Caça-Fantasmas 3 sofre novo adiamento
A Sony anunciou um novo adiamento de “Caça-Fantasmas: Mais Além” (Ghostbusters: Afterlife). O filme, que estrearia em julho deste ano, já tinha sido atrasado para março de 2021. Agora, foi para 11 de junho nos EUA, praticamente um ano mais tarde que a data originalmente marcada. Diferente do filme com elenco feminino de 2016, o novo “Caça-Fantasmas” é uma continuação direta das comédias originais e conta com participações do elenco original – até o relutante Bill Murray está na história. Apesar disso, a trama focará uma nova família encabeçada por Carrie Coon (“The Leftovers”), como mãe solteira dos personagens de Finn Wolfhard (“Stranger Things”) e Mckenna Grace (“Annabelle 3”). Além deles, Paul Rudd (“Homem-Formiga”) participa do elenco como um professor de cidade pequena. A direção é de Jason Reitman (“Juno”, “Tully”), filho do diretor dos dois primeiros Caça-Fantasmas, Ivan Reitman.
Amazon vai transformar peça 5X Comédia em série
A Amazon vai adaptar para o streaming a peça brasileira “5X Comédia”, que lotou teatros nos anos 1990 com textos de Mauro Rasi, Luis Fernando Verissimo e outros, e que, recentemente, ganhou nova versão assinada por Antonio Prata, Jô Bilac, Pedro Kosovski, Julia Spadaccini e Luis Miranda. A adaptação será uma antologia com cinco episódios, cada um com um elenco e uma história diferente. A produção começou a escalar o primeiro episódio. Os atores Luiz Henrique Nogueira, Thati Lopes, Victor Lamoglia e Yara de Novaes estrelarão o capítulo que terá direção de Pedro Coutinho (“Todas as Razões Para Esquecer”). O trabalho mais recente de Luiz Henrique na TV foi na novela “Verão 90”. Victor Lamoglia estrelou a série “Ninguém Tá Olhando”, na Netflix, e está no filme “Eduardo e Mônica”. Já Thati faz parte do elenco do grupo de humor Porta dos Fundos. Victor está no “Zorra”, que sairá da grade da Globo no fim do ano. E Yara, conhecida no teatro por seu trabalho como atriz e diretora, fez uma participação em “Shippados”, do Globoplay.
Flashdance: Musical dos anos 1980 vai virar série
O filme “Flashdance – Em Ritmo de Embalo”, um dos musicais mais bem-sucedidos dos anos 1980, que lançou a carreira da atriz Jennifer Beals, vai virar série. O projeto, que já está em desenvolvimento para a plataforma Paramount+ (nome nome da CBS All Access a partir de 2021), vai girar em torno de uma jovem negra que sonha em construir uma carreira no balé, apesar da sua realidade em um clube de striptease. Na trama, ela irá encarar uma jornada em busca do seu lugar no mundo, enquanto a série aborda temas como dinheiro, arte, amizade e autoestima. Para quem não lembra, no longa de 1983, escrito por Joe Eszterhas (bem antes de “Instinto Selvagem”), Jennifer Beals interpretava uma operária de uma siderúrgica com o sonho de se tornar uma bailarina profissional. A adaptação está a cargo da roteirista Tracy McMillan, que trabalhou em “Good Girls Revolt” e “Fugitivos da Marvel” (Runaway), com produção da Paramount TV. Além de “Flashdance”, o estúdio também está envolvido num projeto de série baseado em outro musical famoso, o clássico “Grease – Nos Tempos da Brilhantina” (1978).
