Dickinson ganha teaser da 2ª temporada e é renovada por mais um ano
A Apple lançou o primeiro teaser da 2ª temporada de “Dickinson”, revelando a data de estreia dos novos episódios. Mas em seguida divulgou outra notícia que eclipsou a novidade: a renovação da série para seu terceiro ano de produção. O anúncio foi feito exatamente três meses antes da estreia dos próximos capítulos, que foi marcada para o dia 8 de janeiro. Anteriormente, a empresa de tecnologia tinha definido a temporada inaugural da atração protagonizada por Hailee Steinfeld como um sucesso. Como outras plataformas de streaming, a Apple TV+ não divulga publicamente seus números de audiência. “Dickinson” também ganhou um prêmio Peabody no início deste ano. Criada por Alena Smith (roteirista-produtora de “The Affair”), a série não é uma biografia fiel, retratando a poeta Emily Dickinson como uma garota moderna, que diz gírias atuais e tem a mente de uma jovem do século 21, embora se vista como uma mulher de dois séculos atrás. Neste anacronismo, a produção evoca “Maria Antonieta”, filtrando o passado por um olhar cômico para explorar as restrições da sociedade, gênero e família na perspectiva de uma escritora iniciante que não se encaixa em seu próprio tempo. A produção é do cineasta David Gordon Green (“Especialista em Crise”) e o elenco também inclui Jane Krakowski (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Toby Huss (“Halt and Catch Fire”), Anna Baryshnikov (filha do bailarino Mikhail Baryshnikov e vista em “Manchester à Beira-Mar”), Ella Hunt (“Anna e o Apocalipse”), Adrian Enscoe (“À Beira do Abismo”) e o rapper Wiz Khalifa. As novidades dos próximos capítulos incluem Timothy Simons (“Veep”) como o paisagista Frederick Law Olmstead e Nick Kroll (criador de “Big Mouth”) como o escritor Edgar Allan Poe. Assista abaixo ao teaser da 2ª temporada.
Mank: Filme sobre bastidores de Cidadão Kane ganha primeiro trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado de “Mank”, primeiro filme dirigido por David Fincher desde “Garota Exemplar”, há seis anos. Em preto e branco, a prévia recria a era de ouro de Hollywood com personagens e visual de época, encerrando-se com uma imagem que recria a cena mais icônica de “Cidadão Kane”. “Mank” é a cinebiografia do roteirista Herman J. Mankiewicz e aborda os bastidores das filmagens de “Cidadão Kane”, lançado em 1941. O personagem-título é vivido por Gary Oldman, vencedor do Oscar por “O Destino de uma Nação” (2017), e o elenco grandioso ainda inclui Tom Burke (“Strike”) como Orson Welles, Charles Dance (“Game of Thrones”) no papel do magnata William Randolph Hearst, Arliss Howard (“True Blood”) como o produtor Louis B. Mayer (o segundo M da MGM), Lily Collins (“Simplesmente Acontece”) como a secretária Rita Alexander, Amanda Seyfried (“Mamma Mia!”) como a atriz Marion Davis, Tuppence Middleton (“Sense8”) como Sara Mankiewicz, a jovem esposa (com 21 anos na época de “Cidadão Kane”) de Mank, além de Toby Leonard Moore (“Billions”) e Ferdinand Kinsley (“Vitória: A Vida de uma Rainha”) como os famosos produtores David O. Selznick e Irving Thalberg, respectivamente. A presença de Louis B. Mayer significa que o filme deve contar como o poderoso produtor ofereceu uma fortuna para que a RKO Pictures queimasse os negativos e nunca lançasse “Cidadão Kane”. Esta é apenas uma das lendas em torno do clássico de Welles, por décadas considerado o melhor filme de todos os tempos. As histórias sobre os bastidores de “Cidadão Kane” são lendárias, porque o filme de Orson Welles era baseada na figura real do magnata da imprensa William Randolph Hearst, um verdadeiro tirano, que tentou de tudo para impedir o lançamento do filme e não parou até sabotar a carreira do diretor, publicando calúnias e espalhando rumores de que ele era comunista, ao mesmo tempo em que manteve Hollywood acuada com ataques contra o excesso de imigrantes (judeus) que empregava. “Mank” é um projeto pessoal de Fincher. O roteiro foi escrito por seu pai, o jornalista Jack Fincher, que faleceu em 2002. Foi para fazer justiça ao projeto original que o diretor fechou com a Netflix, porque nenhum estúdio tradicional aceitou bancar as filmagens caras do longa com uma fotografia em preto e branco. Por outro lado, a Netflix já tinha investido em “Roma”, drama em preto e branco – e ainda por cima falado em espanhol – de Alfonso Cuarón, que acabou se provando um sucesso no streaming e ainda ganhou três Oscars. O filme também fortalece os laços do cineasta com a Netflix, onde todas as suas parcerias foram bem-sucedidas, como as séries “House of Cards”, “Mindhunter” e “Love, Death + Robots”. A estreia de “Mank” está marcada para 4 de dezembro.
