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TV

Carol Lekker deixa a Record e volta à Espanha após polêmica em A Fazenda 18

Apresentadora comunicou que não pretende continuar na TV e recusou proposta para trabalhar com Dudu Camargo, segundo site

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5 de outubro de 2026
Filme

Batman 2 paralisa filmagens por problema pessoal do diretor

Matt Reeves se afastou por questão familiar, interrompendo trabalhos em Londres após anos de adiamentos da continuação

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5 de outubro de 2026
Reality

Jottapê acusa Daniel de bater em mulher e leva encarada em A Fazenda 18

Cantor fez acusação durante discussão após formação da Baia, tentou cumprimentar o ator e teve a mão recusada

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5 de outubro de 2026
Filme

Fusão entre Warner e Paramount mantém James Gunn na DC, mas troca chefia do cinema

O diretor de "Superman" e Peter Safran continuam à frente do DC Studios, enquanto os chefões da Paramount passam a mandar também na Warner

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5 de outubro de 2026
Etc

Tiririca e dezenas de famosos ficam sem mandato nas eleições

Humorista teve apenas 5,5 mil votos no Ceará após quatro mandatos por São Paulo e se junta a dezenas de artistas, ex-realities e ídolos do esporte derrotados

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5 de outubro de 2026
  • Filme

    Queen & Slim é filme de denúncia e resistência importantes

    3 de outubro de 2020 /

    Estreia na direção de longas-metragens da diretora de videoclipes Melina Matsoukas, “Queen & Slim” é um filme importante para o momento que estamos vivendo, embora aqui no Brasil tenha saído em VOD, sem muito alarde. A produção estreou nos Estados Unidos no final do ano passado e teve um bom desempenho nas bilheterias domésticas (US$ 43,8 milhões para um orçamento de US$ 18 milhões), em parte porque a dupla de atores ingleses que dá vida aos personagens do título é ótima – tanto Daniel Kaluuya, já indicado ao Oscar por “Corra!” (2017), quanto a ex-modelo Jodie Turner-Smith (da série “The Last Ship”). Mas além da bela atuação, o filme de Matsoukas se destaca pela valorização de uma estética afro-americana, seja na construção das imagens, muito bem cuidadas na fotografia de Tat Radcliffe, que traz um viés muito próprio para a beleza dos corpos negros, seja na trilha musical sensual e quente. Aliás, vale destacar que o diretor de fotografia também foi o responsável pelo primeiro episódio da nova série “Lovecraft Country”, que aborda o terror afro-americano na HBO. E é impressionante como ambos os trabalhos têm elementos em comum. Assim como a série passada nos anos 1950, o filme situado nos dias de hoje retrata os EUA como um país extremamente racista. O terror de ser abordado por um policial branco é o mesmo, 70 anos depois, demonstrando que, apesar da conquista de direitos, a repressão motivada pela cor da pele se mantém igual. Na trama, Queen e Slim se conhecem em um restaurante, após marcarem um encontro via Tinder. “Por que você escolheu este restaurante?”, ela pergunta. “O dono é negro”, ele responde. Isso já ajuda a demarcar o território e estabelecer o clima. Mas é na volta do encontro, em meio a uma conversa não muito animada, que o racismo se impõe, quando eles são parados pelo inevitável policial branco. A situação sai de controle e eles acabam se tornando fugitivos da lei. E, conforme fogem pelo vasto território americano, acabam ganhando fama de heróis, pois vem à tona que o policial que os confrontou já tinha matado um homem negro antes. Por mais que o filme caia em sua segunda metade, a trama acaba prendendo a atenção, tanto por suas cenas marcantes e várias qualidades, quanto pelas questões que levanta e representatividade que traz à tela – representatividade não apenas negra, mas também feminina/feminista, vislumbrada na força da personagem Queen e também pelo fato de ter uma diretora negra por trás das câmeras. E há também a beleza típica dos road movies, que costumam destacar as transformações por que passam os personagens ao longo da jornada. A arte segue sendo uma das formas mais eficazes e bonitas de resistência.

