Sob Pressão é renovada para 5ª temporada
A Globo encomendou novos episódios da série médica “Sob Pressão”. Antes mesmo do início das gravações da 4ª temporada, que estão prevista para fevereiro, Lucas Paraizo e sua equipe começarão a trabalhar nos roteiros da 5ª temporada da atração. De acordo com informações da colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, as primeiras reuniões acontecerão em janeiro e a produção já está escalando os atores que farão participações especiais nos próximos capítulos. A série ganhou recentemente dois episódios especiais, “Sob Pressão: Plantão Covid”, que retratou o auge da crise do coronavírus, mostrando a nova rotina dramática de Carolina (Marjorie Estiano), Evandro (Julio Andrade) e outros médicos num hospital de campanha no Rio de Janeiro. Para gravar os dois episódios em agosto, o elenco de “Sob Pressão” foi o primeiro a voltar a trabalhar nos estúdios da Globo, em plena pandemia. Para isso, protocolos de segurança contra a covid foram seguidos rigorosamente. Foram 21 dias intensos de filmagem, com testes de covid semanais e, segundo os atores, grande desgaste físico e emocional, mas o elenco passou pelas gravações sem nenhuma contaminação.
Diretor de Muita Calma Nessa Hora vai comandar nova série de comédia da Globo
O diretor Felipe Joffily, de “Muita Calma Nessa Hora” (2010) e sua continuação, vai comandar uma nova de humor na Globo, após o sucesso de “Filhos da Pátria”. Intitulada “Encantado’s”, a série foi criada por Renata Andrade e Thais Pontes e gira em torno de dois irmãos na faixa dos 50 anos que moram no bairro do Encantado. Olímpia e Heraldo herdaram do pai um supermercado e uma escola de samba. Enquanto ela tem o sonho de se tornar uma grande empresária, ele quer priorizar a agremiação. Com 15 episódios, a produção deve ser lançada em 2021.
Astro de SWAT revela ter testado positivo para covid-19
O ator Shemar Moore, conhecido por seu papel como Daniel “Hondo” Harrelson na série policial “SWAT”, revelou na quarta-feira (24/12) em seu Instagram que testou positivo para covid-19. O ator escreveu um mensagem em que afirma: “EU TENHO COVID!!! Acabei de descobrir há alguns instantes…. Vou ficar embrulhando presentes… Sim… Fui testado e disseram que TENHO COVID !!!” Ele revelou que, inicialmente, pensou que tivesse uma intoxicação alimentar. Entre seus sintomas, Moore descreveu estar sentindo “calafrios e dores”, mas ainda pode cheirar e sentir o gosto das coisas, e não tem coriza ou tosse. “Tenho que aceitar os resultados dos exames. Me sinto bem agora, mas tenho que ser responsável!!!!” continuou o ator. “Meu Natal e Ano Novo claramente não vai ser o melhor… meu último ano e meio não foi o melhor… mas eu ficarei bem!!!!” Moore encerrou a postagem encorajando todos a se manterem seguros e usar máscaras. Veja a postagem inteira abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Shemar Moore (@shemarfmoore)
Lee Wallace (1930 – 2020)
O ator Lee Wallace, que se especializou em viver prefeitos no cinema, morreu no domingo (20/12) em Nova York, aos 90 anos, após uma longa doença, anunciou sua família. Nascido Leo Melis no Brooklyn, em 15 de julho de 1930, ele estudou na NYU (Universidade de Nova York) e com o professor de teatro Michael Howard por sete anos, tornando-se presença regular no Williamstown Theatre Festival em Massachusetts em meados dos anos 1960. Ele também trabalhou em oito produções da Broadway, de “A Teaspoon Every Four Hours”, em 1969, até “The Apple Doesn’t Fall”, em 1996, dirigido por Leonard Nimoy. Sua carreira cinematográfica começou com figurações no suspense “Klute, O Passado Condena” (1971), de Alan J. Pakula, e na comédia de ação “Os Quatro Picaretas” (1972), de Peter Yates. Mas foi sua semelhança física com o político Ed Koch, prefeito da cidade de Nova York de 1978 a 1989, que acabou lhe garantindo papéis de maior destaque. Quatro anos antes de Koch ser eleito, Wallace interpretou um prefeito de Nova York sitiado no célebre thriller policial “O Sequestro do Metrô” (1974), dirigido por Joseph Sargent. Depois disso, voltou ao cargo no drama “Daniel” (1983), de Sidney Lumet, e foi escolhido por Tim Burton para ser o prefeito de Gotham City em “Batman” (1989). Wallace também apareceu na comédia de sucesso “A Recruta Benjamin” (1980), ao lado de Goldie Hawn, e em muitos trabalhos televisivos. Sua despedida das telas aconteceu em 1992, quando trabalhou em um episódio de “Lei & Ordem”, no telefilme “O Último Desejo” e no filme “Romance de Outono”, com Shirley MacLaine. Ele era casado há 45 anos com a atriz Marilyn Chris (“Lua de Mel de Assassinos”), com quem tinha um filho, Paul.
