The Walking Dead pede para fãs homofóbicos largarem a série
O Twitter oficial da franquia “The Walking Dead” postou uma mensagem forte nesta semana, deixando claro sua postura contra a homofobia, após um de seus atores sofrer ataques nas redes sociais. “Se personagens LGBTQIA+ na televisão (ou outros lugares) te causam desconforto ou raiva, por favor, deixe de nos seguir. Embora também encorajemos você a olhar para seu interior e ser mais receptivo, saiba que não há lugar em nosso fandom para discriminação odiosa ou ignorância intencional. Obrigado.”. A série original é repleta de personagens gays, como Aaron (Ross Marquand), os falecidos Jesus (Tom Payne) e Tara (Alanna Masterson), além do casal Magna (Nadia Hilker) e Yumiko (Eleanor Matsuura). Mais recentemente, o final da 1ª temporada de seu novo spin-off, “The Walking Dead: World Beyond”, celebrou o reencontro do casal formado por Felix (Nico Tortorella) e Will (Jelani Alladin) com um beijo apaixonado. Por conta disso, trolls da internet resolveram atacar o intérprete negro do par, somando dois preconceitos numa mesma mentalidade intolerante. Durante o episódio de 25 de janeiro do podcast “Talk Dead to Me”, Jelani Alladin discutiu a representação LGBTQIA+ no programa, junto com o relacionamento de seu personagem com o Felix de Nico Tortorella. E virou imediatamente alvo de ódio dos fãs homofóbicos da série. “Não consigo curtir os personagens gays de um programa de TV, sinto muito, cara, não posso fazer isso”, comentou um deles. A conta de “The Walking Dead” no Twitter não perdeu tempo para reagir, com a mensagem que indica preferir ter menos público a ter um público odioso. Jelani Alladin ficou impressionado com o apoio e retuitou a mensagem, acrescentando um comentário próprio. “Isso aqui, para sempre. Orgulho de trabalhar em ‘The Walking Dead: World Beyond’, dando vida a este relacionamento LGBTQIA. Vamos dar a eles algo para comentar!”, ele escreveu. E ainda conclamou seu seguidores a retuitarem o post. “RT para irritar os homofóbicos.” Veja os posts abaixo. Hi, hello. If LGBTQIA+ characters on television (or anywhere) make you uncomfortable or angry, please unfollow us. While we also encourage you to look within and be more accepting, know that there is no place in our fandom for hateful discrimination or willful ignorance. Thank you. — The Walking Dead (@TheWalkingDead) January 26, 2021 Forever this. Proud to be back at work on @TWDWorldBeyond and bring this LGBTQIA relationship to life. LETS GIVE EM SOMETHING TO TALK ABOUT @NicoTortorella https://t.co/xtiY0ZHktk — JelaniAlladin (@JelaniAlladin) January 26, 2021
Marcos Mion deixa a Record
A Record decidiu romper contrato com Marcos Mion após uma das mais bem-sucedidas edições de “A Fazenda”. A informação foi revelada pelo colunista Flávio Ricco no R7 (que pertence à Record), mas foi Fefito quem apontou a suposta motivação da saída: os muitos desgastes com a direção do programa no ano passado. O apresentador mostrou insatisfação pública e chegou a chorar ao vivo depois de erros de apuração em provas e regras quebradas. Mion passou a manhã desta quarta (27/1) na sede do canal, na Barra Funda. Com a saída da Record, ele fica livre para negociar com outras emissoras. Nos últimos dias, rumores o colocaram na mira da Globo, que nos próximos meses perderá Faustão e possivelmente Luciano Huck e Angélica, se o apresentador do “Caldeirão do Huck” decidir entrar na política. Mion já teria proposta da Globo, por isso sinalizou que gostaria de deixar a emissora. Mion está na Record desde 2006, onde comandou os programas “Legendários”, “Ídolos”, “A Casa” e ainda fez novelas como “Bicho do Mato”. Nos últimos anos, foi o responsável por renovar o formato de “A Fazenda”, levantando a audiência do reality show a ponto de ter um projeto de talk show engavetado pelo canal, que pretendia deixá-lo exclusivamente naquela atração.
