Vingança & Castigo: Western com Idris Elba, Regina King e Jonathan Majors ganha trailer
A Netflix divulgou novos pôster, fotos e trailer legendado de “Vingança & Castigo” (The Harder They Fall), primeiro filme dedicado a reunir os mais famosos pistoleiros negros do Velho Oeste, com elenco composto por alguns dos maiores astros negros de Hollywood. A lista estrelada inclui Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), Regina King (“Watchmen”), Jonathan Majors (“Lovecraft Country”), Zazie Beetz (“Coringa”), LaKeith Stanfield (“Judas e o Messias Negro”), Delroy Lindo (“Destacamento Blood”), Edi Gathegi (“Briarpatch”), Damon Wayans Jr (“Duas Tias Loucas de Férias”), Danielle Deadwyler (“P-Valley), Deon Cole (“Black-ish”) e RJ Cyler (“Power Rangers”). A trama gira em torno do fora-da-lei Nate Love (Majors), que descobre que seu maior rival, Rufus Buck (Elba), escapou do trem que o levava para a prisão. Reunindo aliados, ele parte para enfrentar o bando do rival na expectativa de um tiroteio épico. Só que há outro interessado nos criminosos: o lendário delegado Bass Reeves (Lindo). O filme é o segundo western de Jeymes Samuel, que antes fez o média-metragem “They Die by Dawn” (2013), além de ter dirigido o clipe da música “Legacy”, de Jay-Z. Não por acaso, o rapper assina a produção. Samuel também é o autor do roteiro, escrito em parceria com o veterano Boaz Yakin (“Duelo de Titãs”). O longa estreia em 3 de novembro.
Netflix revela as 10 séries mais vistas da plataforma em todos os tempos
A Netflix voltou a emitir sinais de fumaça sobre a audiência de sua programação. A plataforma de streaming divulgou uma lista com as dez séries originais mais vistas de seu serviço. Ao fazer o anúncio, o chefão da programação da empresa, Ted Sarandos, revelou que “Bridgerton” lidera o ranking por ter sido assistida por 82 milhões de contas de assinatura. Os números também são grandiosos para os demais destaques, com “Lupin: Parte 1” e a 1ª temporada “The Witcher” empatados na 2ª posição, vistas por 76 milhões de assinantes. Em seguida vem outro empate, entre “Sex/Life” e a já velha 3ª temporada de “Stranger Things”, ambas com 67 milhões de visualizações. A Parte 4 de “La Casa de Papel” atingiu 65 milhões, “A Máfia dos Tigres” marcou 64 milhões, a minissérie “O Gambito da Rainha” teve 62 milhões, “Sweet Tooth” chegou a 60 milhões, e “Emily em Paris” fecha o ranking revelado com 58 milhões. Mas segundo Sarandos, essa lista pode sofrer mudanças em breve devido ao sucesso da recém-lançada “Round 6”. Ao anunciar o Top 10 da empresa, ele afirmou que a série sul-coreana pode se tornar a atração original mais vista da história da plataforma, “caso os números de suas primeiras semanas se mantenham firmes”. Os números servem para mostrar quais são os conteúdos mais populares do serviço. Mas não servem realmente como relatório confiável de audiência, porque são todos inflados. Vale lembrar que a Netflix conta como vista qualquer série que tiver dois minutos assistidos por um assinante. É o tempo de duração dos créditos de abertura de uma atração. Até 2019, a Netflix considerava vistas apenas séries que tivessem 70% de sua exibição concluída e os números só ultrapassaram a casa de 40 milhões com a 3ª temporada de “Stranger Things”. A mudança aconteceu em janeiro de 2020 com a contabilização dos lançamentos de “Witcher” e do filme “Esquadrão 6”, com Ryan Reynolds, que de uma hora para outra dobraram a média até então considerada padrão de sucesso na plataforma. A justificativa para a mudança na contabilização foi um exemplo descontextualizado da concorrência. O YouTube foi quem estabeleceu o parâmetro de dois minutos de visualização. Só que o YouTube é uma plataforma de vídeos curtos, repleta de clipes de três minutos de duração. Para dar noção das distorções ocasionadas por essa abordagem, a Netflix afirmou que “Esquadrão 6” teria sido visto por 83 milhões de assinantes em seu primeiro mês, em janeiro de 2020, praticamente metade do total de 167 milhões de usuários que o serviço possuía na época em todo o mundo. Entretanto, um ano e meio depois, Scott Stuber, chefe da divisão de filmes da plataforma, afirmou que “Esquadrão 6” não teria sequência porque não atingiu as expectativas. Um filme com mais audiência que a série mais vista segundo dados revelados nesta semana pelo chefão da Netflix, não teria engajamento suficiente do público. Ao comentar a decepção de “Esquadrão 6” em julho deste ano, Stubber também admitiu que os números da Netflix são considerados um problema por cineastas que ele gostaria de atrair para a empresa.
