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Filme

Vingadores: Ultimato assume posto de maior bilheteria da história

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Filme

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4 de outubro de 2026
Filme

Verity lidera bilheteria com US$ 32 milhões diante de fracasso de Digger

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4 de outubro de 2026
Música

Alexander Skarsgård protagoniza videoclipe dos Rolling Stones

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4 de outubro de 2026
Música

Taylor Swift aparece de surpresa para celebrar Dakota Johnson no SNL

Cantora apareceu no monólogo de Dakota Johnson e voltou no fim do programa com bolo de aniversário para a atriz

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4 de outubro de 2026
  • Filme

    Borat grava vídeo para o Brasil, “terra da parada de bumbuns”

    22 de outubro de 2020 /

    O comediante Sacha Baron Cohen gravou um vídeo “hello Brazil” curto em que fala duas frases em português – “Tudo bem?” e “Tudo bom” – para promover o lançamento de “Borat 2” na Amazon Prime Video Brasil. A principal piada do vídeo, porém, aparece escrita em inglês: quando a bandeira brasileira surge na tela, uma legenda identificando o Brasil como “a terra da parada de bumbuns” – uma referência politicamente incorreta ao carnaval. A legenda do vídeo cita a piada. “O Borat disse que gosta do Brasil por uma razão, mas a gente sabe que tem várias outras”. Lançado em 2006, o primeiro “Borat” se valeu do fato de Cohen não ser tão conhecido para se tornar o filme de pegadinha mais eficaz e engraçado de todos os tempos. Encarnando Borat Sagdiyev, um jornalista desajeitado da rede estatal de TV do Cazaquistão, ele desfilou seu inglês ruim e vários preconceitos com a desculpa de fazer um documentário sobre a vida nos EUA. E conseguiu convencer várias pessoas de que Borat era uma pessoa real, registrando suas reações a situações tão inesperadas quanto ridículas. Depois disso, o comediante usou tática semelhante para enganar conservadores famosos em seu programa de TV “Who’s America”, exibido nos EUA em 2018, sempre fingindo ser um personagem de extrema direita. “Borat: Fita de Cinema Seguinte” surge como uma mistura das duas abordagens, em que Cohen aparece como Borat e como Borat disfarçado de conservador radical, que convence americanos comuns a mostrarem o que tem de pior. Entre as visitas que registra, desta vez estão um “Centro de Saúde da Mulher”, que apesar do nome não é uma clínica que realiza abortos, mas o oposto disso, e locais para “quarentenas” de homens de direita. A produção estreia nesta sexta (23/10), mas já está nos trending topics do Twitter devido a uma cena polêmica, envolvendo Rudy Giuliani, ex-prefeito de Nova York, que atualmente é advogado e conselheiro do presidente dos EUA, Donald Trump. Saiba mais. O #Borat disse que gosta do Brasil por uma razão, mas a gente sabe que tem várias outras. 🇰🇿🇧🇷 pic.twitter.com/rFC2EvIqWU — PrimeVideoBR (@PrimeVideoBR) October 22, 2020

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  • Filme

    Tom Holland revela primeira foto da adaptação do game Uncharted

    22 de outubro de 2020 /

    Após uma década de desenvolvimento, “Uncharted” finalmente ganhou sua primeira foto. O ator Tom Holland (o Homem-Aranha da Marvel) usou as redes sociais para compartilhar uma imagem em que aparece como Nathan Drake, o protagonista do filme da Sony baseado na popular franquia de games. Para quem não conhece, o game companha o arqueólogo Nathan Drake, que segue as pistas do seu antepassado Sir Francis Drake numa caça a relíquias místicas ao redor do mundo. Mas o filme mostrará a origem do herói, algo nunca apresentado nos games. A abordagem foi consequência justamente da contratação de Holland para o papel principal. Ele é muito mais jovem que o personagem nos jogos. Com Holland a bordo, a Sony desistiu de adaptar os jogos já lançados pela Naughty Dog para fazer um prólogo inédito, centrado na juventude do protagonista. Na história, Drake seria um jovem ladrão e teria seu primeiro encontro com o caçador de tesouros Victor Sullivan, que se torna seu mentor – papel de Mark Wahlberg (“Pai em Dose Dupla”), que anos atrás chegou a negociar viver o protagonista. O elenco também inclui Antonio Banderas (“Dor e Glória”), Tati Gabrielle (“O Mundo Sombrio de Sabrina”) e Sophia Ali (“Grey’s Anatomy”). O último roteiro (o quinto desde 2010) foi escrito pela dupla Art Marcum e Matt Holloway (de “Homem de Ferro” e “MIB: Homens de Preto – Internacional”) em parceria com Rafe Judkins (da série “Agents of SHIELD”), e o diretor que finalmente vai tirar o projeto do papel é Ruben Fleischer (de “Venom” e “Zumbilândia”). A Sony marcou a estreia para julho de 2021, mas isso provavelmente vai mudar devido à pandemia de coronavírus. Ver essa foto no Instagram It’s nice to meet you, I’m Nate. #uncharted Uma publicação compartilhada por Tom Holland (@tomholland2013) em 22 de Out, 2020 às 7:46 PDT