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  • Filme,  Música

    Narciso em Férias é emocionante e essencial para a democracia

    3 de outubro de 2020 /

    “Eu comecei a achar que a vida era aquilo ali. Só aquilo. E que a lembrança do apartamento, dos shows, da vida lá fora era uma espécie de sonho que eu tinha tido.” Essa é uma das falas de Caetano Veloso em “Narciso em Férias”, ao descrever o seu primeiro momento no cárcere, quando foi colocado, sem a menor explicação, em uma solitária escura. Só de pensar nisso, de ter essa sensação de deslocamento da realidade, já é aterrador. “Narciso em Férias” marca o retorno da dupla de cineastas Ricardo Calil e Renato Terra ao mundo da música popular brasileira, depois do ótimo “Uma Noite em 67” (2010). Desta vez, a opção de entrecortar as falas de Caetano Veloso com imagens de arquivo e depoimentos de outros entrevistados foi deixada de lado, e o filme fica muito mais poderoso apenas com as cenas da entrevista com o cantor, músico e compositor baiano. Há quem diga que apresentar única e exclusivamente a entrevista de uma pessoa à frente de uma câmera não é fazer cinema, mas isso é bobagem. Esquecem da grandeza de Eduardo Coutinho, mestre nesse formato. Em “Narciso em Férias”, os diretores optaram por esconder, sempre que possível, suas próprias vozes na condução da entrevista. E utilizam apenas três enquadramentos básicos: o close-up, um plano que mostra o corpo inteiro do cantor e um plano mais distante, que acentua a parede ao fundo. Tudo que ele conta já está em um capítulo do seu livro “Verdade Tropical”, justamente intitulado “Narciso em Férias”, e que agora se tornará um livro à parte, já em pré-venda. O termo foi tomado de empréstimo de um livro do romancista americano F. Scott Fitzgerald, e que também se refere ao fato de que, durante todo o período em que esteve preso, Caetano não se olhou no espelho – deu férias a seu lado narcisista, por assim dizer. Histórias narradas oralmente são a base da construção de nossa civilização e é bom ver que esse tipo de recurso ainda segue sendo incrivelmente poderoso, especialmente quando encontramos alguém que consegue nos colocar dentro da ação. Há momentos da fala de Caetano que conseguem fazer o público se sentir em seu lugar, com um detalhismo de carga dramática assombrosa. O documentário é cheio de momentos de bastante emoção, especialmente em seu terço final. O próprio Caetano Veloso parece ter se surpreendido com o próprio choro e pede para que os diretores parem a filmagem em determinado momento. E não é um momento em que ele fala de seu sofrimento, mas de quando comenta o sentimento de gratidão, que ele tem por um sargento que ficou com pena de sua situação, de ele ser o único que não podia receber a visita da esposa, e que o ajudou. E ele lamenta não ter procurado saber o nome desse homem. Sem dúvida um dos momentos mais bonitos e tocantes do documentário e que, muito provavelmente, perderia um bocado da força sem a voz e sem o olhar do cantor . Outro acerto de Calil e Terra foi o fato de trazerem canções para o documentário. Já começa com uma canção de Orlando Silva, “Súplica”, cuja importância é exposta ao longo do filme. Além disso, cada vez que “Hey Jude”, dos Beatles, tocava nos rádios – foi um grande sucesso da época, o final dos anos 1960 – trazia esperança para Caetano. Outras duas canções do próprio Caetano, inspiradas pela experiência do cárcere, também são citadas com emoção: “Irene” e “Terra”. Além de enfatizar a importância e a beleza do trabalho de um de nossos mais brilhantes músicos, “Narciso em Férias” também impacta por lembrar como os artistas brasileiros foram presos e exilados durante a ditadura militar, em um momento em que a extrema direita se apresenta como uma ameaça cada vez maior para a democracia do Brasil. E isso o torna um filme essencial.