Antonia Fontenelle vai responder queixa-crime por calúnia e difamação contra Felipe e Luccas Neto
Antonia Fontenelle vai ter que se defender de uma queixa-crime feita pelos irmãos Felipe e Luccas Neto na justiça. A 39ª Vara Criminal do Rio de Janeiro aceitou a ação movida contra a atriz e apresentadora pelos crimes de calúnia (cinco vezes), difamação (sete vezes) e injúria (três vezes). A polêmica começou quando a apresentadora postou em suas redes sociais um vídeo de imagens retiradas da internet e editadas, no qual Luccas aparece supostamente simulando sexo oral em uma garrafa, enquanto Felipe brinca sobre lançar um “plug anal” com seu rosto. “Podemos chamar esse vídeo de incitação à pedofilia a olhos nus?”, afirmou ela na ocasião, citando os irmãos em seguida. “Felipe e Luccas Neto, dois irmãos milionários, um deles faz dinheiro com crianças e o outro com adolescentes cujos os pais ignoram o que seus filhos consomem na internet”, afirmou.. A assessoria de Felipe Neto disse à imprensa que os irmãos possuem, somadas, seis ações criminais contra a apresentadora, “em razão das inúmeras ofensas praticadas pela mesma”. Em outro processo, os youtubers pedem uma indenização por danos morais no valor de R$ 200 mil (R$ 100 mil para cada um), uma retratação pública de Fontenelle e o pagamento dos honorários advocatícios, além da exclusão do vídeo. Nesta semana, as advogadas Luciana Barbosa Pires e Juliana Bierrenbach renunciaram à defesa de Antônia Fontenelle em um dos processos criminais que Felipe Neto move contra ela. São as mesmas advogadas que do caso da rachadinha de Flávio Bolsonaro. A primeira audiência dos processos foi marcada para o dia 9 de dezembro.
Tirullipa e Whindersson Nunes vão estrelar nova comédia no cinema
Tirullipa e Whindersson Nunes vão fazer uma nova parceria no cinema, após dois filmes de “Os Parças”. Na nova comédia, ainda terão as companhias de GKay, Rafael Cunha, Antonio Tabet e outros humoristas. Intitulado “Detetive Madeinusa”, o filme traz Tirullipa como Madeinusa, um ex-político que vira detetive por acaso. Whindersson Nunes será o lobista bilionário Neldson, o primeiro cliente do investigador, que precisa descobrir o paradeiro de um boi premiado que foi roubado. Por ser um novato, Madeinusa é bastante atrapalhado. Mas contará com a ajuda de uma equipe de peso. Seu assistente Uóston (Klebber Toledo), a garçonete e vidente Marcela (GKay), a atendente da loja de acessórios para detetives Larissa (Aisha Jambo) e a hacker Zuleide (Luana Tanaka). O roteiro é de Leonardo Lanna, Martha Mendonça e Nelito Fernandes, do site Sensacionalista, e Vinicius Antunes e Daniel Belmonte, do programa “Zorra”. Para completar, a direção é de Rodrigo Van Der Put, diretor dos comentados especiais de Natal do Porta dos Fundos. A produção é da Formata Produções, em coprodução com a Galeria Distribuidora e o Grupo Telefilms e as filmagens estão marcadas para começar na segunda-feira (12/10), o Dia das Crianças.
