Filme: Jane por Charlote - Divulgação/Nolita Cinema

Mostra de São Paulo exibirá 157 filmes online

A Mostra de São Paulo anunciou os filmes que exibirá nas plataformas digitais em sua 45ª edição. A novidade foi implementada no ano passado, quando, por causa da pandemia, o evento foi totalmente online.

Neste ano, porém, a Mostra terá programação híbrida, com a exibição de todos os filmes nos cinemas parceiros do festival e apenas uma parcela disponibilizada em plataformas digitais.

De acordo com a lista anunciada, a parcela é grande. Dos 265 filmes de mais de 50 países que compõem a programação completa, 157 poderão ser vistos online – ou seja, quase 60% do total.

A maior parte dos títulos online estará disponível na Mostra Play: 131 filmes ao todo. Eles poderão ser vistos por meio da aquisição de ingressos virtuais, que custam de R$ 12 para aquisição individual até R$ 150,00 em pacotes com 15 ingressos. Os serviços parceiros Sesc Digital e Itaú Cultural Play também terão uma programação da Mostra.

Mas alguns dos filmes mais aguardados não terão sessões virtuais. Para ver “Titane”, terror de Julia Ducournau que venceu a Palma de Ouro, “A Conexão Francesa”, de Wes Anderson, e “A Viagem de Pedro”, de Laís Bodanzky, por exemplo, só indo ao cinema.

Conheça, abaixo, a lista de filmes da Mostra Play.

