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  • Série

    HBO Max estaria desenvolvendo série animada de Game of Thrones

    28 de janeiro de 2021 /

    A Warner estaria desenvolvendo uma série de animação baseada em “Game of Thrones”. A revelação foi feita pela revista Variety, que ouviu de suas fontes que o projeto está nos estágios iniciais de desenvolvimento e será lançado na HBO Max. Apesar da notícia, a publicação não traz maiores detalhes, sem descobrir qual será o foco da série ou que produtores estariam envolvidos no projeto. Caso saia do papel, a animação vai se juntar a “House of the Dragon”, prólogo live-action de “Game of Thrones” centrado na família Targaryen, no passado distante de Westeros, que tem previsão de estreia para 2022. Desenvolvida por Ryan Condal (criador de “Colony”) e com produção e direção de Miguel Sapochnik (diretor de vários episódios de “Thrones”), a série destaca em seu elenco Matt Smith (“The Crown”), Paddy Considine (“The Outsider”), Olivia Cooke (“Jogador Nº 1”) e Emma D’Arcy (“Hanna”). As publicações de entretenimento dos EUA também apuraram que a HBO ainda desenvolve extraoficialmente outra série live-action “em segredo”. Trata-se de “Tales of Dunk and Egg”, adaptação de uma trilogia literária de George R.R. Martin, passada no mesmo universo de “Game of Thrones”. Os três volumes contam a saga de Sor Duncan, o Alto, e seu escudeiro, conhecido como Egg, um menino que na verdade é Aegon Targaryen, futuro rei de Westeros e bisavô de Daenerys. Trata-se de uma história mais próxima da época original de “Game of Thrones” que “House of the Dragon”, situado três séculos antes do nascimento de Daenerys.

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  • Série

    Elenco de iCarly se reencontra em foto dos bastidores do revival

    27 de janeiro de 2021 /

    O revival de “iCarly” já começou a ser produzido. A atriz Miranda Cosgrove, protagonista da série, publicou nesta quarta uma foto no Instagram em que aparece ao lado de Jerry Trainor, intérprete de seu irmão mais velho, Spencer, e de Nathan Kress, o amigo Freddie. Embora a imagem não tenha legenda, é possível observar que a reunião acontece em um cenário onde há escrito “iCarly Set 1”, confirmando os trabalhos da produção, que vai estrear em breve na plataforma de streaming Paramount+ (Paramount Mais, no Brasil). A mesma foto foi compartilhada pelos outros dois atores e Trainor acrescentou: “Preparam-se”, A informação tinha sido divulgada em dezembro passado pela ViacomCBS, empresa que é dona da Nickelodeon, canal que exibia o programa entre 2007 e 2012, e também da Paramount. O trio que aparece na imagem foi justamente o elenco confirmado na continuação. Os novos episódios serão escritos e produzidos por Jay Kogen (um veterano de “Os Simpsons”) e Ali Schouten (“Feliz Natal e Tal”) para a Nickelodeon Studios. Um dos maiores sucessos da Nickelodeon, “iCarly” acompanhava uma estudante do ensino médio (Cosgrove) que apresentava um webcast ao lado de seus amigos. Por conta de seu tema, a atração se tornou conhecida por incorporar diversas referências da cultura pop. A série fez tanto sucesso que ganhou um spin-off, “Sam & Cat”, que terminou após uma única temporada vitaminada (de 35 episódios), supostamente por brigas de bastidores entre suas protagonistas Jennette McCurdy (a Sam de “iCarly”) e ninguém menos que Ariana Grande (a Cat de “Brilhante Victoria”). A volta de “iCarly” acompanha a reformulação do serviço de streaming da ViacomCBS. A CBS All Access vai virar Paramount+ nas próximas semanas e recentemente adicionou 800 episódios de séries populares da Nickelodeon, incluindo “Patrulha Canina” (Paw Patrol) e “Dora, a Aventureira (Dora the Explorer). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Miranda Cosgrove (@mirandacosgrove) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nathan Kress (@nathankress) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jerry Trainor (@jerrytrainor)

