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TV

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Etc

Grávida, Jheny anuncia divórcio de Arthur Aguiar e nega relação com dívidas

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6 de outubro de 2026
Reality

Renê termina com Ana Bruna de novo em A Fazenda 18

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6 de outubro de 2026
Etc

Grávida, Jheny Santucci anuncia separação de Arthur Aguiar e apaga post

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5 de outubro de 2026
Música

Paula Fernandes e Naiara Azevedo entram no time das Amigas da Globo

Dupla substitui Ana Castela e Lauana Prado na nova formação do especial sertanejo

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5 de outubro de 2026
  • Filme

    Trailer dramático coloca Anthony Hopkins e Olivia Colman rumo ao Oscar 2021

    14 de setembro de 2020 /

    A Sony Pictures Classics divulgou o primeiro trailer de “The Father”, drama que reúne dois vencedores do Oscar, Anthony Hopkins (“O Silêncio dos Inocentes”) e Olivia Colman (“A Favorita”), e tem première marcada para vários festivais. Acompanhada por vários elogios, a prévia destaca a intenção do filme de buscar espaço na temporada de premiações. Na história impactante, Hopkins interpreta o pai da personagem de Colman e começa a demonstrar sintomas de demência. Confundindo-se com pessoas e situações, ele perde a noção da realidade, mas se recusa a deixar o apartamento onde viveu a vida toda, suspeitando que a filha pretende colocá-lo em um asilo. A sensação de desorientação é aprofundada pela decisão de apresentar a trama sob o ponto de vista do pai. A Academia gosta de premiar intérpretes de doentes e já deu um Oscar para Julianne Moore pelo retrato de uma mulher com Alzheimer, em “Para Sempre Alice”. O elenco da produção ainda inclui Olivia Williams (“Counterpart”), Imogen Poots (“Viveiro”), Mark Gatiss (“Sherlock”), Rufus Sewell (“O Homem do Castelo Alto”) e Evie Wray (“Sense8”). “The Father” tem direção do dramaturgo francês Florian Zeller (“A Viagem de Meu Pai”), que também escreveu o roteiro com Christopher Hampton (vencedor do Oscar por “Ligações Perigosas”). Exibido no Festival de Sundance, em janeiro, o filme foi ovacionado pela crítica, atingindo 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. As premières serão retomadas nesta segunda (14/9) com apresentação no Festival de Toronto, e seguem na sexta (18/9) no Festival de San Sebastian e no próximo fim de semana no Festival de Zurique. A estreia comercial está marcada para 18 de dezembro aos cinemas norte-americanos, mas ainda não há confirmação para o Brasil.

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  • Etc

    Campanha “eu quero veteranos na TV” viraliza após dispensa de Glória Menezes e Tarcísio Meira

    14 de setembro de 2020 /

    A hashtag #euqueroveteranosnatv viralizou no fim de semana nas redes sociais, após Glória Menezes e Tarcísio Meira não terem seus contratos renovados pela rede Globo. Diversos astros famosos, artistas de diferentes segmentos, fãs e até empresas alimentaram a corrente no Twitter, Facebook e Instagram, com mensagens pedindo mais respeito e trabalho aos atores veteranos do Brasil. Até mesmo Glória Menezes aderiu à campanha. No domingo, dia de aniversário de Laura Cardoso festejou 93 anos, ela publicou uma foto com a colega e outras atrizes participantes da série “Grandes Damas”, exibida pelo canal Viva em 2013, com a mensagem: “Aniversário da gigante e talentosíssima Laura Cardoso. Uma verdadeira dama da dramaturgia brasileira. Na foto, outras grandes damas brasileiras”. E acrescentou: “#euqueroveteranosnatv”. Em entrevista ao jornal O Globo, por ocasião do aniversário, Laura Cardoso confirmou que muitos veteranos não querem nem saber de aposentadoria. “Você se aposenta e aí para tudo. Aposentadoria é um horror. Estar na ativa mantém a gente viva”, ela afirmou. “Talento não envelhece” foi a frase mais repetida, junto da hashtag, e disseminada, entre outras pessoas, pela jornalista televisiva Sonia Abrão e a escritora Ana Beatriz Barbosa. Muitos também lembraram do aniversário de 70 anos da TV brasileira para valorizar os profissionais que a construíram. Entre os atores que publicaram a hashtag, vários tem contratos com a Globo. A lista inclui Leandra Leal, Gloria Pires, Antonio Calloni, Cassio Gabus Mendes, Claudia Raia, Claudia Abreu, Caio Blat, Caco Ciocler, Beth Goulart, Marcos Pasquim, Alexandra Richter, Claudia Ohana, Fernando Pavão, Kadu Moliterno, Solange Couto, Isabel Fillardis, Emílio Orciollo Netto, Cristina Oliveira, Otávio Martins, Bruno Fagundes, Alessandra Maestrini, Mika Lins e Sergio Marone, entre outros. Carolina Ferraz aproveitou até para fazer uma homenagem. “São profissionais que fizeram a história da nossa televisão, sem eles não haveria história a se contar. Cresci na companhia de todos eles, me formei e aprendi vendo cada um deles atuando e convenhamos, que artistas maravilhosos e inspiradores”, escreveu. A maioria dos atores, no entanto, apenas publicaram a hashtag. Veja abaixo dois exemplos de artes que viralizaram durante a manifestação. Ver essa foto no Instagram #euqueroveteranosnatv Uma publicação compartilhada por Leandra Leal (@leandraleal) em 14 de Set, 2020 às 6:02 PDT Ver essa foto no Instagram #euqueroveteranosnatv Uma publicação compartilhada por ✨🎤✨Alessandra Maestrini (@alessandramaestrini) em 14 de Set, 2020 às 7:06 PDT