Luke Evans voltará a ser vilão da Disney em Pinóquio
O ator Luke Evans vai voltar a viver um vilão de fábula encantada da Disney. Depois de encarnar Gaston em “A Bela e a Fera” (2017), o astro galês entrou no elenco da nova versão de “Pinóquio”, em que viverá Barker, o Cocheiro, responsável por levar o protagonista à Ilha dos Prazeres, onde crianças podem fazer o que quiserem até virar burros – literalmente, com orelha, focinho e cauda. Evans se junta ao previamente anunciado Tom Hanks, que viverá Gepeto, o marceneiro que cria Pinóquio. A adaptação da obra clássica de Carlo Collodi tem direção de Robert Zemeckis (“De Volta para o Futuro”), que também reescreveu o roteiro de Chris Weitz (“Rogue One: Uma História Star Wars”), escrito há alguns anos. A produção pretende ser mais fiel ao desenho clássico da própria Disney, que venceu dois Oscars em 1941, e será o terceiro lançamento de Pinóquio nos últimos tempos, após a versão italiana de Matteo Garrone (“O Conto dos Contos”), atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros, e uma animação ainda em desenvolvimento por Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”) para a Netflix.
Novo trailer de Raia e o Último Dragão revela muita ação com cenas inéditas
A Disney divulgou um novo pôster e o segundo trailer original (em inglês, sem legendas) da animação “Raya e o Último Dragão” (Raya and the Last Dragon). Repleta de cenas inéditas, a prévia revela uma grande aventura de ação e fantasia, em que uma heroína lutadora de artes marciais lidera um grupo em busca do último dragão do mundo. Para isso, ela enfrenta um exército liderado por uma guerreira rival. Só que o dragão se revela bem diferente do que todos imaginam. O trailer também revela que a premissa mudou completamente desde o anúncio do projeto. O vídeo explica que “Raya e o Último Dragão” se passa em uma terra de fantasia fictícia dividida em cinco regiões com diferentes clãs, que antes viviam em harmonia com os dragões, mas agora estão em conflito permanente. Raya, então, parte atrás do último dragão existente, acreditando que ele pode restaurar a paz. Mas só encontra um bicho tagarela que se transforma em uma mulher Criada pelo roteirista vietnamita-americano Qui Nguyen (“The Society”) e a roteirista malaia Adele Lim (“Podres de Ricos”), Raya tem traços asiáticos e é dublada em inglês por Kelly Marie Tran (a rebelde Rose Tico da franquia “Star Wars”). O elenco cheio de astros asiáticos de Hollywood também destaca Awkwafina (de “Jumanji: Próxima Fase”) como a voz do dragão Sisu, além de Gemma Chan (“Capitã Marvel”), Sandra Oh (“Killing Eve”), Daniel Dae Kim (“Hawaii Five-0”) e Benedict Wong (“Doutor Estranho”). A animação é dirigida por Don Hall (“Moana”), Carlos López Estrada (“Ponto Cego”) e os estreantes na função Paul Briggs e John Rippa, veteranos da Disney que trabalharam em várias animações famosas do estúdio, de “A Princesa e o Sapo” (2009) a “Zootopia” (2016). A animação deveria estrear nos cinemas em novembro, mas a pandemia de coronavírus adiou seu lançamento para 5 de março de 2021 nos EUA, quando também será disponibilizada na Disney+ (Disney Plus).