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  • Etc,  Filme,  Série

    Cloris Leachman (1926 – 2021)

    27 de janeiro de 2021 /

    A veterana atriz Cloris Leachman, que venceu oito Emmys e um Oscar ao longo de uma carreira de sete décadas, morreu na terça-feira (26/1) de causas naturais em sua casa em Encinitas, na Califórnia, aos 94 anos. Nascida em 30 de abril de 1926, em Des Moines, Leachman começou sua carreira no showbiz ao participar do concurso de beleza Miss America de 1946, o que lhe deu projeção e a levou a aparecer em algumas das primeiras séries da televisão americana, como “The Ford Theater”, “Studio One”, “Suspense”, “Danger” e “Actor’s Studio”. Paralelamente, ela passou a chamar atenção na Broadway, onde começou no pós-guerra. Depois de alguns pequenos papéis, foi escalada como substituta da atriz principal de “South Pacific” e precisou ter que se apresentar no palco durante um imprevisto da intérprete original. Acabou roubando a cena, virando a estrela principal e protagonizando nada menos que oito outros shows da Broadway depois disso, só nos anos 1950. Este sucesso explica porque ela demorou um pouco para emplacar nas telas. Um de seus primeiros papéis recorrentes foi na série da cachorrinha “Lassie” (1957-1958), mas sua presença geralmente se restringia a um episódio por série, incluindo inúmeros trabalhos em séries clássicas dos anos 1960, como “Além da Imaginação” (The Twilight Zone), “Gunsmoke”, “Couro Cru” (Rawhide), “Os Intocáveis” (The Untouchables), “Rota 66” (Route 66), “Alfred Hitchcock Apresenta” (Alfred Hitchcock Presents), “77 Sunset Strip”, “Os Defensores”, “Têmpera de Aço”, “Lancer”, “Mannix”, “Perry Mason” e “Dr. Kildare”, onde voltou a aparecer em vários capítulos. Ao mesmo tempo, Leachman começou a investir na carreira cinematográfica. Seu primeiro papel no cinema foi uma pequena participação no clássico noir “A Morte num Beijo” (1955), de Robert Aldritch, seguido pelo drama de guerra “Deus é Meu Juiz” (1956), com Paul Newman. Seu sucesso na Broadway a manteve distante das telas grandes por mais de uma década, mas permitiu um reencontro com Newman em seu retorno, no clássico blockbuster “Butch Cassidy” (1968). No início dos anos 1970, Leachman finalmente se concentrou nos filmes. E foi reconhecida pela Academia por um de seus papéis mais marcantes, como Ruth Popper, a solitária esposa de meia-idade de um treinador de futebol americano, gay e enrustido, no cultuado drama em preto e branco “A Última Sessão de Cinema” (1971), de Peter Bogdanovich. Seu desempenho poderoso lhe rendeu um Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Em seguida, co-estrelou “Dillinger” (1973), de John Milius, voltou a trabalhar com Bogdanovich em “Daisy Miller” (1974) e quase matou o público de rir numa das comédias mais engraçadas de todos os tempos, “O Jovem Frankenstein” (1974), de Mel Brooks, como Frau Blücher, cujo nome dito em voz alta fazia até cavalos relincharem com apreensão. Brooks, por sinal, voltou a escalá-la como uma enfermeira suspeita em sua segunda melhor comédia, “Alta Ansiedade” (1977). Nesta época, ela também assumiu seu papel mais famoso da TV, como Phyllis Lindstrom, a vizinha metida da série “Mary Tyler Moore” (1970–1977). Ela foi indicada ao primeiro Emmy da carreira pelo papel em 1972. E finalmente venceu como Melhor Coadjuvante em 1974 e 1975. Após o segundo Emmy, sua personagem ganhou atração própria, “Phyllis”, que durou duas temporada (até 1977), além de aparecer em crossovers com a série original e outra derivada, “Rhoda” – e lhe rendeu um Globo de Ouro de Melhor Atriz. Mesmo com a agenda lotada, Leachman ainda conseguiu viver a Rainha Hipólita na série da “Mulher-Maravilha”, em 1975. Ela continuou a acumular créditos no cinema e na TV ao longo dos anos 1970 e 1980 antes de voltar a ter um papel fixo, o que aconteceu na série “Vivendo e Aprendendo” (The Facts of Life). A atriz assumiu o protagonismo das duas últimas temporadas da atração (que durou nove anos) como substituta da estrela original, Charlotte Rae, interpretando Beverly Ann Sickle, a irmã tagarela da personagem de Rae, entre 1986 e 1988. Mais recentemente, ela ganhou dois Emmys e quatro outras indicações por seu papel na sitcom “Malcolm” (Malcolm in the Middle), como a mãe malvada de Jane Kaczmarek (de 2001 a 2006), além de ter rebido nova indicação ao Emmy por interpretar Maw Maw, a bisavó da personagem-título da sitcom “Raising Hope”, entre 2010 e 2014 na mesma rede. Leachman também foi a mãe agitada de Ellen DeGeneres na sitcom “The Ellen Show”, que foi ao ar em 2001-02, e uma paciente de terapia de Helen Hunt no revival de “Louco por Você” (Mad About You), exibido em 2019, quando já estava com 93 anos. A atriz ainda desenvolveu uma carreira robusta como dubladora, a partir da participação da versão “Disney” do anime clássico “O Castelo no Céu” (1986), de Hayao Miyazaki. Ela voltou a trabalhar em outra dublagem de Miyazaki em 2008, em “Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar”, fez parte do elenco do cultuado “O Gigante de Ferro” (1999) e teve um papel de voz breve, mas memorável no filme “Beavis e Butt-Head Detonam a América”, de 1996, como uma mulher idosa que encontra os meninos na estrada várias vezes, chamando-os de “Travis e Bob”. Entre seus últimos trabalhos, estão dublagens de personagens recorrentes das séries animadas da Disney “Phineas e Ferb” e “Elena de Avalor”. E ela ainda pode ser ouvida atualmente nos cinemas dos EUA em seu último papel, como Gran, a velha sogra do protagonista Grug (Nicolas Cage) em “Os Croods 2: Uma Nova Era”, após ser responsável pelas melhores piadas do primeiro filme, de 2013. Atrasado devido à pandemia, “Os Croods 2” só vai estrear no Brasil em março.