Quibi fracassa e encerra serviço seis meses após lançamento
A plataforma Quibi está fechando as portas. Depois de levantar quase US$ 2 bilhões em financiamento e prometer reinventar a maneira como as pessoas consomem entretenimento, a startup de Jeffrey Katzenberg (que criou a DreamWorks Animation) e Meg Whitman começou a informar seus investidores sobre a decisão nesta quarta-feira (21/10), encerrando uma luta de seis meses para atrair assinantes para a programação do serviço. “Embora tenhamos capital suficiente para continuar operando por um período significativo de tempo, tomamos a difícil decisão de encerrar o negócio, devolver dinheiro aos nossos acionistas e dizer adeus aos nossos talentosos colegas com graça”, disse Whitman no comunicado que oficializou o final da plataforma. Criada para ser uma alternativa “de bolso” da Netflix, a Quibi atraiu pesos-pesados de Hollywood, de Steven Spielberg a Jennifer López, com sua proposta de produzir programas de curta duração, para se tornar o primeiro serviço de streaming especializado em conteúdo para ser consumido em celulares. Mas ao chegar ao mercado em abril, encontrou um cenário completamente diferente do que previam seus idealizadores. A pandemia de coronavírus deixou seu público-alvo em casa, consumindo conteúdos de longa duração e valorizado a estratégia de maratonas da Netflix. O oposto da proposta do Quibi. O sucesso do Quibi dependia, basicamente, de mudar os hábitos de consumo influenciados pela popularização da Netflix, com os “binges” – ou maratonas – de várias horas dedicadas a um mesmo programa. Já era uma opção arriscada, por ir contra um padrão bem-sucedido, e se tornou impraticável diante da popularidade crescente do consumo de streaming durante a pandemia. Para piorar, a ideia de “filmes em capítulos”, que define a maioria das séries de ficção da empresa, não foi bem aceita. Interromper uma história a cada dez minutos por pelo menos um dia inteiro não se provou uma medida popular, além de criar um problema narrativo, com uma situação de perigo a cada 10 minutos, no fim de cada episódio. Nisso, o Quibi se provou mais retrô que moderno, por evocar os antigos seriados de aventura dos anos 1930 e 1940 – que batizaram o termo “cliffhanger”. A verdade é que a própria ideia do Quibi passava longe de ser pioneira. O Snapchat já tinha ensaiado a produção de conteúdo premium de curta duração para celular anteriormente, fechando parceria até com a Disney para produção de séries de mini-episódios. A inciativa incluiu cineastas indies, algumas franquias cinematográficas e foi lançada em 2018. Dois anos depois, ninguém nem sequer lembra dos Snap Originals. O fato é que, desde junho, o Wall Street Journal apontava que a empresa não conseguiria atingir nem remotamente sua meta de assinantes para seu primeiro ano de operação. A plataforma projetava 7,4 milhões de assinantes até o final do ano, mas atraiu apenas 2 milhões de curiosos durante o período de três meses de degustação inicial do serviço. Não se sabe quantos abandonaram a assinatura após a conta começar a ser cobrada. Segundo reportagem do jornal nova-iorquino, a empresa vinha avaliando suas opções nas últimas semanas, incluindo uma possível venda. O fato de optar pelo simples fechamento, apesar de ainda ter centenas de milhões não dispendidos em sua conta, indica que Katzenberg e Whitman veem poucas soluções de longo prazo para o negócio.