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  • Etc

    Cinemas recebem autorização para reabrir no Rio de Janeiro

    14 de setembro de 2020 /

    A partir de desta segunda (14/9), os cinemas, teatros e salas de shows da cidade do Rio de Janeiro estão autorizados a retomar as atividades, com ocupação de até 50% da capacidade e espaço enter os assentos. x As medidas de segurança vão desde a proibição da venda e consumo de alimentos e bebidas nos estabelecimentos até venda de ingressos somente online ou caixas de auto atendimento. Os centros culturais e de lazer estão fechados desde março, quando foram impostas medidas restritivas e de isolamento social para conter a propagação da epidemia de covid-19. Os primeiros espaços a receber autorização para retomar suas atividades na cidade foram os museus, galerias e bibliotecas, permitidos desde o dia 1º, com a reserva de 4 metros quadrados por pessoa. Já reabriam o Museu do Amanhã e o Museu de Arte Moderna. Nesta fase de retomada, chamada de 6A, o comércio de rua, galerias e centros comerciais também tiveram o horário de funcionamento liberado. Continua proibido o estacionamento na orla marinha durante os fins de semana. Também estão vedados eventos sociais como casamentos, bodas, aniversários, formaturas, confraternizações, coquetéis, inaugurações, lançamentos, cerimônias oficiais e diplomáticas. Apenas casas de festas infantis estão liberadas, com restrição a um terço da capacidade e sem ultrapassar a regra de 4 metros quadrados por pessoa.