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  • Série

    The Snoopy Show: Veja o trailer da nova série animada dos Peanuts

    3 de outubro de 2020 /

    A Apple divulgou o primeiro trailer de “The Snoopy Show”, nova série animada do universo dos “Peanuts”, que reforça a volta ao visual clássico (2D) dos personagens após o recente longa animado por computação gráfica, “Snoopy & Charlie Brown: Peanuts, o Filme” (2015). A empresa fechou contrato em 2018 para desenvolver novos projetos baseados nas criações do cartunista Charlie Chultz. “The Snoopy Show” é o segundo projeto, após “Snoopy in Space” lançado no ano passado, e seu trailer foi divulgado numa data especial: a criação dos “Peanuts” completou 70 anos na sexta-feira (2/10). O trailer da nova série mostra Charlie Brown tentando ensinar truques de cachorro ao Snoopy, mas sendo sempre surpreendido pelas habilidades extraordinárias de seu mascote. Além da dupla, aparecem no vídeo todas as crianças amigas de Charlie Brown, além do pássaro Woodstock. A estreia de “The Snoopy Show” está marcada para fevereiro de 2021 na plataforma Apple TV+.

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  • Filme

    Facebook reage ao documentário O Dilema das Redes

    3 de outubro de 2020 /

    O Facebook decidiu responder ao documentário “O Dilema das Redes” (The Social Dilema), lançado pela Netflix há algumas semanas com grande repercussão. Em comunicado divulgado na sexta-feira (2/10), a empresa de Mark Zuckerberg listou sete “erros” do documentário para criticar o conteúdo do filme, acusando a produção de apresentar uma visão distorcida do funcionamento das redes sociais, de modo a “criar um conveniente bode expiatório para problemas sociais complexos”. No comunicado, o Facebook tenta desmentir a narrativa do documentário, apontando as iniciativas realizadas nos últimos anos para corrigir seus problemas. Vale mencionar que algumas dessas iniciativas só foram tomadas após muita pressão, inclusive do Congresso dos EUA, e depois da première do filme — que foi exibido em janeiro deste ano, no Festival de Sundance, quando virou assunto na mídia. Em sua defesa, a empresa afirma que não criou seus produtos para serem viciantes e sim para agregar valor, alegando que seus algoritmos não são “maus” e que eles funcionam para a plataforma continuar relevante e útil. Além disso, disse que, ao mudar seu feed de notícias em 2018, trocando a prioridade do algoritmo – de vídeos virais para “interações sociais significativas” com amigos e parentes – sofreu uma queda de 50 milhões de horas por dia de interações na plataforma. A empresa também garante ter feito mudanças para proteger mais efetivamente a privacidade de seus usuários – após escândalos de utilização desses dados por terceiros – e para combater conteúdos nocivos, que propagam preconceito e desinformação na plataforma. “Reconhecemos que cometemos erros em 2016. No entanto, o filme não considera o que temos feito desde então para construir fortes defesas a fim de impedir as pessoas de usarem o Facebook para interferir em eleições”, diz a empresa. Uma dessas iniciativas foi o desmantelamento de mais de 100 redes que agiam com “comportamento inautêntico coordenado”, entre elas uma rede brasileira com ligações à família do presidente Jair Bolsonaro. A companhia ainda argumenta que “polarização e populismo” existem há muito tempo — não nasceu com a internet e redes sociais. Também diz que a maioria do conteúdo visto lá não é polarizador nem político, e que tem ferramentas para diminuir o alcance de conteúdos sensacionalistas. Para completar, o Facebook inclui também críticas às conclusões do documentário. “Os criadores do filme não reconhecem – criticamente ou não – os esforços já realizados pelas empresas para resolver muitas das questões levantadas. Em vez disso, eles apresentam comentários de quem não está do lado de dentro [do negócio] há muitos anos”, afirma. O comunicado não aborda o fato de o Facebook ter hesitado mais do que qualquer outra rede social a identificar e até derrubar conteúdos de autoridades públicas que praticam desinformação sistemática (eufemismo para mentiras descaradas) na plataforma, às vezes até em desrespeito às políticas da empresa contra discursos de ódio. O próprio Zuckerberg defende que publicações de autoridades públicas merecem um tratamento diferente para serem julgadas pelos eleitores. Entretanto, isso acontece sem contexto em sua rede social. Além do Facebook, Zuckeberg também é dono do Instagram e do Whatsapp. Este último virou um instrumento perigoso de desinformação, especialmente durante a pandemia de covid-19, usado de forma ideológica numa campanha de lavagem cerebral, que chega a usar citação bíblica sobre “a verdade” para convencer usuários de que mentira é verdade e vice-versa – isto é, que os fatos jornalísticos apurados pelas grandes empresas de mídia não tem credibilidade, enquanto apenas os “zaps” de teorias de conspiração absurdas devem ser acreditados. O documentário “O Dilema das Redes” alerta para o risco de acreditar nas mentiras das redes sociais, além de detalhar como elas usam algoritmos para fazer com que os usuários permanecerem interagindo e se submetendo ao bombardeio de desinformação. Alguns usuários do Facebook chegaram a excluir sua conta na rede social depois de assistir ao filme.