Estreias online: Bridgerton é a principal série da semana
A primeira produção de Shonda Rhimes para a Netflix é a principal série online da semana. “Bridgerton” pode ser definida como uma combinação de “Orgulho e Preconceito” com “Gossip Girl”, mas é, na verdade, baseada numa coleção literária da escritora Julia Quinn. Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e a série vai seguir esse padrão ao se concentrar, em sua 1ª temporada, na filha mais velha, Daphne (Phoebe Dynevor, da série “Younger”), que espera encontrar um amor verdadeiro para poder se casar o quanto antes. No entanto, diversas calúnias atrapalham seus planos, fazendo com que todos os pretendentes em potencial desapareçam. A solução é fingir um noivado com um pretende com fama de mulherengo. Descrito como um aristocrata de olhos azuis nos livros de Julia Quinn, o protagonista masculino, Simon Basset, Duque de Hastings, é interpretado por Regé-Jean Page. O ator já trabalhou numa produção da Shondaland, “For the People”, e é negro como a produtora. As produções de Shonda Rhimes geralmente destacam protagonistas negros, como Kerry Washington em “Scandal” e Viola Davis em “How to Get Away with Murder”, mas se essa propensão progressista funciona muito bem em tramas contemporâneas, levaram ao desastre em “Still Star-Crossed”, uma versão de “Romeu e Julieta” com intérpretes negros e trama descolorida. “Bridgerton” segue a tendência de neutralidade racial de “Still Star-Crossed”, povoando a trama com aristocratas negros, que são encarados com naturalidade anacrônica – como se racismo e intolerância não existissem na aristocracia britânica do início do século 19, época em que a escravidão ainda alimentava grandes fortunas, é bom lembrar… Este detalhe também reforça que a série é uma grande fantasia. As demais estreias incluem alguns especiais de fim de ano da Globo (disponibilizados na Globoplay), documentários da Disney+ (Disney Plus) e uma curiosa versão de “Betty, a Feia”, em que a Televisa refaz a série americana “Ugly Betty” – que é bem diferente da novela original. Vale destacar também “A Casa Animada”, por sua premissa de “Big Brother” do mundo da animação. Embora os críticos americanos não sejam muito fãs, o desenho exibido originalmente entre 2004 e 2007 ganhou status cult pela ideia de confinar diferentes personagens típicos de desenhos animados numa mesma casa. Chega à Paramount+ com suas três temporadas completas. Bridgerton | EUA | 1ª Temporada (Netflix) Betty em Nova York | EUA | 1ª Temporada (Globoplay) A Casa Animada | EUA | 3 Temporadas (Paramount+) Velozes & Furiosos – Espiões do Asfalto | EUA | 3ª Temporada (Netflix) Shaun the Sheep: The Farmer’s Llamas |EUA | Especial de Fim de Ano (Netflix) 220 Voltz | Brasil | Especial de Fim de Ano (Globoplay) Gilda, Lúcia e o Bode | Brasil | Especial de Fim de Ano (Globoplay) Escola de Balé Americano | EUA | 1ª Temporada (Disney+ (Disney Plus)) A Vida Secreta dos Chimpanzés | EUA | 1ª Temporada (Disney+ (Disney Plus)) Por Dentro da Pixar | EUA | 1ª Temporada (Disney+ (Disney Plus))
Filmes online: Estreia de Soul é o grande destaque deste Natal
