Cineastas ucranianos pedem ajuda contra invasão russa: “Isto não é um filme”
Um grupo de cineastas ucranianos divulgou uma carta aberta nesta sexta-feira (25/2), pedindo que o mundo acorde para a ameaça à democracia representada pela invasão do país pelas tropas da Rússia. Os cineastas dizem que seu país precisa, agora mais que nunca, da ajuda da comunidade internacional e de “qualquer um que entenda que amanhã a guerra pode estar à sua porta”. “Nós temos falado sobre a guerra no Leste da Ucrânia em nossos filmes há oito anos. Você os assistiu nos festivais. Mas isto não é um filme, é nossa realidade. E hoje essa realidade se espalhou por todo o nosso país sem exceção”, diz o texto, que apela para a comunidade internacional não assistir à tragédia em silêncio. Como sugestões, pedem que escutem as necessidades dos políticos ucranianos, apliquem sanções econômicas contra a Rússia e, principalmente, lutem contra a “guerra de informação”, compartilhando apenas informações verídicas sobre o que está acontecendo. A carta aberta é assinada por Oleg Sentsov (“Rhino”), diretor que passou cinco anos numa prisão russa por “acusações fabricadas”, segundo a Anistia Internacional, Valentyn Vasyanovych (“Atlantis”), Maryna Er Gorbach (“Klondike”), Natalia Vorozhbyt (“A Última Resistência”), Iryna Tsilyk (“The Earth is Blue as an Orange”), Nariman Aliev (“Evge”) e Anna Machukh, diretora executiva da Academia Ucraniana de Cinema e do Festival de Odessa. O Festival de Berlim se manifestou imediatamente à divulgação do manifesto, republicando-o em suas redes sociais e prestando solidariedade aos cineastas. O novo filme de Maryna Er Gorbach, “Klondike”, foi premiado há poucos dias no evento alemão. Em entrevista à revista americana Variety, o diretor ucraniano Stanislav Kapralov acrescentou novas palavras à sensação compartilhada com os colegas, dizendo que se sentem como se estivessem em um filme. Além disso, pretende responder aos tiros com mais filmes. “Às vezes, há a sensação de que isso não está acontecendo conosco. As mulheres estão chorando. As criancinhas perguntam por que os russos estão nos matando. Vemos arranha-céus destruídos por bombas, crianças chorando ensanguentadas”, descreveu o cineasta. “Entendemos que nunca perdoaremos a Rússia por isso. Deste dia em diante, esta será uma vingança pessoal. Eu não sou um soldado, então vou me vingar da melhor maneira possível – através da arte e do cinema.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por BerlinalePanorama (@berlinale.panorama)
Terror da banda Foo Fighters será exibido nos cinemas do Brasil
A Sony vai lançar no Brasil o filme de terror estrelado pela banda Foo Fighters. Com o título em português “Terror no Estúdio 666”, o longa será exibido nos cinemas em sessões limitadas, apenas nos dias 19 e 20 de março. Veja abaixo o trailer nacional. Na trama que mistura terror e comédia, os músicos se mudam para uma mansão antiga para gravar seu 10º álbum, “Medicine at Midnight”, sem saber que o local é assombrado e as forças ocultas podem ameaçar os trabalhos — e suas vidas. A história foi concebida por Grohl e virou um roteiro escrito por Jeff Buhler, o autor do remake de “Cemitério Maldito”, em parceria com Rebecca Hughes (da série “Cracking Up”). Já a direção é assinada por BJ McDonnell, diretor de clipes de heavy metal (Slayer e Exodus) que tem trabalhado como operador de câmera nos filmes do universo “Invocação do Mal”. Não faltam cenas sangrentas na produção, incluindo o registro de Grohl possuído e exterminando seus companheiros de banda, Taylor Hawkins, Nate Mendel, Pat Smear, Chris Shiflett e Rami Jaffee. O elenco também inclui Whitney Cummings (“Whitney”), Leslie Grossman (“American Horror Story”), Will Forte (“Last Man on Earth”), Jenna Ortega (“Pânico”) e Jeff Garlin (“Curb Your Enthusiasm”).