Miley Cyrus diz que foi perseguida por disco voador
Não é só Demi Lovato. Miley Cyrus também anda vendo discos voadores. A cantora e atriz contou sua história durante uma conversa com o estilista Rick Owens, publicada na revista Interview Magazine. “Eu estava dirigindo por San Bernardino com meu amigo e fui perseguida por algum tipo de OVNI. Tenho certeza do que vi”, ela afirmou, antes de fazer uma ressalva importante. “Mas também havia comprado um concentrado de maconha de um cara em uma van na frente de uma loja de tacos, então pode ter sido isso'”, acrescentou. Só que ela diz que teve outras testemunhas do contato imediato. “Eu o vi voando e meu amigo também viu. Havia alguns outros carros na estrada e eles também pararam para olhar, então acho que o que vi era real”, afirmou. Descrevendo o OVNI como um “limpa-neve voador”, ela diz que o objeto “tinha um grande arado na frente e tinha um brilho amarelo”. A visão a deixou abalada. “Fiquei abalada por, tipo, cinco dias. Isso me f**** […] Não pude mais olhar para o céu da mesma forma. Pensava que eles voltariam”. Ela afirma que o pânico não foi consequência de ter visto o suposto OVNI, mas sim quem o pilotava. “Vi um ser sentado na frente do objeto voador. Ele olhou para mim e fizemos contato visual, e acho que foi isso que realmente me abalou, olhar nos olhos de algo que eu não conseguia entender”, afirmou. Nesta semana, Demi Lovato também relatou ter visto um OVNI após visitar o Parque Nacional de Joshua Tree, na Califórnia, e publicou um vídeo do disco voador em seu Instagram, incentivando seus seguidores a procurarem fazer contato com extraterrestres.
Jared Leto voltará a viver o Coringa na nova versão de Liga da Justiça
O ator Jared Leto vai retomar o papel de Coringa, que ele interpretou no filme “Esquadrão Suicida”, de 2016, nas filmagens adicionais do “Snyder Cut” de “Liga da Justiça”. O site The Hollywood Reporter apurou que as cenas de Leto já estão sendo rodadas nos estúdios da Warner, e incluem ainda participações de Ben Affleck (o Batman), Ray Fisher (o Ciborgue) e Amber Heard (Mera). Curiosamente, o Coringa não apareceu no filme original de 2017 e a entrada de Leto no projeto levanta questões sobre quanto de conteúdo inédito será mostrado na nova versão de Snyder da “Liga da Justiça”. Vale lembrar que o cineasta foi um dos produtores de “Esquadrão Suicida”, que, por sua vez, contou com uma aparição do Batman vivido por Ben Affleck – e o diretor David Ayer também está em campanha pela produção de um “Ayer Cut” daquele filme. A nova versão da “Liga da Justiça” é uma produção da HBO Max, que vai relançar o longa como uma minissérie de 4 horas e está financiando a nova rodada de filmagens. Enquanto as filmagens avançam, dois produtores que estiveram envolvidos na versão cinematográfica do longa foram afastados da nova edição. Jon Berg e Geoff Johns, então executivos da Warner, que supervisionaram o trabalho de Snyder e a refilmagem de Joss Whedon lançada em 2017, não participarão nem receberão créditos por seu trabalho na nova versão, segundo fontes do THR. Os dois teriam decidido remover seus nomes do “Snyder Cut”, uma vez que não trabalharam nesta versão e não são mais executivos do estúdio. Mas eles também foram alvos de denúncias de Ray Fisher, que os acusou de permitir abusos e má conduta de Joss Whedon durante as refilmagens. É interessante reparar que o ator, anteriormente bastante inflamado em suas acusações, baixou o tom nas últimas semanas e está participando das refilmagens. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após ele encerrar as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para assumir a pós-produção, que na prática resultou em refilmagem de boa parte do longa. A intervenção seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Os fãs, que sonhavam um dia ver isso, conseguiram manter uma campanha pela liberação da versão do diretor entre os tópicos mais comentados do Twitter por meses a fio, e esse esforço acabou tendo um efeito inesperado. No ano passado, a Warner foi comprada pela AT&T, teve sua diretoria inteira trocada e sua prioridade passou a ser produzir lançamentos atrativos em streaming. A inauguração da HBO Max virou o jogo, fazendo a Warner não só topar, como desembolsar mais dinheiro para Snyder refazer o longa, que, ao contrário do que o próprio diretor dava a entender, encontrava-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento está contando com a volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas cenas – e não apenas novos diálogos, como foi originalmente noticiado. Oficialmente intitulada, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics será lançado em streaming em 2021, em data ainda não confirmada.