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  • Filme

    Nova Ordem abre a Mostra de São Paulo com exibições em drive-in e online

    22 de outubro de 2020 /

    A Mostra Internacional de Cinema de São Paulo tem início neste quinta (22/10), com uma cerimônia de abertura para convidados às 19h, no Belas Artes Drive-in, no Memorial da América Latina. Mas para o público em geral, a programação só começa à meia-noite. O filme de abertura é “Nova Ordem”, de Michel Franco, vencedor do Grande Prêmio do Júri no recente Festival de Veneza. Na trama, um casamento luxuoso da elite dá errado, enquanto a Cidade do México ferve com protestos. Pelo ponto de vista de Marianne, a jovem e simpática noiva, e dos criados, o filme retrata o colapso de um sistema político e um golpe de Estado violento. O público poderá ver “Nova Ordem” pela plataforma de streaming da Mostra, a Mostra Play (https://mostraplay.mostra.org/), por 24 horas, entre esta meia-noite e a próxima. A programação, que será exibida até 4 de novembro, também estará disponível no Spcine Play e Sesc Digital, que exibirão sessões gratuitas, enquanto os filmes da Mostra Play terão ingresso a R$ 6. Já as sessões presenciais serão realizadas no Belas Artes Drive-In e no Sesc Drive-In (do Sesc Parque Dom Pedro). Além do polêmico filme do mexicano Michel Franco, a seleção ainda inclui entre seus destaques “Não Há Mal Algum”, do iraniano Mohammad Rasoulof, vencedor do último Festival de Berlim, “O Ano da Morte de Ricardo Reis”, do português João Botelho, baseado no livro homônimo de José Saramago, “Berlim Alexanderplatz”, do alemão-afegão Burhan Qurbani, “Gênero, Pan”, do filipino Lav Diaz, “Mães de Verdade”, da japonesa Naomi Kawase, “Crianças do Sol” (Sun Children), do iraniano Majid Majidi, “Miss Marx”, da italiana Susanna Nicchiarelli, além dos documentários “Kubrick por Kubrick”, do francês Gregory Monro, sobre o diretor Stanley Kubrick, “Sportin’ Life”, do americano Abel Ferrara, e “Coronation”, do chinês Ai Weiwei, que mostra o começo da pandemia de covid-19 em Wuhan. O pôster do evento foi criado pelo cineasta chinês Jia Zhang-Ke, que também estará presente com seu documentário “Nadando Até o Mar Ficar Azul”. A arte de Zhang-Ke também virou a vinheta da Mostra, mostrando um acendedor de incensos de Fenyang, cidade natal do cineasta, durante um ritual para o Deus da Literatura. Já os destaques nacionais incluem as premières de “Verlust”, de Esmir Filho, que reúne Andrea Beltrão e a cantora Marina Lima no elenco, “Casa de Antiguidades”, de João Paulo Miranda Maria, exibido nos festivais de Cannes, Toronto e San Sebastian, e “Cidade Pássaro”, de Matias Mariani, que integrou a Mostra Panorama do Festival de Berlim e foi adquirido pela Netflix. Com 36 filmes, a seleção brasileira traz ainda “Ana. Sem Título”, de Lúcia Murat, “O Lodo”, de Helvécio Ratton, “Curral”, de Marcelo Brennand, e “Mulher Oceano”, estreia da atriz Djin Sganzerla na direção, entre outras produções. Apesar do número de títulos ter caído drasticamente em relação a anos anteriores, a Mostra conseguiu reunir quase 200 filmes – exatamente 198 produções de 71 países – para sua edição da pandemia. São bem menos obras que as 327 do ano passado, mas mais países que os 65 representados em 2019. Do total, 88 títulos concorrerão ao troféu Bandeira Paulista na seção Novos Diretores, que premia obras de novos cineastas – que realizam seu primeiro ou segundo longa-metragem. As condições diferenciadas deste ano também significam que a Mostra não trará convidados internacionais para acompanhar as exibições. A presença dos diretores e de profissionais dos filmes selecionados se dará por meio de vídeos enviados previamente, entrevistas especiais gravadas e também lives. Veja abaixo o trailer do filme de abertura.

