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    Michael Caine anuncia aposentadoria

    15 de outubro de 2021 /

    O ator Michael Caine anunciou que não pretende mais atuar. Em entrevista à BBC, o lendário astro britânico, vencedor de duas estatuetas do Oscar, informou que seu último trabalho como ator será no drama “Best Sellers”, em que ele um autor aposentado que parte em uma turnê para divulgar seu livro — a produção tem estreia prevista para este ano. Aos chegar aos 88 anos, ele pretende viver daqui para frente como seu último personagem, dedicando-se à carreira de escritor. “Escrevi alguns livros que venderam bem. Não sou mais ator, sou um escritor”, afirmou. Ele já lançou três livros: “What’s it All About?” (1992), “The Elephant to Hollywood” (2010) e “Blowing the Doors Off” (2018). Caine revelou que a decisão é decorrência de “um problema na espinha” que afeta suas pernas, ao ponto de dificultar os movimentos, tornando “difícil andar”. Além do problema de saúde, ele citou a idade e o fato de ter recebido poucas propostas para retornar aos estúdios. “Honestamente, não houve propostas nos últimos anos e ninguém está fazendo filmes que eu queira participar. Aliás, tenho 88 anos, então, não há exatamente muitos roteiros nos quais o protagonista tem a minha idade”, declarou. Com uma vasta carreira, Michael Caine foi ícone mod dos anos 1960, durão nos anos 1970 e coadjuvante sensível nas décadas seguintes, vencendo o Oscar por “Hannah e Suas Irmãs” (1986) e por “Regras da Vida” (1999). Sua carreira teve outra reviravolta no século 21, quando conquistou o público geek no papel de Alfred Pennyworth na trilogia do Batman dirigida por Chistopher Nolan. Desde “Batman Begins” (2005), ele apareceu em todos os filmes do diretor, inclusive no mais recente, “Tenet”, lançado no ano passado. Apesar do anúncio de aposentadoria, o ator ainda é esperado no terceiro filme da franquia “Truque de Mestre”, outro sucesso recente de sua carreira.

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  • Etc

    Estrela de “Sons of Anarchy” é atropelada em Los Angeles

    15 de outubro de 2021 /

    A atriz Katey Sagal, conhecida pela sitcom clássica “Um Amor de Família” (Married with Children) e pelas malvadezas do drama “Sons of Anarchy”, foi atropelada por um carro ao atravessar a rua nesta sexta (15/10). Segundo o site TMZ, ela está bem. O site indicou que motorista do carro parou para ajudar Katey, e ela foi transportada de ambulância para um hospital local, onde está sendo tratada de seus ferimentos. A expectativa é que a atriz de 67 anos receba alta ainda hoje. A polícia informou que o acidente aconteceu nesta manhã. Quando ela atravessava a rua na faixa de pedestres, um Tesla fez a curva e não a viu, acertando-a em cheio. A colisão, porém, não foi em alta velocidade. Nenhuma detenção foi feita e não havia drogas nem álcool envolvidas na colisão. Katey Sagal é casada desde 2004 com Kurt Sutter, o criador da série de motoqueiros “Sons of Anarchy” e seu spin-off, “Mayans MC”.

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  • Música

    Anitta lança clipe com a rapper Saweetie

    15 de outubro de 2021 /

    Anitta lançou o clipe de “Faking Love”, sua parceria com a rapper americana Saweetie. Para acompanhar a fusão de funk, rap e R&B romântico, o clipe enfatiza muita coreografia e mudanças de figurino, além de assumir as restrições de locação, limitadas a um estúdio escuro, que impactam até a cena em que Anitta “acelera” uma moto – firmemente estacionada. Graças ao enquadramento dos ventiladores gigantes do “vento no cabelo”, a acelerada fake encaixa no contexto do refrão sobre fingimento. A direção é assinada pela dupla Bradley & Pablo, diretores de nada menos que o icônico “Watermelon Sugar”, de Harry Styles, e “Rodeo”, de Lil Nas X. “Faking Love” é o terceiro clipe extraído de “Girl From Rio”, que segue os lançamentos dos vídeos de “Me Gusta” e da faixa-título do álbum.