CCXP começa a vender ingressos para a edição deste ano e de 2022
A CCXP (Comic Con Experience) anunciou as datas e os valores dos ingressos para as duas próximas edições do evento. Diante da concorrência de eventos digitais gratuitos da Netflix (Tudum), Warner (DC Fandome) e Disney (Disney+ Day), que tradicionalmente foram parceiros da CCXP, os organizadores se adiantaram para tentar emplacar a volta da participação presencial do público, que seria seu diferencial. Mas não vai dar tempo de fazer isso neste ano. O que dá pra fazer é a pré-venda de ingressos, apelando para promessa marketeira de realizar “a maior CCXP de todos os tempos” daqui a 15 meses. A iniciativa repete o Rock in Rio, que vende ingressos antes de anunciar a programação. Se bem que, no caso do Rock in Rio, sempre se sabe com antecedência quase tudo o que vem: o mesmo dos outros anos. A pré-venda da CCXP 2022, que vai acontecer entre os dias 1 e 4 de dezembro de 2022, e também da CCXP Worlds 21, formato online do evento, que será exibido em 4 e 5 de dezembro deste ano, começam nesta quarta (29/9) no site oficial do evento: https://www.ccxp.com.br/. Inicialmente, a pré-venda estará disponível apenas para clientes do banco Santander (patrocinador) e para os habitués que compraram os pacotes Digital, Home e Epic Experience no ano passado. Para os demais, a abertura oficial da comercialização de ingressos será em 15 de outubro.
Trailer da 2ª temporada “Sintonia” tem participações de Alok e MC Kevinho
A Netflix divulgou um novo pôster e o trailer da 2ª temporada de “Sintonia”, que destaca os três protagonistas da série e ainda conta com participações de Alok e MC Kevinho. A dupla fará parte da reviravolta na trajetória do personagem MC Doni, que aparece na prévia milionário ao entrar na indústria da música. A evolução dos demais personagens mostra Rita tentando reabrir uma igreja na periferia e Nando em situações de risco, em meio a tiros e vários maços de dinheiro. Estrelada por Jottapê, Bruna Mascarenha e Christian Malheiros, a atração produzida por Kondzilla, diretor de clipes de funk e dono do canal do YouTube mais visto do Brasil, teve seu retorno atrasado devido às dificuldades da pandemia. Gravada em Jaraguá, bairro de São Paulo, com todos os protocolos de segurança, a 2ª temporada terá até um show de funk em que o espaço do público foi preenchido com truques de câmera e efeitos visuais. A estreia dos novos episódios vai acontecer no dia 27 de outubro em streaming.
Melissa Yandell Smith (1957–2021)
A atriz Melissa Yandell Smith, que interpretou a irmã da personagem de Frances McDormand em “Nomadland”, morreu de câncer em 7 de setembro em sua casa em San Francisco, cercada por familiares e amigos, aos 64 anos. A morte repercutiu apenas na segunda (27/9), por meio de um obituário no jornal The New York Times. Colega de faculdade e amiga de longa data de McDormand, Smith apareceu em cenas importantes do filme vencedor do Oscar 2021 como Dolly, a irmã de Fern. A participação em “Nomadland” foi o trabalho de maior visibilidade da carreira da atriz e seu único crédito de atuação nas telas. Isto porque Smith passou o resto de sua vida profissional trabalhando no teatro e lecionando. Ela foi diretora do American Conservatory Theatre em San Francisco por 25 anos, além de ter lecionado no The Honolulu Youth Theatre, no Havaí, no Purchase Youth Theatre, em Nova York, e até na Universidade de Princeton, em Nova Jersey. Em uma declaração para a imprensa, McDormand chamou Smith de sua “melhor amiga”. “Tivemos uma amizade de 42 anos que incorporou nossas ambições, nossos sonhos, nossos sucessos e nossos fracassos. Tenho tanto orgulho dessa amizade profunda quanto de meu casamento de 38 anos e de ser a mãe do meu adorado filho”.
