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TV

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Série

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Música

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Etc

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  • Reality,  TV

    Ataques de Lumena e Karol Conká juntam Chiquititas na torcida por Carla Dias no BBB 21

    14 de fevereiro de 2021 /

    Karol Conká e Lumena são responsáveis por unir virtualmente as “Chiquititas” originais. Enquanto a rapper curitibana pegou o costume de desdenhar de Carla Dias no “BBB 21” por seu passado de ex-Chiquitita, a ativista sugeriu que o programa era racista por não ter crianças negras. Mas as duas erraram feio. Carla tinha 7 anos quando participou da novela do SBT, de 1997 a 1999, no papel de Maria, uma das órfãs do Raio de Luz. Mas se ela for como outras ex-Chiquititas, lembrar desse trabalho só vai lhe encher de orgulho. As colegas da atriz no elenco da novela demonstraram, nas redes sociais e em entrevistas, muita satisfação por terem feito parte do produção, que marcou época na televisão brasileira e ainda revelou talentos como Débora Falabella, Sthefany Brito, Kayky Brito e Bruno Gagliasso, todos ex-“Chiquititas”. A atriz Flávia Monteiro, que viveu a professora Carolina, postou um vídeo emocionado nas redes sociais em que exalta Carla e o trabalho na novela. “Conheço o caráter da Carla e fiquei muito aflita com as coisas que aconteceram lá dentro, com a sensação de querer proteger… Fiquei muito emocionada com as falas dela, que bom que ela está enxergando, lá dentro deve ser muito difícil. Dá vontade de entrar na televisão e falar, acorda!”, registrou. Ela tem publicado vários comentários sobre o programa, lamentando “aquela galera” que “combinou de criar situações para desestabilizar a Carla”. “Olha o nível dessa gente. Só nos resta torcer para que a pequena consiga manter o equilíbrio diante dessas atitudes doentias”, descreveu no Twitter. Já no Instagram, Flávia publicou uma foto da época da produção para lembrar que está fazendo 20 anos que a novela acabou. “Quero aproveitar e deixar aqui registrado o quanto sou grata e o meu amor profundo à todos que participaram da novela e partilharam comigo essa fase tão iluminada”, exaltou. Além da “professora”, atrizes que eram crianças na época da produção repercutiram o tratamento recebido pela colega no “BBB”. Giselle Medeiros, que interpretou a chiquitita Dani, lamentou que Karol Conká e Lumena tentem diminuir Carla por ser ex-atriz mirim. “Algumas pessoas têm o costume de dizer que atores são dissimulados, falsos, mentirosos, mas não sabem que pra ser ator é necessário muita, mas muita sensibilidade e empatia. Se colocar no lugar do outro não é simples, não existe uma técnica ou fórmula mágica, mas esses ingredientes estão em abundância na essência da Carla”, disse numa reportagem do UOL. Ela ainda destacou que a experiência de trabalhar em “Chiquititas”, gravada na Argentina, e a responsabilidade de se fazer uma novela com 7 anos foi dificílima. “São poucos que sabem da luta e foco que tivemos para participar desse trabalho, deixamos familiares, amigos, estilo de vida aqui no Brasil e fomos em busca do nosso sonho, estudo e horas de gravação”, lembrou. “Não foi ‘conto de fadas’, foi necessário muita garra e determinação, e a Carlinha, que mal sabia ler, já tinha a responsabilidade de decorar textos, gravar e se mostrava guerreira desde pequena sempre com um sorriso lindo no rosto, ninguém apagará isso”. Vivian Nagura, a chiquitita Bel, comparou as atitudes de Carla e Karol no reality show. “Achei uma falta de respeito e de integridade da participante Karol Conká. Por um surto e por uma situação criada em sua mente agiu de forma descompensada e alienada”. Em contraste, ela achou “a atitude da Carlinha fina e equilibrada. Haja inteligência emocional para esse tipo de pessoa!”. Renata Del Bianco, que foi Vivi em “Chiquititas”, quis dar um conselho. “Se eu pudesse sentar com a Carlinha agora, a primeira coisa que falaria é para se unir com o G3 [Gilberto, Sarah e Juliette], são pessoas do bem, são pessoas com caráter, estão jogando de uma forma leve e divertida. Diria para ela prestar a atenção para as pessoas que estão a volta dela e para confiar nos seus instintos, ela é racional, sensata, consegue distinguir quem está certo e quem está errado, só que lá dentro é mais complicado.” Ela também reproduziu, em suas redes sociais, a fala de Lumena, que criticou a novela do SBT por não ter negros no elenco. E apontou: “Alguém avisa pra Lumena que nas duas versões de ‘Chiquititas’ tinham sim artistas negros! Quer Militar?! Pelo menos tem que saber o que esta falando!” Aretha Oliveira, que interpretou a Pata, uma das meninas negras, também focou no comentário infeliz de Lumena. “Em uma coisa a Lumena está certa, ela realmente não assistiu ‘Chiquititas’ (e perdeu uma novelão por sinal). Eu no caso fiquei do começo ao fim, mas nos quase 4 anos de novela houve outras crianças negras também, como Dani, Neco, Mosca, Binho e Polyana…” Ela concordou que artistas negros precisam “estar em mais espaços de forma igualitária, não queremos ser ‘o único’ ou ‘um dos poucos'”. Mas ressaltou: “Não tenho dúvida que estamos lutando duro para isso, e que aos poucos as mudanças começaram a acontecer. Falta muito? Com certeza, mas negar cada conquista não é o caminho jamais…” Aretha concluiu falando do orgulho de ter interpretado uma das personagens mais queridas da novela. “Só agradeço a possibilidade de ter estado ali, por tudo que isso representou na minha vida e da minha família, e por tantas meninas terem se sentido representadas pela Pata, nossa Pata!” Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Aretha Oliveira (@arethaoliveiraoficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Renata Del Bianco (@renatabdb) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Flavia Monteiro (@flaviamonteiro) Desculpem o desabafo, não me aguentei…🥺🤍🦋#bbb21 #estamosjuntos pic.twitter.com/UUv7Oeyt7u — Flavia Monteiro (@monteirosflavia) February 8, 2021 Hj é dia de festa! 🎉 E infelizmente soube q aquela galera 🤘🏼 combinou de criar situações p desestabilizar a @Carladiaz. Olha o nível dessa gente😓, só nos resta torcer p q a pequena consiga manter o equilíbrio diante dessas atitudes doentias. #ContigoCarlaDiaz #DiazNoBBB #BBB21 pic.twitter.com/KgGM3AD1hl — Flavia Monteiro (@monteirosflavia) February 11, 2021 “não sou atriz de Chiquititas” 🙄🐍Um grande favor! #bbb21 — Flavia Monteiro (@monteirosflavia) February 12, 2021