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  • Filme

    Os 7 de Chicago: Aposta da Netflix para o Oscar ganha fotos e primeiro trailer

    13 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o primeiro trailer de “Os 7 de Chicago” (The Trial of the Chicago 7), novo filme de Aaron Sorkin (“A Grande Jogada”), que tem produção de Steven Spielberg. A prévia recria a história verídica do confronto entre manifestantes pacíficos e a polícia durante a Convenção Nacional Democrata de 1968, cujas imagens, que ganharam manchetes na época, continuam tão atuais hoje quanto foram há meio século. Os organizadores do protesto – incluindo Abbie Hoffman, Jerry Rubin, Tom Hayden e Bobby Seale – foram acusados ​​de conspiração e incitação ao tumulto e o julgamento que se seguiu foi um dos mais notórios da história dos EUA. Os sete líderes se tornaram o centro de um debate na sociedade americana sobre os limites do direito de protesto e do uso da força policial para conter manifestações pacíficas. O caso também atraiu a atenção da mídia por refletir a repressão dos movimentos que se opunham à Guerra do Vietnã e assumiam posturas pacifistas. Alguns dos ativistas acabaram condenados, enquanto outros foram inocentados – eventualmente, no entanto, todas as sentenças foram suspensas. Vale observar que essa história já foi filmada antes em “The Chicago 8” (2011), uma produção indie de pouca repercussão. A diferença no número de ativistas daquele filme é que ele contou Bobby Seale, fundador dos Panteras Negras e “oitavo acusado”, que acabou não indo a julgamento junto com os demais por ter sido condenado rapidamente por desacato e enviado à prisão pelo juiz do caso. Ele era o único negro do grupo. Em desenvolvimento há mais de uma década, o filme foi escrito por Aaron Sorkin em 2008 para Spielberg dirigir, mas, como o cineasta não encontrou tempo em sua agenda, o próprio Sorkin, que se lançou como diretor com “A Grande Jogada” (2017), acabou assumindo a direção do projeto. O elenco é bastante estrelado, destacando Sacha Baron Cohen (“Alice Através do Espelho”) como Abbie Hoffman; Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) como Tom Hayden; Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) como Bobby Seale; Kelvin Harrison Jr. (“Ondas”) como Fred Hampton; Jeremy Strong (“Succession”) no papel de Jerry Rubin; Alex Sharp (“As Trapaceiras”) como Rennie Davis; Joseph Gordon-Levitt (“Power”) como o promotor Richard Schultz; Frank Langella (“Kidding”) como o juiz Julius Hoffman; Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”) como o advogado William Kuntsler; e Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) como o advogado Ramsey Clark. Considerado um forte candidato a prêmios na temporada, o longa será lançado em 16 de outubro.

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  • Filme

    Trilogia literária As Crônicas dos Kane será adaptada pela Netflix

    13 de setembro de 2020 /

    O escritor Rick Riordan, que criou a franquia literária de “Percy Jackson e os Olimpianos”, está desenvolvendo adaptações de outra de suas sagas literárias. Em post nas redes sociais, ele contou que vai transformar “As Crônicas dos Kane” (The Kane Chronicles) numa trilogia de filmes para a Netflix. “Estamos trabalhando neste negócio desde outubro do ano passado, quase na mesma época em que começamos a trabalhar na [série de] ‘Percy’, e estou muito feliz por poder anunciar!”, ele escreveu em seu blog pessoal. “É tudo o que posso dizer no momento, mas fiquem ligados.” “As Crônicas dos Kane” leva o público em outra jornada pela mitologia. Ambos acompanham adolescentes no mundo atual, mas enquanto Percy Jackson utiliza como base a mitologia grega, a nova saga traz Sadie e Carter Kane no mundo dos deuses egípcios. O primeiro volume é “A Pirâmide Vermelha” (The Red Pyramid), publicado em 2010, e a trilogia ainda inclui “O Trono de Fogo” (The Throne of Fire) e “A Sombra da Serpente” (The Serpent’s Shadow). Mas a história tem livros complementares e crossovers com outros universos do escritor. Na trama, Carter Kane viaja o mundo com o pai, o egiptólogo Dr. Julius Kane, desde a morte da mãe, há seis anos, enquanto sua irmã mais nova, Sadie, é criada pelos avós em Londres. Depois de tanto tempo separados, os irmãos não tinham praticamente mais nada em comum. Até que na noite de Natal, em uma visita ao British Museum, o pai faz uma estranha promessa: tudo voltará a ser como antes. Mas em vez disso, os irmãos acabam assistindo um personagem misterioso desaparecer com o egiptólogo numa explosão magnífica. Para salvar o pai, os irmãos embarcam em uma perigosa jornada, na qual descobrem que são descendentes da Casa da Vida, ordem secreta que remonta à época dos faraós, tem poderes especiais e precisam usá-los para impedir os deuses do Egito Antigo, que foram despertados, antes que eles transformem o mundo num caos. Como mencionou em seu post, Riordan também desenvolvendo uma série baseada em seu herói mais conhecido, Percy Jackson. Mas esta produção será exibida num serviço rival da Netflix, a plataforma Disney+ (Disney Plus). (saiba mais) Ver essa foto no Instagram Good news from Rick! More on the blog: https://rickriordan.com/2020/09/news-from-rick-for-sept-12/ (IG click profile link) Uma publicação compartilhada por Rick Riordan (@rickriordan) em 12 de Set, 2020 às 7:08 PDT

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  • Filme

    Netflix teria oferecido US$ 30 milhões por filme barato em preto e branco de Zendaya

