Os Croods 2 passa de US$ 150 milhões nas bilheterias mundiais
A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” manteve o 1º lugar das bilheterias dos EUA e Canadá, após recuperar o topo na semana passada – e isto foi dois meses após seu lançamento. A posição de destaque marca a quinta semana de liderança do filme, que está há 13 semanas em cartaz e já se encontra disponível na casa dos espectadores norte-americanos, via VOD. Graças à sua longevidade no ranking, a produção da DreamWorks Animation/Universal Pìctures ultrapassou os US$ 50 milhões de arrecadação doméstica e se encontra próximo de virar o filme de maior bilheteria da pandemia na América do Norte, recorde atualmente detido por “Tenet”, que fez US$ 57,9 milhões logo que os cinemas reabriram em agosto passado – período em que havia mais salas funcionando que agora. Entre sexta e domingo, “Os Croods 2” faturou US$ 1,7 milhão de ingressos vendidos em 1,9 mil salas dos EUA e Canadá. Mas ainda não começou a contar as bilheterias de muitos países, em que ainda não estreou. No Brasil, o lançamento está marcado apenas para 25 de março. No mundo inteiro, a Universal já contabilizou o dobro dos valores norte-americanos. O filme fez mais que US$ 100 milhões no mercado internacional, levando seu total a superar os US$ 150 milhões mundiais. Se este desempenho é festejado pelo estúdio, Hollywood inteira olha incrédula para as notícias que vem da China, onde filmes estão rendendo mais por dia que “Os Croods 2” faturaram até agora. Encabeça por blockbusters locais, como “Detective Chinatown 3”, “Hi, Mom” e “A Writer’s Odyssey”, a bilheteria chinesa somou nada menos que US$ 1,2 bilhão de arrecadação no atual feriado do Ano Novo Lunar.
Carla Diaz deixou Chiquititas porque achou que o mundo ia acabar no ano 2000
A atriz Carla Diaz fez uma revelação curiosa, que chocou e divertiu os participantes do “BBB 21”. Durante uma conversa registrada no reality show da rede Globo, ela contou que o motivo de sua saída da popular série infantil “Chiquititas” do SBT foi o medo de estar longe da família quando o mundo acabasse no ano 2000. Era a época em que se falava muito sobre o “bug do milênio” e profecias apocalípticas sobre a véspera do século 21. Estrela da trama do SBT entre os anos de 1997 e 1999, Carla tinha só 9 anos de idade e a produção de “Chiquititas” acontecia na Argentina, deixando-a afastada dos familiares. “Todo ano, minha mãe me perguntava se eu queria continuar”, contou. “E lembro que viviam falando naquela história de que o mundo iria acabar. Disse que queria parar”, relatou. “Pensei em ficar mais tempo com a minha família. Mas não disse para ela que tinha desistido por isso”, recordou a atriz. Depois de sua saída, “Chiquititas” teve só mais uma temporada, saindo do ar um pouco depois do fim do mundo, em 2001. Carla Diaz, por sua vez, entrou logo em seguida em “O Clone”, onde viveu sua personagem mais popular, a pequena Khadija. Para mostrar como essa época ficou distante, seu próximo papel nas telas é o oposto de inocente. A atriz é a estrela do filme “A Menina que Matou os Pais”, em que vive Suzane von Richthofen. Devido a pandemia de coronavírus, a produção está sem previsão de estreia.