Cancelada em streaming, Monstro do Pântano vira hit na TV
A rede The CW registrou uma de suas maiores audiências do ano com a estreia da série “Monstro do Pântano” (Swamp Thing) na noite de terça (6/10) nos EUA. Assistida ao vivo por 1,1 milhão de espectadores, a atração foi a mais vista do canal desde a estreia de “Stargirl” em 19 de maio passado e rendeu os 90 minutos mais sintonizados da CW desde fevereiro. “Monstro do Pântano” tem algo mais em comum com “Stargirl”. Ambos foram importados da plataforma de streaming DC Universe para cobrir a falta de programas da rede, devido à pandemia de coronavírus. Mas os programas chegaram em situações muito diferentes. Enquanto “Stargirl” foi exibida de forma simultânea na TV e na plataforma, “Monstro do Pântano” chega mais de um ano após ter sido cancelado em streaming. O cancelamento, por sinal, foi completamente bizarro, decretado logo após a exibição do primeiro capítulo e com suspensão abrupta de sua produção, interrompida ao final do 10º de 13 episódios encomendados. Diversas versões conflitantes sobre os motivos do cancelamento vieram à tona e foram rebatidas desde então, incluindo problemas com leis de incentivo e até o fechamento da plataforma DC Universe. O que é fato é que o cancelamento não recebeu explicação oficial e o assunto é proibido. A revista The Hollywood Reporter chegou a perguntar diretamente a um dos criadores, Mark Verheiden, sobre a interrupção durante uma entrevista de divulgação, mas um representante da WarnerMedia impediu que ele respondesse. A série foi criada pelos roteiristas Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”), tinha produção de James Wan (“Invocação do Mal”) e incluía entre seus diretores o cineasta Len Wiseman (criador da franquia “Anjos da Noite”). E mesmo com todo esse talento criativo, foi dispensada de forma absolutamente sem cerimônia. O final melancólico alimentou muitos boatos, entre eles a reprovação do conteúdo por executivos da WarnerMedia, empresa formada após a compra da Warner pela AT&T. A série foi encomendada antes da formalização do negócio. Mas a audiência da rede The CW confirma a qualidade da produção. A série foi produzida com visual cinematográfico, bons roteiros e cenas de terror intenso. Muitos agora se perguntam o que pode acontecer se a audiência continuar elevada. Afinal, a rede The CW renovou com exclusividade “Stargirl”, tirando-a da implodida DC Universe, e com o final de “Supernatural” nesta temporada, vai ficar com poucas opções de terror em sua programação. Vale observar que, apesar de todos os problemas, a trama principal é concluída nos episódios produzidos, o que justifica sua exibição na TV e também em outros países – foi lançada no Brasil pela HBO – , apesar de algumas pontas soltas que deveriam ser exploradas numa 2ª temporada. A atriz principal já se disse disposta a voltar ao papel… Crystal Reed (que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”) é a protagonista Abby Arcane, uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna à cidade em que nasceu, Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Durante sua pesquisa, ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland (Andy Bean, o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”), que ao chegar perto da fonte da poluição ambiental acaba sofrendo uma mutação ao cair nos pântanos contaminados. Enquanto Holland é considerado desaparecido, a cidade é tomada por forças poderosas com o objetivo de explorar as peculiaridades do pântano, o que faz Abby perceber que talvez seu colega e interesse romântico não tenha desaparecido – e sim se tornado um protetor monstruoso da região. O bom elenco da produção também inclui Jennifer Beals (“The L Word”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Kevin Durand (“The Strain”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”), Jeryl Prescott (“The Walking Dead”), Henderson Wade (“Extant”), Leonardo Nam (“Westworld”), Adrienne Barbeau (que estrelou o filme do “Monstro do Pântano” de 1982) e Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”), que tem o papel do monstro. Veja o trailer da série abaixo.