    13 de setembro de 2020 /

    A Netflix adquiriu os direitos de “Malcolm & Marie”, drama romântico dirigido por Sam Levinson (criador de “Euphoria”) durante a quarentena, com Zendaya (estrela de “Euphoria”) e John David Washington (“Tenet”). Segundo o site Deadline, a plataforma teria oferecido US$ 30 milhões pelos direitos mundiais da obra, rodada de forma íntima e em preto e branco, durante apenas duas semanas, com um orçamento baixíssimo, no momento em que os envolvidos estavam sem outros projetos. “Malcolm & Marie” foi o primeiro filme a completar sua produção durante a pandemia, e seus direitos teriam sido disputados por outras plataformas e até estúdios de cinema. O Deadline lista HBO, Amazon, Searchlight, MGM, Apple, A24 e Focus Features entre os interessados, o que teria feito o preço da produção disparar durante o mercado de negócios que acontece em paralelo ao Festival de Toronto. O longa foi escrito, dirigido e produzido por Levison, que ainda financiou as despesas de filmagem em conjunto com seus atores. Mas vale considerar que o projeto só existiu por causa de Zendaya. Durante a paralisação das gravações de “Euphoria”, a atriz ligou para Levinson perguntando se ele não teria algo fácil e rápido para filmar durante a quarentena, aproveitando que estavam todos parados. Em seis dias, Levinson escreveu “Malcolm e Marie”. A trama traz Washington e Zendaya como um cineasta e sua namorada, que voltam para casa após a estreia de um filme e esperando comemorar o sucesso. Em vez disso, o clima da noite muda quando revelações sobre seus relacionamentos começam a vir à tona, o que testa a força de seu amor. De acordo com a revista The Hollywood Reporter, parte da verba da negociação com a Netflix será doada à entidade beneficente Feeding America, que ajuda a alimentar necessitados nos EUA.

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  • Filme

    Musical com Meryl Streep e Nicole Kidman ganha data de estreia na Netflix

    13 de setembro de 2020 /

    O produtor e diretor Ryan Murphy revelou a data de estreia de sua nova atração na Netflix, “The Prom”, adaptação de um musical da Broadway, com Meryl Streep, Nicole Kidman e grande elenco. “Em 11 de dezembro, deixe a Netflix levá-lo ao baile (Prom) que você não teve neste ano”, escreveu Murphy no Instagram, ao lado de um cartaz que nomeia o elenco estrelado. Para o filme, Murphy juntou Meryl Streep, que já provou seu talento em musicais como “Mamma Mia!” e “Caminhos da Floresta”, Nicole Kidman, que retorna ao gênero após sua incursão em “Moulin Rouge!”, James Corden, outro cantor de “Caminhos da Floresta”, além de Keegan-Michael Key (“Predador”), Andrew Rannells (“Girls”), Kerry Washington (“Scandal”), Ariana DeBose (“Hamilton”) e outros. A trama dirigida pelo criador de “American Horror Story” tem um começo curioso na Broadway, antes de chegar no baile do título, no interior homofóbico dos Estados Unidos. Streep interpreta Dee Dee Allen, uma atriz de teatro duas vezes vencedora do Tony, que estrelou com Barry Glickman (Corden) num musical fracassado sobre a ex-primeira dama Eleanor Roosevelt. Após críticas terríveis que podem acabar com suas carreiras, eles decidem se juntar aos personagens de Kidman e Rannells, novatos na Broadway, em busca de uma causa capaz de despertar interesse público e mostrar que eles ainda são relevantes. Acabam descobrindo o caso de uma garota do Ensino Médio de Indiana que é proibida de levar a namorada no baile de formatura da escola, e resolvem se engajar em sua defesa. O papel da garota, chamada Emma, será desempenhado pela novata Jo Ellen Pellman (vista na série “Deuce”). A data de estreia no fim do ano sugere uma intenção de qualificar o filme para o Oscar. Ver essa foto no Instagram On DECEMBER 11, let Netflix take you to THE PROM you didn't get this year. Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em 13 de Set, 2020 às 8:00 PDT