Diretor “cancelado” enfrenta ira feminista ao planejar volta a Hollywood
O diretor e produtor Brett Ratner (“X-Men: O Confronto Final”) estaria planejando um retorno a Hollywood com a direção de um projeto sobre a dupla pop Milli Vanilli. A cinebiografia veio à tona no sábado (20/2), junto com a revelação de que produtora Millennium Media pretendia apresentá-la durante o evento de mercado European Film Market (EFM) na primeira semana de março. O cineasta está ligado à biografia sem título de Milli Vanilli há mais de uma década, quando adquiriu os direitos vitalícios para filmar a história da dupla franco-alemã, envolvida num escândalo de farsa musical. O roteiro é de Jeff Nathanson, com quem o Ratner trabalhou na franquia “A Hora do Rush”. Só que a iniciativa feminista Time’s Up não pretende deixar o filme acontecer. Ratner encontra-se “cancelado” desde que se tornou um dos poderosos de Hollywood denunciados durante o auge do movimento #MeToo. Em novembro de 2017, sete mulheres, incluindo as atrizes Olivia Munn e Natasha Henstridge, acusaram o cineasta de assédio e abuso sexual, com descrições de comportamento de revirar o estômago, que fizeram com que a Warner Bros. rompesse contratos e todos os laços com o produtor-diretor com quem o estúdio tinha um negócio lucrativo de coprodução. A relação de Ratner com a Warner se devia a seu sucesso como produtor. Em 2012, ele fundou a produtora RatPac com o milionário James Packer, ex-noivo de Mariah Carey. Após se fundir com a Dune Entertainment, a empresa foi rebatizada de RatPack-Dune Entertaiment e fechou uma parceria com a Warner Bros, originando os sucessos de “Gravidade” (2013), “Uma Aventura Lego” (2014), “Sniper Americano” (2014), “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), “O Regresso” (2015) e até… “Liga da Justiça” (2017). A presidente e CEO da Time’s Up, Tina Tchen, divulgou um comunicado que afirma: “A Time’s Up nasceu da reavaliação nacional do assédio sexual no local de trabalho. Nosso movimento é um produto de incontáveis atos de coragem de muitos sobreviventes, incluindo aqueles que falaram sobre o que sofreram nas mãos de Brett Ratner”. O texto acusa: “Ratner não apenas nunca reconheceu ou se desculpou pelo dano que causou, mas também entrou com processos na tentativa de silenciar as vozes das sobreviventes que se apresentaram – uma tática tirada do manual do predador. Você não pode apenas sumir por alguns anos e depois ressurgir e agir como se nada tivesse acontecido. Nós não esquecemos – e não iremos esquecer. E a Millennium Media também não deveria. Não deveria haver retorno”. A Time’s Up também lançou uma hashtag no Twitter: #wewontforgetbrett (nós não esqueceremos Brett). O último filme de Ratner como diretor foi “Hércules” (2014) e antes do movimento #MeToo ele pretendia filmar a cinebiografia de Hugh Hefner, o fundador da Playboy. Not only did he never acknowledge harm or apologize to the survivors, he tried to silence them. We didn’t forget. 2/2 #wewontforgetbrett https://t.co/QvAucNyx9a — TIME'S UP (@TIMESUPNOW) February 20, 2021
Netflix renova Irmandade para 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série brasileira “Irmandade” para sua 2ª temporada. Em post de suas redes sociais, a plataforma também informou que as gravações dos novos episódios vão acontecer “ainda em 2021”, sem dar maiores detalhes. O anúncio vem depois de nada menos que 16 meses de lançamento da série, que, a esta altura, já era tida como cancelada. Lançada em outubro de 2019, “Irmandade” se passa nos bastidores de uma facção criminosa. A narrativa é contada pelo ponto de vista de Edson, interpretado por Seu Jorge (“Cidade de Deus”), e Cristina, vivida por Naruna Costa (“Hoje eu Quero Voltar Sozinho”), dois