Volta de The Walking Dead registra pior audiência de toda série
A série “The Walking Dead” registrou sua pior audiência no episódio exibido no fim de semana passado. Originalmente concebido como final da 10ª temporada, o episódio “A Certain Doom” teve apenas 2,7 milhões de espectadores durante sua transmissão ao vivo na noite de domingo (4/10) no canal pago AMC nos Estados Unidos. Foi o menor público já sintonizado de todo o programa, batendo o recorde negativo anterior de 2,9 milhões, registrado por um episódio em março. O adiamento de sua exibição, devido à pandemia, pode ter ajudado a fazer o público se desinteressar em assisti-lo ao vivo. O episódio anterior tinha ido ao ar em 5 de abril. Além disso, recentemente foi revelado que “A Certain Doom” não seria mais o season finale. A 10ª temporada foi estendida com a encomenda de mais seis episódios, que serão exibidos no próximo ano. Com isso, a 11ª temporada só vai começar no fim de 2021. E será a última de “The Walking Dead”, que chegará ao fim como uma sombra de seu antigo sucesso. Em seu auge, a série chegou a atrair 15 milhões de pessoas ao vivo por episódio nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox.
High School Musical: The Musical: The Series terá especial de Natal no Disney+ (Disney Plus)
A série “High School Musical: The Musical: The Series” vai ganhar um especial de Natal na plataforma Disney+ (Disney Plus). A apresentação vai contar com o elenco da série entoando clássicos natalinos, sucessos pop e canções de Hanucá, a celebração de fim de ano do judaísmo. Além disso, uma prévia da 2ª temporada deve estrear no especial. O lançamento foi marcado para 11 de dezembro, data em que a plataforma de streaming já deve estar disponível no Brasil. Com um nome longo e esquisito, “High School Musical: The Musical: The Series” não é uma sequência nem uma nova versão dos telefilmes do Disney Channel. Em invés disso, passa-se num colégio em que um grupo de estudantes decide realizar um musical de teatro escolar em homenagem à franquia “High School Musical”. Assim, a série mostrar novos protagonistas e uma história inédita, mas cada capítulo também traz um número musical com as canções conhecidas da franquia, durante os ensaios para a estreia de peça. O programa também incluiu canções inéditas nos 10 episódios de sua 1ª temporada. A série foi renovada para sua 2ª temporada antes mesmo da estreia, no ano passado, e já contou até com participação de um astro dos filmes: Lucas Gabreel, o Ryan Evans da trilogia, que apareceu interpretando a si mesmo em um sonho da Sra. Jenn (Kate Reinders), professora dos protagonistas.
The Outpost é renovada para a 4ª temporada
A rede The CW encomendou a 4ª temporada da série de fantasia “The Outpost”. O anúncio foi feito na véspera da estreia da 3ª temporada, que acontece nesta quinta (8/10). “The Outpost” estava originalmente prevista para ir ao ar durante o verão norte-americano (entre junho e agosto), mas teve a produção interrompida pelo coronavírus. Como a série é gravada na Sérvia, onde a pandemia foi contida com maior rapidez, teve permissão para retomar os trabalhos em junho e já encerrou suas gravações. Os executivos do canal gostaram do resultado e decidiram antecipar a decisão de continuar com a série. A série de fantasia conquistou um público fiel na CW, tanto que manteve praticamente os mesmos índices de audiência em suas duas temporadas exibidas, com uma queda de apenas 6% no segundo ano de produção, encerrado em 26 de setembro de 2019 nos Estados Unidos. A audiência, porém, é pequena, em torno de 600 mil telespectadores ao vivo. Mas a produção de Dean Devlin (roteirista de “Stargate” e “Independence Day”) ganha créditos pela capacidade de parecer muito mais cara do que realmente é. “The Outpost” foi desenvolvido por Kynan Griffin e Jason Faller, criadores de “Mythica”, uma franquia de fantasia bancada por financiamento coletivo, estrelada por Jake Stormoen (“Extinct”) e Kevin Sorbo (o Hércules da TV), que rendeu cinco filmes lançados direto em DVD. Protagonizada por atores pouco conhecidos, como a modelo australiana Jessica Green (a Cleópatra da série semi-documental “Roma: Império de Sangue”), Jake Stormoen (da franquia “Mythica”), Imogen Waterhouse (irmã da top model Suki Waterhouse) e Anand Desai-Barochia (calouro da versão britânica do programa “The Voice”), a série é uma combinação inusitada de trama de fantasia épica com produção de orçamento trash, que acaba sendo viciante por conta de performances canastronas e enredo capaz de prender a atenção com boas reviravoltas e construção de universo. Passada num reino imaginário medieval, começou acompanhando planos de vingança de Talon (Green), última sobrevivente de uma raça mestiça similar aos elfos, massacrada por sua capacidade de invocar demônios de outra dimensão. Mas ao buscar matar os assassinos de sua família, ela acaba se tornando aliada da rainha secreta (Waterhouse) de uma insurreição contra as forças imperiais da Primeira Ordem, numa trama que mistura elementos de “O Senhor dos Anéis” e “Star Wars”, e é bem mais envolvente que os efeitos toscos e exageros cômicos de sua produção transparecem. Importante destacar que a série melhorou muito em sua 2ª temporada, justamente ao passar a ser gravada em Belgrado, na Sérvia, aproveitando cenários europeus naturais – em vez de falsear uma civilização medieval em Utah, no interior dos Estados Unidos, cenário dos episódios iniciais. A série é exibida no Brasil no canal pago Syfy.