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  • Série

    The Bold Type vai acabar na 5ª temporada

    27 de janeiro de 2021 /

    O canal pago americano Freeform anunciou que a 5ª temporada de “The Bold Type” será a última da série. Além disso, será a menor temporada de todas. Prevista para ir ao ar neste ano, a despedida será composta por seis episódios. Isso é menos da metade dos 16 capítulos da temporada anterior e menos até que os 10 episódios exibidos em cada uma das três primeiras temporadas. A série, que gira em torno de mulheres jovens que trabalham para uma revista feminina em Nova York enquanto equilibram suas ambições de carreira e vida pessoal, encerrou sua 4ª temporada em julho passado. Embora a audiência tenha caído ano após ano, a ponto de se torná-la uma das séries menos vista do canal, “The Bold Type” ajudou a definir a identidade do Freeform. O drama inspirado na revista Cosmopolitan (Nova, no Brasil) foi desenvolvido pela ex-chefe de originais do canal, Karey Burke, como parte do esforço de direcionar sua programação para o público formado por jovens adultos. Mas os bastidores foram agitados desde o começo. A criadora da série Sarah Watson (criadora também da cancelada “Pure Genius”) já tinha sido substituída após diferenças criativas com os executivos da produtora Universal TV no começo da série. Em seu lugar, entrou Amanda Lasher (produtora de “Gossip Girl”), que também foi trocada por Wendy Straker Hauser, roteirista da atração desde a 1ª temporada. Hauser comentou o fim da série em nota divulgada pelo canal. “‘The Bold Type’ foi um presente que realmente mudou minha vida. Passei meus 20 anos na cidade de Nova York trabalhando em revistas, então, em muitos aspectos, o programa parece muito próximo das minhas experiências. Eu realmente amei escrever esta série e viver neste mundo. Sentirei muita falta, mas estou muito grato pela oportunidade e feliz em saber que tem sido um conforto para tantas pessoas lá fora.” A nova presidente do Freeform, Tara Duncan, também se pronunciou, dizendo que “‘The Bold Type’ é um dos meus programas favoritos e estou orgulhosa de estar dando à série a despedida que Wendy, o incrível elenco e equipe, e os amados fãs merecem.” O elenco inclui Katie Stevens (série “Faking It”), Aisha Dee (série “Sweet/Vicious”) e Meghann Fahy (série “Necessary Roughness”) como as protagonistas, além de Sam Page (série “Switched at Birth”), Matt Ward (série “Remedy”) e Melora Hardin (série “The Office”), que vive a editora-chefe da revista Scarlet.