irmãos que vivem em realidades muito diferentes e ao mesmo tempo bem próximas. Na série, a advogada Cristina (Naruna Costa) é pressionada a se reaproximar do irmão Edson (Seu Jorge), líder da Irmandade, para virar informante da polícia. Com as batidas e prisões que se seguem, outro líder da facção, Carniça (Pedro Wagner, de “Tungstênio”), passa a desconfiar que há um rato (traidor) na organização, e o cerco começa a se fechar. Ao mesmo tempo, conforme se infiltra na Irmandade, Cristina começa a questionar seus próprios valores sobre a lei e a justiça, e entra em contato com um lado sombrio de si mesma que não imaginava ter. O elenco da 1ª temporada também incluiu Lee Taylor (“O Mecanismo”) e Hermila Guedes (“Céu de Suely”). A série tem produção da 02 e foi criada pelo cineasta Pedro Morelli (“Zoom”), que dividiu a direção dos primeiros episódios com Gustavo Bonafé (“O Doutrinador”) e Aly Muritiba (“Ferrugem”), e conta com Felipe Sant’Angelo (“Pedro e Bianca”) como roteirista-chefe. Eu gosto de começar o domingo assim: avisando que Irmandade foi oficialmente renovada para uma segunda temporada e começa a ser gravada ainda em 2021. pic.twitter.com/aa1L6ftP0J — netflixbrasil (@NetflixBrasil) February 21, 2021
Niana Machado (1939 – 2021)
A atriz Niana Machado, que participou da série “Pé na Cova” (2013-2016), morreu aos 82 anos. Miguel Falabella, que escalou a atriz em vários de seus trabalhos na Globo, foi quem deu a notícia em seu Instagram, aproveitando para contar um pouco de sua história com a colega, que começou em 2009, nas gravações de “Toma Lá da Cá”. “Querida Niana Machado, hoje fecham-se as cortinas para você e eu, longe de casa, passo em revista aquela tarde há muitos anos, quando uma figurante de ‘Toma Lá Dá Cá’ chamou minha atenção. Marília deve ter ido te dar um abraço de boas vindas à imensidão, onde seu grito de ‘Piranha!’ vai certamente assustar os anjos mais conservadores”, escreveu Falabella, sem perder o bom humor, lembrando o bordão da personagem Bá em “Pé na Cova” e a saudade de Marília Pêra, sua co-protagonista, que morreu em 2015. “Toda a família ‘Pé na Cova’ (que lhe amou e respeitou) silenciosamente lhe presta a última homenagem. Obrigado por ter sido nossa Bá, a cereja do bolo de um dos trabalhos que mais prazer e alegria me trouxe nessa passagem. Descanse em paz! Um beijo do seu Miguel”, completou ele. Com uma carreira televisiva tardia, Niana começou a aparecer nas telas justamente com “Toma Lá da Cá”, em 2009. Ela também esteve em mais dois trabalhos de Falabella: a novela “Aquele Beijo”, de 2012, e “Brasil a Bordo”, uma comédia de 2017 da Globoplay, em que praticamente repetiu o papel de “Pé na Cova” – sua personagem se chamava Babá Dellacova. Em 2013, ela passou por uma cirurgia para retirar um coágulo do cérebro. A causa da morte da atriz ainda não foi divulgada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por miguelfalabellareal (@miguelfalabellareal)
Ludmilla vira pistoleira em novo clipe de Major Lazer
O grupo eletrônico Major Lazer, projeto do DJ Diplo, divulgou o clipe de sua nova parceria brasileira. A música se chama “Pra Te Machucar” e tem participação de ÀTTØØXXÁ e Suku Ward, mas quem canta e estrela é Ludmilla. Para acompanhar a trilha de western distorcido criada por Diplo, a cantora entra em cena com chapéu de cowboy, a “galope” numa moto e disparando tiros para salvar uma donzela em perigo. Se deu certo para Lil Nas X… Dirigido por Felipe Sassi, o mesmo por trás do clipe de “Rainha da Favela”, o vídeo de clima sertanejo foi gravado em Itu, interior de São Paulo, e também faz uma crítica a apropriação cultural do funk, com uma cantora loira sendo despejada de um palco enquanto a Lud pistoleira fuzila empresários gananciosos.