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  • Etc

    Mostra de São Paulo exibirá 157 filmes online

    15 de outubro de 2021 /

    A Mostra de São Paulo anunciou os filmes que exibirá nas plataformas digitais em sua 45ª edição. A novidade foi implementada no ano passado, quando, por causa da pandemia, o evento foi totalmente online. Neste ano, porém, a Mostra terá programação híbrida, com a exibição de todos os filmes nos cinemas parceiros do festival e apenas uma parcela disponibilizada em plataformas digitais. De acordo com a lista anunciada, a parcela é grande. Dos 265 filmes de mais de 50 países que compõem a programação completa, 157 poderão ser vistos online – ou seja, quase 60% do total. A maior parte dos títulos online estará disponível na Mostra Play: 131 filmes ao todo. Eles poderão ser vistos por meio da aquisição de ingressos virtuais, que custam de R$ 12 para aquisição individual até R$ 150,00 em pacotes com 15 ingressos. Os serviços parceiros Sesc Digital e Itaú Cultural Play também terão uma programação da Mostra. Mas alguns dos filmes mais aguardados não terão sessões virtuais. Para ver “Titane”, terror de Julia Ducournau que venceu a Palma de Ouro, “A Conexão Francesa”, de Wes Anderson, e “A Viagem de Pedro”, de Laís Bodanzky, por exemplo, só indo ao cinema. Conheça, abaixo, a lista de filmes da Mostra Play. “18 KHZ” (18 Kiloherz) , de Farkhat Sharipov (Cazaquistão) “18½”, de Dan Mirvish (EUA) “66 Questões da Lua” (Moon, 66 Questions), de Jacqueline Lentzou (Grécia, França) “A Colheita do Trigo” (The Wheat), de Yu-Qiang Tang (China) “A Felicidade Das Coisas”, de Thais Fujinaga (Brasil) “A Garota e a Aranha” (The Girl and the Spider), de Ramon Zurcher e Silvan Zurcher (Suíça) “A Lei”, de Amadeo Canônico (Brasil) “A Noite do Fogo” (Noche De Fuego), de Tatiana Huezo (México, Alemanha, Brasil, Catar) “A Taça Partida” (La Taza Rota), de Esteban Cabezas (Chile) “A Terra de Frente”, de Thiago Cóstackz (Brasil) “Absence”, de Ali Mosaffa (República Tcheca, Eslováquia) “Ahed’s Knee” (Ha`berech), de Nadav Lapid (França, Alemanha, Israel) “Ailey”, de Jamila Wignot (EUA) “Alta Demanda – A Vida e a Obra de Dani Karavan” (High Maintenance – The Life and Work of Dani Karavan), de Barak Heymann (Israel, Polônia) “Amor Fati”, de Cláudia Varejão (Portugal, Suíça, França) “Anatomia”, de Ola Jankowska (Polônia, França) “Ao Oriente” (Al Oriente), de José María Avilés (Equador, Argentina) “Armugan” (Armugán), de Jo Sol (Espanha) “As Bruxas do Oriente” (The Witches of the Orient), de Julien Faraut (França) “As Faces do Mao”, de Dellani Lima, Lucas Barbi (Brasil) “Assim Como no Céu” (As In Heaven), de Tea Lindeburg (Dinamarca) “Assim Queimamos” (We Burn Like This), de Alana Waksman (EUA) “At the End of Evin”, de Mohammad Torab Beigi, Mehdi Torab Beigi (Irã) “Atlântida” (Atlantide), de Yuri Ancarani (Itália, França, EUA, Catar) “Atlas”, de Niccolò Castelli (Suíça, Bélgica, Itália) “Aurora”, de Paz Fabrega (Costa Rica, México) “Ayar”, de Floyd Russ (EUA) “Azor”, de Andreas Fontana (Suíça, Argentina, França) “Bantú Mama”, de Ivan Herrera (República Dominicana) “Bergman Island”, de Mia Hansen-Løve (França, Alemanha, Suécia) “Bi Aban” (Without Aban), de Mehrdad Koroushnia (Irã) “Branco Puro” (Pure White), de Necip Çaghan Özdemir (Turquia) “Brighton 4th”, de Levan Koguashvili (Geórgia, Rússia, Bulgária, Mônaco, EUA) “Camila Sairá Esta Noite” (Camila Saldrá Esta Noche), de Ines Barrionuevo (Argentina) “Capitães de Zaatari” (Captains of Zaatari), de Ali El Arabi (Egito) “Coisas Verdadeiras” (True Things), de Harry Wootliff (Reino Unido) “Curtas Jornadas Noite Adentro”, de Thiago B. Mendonça (Brasil) “Dançarino Cubano” (Cuban Dancer), de Roberto Salinas (Itália, Canadá, Chile) “Diários de Otsoga”, de Miguel Gomes, Maureen Fazendeiro (Portugal) “Distrito Terminal” (District Terminal), de Bardia Yadegari, Ehsan Mirhosseini (Irã, Alemanha) “Domando o Jardim” (Taming the Garden), de Salomé Jashi (Suíça, Alemanha, Geórgia) “Eles Transportam a Morte” (They Carry Death), de Helena Girón e Samuel M. Delgado (Espanha, França) “Entre Dois Crepúsculos” (Between Two Downs), de Selman Nacar (Turquia, França, Romênia, Espanha) “Espírito Sagrado” (The Sacred Spirit), de Chema García Ibarra (Espanha, França, Turquia) “Eu Era Um Homem Comum” (I Was A Simple Man), de Christopher Makoto Yogi (EUA) “Eu Quero Falar sobre Duras” (I Want To Talk About Duras), de Claire Simon (França) “Eu Vejo Você em Todos os Lugares” (Forest: I See You Everywhere), de Bence Fliegauf (Hungria) “Fantasmas de Bergman” (Bergman`s Ghosts), de Gabe Klinger “Fatores Humanos” (Human Factors), de Ronny Trocker (Alemanha, Itália, Dinamarca) “Filho das Monarcas” (Son of Monarchs), De Alexis Gambis (México, EUA) “Fim da Primavera” (End of Spring) , de Jaicheng Zxai Dohutia (Índia, Alemanha) “Fogo nas Montanhas” (Fire in the Mountains), de Ajitpal Singh (Índia) “Grand Cancan”, de Mikhail Kosyrev-Nesterov (Rússia) “Higiene Social” (Hygiène Sociale), de Denis Côté (Canadá) “Holgut”, de Liesbeth de Ceulaer (Bélgica) “I Comete – Um Verão Na Córsega” (I Comete – A Corsican Summer), de Pascal Tagnati (França) “Ilhas” (Islands), de