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  • Música

    Vídeo promove música de Mary J. Blige cotada para o Oscar

    27 de janeiro de 2021 /

    A cantora Mary J. Blige lançou o lyric video de “See What You Done” para promover a gravação, que está sendo cotada como candidata ao Oscar de Melhor Canção. A música foi composta e gravada por Blige para o documentário “Belly of the Beast”, que retrata o abuso de mulheres encarceradas pelo Departamento Prisional da Califórnia. O vídeo foi realizado pela equipe do filme, produzido pelo canal público PBS, e abre com narração da ex-presidiária Kelli Dillon, que conta sua história enquanto imagens da prisão, instalações médicas, escritórios de advocacia e sua própria casa passam na tela. “Eu tinha cerca de 24 anos. Comecei a sentir, tipo, uma dor abdominal. Fui acorrentada para ir para a cirurgia. Quando saí, senti que algo estava errado.” Dillon faz uma pausa, antes de verbalizar a percepção comum a muitas mulheres encarceradas nos EUA: “Fui esterilizada intencionalmente e mentiram para mim.” Dirigido por Erika Cohn, “Belly of the Beast” narra uma luta de quase uma década para expor a prática de esterilização forçada de presidiárias femininas na Califórnia. O filme destaca essa injustiça reprodutiva com relatos pessoais de ex-presidiárias. Esta é segunda incursão recente de Blige pelo mercado de trilhas sonoras. O esforço anterior, “Mighty River”, do filme “Mudbound” de 2017, lhe rendeu nove prêmios Grammy e indicação ao Oscar na categoria de Melhor Canção Original. Ela também concorreu ao Oscar como Melhor Atriz Coadjuvante, por integrar o elenco da produção.

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  • Filme

    Sombra e Ossos: Netflix revela fotos e data de estreia de nova série de fantasia

    27 de janeiro de 2021 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos e a data de estreia de “Sombra e Ossos” (Shadow and Bone), série de fantasia baseado na coleção de best-sellers juvenis de Leigh Bardugo sobre o universo Grisha. A plataforma anunciou que a produção será lançada em 23 de abril. A série foi desenvolvida por Eric Heisserer, roteirista de “Birdbox” (2018) e “A Chegada” (2016), e se passa em um mundo devastado pela guerra, onde a órfã e soldado Alina Starkov acaba de descobrir um poder extraordinário. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. Enquanto aprende a controlar seus poderes, ela percebe que os aliados e inimigos não são tão diferentes assim e que nada nesse mundo é o que parece. Além de tudo isso, existem forças malignas em jogo, incluindo um grupo de criminosos muito carismáticos – e só a magia pode não ser suficiente para sobreviver. O papel principal será desempenhado pela estreante Jessie Mei Li, uma jovem atriz inglesa com experiência teatral e que também estará no vindouro filme de Edgar Wright “Last Night in Soho”. O resto elenco ainda destaca Archie Renaux (“Hanna”), Freddy Carter (“Pennyworth”), Amita Suman (“The Outpost”), Kit Young (“A Midsummer Night’s Dream”) e Ben Barnes (“Justiceiro”). Veja abaixo as primeira fotos oficiais da atração.

