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22 de setembro de 2026
  • Filme

    “Viúva Negra” quebra recordes e faz História como primeiro blockbuster do streaming

    11 de julho de 2021 /

    “Viúva Negra” entrou para a História do mercado cinematográfico neste domingo (11/7). Para começar, o filme quebrou todos os recordes da pandemia com uma bilheteria de US$ 80,3 milhões em seu primeiro fim de semana nos cinemas dos EUA. Trata-se da estreia cinematográfica mais bem-sucedida da América do Norte desde “Star Wars: A Ascenção de Skywalker” em dezembro de 2019 – três meses antes da crise sanitária. Mas não foi só isso. A Disney surpreendeu o mercado ao abrir a caixa preta de sua plataforma online e anunciar que “Viúva Negra” contabilizou mais US$ 60 milhões no Disney+ Premier Access – o valor seria mundial – , tornando-se o primeiro blockbuster do streaming. A iniciativa de anunciar os rendimentos de VOD não tem precedentes e pode prenunciar uma nova prática, capaz de redefinir a forma como o mercado contabiliza “bilheterias”. A TV americana já anuncia, há anos, o desempenho de seus conteúdos em “outras plataformas” para revelar o verdadeiro alcance de seus sucessos. “Viúva Negra” ainda faturou mais US$ 79 milhões no mercado internacional, apesar de não ter sido lançada na China – que só tem filmes patrióticos em cartaz para celebrar os 100 anos do Partido Comunista do país. Assim, são US$ 149 milhões de arrecadação mundial exclusiva dos cinemas. Mas, incluindo o streaming, a conta já está em US$ 219 milhões. São números impressionantes, que respaldam a iniciativa da Disney de lançar o filme simultaneamente nos cinemas e na Disney+. “O forte desempenho da ‘Viúva Negra’ neste fim de semana confirma nossa estratégia de distribuição flexível, de disponibilizar filmes de franquia nos cinemas para uma verdadeira experiência cinematográfica e, como as preocupações da covid globalmente, oferecendo opções aos consumidores que prefiram assistir em casa no Disney Plus”, ponderou o presidente de distribuição de mídia e entretenimento da Disney, Kareem Daniel, em comunicado.

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  • Etc

    Luciano Szafir grava vídeo para mostrar que está vivo

    11 de julho de 2021 /

    Luciano Szafir se manifestou neste domingo (11/7) pela primeira vez desde que foi internado com covid, no Rio de Janeiro, no dia 22 de junho. Em um pequeno vídeo postado no Instagram, ele disse emocionado: “Oi, gente. Resolvi fazer esse vídeo para mostrar que eu estou vivo e para agradecer.” O ator de 52 anos apresentou melhora e saiu da ventilação mecânica no sábado. Na ocasião, recebeu a visita da filha Sasha Meneghel, que foi visitá-lo acompanhada do marido, o cantor gospel João Figueiredo. Nas redes sociais, Figueiredo explicou o atual quadro do sogro: “O Luciano não está mas com Covid. O CTI que ele se encontra não é mais de Covid. Atualmente ele se recupera de uma lesão causada pelo tratamento durante a época que estava com Covid. Enquanto ele estava com Covid, estávamos impedidos de visitá-lo”. Segundo o último boletim enviado pela assessoria de Szafir, ele segue na UTI recebendo suplementação de oxigênio e não tem previsão de alta. Szafir cuida, no momento, de uma consequência deixada pela doença. Durante o tratamento contra o coronavírus, o ator sofreu uma complicação no intestino grosso gerada por hematomas, sangramentos que causam acúmulos de sangue em determinado local do organismo. Especialistas ressaltam que todos os pacientes internados em estado grave são medicados com anticoagulantes, o que — em casos raros — pode ocasionar hematomas em quaisquer partes do corpo. Na quarta-feira (7/7), ele passou por uma cirurgia para retirar um hematoma e segmento do cólon em decorrência dessas complicações. Em entrevista para o jornal O Globo, o médico do hospital Copa Star, João Pantoja, revelou que o ator teve uma embolia pulmonar antes da cirurgia, além de sangramento no abdômen. É a segunda vez que o ator é infectado com o vírus. Em fevereiro, ele teve sintomas leves, mas desta vez teve uma reação mais agressiva, com febre persistente. Ele optou pela internação após sentir os primeiros sintomas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lucianoszafiroficial (@szafiroficial)