Jean Hale (1938–2021)
Jean Hale, que viveu loiras fatais nos anos 1960, morreu em 3 de agosto de causas naturais em Santa Monica, aos 82 anos. O falecimento foi anunciado por sua família na segunda-feira (27/9). A atriz trabalhou como modelo antes de ser “descoberta” pelo agente de Sandra Dee, numa tarde em que estava caminhando despreocupada pela Quinta Avenida de Nova York. O encontro lhe rendeu um contrato com a 20th Century Fox e levou à sua estreia no cinema em 1963, no filme de terror “Violent Midnight”. No filme seguinte, ela já estampava um pôster, de rifle em punho, ajudando a vender o western B “Império da Vingança” (1964). Mas a carreira de protagonista não decolou e o estúdio a deslocou para aparecer em diversas séries, antes de devolvê-la aos cinemas num papel pequeno em “Confidências de Hollywood” (1966). Entre as telas grande e pequena, acabou chamando mais atenção como Polly, capanga do Chapeleiro Louco num episódio duplo da 2ª temporada de “Batman”, produzida pela Fox em 1967. Ela voltou a viver uma vilã num filme lançado no mesmo ano, enfrentando James Coburn na paródia de espionagem “Flint: Perigo Supremo”, em que o espião Derek Flint precisa derrotar uma organização criminosa formada apenas por mulheres deslumbrantes. Hale também participou de “O Massacre de Chicago”, de Roger Corman, em 1967, seu último filme para a 20th Century Fox, que encerrou seu ano mais produtivo. Entretanto, sem conseguir novos papéis de cinema após o fim do contrato, foi, aos poucos, cansando-se de aparecer em séries. Ficou 1970 inteiro afastada das telas. Depois, fez um episódio de “O Homem de Virgínia” em 1971, outro de “Mod Squad” em 1972, dando então um espaço maior, de três anos, para ressurgir em “Cannon”, sua última série em 1975. Hale ainda retomou a carreira de atriz em 1987 para gravar três telefilmes de despedida. O último, “Lies Before Kisses”, foi exibido na rede CBS em 1991. Fora das telas, foi casada com o ator Dabney Coleman (“Boardwalk Empire”) de 1961 até o divórcio de 1984, quando fundou uma produtora de entretenimento, que continuou a se expandir até recentemente. No momento de sua morte, Hale estava trabalhando em um roteiro chamado “Being Jeannie” baseado na história real de uma mulher que se fez passar por ela durante seu auge na década de 1960, apenas para aplicar golpes. A falsa Jean Hale se casou com 10 homens no Texas e Oklahoma e roubou todo o dinheiro deles.