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  • Filme

    Kristen Stewart impressiona como princesa Diana na primeira foto de seu novo filme

    27 de janeiro de 2021 /

    O estúdio indie Neon divulgou a primeira foto da atriz Kristen Stewart (“As Panteras”) como a falecida princesa Diana no novo drama de Pablo Larrain (“Neruda”), intitulado “Spencer” – o sobrenome de Lady Diana Spencer. A imagem serviu para acalmar o público que estava cético em relação à escalação da atriz. Muitos comentaram ter ficado impressionados com a transformação de Stewart, que já viveu a atriz Jean Seberg e a roqueira Joan Jett em cinebiografias anteriores – respectivamente em “Seberg Contra Todos” (2019) e “The Runaways: Garotas do Rock” (2010). O projeto foi escrito por Steven Knight (criador de “Peaky Blinders”) e mostrará a falecida princesa no momento em que decide, durante as férias de Natal com a família real, encerrar seu casamento com o príncipe Charles. As filmagens recém-começaram e ainda não há produção de estreia. A produtora FilmNation Entertainment está lidando com os direitos internacionais de “Spencer” e apresentará o longa aos distribuidores no vindouro mercado virtual de Cannes. Esta será a segunda cinebiografia feminina do diretor chileno Pablo Larrain, que, há cinco anos, retratou a ex-primeira dama americana Jacqueline Kennedy em “Jackie” (2016). A vida da Princesa Diana, por sua vez, foi abordada na recente e aclamada 4ª temporada de “The Crown” e no filme “Diana” (2013), do alemão Oliver Hirschbiegel, estrelado por Naomi Watts, que não agradou nem público nem crítica, atingindo apenas 8% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Em 2022, a morte da Princesa Diana, num acidente de carro após uma perseguição de paparazzi em alta velocidade por Paris, completará 25 anos.

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  • Reality,  TV

    Gloria Pires faz paródia musical para esclarecer que não é mãe de Fiuk

    27 de janeiro de 2021 /

    A atriz Gloria Pires divulgou um vídeo divertido nas redes sociais para esclarecer de uma vez por todas que não é mãe de Fiuk. Ela virou assunto nas redes sociais após a entrada de Fiuk no “BBB 21”. Como o ator e cantor é irmão da atriz Cleo Pires, muitos acharam que ele também era filho de Gloria. Bem-humorada, Glória fez uma paródia da música “I Gotta a Feeling”, do Black Eyed Peas, para acabar com essa dúvida, cantarolando no ritmo da canção: “A Glória Pires / é a mãe da Cleo Pires / do Fiuk não”. Ela ainda acrescentou, ao lado do vídeo: “Descobri que virei um dos assuntos mais comentados nas redes sociais e resolvi esclarecer a dúvida”. Fiuk, de 30 anos, é filho de Cristina Karthalian, com quem Fábio Jr. ficou casado de 1986 até 1990. Foi o terceiro (de sete!) casamento do cantor, logo após o término com Gloria Pires, mãe de Cleo, sua filha mais velha. Fiuk e Cleo são irmãos apenas por parte de pai. A família estendida, na verdade, é cheia de irmãos. Cleo é quem tem mais irmãos, por conta dos diferentes casamentos de seus pais. Além de Fiuk, ela é irmã de Krízia, Tainá e Záion, por parte de pai, e de Antonia, Ana e Bento por parte de mãe. Fiuk, por sua vez, não é irmão dos três últimos, filhos de Gloria Pires com Orlando Morais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gloria Pires (@gpiresoficial)