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  • Filme

    Rosa e Momo: Trailer destaca volta da lendária Sophia Loren

    22 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, 36 fotos e o trailer legendado de “Rosa e Momo” (La Vita Davanti a Sé), que destaca a volta da lendária atriz Sophia Loren, aos 86 anos, após uma década afastada das telas. A grande dama do cinema italiano não filmava desde o musical “Nine” (2009) e um telefilme de 2010 (“La Mia Casa è Piena di Specchi”), baseado numa obra de sua irmã. Perguntada se tinha abandonado a aposentadoria, a estrela dos clássicos “Duas Mulheres” (1960), “Ontem, Hoje e Amanhã” (1963), “Matrimônio à Italiana” (1964), “Arabesque” (1966) e “Um Dia Muito Especial” (1977) disse que nunca chegou a se aposentar, apenas não tinha bons papéis que a fizessem querer interpretar. Ela vive a Rosa do título em português, uma sobrevivente do Holocausto que mantém uma creche em sua casa e encara o desafio de acolher Momo (Ibrahima Gueye), um menino de rua que a assaltou. Tudo o que o menino conhece é o mundo do crime, até encontrar o afeto da mulher sofrida e ver a chance de pertencer a um lar pouco convencional. O filme é baseado no best-seller do escritor francês Romain Gary (1914–1980), autor de muitos romances adaptados pelo cinema, como “Raízes do Céu” (1958), “Promessa ao Amanhecer” (1970), “Um Homem, uma Mulher, uma Noite” (1979) e “Cão Branco” (1982). A própria história de “Rosa e Momo” já tinha sido filmada anteriormente, em 1977, com o título brasileiro de “Madame Rosa – A Vida à Sua Frente”, trazendo outra grande atriz no papel principal: Simone Signoret (“As Diabólicas”). A nova versão foi adaptada pelo cineasta Edoardo Ponti (“Desejo de Liberdade”) e estreia em 13 de novembro em streaming.

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  • Série

    Paranormal: Veja o trailer da série de terror baseada na obra do “Stephen King árabe”

    22 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, fotos e o trailer legendado de “Paranormal”, uma série egípcia de fantasmas, baseada na coleção homônima (no original, Ma Waraa Al Tabiaa) de best-sellers do falecido Ahmed Khaled Tawfik (1962-2018), primeiro autor contemporâneo de terror da língua árabe e um dos mais influentes escritores do Egito. Uma comparação possível para situar o público ocidental seria imaginar um Stephen King árabe. Passada nos anos 1960, a trama gira em torno do Dr. Refaat Ismail, que mergulha em eventos supernaturais, conforme tenta resolver os mistérios por trás de cada caso e desvendar os fantasmas de seu próprio passado. Além do egípcio Ahmed Amin (“The Treasure”) no papel principal, o elenco destaca a libanesa Razane Jammal (“Caçada Mortal”), que o acompanha em sua jornada. A série tem roteiros e direção do cineasta Amr Salama (“Sheikh Jackson”) e estreia em 5 de novembro em streaming.