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  • Filme,  Música

    Show de The Weeknd no Super Bowl vai ganhar documentário

    14 de fevereiro de 2021 /

    A elogiada apresentação de The Weeknd no intervalo da 55ª edição do Super Bowl vai ganhar documentário. O show de 14 minutos, realizado no palco do Raymond James Stadium, em Tampa Bay, na Flórida, vai crescer num longa-metragem de mais de 90 minutos, que terá exibição no canal pago americano Showtime. Intitulado “The Show”, o filme vai revelar os bastidores da performance de domingo passado (7/2), cuja encenação custou algo em torno de US$ 7 milhões. A produção tem apoio comercial da Pepsi, uma das patrocinadoras do Super Bowl. A ideia, segundo o vice-presidente de marketing da empresa, Todd Kaplan, é mostrar aos espectadores como foi feito o maior show do ano, que precisou superar as limitações impostas pela pandemia de coronavírus. “A pressão para entregar uma performance icônica, memorável e divertida é sentida pelo artista e pelas pessoas nos bastidores. Com o novo documentário, levaremos os fãs a uma jornada emocionante sobre o que é necessário para fazer o maior show do ano – com a complexidade adicional de fazê-lo em meio a uma pandemia global”, contou o executivo, em comunicado. Ainda não há previsão de estreia para a atração, que não tem transmissão assegurada no Brasil. Enquanto isso, reveja abaixo (ou descubra pela primeira vez) a performance icônica do cantor canadense no Super Bowl de 2021.