Martin Edralin (Canadá) “Imaculada” (Imaculat), De Monica Stan, George Chiper-Lillemark (Romênia) “Intregalde” (Întregalde), de Radu Muntean (Romênia) “Irmandade” (Sisterhood), de Dina Duma (Macedõnia Do Norte, Kosovo, Montenegro) “Já que Ninguém me Tira pra Dançar”, de Ana Maria Magalhães / BRASIL “Jane por Charlotte” (Jane By Charlotte), de Charlotte Gainsbourg (França) “Laranjas Sangrentas” (Oranges Sanguines), de Jean-Christophe Meurisse (França) “Lidando com a Morte” (Dealing With Death), de Paul Sin Nam Rigter (Holanda) “Listen”, de Ana Rocha de Souza (Portugal, Reino Unido) “Lua Azul” (Blue Moon), de Alina Grigore (Romênia) “Luz Natural” (Natural Light), de Dénes Nagy (Hungria, Letônia, França, Alemanha) “Madalena”, de Madiano Marcheti (Brasil) “Madeira e Água” (Wood and Water), de Jonas Bak (Alemanha, França) “Mar Infinito”, de Carlos Amaral (Portugal) “Mares do Desterro”, de Sandra Alves (Brasil) “Mateína” – A Erva Perdida, de Joaquín Peñagaricano, Pablo Abdala (Uruguai, Brasil) “Minha Noite” (My Night), de Antoinette Boulat (França) “Molodi”, de Alexander Seliverstov (Rússia) “Momentum”, de Edwin Charmillot (Suíça) “Mundo Novo”, de Álvaro Campos (Brasil) “Murina”, de Antoneta Alamat Kusijanovic (Croácia, Brasil, EUA, Eslovênia) “Ninguém ao Norte” (No One in the North) , de Zebin Zhang (China) “No Limite do Destino” (Two on the Edge), de Yusuke Kitaguchi (Japão) “No Táxi do Jack”, de Susana Nobre (Portugal) “Nostromo”, de Fisnik Maxville (Suíça) “O Atlas dos Pássaros” (Bird Atlas), de Olmo Omerzu (República Tcheca) “O Cão que Não se Cala” (The Dog who Wouldn’t Be Quiet), de Ana Katz (Argentina) “O Cego que Não Queria Ver o Titanic” (The Blind Man who Did Not Want To See Titanic), de Teemu Nikki (Finlândia) “O Compromisso de Hasan” (Commitment Hasan), de Semih Kaplanoglu (Turquia) “O Garoto Mais Bonito do Mundo” (The Most Beautiful Boy in The World), de Kristina Lindström e Kristian Petri (Suécia) “O Gravador de Haruhara-san” (Haruhara-san`s Recorder), de Kyoshi Sugita (Japão) “O Leopardo das Neves” (The Velvet Queen), de Marie Amiguet (França) “O Mar à Frente” (The Sea Ahead), de Ely Dagher (França, Líbano, Bélgica) “O Outro Tom” (El Otro Tom), de Rodrigo Plá, Laura Santullo (México, EUA) “O Perfeito David” (El Perfecto David), de Felipe Gómez Aparicio (Argentina, Uruguai) “O Planeta” (El Planeta), de Amalia Ulman (Espanha) “O Ruído dos Motores” (The Noise of Engines), de Philippe Gregoire (Canadá) “O Uivo das Romãs” (When the Pomegranates Howl), de Granaz Moussavi (Austrália, Afeganistão) “Olga”, de Elie Grappe (Suíça, Ucrânia, França) “Os Anos 20” (Roaring 20’s), de Elisabeth Vogler (França) “Os Cães Não Dormiram Ontem à Noite” (The Dogs Didn’t Sleep Last Night), de Ramin Rasouli (Afeganistão, Irã) “Os Donos da Casa”, de Carla Dauden (Brasil) “Os Intranquilos” (The Restless), de Joachim Lafosse (Bélgica, Luxemburgo, França) “Os Inventados” (Los Inventados), de Leo Basilico, Nicolás Longinotti, Pablo Rodríguez Pandolfi (Argentina) “Os Últimos Sobreviventes” (The Last Ones), de Veiko Õunpuu (Finlândia, Estônia) “Pedregulhos” (Pebbles), de P.S. Vinothraj (Índia) “Pegando a Estrada” (Hit the Road) , de Panah Panahi (Irã) “Pequena Palestina, Diário de um Cerco (Little Palestine, Diary of a Siege), de Abdallah Al-Khatib (Líbano, França, Catar) “Poropopó”, de Luís Igreja (Brasil) “Primeiro Encontro” (First Date), de Manuel Crosby, Darren Knapp (EUA) “Procurando por Venera” (Looking for Venera), de Norika Sefa “Quando uma Fazenda se Incendeia” (When a Farm Goes Aflame), de Jide Tom Akinleminu (Alemanha) “Quem Fomos” (Who We Were), de Marc Bauder (Alemanha) “Radiografia de uma Família” ( Radiograph Of A Family), de Firouzeh Khosrovani (Noruega, Irã, Suíça) “Regina”, de Alessandro Grande (Itália) “Regresso a Reims” (Fragmentos) (Retour à Reims (Fragments) ) , de Jean-Gabriel Périot (França) “Sanguessugas” – Uma Comédia Marxista sobre Vampiros (Bloodsuckers – A Marxist Vampire Comedy), de Julian Radlmaier (Alemanha) “Second Thoughts”, de Zora Rux (Alemanha) “Sexplicação” (A Sexplanation), de Alex Liu (EUA) “Simon Chama”, de Marta Sousa Ribeiro (Portugal) “Souad”, de Ayten Amin (Egito, Tunísia, Alemanha) “Sr. Bachmann e Seus Alunos” (Mr Bachmann And His Class) , de Maria Speth (Alemanha) “Superior”, de Erin Vassilopoulos (EUA) “Tempo Ruy”, de Adilson Mendes (Brasil) “Transversais” (Transversals), de Émerson Maranhão (Brasil) “Três Irmão”s (Brotherhood), de Francesco Montagner (República Tcheca, Itália) “Truman & Tennessee: Uma Conversa Pessoal” (Truman & Tennessee: An Intimate Conversation), de Lisa Immordino Vreeland (EUA) “Um Forte Clarão” (Destello Bravío), de Ainhoa Rodríguez / ESPANHA “Urubus” (Vultures), de Claudio Borrelli (Brasil) “Vera Sonha com o Mar” (Vera Dreams of the Sea), de Kaltrina Krasniqi (Kosovo, Macedônia do Norte, Albânia) “Visões do Império” (Visions of Empire), de Joana Pontes (Portugal) “Yuni”, de Kamila Andini (Indonésia, Singapura, França, Austrália) “Zahorí”, de Marí Alessandrini (Suíça, Argentina, Chile, França) “Zere”, de Dauren Kamshibayev (Cazaquistão) “Ziraldo – Uma Obra que Pede Socorro”, de Guga Dannemann (Brasil)