4400: Trailer do reboot da série sci-fi destaca viagem no tempo
A rede The CW divulgou um novo trailer do reboot da cultuada série de ficção científica “The 4400”. A prévia revisita uma das premissas sobrenaturais mais imitadas deste século, que inclusive inspirou o recente sucesso de “Manifest”. Vale reparar que a nova versão tirou o “The” de seu título. Chama-se apenas “4400”. Este é o número de pessoas que surgem de uma hora para outra, todos ao mesmo tempo e no mesmo local, após passarem anos desaparecidas. O detalhe é que cada um dos retornados desapareceu numa época diferente. A personagem principal da prévia, Dr Andre (T.L. Thompson, de “Adventures in New America”), sumiu em 1924 e, ao reaparecer em 2021, não sabe como agir no mundo moderno. Quem o pegou e por quê, e qual a razão de devolvê-lo no futuro são questões centrais do mistério da história, além do fato de que quem retornou não voltou exatamente igual. O reboot é assinado pela dupla Taylor Elmore e Craig Sweeny, que trabalhou junta como produtores e roteiristas de “Limitless”. Vale lembrar que Sweeny, que criou “Limitless”, também foi roteirista e supervisor da série original, por sua vez criada por René Echevarria e Scott Peters. “The 4400” foi ao ar entre 2004 e 2007 em dois canais diferentes nos Estados Unidos, durando quatro temporadas bastante criativas. Aparentemente, a nova versão não vai seguir a estrutura da trama original, que começava como um episódio de “Arquivo X”, com um casal de agentes federais investigando o surgimento misterioso das 4400 pessoas. Joel Gretsch (que depois estrelou “V: Visitantes”) e Jacqueline McKenzie (atualmente na série australiana “Pine Gap”) viviam os investigadores, mas o destaque acabou sendo o elenco de apoio, com diversos atores de peso, entre eles Mahershala Ali (vencedor do Oscar por “Moonlight”), Patrick John Flueger (“Chicago P.D.”), Billy Campbell (“The Killing”), Megalyn Echikunwoke (“Vixen”), Samantha Ferris (“Salvation”), Laura Allen (“Ravenswood”), Jeffrey Combs (o eterno Herbert West da franquia de terror “Re-Animator”), Garret Dillahunt (“Fear the Walking Dead”), Peter Coyote (“Law & Order: Los Angeles”) e a musa sci-fi Summer Glau (de “Firefly”, “Terminator”, “Dollhouse” e “Alphas”). O reboot estreia em 25 de outubro.
“Daisy Jones & The Six” ganha primeiras imagens de bastidores
A produtora Hello Sunshine, de Reese Witherspoon (“The Morning Show”), divulgou no Instagram as primeiras imagens de bastidores de “Daisy Jones & The Six”, nova minissérie da Amazon Prime Video. Adaptação do romance de mesmo nome da escritora Taylor Jenkins Reid – também lançado no Brasil com o título em inglês – , a trama apresenta os altos e baixos de uma renomada banda de rock dos anos 1970, liderada pela personagem do título. A protagonista Daisy Jones é descrita como uma garota que nasceu em uma família privilegiada e abandona os pais para seguir a carreira como cantora, começando a participar da cena musical roqueira de Los Angeles. Um detalhe curioso da produção é que o papel principal é desempenhado por Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), que além de atriz é neta de Elvis Presley. Por sinal, ela já viveu uma roqueira dos anos 1970 no cinema. Em “The Runaways”, de 2010, ela interpretou a cantora Marie Currie, irmã de Cherie Currie (Dakota Fanning). “Daisy Jones & The Six” foi criada pela dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber, roteiristas dos sucessos “A Culpa é das Estrelas” (2014) e “Artista do Desastre” (2017), e terá episódios dirigidos pela cineasta neozelandesa Niki Caro (do filme “Mulan” e da série “Anne with an E”). O elenco também inclui a atriz e modelo Suki Waterhouse (“Miss Revolução”), a também modelo e atriz Camila Morrone (do remake de “Valley Girl”), Josh Whitehouse (que igualmente estrelou “Valley Girl”), o astro Sam Claflin (“Enola Holmes”), o novato Will Harrison (visto em “Madam Secretary”), Nabiyah Be (“Pantera Negra”) e Sebastian Chacon (“Penny Dreadful: City of Angels”). Ainda não há previsão para a série chegar ao serviço de streaming da Amazon. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Hello Sunshine (@hellosunshine)
Busca por novo 007 só vai começar no ano que vem