Não faltam motivos para ficar em casa neste Natal. Abaixo estão 10. São destaques de uma semana com ótimas opções de estreias online para ver em casa, a começar por “Soul”, animação inédita da Pixar, concebida pelo mesmo diretor de “Divertida Mente”, Pete Docter. “Soul” segue a linha de abordagem de temas abstratos de “Divertida Mente”. Ao acompanhar um personagem na pós e na pré-vida, o filme debate o que significa viver. Para completar, é o primeiro longa da Pixar com protagonista negro. E ao manter a qualidade elevadíssima dos trabalhos do estúdio, também é, claro, favorito ao Oscar de Melhor Animação do ano. A lista de estreias digitais ainda inclui o badalado “Tenet”, de Christopher Nolan, o revival de “Jovens Bruxas”, um dos melhores filmes nacionais do ano, “Boca de Ouro”, e os lançamentos da Netflix “O Céu da Meia-Noite”, “Pequenos Grandes Heróis” e o documentário de Ariana Grande, entre outras opções. Confira os trailers e as plataformas onde os filmes podem ser vistos logo abaixo. Soul | EUA | 2020 (Disney+ (Disney Plus)) Tenet | EUA | 2020 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes) O Céu da Meia-Noite | EUA | 2020 (Netflix) Pequenos Grande Heróis | EUA | 2020 (Netflix) Jovens Bruxas: Nova Irmandade | EUA | 2020 (Apple TV, Looke, Now) Boca de Ouro | Brasil | 2020 (Apple TV, Looke, Now) O Amor de Sylvie | Brasil | 2020 (Amazon Prime Video) Seu Nome Gravado em Mim | Taiwan | 2020 (Netflix) Pequena Garota | França, Dinamarca | 2020 (Apple TV, Google Play, Google Play, NOW, Vivo Play e YouTube Filmes) Ariana Grande: Excuse Me, I Love You | EUA | 2020 (Netflix)
Anitta e diretores de Modo Turbo quebram pau
Com 16 milhões de visualizações no YouTube e recorde histórico como a maior estreia do Spotify Brasil, “Modo Turbo”, gravação de Luísa Sonza com participações de Anitta e Paulo Vittar, é um dos maiores sucessos do pop brasileiro recente. Mas em vez de comemorar, os envolvidos no clipe do projeto estão quebrando o pau. Tudo começou quando, ao responder a dúvida dos fãs sobre a superprodução audiovisual do vídeo no Stories do Instagram, um dos diretores da Alaska Filmes, formada por Gustavo Moraes e Marco Lafer, soltou indiretas para as estrelas do projeto. Sem citar nomes, contou que foi complicado “lidar com o ego e falta de caráter de uma celebridade em específico”. A conversa também identificou Anitta como seu alvo, quando alguém perguntou se ela era “escrota mesmo como falam por aí”: “O que posso dizer é que a gente discorda completamente da conduta profissional da Anitta. Nunca destratei ninguém da minha equipe, simplesmente não entendo por que alguém escolhe deliberadamente tratar mal as pessoas”. A conversa seguiu. “A premissa chegou pra gente por meio da Anitta. Ela teve essa ideia de que a Pabllo, Luísa e ela chegariam no Arcade, encontrariam uma máquina de dança. A partir desse embrião, demos mais contorno pra ideia. Assim que gostamos de trabalhar: contribuindo com ideias que tragam ação, mistério, coisas divertidas para a narrativa”, explicou. “Porque, afinal, acreditamos na colaboração. Para ficar legal, precisa ter muita gente trocando ideia, com respeito da equipe. Ninguém faz nada sozinho”, frisou Marco, marcando Anitta na publicação em que falava sobre colaboração” Luisa Sonza imediatamente reagiu, defendendo Anitta. “Estou desapontada com o posicionamento e a falta de profissionalismo da produtora Alaska filmes. Sabemos como homens se sentem quando uma mulher bem sucedida e poderosa se impõe e é clara com o que ela quer, infelizmente”, tuitou a cantora. Anitta também foi às redes sociais rebater as críticas. “Acho que as pessoas escolheriam poupar sua energia se soubessem minha reação quando vejo falando mal de mim depois que já não está mais na minha presença”, disparou no Twitter. Ela também comentou no tuíte da amiga, dizendo estar envergonhada de ter indicado a empresa para dirigir o clipe. “E eu só a vergonha de ter te falado pra fazer com eles, miga”, escreveu a morena. “Amiga, pelo menos o clipe ficou bonito, o