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  • Série

    Criadora de “Lovecraft Country” assina contrato com Apple TV+

    10 de julho de 2021 /

    Uma semana depois de a HBO anunciar que não faria uma 2ª temporada de “Lovecraft Country”, a criadora da série, Misha Green, abandonou o canal da Warner em troca de um contrato milionário com a Apple. Ela fechou um acordo global para desenvolver séries e filmes para a plataforma Apple TV+. É o primeiro acordo do gênero da carreira da produtora, que também criou a aclamada série “Underground”, sobre escravos foragidos. Mas os primeiros projetos devem demorar a sair do papel, porque ela está com a agenda cheia. Entre seus diversos trabalhos em andamento estão a continuação de “Tomb Raider”, que ela vai escrever e dirigir, o remake do clássico de blaxploitation “Cleopatra Jones” e um filme de ação chamado “Fuel”, em que voltará a se juntar com Jurnee Smollett (estrela de “Lovecraft Contry”).

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  • Série

    A Vilã: Filme de ação coreano vai virar série americana

    10 de julho de 2021 /

    O filme de ação sul-coreano “A Vilã” (The Villainess) vai virar série. A Amazon está desenvolvendo a produção em parceria com a produtora Skybound, de Robert Kirkman (de “The Walking Dead” e “Invincible”). A adaptação está a cargo da roteirista-produtora Francisca Hu (“Sleepy Hollow”) e o primeiro episódio será dirigido pelo cineasta responsável pelo filme original, Jung Byung-gil. O longa teve première no Festival de Cannes em 2017, ocasião em que foi aplaudido de pé pelo público. A premissa, porém, é bem conhecida pelos fãs de cinema por lembrar as protagonistas de “Nikita” (francesa), “Black Cat” (chinesa) e até “Viúva Negra” (americana), uma jovem que se rebela após ser treinada para se tornar assassina profissional de uma agência secreta. A série vai acompanhar uma mulher asiática que acredita ter sido adotada por pais brancos numa pequena cidade americana. Entretanto, após uma viagem a Seul resultar num incidente violento, ela descobre que seu passado é muito diferente do que imaginava e a única maneira de descobrir sua verdadeira identidade pode ser vender sua alma para uma organização sombria e corrupta. Os produtores estão atrás de uma nova intérprete para o papel principal, que foi vivido por Kim Ok-bin (“Sede de Sangue”) no cinema. Veja abaixo o trailer legendado do filme original.

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  • Filme

    Karen Gillan diz que chorou com roteiro de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”

    10 de julho de 2021 /

    A atriz Karen Gillan confessou ter chorado ao ler o roteiro de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, que vai começar a ser filmado em novembro. A revelação foi feita ao site americano Collider, durante entrevista sobre outro filme que ela protagoniza, “Gunpowder Milkshake”, com lançamento previsto para quarta-feira (14/7) na Netflix dos EUA. Falando sobre sobre seu futuro no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), a intérprete de Nebulosa (Nebula) contou que ficou totalmente emocionada com o roteiro de James Gunn para o novo filme dos “Guardiões da Galáxia”. “Eu li o roteiro com Pom Klementieff, que interpreta Mantis. Nós lemos juntas e ambas rimos muito, mas também transbordamos de tanto chorar, lágrimas gordas. É incrível, acho que é o trabalho mais forte de James com os ‘Guardiões’ e é simplesmente brilhante. É brilhante, emocionante, engraçado e todas essas coisas que você deseja”. Antes desse filme, que vai chegar aos cinemas só em 2023, Gillan poderá ser vista novamente como Nebulosa em “Thor: Love and Thunder”, previsto para maio de 2022. Ela também gravou dublagem de sua personagem em “What If…”, primeira série animada do Marvel Studios, que estreia em agosto na plataforma Disney+.