Deixando Neverland vai ganhar continuação
O diretor Dan Reed decidiu filmar uma sequência do seu documentário “Deixando Neverland”, em que pretende mostrar as batalhas legais de Wade Robson e James Safechuck, os dois acusadores de Michael Jackson que deram seus depoimentos para seu filme. Ambos alegam que Jackson cometeu abuso sexual contra eles quando eram menores de idade, e processam a MJJ Productions e a MJJ Ventures, que administram o legado do cantor, para tentar ganhar algum reconhecimento de culpa. Paralelamente, os responsáveis pelo legado de Jackson querem impedir a produção dessa continuação, processando o diretor e sua companhia de produção, a Amos Pictures. Os advogados também querem que o juiz obrigue Reed a testemunhar em julgamento e entregar documentos de produção do filme. O diretor rebateu a tentativa de processo com uma moção alegando que ele e sua companhia não são baseados nos EUA, e sim no Reino Unido, além de dizer que não tem nenhuma afiliação pessoal com Safechuck e Robson, que não foram pagos para aparecer nos filmes. O canal britânico Channel 4, que está apoiando a produção do documentário, acrescentou que o novo filme buscará abordar as ramificações legais do caso de todos os ângulos, inclusive o da defesa de Jackson. O diretor anexou à sua moção cópias de e-mails entre ele e Howard Weitzman, o principal advogado do legado de Jackson no caso. Weitzman chegou a ter uma reunião com os produtores, mas acabou recusando-se a aparecer no filme. O caso da MJJ Productions contra Reed chegará a julgamento em abril de 2021. Já o caso de Safechuck foi rejeitado por um juiz ontem, e o acusador de Jackson prepara recurso. A demanda de Robson, por sua vez, deve chegar aos tribunais só em junho do ano que vem. A continuação de “Deixando Neverland” não tem data de estreia definida e nem a HBO, que exibiu o primeiro filme em todo o mundo (inclusive no Brasil), ainda não fechou acordo para fazer o mesmo com a sequência. Além de dar o que falar, “Deixando Neverland” venceu o prêmio Emmy de Melhor Documentário e um BAFTA de melhor série factual.
Tom Cruise é flagrado em filmagens de Missão: Impossível em Veneza
O astro Tom Cruise voltou a ser flagrado por fãs e paparazzi filmando cenas de ação da franquia “Missão: Impossível” na Itália. Os novos vídeos e fotos o encontram em Veneza, pulando entre barcos no canal que corta a cidade. As imagens também mostram o ator usando máscara, mas isso pode ser apenas para o ensaio, já que Cruise não filmou nenhuma das cenas anteriores, em Roma, Londres e no interior da Noruega, com proteção contra o coronavírus. Veneza seria a primeira parada europeia da produção. Parte da equipe estava nas locações em fevereiro passado, quando a cidade entrou em lockdown, suspendendo os trabalhos. Em vez de reescrever as cenas para transpor a ação para outro local, o diretor Christopher McQuarrie optou por retomar a produção em agosto na Inglaterra, um dos primeiros países europeus a implementar protocolos de segurança para a volta das filmagens durante a pandemia, e retornar a Veneza só mais tarde – nesta semana – , quando a situação se normalizasse e fosse possível realizar as cenas programadas. O adiamento inevitável das filmagens, porém, teve um custo. O filme perdeu um dos integrantes de seu elenco original, devido a conflito de agenda de Nicholas Hoult (“X-Men: Fênix Negra”). Assim, Esai Morales, que viveu o vilão Exterminador na 2ª temporada de “Titãs”, foi contratado para seu lugar, como antagonista das continuações. Continuações, no plural. A Paramount deu sinal verde para