resto, amor, que se exploda”, respondeu a loira. Mais tarde, no Instagram, a cantora que teve seus barracos registrados na série “Made in Honório”, da Netflix, reclamou. “Não tenho um segundo de paz. Não posso nem ter um Natal com a minha família”, disse ela, que está passando férias no México com familiares e amigos. Em seguida, postou uma série de Stories, contando que os problemas começaram após os diretores do duo Alaska descartarem a ideia original das artistas para o clipe. “A Luisa me pediu, e eu dei uma ideia que não era essa, era uma ideia de gamer etc, mas era outra coisa, que tinha mais a ver com o cenário de hoje em dia, para a gente conseguir reverberar em outras campanhas, contratos. Visando outros públicos que não o que já temos. Não estou falando que o clipe está feio, estou falando que minha ideia foi outra”, ressaltou Anitta. Em seguida, ela explicou que foi falar com os diretores a pedido de Luisa e que em nenhum momento foi grossa com eles. “Eu sei que não sou uma pessoa fácil de lidar. Porém nesse dia fui uma princesinha”, disse. “Normalmente se o clipe é meu, eu não me meto. Mas eu fui princesa, fui fofa, por isso que ela [Luisa] foi me defender. Eu fui fofa porque eu estava com vergonha, porque eu tinha falado para ela contratar essa produtora e não estava sendo do jeito que falei. Eu estava pagando de maluca. Nem tinha como não ser fofa”. “Dias antes de o clipe sair, chegamos à conclusão que nos arrependemos. Não está feio, está uma ideia que não é a que a gente queria”, continuou. Ela ainda afirmou que houve atraso nas gravações e que os diretores não mostraram a edição para elas – mas não pretendia vir a público falar sobre o caso, até que soltaram uma crítica em sua direção. “Estava calada na minha e fui chamada para ficar dando opinião, aí desculpa, vou falar. Foi cutucar a minha onça no Natal, na data que eu mais gosto do ano, com a minha família fazendo pavê. Eu falei que estava tudo ruim, falei mal de todo o trabalho, mas juro que falei com uma educação… estou com raiva de ter falado com tanta educação. Pegaram a minha ideia, jogaram no lixo e fizeram outra coisa”. pra quem não entendeu nada pic.twitter.com/Xe7tTql1uE — α l l α n 🐝 (@loveforluan) December 24, 2020 E eu só a vergonha de ter te falado pra fazer com eles, miga 😬 — Anitta (@Anitta) December 24, 2020
Globo de Ouro gera polêmica por classificar Minari como Filme Estrangeiro
A Associação dos Correspondentes Estrangeiros de Hollywood, responsável pelo Globo de Ouro, tornou-se alvo de protestos de vários integrantes da indústria do cinema dos EUA ao classificar o filme americano “Minari”, vencedor do Festival de Sundance deste ano, na disputa de Melhor Filme Estrangeiro. O longa de Lee Isaac Chung estrelado por Steven Yeun (“The Walking Dead”) é uma produção americana, filmada nos EUA por um cineasta americano, que acompanha a luta de uma família de imigrantes sul-coreanos para atingir o sonho americano. “’Minari’ é o melhor filme e o filme mais americano que vi este ano”, tuitou Phil Yu, do popular site Angry Asian Man, puxando o protesto. “Isso é uma besteira completa.” Yu foi um dos primeiros a manifestar sua indignação após a seleção dos filmes estrangeiros do Globo de Ouro ser divulgada. Outra foi a cineasta Lulu Wang, que enfrentou o mesmo problema no ano passado quando seu filme “A Despedida” (The Farewell) foi classificado como Filme Estrangeiro no Globo de Ouro. “Eu não vi um filme mais americano do que ‘Minari’ este ano”, tuitou Wang. “É uma história sobre uma família de imigrantes, NA América, perseguindo o sonho