Robert Rodriguez vai relançar franquia Pequenos Espiões
Depois do sucesso de “Pequenos Grandes Heróis” na Netflix, em que resgatou os personagens do filme “As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl em 3-D” (2005), o diretor Robert Rodriguez planeja relançar outra franquia infantil de sua filmografia. Rodriguez fechou uma parceria com a Skydance Media e a Spyglass Media Group (que comprou o espólio da Miramax) para reviver “Pequenos Espiões” (Spy Kids), após quatro filmes. O diretor lançou o filme original em 2001, seguido por “Pequenos Espiões 2: A Ilha dos Sonhos Perdidos” no ano seguinte e “Pequenos Espiões 3: Game Over” em 2003, retomando a saga com “Pequenos Espiões 4” em 2011. Ele vai escrever e dirigir o próximo filme, que pode ser uma continuação direta, “Pequenos Espiões 5”, ou um reboot completo com novos personagens. No filme original, filhos de um casal de espiões precisam salvar os país de seus inimigos. O elenco incluía Antonio Banderas e Carla Gugino como os pais, além de Alexa PenaVega e Daryl Sabara como as crianças. O elenco apareceu ao longo de toda a franquia. Os quatro filmes foram produções baratas e arrecadaram mais de US$ 550 milhões de bilheteria mundial.
O Grande Gatsby vai virar série do criador de Vikings
Grande clássico da literatura americana, “O Grande Gatsby”, de F. Scott Fitzgerald, vai virar uma série limitada pelas mãos de Michael Hirst, o criador de “The Tudors” e “Vikings”. O projeto está sendo desenvolvido numa coprodução da A+E Studios e ITV Studios e é descrito como uma versão reimaginada da obra de 1925. Em vez de retratar brancos milionários, a trama mergulhará na comunidade afro-americana de Nova York da década de 1920, explorando a vibrante subcultura musical da época – a era do jazz. A série irá explorar as vidas ocultas de seus personagens pelo prisma fragmentado do sonho americano, ao mesmo tempo em que pretende capturar toda a maestria da visão atemporal de Fitzgerald. “Parece que vivi com ‘Gatsby’ a maior parte da minha vida, lendo-o primeiro quando era um garoto, depois ensinando-o em Oxford na década de 1970 e relendo-o periodicamente desde então”, disse Hirst, em comunicado. “Como o crítico Lionel Trilling escreveu uma vez: ”O Grande Gatsby’ ainda está tão fresco como quando apareceu pela primeira vez, ele até ganhou em peso e relevância’. Hoje, enquanto a América busca se reinventar mais uma vez, é o momento perfeito para olhar com novos olhos para esta história atemporal, para explorar seus personagens famosos e icônicos através das lentes modernas de gênero, raça e orientação sexual. A visão profundamente romântica de Fitzgerald não o impediu de examinar e expor o ponto fraco da experiência americana, e é por isso que a história fala tanto da tragédia quanto da esperança, e por isso continuar ressoar até hoje”. A produção conta com o apoio e aprovação de Blake Hazard, bisneta de Scott e Zelda Fitzgerald e curadora do espólio do escritor, que também atua como consultora produtora. “Há muito tempo tenho sonhado com uma versão mais diversa e inclusiva de Gatsby que reflita melhor a América em que vivemos, uma que possa permitir que todos nós possamos nos ver no texto extremamente romântico de Scott”, disse Hazard. “Michael traz uma profunda reverência pelo trabalho de Scott para o projeto, mas também um destemor em trazer uma história tão icônica à vida de uma forma acessível e renovada. Estou muito feliz por fazer parte do projeto.” Hirst vai escrever o piloto e assumir a produção-executiva, com supervisão de Farah Jasmine Griffin e William B. Ransford, pesquisadores de temas afro-americanos na Universidade de Columbia. “O Grande Gatsby” já teve diversas adaptações para as telas, inclusive uma lançada em 1926, um ano após sua publicação. As versões mais conhecidas são as de 1974, estrelada por Robert Redford, e a de 2013, com Leonardo DiCaprio no papel-título. Este filme, dirigido por Baz Luhrmann, ganhou dois Oscars, por Melhor Figurino e Design de Produção (cenografia).