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  • Filme

    Mank: Filme sobre bastidores de Cidadão Kane ganha novo trailer legendado

    22 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e um novo trailer legendado de “Mank”, primeiro filme dirigido por David Fincher desde “Garota Exemplar”, há seis anos. Em preto e branco, a prévia recria a era de ouro de Hollywood com personagens e visual de época, incluindo cenas que recriam o clássico “Cidadão Kane”. “Mank” é a cinebiografia do roteirista Herman J. Mankiewicz e aborda os bastidores das filmagens de “Cidadão Kane”, lançado em 1941. O personagem-título é vivido por Gary Oldman, vencedor do Oscar por “O Destino de uma Nação” (2017), e o elenco grandioso ainda inclui Tom Burke (“Strike”) como Orson Welles, Charles Dance (“Game of Thrones”) no papel do magnata William Randolph Hearst, Arliss Howard (“True Blood”) como o produtor Louis B. Mayer (o segundo M da MGM), Lily Collins (“Simplesmente Acontece”) como a secretária Rita Alexander, Amanda Seyfried (“Mamma Mia!”) como a atriz Marion Davis, Tuppence Middleton (“Sense8”) como Sara Mankiewicz, a jovem esposa (com 21 anos na época de “Cidadão Kane”) de Mank, além de Toby Leonard Moore (“Billions”) e Ferdinand Kinsley (“Vitória: A Vida de uma Rainha”) como os famosos produtores David O. Selznick e Irving Thalberg, respectivamente. A presença de Louis B. Mayer significa que o filme deve contar como o poderoso produtor ofereceu uma fortuna para que a RKO Pictures queimasse os negativos e nunca lançasse “Cidadão Kane”. Esta é apenas uma das lendas em torno do clássico de Welles, por décadas considerado o melhor filme de todos os tempos. As histórias sobre os bastidores de “Cidadão Kane” são lendárias, porque o filme de Orson Welles era baseada na figura real do magnata da imprensa William Randolph Hearst, um verdadeiro tirano, que tentou de tudo para impedir o lançamento do filme e não parou até sabotar a carreira do diretor, publicando calúnias e espalhando rumores de que ele era comunista, ao mesmo tempo em que manteve Hollywood acuada com ataques contra o excesso de imigrantes (judeus) que empregava. “Mank” é um projeto pessoal de Fincher. O roteiro foi escrito por seu pai, o jornalista Jack Fincher, que faleceu em 2002. Foi para fazer justiça ao projeto original que o diretor fechou com a Netflix, porque nenhum estúdio tradicional aceitou bancar as filmagens caras do longa com uma fotografia em preto e branco. Por outro lado, a Netflix já tinha investido em “Roma”, drama em preto e branco – e ainda por cima falado em espanhol – de Alfonso Cuarón, que acabou se provando um sucesso no streaming e ainda ganhou três Oscars. O filme também fortalece os laços do cineasta com a Netflix, onde todas as suas parcerias foram bem-sucedidas, como as séries “House of Cards”, “Mindhunter” e “Love, Death + Robots”. A estreia de “Mank” está marcada para 4 de dezembro.

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  • Filme

    A Festa de Formatura: Musical com Meryl Streep e Nicole Kidman ganha trailer legendado

    22 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “A Festa de Formatura”, adaptação do musical da Broadway “The Prom”, realizada pelo produtor e diretor Ryan Murphy com grande elenco. A prévia tem muitas cenas de música e dança, além de destacar a mensagem de superação de preconceitos da história. Para o filme, Murphy juntou Meryl Streep, que já provou seu talento em musicais como “Mamma Mia!” e “Caminhos da Floresta”, Nicole Kidman, que retorna ao gênero após sua incursão em “Moulin Rouge!”, James Corden, outro cantor de “Caminhos da Floresta”, além de Keegan-Michael Key (“Predador”), Andrew Rannells (“Girls”), Kerry Washington (“Scandal”), Ariana DeBose (“Hamilton”) e outros. A trama dirigida pelo criador de “American Horror Story” tem um começo curioso na Broadway, antes de chegar no baile do título, no interior homofóbico dos Estados Unidos. Streep interpreta Dee Dee Allen, uma atriz de teatro duas vezes vencedora do Tony, que estrelou com Barry Glickman (Corden) um musical fracassado sobre a ex-primeira dama Eleanor Roosevelt. Após críticas terríveis que podem acabar com suas carreiras, eles decidem se juntar aos personagens de Kidman e Rannells, novatos na Broadway, em busca de uma causa capaz de despertar interesse público e mostrar que eles ainda são relevantes. Acabam descobrindo o caso de uma garota do Ensino Médio do estado de Indiana que é proibida de levar a namorada no baile de formatura da escola, e resolvem se engajar em sua causa, indo de mala e plumas para a cidadezinha intolerante. O papel da garota, chamada Emma, é desempenhado pela novata Jo Ellen Pellman (vista na série “Deuce”). A estreia está marcada para 11 de dezembro.