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  • Etc

    Sofía Vergara é a atriz mais bem paga de 2020

    3 de outubro de 2020 /

    A atriz Sofía Vergara, estrela da série “Modern Family”, liderou o ranking das estrelas femininas mais bem-pagas da indústria do entretenimento norte-americana, superando pela primeira vez suas colegas de cinema em 2020, de acordo com o ranking anual de fortunas compilado pela revista Forbes. O sucesso da atriz colombiana reflete, na verdade, a tragédia do cinema, já que a pandemia de coronavírus reduziu drasticamente as receitas de bilheterias, com o fechamento das salas de projeção ao redor do mundo. Muitas estrelas faturam percentagem na venda de ingressos, o que não rendeu muito dinheiro em 2020. Com US$ 43 milhões embolsados nos últimos 12 meses, Sofía Vergara superou com folga a fortuna de Angelina Jolie (US$ 35 milhões), cujo principal filme do período (“O Grande Ivan”) saiu direto em streaming, e da israelense Gal Gadot (US$ 31 milhões), que teve o lançamento de “Mulher-Maravilha 1984” adiado para 2021, mas também perdeu sua principal fonte de rendimentos neste ano. Ela ganhava US$ 500 mil por episódio de “Modern Family”, que se encerrou em abril passado. Em compensação, entrou no júri de “America’s Got Talent” e tem vários contratos publicitários. Além de Vergara, outras atrizes que negociaram bons contratos televisivos se destacaram na relação, entre elas Meryl Streep, que co-estrelou “Big Little Lies” na HBO, Ellen Pompeo, protagonista de “Grey’s Anatomy”, e Viola Davis, durante a temporada final de “How to Get Away with Murder”. A queda dos rendimentos relacionados ao cinema também fez com que as dez atrizes mais bem pagas do mundo ganhassem menos em 2020. Um total de US$ 254 milhões entre junho de 2019 e junho de 2020, 20% abaixo do total arrecadado no ano anterior. Confira o Top 10 das atrizes mais bem pagas em 2020. 1. Sofía Vergara (US$ 43 milhões) 2. Angelina Jolie (US$ 35,5 milhões) 3. Gal Gadot (US$ 31,5 milhões) 4. Melissa McCarthy (US$ 25 milhões) 5. Meryl Streep (US$ 24 milhões) 6. Emily Blunt (US$ 22,5 milhões) 7. Nicole Kidman (US$ 22 milhões) 8. Ellen Pompeo (US$ 19 milhões) 9. Elisabeth Moss (US$ 16 milhões) 10. Viola Davis (US$ 15,5 milhões)