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  • Filme

    Kong – Ilha da Caveira e Tomb Raider vão virar séries animadas na Netflix

    27 de janeiro de 2021 /

    A Netflix anunciou duas novas séries animadas de ação, derivadas dos universos dos monstros da Legendary e dos videogames. As produções, que terão estilo de anime, são “Skull Island”, baseada no filme “Kong – Ilha da Caveira” (2017), e “Tomb Raider”, adaptação do game da Square Enix. “Skull Island” acompanhará um grupo de náufragos que tenta sobreviver na ilha misteriosa e perigosa, repleta de criaturas pré-históricas e ameaças gigantescas. O projeto da Legendary Television é uma criação de Brian Duffield, roteirista dos divertidos filmes “A Babá”, “Ameaça Profunda” e “Amor e Monstros” (Love and Monsters), e terá animação produzida pela Powerhouse Animation, o estúdio por trás de “Castlevania”. Já “Tomb Raider” será uma sequência da trilogia mais recente do videogame Tomb Raider, que foi lançada entre 2013 e 2018. O projeto está a cargo da Crystal Dynamics e Eidos Montréal, e não tem nenhuma relação com os filmes que trazem Alicia Vikander como Lara Croft – a continuação do longa de 2018 foi confirmada nesta semana. A produção é escrita e comandada por Tasha Huo, responsável pelo spin-off de “The Witcher”, “The Witcher: Blood Origin”. Nenhuma das duas séries tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Raia e o Último Dragão ganha trailer dublado para estreia no cinema e Disney+ no Brasil

    27 de janeiro de 2021 /

    A Disney divulgou as versões nacionais do novo trailer da animação “Raya e o Último Dragão” (Raya and the Last Dragon), que anunciam uma nova data de estreia para o filme, refletindo a estratégia de lançamento internacional. A animação vai estrear no Brasil no mesmo dia e da mesma forma que nos EUA: em 5 de março, tanto nos cinemas quanto na plataforma Disney+ (Disney Plus). A distribuição em salas de exibição e no streaming repete a estratégia da Warner com “Mulher-Maravilha 1984” nos EUA, mas com uma diferença crucial. A Disney está retomando a ideia de seu lançamento de “Mulan”, oferecendo o novo filme “por um custo adicional” (além da assinatura) para seus assinantes. A empresa batizou esta cobrança dupla de “Premier Access”. O valor do “ingresso” digital ainda não foi divulgado. “Raya e o Último Dragão” é uma grande aventura de ação e fantasia, em que uma heroína espadachim e lutadora de artes marciais lidera um grupo em busca do último dragão do mundo. Para isso, ela enfrenta um exército liderado por uma guerreira rival. Só que o objetivo desse jornada, o dragão, acaba se revelando bem diferente do que todos imaginam. O trailer também revela que a premissa mudou completamente desde o anúncio do projeto. O vídeo explica que a trama se passa em uma terra de fantasia fictícia dividida em cinco regiões com diferentes clãs, que antes viviam em harmonia com os dragões, mas agora estão em conflito permanente. Raya, então, parte atrás do último dragão existente, acreditando que ele pode restaurar a paz. Mas só encontra um bicho tagarela que se transforma em uma mulher Criada pelo roteirista vietnamita-americano Qui Nguyen (“The Society”) e a roteirista malaia Adele Lim (“Podres de Ricos”), Raya tem traços asiáticos e é dublada em inglês por Kelly Marie Tran (a rebelde Rose Tico da franquia “Star Wars”). O elenco cheio de astros asiáticos de Hollywood também destaca Awkwafina (de “Jumanji: Próxima Fase”) como a voz do dragão Sisu, além de Gemma Chan (“Capitã Marvel”), Sandra Oh (“Killing Eve”), Daniel Dae Kim (“Hawaii Five-0”) e Benedict Wong (“Doutor Estranho”). A animação é dirigida por Don Hall (“Moana”), Carlos López Estrada (“Ponto Cego”) e os estreantes na função Paul Briggs e John Rippa, veteranos da Disney que trabalharam em várias animações famosas do estúdio, de “A Princesa e o Sapo” (2009) a “Zootopia” (2016). Veja abaixo os novos trailers, em versão legenda e dublada em português.