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  • Etc

    José de Abreu pretende trocar atuação por carreira política

    15 de outubro de 2021 /

    O ator José de Abreu anunciou que vai abandonar a carreira na televisão para tentar virar deputado. A revelação aconteceu numa entrevista à colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo. “Vou abrir mão da minha carreira, do que eu mais amo fazer, que é representar, para ajudar o Lula a reconstruir o Brasil e o Freixo a reconstruir o Rio de Janeiro”, afirmou. A declaração rendeu apoios de colegas, como Paulo Betti, que declarou no Instagram: “Tem meu voto e campanha”. Apoiador do ex-juiz Sergio Moro em 2016, à época do julgamento de Lula em investigações da Lava-Jato, o ator Marcelo Serrado declarou “Meu voto” nas redes sociais. Apesar disso, ele não conta com o aval do ex-presidente Lula, que preferia ver o ator na TV. “Ele acha que hoje, como ator da Globo, eu calço 47 [em influência de importância]. Se for deputado, vou calçar 33, pois serei do baixo clero do Congresso”, declarou. Abreu já estava envolvido com política, apresentando campanhas do PT durante as eleições. Sua postura engajada também o fez colecionar desafetos e processos por postagens polêmicas, muitas vezes desaforadas, nas redes sociais. Ele será visto na próxima das 21h da Globo, “Um Lugar ao Sol”, em que interpretará um milionário de esquerda.