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  • Série

    Gravações de For Life são suspensas após testes positivos de covid-19

    13 de setembro de 2020 /

    As gravações da 2ª temporada de “For Life” foram interrompidas na sexta-feira (11/9) em Nova York, após vários indivíduos não identificados da equipe testarem positivo para covid-19. Diante disto, a Sony Pictures TV paralisou os trabalhos e, seguindo as regras estaduais de segurança, vai manter a equipe isolada por duas semanas. Em comunicado inicial, o estúdio chegou a afirmar que os testes tinham “resultados inconsistentes”, mas mesmo assim havia decidido suspender as gravações do dia por “excesso de cautela”. A situação mudou após novos testes. “For Life” tinha sido a primeira série a retomar sua produção em Nova York, iniciando os trabalhos de sua 2ª temporada em 26 de agosto. Criada por Hank Steinberg (criador de “The Last Ship”) e produzida pelo rapper Curtis “50 Cent” Jackson (“Power”) para a rede ABC, a série ganhou mais destaque que o previsto pelo seu tema, após os protestos do movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) contra o racismo estrutural e a injustiça social. O drama jurídico é inspirado na vida real de Issac Wright Jr., que foi injustamente condenado como traficante, mas teve sua condenação revertida enquanto estava na prisão e se tornou um advogado licenciado. A versão televisiva dessa história traz Nicholas Pinnock (“Counterpart”) como Aaron Wallace, um inocente condenado injustamente que estuda para se tornar advogado na prisão e passa a defender casos de outros presos. Sua busca pela liberdade é impulsionada por seu desejo desesperado de voltar à família que ama – sua esposa e filha – e recuperar a vida que lhe foi roubada pelo sistema racista e injusto. O bom elenco da série ainda inclui Indira Varma (“Game of Thrones”), Joy Bryant (“Parenthood”), Dorian Missick (“Luke Cage”), Tyla Harris (“Six”) e Mary Stuart Masterson (ainda hoje lembrada pelos clássicos “Tomates Verdes Fritos” e “Alguém Muito Especial”). Em entrevistas, Steinberg adiantou que a 2ª temporada deverá refletir mais de perto os protestos raciais do Black Lives Matter, mas também verá Wallace deixando a prisão e tentando se readaptar à sua antiga vida. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma de streaming Paramount+. Veja o trailer abaixo.

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  • Série

    Black-ish vai ganhar terceira série derivada

    13 de setembro de 2020 /

    A rede ABC anunciou a produção de um terceiro derivado de “Black-ish”, série do produtor Kenya Barris. Após “Grown-ish”, centrado na filha universitária dos Johnson, e “Mixed-ish”, baseada na infância da matriarca da família, a emissora encomendou “Old-ish”, que acompanhará os avós dos personagens centrais. Na nova atração, os divorciados Ruby e Earl “Pops” Johnson vão tentar dar uma nova chance ao seu casamento. Além de reprisarem seus papéis da série principal, os atores Jenifer Lewis e Laurence Fishburne também produzirá a nova atração. “Black-ish”, enquanto isso, continuará acompanhando as desventuras do casal Andre Johnson (Anthony Anderson) e Rainbow “Bow” Johnson (Tracee Ellis Ross), que tentam criar seus filhos no ambiente predominantemente branco de uma vizinhança de classe média alta. A série original está atualmente renovada para sua 7ª temporada, enquanto “Grown-ish” e “Mixed-ish” vão, respectivamente, para a 4ª e 2ª temporadas.

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  • Filme

    Após continuação, diretor quer transformar A Babá em trilogia

    13 de setembro de 2020 /

    Lançado na quinta (10/9), “A Babá: Rainha da Morte” pode não ser o final da história iniciada pelo filme “A Babá” em 2017. A continuação tem uma cena pós-créditos que alude à possibilidade de um terceiro longa e, numa entrevista deste fim de semana, o diretor McG confirmou que a cena é mais que uma sugestão. “Nós temos uma história, e eu coloco firmemente nas mãos do público”, disse McG ao site CBR. “Se eles quiserem, eles verão, se eles falarem ‘não, não queremos isso’, então não faremos. Eu adoraria fazer, porque adoraria terminar o arco do personagem de Cole”, revelou, referindo-se ao personagem de Juda Lewis. McG também comentou as reviravoltas que “Rainha da Morte” trouxe para a franquia, afirmando que guardou novidades para o possível desfecho da trilogia. “Eu amo as surpresas deste filme, e há algumas surpresas a mais para o terceiro filme”, afirmou. Na trama de “A Babá: Rainha da Morte”, Cole (Judah Lewis), o sobrevivente do massacre original, é convencido a deixar o estresse para trás e aproveitar um fim de semana distante de tudo. Só que os serial killers mortos no primeiro filme têm outros planos e retornam do além para nova tentativa de assassinar o adolescente. Assim, a continuação resgata todo o elenco original, inclusive intérpretes de personagens mortos. A lista inclui Robbie Amell, Bella Thorne, Emily Alyn Lind, Andrew Bachelor, Ken Marino, Hana Mae Lee, Leslie Bibb, Carl McDowell e Chris Wylde. A principal novidade fica por conta de Jenna Ortega, que viveu a jovem Jane na série “Jane the Virgin”. Já Samara Weaving, que virou estrela após interpretar a Babá original – desde então, fez “Casamento Sangrento” (Ready or Not) e “Bill & Ted: Encare a Música” – , retorna só numa pequena participação especial. Veja o trailer da sequência abaixo.