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  • Filme

    Fotos do set revelam que “Indiana Jones 5” se passa em 1969

    10 de julho de 2021 /

    Fotos tiradas no set das filmagens de “Indiana Jones 5” em Glasgow, na Escócia, revelaram que o filme se passa em 1969. Uma das imagens que circula nas redes sociais mostra uma faixa que celebra o feito dos astronautas da Apollo 11, missão espacial que levou o homem à Lua pela primeira vez. “Bem-vindos de volta Armstrong, Aldrin, Collins”, diz o texto do cartaz, sugerindo uma reconstituição da celebração de 13 de agosto de 1969, quando os astronautas foram recebidos como heróis em desfile pelas ruas de Nova York. Para completar, as fachadas dos prédios utilizados nas filmagens receberam pôsteres da Pan-Am, antiga companhia aérea que teve seu apogeu comercial nos anos 1960, e mensagens de protesto contra a guerra do Vietnã. Curiosamente, as primeiras imagens do set traziam um trem antigo, identificado com insígnia nazista. Isto pode indicar que a trama se passa em duas épocas distintas ou contém um flashback significativo. Vale lembrar que o filme anterior da franquia, “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”, era situado em 1957, bem depois da queda do regime nazista. E aquela produção foi filmada há 13 anos. Se a passagem de tempo fosse respeitada, o novo filme colocaria o herói em 1970 – ou 1969, que é bastante próximo. As filmagens do quinto filme sobre o arqueólogo aventureiro começaram em maio no Reino Unido sob direção de James Mangold (“Logan”). E logo nos primeiros dias de filmagem, o veterano ator Harrison Ford sofreu um acidente, machucando o ombro, que fez com que precisasse de afastar dos trabalhos. Apesar da ausência do protagonista, a produção não foi interrompida. Enquanto espera a volta de Ford, Mangold está filmando os demais integrantes do elenco, como Boyd Holbrock (“Logan”), Mads Mikkelsen (“Druk – Mais uma Rodada”), Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”), Thomas Kretschmann (“Vingadores: Era de Ultron”) e Shaunette Renée Wilson (“The Resident”). A estreia está prevista para o verão norte-americano (nosso inverno) de 2022. Veja abaixo algumas das imagens do set que revelam detalhes da reconstituição de época. New Indy 5 set photos show storefront signage for Pan Am Airways & “Welcome Home” banners for the Apollo 11 crew! #IndianaJones 🤠 (via @Glasgow_Times) pic.twitter.com/PlRyaZlp2n — Indiana Jones 5 News (@indy5news) July 8, 2021 More Indy 5 set photos showing “Welcome Home” signage and parade risers! #IndianaJones 🤠 (via u/ LouiseCal & @Glasgow_Times) pic.twitter.com/EsgpF20bXk — Indiana Jones 5 News (@indy5news) July 8, 2021 @GraceRandolph set builds today in Glasgow, Scotland for Indiana Jones. #IndianaJones5 #IndianaJones @phoebe pic.twitter.com/hfkSPChFeZ — Jordan Sharkey (@Jordan_Sharkeyy) July 9, 2021 New Indy 5 set photos from Glasgow! #IndianaJones 🤠 – More political/anti war signage (via @paul_r_mcdonald) -A vintage American car (via @stusutton – A mobile frankfurter stand (via @andycrichton6) pic.twitter.com/aDRf74ud32 — Indiana Jones 5 News (@indy5news) July 10, 2021 Some obligatory shots of how the new Indiana Jones movie is turning Glasgow American. pic.twitter.com/K9wCSN0Yz5 — Visit Glasgow (@visit_glasgow) July 9, 2021 Quick wander around the #indianajones film set in #glasgow today pic.twitter.com/Wbnjd1tke1 — Paul Dempsey (@WhiskyWeegie) July 10, 2021

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  • Série

    Sebastian Stan compartilha vídeo de bastidores de “What If…?”

