deadline, a atriz está em “negociações finais” para integrar o elenco de “Lockdown”, filme escrito por Steven Knight (criador de “Peaky Blinders”) e que será dirigido por Doug Liman (“Feito na América”). Ainda não foram divulgadas mais informações sobre o projeto, mas, segundo o site americano, a produção vai reproduzir condições da quarentena com orçamento inferior a US$ 10 milhões. Os produtores pretendem iniciar os trabalhos no final deste mês. Entretanto, ainda correm para assegurar o protagonista masculino – com Cillian Murphy (de “Peaky Blinders”) em “negociações iniciais”.

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  • Filme

    Freaky: Versão terror de Sexta-Feira Muito Louca ganha trailer legendado

    10 de setembro de 2020 /

    A Universal divulgou dois pôsteres, seis fotos e o trailer legendado de “Freaky: No Corpo de um Assassino”, comédia de terror da produtora Blumhouse, especializada em filmes assustadores – como “Corra!”, “O Homem Invisível” e “Atividade Paranormal”. O título é uma pista sobre o que se trata, referindo-se diretamente a “Freaky Friday”, clássico infantil de troca de corpos da Disney, batizado como “Se Eu Fosse Minha Mãe” (1976) no Brasil. Fato divertido: o remake de 2003, que os brasileiros conhecem como “Sexta-Feira Muito Louca”, foi estrelado por Jamie Lee Curtis, a heroína da franquia “Halloween”. “Freaky: No Corpo de um Assassino” imagina uma recombinação desses elementos, em que uma vítima troca de corpo com um serial killer mascarado, claramente inspirado no filme “Halloween”. Na trama, Kathryn Newton (de “Supernatural” e “The Society”) é uma adolescente sem graça ou popularidade, que tenta sobreviver ao fim do ensino médio, quando se vê precisando lutar literalmente pela vida contra um psicopata de filme de terror slasher. Raios cortam o ar e um efeito bizarro acontece quando a faca do serial killer encontra seu peito: ela acorda no corpo do assassino, interpretado por Vince Vaughn (“Penetras Bons de Bico”). Ao mesmo tempo, o psicopata vira a adolescente, que muda de estilo e se torna uma “Garota Veneno” (2002) inesperadamente popular. Cabe à heroína, agora no corpo do assassino, convencer seus amigos de sua verdadeira identidade, salvá-los da morte certa e ainda descobrir como reverter a “Sexta-Feira Muito Louca” antes do baile de formatura. Repleto de tiradinhas metalinguistas ao estilo da franquia “Pânico” (Scream), “Freaky” é escrito e dirigido por Christopher Landon, que já conseguiu sucesso com outro terror derivado de comédia, “A Morte Te Dá Parabéns” (versão slasher de “Um Feitiço no Tempo”). A estreia está marcada para 10 de dezembro no Brasil, um mês após o lançamento previsto nos EUA.

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  • Filme

    Novo filme de Woody Allen ganha primeiro trailer

    10 de setembro de 2020 /

    Woody Allen divulgou o primeiro trailer de seu novo filme, “Rifkin’s Festival”. E não é por acaso que o vídeo foi lançado no canal oficial do cineasta no YouTube. O longa é a primeira produção de Allen após ele ficar sem distribuidor nos EUA. “Rifkin’s Festival” foi filmado em meio a uma campanha de difamação movida por seus filhos, Dylan e Ronan Farrow, que sob influência da mãe, Mia Farrow (inimiga mortal de Allen), pressionam parceiros de negócios e atores a abandonarem o diretor. A pressão acontece pelas redes sociais, com ameaças de cancelamento a quem não aderir, e partem das acusações contra Allen por um suposto abuso cometido em Dylan quando ela tinha sete anos, em 1992, em plena separação de Mia Farrow e o escândalo de seu relacionamento com a enteada da ex-mulher. O caso foi investigado pela Justiça americana não uma, mas duas vezes na ocasião, e em ambas a conclusão foi pela inocência de Allen. Ninguém mais o acusa de nada e nenhuma atriz jamais citou qualquer inconveniência da parte do diretor durante contatos ou trabalhos. Assim como aconteceu com o longa anterior do cineasta, “Um Dia de Chuva em Nova York”, “Rifkin’s Festival” não deve ser lançado nos EUA. Mas a produção será o filme de abertura do Festival de San Sebastián. O evento e a cidade em que ele acontece são pano de fundo e cenário da trama. A história acompanha um casal, formado por Wallace Shawn (“Young Sheldon”) e Gina Gershon (“Riverdale”). Ela trabalha na assessoria de imprensa do evento e o marido tem uma crise de ciúmes ao desconfiar que ela estaria se envolvendo com um diretor francês famoso, vivido por Louis Garrel (“Adoráveis Mulheres”). O elenco também destaca Elena Anaya (“Mulher-Maravilha”), Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”) e Sergi López (“O Labirinto do Fauno”). A première de “Rifkin’s Festival” está marcada para a próxima sexta, 18 de setembro, em San Sebastian, e a estreia comercial vai acontecer logo em seguida, em 25 de setembro, por enquanto apenas na Espanha. Por conta disso, o filme também ganhou fotos e um pôster espanhol da distribuidora TriPictures. Confira abaixo.