Ritual aborígene marca início das filmagens de Thor: Love and Thunder
As filmagens de “Thor: Love and Thunder” começaram nesta terça (26/1) na Austrália, com direito a ritual com tribos aborígenes, que abençoaram a produção. O ator Chris Hemsworth, intérprete de Thor, postou fotos da cerimônia em seu Instagram, com integrantes das tribos Gadigal, Bidiagal e Maori, além do diretor Taika Waititi (que é neozelandês e descendente de maoris). O evento coincidiu com o Australia Day, feriado comemorado em 26 de janeiro no país, que marca a chegada do primeiro governador britânico ao país em 1788 — e é contestado por muitas tribos aborígenes, que o consideram “o dia da invasão”. Hemsworth refletiu essa divisão no texto que acompanhou as fotos. “Muitos veem 26 de janeiro como uma data que significa o início da expropriação, epidemias de doenças, violência, destruição da cultura, exploração, abuso, separação de famílias e sujeição a políticas de controle social extremo. […] Vamos criar um feriado em que todo mundo possa celebrar este lindo país em comunhão!”, escreveu o ator, que é australiano, junto da hashtag #changethedate (mudem a data). “Thor: Love and Thunder” vai mostrar como Jane Foster (Natalie Portman) assume os poderes de Thor após os eventos de “Vingadores: Ultimato”, quando o Deus do Trovéu partiu com os Guardiões da Galáxia para aventuras espaciais. A estreia está marcada para maio de 2022. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Chris Hemsworth (@chrishemsworth)
Bruce Kirby (1925 – 2021)
O ator Bruce Kirby, que viveu policiais em muitas séries da TV dos anos 1970, morreu no domingo (24/1) em Los Angeles, aos 95 anos. A causa da morte não foi especificada, mas seu filho disse no Facebook que ele “faleceu pacificamente” no Cedars-Sinai Medical Center em Los Angeles. Nascido Bruno Giovanni em Nova York, ele teve uma longa carreira, iniciada na década de 1950 com aparições em teleteatros. Kirby se tornou uma presença familiar na TV durante os anos 1960 e 1970, aparecendo em tudo quanto é tipo de série, incluindo “The Patty Duke Show”, “Guerra, Sombra e Água Fresca”, “Jeannie É um Gênio”, “Arquivo Confidencial”, “Missão: Impossível”, “M*A*S*H”, “Mod Squad”, “Bonanza” e “Os Defensores”. Seu primeiro personagem recorrente foi um policial na série de comédia “Car 54, Where Are You?”, entre 1961 e 1963, e ele se saiu tão bem que acabou se especializando nesse tipo de papel em várias produções – viveu o sargento Al Vine em “Kojak” (de 1973 a 1976), o capitão Harry Sedford em “Holmes and Yoyo” (1976-1977), o detetive George Schmidt em “Shannon” e especialmente o sargento George Kramer em “Columbo” (de 1973 a 1995). Em “Columbo”, seu personagem marcou época como o detetive que geralmente acreditava na historinha do criminoso, apenas para vê-lo desmascarado pelo protagonista, vivido por Peter Falk, no final dos episódios. Mais recentemente, ele ainda interpretou o promotor público Bruce Rogoff em “L.A. Law”, entre 1986 e 1991. Suas aparições finais ainda incluem participações em “Família Sopranos” (The Sopranos), “Numb3rs” e “Scrubs”, na metade dos anos 2000. Embora papéis na TV tenham dominado sua carreira, Kirby fez várias aparições no cinema, sempre pequenas. Algumas, minúsculas, como o papel de um guarda em “Muppets: O Filme” (1979). Em “Conta Comigo” (1986), de Rob Reiner, ele interpretou o dono do mercadinho que diz a Gordie (Wil Wheaton) que ele se parecia com seu irmão mais velho e falecido. Ele também foi um detetive em “Jogue a Mamãe do Trem” (1987) e o pai do policial vivido por Matt Dylan em “Crash”, vencedor do Oscar de Melhor Filme em 2006. Kirby interrompeu a carreira após a morte de um de seus filhos, Bruno Kirby, que também era ator (“O Poderoso Chefão 2”, “Harry e Sally: Feitos um para o Outro”, “Amigos, Sempre Amigos”). Bruno morreu de leucemia em 2006 aos 57 anos.