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  • Etc,  Filme

    Cena polêmica de Borat 2 fulmina carreira de advogado de Trump

    22 de outubro de 2020 /

    “Borat 2”, que chega em streaming na Amazon nesta sexta-feira (23/10), está dando muito o que falar nos EUA. Além do humor que barbariza a extrema direita do país, uma cena em particular virou debate nacional. Trata-se de uma pegadinha envolvendo Rudy Giuliani, ex-prefeito de Nova York, que atualmente é advogado e conselheiro do presidente dos EUA, Donald Trump. A situação acontece após uma “entrevista” conduzida pela filha de Borat (Maria Bakalova), feita em nome de um veículo conservador inventado. Ao fim da conversa, eles vão juntos a uma suíte de hotel equipada com câmeras. Além de beber e pedir o telefone da jovem, Giuliani se deita na cama do quarto e é visto colocando a mão para dentro das calças, na sua região genital. É quando a cena é interrompida por Borat (Sacha Baron Cohen), que entra no quarto e grita: “Ela tem 15 anos! É muito velha para você!”. A cena foi gravada em julho e Giuliani chegou a ligar para a polícia, dizendo que “um homem com uma roupa rosa” entrou gritando no seu quarto de hotel. “Eu pensei: isso aqui deve ser um assalto, um esquema de chantagem, ou algo assim. Ele saiu correndo depois”, contou o advogado ao New York Post. “Só percebi que provavelmente era Baron Cohen depois. Ele já enganou muita gente, mas não a mim”. Já tem gente dizendo que a carreira de Giuliani acabou depois do filme. Entre as pessoas que afirmam isso está a crítica de TV da revista Vanity Fair, Sonia Saraya, a colunista do New York Times e vencedora do Pulitzer Maureen Dowd, e o simpático boneco de neve Olaf. “Tendo visto ‘Borat 2’, agora posso dizer com segurança que Rudy Giuliani acabou em grande estilo. É pior do que você pensa e mais desconfortável do que qualquer coisa que vi em um filme recente, documentário ou ficção”, tuitou Josh Gad, voz de Olaf em “Frozen”. O diretor Judd Apatow (“Descompensada”) retuitou Gad e acrescentou: “Eu vi. Gostaria de poder desver. Mas ‘Borat 2’ é hilário.” Em sua defesa, o advogado afirma que estava apenas ajeitando a camisa para dentro das calças, após tirar seu microfone, e que o resto foi inventado. Não colou. A cantora Demi Lovato respondeu à declaração de Giuliani no Twitter apontando a incongruência. “Então você normalmente bebe com repórteres, segue-os até o quarto e depois deita na cama e deixa que tirem o microfone para você?”, ela escreveu na rede social. “Acho que tenho feito minhas entrevistas de maneira totalmente errada…” Oficialmente chamado de “Borat: Fita de Cinema Seguinte” (Borat Subsequent Moviefilm), o filme de Sacha Baron Cohen já está nos trending topics do Twitter antes mesmo da estreia. A produção deve se tornar o maior sucesso da Amazon. Confira abaixo o trailer oficial.