    10 de julho de 2021 /

    O ator Sebastian Stan compartilhou no Instagram um vídeo hilário dos bastidores de sua dublagem em “What If…?”. O ator dará voz a Buck Barnes, o Soldado Invernal, na primeira série animada do Marvel Studios, que teve seu trailer oficial divulgado na quinta passada (8/7). “What If…?” é baseada nas histórias em quadrinhos conhecidas no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. O título foi lançado em 1977 e possui mais de 200 edições, que exploram como a Marvel seria se alguns personagens não tivessem morrido, outros não tivessem ganhado superpoderes e até situações assumidamente ridículas. Fez tanto sucesso que o conceito extrapolou suas páginas, dando origem a personagens de linhas alternativas, como Gwen Aranha – além de ter inspirado a DC Comics a lançar sua própria versão, “Elseworlds”. A série dá à premissa original um contexto ligeiramente diferente, ao apresentar seus episódios como uma exploração do multiverso. Assim, exibirá versões alternativas dos super-heróis, que surgiram em universos paralelos em que eles tiveram destinos completamente diferentes. O vídeo mostra, por exemplo, Peggy Carter como Capitã Bretanha e T’Challa viajando as estrelas como um dos Saqueadores (Ravagers) de Yondu. O detalhe é que os personagens são dublados por seus intérpretes nos filmes do MCU (sigla do Universo Cinematográfico da Marvel). Entre eles, destaca-se Chadwick Boseman, que gravou suas últimas palavras como T’Challa, o Pantera Negra, antes de morrer de câncer no ano passado. A enorme lista de participações na série ainda inclui Robert Downey Jr. (Tony Stark/Homem de Ferro), Hayley Atwell (Agente Carter), Michael B. Jordan (Killmonger), Josh Brolin (Thanos), Mark Ruffalo (Hulk), Tom Hiddleton (Loki), Samuel L. Jackson (Nick Fury), Chris Hemsworth (Thor), Karen Gillan (Nebulosa), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Paul Rudd (Homem-Formiga), Michael Douglas (Hank Pym), Josh Brolin (Thanos), Dominic Cooper (Howard Stark), Neal McDonough (Dum Dum), Dominic Cooper (Howard Stark), Sean Gunn (Kraglin), Natalie Portman (Jane Foster), David Dastmalchian (Kurt), Stanley Tucci (Dr. Erskine), Taika Waititi (Korg), Toby Jones (Dr. Zola), Djimon Hounsou (Korath), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Michael Rooker (Yondu) e Chris Sullivan (Taserface), entre outros. Para completar, “What If…?” ainda introduz um personagem inédito, o Vigia, uma entidade cósmica dos quadrinhos do Quarteto Fantástico, que serve como narrador de todos os episódios e tem a voz de Jeffrey Wright (“Westworld”). A nova série chega na Disney+ logo após “Loki” apresentar o conceito das variantes criadas por diferentes linhas temporais, demonstrando um avanço temático do MCU rumo à expansão do multiverso. A estreia está marcada para 11 de agosto. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sebastian Stan (@imsebastianstan)

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  • Filme

    The Walking Dead: Teasers mostram confronto com nova comunidade

    10 de julho de 2021 /

    O canal pago americano AMC divulgou seis teasers da 11ª e última temporada de “The Walking Dead”. Contendo várias cenas curtas, os vídeos mostram alguns dos personagens principais da narrativa em confronto com novos inimigos mascarados e o exército da nova comunidade da série, Império (Commonwealth, na versão original em inglês), com destaque para seu comandante, Mercer, um ex-fuzileiro naval que será interpretado por Michael James Shaw (o Papa Midnite da série “Constantine”). A temporada final de “The Walking Dead” terá 24 episódios que serão divididos em três partes. A primeira leva, com oito capítulos, começará a ser exibida em 15 de agosto no streaming da AMC+ nos EUA e em 22 de agosto na televisão em todo o mundo. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Star (antigo Fox) e também integrará o serviço de streaming Star+, que estreia em 31 de agosto.

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  • Filme

    Vídeo de bastidores mostra treinamento duro do elenco de “Snake Eyes”

    10 de julho de 2021 /

    A Paramount Pictures divulgou um novo vídeo legendado de bastidores de “G.I. Joe Origens: Snake Eyes”, que destaca o treinamento intenso do elenco para as cenas de luta do filme, que incluem artes marciais e espadas. O filme conta a origem do personagem da franquia “G.I. Joe”, vivido por Henry Golding (“Podres de Ricos”), que mostrará o que o levou a esconder o rosto e silenciar. O elenco também inclui Andrew Koji (da série “Warrior”) como Storm Shadow, o ninja que é rival e irmão de sangue de Snake Eyes, Iko Uwais (“Operação Invasão”/The Raid) e Peter Mensah (“Spartacus”) como mestres do treinamento do herói, a espanhola Ursula Corberó (a Tóquio de “La Casa de Papel”) como a vilã Baronesa e a australiana Samara Weaving (“A Babá”) como a heroína Scarlett. “G.I. Joe Origens: Snake Eyes” foi escrito pelo grego Evan Spiliotopoulos, roteirista de “Hércules” (2014), “O Caçador e a Rainha do Gelo” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017), e tem direção a cargo de Robert Schwentke, que assinou dois filmes da franquia “Divergente”. Originalmente previsto para outubro passado, o filme foi adiado várias vezes em meio à pandemia e recentemente foi remarcado para 19 de agosto no Brasil, quase um mês após o lançamento nos EUA (em 23 de julho).