The Gloaming: Trailer de série criminal australiana investe em clima de terror
O canal pago americano Starz divulgou o pôster e o trailer de “The Gloaming”, série australiana que acompanha uma investigação de assassinato em meio a um clima de terror. A trama gira em torno da detetive Molly McGee (Emma Booth, de “Glitch”), que precisa se juntar a um colega (Ewen Leslie, de “The Luminaries”) com quem não fala há muitos anos para investigar o assassinato brutal de uma mulher na floresta da Tasmânia. O par compartilha um passado complicado e a investigação, que se conecta a um arquivo morto perturbador, começa a desencadear lembranças preocupantes. Criada por Victoria Madden (“The Kettering Incident”), a série também inclui em seu elenco Martin Henderson (“Virgin River”) e Rena Owen (“The Orville”). A estreia está marcada para 21 de março nos EUA. A maioria das séries do Starz são disponibilizadas no Brasil pela plataforma Starzplay.
Invincible: Série animada do criador de The Walking Dead ganha trailer ultraviolento
A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o trailer legendado de “Invincible”, série animada que adapta os quadrinhos homônimos de Robert Kirkman (o autor de “The Walking Dead”). A prévia abrange vários momentos distintos da trama, desde os primeiros passos do personagem-título como super-herói até a grande reviravolta, após a descoberta de um segredo que muda a perspectiva da história. Vale reparar que a evolução narrativa é acompanhada por uma mudança radical de tom, refletida pela troca do humor leve dos primeiros minutos por uma ultraviolência pesadíssima – que nos quadrinhos originais é muito pior. Lançada como “Invencível” no Brasil, a série aborda o universo dos super-heróis com um olhar sombrio, ao acompanhar Mark Grayson, um jovem aparentemente comum, exceto pelo fato de ser filho do super-herói mais poderoso do planeta, Omni-Man. Durante toda a vida, ele acreditou que seu pai era um alienígena benevolente, vindo do espaço para proteger a Terra, e que havia herdado seus poderes para continuar esse legado. Até o dia em que é convidado a se juntar ao pai em sua verdadeira missão: dominar o mundo. O elenco de dubladores reúne diversos intérpretes “clássicos” de “The Walking Dead”, a começar por Steven Yeun (o Glenn), que dubla o protagonista. Além dele, o elenco também inclui Lauren Cohan (a Maggie), Lennie James (Morgan), Khary Payton (Ezekiel), Ross Marquand (Aaron), Sonequa Martin-Green (Sasha), Michael Cudlitz (Abraham) e Chad Coleman (Tyreese). A produção também destaca as vozes de JK Simmons (vencedor do Oscar por “Whiplash”) como Omni-Man e Sandra Oh (vencedora do Globo de Ouro por “Grey’s Anatomy” e “Killing Eve”) como a mãe de Mark, sem esquecer de Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Walton Goggins (“Tomb Raider”), Mark Hamill (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Gillian Jacobs (“Community”) e Seth Rogen (“Vizinhos”), entre outros. Um elenco impressionante. Os quadrinhos de “Invincible” foram publicados por 15 anos, encerrando-se em 2018 com a conclusão da história. Neste meio tempo, sua trama já tinha sido transformado em série animada – pela MTV em 2008 – sem maiores repercussões. Mas isso deve mudar com a nova série. Desta vez, a adaptação é do próprio Kirkman, com produção de sua empresa Skybound (que também produz “The Walking Dead” e seus derivados). A estreia está marcada para 26 de março.
The Walking Dead: Cena mostra encontro entre Maggie e Negan
O canal pago americano AMC divulgou uma cena completa da volta de “The Walking Dead”, que mostra o aguardado encontro entre Maggie (Lauren Cohan) e Negan (Jeffrey Dean Morgan). “Eu não escapei, se é isso que está pensando”, diz o ex-vilão, que deveria estar preso pela morte de Glenn (Steven Yeun), marido de Maggie, entre muitos outros personagens. A troca de olhares entre os dois é cheia de tensão e significados que serão explorados nos novos episódios. Um dos próximos capítulos, inclusive, aprofundará o passado de Negan, permitindo conhecer melhor as motivações do personagem polêmico. Originalmente, o 10º ano de produção deveria ter se encerrado no capítulo “A Certain Doom” em abril, mas, devido à pandemia de coronavírus, o episódio só foi ao ar em 1º de outubro passado. Com o atraso e para não perder um ano de produção, o canal pago AMC decidiu ampliar a temporada com a encomenda de mais seis episódios adicionais. A série retomará sua história do ponto em que parou, num episódio batizado de “Home Sweet Home” e agendado para o próximo domingo (28/2). A estreia vai acontecer no mesmo dia no Brasil, com exibição pelo canal pago Star – o novo nome da Fox a partir de segunda-feira (22/2).