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  • Série

    Rodrigo Santoro vai estrelar 5ª temporada de Sessão de Terapia

    10 de setembro de 2020 /

    O ator Rodrigo Santoro vai integrar o elenco da 5ª temporada de “Sessão de Terapia”. O ator interpretará o personagem Davi Greco e atuará ao lado do amigo Selton Mello, que segue como protagonista da produção do Globoplay, assim como Nathalia Timberg e a internacional Morena Baccarin (de “Gotham”). De acordo com a colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, Santoro viverá um novo supervisor de Caio – personagem de Selton. O papel foi escrito especialmente para Santoro, que colaborou com seu desenvolvimento. Apesar das restrições causadas pela pandemia de coronavírus, o ator já está ensaiando remotamente para iniciar os trabalhos nos estúdios da Globo no Rio de Janeiro. Já Nathalia Timberg, que vive a mãe de Caio, gravará suas cenas em sua casa, enquanto Morena Baccarin participará via Skype, situação que condiz com a premissa da série, sobre encontros de um terapeuta (Selton) com pacientes. Ela interpretou a supervisora de Caio na temporada anterior. Com o reboot da temporada passada, que promoveu Selton Mello a protagonista (até então, trabalhava na série como diretor) e passou a incluir Morena Baccarin no elenco, “Sessão de Terapia” se tornou uma das séries mais vistas no Globoplay. A atração é, na verdade, uma versão brasileira da série israelense “BeTipul”, criada por Hagai Levi, que é mais conhecida pela adaptação americana da HBO, intitulada “Em Terapia” (In Treatment).

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  • Filme

    O Halloween de Hubie: Nova comédia de Adam Sandler ganha trailer legendado

    10 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou pôster, fotos e o trailer legendado de “O Halloween de Hubie”, nova comédia estrelada e produzida por Adam Sandler para o serviço de streaming. A prévia é quase um desenho animado com atores reais. Na trama, Sandler vive um homem obcecado pelo Halloween, que é a piada da cidade, até que fatos estranhos começam a acontecer no feriado das bruxas e ele se torna o mais capacitado para desvendar o mistério. Com um pouco de “Scooby Doo” e muito de Abbott e Costello (a dupla que popularizou as comédias de terror nos anos 1940), o filme tem premissa mais interessante que a maioria das produções de Sandler, apesar de o ator transformar seu personagem numa caricatura de voz empostada. O mais curioso é que, desta vez, Sandler ampliou seu círculo tradicional de coadjuvantes, com Julie Bowen (“Modern Family”), Maya Rudolph (“Missão Madrinha de Casamento”), Ray Liotta (“Os Bons Companheiros”), Noah Schnapp (“Stranger Things”), June Squibb (“Nebraska”), Kenan Thompson (“Kenan e Kel”), Tim Meadows (“Schooled”), Michael Chiklis (“The Shield”), China Anne McClain (“Black Lightning”) Paris Berelc (“Crush à Altura”) e Peyton List (“Light as Feather”), que se juntam aos amiguinhos Rob Schneider, Kevin James e Steve Buscemi no elenco. Já o roteiro e a direção são de velhos parceiros. Sandler escreveu a comédia com Tim Herlihy (“O Rei da Água” e “O Paizão”) e foi dirigido por Steven Brill (“Um Diabo Diferente”, “Sandy Wexler”). A estreia está marcada para 7 de outubro.