a produção simultânea de dois longas. Ambos foram escritos e serão dirigidos por Christopher McQuarrie, que retorna ao posto após o sucesso dos dois últimos filmes, “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015) e “Missão: Impossível – Efeito Fallout” (2018). Tom Cruise retoma seu papel na franquia, como o agente Ethan Hunt, ao lado de outros integrantes da saga de espionagem, como Rebecca Ferguson e Simon Pegg, intérpretes de Ilsa Faust e Benji Dunn, e Vanessa Kirby, recentemente introduzida como Alanna Mitsopolis/Viúva Branca. Além deles, outro retorno confirmado é o de Henry Czerny (mais conhecido pelo papel de vilão da série “Revenge”), que viveu Eugene Kittridge, diretor da Força Missão: Impossível (IMF, na sigla em inglês) no primeiro longa, de 1996. Para completar, as novidades ainda incluem Hayley Atwell (“Agent Carter”), Shea Whigham (também de “Agent Carter”) e Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia”). Parte deste elenco também foi clicado em sua chegada em Veneza. Veja abaixo. Devido à paralisação das filmagens, as duas sequências receberam novas previsões de estreia da Paramount. “Missão: Impossível 7” ficou para 19 de novembro de 2021, e o filme seguinte, “Missão: Impossível 8”, foi remarcado para 4 de novembro de 2022. Venice, Italy October, 2020 #TomCruise #MissionImpossible7 #MI7 pic.twitter.com/XN9z8rpnBj — Crazy for Tom Cruise (@Crazy4TomCruise) October 20, 2020 Da una delle città più belle d'Italia, e del mondo, a un'altra 🇮🇹 #MissionImpossible7 #TomCruisehttps://t.co/NFzLvxklFc — Paramount Network Italia (@ParamountItalia) October 21, 2020 Tom Cruise still films his own stunts at 58 and he was seen jumping from one water taxi to another for a #MissionImpossible7 scene today – see photos! https://t.co/lEV81Kj7Qi — JustJared.com (@JustJared) October 20, 2020 MISSION IMPOSSIBLE 7. VENICE#TomCruise #MissionImpossible7 #Venice pic.twitter.com/znzCMddHnW — TOP GUN : MAVERICK (@Ethan77079079) October 20, 2020 ピョンピョン跳びまくりのおトム様。#トム・クルーズ #TomCruise #MissionImpossible7 #MI7 #ミッションインポッシブル #ミッションインポッシブル7 #filming #Venice pic.twitter.com/YX0KZVK1TH — セレブ247(写真提供:アフロ) (@celeb247) October 21, 2020 #TomCruise spotted masked up filming #MissionImpossible7 in Venice, Italy. pic.twitter.com/GAdLiEjHzI — Critix (@wearecritix) October 21, 2020 MISSION IMPOSSIBLE 7: @TomCruise jumps into a water taxi on the set of "Mission: Impossible 7" in Venice, Italy. (Photo: MEGA/GC Images) #TomCruise #entertainment #MI7 #MissionImpossible7 #movies #venice pic.twitter.com/KpZcfgbz2y — On The Red Carpet (@OnTheRedCarpet) October 21, 2020 WATCH FULL CLIP HERE: https://t.co/I8YFuRKFQ9Tom Cruise made quite the entrance as he arrived onto the Mission Impossible 7 set in Venice on Tuesday, as he rolled up on top of a river boat.#TomCruise #MissionImpossible7 #Venice pic.twitter.com/YfAkl56Ngw — Kenny Do (@KennyDo1) October 21, 2020 pom klementieff, hayley atwell, and simon pegg in venice #MissionImpossible7 pic.twitter.com/MiC3USPeFK — best of pom (@pomkIementieff) October 20, 2020
Sigourney Weaver teve que aprender a não respirar por 6 minutos para filmar Avatar 2