“18 KHZ” (18 Kiloherz) , de Farkhat Sharipov (Cazaquistão)
“18½”, de Dan Mirvish (EUA)
“66 Questões da Lua” (Moon, 66 Questions), de Jacqueline Lentzou (Grécia, França)
“A Colheita do Trigo” (The Wheat), de Yu-Qiang Tang (China)
“A Felicidade Das Coisas”, de Thais Fujinaga (Brasil)
“A Garota e a Aranha” (The Girl and the Spider), de Ramon Zurcher e Silvan Zurcher (Suíça)
“A Lei”, de Amadeo Canônico (Brasil)
“A Noite do Fogo” (Noche De Fuego), de Tatiana Huezo (México, Alemanha, Brasil, Catar)
“A Taça Partida” (La Taza Rota), de Esteban Cabezas (Chile)
“A Terra de Frente”, de Thiago Cóstackz (Brasil)
“Absence”, de Ali Mosaffa (República Tcheca, Eslováquia)
“Ahed’s Knee” (Ha`berech), de Nadav Lapid (França, Alemanha, Israel)
“Ailey”, de Jamila Wignot (EUA)
“Alta Demanda – A Vida e a Obra de Dani Karavan” (High Maintenance – The Life and Work of Dani Karavan), de Barak Heymann (Israel, Polônia)
“Amor Fati”, de Cláudia Varejão (Portugal, Suíça, França)
“Anatomia”, de Ola Jankowska (Polônia, França)
“Ao Oriente” (Al Oriente), de José María Avilés (Equador, Argentina)
“Armugan” (Armugán), de Jo Sol (Espanha)
“As Bruxas do Oriente” (The Witches of the Orient), de Julien Faraut (França)
“As Faces do Mao”, de Dellani Lima, Lucas Barbi (Brasil)
“Assim Como no Céu” (As In Heaven), de Tea Lindeburg (Dinamarca)
“Assim Queimamos” (We Burn Like This), de Alana Waksman (EUA)
“At the End of Evin”, de Mohammad Torab Beigi, Mehdi Torab Beigi (Irã)
“Atlântida” (Atlantide), de Yuri Ancarani (Itália, França, EUA, Catar)
“Atlas”, de Niccolò Castelli (Suíça, Bélgica, Itália)
“Aurora”, de Paz Fabrega (Costa Rica, México)
“Ayar”, de Floyd Russ (EUA)
“Azor”, de Andreas Fontana (Suíça, Argentina, França)
“Bantú Mama”, de Ivan Herrera (República Dominicana)
“Bergman Island”, de Mia Hansen-Løve (França, Alemanha, Suécia)
“Bi Aban” (Without Aban), de Mehrdad Koroushnia (Irã)
“Branco Puro” (Pure White), de Necip Çaghan Özdemir (Turquia)
“Brighton 4th”, de Levan Koguashvili (Geórgia, Rússia, Bulgária, Mônaco, EUA)
“Camila Sairá Esta Noite” (Camila Saldrá Esta Noche), de Ines Barrionuevo (Argentina)
“Capitães de Zaatari” (Captains of Zaatari), de Ali El Arabi (Egito)
“Coisas Verdadeiras” (True Things), de Harry Wootliff (Reino Unido)
“Curtas Jornadas Noite Adentro”, de Thiago B. Mendonça (Brasil)
“Dançarino Cubano” (Cuban Dancer), de Roberto Salinas (Itália, Canadá, Chile)
“Diários de Otsoga”, de Miguel Gomes, Maureen Fazendeiro (Portugal)
“Distrito Terminal” (District Terminal), de Bardia Yadegari, Ehsan Mirhosseini (Irã, Alemanha)
“Domando o Jardim” (Taming the Garden), de Salomé Jashi (Suíça, Alemanha, Geórgia)
“Eles Transportam a Morte” (They Carry Death), de Helena Girón e Samuel M. Delgado (Espanha, França)
“Entre Dois Crepúsculos” (Between Two Downs), de Selman Nacar (Turquia, França, Romênia, Espanha)
“Espírito Sagrado” (The Sacred Spirit), de Chema García Ibarra (Espanha, França, Turquia)
“Eu Era Um Homem Comum” (I Was A Simple Man), de Christopher Makoto Yogi (EUA)
“Eu Quero Falar sobre Duras” (I Want To Talk About Duras), de Claire Simon (França)
“Eu Vejo Você em Todos os Lugares” (Forest: I See You Everywhere), de Bence Fliegauf (Hungria)
“Fantasmas de Bergman” (Bergman`s Ghosts), de Gabe Klinger
“Fatores Humanos” (Human Factors), de Ronny Trocker (Alemanha, Itália, Dinamarca)
“Filho das Monarcas” (Son of Monarchs), De Alexis Gambis (México, EUA)
“Fim da Primavera” (End of Spring) , de Jaicheng Zxai Dohutia (Índia, Alemanha)
“Fogo nas Montanhas” (Fire in the Mountains), de Ajitpal Singh (Índia)
“Grand Cancan”, de Mikhail Kosyrev-Nesterov (Rússia)
“Higiene Social” (Hygiène Sociale), de Denis Côté (Canadá)
“Holgut”, de Liesbeth de Ceulaer (Bélgica)
“I Comete – Um Verão Na Córsega” (I Comete – A Corsican Summer), de Pascal Tagnati (França)
“Ilhas” (Islands), de Martin Edralin (Canadá)
“Imaculada” (Imaculat), De Monica Stan, George Chiper-Lillemark (Romênia)
“Intregalde” (Întregalde), de Radu Muntean (Romênia)
“Irmandade” (Sisterhood), de Dina Duma (Macedõnia Do Norte, Kosovo, Montenegro)
“Já que Ninguém me Tira pra Dançar”, de Ana Maria Magalhães / BRASIL
“Jane por Charlotte” (Jane By Charlotte), de Charlotte Gainsbourg (França)
“Laranjas Sangrentas” (Oranges Sanguines), de Jean-Christophe Meurisse (França)
“Lidando com a Morte” (Dealing With Death), de Paul Sin Nam Rigter (Holanda)
“Listen”, de Ana Rocha de Souza (Portugal, Reino Unido)
“Lua Azul” (Blue Moon), de Alina Grigore (Romênia)