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  • Etc,  Série

    Diana Rigg (1938 – 2020)

    10 de setembro de 2020 /

    Diana Rigg, a célebre atriz britânica das séries “Os Vingadores” e “Game of Thrones”, morreu nesta quinta (10/9) aos 82 anos. Ela foi diagnosticada com câncer em março, de acordo com sua filha Rachael Stirling, e “passou seus últimos meses refletindo alegremente sobre sua vida extraordinária, cheia de amor, risos e um profundo orgulho de sua profissão”. No auge de sua popularidade, Rigg foi eleita a “estrela mais sexy da TV em todos os tempos” pela revista TV Guide. Isto aconteceu quando ela foi escalada como a sedutora espiã Emma Peel em “Os Vingadores”, seu primeiro papel na televisão. Enid Diana Elizabeth Rigg nasceu em 20 de julho de 1938, em Doncaster, Inglaterra, mas passou a infância com a família em Jodhpur, na Índia, onde seu pai trabalhava como gerente da ferrovia estadual. Tinha só 8 anos quando precisou a aprender a ser independente, enviada para estudar num internato na Inglaterra. “A Índia me deu um começo de vida glorioso”, disse Rigg em uma biografia de 2004 escrita por Kathleen Tracy. “Isso me deu independência de espírito”. Mas a transição para a triste Inglaterra foi difícil: “A escola não queria ser cruel, mas foi. Eu me sentia como um peixe fora d’água. Não conhecia ninguém. Comecei do zero… Com uma experiência como essa, sua vida muda. Você nunca mais dependerá de seus pais.” Notando seus dotes artísticos, os professores estimularam Rigg a estudar artes dramáticas. Ela estudou na Royal Academy of Dramatic Art, começou a trabalhar como modelo e, após uma breve passagem pela Royal Shakespeare Company, foi contratada para fazer sua estreia na TV. Rigg nunca tinha visto a série “Os Vingadores”, que, após as primeira temporadas com Honor Blackman, perdera a protagonista. Blackman abandonara a série para assumir o icônico papel de Pussy Galore em “007 Contra Goldfinger” (1964), e foi substituída brevemente por Julie Stevens. Mas a nova personagem, Venus Smith, não empolgou o público acostumado com Catherine Gale, a espiã que vestia couro, interpretada por Blackman. A série também estava prestes a começar a ser transmitida nos EUA e se tornar uma produção a cores, quando os produtores conceberam Emma Peel, cujo nome era um trocadilho para “M-Appeal”, apelo aos homens. A atriz interpretou a agente sexy em 51 episódios, de 1965 a 1968, e mostrou que era mais que tinha mais que sex appeal. Ela foi indicada a dois Emmys pelo papel. Como a terceira e mais popular das quatro parceiras femininas de John Steed (personagem de Patrick Macnee) na série britânica, Peel se tornou um ícone na Inglaterra e nos Estados Unidos. Além de sexy, sua independência e ousadia também trouxeram feminismo às aventuras de espionagem da série, fazendo com que “Os Vingadores” se tornasse uma das séries mais modernas da TV. De fato, era literalmente mod e também psicodélica. “Os Vingadores” marcou tanto a TV britânica que Rigg e suas colegas espiãs foram homenageadas pelo BAFTA em 2011 pelo legado de suas personagens à cultura pop. “Ela estava à frente de seu tempo”, disse Rigg em outra homenagem, um tributo de aniversário de 50 anos de Emma Peel, apresentado pelo British Film Institute. “Por acaso, ela se tornou essa mulher de vanguarda, e meu Deus, tive a sorte de ter a chance de interpretar essa mulher. Durante anos depois disso, as pessoas continuaram vindo até mim para dizer: ‘Você era minha heroína’ – não eu, Emma – ‘e me encorajou a fazer isso e aquilo.’ Sem exagerar na influência dela, eu realmente acho que ela foi uma influência muito, muito potente nas mulheres que reivindicaram seu lugar neste mundo.” Depois de duas temporadas, Rigg saiu de “Os Vingadores” para voltar à Royal Shakespeare Company. Os fãs ficaram devastados, mas esta decisão fez com que ela estreasse no cinema em 1968 numa adaptação de Shakespeare, “Sonhos de um Noite de Verão”, ao lado dos colegas da companhia, – ninguém menos que Helen Mirren, Ian Holm e Judi Dench. Diana pertencia a esta geração. No ano seguinte, a atriz protagonizou a comédia “O Sindicato do Crime” (1969), ao lado de Oliver Reed, e se tornou a primeira mulher a se casar com o agente secreto James Bond no cinema, em “007 – A Serviço Secreto de Sua Majestade” (1969). A carreira cinematográfica deslanchou, com papéis em “Júlio César” (1970), “Hospital” (1971), que lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro, e “As 7 Máscaras da Morte” (1973). Entretanto, ela não resistiu à proposta de estrelar sua própria série americana, batizada com seu nome. Em “Diana”, Rigg interpretou uma estilista de moda que trabalhava em uma loja de departamentos em Nova York após seu divórcio. Mas a atração era moderna demais para 1973 e acabou cancelada na 1ª temporada. Com o fim da série, descobriu que não conseguia mais papéis no cinema. Mas seguiu carreira na TV americana. Ela chegou a ser novamente indicada ao Emmy em 1975, pelo telefilme “In This House of Brede”, como uma mulher de negócios que se torna uma freira beneditina enclausurada. A atriz acabou voltando ao Reino Unido, onde passou a atuar em produções da BBC, montagens teatrais e eventuais filmes britânicos, como o mistério “Assassinato num Dia de Sol” (1982). Em 1994, foi nomeada Comandante da Ordem do Império Britânico por suas contribuições ao cinema e ao teatro, e de 1998 a 2008 serviu como reitora da Universidade de Stirling, na Escócia. A década de 1990 também a consagrou no palco e na telinha. Rigg ganhou seu Tony (o Oscar do teatro) em 1994 por interpretar o papel-título de “Medea”, e finalmente venceu o fugidio Emmy em 1997, pelo papel da governanta antagônica numa adaptação televisiva de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, de Daphne du Maurier. Ela seguia com pequenas aparições nas telas, incluindo “Doctor Who”, até ser escalada em outro papel que marcou época, como Lady Olenna, a “Rainha de Espinhos”, líder da casa Tyrell que enfrentou a ira da vilã Cersei em “Game of Thrones”. Rigg foi indicada a mais quatro Emmys por esse trabalho na série da HBO. Depois de “Game of Thrones”, ela viveu outra nobre na TV, a Duquesa de Buccleuch, na série “Vitória: A Vida de uma Rainha” (Victoria, 2017), mas o trabalho que lhe deu mais alegria, no final de sua vida, foi contracenar com a filha, Rachael Stirling, na série “The Detectorists”, entre 2015 e 2017. “Nós apenas continuamos rindo”, disse Rigg sobre a experiência. “A pessoas levam esse trabalho muito a sério. E é sério, é muito, muito sério, porque é uma comunhão entre você, o público e nós, os atores – mas, ao mesmo tempo, uma das minhas necessidades reais é me divertir”. Os últimos trabalhos da atriz, o filme “Last Night in Soho”, de Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”), e a minissérie “Black Narcissus”, da BBC, devem estrear nos próximos meses.