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  • Filme

    Estreia de Os Novos Mutantes marca reabertura dos cinemas do Brasil

    22 de outubro de 2020 /

    Os cinemas brasileiros recebem nesta sexta sua primeira grande estreia desde março, quando as salas de projeção foram fechadas no início da pandemia. A reabertura começou oficialmente no começo de outubro, com a exibição de reprises, e agora “Os Novos Mutantes” usa o apelo dos super-heróis para tentar reviver o circuito, ainda muito vazio. Um dos lançamentos de cinema mais adiados de todos os tempos, “Os Novos Mutantes” foi filmado em 2016 e deveria ter estreado originalmente em 2018. Mas a Fox decidiu agendar refilmagens e remarcou seu lançamento para 2019. Só que neste meio tempo a Disney comprou a Fox e as refilmagens nunca foram feitas. Enquanto o novo proprietário decidia o que fazer com o longa, mais um ano se passou. E quando a estreia foi marcada para março, veio o coronavírus, que adiou ainda mais sua abertura. Com essas idas e vindas, o diretor Josh Boone (de “A Culpa É das Estrelas”) aproveitou para aprimorar a pós-produção de seu filme de super-heróis, refazendo e melhorando os efeitos, mas o fato é que a Fox tinha razão em querer refilmagens. O filme não se define entre produção de super-heróis e trama de terror convencional, e não empolga. A média de aprovação no Rotten Tomatoes, que contabiliza a opinião da crítica em inglês, ficou em apenas 34%. Como as bilheterias jamais recuperarão o investimento, devido à pandemia, isto significa que o último filme da Fox com personagens da Marvel é realmente o fim da linha para o universo dos mutantes derivados de “X-Men”. O que é uma pena, devido à boa escalação do elenco, especialmente Anya Taylor-Joy (“Vidro”), que dá show como Magia. Os demais intérpretes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”) como Miragem e os brasileiros Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar e Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Além deste filme, os cinemas também recebem o western australiano “A Verdadeira História de Ned Kelly”, uma versão pós-moderna da lenda do “Jesse James australiano”, dirigida por Justin Kurzel (“Assassin’s Creed”), com George MacKay (“1917”) no papel que já foi vivido por Heath Ledger e até Mick Jagger (ele mesmo, dos Rolling Stones). A crítica internacional aprovou, com 79% no Rotten Tomatoes. Para as crianças que não tem internet, ainda há “Como Cães e Gatos – Peludos Unidos”, terceiro filme da franquia iniciada em 2001, sobre a guerra entre os animais de estimação, que na verdade são espiões disfarçados. Além de ser muito ruim (17% no Rotten Tomatoes), saiu antes para locação online (Sky Play). Veja abaixo os trailers das três estreias de cinema da semana.

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  • Filme

    Netflix fará campanha para Chadwick Boseman ganhar Oscar póstumo

    22 de outubro de 2020 /

    A Netflix pretende fazer campanha para que Chadwick Boseman (o “Pantera Negra”), falecido em agosto, ganhe uma indicação póstuma ao Oscar 2021. De acordo com a revista Variety, a plataforma de streaming vai investir em publicidade e alardear como puder o desempenho de Boseman, para que ele concorra na categoria de Melhor Ator por seu papel no filme “A Voz Suprema do Blues”. Além dele, o trabalho de Viola Davis também deve receber atenção da empresa, visando a premiação. Por via das dúvidas, a Netflix vai dobrar a aposta e também promoverá o trabalho de Boseman no longa “Destacamento Blood”, de Spike Lee, visando uma vaga em outra categoria, como Melhor Ator Coadjuvante. Penúltimo filme do ator, “Destacamento Blood” foi lançado em junho, enquanto o último filme estrelado pelo ator, “A Voz Suprema do Blues”, chega ao streaming no dia 18 de dezembro.

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  • Série

    Estrela de Orange Is the New Black vai estrelar série sobre versão apocalíptica da covid-19

    22 de outubro de 2020 /

    Após protagonizar o drama prisional “Orange Is the New Black” por 7 temporadas, a atriz Taylor Schilling vai estrelar uma nova série dramática, em que também precisará ficar trancafiada. Desenvolvida pelo casal Robert e Michelle King, criadores de “The Good Wife”, “The Good Fight” e “Evil”, a atração se chama “The Second Wave” e imagina o que aconteceria se uma segunda onda de coronavírus abatesse o mundo de forma muito mais intensa, com uma taxa de letalidade ainda maior, a ponto de atingir proporções apocalípticas. Schilling vai interpretar uma mulher que precisa sobreviver durante uma quarentena rigorosa em Nova York, ao lado da vizinha, que será interpretada por Audra McDonald (“The Good Fight”). A sinopse oficial diz: “Quando uma segunda onda inesperada e mortal do vírus chega, nós seguimos essas duas mulheres enfrentarem tempos sem precedentes, enquanto ainda fazem malabarismos com suas carreiras, seus entes queridos e, possivelmente… o fim do mundo?” O elenco também inclui Steven Pasquale (“The Good Wife”) como o marido de McDonald. Seu personagem é descrito como um funcionário importante do CDC (Centro de Controle de Doenças) “que está preso entre o remédio que conhece e a política que lhe é imposta”. A série foi encomendada pela plataforma americana Spectrum, que oficializou sua encomenda poucos dias depois de cancelar sua série mais proeminente, “LA’s Finest”, após duas temporadas. As gravações estão programadas para começar na próxima semana e continuar até a véspera do Natal. O interesse é tão grande que o plano é lançar “The Second Wave” ainda este ano.