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  • Série

    Séries online: “Succession”, “Você” e as estreias da semana

    15 de outubro de 2021 /

    O fim de semana traz dois retornos bastante esperados: o drama de excessos “Succession”, vencedor do Emmy de Melhor Série em 2020, e a divertida psicopatia de “Você”, uma espécie de “Dexter” da nova geração. Mas enquanto a briga corporativa de “Succession” desembarca em doses homeopáticas, com episódios semanais aos domingos na HBO Max, “Você” chega com tudo nesta sexta (15/10) na Netflix, 3ª temporada completa, incluindo piadas sangrentas sobre a pandemia. A programação tem mais continuações que estreias, como a sci-fi “Outra Vida”, destruída pela crítica e adorada pelo apelo trash, e “Hightown”, suspense policial estrelado por Monica Raymund (de “Chicago Fire”). Entre as estreias, destaca-se a nova aposta sul-coreana da Netflix, “My Name”, um thriller criminal que entra na plataforma logo após o fenômeno “Round 6”, e os desenhos “The Great North” para adultos e “Aquaman: King of Atlantis” para crianças, entre outras opções. Mas o lançamento que vai dar mais o que falar é “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”, uma atualização do filme de terror de mesmo nome, grande sucesso dos anos 1990, em nova embalagem para usuários do Instagram. A Amazon disponibilizou os quatro primeiros episódios, que racharam a crítica. Adeptos de maratonas intensas também podem comemorar a disponibilização integral de algumas séries clássicas bastante esperadas, inclusive as sete temporadas de “Pretty Little Liars”, que já era “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” com celulares há uma década atrás. Basta dizer que “PLL” influenciou todas as séries de mistérios adolescentes dos últimos anos e é considerada tão relevante que já vai ganhar remake (do criador de “Riverdale”). O detalhe é que não deu sorte com spin-offs, como também pode ser verificado na lista abaixo. Para maratonar no Halloween, “Salem” é uma ótima pedida: três temporadas de bruxarias com tema musical e participação de Marilyn Manson (o que pode ser controverso, após os últimos desdobramentos da vida do roqueiro). E o que dizer de “Shameless”, além de que 11 temporadas é pouco para tanta loucura? São, ao todo, 20 indicações de estreias para assistir nas plataformas digitais neste fim de semana. As sugestões podem ser conferidas, com seus respectivos trailers, logo abaixo.     Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado | EUA | 1ª Temporada (Amazon Prime Video)     My Name | Coreia do Sul | 1ª Temporada (Netflix)     Just Beyond | EUA | 1ª Temporada (Disney+)     Famous in Love | EUA | 1ª Temporada (Globoplay)     Enfermeiros: Uma Nova Era | Dinamarca | 1ª Temporada (Globoplay)     The Great North | EUA | 1ª Temporada (Star+)     Aquaman: King of Atlantis | EUA | 1ª Temporada (HBO Max)     Hightown | EUA | 2ª Temporada (Starzplay)     Outra Vida | EUA | 2ª Temporada (Netflix)     O Clube das Babás | EUA | 2ª Temporada (Netflix)     Vlog da Berê | Brasil | 2ª Temporada (Globoplay)     Você | EUA | 3ª Temporada (Netflix)     Succession | EUA | 3ª Temporada (HBO Max)     Coisas da Vida | Índia | 4ª Temporada (Netflix)     Um Milagre | Turquia | 2 Temporadas (HBO Max)     Salem | EUA | 3 Temporadas (Star+)     Pretty Little Liars | EUA | 7 Temporadas (HBO Max)     Pretty Little Liars: The Perfectionists | EUA | 1 Temporada (HBO Max)     Shameless | EUA | 11 Temporadas (HBO Max)     What Happened, Brittany Murphy? | EUA | 1 Temporada (HBO Max)