americano. Nós realmente precisamos mudar essas regras antiquadas que caracterizam os americanos apenas como base em porcentagem de diálogos em inglês.” As regras de elegibilidade do Globo de Ouro declaram que qualquer filme com pelo menos 50% de diálogos em outros idiomas entra na categoria Língua Estrangeira. Grande parte de “Minari” é falado em coreano, mas há muitos diálogos em inglês, numa história completamente americana. Outros filmes com menos diálogos em inglês já foram considerados americanos anteriormente pelo Globo de Ouro, o que levou alguns comentários a sugerir racismo da parte dos organizadores do evento. Harry Shum Jr (“Caçadores de Sombras”), por exemplo, reparou que “Bastardos Inglórios”, de Quentin Tarantino, teve apenas 30% de diálogos em inglês, comparados aos textos em alemão e francês e italiano da produção, e não foi considerado Estrangeiro pelo Globo de Ouro. “’Minari’ é um filme americano”, concluiu ele, na comparação. Além disso, “Babel”, de Alejandro Iñárritu , que incluía cinco idiomas diferentes, também foi considerado americano pelo Globo de Ouro em 2007. E não se pode esquecer que o recente “Me Chame pelo Seu Nome” inclui uma quantia considerável de conversas italianas, foi filmado na Itália e tem diretor italiano, mas também foi considerado americano pelo Globo de Ouro em 2018. O roteirista-produtor Phil Lord (“Anjos da Lei”) foi direto ao ponto no Twitter: “A questão, em relação a ‘Minari’ e o Globo de Ouro, não é um descuido. É uma escolha. As regras poderiam e deveriam ter mudado depois do ano passado [por causa de ‘A Despedida’]. Este ano, muitas pessoas argumentaram que ‘Minari’ é um filme americano. Esta é uma decisão cuidadosamente considerada, deliberada e preconceituosa”. Ele acrescentou: “Eu simplesmente não consigo ver porque QUALQUER filme em qualquer idioma seria desqualificado de competir nas categorias de melhor filme. Qual é a razão? ” Daniel Dae Kim (“Hawaii Cinco-0”) escreveu que colocar ‘Minari’ na categoria de Melhor Filme Estrangeiro era o “equivalente, em cinema, a ser xingado ‘volte para seu país’, quando esse país é na verdade os EUA”. Ming Na Wen (“The Mandalorian”) também não ficou feliz. “Isso me irrita em muitos níveis. PAREM COM ESTA ESTUPIDEZ!!”, ela escreveu. “Um filme como ‘Minari’ é o mais americano possível!!! Corrija isso, Globo de Ouro. Especialmente em 2020.” “Só para constar, ‘Minari’ é um filme americano escrito e dirigido por um cineasta americano que se passa na América com um ator principal americano e produzido por uma produtora americana”, tuitou Simu Liu, intérprete de Shang Chi, o Mestre do Kung Fu da Marvel. “… E sem dar spoiler, é uma BELA história de uma família de imigrantes tentando construir uma vida a partir do zero. O que poderia ser mais americano do que isso?” Andrew Phung (“Kim Convenience”) tuitou: “Um lembrete triste e decepcionante de que um filme sobre o sonho americano, ambientado na América, estrelado por um americano, dirigido por um americano e produzido por uma empresa americana, é de alguma forma estrangeiro”. Min Jin Lee, autor de Pachinko, que atualmente está sendo desenvolvido como uma série da Apple, acresentou: “’Minari’ é um filme americano sobre novos americanos. Todos na América, exceto os indígenas, vieram de outro lugar por escolha ou força. A língua inglesa não é uma língua nativa. Chega dessa bobagem sobre os asiático-americanos serem permanentemente estrangeiros. Terminei.” A Associação dos Correspondentes Estrangeiros de Hollywood ainda não se manifestou sobre a polêmica. Veja abaixo o trailer de “Minari”.