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  • Série

    Netflix diz que Bridgerton é sua série de maior audiência em todos os tempos

    27 de janeiro de 2021 /

    A Netflix agora está dizendo que “Bridgerton” se tornou sua série mais assistida em todos os tempos. Mas, para isso, precisou admitir que seu anúncio anterior da audiência da série era o que sempre pareceu: um chute. O streamer havia estimado anteriormente que 63 milhões de assinantes assistiriam ao drama de época produzido por Shonda Rhimes em 28 dias após o lançamento. Agora que já se passou mais de um mês da estreia do programa em 25 de dezembro, os números se provaram muito diferentes. Muito mesmo, a ponto de desacreditar a suposta estimativa da empresa. Ou colocar em dúvida os novos números não auditados. Segundo a Netflix, a contagem “oficial” aponta que “Bridgerton” foi vista por 82 milhões de contas da plataforma. Com isso, teria superado o recorde anterior de 76 milhões de visualizações em 28 dias que pertencia a “The Witcher”. O site The Hollywood Reporter questionou suas “fontes” (leia-se assessoria de imprensa) sobre a diferença gritante entre os números da projeção de “Bridgerton” e o anúncio desta quarta (27/1). Veio uma explicação simplista. A diferença nada desprezível de 19 milhões a mais se deveria apenas ao fato de a série ter superado as expectativas da Netflix. Segundo as “fontes”, os padrões de exibição típicos para programas da Netflix tendem a apresentar um grande pico na primeira metade da janela de 28 dias antes de começar a cair. Mas essa desaceleração simplesmente não teria acontecido com “Bridgerton”. A empresa, portanto, errou na projeção, divulgada 11 dias após a estreia da série. Embora os números sejam impressionantes, é importante notar que a Netflix não mede sua audiência de maneira realista. A empresa considera que uma série inteira foi visualizada se um assinante assistir a pelo menos dois minutos de um determinado capítulo – que podem ser apenas os créditos de abertura. Na verdade, o anúncio significa que 82 milhões de assinantes viram dois minutos de “Bridgerton” durante um mês. Em termos de público total da plataforma, e a se acreditar no novo anúncio da empresa, isso significa que 40,3% de todos os assinantes da Netflix viram “Bridgerton”. Ajustando os números para refletir a passagem de tempo, isto ainda mantém “Bridgerton” atrás de “The Witcher”, visto por 45% dos membros da Netflix há dois anos, quando a plataforma somava 169 milhões de assinantes em todo o mundo. A Netflix agora tem mais de 200 milhões de assinantes. Já o conteúdo mais assistido na plataforma em todos os tempos teria sido o filme de ação “Resgate”, estrelado por Chris Hemsworth. A empresa diz que 99 milhões de contas assistiram ao thriller em 28 dias desde o lançamento.