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  • Filme

    Marge Champion (1919 – 2020)

    22 de outubro de 2020 /

    A atriz e dançarina Marge Champion, que serviu de modelo para a primeira princesa da Disney, Branca de Neve, morreu na quarta-feira (21/10) em Los Angeles, aos 101 anos. Marjorie Celeste Belcher nasceu em 2 de setembro de 1919, exatamente em Hollywood, na Califórnia. Seu pai era um coreógrafo famoso, Ernest Belcher, que fundou a Celeste School of Dance e ensinou dança para Fred Astaire, Shirley Temple, Cyd Charisse e Joan Crawford, além de ter trabalhado para o lendário diretor Cecil B. DeMille. Ela também tinha uma meia-irmã mais velha que era atriz do cinema mudo, Lina Basquette. A jovem começou sua carreira artística como dançarina aos 14 anos, época em que foi contratada pela equipe de animação de Walt Disney para servir de modelo para o curta “A Deusa da Primavera” (1934). O resultado agradou tanto que ela repetiu o desempenho para o filme “Branca de Neve e os Sete Anões”, primeiro longa do estúdio, apresentando-se para a equipe da Disney por dois dias ao mês durante dois anos. Os animadores estudaram seus movimentos em um estúdio para fazer a princesinha se mover de forma mais realista. Durante essa experiência, ela acabou iniciando um relacionamento com Art Babbitt, o animador da Disney que criou o Pateta. Eles se casaram em 1937 – ela tinha 17 e ele 29 – , mas a união durou apenas três anos. Depois do lançamento do longa em 1937, ela também interpretou a versão live-action de Branca de Neve em uma turnê de vaudeville com Os Três Patetas, e voltou a trabalhar com a Disney em outras animações clássicas, servindo de modelo para a Fada Azul de “Pinóquio” (1940), para a principal hipopótamo dançarina de “Fantasia” (1940) e para o Sr. Cegonha de “Dumbo” (1941). Mas o sucesso de “Branca de Neve” também lançou sua carreira de atriz em produções live-action. Renomeada como Marjorie Bell pelo famoso agente Henry Willson, ela apareceu em cinco filmes lançados em 1939, incluindo “A História de Vernon e Irene Castle”, estrelado por Fred Astaire e Ginger Rogers como lendários dançarinos de salão. Entretanto, interrompeu a carreira cinematográfica para se dedicar ao teatro, fazendo sua estreia na Broadway em 1945. Em 1947, ela se casou novamente, com Gower Champion, um antigo colega de escola que também era aluno de seu pai, e eles formaram uma dupla renomada, dançando em shows de variedades como Gower & Bell. O casal também começou a fazer coreografias, inclusive para produções da Broadway (como “Small Wonder”, “Lend an Ear” e “Make a Wish”). Paralelamente, Marge retomou a carreira no cinema, aparecendo como dançarina, ao lado do marido, nos musicais “A Secretária do Malandro” (1950), com Bing Crosby, “O Barco das Ilusões” (1951), com Ava Garner, “O Amor Nasceu em Paris” (1952), com Red Skelton, até protagonizar com Gower uma espécie de cinebiografia, “Tudo o que Tenho é Teu” (1952), sobre um casal de dançarinos que precisa encontrar um nova integrante durante a gravidez da mulher. O filme foi um sucesso e abriu uma leva de parcerias na tela. Eles também protagonizaram “Procura-se uma Estrela” (1953), dirigidos pelo mestre Stanley Donen. E, em 1957, estrelaram seu próprio programa de TV, “The Marge and Gower Champion Show”, uma sitcom da rede CBS que trazia Marge como uma dançarina casada com um coreógrafo. O casal também apareceu frequentemente no “The Ed Sullivan Show” e chegou a viajar pela União Soviética com o lendário apresentador de TV. Após um período focado mais na TV, Marge só voltou aos cinemas em 1968, participando de dois clássicos de Hollywood: “Um Convidado Bem Trapalhão” (The Party), estrelado por Peter Sellers, e “Enigma de uma Vida” (The Swimmer), com Burt Lancaster. Nos anos 1970, ela passou a trabalhar como coreógrafa em produções televisivas e cinematográficas. O primeiro trabalho, as danças do telefilme “Queen of the Stardust Ballroom”, lhe rendeu um Emmy em 1975 e impulsionou sua nova carreira atrás das câmeras, levando-a a coreografar os filmes “O Dia do Gafanhoto” (1975), de John Schlesinger, e “De Quem é a Vida Afinal?” (1981), de John Badham, entre outros trabalhos. Ela também interpretou uma professora de balé em um episódio da famosa série “Fama” de 1982 e, ativa até recentemente, apareceu como Emily Whitman no revival da Broadway de “Follies” em 2001 . Marge se casou pela terceira vez em 1977, com o diretor Boris Sagal (“A Última Esperança da Terra”), mas enviuvou quatro anos depois. Ele morreu em 1981 de ferimentos sofridos depois de cair acidentalmente na hélice de um helicóptero durante a produção de uma minissérie da NBC, “World War III”. Graças a esse casamento, ela virou madrasta da famosa atriz Katey Sagal (“Married with Children” e “Sons of Anarchy”), de suas irmãs Liz e Jean Sagal (que estrelaram a sitcom dos anos 1980 “Double Trouble”) e seu irmão Joey Sagal (“Elvis & Nixon”). Marge também teve um filho biológico, Gregg Champion, que virou diretor de TV.