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  • Filme

    Jamie Foxx confirma volta ao papel de Electro no próximo Homem-Aranha

    3 de outubro de 2020 /

    O ator Jamie Foxx publicou e imediatamente apagou um comentário no Instagram em que confirmou sua volta ao papel de Electro no próximo filme do Homem-Aranha. Ao mencionar seu retorno, ele ainda adiantou que o personagem voltaria em nova versão, e que ele não apareceria azul novamente. “Super animado em fazer parte do próximo filme do Homem-Aranha. Mal posso esperar pra vocês verem esse novo. E eu não vou estar azul no próximo filme, mas sim 100% durão”, ele escreveu. Foxx interpretou o vilão Electro em “O Espetacular Homem-Aranha 2” (2014), estrelado por Andrew Garfield, e voltará ao papel no próximo filme do super-herói, que agora é vivido por Tom Holland. Para tornar essa escalação ainda mais curiosa, o filme coproduzido por Sony e Marvel Studios também deve trazer J.K. Simmons de volta ao papel de J. Jonah Jameson, que o ator interpretou na trilogia do Homem-Aranha estrelada por Tobey Maguire. Os detalhes da nova produção estão sendo mantidos em sigilo, mas a notícia da participação de Foxx já alimenta várias teorias de fãs sobre a inclusão do multiverso na trama. O conceito de realidades paralelas no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) foi introduzida em “Vingadores: Ultimato” (2019) e mencionada pelo vilão Mysterio (Jake Gyllenhaal) em “Homem-Aranha: Longe de Casa” (2019) – mas, neste caso, como parte de uma elaborada enganação. Além de Tom Holland, a maior parte do elenco dos dois filmes mais recentes do herói – incluindo Zendaya, Marisa Tomei, Jacob Batalon e Tony Revolori – deve retornar na continuação, que tem filmagens previstas para as próximas semanas em Atlanta, nos EUA. O filme também contará com direção de Jon Watts, responsável pelos bem-sucedidos “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (2017) e “Homem-Aranha: Longe de Casa” (2019).

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  • Filme

    Manual de Caça a Monstros: Terror infantil com Tom Felton ganha trailer legendado

    3 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou a versão legendada do trailer de “Manual de Caça a Monstros” (A Babysitter’s Guide to Monster Hunting), que traz Tom Felton, conhecido por ter interpretado Draco Malfoy nos oito filmes de “Harry Potter”, no papel de um monstro que rapta criancinhas. Com cabelos compridos e escuros, barba rala, cicatrizes e unhas pintadas, ele aparece irreconhecível como o vilão Grand Guignol. A comédia de terror infantil conta a história de uma babá que tenta resgatar crianças raptadas por monstros comandados pelo personagem de Tom Felton. Para isso, ela recebe ajuda de outras babás de uma sociedade secreta, encarregadas de enfrentar as ameaças sobrenaturais e manter as crianças seguras até a volta de seus pais. Produção original da Netflix, o filme foi baseado nos livros de Joe Ballarini (“My Little Pony: O Filme”). Ele próprio assina o roteiro, que foi dirigido por Rachel Talalay (“Tank Girl”) e traz em seu elenco Tamara Smart (“A Pior das Bruxas”), Oona Laurence (“Perfeita é a Mãe!”), Ian Ho (“Elinor Wonders Why”) e Indya Moore (“Pose”). A estreia está marcada para 15 de outubro em streaming.