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  • Música,  Série

    Noites Tropicais: Memórias musicais de Nelson Motta vão virar série

    14 de fevereiro de 2021 /

    O célebre livro “Noites Tropicais”, em que o jornalista Nelson Motta traça suas memórias, vai virar série. Na obra lançada em 2000, Motta conta suas aventuras e desventuras no mundo da música brasileira como um Forest Gump tropical, que esteve presente em momentos chaves do final dos anos 1950 até o início da década de 1990. Por suas páginas, desfilam figuras como Vinícius de Moraes, João Gilberto, Roberto Carlos, Chico Buarque, Elis Regina, Rita Lee e Tim Maia (responsável pelos melhores trechos), além de muitos, mas muitos outros. Os direitos da obra foram adquiridos pela Delicatessen Filmes e, além de vir junto como produtor associado, Nelson também vai colaborar no roteiro. A coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, mencionou uma “primeira temporada” de oito episódios, sugerindo que o projeto pode se estender por vários anos de exibição. Mas a partir da década de 1980, quando comandou o programa “Mocidade Independente” na Band, a diferença de gerações levou o escritor a cometer algumas gafes (que precisam de revisão na adaptação), como subestimar a importância da banda Ira! Ainda não foi divulgado qual canal ou plataforma exibirá a série. Nelson Motta também está envolvido no roteiro de uma cinebiografia da cantora Rita Lee, anunciada há exatamente três anos.

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  • Série

    Globoplay prepra série documental sobre Bussunda

    14 de fevereiro de 2021 /

    A Globoplay já começou a gravar sua série documental em homenagem aos 15 anos da morte de Bussunda. Intitulada “Meu Amigo Bussunda”, a atração vai contar a vida do humorista até seus últimos trabalhos. As primeiras gravações foram feitas em janeiro, com conversas com Vera Fischer, Zico e Débora Bloch, que na infância frequentou a mesma colônia de férias de Bussunda. O projeto terá imagens inéditas resgatadas dessa época. Os primeiros capítulos vão remontar a trajetória do humorista em ordem cronológica juntando as imagens de arquivo com estas e outras entrevistas com amigos, familiares, colegas de trabalho e, claro, os demais integrantes da equipe do “Casseta & Planeta”. Serão ao todo quatro episódios, os três primeiros dirigidos por Claudio Manoel, integrante da trupe “Casseta & Planeta”, e Micael Langer, diretor do premiado documentário “Simonal: Ninguém Sabe o Duro que Dei” (2009). Já o último tem direção de Manoel e Júlia Besserman, filha do artista, que tinha 12 anos quando o pai morreu. O capítulo que fecha a série pretende apresentar uma reflexão sobre o legado do humorista sob o olhar de Julia, formada em cinema na Califórnia. A série tem previsão de estreia no Globoplay para junho, mês em que Bussunda morreu em 2006, em plena Copa do Mundo da Alemanha.