Sigourney Weaver revelou, em entrevista ao New York Times Magazine, que passou por um treinamento marinho rigoroso e aprendeu a prender a respiração por seis minutos para filmar as cenas subaquáticas de “Avatar 2”. Com 71 anos, Weaver disse que ficou “preocupada” quando leu o roteiro, mas não queria que pensassem que ela era “velha demais” para fazer o filme. “Minha esperança, quando faço algo louco como isso, é que o universo me recompense de maneira igualmente doida. Eu nunca digo para mim mesma: ‘Bom, não posso fazer isso’. Eu sempre penso: ‘Deixe eu tentar! Vamos ver’.” Ela contou que fez treinamentos no mar do Havaí e na Flórida. “Eu ia até o fundo do mar e me reclinava lá, enquanto arraias passavam por cima de mim tranquilamente”, detalhou. A atriz também recebeu orientações e treinamento, assim como os outros atores do filme, ministrados por mergulhadores militares de elite. Uma das coisas que precisou aprender foi não apertar os olhos ou fechar a boca – reações naturais de quem está submerso – durante as filmagens em um gigantesco tanque de água. Além disso, tinha que atuar com pesos foram amarrados à sua cintura, para que conseguisse se mover mais naturalmente embaixo d’água. E cada cena requeria muitos takes, porque mergulhadores profissionais a levavam de volta à superfície em busca de ar em intervalos curtos e regulares. “Eu tinha algumas preocupações”, ela ponderou. “Mas é para isso que serve o treinamento. E eu realmente queria fazer isso”. Recentemente, o diretor James Cameron revelou que já terminou as filmagens de “Avatar 2” e estaria perto de encerrar “Avatar 3”. Os dois filmes estão sendo rodados simultaneamente para economizar as despesas de orçamento e o tempo de produção. Apesar disso, o trabalho ainda está muito longe de acabar, já que a franquia depende de muitos efeitos visuais, criados na pós-produção. Não por caso, a Disney adiou o lançamento de “Avatar 2” para dezembro de 2022. Isto permite mais de dois anos para aperfeiçoar o visual, com um hiato de mais um par de anos até o lançamento de “Avatar 3”, em dezembro de 2024.
Ministério Público questiona Ancine sobre destino dos milhões do audiovisual
O Ministério Público Federal questionou, num ofício datado de 13 de outubro, porque a Agência Nacional do Cinema (Ancine) aprovou apenas um projeto para obter recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) num período de dez meses. O procurador Sergio Suiama deu 15 dias de prazo para a agência responder esta e outras demandas, e este prazo acaba na próxima quarta (28/10). No ofício, obtido pela reportagem do jornal O Globo, o MP pede explicações à agência e a seu diretor-presidente, Alex Braga, sobre a razão de não terem sido deliberados projetos destinados ao FSA entre agosto de 2019 e maio de 2020. “No período de onze meses entre julho de 2019 e maio de 2020, consta que nenhum projeto passou pela fase de elaboração de alíquotas de retorno financeiro, o que levou a um significativo déficit. Desse modo, requisito a V.S.a. que esclareça a paralisação da elaboração de alíquotas no mencionado intervalo, bem como quantos projetos aguardam a elaboração de relatório de adimplência pela ANCINE dentre os enviados ao BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, responsável pelo pagamento dos contratos) para contratação”. O documento também compara o número atual com o de projetos contratados nos governos anteriores: “Considerando que, no ano de 2018, a média de projetos contratados destinados aos recursos do FSA era de 25 (vinte e cinco) ao mês, valor que se iguala ao montante total dos últimos 14 (catorze) meses, requisito a V.S.a. que especifique as razões para a drástica queda na média em 2019 e 2020”. O ofício também solicita que a agência “apresente as metas e estimativas de conclusão de projetos (contratação pelo BRDE e publicação em Diário Oficial), contemplando tanto os projetos já acumulados ao longo do período analisado, quanto os novos que forem submetidos à apreciação desta autarquia”. Vale observar: o