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  • Série

    Elizabeth Tulloch revela começo das gravações protegidas de Superman & Lois

    3 de outubro de 2020 /

    Atriz Elizabeth Tulloch compartilhou uma foto dos bastidores de “Superman & Lois” para anunciar o começo das gravações da nova série de super-heróis do Arrowverso e revelar que todos estão seguindo orientações de saúde para se preservar diante da pandemia de covid-19. A imagem apresenta a intérprete de Lois junto de seu marido da ficção, Tyler Hoechlin (Clark/Superman), e os filhos crescidos, Jordan Elsass (Jonathan) e Alexander Garfin (Jordan), todos usando máscaras de proteção. Segundo a sinopse oficial, a série “segue o super-herói e a jornalista mais famosos dos quadrinhos” enquanto eles “lidam com todo o estresse, pressão e complexidades de pais que trabalham na sociedade de hoje”. Vale lembrar que a paternidade de Superman chegou a ser explorada no filme “Superman – O Retorno” (2006), mas era um tema inédito na TV. “Superman & Lois” será a primeira série protagonizada por Superman em mais de 20 anos – desde “Lois & Clark: As Novas Aventuras de Superman” (1993-1997) – , lembrando que “Smallville” era centrada em Clark Kent, o herói conhecido como “Borrão” (Blur). Na época, os produtores foram proibidos de chamar o super-herói de Superman por imposição da divisão de cinema da Warner. Curiosamente, Tyler Hoechlin e Tom Welling, o intérprete do “Borrão”, chegaram a dividir uma cena de “Crise nas Infinitas Terras”, que mostrou o que aconteceu com Clark após o final de “Smallville”. Nesse encontro, também foi revelado que ele teve filhos com Lois (Erica Durance). Ver essa foto no Instagram Reunited with my boys! 😍😍😍 @tylerhoechlin @alexgarfin @jordanelsass @cwsupermanandlois #thekents Uma publicação compartilhada por Elizabeth Tulloch (@bitsietulloch) em 2 de Out, 2020 às 11:29 PDT

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  • Filme

    Ricky Martin participa de filme de Natal da Netflix

    3 de outubro de 2020 /

    O cantor Ricky Martin virou presente de Natal antecipado da Netflix. Ele faz parte do elenco do filme “Uma Invenção de Natal” (Jingle Jangle), que será lançado em 13 de novembro no serviço de streaming. Escrito e dirigido por David E. Talbert, que já fez “Um Natal Quase Perfeito” (2016), o filme é um musical, que também contará com músicas originais de John Legend e Usher. O elenco da produção destaca Forest Whitaker (“Pantera Negra”) como um lendário fabricante de brinquedos, cujas invenções fantasiosas recebem muita admiração, Keegan-Michael Key (“Meu Nome é Dolemite”), como o aprendiz que rouba sua criação mais valiosa, e a estreante Madalen Mills como a neta do inventor, que tem a missão de curar velhas feridas. Ricky Martin não aparecerá no filme, apenas será ouvido como a voz de Don Juan Diego, que é um boneco falante. O elenco ainda inclui Phylicia Rashad (“Creed”), Hugh Bonneville (“Downton Abbey”) e Anika Noni Rose (“The Good Wife”).

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  • TV

    Maisa Silva anuncia saída do SBT para “se reinventar”