Academia vai considerar projeção em drive-in para o Oscar 2021
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA anunciou nesta quarta-feira (7/10) que alterou suas regras de elegibilidade mais uma vez, devido à pandemia de coronavírus. As novas mudanças tem o objetivo de aceitar exibições de filmes no circuito dos drive-ins como sessões oficiais de cinema, nos termos da premiação. As regras foram alteradas porque os cinemas de Nova York e Los Angeles continuam fechados, mas filmes estão sendo projetados nestas cidades em sessões de drive-in ao ar livre. Além disso, a Academia criou uma “screening room” digital para seus membros, onde os estúdios deverão disponibilizar os lançamentos de streaming e VOD com pretensões à disputar prêmios no Oscar de 2021. Neste ano, excepcionalmente, a Academia vai permitir que títulos de streaming possam ser considerados para o Oscar sem que também tenham sido exibidos nos cinemas, e estendeu o período de elegibilidade das candidaturas para lançamentos realizados até 28 de fevereiro de 2021. A próxima cerimônia do Oscar está marcada para 26 de abril no Dolby Theatre em Los Angeles.
The Prom: Musical com Meryl Streep e Nicole Kidman ganha primeiras fotos
A Netflix divulgou as primeiras fotos de “The Prom”, adaptação de um musical da Broadway, realizada pelo produtor e diretor Ryan Murphy com Meryl Streep, Nicole Kidman e grande elenco. Para o filme, Murphy juntou Meryl Streep, que já provou seu talento em musicais como “Mamma Mia!” e “Caminhos da Floresta”, Nicole Kidman, que retorna ao gênero após sua incursão em “Moulin Rouge!”, James Corden, outro cantor de “Caminhos da Floresta”, além de Keegan-Michael Key (“Predador”), Andrew Rannells (“Girls”), Kerry Washington (“Scandal”), Ariana DeBose (“Hamilton”) e outros. A trama dirigida pelo criador de “American Horror Story” tem um começo curioso na Broadway, antes de chegar no baile do título, no interior homofóbico dos Estados Unidos. Streep interpreta Dee Dee Allen, uma atriz de teatro duas vezes vencedora do Tony, que estrelou com Barry Glickman (Corden) um musical fracassado sobre a ex-primeira dama Eleanor Roosevelt. Após críticas terríveis que podem acabar com suas carreiras, eles decidem se juntar aos personagens de Kidman e Rannells, novatos na Broadway, em busca de uma causa capaz de despertar interesse público e mostrar que eles ainda são relevantes. Acabam descobrindo o caso de uma garota do Ensino Médio de Indiana que é proibida de levar a namorada no baile de formatura da escola, e resolvem se engajar em sua defesa. O papel da garota, chamada Emma, é desempenhado pela novata Jo Ellen Pellman (vista na série “Deuce”). A estreia está marcada para 11 de dezembro.