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  • Filme

    Filme chinês bate recorde de estreia de Vingadores: Ultimato

    14 de fevereiro de 2021 /

    Lançado neste fim de semana na China, o filme “Detetive Chinatown 3” quebrou um recorde que pertencia a “Vingadores: Ultimato”. Após três dias de exibição com uma bilheteria doméstica de US$ 393 milhões, ele superou com folga a arrecadação de estreia do filme da Marvel/Disney, que fez US$ 356 milhões em seus primeiros três dias na América do Norte (EUA e Canadá). “Detetive Chinatown 3” detém agora o recorde de maior estreia doméstica (no país de origem) de todos os tempos. O montante é especialmente assombroso tendo em vista os números atuais do mercado americano – “Os Croods 2” liderou as bilheterias deste fim de semana nos EUA com cerca de meio por cento (0,5%) do arrecadado pelo blockbuster chinês. O resultado também chama atenção porque, supostamente, os cinemas chineses ainda estariam sujeitos à restrições, com limites para vendas de ingressos e assentos desativados para manter distanciamento social. De todo modo, dois fatores contribuíram para o sucesso da comédia da Wanda Pictures. Para começar, sexta-feira (12/2) foi o primeiro dia do feriadão do Ano Novo Lunar, que dura 15 dias na China. Este período costuma render tradicionalmente as maiores bilheterias do país – e, tudo indica, o costume do público de aproveitar a data para ir ao cinema não foi afetado pela pandemia. Além disso, havia muita expectativa em torno do lançamento. “Detetive Chinatown 3” faz parte de uma franquia muito popular e deveria ter estreado no Ano Novo passado. Sua estreia foi adiada por 12 meses pela pandemia de coronavírus, deixando o público ainda mais ansioso por sua exibição. Filmado em sua totalidade com câmeras Imax, o longo ainda quebrou o recorde chinês de estreia no formato, faturando US$ 23,5 milhões em salas equipadas para a projeção Imax. “Suspeitamos que nossos fãs compareceriam ao Ano Novo chinês em grande estilo, mas esses retornos iniciais destruíram até mesmo nossas projeções mais otimistas”, disse o CEO da Imax, Rich Gelfond, em um comunicado. Assim como os dois primeiros filmes da franquia, “Detetive Chinatown 3” foi escrito e dirigido por Chen Sicheng, e estrelado por Wang Baoqiang e Liu Haoran como dois detetives trapalhões, agora em luta contra o crime no Japão. O “Detetive Chinatown” original, ambientado em Bangcoc, na Tailândia, arrecadou US$ 126 milhões em 2016. A sequência mudou a ação para Nova York e cresceu consideravelmente sua arrecadação, com US$ 563 milhões durante o Ano Novo chinês de 2018. O terceiro longo se passa em Tóquio e inclui em seu elenco o ator japonês Tadanobu Asano (“O Guerreiro Genghis Khan”) e o astro de ação tailandês Tony Jaa (“Monster Hunter”). Veja o trailer de “Detetive Chinatown 3” abaixo.

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  • Etc

    Meghan Markle e Príncipe Harry esperam segundo filho

    14 de fevereiro de 2021 /

    A atriz Meghan Markle e o Príncipe Harry estão esperando seu segundo filho, confirmou um porta-voz do Duque e da Duquesa de Sussex neste domingo (14/2). “Podemos confirmar que Archie será um irmão mais velho. O duque e a duquesa de Sussex estão muito felizes por esperar seu segundo filho”, diz o porta-voz. A notícia da gravidez foi acompanhada por uma foto em preto e branco, tirada remotamente pela amiga de longa data e fotógrafa Misan Harriman. Em seu Instagram, ela escreveu: “Meg, eu estava lá no seu casamento para testemunhar o início dessa história de amor e, minha amiga, tenho a honra de registrá-la conforme cresce. Parabéns ao Duque e à Duquesa de Sussex por esta boa notícia!” O casal, que se afastou da família real britânica no ano passado e se mudou para os EUA, teve seu primeiro filho, Archie Harrison Mountbatten-Windsor em maio 2019. Há alguns meses, Markle mencionou ter sofrido um aborto espontâneo durante o verão, em um artigo para a coluna de opinião do jornal New York Times. “Eu sabia, enquanto agarrava meu primeiro filho, que estava perdendo meu segundo filho”, escreveu Markle no texto. Desde que se mudaram para a Califórnia, os duques de Sussex assinaram contratos de vários anos com a Netflix e o Spotify, abrindo caminho em Hollywood como outro casal famoso, o ex-presidente e primeira-dama dos EUA Barack e Michelle Obama, que também têm negócios com Netflix e Spotify. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Misan Harriman (@misanharriman)