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  • Filme

    Sigourney Weaver é destaque de novas fotos de bastidores de Avatar 2

    13 de setembro de 2020 /

    Os perfis oficiais de “Avatar” nas redes sociais divulgaram novas fotos de bastidores da produção de “Avatar 2”, próximo filme da franquia criada por James Cameron. As imagens destacam a atriz Sigourney Weaver, que aparece ao lado do diretor, mergulhada numa piscina de bolinhas com traje de efeitos visuais e numa sequência submarina, filmando embaixo d’água. “Do set das sequências de ‘Avatar’: Sigourney Weaver nunca se intimida com trabalhos de ação, mesmo quando são embaixo d’água!”, diz a legenda de um dos posts. Além dela, as fotos de bastidores também registram Zoe Saldana, Sam Worthington e Cliff Curtis, ao lado do elenco jovem da produção. Confira abaixo. Com direção de James Cameron, “Avatar 2” contará com o retorno da maioria dos atores do filme de 2009 – Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, CCH Pounder, Joel David Moore e Matt Gerald – e ainda terá muitas novidades em seu elenco, como Kate Winslet (voltando a trabalhar com o diretor após “Titanic”), Edie Falco (“Nurse Jackie), Oona Chaplin (“Game of Thrones”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”) e Cliff Curtis (“Fear the Walking Dead”). Lançado em 2009, o primeiro “Avatar” foi a maior bilheteria de todos os tempos durante dez anos, tendo arrecadado US$ 2,7 bilhões em todo o mundo – até ser ultrapassado em 2019 por “Vingadores: Ultimato” (US$ 2,8 bilhões). “Avatar 2” está sendo filmado simultaneamente com “Avatar 3” e tem sua estreia marcada para dezembro de 2022, agora com produção da Disney, que comprou a Fox. Os planos de Cameron envolvem lançar até “Avatar 5” (previsto para 2028). Ver essa foto no Instagram ICYMI: Avatar Producer @jonplandau shared a series of photos from behind-the-scenes of the sequels. To prepare the cast of the Avatar sequels for filming, we took them to Hawaii to experience the underwater world. Swipe to check out a few pictures from the trip. Uma publicação compartilhada por Avatar (@avatar) em 7 de Set, 2020 às 12:51 PDT

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  • Etc

    Desenhista confirma que Diana Rigg inspirou visual de super-heroína da Marvel

    13 de setembro de 2020 /

    A atriz Diana Rigg, que faleceu na quinta (10/9) aos 82 anos, foi a inspiração principal para o visual de Kate Bishop, a super-heroína Gaviã Arqueira nos quadrinhos da Marvel. A informação foi compartilhada no Twitter e confirmada com uma foto da atriz pelo ilustrador David Aja, que baseou o visual de Bishop na personagem Emma Peel, vivida por Rigg na série inglesa dos anos 1960 “Os Vingadores”. A estrela britânica chegou a receber duas indicações ao Emmy por viver Emma Peel, em 1967 e 1968. Ela também concorreu ao Emmy mais recentemente, com quatro indicações pelo papel de Lady Olenna Tyrell, na série “Game of Thrones”, entre 2013 e 2018, e venceu como Melhor Atriz em Telefilme pela versão televisiva do suspense “Rebecca”, em 1997. Kate Bishop, por sinal, será introduzida em carne e osso pela primeira vez na vindoura série “Hawkeye”, do Gavião Arqueiro, que será estrelada por Jeremy Renner na plataforma Disney+ (Disney Plus) em 2021. My apologies to the amazing @davaja who created Kate’s look based on Emma Peel. Sorry sir! I love your work! 😬 cc: @79SemiFinalist — Dave aka Mediocre Jedi (@MediocreJedi) September 10, 2020 Diana Rigg (1938-2020) pic.twitter.com/mF8uaWeqPm — David Aja (@davaja) September 10, 2020