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  • Etc,  Filme

    William Smith (1933–2021)

    10 de julho de 2021 /

    O ator William Smith, que enfrentou Clint Eastwood em “Punhos de Aço: Um Lutador de Rua”, foi pai de Conan, o Bárbaro, e marcou época como vilão de “Pobre Homem Rico”, morreu na segunda-feira passada (5/7) num hospital de artistas de cinema em Woodland Hills, na Califórnia, aos 88 anos, de causa não divulgada. Ele começou sua carreira como figurante em “A Alma de Frankenstein”, de 1942, quando tinha oito anos de idade, e apareceu em vários clássicos da época, como “A Canção de Bernadette” (1943), “O Bom Pastor” (1943) e até mesmo “Gilda” (1946) e “O Menino dos Cabelos Verdes” (1948), antes de entrar na adolescência. Uma década depois, integrou o elenco do cultuado filme de rock “Escola do Vício” (1959), estrelado por Jerry Lee Lewis, antes de ganhar seu primeiro papel de destaque. Isto aconteceu na série policial “Asphalt Jungle” em 1961. Smith também estrelou a série de faroeste “Laredo” (1965-1967), como um Texas Ranger, e a última temporada de “Hawaí 5-0”, em 1979, como um policial havaiano. Entre uma série e outra, ainda apareceu em episódios de diversas outras atrações populares do período, como “Gunsmoke”, “O Homem de Virgínia”, “Perry Mason”, “Batman”, “Daniel Boone”, “Missão: Impossível”, “Kung Fu”, “Mod Squad”, “O Homem de Seis Milhões de Dólares”, “Os Gatões”, “Esquadrão Classe A”, etc. Mas seu papel mais memorável na TV foi, disparado, o do vilão Anthony Falconetti na minissérie de 1976 “Pobre Homem Rico” (Rich Man, Poor Man), que bateu recordes de audiência. Fez tanto sucesso que ganhou continuação no ano seguinte, explorando ainda mais a rivalidade entre Falconetti (caracterizado com um tapa-olho!) e os irmãos Jordache (Peter Strauss e Nick Nolte). O ator interpretou um vilão tão convincente que recebeu convite para enfrentar Clint Eastwood em “Punhos de Aço: Um Lutador de Rua”, lançado em 1980. Sua cena principal com Eastwood foi considerada a luta mais longa até então filmada no cinema. Antes disso, sua carreira cinematográfica era uma coleção de filmes trash apelativos. Curiosamente, muitos deles se tornaram cultuados, na linha do “tão ruim que é bom”, como “Motoqueiros Selvagens” (1970), “O Monstro de Duas Cabeças” (1971), “O Túmulo do Vampiro” (1971), “Invasão das Mulheres Abelhas” (1972) e “O Guerreiro do Futuro” (1975). Também chegou a escrever, produzir e estrelar “Hollywood Man” (1976), em que satisfez seu ego ao interpretar um astro de Hollywood. Mas depois de trocar socos com Estwood, acabou tento um gostinho do que era trabalhar de verdade em filmes de grande orçamento e com mestres do cinema. Foram dois longas de John Milius, como o pai de “Conan, o Bárbaro” (1982) e um comandante soviético que invadia os EUA em “Amanhecer Violento” (1984). E duas preciosidades de Francis Ford Coppola, como um balconista em “Vidas sem Rumo” (1983) e o policial assediador de “O Selvagem da Motocicleta” (1983). Os papéis, infelizmente, eram pequenos e a fase comercial se encerrou com o terror “Maniac Cop: O Exterminador” (1988). O resto de sua carreira pode ser resumida como uma coleção vasta de produções para videolocadoras, geralmente terror e ação de baixíssimos orçamentos. Ele ainda gravou participações em clipes das bandas de rock Ramones e Pantera. E atuou sem parar até o ano passado, despedindo-se na comédia pouco vista “Irresistible”, estrelada por Steve Carell e lançada direto em DVD no Brasil.