“Luz Natural” (Natural Light), de Dénes Nagy (Hungria, Letônia, França, Alemanha)
“Madalena”, de Madiano Marcheti (Brasil)
“Madeira e Água” (Wood and Water), de Jonas Bak (Alemanha, França)
“Mar Infinito”, de Carlos Amaral (Portugal)
“Mares do Desterro”, de Sandra Alves (Brasil)
“Mateína” – A Erva Perdida, de Joaquín Peñagaricano, Pablo Abdala (Uruguai, Brasil)
“Minha Noite” (My Night), de Antoinette Boulat (França)
“Molodi”, de Alexander Seliverstov (Rússia)
“Momentum”, de Edwin Charmillot (Suíça)
“Mundo Novo”, de Álvaro Campos (Brasil)
“Murina”, de Antoneta Alamat Kusijanovic (Croácia, Brasil, EUA, Eslovênia)
“Ninguém ao Norte” (No One in the North) , de Zebin Zhang (China)
“No Limite do Destino” (Two on the Edge), de Yusuke Kitaguchi (Japão)
“No Táxi do Jack”, de Susana Nobre (Portugal)
“Nostromo”, de Fisnik Maxville (Suíça)
“O Atlas dos Pássaros” (Bird Atlas), de Olmo Omerzu (República Tcheca)
“O Cão que Não se Cala” (The Dog who Wouldn’t Be Quiet), de Ana Katz (Argentina)
“O Cego que Não Queria Ver o Titanic” (The Blind Man who Did Not Want To See Titanic), de Teemu Nikki (Finlândia)
“O Compromisso de Hasan” (Commitment Hasan), de Semih Kaplanoglu (Turquia)
“O Garoto Mais Bonito do Mundo” (The Most Beautiful Boy in The World), de Kristina Lindström e Kristian Petri (Suécia)
“O Gravador de Haruhara-san” (Haruhara-san`s Recorder), de Kyoshi Sugita (Japão)
“O Leopardo das Neves” (The Velvet Queen), de Marie Amiguet (França)
“O Mar à Frente” (The Sea Ahead), de Ely Dagher (França, Líbano, Bélgica)
“O Outro Tom” (El Otro Tom), de Rodrigo Plá, Laura Santullo (México, EUA)
“O Perfeito David” (El Perfecto David), de Felipe Gómez Aparicio (Argentina, Uruguai)
“O Planeta” (El Planeta), de Amalia Ulman (Espanha)
“O Ruído dos Motores” (The Noise of Engines), de Philippe Gregoire (Canadá)
“O Uivo das Romãs” (When the Pomegranates Howl), de Granaz Moussavi (Austrália, Afeganistão)
“Olga”, de Elie Grappe (Suíça, Ucrânia, França)
“Os Anos 20” (Roaring 20’s), de Elisabeth Vogler (França)
“Os Cães Não Dormiram Ontem à Noite” (The Dogs Didn’t Sleep Last Night), de Ramin Rasouli (Afeganistão, Irã)
“Os Donos da Casa”, de Carla Dauden (Brasil)
“Os Intranquilos” (The Restless), de Joachim Lafosse (Bélgica, Luxemburgo, França)
“Os Inventados” (Los Inventados), de Leo Basilico, Nicolás Longinotti, Pablo Rodríguez Pandolfi (Argentina)
“Os Últimos Sobreviventes” (The Last Ones), de Veiko Õunpuu (Finlândia, Estônia)
“Pedregulhos” (Pebbles), de P.S. Vinothraj (Índia)
“Pegando a Estrada” (Hit the Road) , de Panah Panahi (Irã)
“Pequena Palestina, Diário de um Cerco (Little Palestine, Diary of a Siege), de Abdallah Al-Khatib (Líbano, França, Catar)
“Poropopó”, de Luís Igreja (Brasil)
“Primeiro Encontro” (First Date), de Manuel Crosby, Darren Knapp (EUA)
“Procurando por Venera” (Looking for Venera), de Norika Sefa
“Quando uma Fazenda se Incendeia” (When a Farm Goes Aflame), de Jide Tom Akinleminu (Alemanha)
“Quem Fomos” (Who We Were), de Marc Bauder (Alemanha)
“Radiografia de uma Família” ( Radiograph Of A Family), de Firouzeh Khosrovani (Noruega, Irã, Suíça)
“Regina”, de Alessandro Grande (Itália)
“Regresso a Reims” (Fragmentos) (Retour à Reims (Fragments) ) , de Jean-Gabriel Périot (França)
“Sanguessugas” – Uma Comédia Marxista sobre Vampiros (Bloodsuckers – A Marxist Vampire Comedy), de Julian Radlmaier (Alemanha)
“Second Thoughts”, de Zora Rux (Alemanha)
“Sexplicação” (A Sexplanation), de Alex Liu (EUA)
“Simon Chama”, de Marta Sousa Ribeiro (Portugal)
“Souad”, de Ayten Amin (Egito, Tunísia, Alemanha)
“Sr. Bachmann e Seus Alunos” (Mr Bachmann And His Class) , de Maria Speth (Alemanha)
“Superior”, de Erin Vassilopoulos (EUA)
“Tempo Ruy”, de Adilson Mendes (Brasil)
“Transversais” (Transversals), de Émerson Maranhão (Brasil)
“Três Irmão”s (Brotherhood), de Francesco Montagner (República Tcheca, Itália)
“Truman & Tennessee: Uma Conversa Pessoal” (Truman & Tennessee: An Intimate Conversation), de Lisa Immordino Vreeland (EUA)
“Um Forte Clarão” (Destello Bravío), de Ainhoa Rodríguez / ESPANHA
“Urubus” (Vultures), de Claudio Borrelli (Brasil)
“Vera Sonha com o Mar” (Vera Dreams of the Sea), de Kaltrina Krasniqi (Kosovo, Macedônia do Norte, Albânia)
“Visões do Império” (Visions of Empire), de Joana Pontes (Portugal)
“Yuni”, de Kamila Andini (Indonésia, Singapura, França, Austrália)
“Zahorí”, de Marí Alessandrini (Suíça, Argentina, Chile, França)
“Zere”, de Dauren Kamshibayev (Cazaquistão)
“Ziraldo – Uma Obra que Pede Socorro”, de Guga Dannemann (Brasil)