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  • Filme

    Os Croods 2 volta a liderar bilheterias dos EUA após dois meses

    14 de fevereiro de 2021 /

    A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” realizou um feito que não se via nas bilheterias da América do Norte desde os anos 1980. O filme da DreamWorks Animation/Universal Pictures voltou a vender mais ingressos que qualquer outro em sua 12ª semana em cartaz, reassumindo o 1º lugar. Lançado em novembro do ano passado, “Os Croods” tinha liderado originalmente as bilheterias por cinco fins de semanas, até 13 de dezembro. A reviravolta deste domingo (14/2) marca a primeira vez que o título aparece no topo do ranking em 2021. E isto acontece dois meses após perder a liderança e ficar disponível em VOD (aluguel digital) nos EUA. Para assumir o topo, a animação enfrentou três estreias. Mas eram títulos de circuito limitado, como “Judas e o Messias Negro”, de Shaka King, “Land”, a estreia da atriz Robin Wright na direção, e “The Mauritanian”, do veterano Kevin Macdonald, que chegaram aos cinemas como estratégia de campanhas por indicações ao Oscar. Além disso, “Judas e o Messias Negro” ainda foi disponibilizado simultaneamente na HBO Max. Isto explica porque, do ponto de vista tradicional, “Os Croods” conseguiu liderar com uma arrecadação baixa. Na verdade, seu faturamento foi típico de um filme que está a 12 semanas em cartaz: US$ 2 milhões (chegando a US$ 2,7 milhões com o fim de semana ampliado pelo feriado do Dia do Presidente nos EUA). O fato desse montante lhe render o 1º lugar se deve, além da falta de entusiasmo com as estreias, à queda generalizada das bilheterias devido ao coronavírus e também a um elemento de força maior: os EUA foram atingidos por uma forte tempestade de neve, que trancou as pessoas em suas casas durante o fim de semana. As vendas de “Os Croods 2” se concentraram nas regiões mais quentes do sul dos EUA, como opção de passatempo para famílias no feriadão. Ainda inédito no Brasil, “Os Croods 2” já arrecadou US$ 48,9 milhões na América do Norte e ultrapassou os US$ 150 milhões mundiais. O lançamento por aqui só vai acontecer em 25 de março.

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  • Filme

    Liga da Justiça de Zack Snyder ganha seu trailer mais sombrio e grandioso

    14 de fevereiro de 2021 /

    A HBO Max divulgou o novo trailer do “Snyder Cut” de “Liga da Justiça”, a edição do filme refeita pelo diretor Zack Snyder. E este terceiro vídeo é o que tem mais cenas inéditas, com direito à inclusão do Coringa, vivido por Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), cenas com Iris West, interpretada por Kiersey Clemons (“A Dama e o Vagabundo”) e a revelação em detalhes do vilão Darkseid, também ausente no lançamento original. A prévia de “Zack Snyder’s Justice League” também assume um tom assumidamente sombrio e demonstra a escala grandiosa da produção, restaurando – ou melhor, ampliando – a visão do diretor original, que tinha sido sabotada pela Warner. Aproveitando seu afastamento por uma tragédia pessoal, o estúdio promoveu sua substituição na pós-produção por Joss Whedon, que refez tudo. A medida implodiu o longa, que fracassou nas bilheterias e foi recebido por críticas muito negativas. Além disso, gerou acusações sobre os bastidores das refilmagens que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da própria Warner. Além de resgatar a edição de Zack Snyder, o vídeo também chama atenção pelo formato da janela do vídeo, que lembra as antigas televisões de tubo. O detalhe é que a imagem não é mais curta que o padrão widescreen atual. Na verdade, ela é mais alta, como uma tela IMAX, e traz elementos no campo superior que foram cortados na exibição original nos cinemas. Só que o “Snyder Cut” (o nome afetivo da obra) não será exibido em IMAX. Vai passar em TVs, aparelhos móveis e computadores, o que torna essa opção questionável, pois na prática a imagem quadrada acaba parecendo o oposto do planejado: um videozinho do Instagram. De qualquer forma, será um produção bem maior (com pelo menos 4 horas de duração), muito diferente (sem nenhuma cena incluída por Whedon) e para outro público (graças à classificação “R”, indicada para maiores). Em outras palavras, é praticamente outro filme. A estreia está marcada para o dia 18 de março na plataforma de streaming HBO Max – que só vai chegar no Brasil em junho.