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  • Filme

    Filmes online: “Pedro Coelho 2”, “Maligno” e mais 20 estreias digitais

    15 de outubro de 2021 /

    O cinema em casa da semana tem lançamentos para públicos muito diversos, como “Pedro Coelho 2” para as crianças e “Maligno” para os adultos. Ambos passaram pelos cinemas, mas “Maligno” chega em formato digital apenas um mês depois de entrar em cartaz, demonstrando como a janela cinematográfica diminuiu durante a pandemia. “Pedro Coelho 2” aprimora o humor e a fofura do primeiro filme dos personagens infantis de Beatrix Potter, trazendo – em inglês – vários astros famosos como as vozes dos coelhos falantes – James Corden (“Cinderela”) no papel-título e nada menos que Margot Robbie (a Arlequina de “O Esquadrão Suicida”), Daisie Ridley (a Rey da nova trilogia “Star Wars”) e Elizabeth Debicki (“Tenet”) como coelhinhas. A programação infantil ainda destaca “Zarafa”, uma animação francesa premiada, entre outros desenhos. A proximidade do Halloween aumenta a oferta de filmes de terror, gênero em que se encaixa “Maligno”, a volta do diretor James Wan (“Invocação do Mal”) ao horror sobrenatural após dirigir o blockbuster “Aquaman” (2018). E se trata de um retorno com vingança, extremamente autoral e divisivo (pra amar ou odiar), mas com um dos finais mais perturbadores e inesperados do ano. Duas produções sul-americanas também se destacam no filão: “O Fio Invisível”, suspense psicológico da premiada cineasta peruana Claudia Llosa, vencedora do Festival de Berlim por “A Teta Assustada” (2010), e “História do Oculto”, do argentino Cristian Ponce, que se tornou cult após vencer prêmios em festivais internacionais. Para fãs de humor sombrio, há ainda “The Trip”, do norueguês Tommy Wirkola (do cult “Zumbis na Neve”), que transforma Noomi Rapace (“Prometheus”) e Aksel Hennie (“Hedhunters”) numa espécie de versão psicopata de “Sr. e Sra. Smith” (2005). Entre os lançamentos cinéfilos, “Shadow” eclipsa todos os demais. O filme é um show expressionista de sombras, luzes e artes marciais do mestre Zhang Yimou (“Herói”), que venceu “apenas” 38 prêmios internacionais e tem 94% de aprovação no Rotten Tomatoes. A lista ainda inclui dramas brasileiros premiados e o importante documentário investigativo “Controlling Britney Spears”, empurrão que faltava para Britney Spears se livrar da tutela do pai, Jamie Spears, no fim de setembro. Mas o documentário que autodeclarados fãs de música precisam ver neste fim de semana é “The Velvet Underground”, recebido com aplausos e elogios rasgados em sua première no Festival de Cannes deste ano. Dirigido por Todd Haynes (“Carol”) e com 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes, conta a história da lendária banda nova-iorquina liderada por Lou Reed e apadrinhada por Andy Warhol, que revolucionou o rock nos anos 1960 e influenciou gerações, de David Bowie a Jesus and Mary Chain. São, ao todo, 22 indicações de estreias para assistir nas plataformas digitais neste fim de semana. As sugestões podem ser conferidas, com seus respectivos trailers, logo abaixo.     Maligno | EUA | Terror (Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     O Fio Invisível | Peru, Chile, Espanha | Terror (Netflix)     História do Oculto | Argentina | Terror (Netflix)     Lucky – Uma Mulher de Sorte | EUA | Terror (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     The Trip | Noruega | Thriller (Netflix)     Entre Frestas | Polônia | Thriller (Netflix)     A Batalha Esquecida | Holanda | Guerra (Netflix)     Shadow | China | Ação (Apple TV, Google Play, Looke, Sky Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Nunca mais Nevará | Polônia | Comédia (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     Sole | Itália | Drama (MUBI)     Moving On | Coreia do Sul | Drama (MUBI)     Suk Suk – Um Amor em Segredo | Hong Kong | Drama (Apple TV, Google Play, NOW, Sky Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Veneza | Brasil | Drama (Star+)     Piedade | Brasil | Drama (Apple TV, Google Play, YouTube Filmes)     Abe | EUA, Brasil | Drama (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Sky Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Pedro Coelho 2: O Fugitivo | EUA | Infantil (Google Play, Looke, NOW, YouTube Filmes)     Zarafa | França, Bélgica | Animação (Reserval Imovision)     Bright: Alma de Samurai | EUA, Japão | Animação (Netflix)     Violet Evergarden – O Filme | Japão | Animação (Netflix)     Vil, Má | Brasil | Documentário (MUBI)     Controlling Britney Spears | EUA | Documentário (Globoplay)     The Velvet Underground | EUA | Documentário (Apple TV+)

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  • Filme

    “Deserto Particular” é o candidato brasileiro ao Oscar 2022

    15 de outubro de 2021 /

    A Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais escolheu “Deserto Particular”, do diretor Aly Muritiba, como representante do Brasil no Oscar 2022. Premiado no Festival de Veneza, o longa tentará uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional na premiação da Academia americana. “Deserto Particular” lida com aquilo que o diretor chama de “os afetos masculinos no Brasil contemporâneo” e traz Antonio Saboia (“Bacurau”) como protagonista, no papel de um policial curitibano. Profissional exemplar, ele comete um erro e é afastado de sua função, colocando sua carreira e honra em risco. Sua única alegria é uma moradora do sertão da Bahia com quem se relaciona virtualmente. Não vendo mais sentido em continuar vivendo em Curitiba, ele parte em busca da mulher após seu desaparecimento. Mas logo tem uma surpresa, ao encontrar o personagem de Pedro Fasanaro (“Onde Nascem os Fortes”). Bastante aplaudido ao ser exibido em Veneza, o longa venceu o prêmio do público da mostra paralela Venice Days e fará sua estreia brasileira na 45ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, que começa na próxima semana. O lançamento comercial está marcado para o dia 25 de novembro. Em comunicado, Aly Muritiba se disse “extremamente feliz e honrado” de ter seu filme escolhido para representar o Brasil na corrida do Oscar em 2022. “‘Deserto Particular’ é um filme de amor, feito num país conflagrado, dividido, que vem sido regido no signo sob o discurso do ódio, e ter, nesse contexto, nesse momento histórico, um filme de amor como o escolhido para representar nosso país, é uma bela mensagem, um belo sinal, mandado pelos representantes da Academia Brasileira de Cinema. Um recado de crença no cinema, e de crença no poder transformador do amor, da tolerância, do encontro. Fico muito feliz de ter essa responsabilidade, de levar pra os membros da Academia Norte-americana (sic) de Cinema uma outra visão, uma visão distinta de Brasil. Um Brasil mais tolerante, amável. Um Brasil que está muito mais disposto ao encontro, ao sorriso e ao prazer do que à disputa, à guerra, à raiva e ao ódio”, declarou Muritiba. Além de “Deserto Particular”, também disputaram a vaga os filmes “7 Prisioneiros”, “A Nuvem Rosa”, “A Última Floresta”, “Cabeça de Nêgo”, “Callado”, “Carro Rei”, “Cavalo”, “Doutor Gama”, “Limiar”, “Medida Provisória”, “Meu Nome é Bagdáa”, “Por que Você não Chora?”, “Selvagem” e “Um Dia Com Jerusa”. O longa vai se juntar agora a produções de mais de 70 países, que serão examinadas por um comitê especializado da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA (AMPAS, na sigla em inglês), responsável por fazer uma primeira peneira e selecionar os títulos que seguirão na disputa. Na edição passada, foram pré-selecionados 15 filmes, antes do número ser reduzido para os 5 finalistas – os indicados oficiais – na disputa do Oscar. O Brasil não emplaca um indicado há 22 anos, desde o excelente “Central do Brasil” em 1999, que também rendeu indicação a Fernanda Montenegro como Melhor Atriz. Em 2008, “O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias” chegou a ser pré-indicado, mas não foi incluído na lista final da Academia. No ano passado, o candidato brasileiro foi o documentário “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou”, de Bárbara Paz. A lista dos indicados em todas as categorias será anunciada em 8 de fevereiro e a premiação do Oscar acontecerá em 27 de março de 2022, com transmissão ao vivo no Brasil pelo canal pago TNT e pela plataforma Globoplay.