“Years and Years” previu ataque da Rússia à Ucrânia
Não foi só “Os Simpsons”. A invasão da Ucrânia por tropas russas também foi prevista pela minissérie distópica “Years and Years”, lançada em 2019. A trama pessimista imagina um futuro em que o ataque russo desencadeia uma guerra nuclear. O primeiro episódio começa em 2019 e salta alguns anos, mostrando, entre outros eventos, a volta de Donald Trump ao poder, a morte de Angela Merkel, a criação de uma base militar chinesa em uma ilha artificial e a ascensão de uma candidata de extrema-direita como Primeira Ministra do Reino Unido. O que mais chama atenção neste exercício de futurologia é que, quando passa pelo ano de 2022, a série mostra reportagens televisivas sobre a agitação política causada por rebeldes pró-Rússia na Ucrânia, culminando no envio de tanques russos para Kiev, a capital ucraniana. Nos episódios seguintes, a série revela que a intervenção foi um golpe de Estado orquestrado pela Rússia, que ainda teria forçado um plebiscito artificial em que 97% dos ucranianos diziam querer cidadania russa. A invasão gera uma forte corrente migratória de ucranianos refugiados, muitos em busca de asilo político no Reino Unido, o que acaba alimentando a xenofobia. O criador da série, Russell T. Davies, revelou na época do lançamento que se inspirou apenas no noticiário, incluindo a ascensão de políticas repressoras em países da antiga União Soviética, como a proibição da homossexualidade na Chechênia e a resistência Rússia à democracia pró-ocidental na Ucrânia. Não por caso, um dos personagens principais era um ucraniano gay refugiado. A minissérie está disponível no Brasil no catálogo da HBO Max.
Radiohead fará músicas para temporada final de “Peaky Blinders”
A dupla Thom Yorke e Jonny Greenwood, músicos e compositores principais da banda Radiohead, serão responsáveis pela criação de canções originais para a trilha da 6ª e última temporada de “Peaky Blinders”. A novidade foi revelada pelo diretor Anthony Byrne, responsável pelo episódio que abre a temporada, em entrevista à revista “NME”. “Estou muito animado para que os fãs possam ouvir isso. A música sempre foi uma parte importante da nossa história, e eu gosto quando ela nos ajuda a elaborar melhor o drama. Essa última temporada usa a música de forma mais frequente. A trilha está nos levando para uma direção diferente”, comentou. Byrne também adiantou que músicas clássicas de Patti Smith, Joy Division e Sinéad O’Connor também serão usadas nos novos episódios. Além disso, a compositora Anna Calvi retornará para desenvolver a trilha instrumental, desta vez com a ajuda de Nick Launay, produtor de Nick Cave and the Bad Seeds.
Quentin Tarantino negocia dirigir episódios da volta de “Justified”
O próximo trabalho de Quentin Tarantino (“Era uma Vez em… Hollywood”) pode ser uma série. O site Deadline revelou que o cineasta está negociando dirigir um ou mais episódios do retorno de “Justified”, anunciado em janeiro pelo canal pago FX. Caso o acordo seja fechado, Tarantino voltaria se juntar com o ator Timothy Olyphant, astro da série, que atuou sob sua direção em “Era Uma Vez em… Hollywood” (2019). Também seria a segunda vez que ele trabalharia com personagens de Elmore Leonard (1925–2013), que inspiram a série, após filmar “Jackie Brown” (1997), baseado num livro do escritor. Tarantino já dirigiu séries anteriormente. Em 1995, assinou um episódio de “Plantão Médico” (E.R.) e em 2005 fez dois capítulos de “CSI”, contando uma história tensa de suspense em duas partes. Mais recentemente, ele também planejou dirigir um filme de “Star Trek”, deixou todo mundo animado e desistiu quando o roteiro ficou pronto. “Justified” vai voltar a ser produzida após seis temporadas premiadas, exibidas entre 2010 e 2015. O retorno acontecerá com uma história completa, no formato de minissérie. Batizada de “Justified: City Primeval”, a produção vai adaptar o romance “City Primeval: High Noon in Detroit”, de Elmore Leonard, após outra história do escritor, “Fire in the Hole”, servir como fonte para a série original. O livro “City Primeval” gira em torno de Raymond Cruz, um detetive de homicídios de Detroit, que tenta prender Oklahoma Wildman, o assassino de um juiz. Mas a produção televisiva terá outro protagonista, trazendo de volta o delegado federal Raylan Givens, interpretado por Olyphant. Vale notar que a presença de Givens é uma grande licença criativa em relação à trama original de Leonard, que foi publicado em 1980 – cerca de 13 anos antes da criação literária do protagonista de “Justified”. Eis a sinopse oficial da produção: “Tendo deixado o interior de Kentucky oito anos atrás, Raylan Givens agora vive em Miami como um anacronismo ambulante, que equilibra sua vida como delegado federal e como pai de uma menina de 14 anos. Seu cabelo está mais grisalho, seu chapéu está mais sujo e a estrada à sua frente de repente parece muito mais curta do que a estrada que ficou para trás. “Um encontro casual em uma estrada desolada da Flórida acaba levando-o para Detroit, onde cruza o caminho de Clement Mansell, também conhecido como Oklahoma Wildman, um criminoso violento e sociopata que já escorregou pelos dedos da polícia de Detroit antes e pretende fazê-lo novamente. A advogada de Mansell, a formidável Carolyn Wilder, nativa da cidade, tem toda a intenção de representar seu cliente, mesmo quando ela tem seus próprios interesses divididos entre a polícia e o criminoso.” A adaptação está a cargo de Michael Dinner e Dave Andron, que trabalharam em “Justified”. Dinner também vai dirigir episódios. Além deles, a minissérie contará com produção de Graham Yost, criador de “Justified”, em parceria com o mesmo estúdio que produziu a série original, a Sony Pictures TV.