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  • Filme

    Amor Estranho Amor: Exibição na TV foi presente para cinéfilos

    14 de fevereiro de 2021 /

    Na época que se dispôs a fazer “Amor Estranho Amor”, Xuxa não sabia que se tornaria apresentadora de programa infantil. Ela era namorada do Pelé, que por sua vez era amigo do produtor Aníbal Massaini Neto, e, como Walter Hugo Khouri era um cineasta que valorizava muito as atrizes que eram elevadas a um posto de sucesso sempre que apareciam em seus filmes, a chance de trabalhar com o cineasta parecia uma oportunidade de ouro. Mesmo sendo um filme que deu uma dor de cabeça para a futura apresentadora, que pagou US$ 60 mil anuais à Cinearte Produções, durante os anos de 1991 a 2018, para sua interdição, não dá para negar que trata-se da obra cinematográfica mais importante e bonita que ela já fez. Mas na filmografia de Khouri, o filme era considerado uma obra menor. Equipará-lo a outras obras do diretor é uma tarefa ingrata, pois estamos falando de alguém que fez grandes filmes através de cinco décadas. Entretanto, “Amor Estranho Amor” cresce na revisão permitida pelo resgate histórico no Canal Brasil, como uma obra-solo, por mais que seja difícil não fazer referência a outros tantos títulos do realizador, especialmente os que apresentam o alter-ego Marcelo. Aqui o nome do protagonista não é Marcelo; é Hugo, representado pelo menino Marcelo Ribeiro e pelo idoso Walter Forster, que comparece como uma espécie de fantasma vindo do futuro para relembrar o seu breve período numa mansão que funcionava como um prostíbulo de luxo, onde sua mãe trabalhava e morava. A mãe, vivida por Vera Fischer, chama-se Ana, nome frequentemente usado por Khouri em seus filmes estrelados pelo mulherengo Marcelo. Vera Fischer aparece com uma beleza tão extraordinária neste filme que parece saída de alguma pintura clássica. Não à toa, a cena em que ela se relaciona intimamente com o filho é explicitamente inspirada na Pietà de Michelangelo. O modo como Khouri vê os corpos femininos tem essa relação da apreciação artística. Embora o desejo esteja também presente, o sentido de busca da beleza clássica comparece de maneira forte. E há os close-ups dos olhares, todos poderosos. Principalmente quando vemos Ana, mas também o personagem de Tarcísio Meira, que interpreta um rico político paulista que exige exclusividade de Ana naquele bordel, e tem a intenção de ajudar a liderar a oposição a Getúlio Vargas momentos antes de o presidente instituir o Estado Novo. Uma das coisas que mais chama atenção no filme é seu início, quando o menino Hugo chega no prostíbulo sem saber que ambiente era aquele. Sua intenção é encontrar a mãe, que fica numa situação complicada. Afinal, como explicar a presença de uma criança em um lugar destinado a adultos? E enquanto o garoto espera e é também olhado e assediado pelas outras jovens mulheres do bordel, ouvimos canções clássicas do cancioneiro brasileiro na voz de cantores como Francisco Alves e Orlando Silva. Inclusive, no final do filme, ainda ouvimos mais uma linda do Francisco Alves, chamada “Misterioso Amor”, que brinca com o título do filme e sua temática edipiana. Ainda que vejamos em outros filmes do realizador personagens que atravessam a infância e a adolescência tendo que lidar com o desejo, como em “Eros – O Deus do Amor” (1981) e “As Feras” (1995), em nenhum outro filme de Khouri o complexo de Édipo é tão bem explorado quanto em “Amor Estranho Amor”. Quando o garoto vai para seu quarto e sabe que a mãe está transado com um homem, ele chora copiosamente. O filme ganha uma dimensão onírica quando o desejo inconsciente (ou talvez nem tão inconsciente assim naquele momento) se materializa na cena entre mãe e filho. Eis um filme que oferece pano para manga para uma série de estudos e discussões, que vão muito além da polêmica pobre que se instalou em torno dele nesses anos todos. Além do mais, junto à direção cheia de classe do realizador, há ainda a música sempre brilhante de Rogério Duprat, a Traditional Jazz Band (a banda tem cenas numa festa), a direção de fotografia do mestre Antonio Meliande, um elenco de apoio de primeira linha – Mauro Mendonça e Otávio Augusto, as jovens Vanessa Alves, Sandra Graffi e principalmente Matilde Mastrangi, rainha do cinema erótico brasileiro, que comparece em uma cena pra lá de inspirada. Por tudo isso, a exibição do filme no Canal Brasil com um upgrade na imagem e no som na última quinta-feira (11/2) foi um presente para os cinéfilos e para os apreciadores da obra do diretor.