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  • Filme

    Bilheterias: Mulan implode e Tenet supera US$ 200 milhões

    13 de setembro de 2020 /

    “Tenet” e “Mulan” são atualmente os principais lançamentos de Hollywood em cartaz no mercado internacional, nos países onde os cinemas já se encontram abertos. E ambos surpreenderam seus estúdios por conta de desempenhos inesperados, mas em sentidos contrários. A Disney fez tudo para agradar – ou, ao menos, não desagradar – o governo chinês para lançar “Mulan” naquele país. Sem se manifestar após declarações de Liu Yifei, a Mulan, contra o movimento pró-democracia de Hong Kong e ao incluir créditos finais que elogiam autoridades chinesas de uma região submetida à esterilização e reeducação forçadas, o estúdio viu se alastrarem campanhas de boicote ao filme em Taiwan, Hong Kong, Singapura e Tailândia. Mas a aposta de que a bilheteria chinesa compensaria tudo isso resultou equivocada. A verdade é que os esforços do estúdio para recuperar seu investimento foram sabotados em todas as etapas pelos poderosos de Pequim. “Mulan” só conseguiu liberar seu lançamento junto aos censores duas semanas antes da estreia prevista, ficando com pouco tempo para a divulgação. Além disso, segundo as agências de notícias, os principais meios de comunicação do país foram proibidos de cobrir a estreia e de fazer críticas independentes sobre o filme. Mas não ficou nisso. O Global Times, jornal do regime e único órgão de imprensa autorizado a criticar o longa, atacou o “baixo nível artístico” e “incompreensão da cultura chinesa” da produção, decretando que isso teria levado “ao fracasso de Mulan na China”. “O filme foi rejeitado devido à sua representação hipócrita, que falhou em ressoar com o público chinês”, afirmou a publicação antes das bilheterias abrirem na sexta (11/9), dia da estreia. O resultado anteclimático agora tem números. “Mulan” faturou US$ 23,2 milhões em seu fim de semana de estreia a China, abrindo em 2º lugar, atrás do blockbuster local “The Eight Hundred”. No resto do mundo, o filme fez só US$ 5,9 milhões. Assim, somando-se os locais em que o lançamento aconteceu na semana passada, o filme atingiu um total de US$ 37,6 milhões. Para recuperar os mais de US$ 200 milhões gastos em sua produção, a Disney está apostando no mercado digital, com distribuição em VOD premium (o estúdio chama de Premier Access) no Disney+ (Disney Plus) nos EUA. Entretanto, em três meses o longa estará disponível de graça para os assinantes da plataforma. “Tenet”, por outro lado, segue lotando cinemas. Ficou em 3º lugar em seu segundo fim de semana na China, mas já soma US$ 50,8 milhões no mercado local. Só nos últimos três dias, a produção da Warner faturou mais que a estreia de “Mulan”, com US$ 38,3 milhões mundiais – somando no montante US$ 6,7 milhões da América do Norte. Além da China, mais quatro países renderam bilheteria maior que a americana para “Tenet” entre sexta e domingo (13/9): Reino Unido (US$ 16,4 milhões), França (US$ 13,2 milhões), Alemanha (US$ 11,4 milhões) e Coréia do Sul (US$ 10,3 milhões). Na soma completa de suas bilheterias, desde o lançamento em 26 de agosto na Europa, “Tenet” já faturou US$ 207 milhões em todo o mundo. Em outros tempos, esses rendimentos representariam um fracasso colossal para uma produção com seu custo – também orçada em torno de US$ 200 milhões. Mas em tempos de covid-19, são números que o mercado comemora. A Warner espera lançar “Tenet” em 15 de outubro no Brasil, mas “Mulan” saiu do calendário de estreias nacionais, possivelmente porque deve chegar diretamente em streaming por aqui.

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