Elliot Page se divorcia após três anos de casamento
O ator Elliot Page, que interpreta Vanya na série “The Umbrella Academy”, entrou com o pedido de divórcio da mulher, a dançarina Emma Portner, após três anos de casamento. O casal começou o relacionamento em meados de 2017 e, em janeiro de 2018, anunciou o casamento. “Não acredito que posso chamar essa mulher extraordinária de minha esposa”, disse Elliot na época. Originalmente conhecido como Ellen Page, nome com o qual estrelou sucessos como “Juno”, “A Origem” e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”, o ator se assumiu lésbica em 2014. Mas, em dezembro passado, revelou que se identificava como um homem transgênero. Apesar da mudança de identidade sexual, o ator agora chamado Elliot permanece na série “The Umbrella Academy”, atualmente renovada para sua 3ª temporada.
The Blacklist é renovada para 9ª temporada
A rede NBC renovou a série “The Blacklist” para sua 9ª temporada. O anúncio não menciona o final da série e foi feito após a exibição dos três primeiros episódios da 8ª temporada, que registraram as médias mais baixas de audiência da atração nos EUA. Com 3,2 milhões de telespectadores ao vivo, o capítulo mais recente teve o pior desempenho de toda a série. Apesar da perda de público ao vivo, a série liderada por James Spader e Megan Boone se recupera em multiplataformas, com média total de 7,2 milhões de espectadores – quando se contabiliza visualização atrasada (DVR) e streaming do canal. Isto significa que mais do que o dobro dos espectadores assistem a série fora do horário da transmissão televisiva. O programa também é muito popular na Netflix. De acordo com a consultoria Nielsen, “The Blacklist” foi a 9ª série mais vista da plataforma em 2020, com quase 14,5 bilhões de minutos de exibição no serviço. Com a renovação, a série vira a terceira mais duradoura na programação atual da NBC, atrás apenas de “Law & Order: SVU” (renovada até a 24ª temporada) e “Chicago Fire” (atualmente na 9ª temporada, mas já renovada até o 11º ano). Criada por Jon Bokenkamp, em associação com a Sony Television, “The Blacklist” também inclui em seu elenco .
Apple TV+ renova Teerã para 2ª temporada
A Apple TV+ anunciou a renovação de “Teerã” (Tehran) para sua 2ª temporada. Desenvolvida por integrantes da equipe de “Fauda”, a série israelense é um thriller de espionagem e ação com elementos de intriga geopolítica. A atriz Niv Sultan (“The Stylist”) vive a protagonista, uma hacker nascida em Teerã, que se tornou agente do Mossad e volta ilegalmente no país para uma missão secreta. Mas tudo dá errado e ela vê perseguida na capital do Irã por agentes do governo, sob comando de Shaun Toub (de “Homeland”). O elenco também destaca Navid Negahban (“Aladdin”), Shervin Alenabi (“Gangs of London”) e Liraz Charhi (“Jogo de Poder”). A renovação ocorre cerca de três meses após o programa encerrar sua 1ª temporada na Apple TV+. Como outros streamers, a Apple não fornece dados de visualização de seus programas, mas “Teerã” recebeu críticas muito positivas, com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Ator de Sabrina vai estrelar série derivada de Vikings
A Netflix divulgou o elenco de “Vikings: Valhalla”, spin-off de “Vikings” que a plataforma vai produzir neste ano. O destaque da relação é a escalação de Sam Corlett, o Caliban de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, como o guerreiro e navegador Leif Eriksson, que liderou a colonização viking da América do Norte – séculos antes da “descoberta” do Novo Mundo. A lista também inclui Pollyanna McIntosh (a Jadis de “The Walking Dead”), Jóhannes Jóhannesson (o rei do gelo Cumber em “Cursed”), Frida Gustavsson (“Swoon”), Leo Suter (“The Liberator”), Bradley Freegard (“Keeping Faith”), Laura Berlin (“Immenhof – The Adventure of a Summer”), David Oakes (“The Pillars of the Earth”) e Caroline Henderson (“Tuya Siempre”). O spin-off foi desenvolvido pelo criador de “Vikings”, Michael Hirst, e se passará um século após as façanhas de Ragnar Lothbrok. A trama acompanhará as aventuras de Leif Eriksson, além de Freydis, Harald Sigurdsson e o rei normando William, o Conquistador (que era descendente dos vikings). Parceria da Netflix com o estúdio MGM, a série vai aproveitar a mesma equipe de produção de “Vikings” e terá o veterano roteirista Jeb Stuart (autor do filme “Duro de Matar”) como showrunner. Channing Dungey, vice-presidente de séries originais da Netflix,divulgou um comunicado prometendo que “’Vikings: Valhalla’ será tudo o que os fãs amam na franquia: ação emocionante e inexorável, enraizada em personagens ricos e narrativas dramáticas que iluminam temas como família, lealdade e poder. Estamos empolgados em dar vida à continuação da saga de ‘Vikings’. ” Veja abaixo a foto do elenco disponibilizada pela Netflix. Por enquanto, não há data de estreia definida para a nova atração.