Matt Smith revela primeira imagem de seu dragão no prólogo de Game of Thrones
O ator Matt Smith (“Doctor Who”, “The Crown”) divulgou em seu Instagram a primeira imagem conceitual de seu dragão na série “House of the Dragon”, prólogo de “Game of Thrones” em desenvolvimento no canal pago HBO. Na série, ele interpreta o Príncipe Daemon Targaryen e, como membro da casa real de Targaryen, ele comanda seu próprio dragão. Na legenda, ele revelou que sua “montaria” se chama Caraxes. Daemon é o irmão mais novo do Rei Viserys, descrito como “um guerreiro incomparável e um cavaleiro de dragão, que possui o verdadeiro sangue do dragão”. A apresentação do personagem inclui um mau presságio: “Costuma ser dito que sempre que um Targaryen nasce, os deuses jogam uma moeda no ar…” Essa última parte se refere à crença amplamente difundida de que todo Targaryen tem o potencial de ser consumido pela loucura. Além de Matt Smith, o elenco tem confirmadas as participações de Paddy Considine (“Peaky Blinders”), no papel do Rei Viserys Targaryen, escolhido pelos senhores de Westeros para sentar no Trono de Ferro e liderar o continente, Emma D’Arcy (“Truth Seekers”) como a princesa Rhaenyra Targaryen (filha do rei) e Olivia Cooke (“Bates Motel”) como Alicent Hightower, a filha do Mão do Rei – a segunda posição oficial mais poderosa nos Sete Reinos, perdendo apenas para o próprio rei em autoridade e responsabilidade. A nova série foi co-criada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e o escritor George R.R. Martin, autor da saga literária que inspirou “Game of Thrones”. A trama, por sinal, baseia-se num livro de Martin, “Fogo & Sangue”. A produção também contará com o retorno de um diretor veterano de “Game of Thrones”, Miguel Sapochnik, responsável pelo famoso episódio da “Batalha dos Bastardos”, que dirigirá o piloto e capítulos adicionais. As gravações estão marcadas para o começo de 2021 para uma estreia apenas em 2022. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Matt Smith (@real.matt.smith)
3ª temporada de Cobra Kai tem estreia antecipada para semana que vem
A aguardada 3ª temporada de “Cobra Kai” teve sua estreia antecipada. A Netflix divulgou um vídeo que mostra Johnny Lawrence, o protagonista da série vivido por William Zabka, antecipando a data em uma semana no site oficial da série na Netflix. Originalmente prevista para 8 de janeiro, a nova temporada agora será lançada na sexta-feira da semana que vem, dia 1 de janeiro. A 3ª temporada também é a primeira leva de episódios inéditos da série na Netflix. Para quem não sabe, “Cobra Kai” era a série original de maior sucesso do YouTube Premium, um projeto que tentava transformar o YouTube num serviço de assinaturas para rivalizar com a Netflix, mas a iniciativa não emplacou porque as demais atrações não tiveram a mesma repercussão, levando ao abandono completo do projeto premium de conteúdo pago do portal. Com isso, a Sony, que produz o programa, acertou sua transferência para a Netflix. E o YouTube abriu mão até da exclusividade dos episódios que financiou para ajudar a produção a encontrar uma segunda vida na plataforma rival. Assim, a Netflix retransmitiu as duas temporadas que já tinham sido exibidas no YouTube. E mesmo já sendo a mais vista do YouTube Premium, a 1ª temporada de “Cobra Kai” teve mais de 50 milhões de novas visualizações em suas primeiras quatro semanas na nova plataforma. A série estourou sem ter um episódio inédito sequer. Vale observar que a 3ª temporada já estava sendo produzida pelo YouTube quando a Netflix adquiriu a atração. Mas o sucesso impressionante da atração já fez a Netflix encomendar a 4ª temporada. Continuação de “Karatê Kid”, a trama retoma os personagens que marcaram época, mais de três décadas depois dos acontecimentos do filme, para abordar a rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram em 1984. Os dois são homens muito mudados, e Lawrence, que era um vilãozinho, experimenta uma jornada de redenção na trama. Mas isso também faz reviver sua antiga rixa com LaRusso, com consequências trágicas para as pessoas ao redor dos dois.
Produtor chinês da nova série dos criadores de Game of Thrones teria sido envenenado
O presidente e CEO da desenvolvedora de jogos chinesa Yoozoo, Lin Qi, atualmente ligado à vindoura adaptação da sci-fi “O Problema de Três Corpos”, da Netflix, foi hospitalizado após sofrer uma alegada tentativa de envenenamento. Uma autoridade do Governo Popular Municipal de Xangai descreveu que um “colega” de Qi foi detido e haveria uma investigação em andamento. A polícia recebeu um boletim de um hospital municipal no dia 17 de dezembro, afirmando que um paciente, “um homem de 39 anos, de sobrenome Lin, provavelmente foi envenenado”. O site do governo de Xangai acrescentou: “Após investigação, a polícia disse que as suspeitas recaíram sobre um homem de 39 anos de sobrenome Xu, um dos colegas de Lin. Xu foi detido e uma investigação está em andamento”. A Yoozoo divulgou um comunicado na quarta-feira (23/12), afirmando que Lin havia sido internado num hospital em 16 de dezembro e que sua condição é estável. A empresa não revelou o nome do suspeito, mas disse que o responsável pelo envenenamento trabalha em sua filial de cinema e TV. O crime aumenta mais a polêmica em torno da adaptação de “O Problema de Três Corpos”. Senadores dos EUA do Partido Republicano, o mesmo do presidente Trump, acusaram a série, que adapta uma célebre trilogia sci-fi do escritor chinês Liou Cixin, de propagar a “perigosa propaganda” do Partido Comunista. O livro original se tornou a primeira obra asiática a ganhar o prêmio Hugo, principal honraria da literatura de ficção científica, e o projeto da adaptação está sendo sendo desenvolvido por David Benioff e D.B. Weiss, criadores da série “Games of Thrones”, em parceria com Alexander Woo, showrunner de “The Terror”, o cineasta Rian Johnson, que dirigiu “Guerra nas Estrelas: O Último Jedi”, e as empresas de entretenimento Plan B, de Brad Pitt, e Yoozoo, de Lin Qi. A história conta o primeiro contato da humanidade com uma civilização alienígena e os responsáveis pela adaptação a consideram épica e “ambiciosa”.