Grand Army: Nova série adolescente ganha trailer dramático legendado
A Netflix divulgou o pôster, novas fotos e o trailer legendado de “Grand Army”, sua nova série dramática adolescente. A prévia aborda vários temas polêmicos, como violência sexual, racismo e bullying, que estão na pauta da juventude atual. Criada por Katie Cappiello e inspirada em sua peça “Slut”, a série acompanha alunos da maior escola pública de ensino médio do Brooklyn, em Nova York, enquanto lutam para ter sucesso, sobreviver, se aventurar, se libertar e conquistar um lugar no futuro. Entre eles está a adolescente Joey Del Marco (Odessa A’zion, da série “Fam” e filha da comediante Pamela Adlon), que sofre uma agressão sexual e cuja busca por justiça irá ocasionar rupturas na escola. Repleto de jovens, o elenco inclui muitos estreantes, como Brittany Adebumola, Odley Jean, Amalia Yoo, Crystal Sha’re Nelson, Alphonso Romero Jones, Marcela Avelina e Ashley Ganger, ao lado dos um pouco mais experientes Amir Bageria (“Degrassi: Next Class”), Maliq Johnson (“Olhos que Condenam”), Anthony Ippolito (“Primetime: What Would You Do?”) e Sydney Meyer (“V Wars”). Com estreia marcada para para 16 de outubro, a 1ª temporada terá 10 episódios.
A Princesa e a Plebeia vai ganhar terceiro filme na Netflix
A Netflix anunciou nesta quarta (7/10) que encomendou a produção de “A Princesa e a Plebeia 3”. Detalhe: o segundo filme ainda não estreou e nem sequer tem data prevista para seu lançamento. Mas isso não detém a plataforma, que já programou as filmagens da continuação para o final desse ano na Escócia, visando disponibilizá-la no Natal de 2021. O filme original era numa versão moderna e feminina da famosa fábula de Mark Twain, “O Príncipe e o Mendigo”. Na trama, uma turista americana trocava de lugar com uma nobre europeia idêntica à ela mesma, para que a princesinha pudesse descobrir como é viver longe das regras da monarquia. Vanessa Hudgens (ex-“High School Musical”) viveu os dois papéis e, na trama, encontrou o romance também em dose dupla, incorporado por Sam Palladio (“Nashville”) e Nick Sagar (“Caçadores de Sombras”). A premissa do segundo filme vai incluir uma terceira “gêmea”. Intitulado em inglês “The Princess Switch: Switched Again”, mostrará a princesa Margaret (Hudgens) herdando inesperadamente o trono de Montenaro, ao mesmo tempo que seu romance experimenta um período conturbado. Assim, caberá novamente à sua dublê Stacy (Hudgens) salvar o dia antes que uma terceira jovem idêntica e festeira, chamada Fiona (Hudgens novamente), frustre todos os planos de final feliz desta história. Toda a equipe criativa também estará de volta, incluindo o diretor Mike Rohl e a veterana roteirista de TV Robin Bernheim, que divide os créditos da franquia com sua assistente Megan Metzger. Anteriormente, os três trabalharam juntos na produção canadense “Quando Chama o Coração: A Série”. Relembre abaixo o trailer do primeiro filme, lançado pela Netflix em novembro de 2018.
Pôster oficializa produção de “Família Addams 2”
A MGM divulgou o primeiro pôster da continuação da animação “Família Addams”, que destaca Wandinha (Wednesday) e oficializa a produção, originalmente encomendada no ano passado – mais especificamente no fim de semana de estreia do primeiro filme. Com direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”), o filme anterior foi o primeiro longa animado baseado nos personagens criados por Charles Addams em 1938 e trouxe as vozes de Charlize Theron (“Tully”) como Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) como seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) nos papéis dos filhos Vandinha e Feioso (Pugsley), Nick Kroll (série “The League”) como o Tio Chico (Fester), Bette Midler (“Abracadabra”) como a Vovó Addams, Snopp Dog (“Meu Nome é Dolemite”) como o primo Coisa (It) e Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”) como a vilã Margaux Needler. Orçada em US$ 50 milhões, a produção acabou faturando US$ 203 milhões em todo mundo, mas não agradou a crítica, com apenas 44% de aprovação no Rotten Tomatoes. A continuação tinha estreia marcada para 22 de outubro de 2021, mas, devido ao coronavírus, o pôster inaugural evita data específica e estampa que seu lançamento vai acontecer “em breve”. Por enquanto, não há informações sobre a trama do novo filme.