Spirit Awards 2021: Bacurau é indicado ao “Oscar” do cinema independente dos EUA
A organização do Film Independent (Cinema Independente) divulgou nesta terça (26/1) os indicados à premiação do Spirit Awards 2021, considerado o Oscar do cinema independente americano. E o Brasil está representado em dois títulos na lista. “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, vai disputar o troféu de Melhor Filme Internacional, enquanto “Nine Days”, do paulista Edson Oda, foi selecionado como Melhor Longa de Estreia. A inclusão de “Bacurau”, um ano após a seleção de “A Vida Invisível” para o mesmo prêmio, é uma curiosa coincidência. Os dois filmes disputaram a indicação da Academia Brasileira de Cinema para tentar uma vaga no Oscar do ano passado, com o filme de Karim Aïnouz sendo selecionado. Como “Bacurau” ficou de fora daquela disputa, os distribuidores atrasaram seu lançamento nos EUA. O filme só chegou aos cinemas americanos em 2020, qualificando-se assim aos prêmios da atual temporada em Hollywood. Já “Nine Days” é uma produção hollywoodiana inédita no Brasil, com tema espiritual e estrelada por Winston Duke (“Pantera Negra”), Zazie Beetz (“Coringa”) e Benedict Wong (“Doutor Estranho”). Edson Oda já tinha sido premiado pelo roteiro deste filme no Festival de Sundance passado. A disputa principal é liderada por “Never Rarely Sometimes Always”, sobre os obstáculos que uma adolescente encontra para fazer um aborto. Com sete indicações, o filme de Eliza Hittman foi o mais lembrado, sendo seguido de perto por “Minari”, drama de Lee Isaac Chung, vencedor do Festival de Sundance, que conta a história de uma família de imigrantes sul-coreanos em busca de construir uma vida no sul rural dos EUA. Ambos os filmes competem na categoria de Melhor Filme com “Nomadland”, drama de Chloé Zhao que venceu os festivais de Veneza e Toronto, “A Voz Suprema do Blues”, último filme de Chadwick Boseman (que disputa o troféu de Melhor Ator), e “First Cow”, da cineasta Kelly Reichardt. A lista dos indicados também destaca “Uma Noite em Miami”, estreia da atriz Regina King (“Watchmen”) na direção, como o filme selecionado para receber o troféu especial Robert Altman, como melhor combinação de elenco e cineasta. A premiação do Film Independent Spirit Awards 2021 acontece no próximo dia 22 de abril, três dias antes da cerimônia do Oscar. Vale lembrar que “A Despedida” (The Farewell) foi o vencedor do ano passado. O fato de o Oscar ter ignorado completamente a obra de Lulu Wang não desvaloriza o Spirit Awards. Ao contrário, ressalta a importância de um prêmio que realmente celebra o melhor do cinema americano – e não apenas blockbusters. Veja abaixo a relação completa dos indicados. CINEMA Melhor Filme “First Cow” “A Voz Suprema do Blues” “Minari” “Never, Rarely, Sometimes, Always” “Nomadland” Melhor Direção Lee Isaac Chung (“Minari”) Emerald Fennell (“Promising Young Woman”) Eliza Hittman (“Never, Rarely, Sometimes, Always”) Kelly