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  • Série

    Estrela de Preacher vai estrelar minissérie sobre Josephine Baker

    13 de fevereiro de 2021 /

    A notável história de Josephine Baker, uma das artistas femininas mais influentes do século 20, vai virar minissérie. Intitulada “Josephine”, a atração está sendo desenvolvida pelo estúdio ABC Signature, do conglomerado Disney, e contará com Ruth Negga (a Tulip de “Preacher”) como a lendária artista da Era do Jazz e ativista dos direitos civis. Além de estrelar, Negga também vai produzir a minissérie, que tem roteiro de Dee Harris-Lawrence (“All Rise”) e será dirigida por Millicent Shelton (“Black-ish”). Nascida no Missouri em 1906, Baker começou sua carreira aos 15 anos, quando apareceu no palco em vários shows em Nova York. Aos 19 anos, ela se mudou para a França, que se tornaria seu país adotivo, transformando-se numa estrela e numa das artistas mais populares e mais bem pagas da Europa. No início, ela era conhecida como dançarina e estava entre as performers mais célebres do teatro de revista do Folies Bergère em Paris. Ela ganhou a admiração de figuras culturais como Pablo Picasso, Ernest Hemingway e EE Cummings, ganhando apelidos como “Vênus Negra” e “Pérola Negra”. No auge do sucesso, já nos anos 1930, ela decidiu que viraria cantora e também se tornou protagonista de cinema, em filmes como “A Sereia Negra” (1927), “Zuzu” (1934) e “Princesa Tam-Tam” (1935), entre outros. Quando a 2ª Guerra Mundial começou, Baker trabalhou para a Resistência Francesa, e nos anos seguintes passou a lutar contra a segregação e o racismo nos Estados Unidos. Ela se recusou a se apresentar para audiências segregadas ao excursionar pelo país nos anos 1950 e teve um papel ativo no movimento pelos direitos civis, como palestrante na marcha de 1963 em Washington. A artista também foi convidada a ser líder simbólica do movimento após o assassinato de Martin Luther King Jr., mas recusou a oferta por preocupação com os bem-estar de seus filhos. Ela morreu de hemorragia cerebral em 12 de abril de 1975 e foi enterrado com honras militares. Josephine Baker já teve um telefilme biográfico da HBO em 1991, “The Josephine Baker Story”, que entrou para a História da televisão ao rendeu o Emmy de Melhor Atriz para Lynn Whitfield, a primeira atriz negra a vencer na categoria. E continua relevante para as novas gerações, inspirando desde Beyoncé até a série “Lovecraft Country”, onde apareceu interpretada por Carra Patterson. A minissérie biográfica ainda não tem canal ou plataforma definido.