Falcão e o Soldado Invernal: Comercial destaca escudo do Capitão América
A Disney+ (Disney Plus) divulgou novos pôster e comercial de “Falcão e o Soldado Invernal”, que destaca o escudo do Capitão América. Ele aparece em vários momentos da prévia, trocando de mãos entre os personagens do título. Segunda série do Marvel Studios a estrear em 2021, “Falcão e o Soldado Invernal” vai abordar o legado do Capitão América e o peso simbólico de seu escudo, que foi deixado por Steve Rogers para o Falcão, no final de “Vingadores: Ultimato”. Além dos dois Vingadores do título, interpretados por Anthony Mackie (Falcão) e Sebastian Stan (Soldado Invernal), “Falcão e o Soldado Invernal” também retoma personagens introduzidos nos filmes do Capitão América, trazendo de volta Emily Van Camp ao papel de Sharon Carter e Daniel Brühl como Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. Desenvolvida pelo roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”), a série vai estrear em 19 de março com episódios assinados por Kari Skogland, diretora premiada de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”.
Vídeo de bastidores mostra que Raya e o Último Dragão teve produção “caseira”
A Disney divulgou um vídeo de bastidores de “Raya e o Último Dragão” (Raya and the Last Dragon), que destaca como o filme foi produzido à distância por sua equipe – entre cachorros, gatos e bebês nas casas dos profissionais, por conta da pandemia do novo coronavírus. A prévia também exibe novas cenas do desenho e conta com depoimentos de Kelly Marie Tran (a rebelde Rose Tico da franquia “Star Wars”), que dubla a Raya do título, e Awkwafina (“Jumanji: Próxima Fase”), voz do último dragão. Criada pelo roteirista vietnamita-americano Qui Nguyen (“The Society”) e a roteirista malaia Adele Lim (“Podres de Ricos”), Raya tem traços asiáticos e incorpora vários elementos da cultura – e das artes-marciais – do sudeste asiático. Apesar disso, a história é uma aventura fantasiosa sem laços com o folclore regional. A trama se passa em uma terra fictícia chamada Kumandra, que foi dividida em cinco regiões com diferentes clãs de pessoas, que antes viviam em harmonia com dragões, mas agora que as criaturas místicas se foram estão em conflito permanente. Raya, então, parte atrás do último dragão existente, acreditando que ele pode restaurar a paz. Mas só encontra um bicho tagarela que se transforma em uma mulher. A direção é comandada por Don Hall (“Moana”) e Carlos López Estrada (“Ponto Cego”), que trabalharam juntos com os estreantes na função Paul Briggs e John Rippa, veteranos da Disney que trabalharam em várias animações famosas do estúdio, de “A Princesa e o Sapo” (2009) a “Zootopia” (2016). Além das duas estrelas citadas, o elenco de dubladores incluiu outros astros asiáticos famosos de Hollywood, como Gemma Chan (“Capitã Marvel”), Sandra Oh (“Killing Eve”), Daniel Dae Kim (“Hawaii Five-0”) e Benedict Wong (“Doutor Estranho”). A animação deveria estrear nos cinemas em novembro, mas a pandemia de coronavírus adiou seu lançamento para 12 de março, quando também será disponibilizada na Disney+ (Disney Plus). O detalhe é que não basta ser assinante para assistir ao filme em streaming. A Disney decidiu cobrar uma sobrepreço (além do preço da assinatura) para quem quiser assistir “Raya e o Último Dragão” em casa, que batizou de Premier Access.