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  • Etc,  Filme

    Festival de Cannes é adiado para julho

    27 de janeiro de 2021 /

    O Festival de Cannes confirmou seu adiamento para julho, devido à pandemia de Covid-19. Em comunicado, os organizadores do mais importante festival de cinema da Europa informaram nesta quarta-feira (27/1) que edição de 2021 está marcada para acontecer entre os dias 6 e 17 de julho. “Como anunciado no último outono, o Festival de Cannes se reservava o direito de mudar suas datas dependendo do avanço da situação de saúde global”, resumiu a organização em comunicado. Antes, as datas previstas eram de 11 a 22 de maio. De todo modo, trata-se de um adiamento bastante otimista, repetindo o que aconteceu no ano passado, quando os organizadores também adiaram a realização para julho. Só que a França manteve os cinemas fechados e o espaço principal do festival foi transformado em centro de atendimento a desabrigados durante a pandemia. O evento acabou cancelado e os organizadores se contentaram em listar os filmes que participariam. Após a reabertura dos cinemas e a realização do Festival de Veneza, Cannes anunciou um mini-festival em outubro, mas com outros filmes, a maioria curtas, e nenhuma repercussão. Não foi o Festival de Cannes, mas uma mostrinha. Detalhe: o final desta versão enxuta coincidiu com um novo lockdown na França. Com mais um adiamento, Cannes demonstra outra vez sua relutância em realizar uma versão virtual de sua programação. A questão é polêmica porque o festival chegou a banir os filmes da Netflix de sua competição, após pressão dos proprietários de cinemas da França, e a realização de uma versão do festival em streaming representaria uma reviravolta completa em sua posição original. Caso isso aconteça, Cannes perderá argumentos para continuar barrando produções da Netflix e de outras plataformas digitais em sua competição. E aparentemente os organizadores preferem não fazer o festival a permitir essa brecha. Vale observar que outro importante evento do cinema europeu, o Festival de Berlim, já anunciou o cancelamento de suas sessões presenciais, planejando um evento totalmente online em março.

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  • Série

    The Walking Dead pede para fãs homofóbicos largarem a série

    27 de janeiro de 2021 /

    O Twitter oficial da franquia “The Walking Dead” postou uma mensagem forte nesta semana, deixando claro sua postura contra a homofobia, após um de seus atores sofrer ataques nas redes sociais. “Se personagens LGBTQIA+ na televisão (ou outros lugares) te causam desconforto ou raiva, por favor, deixe de nos seguir. Embora também encorajemos você a olhar para seu interior e ser mais receptivo, saiba que não há lugar em nosso fandom para discriminação odiosa ou ignorância intencional. Obrigado.”. A série original é repleta de personagens gays, como Aaron (Ross Marquand), os falecidos Jesus (Tom Payne) e Tara (Alanna Masterson), além do casal Magna (Nadia Hilker) e Yumiko (Eleanor Matsuura). Mais recentemente, o final da 1ª temporada de seu novo spin-off, “The Walking Dead: World Beyond”, celebrou o reencontro do casal formado por Felix (Nico Tortorella) e Will (Jelani Alladin) com um beijo apaixonado. Por conta disso, trolls da internet resolveram atacar o intérprete negro do par, somando dois preconceitos numa mesma mentalidade intolerante. Durante o episódio de 25 de janeiro do podcast “Talk Dead to Me”, Jelani Alladin discutiu a representação LGBTQIA+ no programa, junto com o relacionamento de seu personagem com o Felix de Nico Tortorella. E virou imediatamente alvo de ódio dos fãs homofóbicos da série. “Não consigo curtir os personagens gays de um programa de TV, sinto muito, cara, não posso fazer isso”, comentou um deles. A conta de “The Walking Dead” no Twitter não perdeu tempo para reagir, com a mensagem que indica preferir ter menos público a ter um público odioso. Jelani Alladin ficou impressionado com o apoio e retuitou a mensagem, acrescentando um comentário próprio. “Isso aqui, para sempre. Orgulho de trabalhar em ‘The Walking Dead: World Beyond’, dando vida a este relacionamento LGBTQIA. Vamos dar a eles algo para comentar!”, ele escreveu. E ainda conclamou seu seguidores a retuitarem o post. “RT para irritar os homofóbicos.” Veja os posts abaixo. Hi, hello. If LGBTQIA+ characters on television (or anywhere) make you uncomfortable or angry, please unfollow us. While we also encourage you to look within and be more accepting, know that there is no place in our fandom for hateful discrimination or willful ignorance. Thank you. — The Walking Dead (@TheWalkingDead) January 26, 2021 Forever this. Proud to be back at work on @TWDWorldBeyond and bring this LGBTQIA relationship to life. LETS GIVE EM SOMETHING TO TALK ABOUT @NicoTortorella https://t.co/xtiY0ZHktk — JelaniAlladin (@JelaniAlladin) January 26, 2021

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