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  • Filme

    “Viúva Negra” tem maior estreia da pandemia nos EUA

    10 de julho de 2021 /

    “Viúva Negra” teve a maior de estreia de cinema dos EUA desde o começo da pandemia em março passado. Em seu primeiro dia de exibição, na sexta-feira (9/7), o filme arrecadou US$ 39,5 milhões, ultrapassando com folga as marcas de “Velozes e Furiosos 9” (US$ 29,8 milhões) e “Um Lugar Silencioso 2” (US$ 19,3 milhões). O começo foi tão forte que superou até mesmo o desempenho da grande maioria dos filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) antes da pandemia, como “Thor” (US$ 25 milhões), “Thor: O Mundo Sombrio” (US$ 31,8 milhões), “O Incrível Hulk” (US$ 21,4 milhões), “Capitão América: O Primeiro Vingador” (US$ 25,7 milhões), “Capitão América: O Soldado Invernal” (US$ 36,9 milhões), “Homem de Ferro” (US$ 35,2 milhões), “Homem-Formiga” (US$ 22,6 milhões), “Homem-Formiga e a Vespa” (US$ 33,7 milhões), “Doutor Estranho” (US$ 32,5 milhões), “Guardiões da Galáxia” (US$ 37,8 milhões) e até o recente “Homem-Aranha: Longe de Casa” (US$ 39,2 milhões). Por sinal, bateu até mesmo a estreia de “Mulher-Maravilha” (US$ 38,2 milhões) da rival DC Comics – sem contar a continuação lançada durante o pico da covid-19 (US$ 7,4 milhões). Os números são ainda mais impressionantes porque, ao contrário dos filmes citados acima, “Viúva Negra” foi lançado simultaneamente nos cinemas e em streaming, disponibilizada pela plataforma Disney+ por uma taxa adicional. Além disso, nem todas as salas de exibição estão abertas nos EUA, e as que estão funcionando ainda sofrem restrições de lotação devido à covid-19. Os resultados indicam que o público estava sentido falta de filmes de super-heróis da Marvel nos cinemas. O último lançamento do estúdio antes de “Viúva Negra” já tinha dois anos (“Homem-Aranha: Longe de Casa”). Além disso, os fãs pediam um longa solo da personagem de Scarlett Johansson desde a época do primeiro “Os Vingadores” de 2012. E o fato de abrir com arrecadação recorde em plena pandemia demonstra como a demora em produzir “Viúva Negra” foi o maior erro estratégico do Marvel Studios até o momento, levando-o a entrar em cartaz “postumamente” – após a morte da heroína em “Vingadores: Ultimato”. As projeções para domingo (11/7) indicam que “Viúva Negra” vai bater mais um recorde: maior bilheteria de fim de semana da pandemia com uma arrecadação entre US$ 80 e 90 milhões. A expectativa para o mercado internacional é que o longa chegue, de cara, a US$ 150 milhões de arrecadação mundial. E isto sem a China, maior polo consumidor do cinema atual, que bloqueou estreias estrangeiras durante o mês de julho para promover apenas filmes patrióticos em comemoração ao centenário do Partido Comunista no país. Os resultados devem pressionar Kevin Feige, o chefão da Marvel, a produzir uma continuação. Os fãs, claro, vão querer que Johansson faça parte deste projeto. Mas seja qual for a decisão, Feige deve manter segredo – como de praxe – sobre os próximos passos da franquia.