Reichardt (“First Cow”) Chloe Zhao (“Nomadland”) Melhor Filme de Estreia “I Carry You With Me” “Nine Days” “The 40 Year Old Version” “The Sound of Metal” “Miss Juneteenth” Melhor Atriz Nicole Beharie (“Miss Juneteenth”) Viola Davis (“A Voz Suprema do Blues”) Sidney Flanigan (“Never, Rarely, Sometimes, Always”) Julia Garner (“The Assistent”) Frances McDormand (“Nomadland”) Carey Mulligan (“Promising Young Woman”) Melhor Ator Riz Ahmed (“The Sound of Metal”) Chadwick Boseman (“A Voz Suprema do Blues”) Rob Morgan (“Bull”) Steven Yeun (“Minari”) Adarsh Gourav (“O Tigre Branco”) Melhor Atriz Coadjuvante Alexis Chikaeze (“Miss Juneteenth”) Yeri Han (“Minari”) Valerie Mahaffey (“French Exit”) Talia Ryder (“Never, Rarely, Sometimes, Always”) Yuh-jung Youn (“Minari”) Melhor Ator Coadjuvante Coleman Domingo (“A Voz Suprema do Blues”) Orion Lee (“First Cow”) Paul Raci (“The Sound of Metal”) Glynn Turmann (“A Voz Suprema do Blues”) Benedict Wong (“Nine Days”) Melhor Roteiro “Má Educação” “Minari” “Você Nem Imagina” “Never, Rarely, Sometimes, Always” “Promising Young Woman” Melhor Roteiro de Estreia Kitty Green (“The Assistent”) Noah Hutton (“Lapsis”) Channing Godfrey Peoples (“Miss Juneteenth”) Andy Siara (“Palm Springs”) James Sweeney (“Straight Up”) Melhor Fotografia Jay Keitel (“She Dies Tomorrow”) Shabier Kirchner (“Bull”) Michael Latham (“The Assistent”) Hélène Louvart (“Never, Rarely, Sometimes, Always”) Joshua James Richards (“Nomadland”) Melhor Edição “I Carry You With Me” “O Homem Invisível” “Residue” “Never, Rarely, Sometimes, Always” “Nomadland” Melhor Documentário “Collective” “Crip Camp” “As Mortes de Dick Johnson” “Time” “The Mole Agent” Melhor Filme Internacional “Bacurau” “The Disciple” “Night of the Kings” “Preparations to be Together for an Unknown Period of Time” “Quo Vadis, Aida?” Prêmio John Cassavetes “The Killing of Two Lovers” “La Leyenda Negra” “Língua Franca” “Residue” “Saint Frances” Prêmio Piaget Producers Kara Durrett Lucas Joaquin Gerry Kim Prêmio Someone to Watch David Midell (“The Killing of Kenneth Chamberlain”) Ekwa Msangi (“Farewell Amor”) Annie Silverstein (“Bull”) Prêmio Truer Than Fiction Cecilia Aldarondo (“Landfall”) Elegance Bratton (“Pier Kids”) Elizabeth Lo (“Stray”) Prêmio Robert Altman “Uma Noite em Miami” TELEVISÃO Melhor Série “I May Destroy You” “Little America” “Small Axe” “A Teacher” “Nada Ortodoxa” Melhor Série Documental “Atlanta’s Missing and Murdered: The Lost Children” “City So Real” “Immigration Nation” “Love Fraud” “We’re Here” Melhor Atriz em Série Elle Fanning (“The Great”) Shira Haas (“Nada Ortodoxa”) Abby McEnany (“Work in Progress”) Maitreyi Ramakrishnan (“Eu Nunca…”) Jordan Kristine Seamón (“We Are Who We Are”) Melhor Ator em Série Conphidance (“Little America”) Adam Ali (“Little America”) Nicco Annan (“P-Valley”) Amit Rahav (“Nada Ortodoxa”) Harold Torres (“Zero, Zero, Zero”) Melhor Elenco em Série Nova “I May Destroy You”