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  • Filme

    Próximo terror de M. Night Shyamalan define título e data de estreia

    15 de outubro de 2021 /

    O próximo filme de M. Night Shyamalan já tem título e data para chegar aos cinemas. A Universal Pictures revelou no Twitter que “Knock at the Cabin” (bata na cabana) tem estreia marcada para 3 de fevereiro de 2023. A revelação apareceu primeiro num vídeo postado por Shyamalan nas redes sociais. Pouco depois, o estúdio retuitou o vídeo, acrescentando o título. Confira abaixo. Ainda não há detalhes da trama nem atores confirmados para “Knock at the Cabin”, que será o quinto filme do diretor produzido pela Universal. A parceria bem-sucedida começou com “A Visita” (2015) e também rendeu “Fragmentado” (2017), “Vidro” (2019) e “Tempo” (2021). Com o lançamento em 2023, Shyamalan mantém seu ritmo habitual, produzindo um terror novo a cada dois anos. Knock At The Cabin. 2.3.23 https://t.co/llM7kv8w68 — Universal Pictures (@UniversalPics) October 14, 2021

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  • Etc,  Série

    Ravil Isyanov (1962–2021)

    14 de outubro de 2021 /

    O ator russo Ravil Isyanov, que integrava o elenco recorrente de séries como “The Americans” e “NCIS: Los Angeles”, morreu no dia 29 de setembro, aos 59 anos, após uma longa batalha contra o câncer. O falecimento foi comunicado apenas nesta quinta (14/10) por seu empresário. Ele serviu na Força Aérea soviética e estudou teatro em Moscou por quatro anos, e só conseguiu sair da Rússia ao ganhar uma bolsa do Departamento de Teatro da Universidade de Oxford, no Reino Unido, em 1990. Aproveitando o colapso da União Soviética, Isyanov decidiu buscar trabalho nos EUA, onde tentou se aproveitar do domínio dos idiomas inglês e russo para trabalhar em produções sobre a Guerra Fria. Seus primeiros créditos foram no thriller “Conspiração na Rússia” e na telebiografia “Stalin”, ambos lançados em 1992. A princípio, os papéis eram pequenas figurações em várias séries e filmes. Ele chegou até a pilotar um Mig, avião de caça russo, numa produção de James Bond, “007 Contra GoldenEye” (1995), além de ter participado de muitos thrillers de ação, espionagem e guerra, como “Hackers” (1995), “O Chacal” (1997), “O Santo” (1997), “Na Teia da Aranha” (2001), “K-19: The Widowmaker” (2002), “Sr. & Sra. Smith” (2005), “O Segredo de Berlim” (2006), “Um Ato de Liberdade” (2008) e até do blockbuster “Transformers: O Lado Oculto da Lua” (2011). Isyanov conseguiu se destacar mais ao começar a atuar em séries. De vilão da semana em “Buffy – A Caça-Vampiros” e “JAG: Ases Invencíveis” passou a vilanizar em dois episódios distintos de “Alias: Codinome Perigo”. Também apareceu em dois episódios de “Agents of SHIELD”, três de “24 Horas”, cinco de “The Last Ship” e seis de “The Americans”, culminando com sete participações em “NCIS: Los Angeles”, onde fez sua última aparição em abril passado, no papel do mafioso russo Anatoli Kirkin. Antes de falecer, Isyanov concluiu seu trabalho no filme “Blonde”, uma versão ficcional da vida de Marylin Monroe, onde interpretou o grande diretor Billy Wilder (de “Quanto Mais Quente Melhor”). Estrelada por Ana de Armas (“Entre Facas e Segredos”), a produção ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Samuel L. Jackson volta a viver Nick Fury nas gravações de “Invasão Secreta”