A produtora Barbara Broccoli revelou que ainda não começou a pensar num substituto de Daniel Craig na franquia “007”. Em entrevista para a rádio BBC 4, a responsável pelos filmes de James Bond afirmou que ela e o restante da equipe da franquia só vão começar a pensar no próximo intérprete de James Bond a partir do ano que vem. Segundo ela, o motivo de ainda não ter começado a imaginar o futuro da franquia é a dificuldade de aceitar que Daniel Craig se despede do papel em “007 – Sem Tempo para Morrer”. “Eu estou em negação sobre o fim da era de Daniel Craig no papel”, ela comentou. “Queremos que ele tenha um tempo para celebrar a sua passagem por Bond. No ano que vem, começaremos a pensar no futuro”. O parceiro de Broccoli à frente da franquia, Michael G. Wilson, ainda destacou que Craig deixa “um legado difícil de superar” como Bond, o que dificulta muito a escolha de seu substituto. Dirigido por Cary Joji Fukunaga (“Beasts of No Nation”), a despedida de Daniel Craig como James Bond envolve um segredo de Madeleine Swann (Léa Seydoux), a paixão do agente secreto 007, relacionado ao vilão da vez, o deformado Safin (Rami Malek). Isto faz o espião que amava embarcar numa última missão, aliando-se a velhos amigos. Chamar de amigo o vilão Blofeld (Christoph Waltz), de “007 Contra Spectre” (2015), é um pouco exagerado. Mas os demais, M (Ralph Fiennes), Q (Ben Whishaw) e Eve Moneypenny (Naomie Harris) apoiam Bond desde “007: Operação Skyfall” (2012). Além deles, o filme traz de volta o parceiro mais antigo do 007 de Craig na franquia, o agente da CIA Felix Leiter (Jeffrey Wright), visto em “007: Cassino Royale” (2006) e “007: Quantum of Solace” (2008). A reunião de antigos rostos da franquia reforça o clima de despedida. Mas também há novas aliadas, encarnadas por Ana de Armas (“Blade Runner 2049”) e Lashana Lynch (“Capitã Marvel”), que interpreta uma nova 007. Originalmente previsto para março do ano passado, o longa sofreu vários adiamentos até definir que vai mesmo chegar às telas em 30 de setembro no Brasil.
Vin Diesel revela que “Riddick 4” está “mais perto do que acham”
O astro Vin Diesel atiçou os fãs com um post sobre a produção do quarto filme da franquia de “Riddick” no fim de semana. Ao lado de uma foto em que aparece como o personagem-título, ele revelou que teve uma reunião “incrível” sobre o projeto e que a continuação está mais perto de se materializar do que se imagina. “Incrível reunião, hoje. Obrigado time, vocês saem quem vocês são. Vamos dizer que ‘Furia’ pode estar mais perto do que vocês pensam”, escreveu Diesel em seu Instagram. O astro está desenvolvendo a produção desde 2015. Na época, ele adiantou os planos do diretor e roteirista David Twohy para a continuação, revelando o título de “Furia” (o nome do planeta de Riddick é Furya), além de citar o projeto de uma série passada no mesmo universo. David Twohy escreveu e dirigiu todos os três filmes de Riddick – “Eclipse Mortal” (2000), “A Batalha de Riddick” (2004) e “Riddick 3” (2013) – , além de mais dois curtas animados do personagem. O primeiro filme é sensacional, o segundo foi ambicioso demais e o terceiro abriu várias possibilidades para a franquia, especialmente pelas participações de Katee Sackhoff (série “Battlestar Galactica”) e Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) como mercenários. Mas a arrecadação dos três é bem modesta, tendo gerado US$ 267 milhões em todo o mundo. Apesar disso, a trilogia tem uma base fiel de fãs. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Vin Diesel (@vindiesel)
“The Witcher” dá boas vindas ao intérprete de Vasemir
A Netflix aproveitou o lançamento do trailer da 2ª temporada de “The Witcher”, revelado durante o evento Tudum no fim de semana, para retomar a divulgação da série nas redes sociais. Um post publicado no site oficial da série destacou um detalhe do vídeo: a entrada de Kim Bodnia (de “Killing Eve”) no elenco para interpretar Vesemir, o mentor do protagonista Geralt de Rivia. Vesemir teve sua própria série lançada recentemente, a animação “The Witcher: Lenda do Lobo”, em que foi dublado por Theo James (de “Divergente”). Na série live-action ele vai aparecer bem mais velho. “É o ano de Vesemir! Bem-vindo Kim Bodnia como o mais antigo sobrevivente bruxo e mentor de Geralt, fazendo sua estreia na 2ª temporada de ‘The Witcher'”, diz o texto publicado no Twitter, junto de fotos do ator caracterizado. Nos livros de Andrzej Sapkowski, e também nos games da CD Projekt