Livro infantil de Lupita Nyong’o vai virar animação da Netflix
A Netflix vai produzir uma animação musical baseada no livro infantil “Sulwe”, que é escrito por ninguém menos que a atriz Lupita Nyong’o (“Pantera Negra”). O livro ilustrado conta a história da personagem-título, uma menina queniana que, segundo a descrição, “nasceu com a cor da meia-noite”. Um dia, ela recebe a visita de uma estrela cadente e parte em uma aventura mágica, que aborda temas como colorismo, autoestima e a lição de que a verdadeira beleza vem do interior. “A história de ‘Sulwe’ é algo que está muito perto do meu coração”, disse Nyong’o em comunicado. “Em minha infância, eu ficava desconfortável na minha pele escura. Raramente via alguém que se parecesse comigo nas páginas de livros e revistas, ou mesmo na TV. Foi uma longa jornada para eu chegar ao amor-próprio.” Ela continua: “‘Sulwe’ é um espelho para as crianças de pele escura se verem, uma janela para aqueles que podem não estar familiarizados com o colorismo, para ter compreensão e empatia, e um convite para todos que se sentem diferentes e invisíveis para reconhecer sua beleza inata e valor. Estou feliz que o livro seja adaptado em uma animação musical, que espero inspirar crianças de todo o mundo a celebrar sua singularidade.” Lupita Nyong’o será produtora da adaptação, mas ainda não há equipe ou maiores detalhes envolvendo o projeto. Em setembro passado, a atriz leu seu livro num vídeo divulgado pela Netflix, como parte de uma série educativa, chamada “Bookmarks”, em que artistas e celebridades leem livros infantis de autores negros sobre a experiência negra. O episódio com Nyong’o pode ser visto abaixo.
Produção de série de Bruna Marquezine e Manu Gavassi é interrompida pela pandemia
As gravações da série “Maldivas”, da Netflix, foram paralisadas pela segunda vez por causa da pandemia de covid-19. A produção da Netflix protagonizada por Bruna Marquezine e Manu Gavassi só voltará ao trabalho em abril. A comédia de mistério criada por Natalia Klein (roteirista de “Zorra Total”) já tinha dado uma pausa em dezembro passado, após um integrante da equipe testar positivo. O nome da pessoa infectada não foi divulgado, mas não faltaram especulações em torno de Manu Gavassi. Segundo a colunista Naiara Andrade, do jornal Extra, a nova paralisação não se deve a um novo caso na equipe e sim ao avanço generalizado da pandemia no Brasil. Com o atraso no cronograma, diminuem as chances de “Maldivas” estrear neste ano na plataforma de streaming. O título da produção refere-se ao nome de um condomínio no Rio de Janeiro, onde a goiana Liz (Bruna Marquezine) se infiltra para descobrir pistas da morte de sua mãe. Lá, ela se depara com personagens exóticas, como Milene (Manu Gavassi), a rainha do Maldivas, com uma vida aparentemente perfeita junto ao marido, o cirurgião plástico Victor Hugo (Klebber Toledo), e Rayssa (Sheron Menezzes), uma ex-cantora de axé convertida em empresária de sucesso, casada com o ex-vocalista de sua banda, Cauã (Samuel Melo). Há também Kat (Carol Castro), uma mãezona cujo marido, Gustavo (Guilherme Winter), cumpre prisão domiciliar. Ainda estão na trama Verônica (Natalia Klein), uma outsider que destoa das mulheres do Maldivas, Miguel (Danilo Mesquita), o noivo interiorano de Liz, e o detetive Denilson (Enzo Romani). Já o papel de mãe da protagonista será encarnado por Vanessa Gerbelli, que foi mãe de Bruna Marquezine quando ela era criança, na novela “Mulheres Apaixonadas”, de 2003.