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  • Etc

    Kevin Hart sofreu golpe de US$ 1,2 milhão de seu personal shopper

    13 de fevereiro de 2021 /

    O ator Kevin Hart (“Jumanji: Próxima Fase”) foi vítima de um golpe de seus funcionários. Segundo o site TMZ, o comediante teve um prejuízo de US$ 1,2 milhão, desviados por Dylan Syer, seu personal shopper. O montante teria sido usado para bancar despesas de Syer, que tinha como função fazer as compras mensais de Hart, tanto de mercado quanto de seus bens pessoais. Ele trabalhou com o astro de Hollywood entre 2015 e 2019, quando foi demitido por suspeita de roubo. A detetive da polícia de Nova York responsável pela investigação, Melinda Katz, confirmou à imprensa que o suspeito tinha acesso à conta e ao cartão de crédito pessoal do ator durante todos os anos em que trabalhou para ele e, além de usar o dinheiro de Hart para pagar suas despesas, desviava fundos para sua própria conta. Após uma busca na casa do personal shopper foram encontrados diversos objetos de grife, como cinco relógios da marca Patek Philippe (avaliados em cerca de US$ 400 mil), uma pintura do artista plástico Sam Friedman, 16 estátuas da marca Bearbrick e duas bolsas Louis Vuitton.

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  • Filme

    Florence Pugh será robô assassino em filme da Apple

    13 de fevereiro de 2021 /

    A atriz Florence Pugh (de “Midsommar” e do vindouro filme da “Viúva Negra”) vai estrelar uma nova produção original da Apple TV+. Intitulado “Dolly”, o filme será um mistura de drama de tribunal e ficção científica, acompanhando o julgamento de um robô de companhia (Pugh) que mata seu dono e choca o mundo ao pedir um advogado para se defender na Justiça. Inspirada num conto de mesmo nome, escrito por Elizabeth Bear em 2011, o longa tem roteiro de Vanessa Taylor (“A Forma da Água”) e Drew Pearce (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), mas ainda não definiu diretor nem tem cronograma de filmagem. A Apple TV+ adquiriu os direitos de produção baseado na premissa e nos talentos envolvidos, vencendo vários outros rivais na disputa, incluindo uma plataforma de streaming concorrente.

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  • Filme

    Boss Level: Frank Grillo enfrenta Mel Gibson em trailer de filme de ação

    13 de fevereiro de 2021 /

    A plataforma americana Hulu divulgou o pôster e o trailer de “Boss Level”, filme estrelado por Frank Grillo (“Capitão América: Guerra Civil”), que adapta o velho truque do looping temporal ao gênero do thriller de ação. Na trama, o personagem de Grillo está preso em um looping temporal que constantemente repete o dia de seu assassinato. E por mais que aprenda a evitar as ameaças, sempre há outra prestes a acontecer, que inevitavelmente leva à sua morte. Perseguido por um exército de assassinos, ele acredita que um projeto secreto do governo pode ajudá-lo a desvendar porque está repetindo sua morte sem parar. Mas para isso precisa enfrentar os ataques explosivos e letais comandados pelo militar vivido por Mel Gibson (“Herança de Sangue”), que quer mantê-lo longe da verdade. Com direção de um especialista em filmes de ação, Joe Carnahan (“A Perseguição”, “Esquadrão Classe A”), o filme também destaca em seu elenco Naomi Watts (“Diana”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), Annabelle Wallis (“A Múmia”) e Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”). A estreia está marcada para o dia 5 de março nos EUA.

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