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    Warrior: Trailer da 2ª temporada traz muita ação e artes marciais

    9 de setembro de 2020 /

    O canal pago americano Cinemax divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Warrior”, série inspirada num projeto antigo do astro Bruce Lee (“Operação Dragão”). Com ritmo trepidante, a prévia é repleta de pancadaria, artes marciais e muita ação, numa recriação das guerras entre as gangues de São Francisco no século 19. A recriação de época e as batalhas de gângsteres chegam a lembrar “Peaky Blinders”, mas centrada em facções de tongs (a máfia chinesa) em vez de ciganos e proletários britânicos. A trama acompanha um lutador talentoso, mas moralmente corrupto de Chinatown. Ah Sahm (Andrew Koji, da série “The Innocents”) é um prodígio das artes marciais que chega da China em circunstâncias misteriosas para virar um dos principais integrantes de uma organização criminosa nos EUA. Mas conforme duas famílias disputam o poder entre as facções chinesas, o racismo americano ameaça destruir a ambas. O conceito de “Warrior” foi concebido por Bruce Lee antes do astro morrer subitamente em 1973, aos 32 anos de idade. Os manuscritos que detalhavam a trama acabaram recuperados por sua filha e ganharam roupagem moderna com roteiro de Jonathan Tropper, cocriador da série “Banshee”. A série tem produção do cineasta Justin Lin (franquia “Velozes e Furiosos”), que também assinou o piloto da atração, além da atriz Shannon Lee (“Operação Águia”), herdeira do mestre do kung fu. O elenco inclui Hoon Lee (“Banshee”), Olivia Cheng (“Deadly Class”), Jason Tobin (“Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio”), Dianne Doan (“Vikings”), Joe Taslim (“Operação Invasão”), Rich Ting (“The Man in the High Castle”), Dean Jagger (“Game of Thrones”), Langley Kirkwood (“Dominion”), Kieran Bew (“Rellik”) e, na nova temporada, Chen Tang (“Mulan”). A 2ª temporada estreia em 2 de outubro. “Warrior” é exibido no Brasil pelo canal pago Max Prime.

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    Anatel decide que streaming não está sujeito às leis da TV paga no Brasil

    9 de setembro de 2020 /

    A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) decidiu nesta quarta-feira (9/9) que a oferta de conteúdo de canais de TV pela internet (serviço de “streaming”) não é serviço de TV por assinatura. Parece uma decisão simples e até óbvia, mas isso mudo tudo, tendo grande impacto sobre o negócio da TV paga no Brasil. Com a decisão da Anatel, os canais de TV poderão oferecer conteúdo diretamente aos espectadores pela internet. Algumas empresas, como a Globo via Globoplay, já vinham fazendo isso. Mas uma denúncia da Claro, empresa provadora de assinaturas de TV, questionou a atividade quando a Fox quis lançar seus canais online, com assinatura independente pela internet. A Anatel aceitou a denúncia e proibiu a Fox de comercializar a Fox+, mas a Justiça suspendeu a medida. A agência recorreu, perdeu o recurso, depois ganhou novamente, mas teve a liminar suspensa, até que, em julho, ela própria revogou a cautelar que proibia a Fox de vender assinaturas na internet diretamente ao consumidor. O entendimento que prevaleceu entre os conselheiros da agência é que, como é preciso contratar um serviço de telecomunicação — como a internet banda larga — para usufruir do acesso aos canais pela internet, o serviço não pode ser considerado TV por assinatura. Por não ser TV, os serviços de streaming também não estão sujeitos às leis que regulam o setor. A Claro (outra vez ela) tentou impedir o lançamento da Disney+ (Disney Plus) no Brasil usando justamente o argumento de que a plataforma não seguia as cotas de produção de conteúdo nacional determinadas para a TV paga brasileira. A discussão foi superada com o atual entendimento. A decisão da Anatel é o sinal verde que as empresas estrangeiras esperavam para programar os lançamentos de seus serviços do streaming no Brasil – como a HBO Max da WarnerMedia, CBS All Access da ViacomCBS e Peacock da Comcast/NBCUniversal. Mas também serve de sinalização para o mercado de TV nacional, liberando os canais para vender assinaturas de seus conteúdos na internet. De fato, até as operadoras devem migrar seus modelos de negócios. Uma das principais motivações das operadoras para trocar ofertas de assinaturas da TV paga por serviços baseados na internet é a diferença tributária: o serviço televisivo paga ICMS, Fust, Funttel e Condecine, enquanto a única taxa que atualmente incide sobre os serviços online é o ISS. Além disso, o streaming é isento de obrigações, como cotas de conteúdo e de canais obrigatórios. A própria Claro, que criou tanto caso, já prepara uma alternativa a TV por assinatura. A companhia irá comercializar novos planos para acessar conteúdo sob demanda, canais de esporte e canais abertos. Além dela, a operadora Oi também já mostrou interesse em lançar um serviço de streaming com canais lineares, mas isso deixou de ser prioridade no momento, em que empresa tem sua venda negociada no mercado.

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