    3 de outubro de 2020 /

    Funcionária do SBT desde 2007, Maisa Silva decidiu não renovar seu contrato e está de saída do canal de Silvio Santos. Ela publicou um vídeo em seu canal no YouTube no qual fala sobre a decisão, comentando sua história na emissora, o convite para apresentar programas infantis, sua evolução como atriz e a vontade de se reinventar. Ela agradeceu principalmente a Silvio Santos por todo o apoio que teve ao longo dos 13 anos em que passou na emissora, além de citar a importância de Raul Gil em sua carreira. “O Silvio fez tanta coisa por mim, que vocês não têm nem noção. De auxiliar minha família porque eles não sabiam como cuidar da minha carreira. Meus pais nunca tiveram nada a ver com esse meio artístico. O Silvio ajudou para não cair em nenhuma pegadinha, em nenhum contrato que seria ruim”, disse. No vídeo, a apresentadora afirma que a decisão não tem nenhuma relação com problemas com a emissora, mas com a necessidade de sair da “zona de conforto”. “Preferi fazer este vídeo com calma, explicando, para que não existam ‘picuinhas’, motivos e coisinhas que não são verdade. Não tem nenhum motivo negativo para esse meu desligamento, apenas essa sensação de que eu preciso sair da minha zona de conforto, me reinventar, e porque têm coisas muito legais que vocês vão ficar orgulhosos”, disse. O SBT também emitiu um comunicado oficial para informar que “após 13 anos de emissora, a apresentadora Maisa comunicou a emissora sobre a não renovação de seu contrato, que vence em outubro”. Segundo o canal, “foi uma decisão muito difícil, mas a apresentadora sai pela porta da frente e com imensa gratidão a toda a família Abravanel e todos os profissionais que participaram de sua jornada durante esse período onde cresceu e se desenvolveu como artista, apresentadora e influenciadora”. Como a separação foi amigável, e a apresentadora deve continuar aparecendo em atrações do SBT. Ela é embaixadora virtual do Teleton e tem uma boa relação com outros contratados do canal, além de ser muito querida por profissionais de bastidores. “Sua parceria com a emissora continua através do Teleton e participações especiais nos programas da casa, como ‘Programa Silvio Santos’, ‘Domingo Legal’, projetos digitais, entre outros”, diz o comunicado do SBT. “Será o início de um novo ciclo na vida de Maisa. A diretoria e todos os colegas do SBT desejam à apresentadora ainda mais sucesso e realizações em seus novos caminhos.” A partir do próximo mês, Maisa pretende fazer intercâmbio e se dedicar a novos desafios profissionais, como produções da Netflix que está desenvolvendo. Ela usou as redes sociais para agradecer o apoio dos fãs à decisão. “Estou recebendo mensagens muito carinhosas e, do fundo do meu coração, eu não esperava. Tive muito medo do que iam pensar, mas também segui firme com minha decisão pois tive amparo da minha família e do SBT pra seguir meus sonhos e trilhar meu caminho.” Maisa Silva literalmente cresceu na TV. Ela foi descoberta aos três anos, ao participar em 2005 de um quadro de calouros do Programa Raul Gil, então na Record. Dois anos depois, foi contratada pelo SBT, onde apresentou os programas “Sábado Animado”, “Domingo Animado” e “Bom Dia & Cia”. A apresentadora mirim também dividiu o quadro “Pergunte à Maisa” com Silvio Santos, no “Programa Silvio Santos”, onde chamou atenção pela espontaneidade. A transformação em atriz aconteceu em 2011, quando interpretou Valéria Ferreira no remake da novela “Carrossel”. Ela estreou no cinema no primeiro filme derivado da produção, “Carrossel: O Filme”, em 2015, e participou também da sequência, “Carrossel 2: O Sumiço de Maria Joaquina”. Em 2016 fez sua segunda novela, “Carinha de Anjo”, e no mesmo ano publicou seu primeiro livro, “Sinceramente Maisa”, que contava sua trajetória. A partir de 2017, sua carreira ficou maior que o SBT, voltando ao cinema em “Tudo Por um Popstar”. Depois de publicar mais dois livros, seguiu nas telas com “Cinderela Pop” (2018) e “Ela Disse, Ele Disse” (2019). Ela agora vai se despedir de seu programa de entrevistas no SBT, que já deve ter sido inteiramente gravado – “os últimos programas foram as mais difíceis”, disse no Twitter – e se prepara para lançar “Um Pai no Meio do Caminho”, seu primeiro longa realizado para a Netflix. Sei que estão esperando um esclarecimento da minha parte, e ele vem mais tarde através de um video. Como viram, a nota soltada pelo @SBTonline foi 100% respeitosa e veridica e fico mt feliz de vcs estarem compreendendo. Até logo, +a. — +a (@maisa) October 3, 2020

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  • Série

    Jim Carrey se transforma em Joe Biden em teaser da 46ª temporada de Saturday Night Live

    2 de outubro de 2020 /

    A rede NBC divulgou o primeiro vídeo do ator Jim Carrey (“Sonic – O Filme”) como o político Joe Biden na nova temporada do humorístico “Saturday Night Live”. Carrey dará vido ao candidato do Partido Democrata às eleições presidenciais dos EUA, ao lado da comediante Maya Rudolph (“Missão Madrinha de Casamento”), que viverá a candidata à vice-presidente Kamala Harris. Nos últimos anos, o “Saturday Night Live” tem se especializado em sátira política, sobretudo em período eleitoral, e costuma contar com imitações do presidente Donald Trump feitas por Alec Baldwin (“Blue Jasmine”). A 46ª temporada do programa estreia neste sábado (3/10) nos EUA. No Brasil, o “SNL” é exibido pelo canal pago Sony. Ladies and gentlemen…Joe Biden and Kamala Harris. #SNLPremiere pic.twitter.com/khYgAvXKpw — Saturday Night Live – SNL (@nbcsnl) October 1, 2020