FSA não está paralisado há dez meses, mas há um ano e dez meses, desde que Bolsonaro se tornou presidente. A Pipoca Moderna alerta para este fato desde agosto do ano passado, quando o então ministro da Cidadania Osmar Terra suspendeu um edital de filmes LGBTQIA+ denunciado pelo presidente usando como justificativa a necessidade de recomposição dos membros do Comitê Gestor do FSA. Para as verbas serem liberadas, é preciso formar um Comitê Gestor, e o governo Bolsonaro só tomou essa iniciativa em dezembro do ano passado. Na ocasião, o comitê comunicou a existência de um montante de R$ 703,7 milhões, relativo à taxas de Condecine e Fistel cobradas do setor audiovisual em 2018, que estaria disponível para produções de filmes, séries e games nacionais em 2019. Este valor, porém, nunca foi utilizado. Desde então, as poucas reuniões realizadas pelo comitê discutiram empréstimos bancários e outras pautas, menos a liberação do FSA – a razão de existência do chamado Comitê Gestor do FSA. O fato mais preocupante é que, em junho passado, a Ancine sugeriu num comunicado contábil bastante vago – e sem dar maiores explicações – que o dinheiro do FSA teria sumido. Até a eleição de Bolsonaro, o governo federal costumava liberar o FSA no começo de cada ano. Assim sendo, já são dois anos completos de verbas do FSA que o desgoverno atual não libera – algo em torno de R$ 1,5 bilhão. Este dinheiro já foi arrecadado, via taxas. Apenas não foi disponibilizado onde deveria, para cumprir o objetivo legal de sua arrecadação. O MP está puxando um fio que pode conduzir a uma bomba.
Raya e o Último Dragão: Nova animação da Disney ganha trailer dublado
A Disney divulgou o pôster e o primeiro trailer de sua nova animação, “Raya e o Último Dragão” (Raya and the Last Dragon), em versões dublada e legendada. A prévia é impressionante, ao combinar aventura, ação, fantasia, uma nova heroína lutadora de artes marciais e até um bichinho fofo de estimação, Tuk Tuk, um adorável tatu-bola – que fica menos fofo após se tornar gigante. Mas principalmente pela qualidade visual dos desenhos, mostrando um novo salto evolutivo na técnica de animação por computação gráfica. Criada pelo roteirista vietnamita-americano Qui Nguyen (“The Society”) e a roteirista malaia Adele Lim (“Podres de Ricos”), Raya tem traços asiáticos e é dublada em inglês por Kelly Marie Tran, a rebelde Rose Tico da franquia “Star Wars”. Ela é uma guerreira destemida que busca salvar seu reino das forças do mal. A trama se passa em uma terra de fantasia fictícia chamada Kumandra, que foi dividida em cinco regiões com diferentes clãs de pessoas, que antes viviam em harmonia com os dragões. Porém, monstros malignos chamados Druun invadiram esse mundo e os dragões se sacrificaram para salvar a humanidade. Quinhentos anos depois, os Druun estão de volta, mas um dragão foi deixado para trás, caso a ameaça reaparecesse. Raya, então, parte atrás do último dragão, chamado Sisu, que pode se transformar em um ser humano. Ela encontra a criatura na forma de uma velha (dublada por Awkwafina, de “Jumanji: Próxima Fase”), e as duas devem recuperar a identidade perdida do dragão para deter os Druun para sempre. A animação é dirigida por Don Hall (“Moana”), Carlos López Estrada (“Ponto Cego”) e os estreantes na função Paul Briggs e John Rippa, veteranos da Disney que trabalharam em várias animações famosas do estúdio, de “A Princesa e o Sapo” (2009) a “Zootopia” (2016). A animação deveria estrear nos cinemas em novembro, mas a pandemia de coronavírus adiou seu lançamento para 12 de março de 2021 nos EUA.