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  • Série

    Agarra-me se Puderes: Clássico dos anos 1970 vai virar série

    22 de outubro de 2020 /

    A Universal vai transformar o clássico “Agarra-me se Puderes” (Smokey and the Bandit) numa série. O filme de 1977 foi uma criação do dublê Hal Needham, que escreveu e dirigiu a produção em sua estreia atrás das câmeras, mas só saiu do papel porque um dos maiores astros da época, Burt Reynolds, topou estrelar. Feito sem maiores pretensões, a produção se tornou o maior sucesso da carreira do ator e a segunda maior bilheteria do ano em que “Guerra nas Estrelas” (Star Wars) chegou aos cinemas. A trama acompanhava Bo “Bandit” Darville, que topava uma aposta para transportar caixas de cerveja do Texas para Atlanta em 28 horas. Ele achava que cumprir a missão seria fácil, até dar carona para Carrie, uma noiva em fuga, literalmente, que deixou o filho do xerife Bufford no altar. Este contratempo faz com que seu carrão conversível seja perseguido em alta velocidade pela polícia do Texas até o fim da projeção. “Agarre-Me Se Puderes” gerou duas continuações, rendeu um namoro entre Reynolds e sua coestrela Sally Field e inspirou inúmeras produções similares, inclusive séries, como as bem-sucedidas “Os Gatões” (1979–1985) e “Xerife Lobo” (1979-1981). Seu impacto na cultura pop foi além dos derivados e cópias, inspirando até o nome de uma banda, Boss Hogg, batizada em 1989 (e ainda em atividade) em homenagem ao vilão da história. O resgate da franquia está sendo desenvolvido pelo cineasta David Gordon Green (“Halloween”), o comediante Danny McBride (“The Righteous Gemstones”) e os produtores Seth MacFarlane (“Uma Família da Pesada”) e Brian Sides (“Alaska: The Last Frontier”). Green também dirigirá o piloto da atração. “Por ter crescido no sul, ‘Agarra-me se Puderes’ foi uma franquia icônica para mim. O legado desses personagens é um playground de arrogância e atrevimento que estou animado para explorar”, disse Green, que nasceu em Little Rock, Arkansas, mas foi criado no Texas. Ainda sem canal ou plataforma definidos, a adaptação do filme dos anos 1970 faz parte de uma estratégia da NBCUniversal para explorar sua biblioteca de títulos e transformar seu acervo clássico em novas séries. Outras atualizações em andamento no estúdio incluem uma nova “Battlestar Galactica” para a plataforma Peacock e uma série de “Chucky” para o canal pago Syfy, entre outros.

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