RED, Vesemir é apresentado como o bruxo responsável por criar e treinar Geralt de Rivia, além dos demais bruxos de Kaer Morhen, sede da Escola do Lobo. Ele também tem papel fundamental na criação de Ciri, situação que será abordada na 2ª temporada da série da Netflix. Nos próximos capítulos, o caçador de monstros Geralt de Rivia (Henry Cavill) vai cuidar da jovem princesa perdida Ciri (Freya Allan), levando-a ao lugar mais seguro que conhece, seu lar de infância, Kaer Morhen, iniciando um treinamento que a transformará numa guerreira. Ao mesmo tempo, a feiticeira Yennefer (Anya Chalotra), que sobreviveu aos eventos fatais do final do primeiro ano da produção, continua a correr perigo. A estreia está marcada para o dia 17 de dezembro. It’s the year of Vesemir! Welcome Kim Bodnia as the oldest surviving witcher and Geralt’s beloved mentor, making his debut in The Witcher Season 2. pic.twitter.com/8bojfrU97F — The Witcher (@witchernetflix) September 25, 2021
Filme de Paul Thomas Anderson ganha trailer com filho de Philip Seymour Hoffman
A MGM divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Licorice Pizza”, novo filme de Paul Thomas Anderson (“O Mestre” e “Trama Fantasma”). A prévia é apresentada ao som de “Life on Mars”, de David Bowie, e destaca a recriação detalhista dos anos 1970 e a premissa de atração polêmica entre um adolescente e uma mulher mais velha. A produção marca a estreia da cantora Alana Haim (do grupo musical Haim), de 30 anos, em seu primeiro papel no cinema. O diretor é muito amigo das irmãs Haim e já dirigiu nada menos que oito clipes do trio musical. Seu parceiro em cena também é estreante: Cooper Hoffman, filho do falecido ator Philip Seymour Hoffman. O pai do jovem estrelou cinco filmes de Anderson. Não há muitos detalhes oficiais sobre a trama, exceto que o personagem de Hoffman é um estudante que está se tornando ator. Apesar de ser retratado na high school, o jovem tem 18 anos na vida real. Em contraste com o casal de iniciantes, o elenco de apoio da produção é uma constelação de estrelas, que inclui Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”), Sean Penn (“O Gênio e o Louco”), Maya Rudolph (“O Halloween do Hubbie”), Ben Stiller (“A Vida Secreta de Walter Mitty”), John C. Reilly (“Kong: A Ilha da Caveira”), Emma Dumont (“The Gifted”), Skyler Gisondo (“Santa Clarita Diet”), Benny Safdie (“Bom Comportamento”), Mary Elizabeth Ellis (“Lodge 49”) e o cantor Tom Waits (“Os Mortos Não Morrem”). A estreia está marcada para 26 de novembro nos EUA e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Chucky disseca um sapo em cena inédita da série do Brinquedo Assassino
A primeira série de “Chucky”, o Brinquedo Assassino, teve uma cena inédita divulgada nesta segunda (27/9), que revela o boneco dissecando um sapo numa aula de biologia do Ensino Médio. A versão seriada de “Chucky” foi desenvolvida por Don Mancini, o criador do personagem, que escreveu o roteiro do primeiro “Brinquedo Assassino” em 1988 e desde então explora a franquia sem parar, tendo assinado seis continuações e dirigido três longas do monstro de plástico. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também dirigiu o capítulo inaugural da série. Ele vai trabalhar na atração com David Kirschner, produtor da franquia cinematográfica, e Nick Antosca, criador das séries “Channel Zero” e “The Act”. Na trama, o personagem-título encontra suas novas vítimas ao ser adquirido numa venda de garagem pelo jovem Jake (Zackary Arthur, de “Transparent”), adolescente gay que sofre bullying. O elenco também inclui Christine Elise (“Barrados no Baile”), Carina Battrick (“Impulse”), Jana Peck (“A Teacher”), Teo Briones (“Ratched”), Alyvia Alyn Lind (“Daybreak”), Bjorgvin Arnarson (“O Sétimo Dia”) e até Alex Vincent, que viveu o menino original do filme de 1988 Além disso, a série vai manter a dublagem clássica de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, servindo assim de contraponto ao remake recente, em que o boneco demoníaco foi dublado por Mark Hamill (o Luke Skywalker). O filme de 2019 foi a primeira e única versão de “Brinquedo Assassino” sem envolvimento de Mancini. “Chucky” vai estrear no mês do Halloween, em 12 de outubro nos EUA, e será lançado no Brasil pela nova plataforma de streaming da Disney, a Star+, que ainda não confirmou a data no país.