Warner anuncia lançamento de prólogo de Mad Max e outros filmes para 2023
A Warner Bros Pictures anunciou as datas de lançamento de três grandes filmes nos cinemas em 2023. Além de destacarem as produções, os anúncios são uma forma de demonstrar ao mercado que o estúdio não está abandonando os cinemas, após programar estreias simultâneas em sua plataforma de streaming HBO Max para todos os seus títulos de 2021. O novo calendário reforça que a estratégia para 2021 é excepcional e criada pelas condições da pandemia, em que muitos cinemas estão fechados ao redor do mundo. Os três lançamentos anunciados são “Furiosa”, prólogo de “Mad Max: Estrada da Fúria”, do diretor George Miller, que ganhou data de estreia em 23 de junho de 2023, o híbrido animado “Coyote vs. Acme”, adaptação do desenho do “Papa-Léguas” com direção de Dave Green, marcado para 21 de julho de 2023, e o musical “A Cor Púrpura”, baseado no espetáculo da Broadway, que chegará aos cinemas americanos em 20 de dezembro de 2023. O anúncio das estreias foi feito por Toby Emmerich, Presidente da Warner Bros. Pictures Group, que ainda revelou a intenção lançar os três títulos exclusivamente nos cinemas e com distribuição mundial (sem incluir a HBO Max em sua estratégia). A data escolhida para o anúncio é significativa, já que a estreia americana de “Mulher-Maravilha 1984” acontece nesta sexta (25/12), com distribuição simultânea nos cinemas e na HBO Max. E a Warner está usando agressivamente este lançamento para vender assinaturas de seu serviço de streaming, com uma campanha forte no Facebook.
Mike Flanagan revela não ter planos para continuação de A Maldição da Mansão Bly
2021 será um ano sem Maldições. O cineasta Mike Flanagan, responsável pelas minisséries “A Maldição da Residência Hill” (The Haunting of Hill House) e “A Maldição da Mansão Bly” (The Haunting of Bly Manor) na Netflix, revelou que não planos para uma 3ª temporada da série de antologia de terror. “No momento, não há planos para mais capítulos”, ele escreveu no Twitter, em resposta a um seguidor que queria saber sobre as chances de uma nova minissérie no futuro. “Nunca diga nunca, é claro, mas agora estamos focados em uma lista completa de outros projetos da [produtora] Intrepid para 2021 e além. Se as coisas mudarem, vamos absolutamente avisar a todos!”. “A Maldição da Residência Hill”, inspirado numa história clássica de terror da escritora Shirley Jackson, foi um grande sucesso para o serviço de streaming, quando estreou em outubro de 2018. Isto inspirou Flanagan a transformar o conceito numa antologia de terror, apresentando outra história de casal mal-assombrada dois anos depois, com “A Maldição da Mansão Bly”, uma adaptação das obras de Henry James. O produtor executivo está atualmente trabalhando com o produtor das duas séries, Trevor Macy, em outro projeto de terror da Netflix: “Midnight Mass”, que também será uma minissérie de terror. Desta vez, os eventos sobrenaturais não estarão restritos a uma casa mal-assombrada, mas à comunidade de uma ilha, que começa a vivenciar fenômenos estranhos após a chegada de um novo padre. “Midnight Mass” está atualmente em pós-produção, mas ainda não tem previsão de estreia. At the moment there are no plans for more chapters. Never say never, of course, but right now we are focused on a full slate of other @intrepid projects for 2021 and beyond. If things change we will absolutely let everyone know! https://t.co/WkkSwsnFlm — Mike Flanagan (@flanaganfilm) December 23, 2020