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  • Série

    Série de terror dos diretores de Todos os Mortos estreia este mês no Canal Brasil

    2 de outubro de 2020 /

    O Canal Brasil definiu a data de estreia de “Noturnos”, série de terror de Marco Dutra e Caetano Gotardo, dupla premiada do terror brasileiro, que este ano exibiu “Todos os Mortos” no Festival de Berlim. A atração é inspirada em contos do compositor Vinícius de Moraes, mostrando um lado pouco conhecido do “poetinha”, a partir do próximo dia 21 de outubro. Dutra, que também dirigiu os premiados “Trabalhar Cansa” e “As Boas Maneiras”, assina os episódios com Gotardo e Renato Fagundes (da série “Sob Pressão”). A série vai juntar os contos de Vinícius de Moraes num mesmo contexto, ao acompanhar personagens de uma companhia de teatro confinada por causa de uma tempestade. As histórias de assombração que os atores contam para passar o tempo acabam virando as tramas dos episódios, encenadas em diferentes épocas e com temáticas variadas, que vão de escravidão ao fanatismo religioso, e até à transexualidade. Cada episódio será contado a partir de um ponto de vista diferente e o elenco trará artistas como Marjorie Estiano, Andrea Marquee, Bruno Bellarmino, Ícaro Silva e Rafael Losso.

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  • Filme

    Nova versão de O Poderoso Chefão 3 será cinco minutos menor que o filme de 1990

    2 de outubro de 2020 /

    A nova versão de “O Poderoso Chefão 3” já definiu sua data de estreia. Inicialmente, a Paramount pretendia exibir o filme nos cinemas, mas diante da pandemia de coronavírus, o lançamento deve acontecer apenas em plataformas digitais e blu-ray no dia 8 de dezembro. Batizada de “Mario Puzo’s The Godfather, Coda: The Death of Michael Corleone”, a edição do diretor será curiosamente menor que a versão projetada em tela grande em 1990. Ainda assim, o cineasta Francis Ford Coppola disse há um mês que havia criado “um novo começo e fim” para o longa. “Para esta versão, criei um novo começo e fim, e reorganizei algumas cenas, tomadas e entradas de música. Com essas mudanças, e com o visual e o som restaurados, acho que chegamos a uma conclusão mais apropriada para a saga”, disse Coppola, em um comunicado sobre o projeto. Nem o diretor nem o estúdio contaram o que foi cortado do filme original, que completa 30 anos em 2020, mas mesmo com cenas a mais, a nova edição será cinco minutos mais curta, com 2 horas e 37 minutos de duração. Coppola ficou seis meses trabalhando na edição, que contou com a revisão dos negativos originais, guardados em mais de 300 caixas. Segundo o diretor, ele realizou basicamente uma “restauração quadro a quadro”. Como os dois filmes anteriores, “O Poderoso Chefão: Parte III” foi um sucesso de bilheteria e foi indicado a sete prêmios da Academia. Porém, ao contrário dos outros, não ganhou nenhum. A crítica também o considerou o mais fraco dos três. Na verdade, ponderou que nem estaria à altura dos outros dois. A revista New Yorker o chamou de humilhação pública, enquanto o jornal Washington Post o classificou como um “fracasso de proporções dolorosas”. Durante anos, o longa também assombrou Sofia Coppola, filha do diretor, escalada no filme para viver Mary Corleone, filha do protagonista (Al Pacino). Ela foi arrasada pela crítica e praticamente desistiu da carreira de atriz, mas se reinventou anos depois como uma cineasta premiada.

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