    14 de outubro de 2021 /

    O ator Samuel L. Jackson anunciou que está de volta ao papel de Nick Fury para o começo das gravações de “Invasão Secreta”, uma das próximas séries do Marvel Studios na Disney+. Ao lado de uma foto em que aparece usando uma camiseta estampada com seu personagem, o ator escreveu: “É hora de voltar ao ritmo. Feliz de poder retornar ao ataque!”. E ainda acrescentou as hashtags #InvasaoSecreta, #F*daseThanos e #VoltandoComFúria. A série é uma adaptação dos quadrinhos homônimos, escritos por Brian Michael Bendis em 2008, sobre uma facção maligna dos skrulls (raça de alienígenas com poder de metamorfose), que planeja se infiltrar em posições-chave dos governos da Terra para dominar o planeta sem que ninguém saiba. Além de Samuel L. Jackson, o elenco destaca Ben Mendelsohn repetindo seu papel como Talos, o líder dos skrulls, que se tornou aliado de Fury em “Capitão Marvel” (2019), sem esquecer de Kingsley Ben-Adir (“Uma Noite em Miami”), Emilia Clarke (“Game of Thrones”), Olivia Colman (“The Crown”) e Christopher McDonald (“Space Jam: Um Novo Legado”), que ainda não tiveram seus personagens identificados. A atração tem roteiros de Kyle Bradstreet (“Mr. Robot”) e será dirigida por Thomas Bezucha, que fez sucesso durante a pandemia com o thriller “Deixe-o Partir”, estrelado por Kevin Costner, e Ali Selim, especialista em séries de ação cerebral como “Condor”, “Manhunt” e “The Looming Tower”. A estreia é esperada para 2022. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Samuel L Jackson (@samuelljackson)

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  • Filme

    Tom Holland diz que “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” é o fim da franquia

    14 de outubro de 2021 /

    O ator Tom Holland, atual intérprete do Homem-Aranha no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), revelou que considera o próximo filme, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, como o fim da franquia do super-herói. “Estávamos todos tratando [o filme] como o fim de uma franquia, digamos”, disse Holland à revista americana Entertainment Weekly. “Acho que se tivéssemos a sorte de mergulhar nesses personagens novamente, você veria versão muito diferente. Mas não seria mais a trilogia ‘Homecoming’. Nós daríamos algum tempo e tentaríamos construir algo diferente para mudar os filmes”, continuou. “Se isso acontecerá ou não, eu não sei. Mas nós definitivamente estávamos tratando [Sem Volta Para Casa] como se estivesse chegando ao fim da linha, e parecia ser mesmo”, concluiu. Cercado de rumores, “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa” contará com o retorno de vários astros de versões anteriores da franquia, como Jamie Foxx, de “O Espetacular Homem-Aranha 2”, novamente no papel do vilão Electro, e Alfred Molina, de “Homem-Aranha 2”, como o Doutor Octopus. O elenco confirmado também conta com Zendaya (MJ), Marisa Tomei (Tia May), Jacob Batatalon (Ned Leeds), Tony Revolori (Flash Thompson), Angourie Rice (Betty Brant), J.K. Simmons (J.J. Jameson) e Jon Favreau (Happy Hogan). Mas a abertura do multiverso também faz os fãs sonharem com a volta de Willem Dafoe, o Duende Verde do primeiríssimo “Homem-Aranha” e as presenças de Tobey Maguire e Andrew Garfield, repetindo seus papéis como Homens-Aranhas de outras dimensões. Novamente dirigido por Jon Watts, o fecho da nova trilogia do herói aracnídeo tem lançamento previsto para 16 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Música

    Adele “evolui” em seu primeiro clipe em cinco anos

    14 de outubro de 2021 /

    A cantora Adele lançou nesta quinta (14/10) o vídeo musical de “Easy On Me”, seu primeiro clipe em cinco anos – o último tinha sido “Send My Love (To Your New Lover)”, em maio de 2016. O vídeo retoma a parceria com o diretor canadense Xavier Dolan (“É Apenas o Fim do Mundo”), que já a havia dirigido no clipe de “Hello” em 2015. E se apresenta em cinco fases distintas. No começo, há o silêncio, um minuto inteiro de Adele calada numa casa de campo, seguido por voz, 30 segundos de Adele falando ao telefone, antes da música começar a tocar. Lá pela metade, a tradição dos clipes em preto e branco da cantora se encerra com a chegada de cores. Mas nada de cores vivas. São texturas esmaecidas, em tom pastel. Ao final, o vento que sempre costuma bater em seus clipes vira piada, com o aumento da velocidade dos ventiladores para fazê-la gargalhar, rompendo a quarta parede segundos antes do diretor pedir o corte. A ideia é mostrar que Adele mudou. Melhor ainda, “evoluiu”. “Easy On Me” é uma balada sentimental, em que a cantora pede para perdoarem eventuais erros que cometeu. “Pega leva comigo, baby. Eu ainda era uma criança. Não tinha tido a chance de sentir o mundo ao meu redor”, ela canta no refrão. E como canta. A combinação de voz e piano dá a impressão que o tempo não passou. Na verdade, o tempo retrocedeu, como se o pop à plenos pulmões de Whitney Houston – estilo favorito dos calouros do “American Idol” – fosse a última moda. A música é o primeiro single de “30”, o novo álbum de Adele – e mais um disco batizado em homenagem a uma idade crucial na vida da cantora, após “25” e “21” – que será lançado em 19 de novembro.

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