Vingadores voltam a se juntar em apoio à Joe Biden
Os diretores e astros do blockbuster “Vingadores: Ultimato”, maior bilheteria de cinema em todos os tempos, voltaram a se juntar na noite terça-feira (20/10), desta vez por uma causa política do mundo real. Batizado de “Voters Assemble!” em alusão ao grito de guerra dos super-heróis (“Vingadores Unidos” ou “Avengers Assemble”, em inglês), o evento reuniu os irmãos Joe e Anthony Russo, diretores dos dois últimos longas dos Vingadores, além dos atores Chris Evans (o Capitão América), Robert Downey Jr. (o Homem de Ferro), Scarlett Johansson (a Viúva Negra), Mark Ruffalo (o Hulk), Paul Rudd (o Homem-Formiga), Don Cheadle (o Máquina de Combate) e Zoe Saldana (a Gamora), Eles se reencontraram via videoconferência para apoiar e arrecadar fundos para a campanha de Joe Biden à presidência dos EUA, e tiveram companhia da candidata à vice-presidência, senadora Kamala Harris. A senadora do Partido Democrata mostrou conhecer “Os Vingadores” e prestou homenagem a Chadwick Boseman, a estrela do “Pantera Negra” que morreu em agosto, a quem ela chamou de amigo querido. Mas foi o marido de Harris, o advogado de entretenimento Doug Emhoff, quem roubou a cena numa participação especial, ao chamar Trump de “um vilão adequado para o Universo Cinematográfico da Marvel”. A reunião dos Vingadores foi o mais potente evento político de apoio a Biden realizado em Hollywood, mas muitos outros estão sendo realizados nos EUA. O elenco do musical de sucesso da Broadway “Hamilton” também se juntou à campanha democrata na sexta-feira passada (16/10) e diversos atores descendentes de sul-asiáticos, como Mindy Kaling, Kumail Nanjiani e Lilly Singh, manifestaram-se em outro encontro pró-Biden. Atualmente, Joe Biden lidera as pesquisas das eleições para presidente dos EUA, com 50% de intenção de voto contra 41% de Donald Trump, em levantamento apurado pelo jornal The New York Times na terça-feira (20/10).
El Cid: Novo teaser da série épica da Amazon destaca personagens femininas
A Amazon Prime Video divulgou um novo teaser de “El Cid”. Após a primeira prévia trazer batalhas medievais épicas, dignas de “Game of Thrones”, o segundo vídeo destaca as personagens femininas da trama, em sua luta por justiça numa época em que mulheres tinham poucos direitos. Estrelada por Jaime Lorente (o Denver de “La Casa de Papel”), a série vai contar a jornada épica do personagem-título, que apesar de lendário realmente existiu no século 9. O jovem que virou herói de guerra e escudeiro do rei, vai precisar lidar com traições enquanto busca seu lugar dentro da complexa monarquia que tenta controlá-lo. A principal personagem feminina destacada no teaser é a Infanta Urraca (vivida por Alicia Sanz, de “O Clube dos Meninos Bilionários”), que aparece lamentando para sua mãe, a Rainha Sancha “A Bela” (Elia Galera, de “El Príncipe”) que só não conquistará o poder porque é mulher. O elenco também destaca José Luis García Pérez (“Ibiza: Tudo pelo DJ”) como o Rei Fernando I “O Grande”, além de Lucía Guerrero (“Dinheiro em Jogo”), Carlos Bardem (“Assassin’s Creed”) e Juan Echanove (“Desaparecidos”), entre outros. Ainda sem previsão de estreia, a trama pretende explorar as diversas comunidades religiosas que coexistiram na Espanha medieval, incluindo cristãos, árabes e judeus, além de mostrar como El Cid foi capaz de ganhar a admiração de todos eles e, eventualmente, conquistar e reinar em Valência. Com produção da Zebra Producciones, a série foi criada por José Velasco (“Centro Médico”) e Luis Arranz (“Zona Hostil”), tem direção de Adolfo Martínez Pérez (também de “Zona Hostil”) e Marco A. Castillo (“Águia Vermelha”), e trilha sonora original composta por Gustavo Santaolalla, vencedor do Oscar por “O Segredo de Brokeback Mountain” (2005) e “Babel” (2006).