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  • Série

    Revival de “Sex and the City” ganha primeira foto oficial

    10 de julho de 2021 /

    A HBO Max divulgou a primeira foto oficial do revival de “Sex and the City”, intitulado “And Just Like That…”. A imagem traz Sarah Jessica Parker (Carrie), Cynthia Nixon (Miranda) e Kristin Davis (Charlotte) caminhando juntas pelas ruas de Nova York. A minissérie vai seguir as três estrelas da atração dos anos 1990 enquanto lidam com a evolução de suas vidas após completarem 50 anos. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o quarteto central ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. Mas enquanto o primeiro foi um sucesso de público e crítica, o fracasso do segundo implodiu os planos de uma trilogia e fez Kim Catrall (Samantha) jurar nunca mais voltar à franquia, criticando Parker. Das quatro protagonistas da série original, Kim Cattrall é a única que não participará do retorno – e há sites de apostas promovendo lances sobre o destino de Samantha na trama. Além disso, o elenco masculino voltará em peso, com destaque para Chris Noth, que reprisará seu papel como Mr. Big, mas sem esquecer Willie Carson (Stanford), Mario Cantone (Anthony), David Eigenberg (Steve) e Evan Handler (Harry). A principal novidade será a introdução de Sara Ramirez (a Dr. Callie Torres de “Grey’s Anatomy”) como uma personagem não-binária na trama. A atração terá 10 episódios. Sarah Jessica Parker revelou em seu Instagram que o primeiro vai se chamar “Hello, It’s Me” (veja abaixo), mas ainda não há previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SJP (@sarahjessicaparker)

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  • Filme

    “Benedetta” vira filme mais falado de Cannes por cenas de sexo e “blasfêmias”

    10 de julho de 2021 /

    “Benedetta”, o novo filme do provocante cineasta Paul Verhoeven (“Instinto Selvagem”), virou o mais falado do Festival de Cannes deste ano graças a cenas de sexo lésbico em um convento e sonhos explícitos com Jesus Cristo. Exibido na sexta à noite (9/7), o longa foi aplaudido por cinco minutos pelo público francês, numa ampla demonstração de aprovação, mas a crítica internacional reclamou sem parar do excesso de nudez e sexo, e até de blasfêmias. As cenas de sexo são tão picantes quanto as de “Azul É a Cor mais Quente”, que venceu o Festival de Cannes em 2013, mas causaram especial desconforto por incluírem um brinquedo sexual esculpido em uma figura de madeira da Virgem Maria. Além do sexo, também há muita violência em “Benedetta”, do tipo vista em “A Paixão de Cristo”. Mas sem, claro, que os mais religiosos considerem as conexões entre os dois filmes. Durante a entrevista coletiva sobre a obra, o diretor holandês chamou os críticos de puritanos. “Não se esqueçam que, em geral, as pessoas, quando fazem sexo, tiram as roupas”, ele apontou. “Então, estou basicamente chocado com o fato de que não quererem olhar para a realidade da vida. Por que esse puritanismo foi introduzido? Na minha opinião, está errado. ” Verhoeven também se irritou com a sugestão de que o filme é uma blasfêmia. “Eu realmente não entendo como você pode blasfemar sobre algo que aconteceu… Não se pode mudar a História depois do fato. Você pode dizer que aquilo era errado ou não, mas não pode mudar a História. Acho que a palavra blasfêmia para mim, neste caso, é estúpida”, explicou. De fato, “Benedetta” é baseada numa história real. Com roteiro de David Birke, que volta a trabalhar com Verhoeven após a parceria em “Elle” (2016), o filme adapta o livro “Atos Impuros: A Vida de uma Freira Lésbica na Itália da Renascença”, da historiadora Judith C. Brown. A trama se passa no final do século 15, enquanto a peste assola a Europa, e Benedetta Carlini ingressa no convento de Pescia, na região italiana da Toscana, como uma noviça que desde muito cedo parece fazer milagres. Seu impacto na vida da comunidade é imediato e chama atenção do Vaticano. Mas logo sua pureza é confrontada pela chegada de uma jovem tentadora ao convento (Daphne Patakia), que decide seduzi-la. A história, que mistura religião com erotismo e polêmica, se encaixa perfeitamente na filmografia do diretor holandês de “Louca Paixão” (1973), “Conquista Sangrenta” (1985), “Instinto Selvagem” (1992), “Showgirls” (2005) e “Elle” (2016). A estrela Virginie Efira, intérprete de Benedetta, lembrou deste detalhe ao defender o ponto de vista do diretor. “A sexualidade é um assunto interessante. Não há muitos diretores que saibam filmá-la. Paul Verhoeven sabe. É alguém que lidou com este tópico importante desde o início e de uma forma incrível. A nudez não tem interesse quando não é retratada de uma maneira bonita, não é isso que Paul faz. Tudo foi muito alegre quando tiramos nossas roupas”, ela descreveu. “Benetta” também estreou comercialmente na França neste fim de semana, mas ainda não tem previsão de lançamento fora da Europa. Veja o trailer do longa abaixo.

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