Michael Keaton revela imagem de sua volta como Batman
O ator Michael Keaton compartilhou em seu Instagram a primeira foto de seu retorno como Batman, aos 70 anos de idade. Infelizmente, a imagem é apenas sua sombra com o uniforme do herói. Veja abaixo. Keaton volta ao papel 30 anos após vestir o traje de Batman pela última vez, em “Batman: O Retorno” (1992). O novo “Batman, o retorno” vai acontecer no filme “The Flash”, que estreia nos cinemas em 3 de novembro no Brasil, e vai continuar em “Batgirl”, que será lançado em streaming pela HBO Max também em 2022, em data ainda não revelada. “The Flash” tem direção de Andy Muschietti (“It: A Coisa”) e inclui vários outros heróis, como o personagem-título vivido por Ezra Miller (“Liga da Justiça”), uma Supergirl interpretada por Sasha Calle (“The Young and the Restless”) e o Batman de Ben Affleck (também de “Liga da Justiça”). Já “Batgirl” tem direção dos belgas Adil El Arbi e Bilall Fallah (de “Bad Boys para Sempre”) e destaca Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”) como intérprete da nova heroína de Gotham City. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Michael Keaton (@michaelkeatondouglas)
Equipe de Linn da Quebrada vai à polícia contra podcast e comentários transfóbicos
A equipe da cantora e atriz Linn da Quebrada está tomando providências em relação aos insultos que ela está recebendo durante sua participação no “BBB 22”. “A advogada de Linn da Quebrada, Juliana Souza, registrará, às 15h desta sexta-feira, dia 25, na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), em São Paulo, boletim de ocorrência em defesa à artista”, diz um comunicado emitido pela equipe, responsável pelas redes sociais da artista. “São, pelo menos, três crimes de transfobia tendo a Linn como vítima”, detalhou a assessoria, “presentes em um link de um programa do YouTube, e ataques que foram reportados à equipe da Linn por meio da rede social ou por email”, acrescenta o texto. Entre os alvos, estão um trio de podcasters que chamou Lina de “troço”, entre várias ofensas. O vídeo da conversa do programa Tarja Preta viralizou negativamente nas redes sociais, e muitos dizem estar enojados com o discurso dos apresentadores. O Tarja Preta é produzido pela mesma equipe do Flow, que recentemente se envolveu em outra polêmica, após o apresentador Monark fazer defesa de um partido neonazista legalizado no Brasil. Após o trecho preconceituoso do podcast viralizar nas redes sociais, o episódio foi retirado do ar, assim como a página oficial do Tarja Preta no Instagram. A assessoria de Linn também pediu para os fãs reunirem postagens transfóbicas feitas contra a artista, que serão acrescentadas no boletim de ocorrência.
“Grey’s Anatomy” se despede de mais um integrante do elenco
A série “Grey’s Anatomy” se despediu de outro integrante de seu elenco fixo no retorno da 18ª temporada nos Estados Unidos. O episódio exibido na noite de quinta-feira (24/2) na rede americana ABC foi o último com participação do ator Richard Flood, que interpretou o Dr. Cormac Hayes durante as três últimas temporadas. A trama que envolve sua saída da atração é spoiler. Leia apenas se quiser saber. A volta de “Grey’s Anatomy” aconteceu com um crossover de “Station 19” e após um cliffhanger de midseason, que deixou o Dr. Owen Hunt (Kevin McKidd) entre a vida e a morte. Mas como é típico na série, sempre que algum personagem corre risco, é outro que sofre consequências. No caso de Hayes, foram consequências éticas. Enfrentando um dilema envolvendo Owen, ele chega a considerar revelar o envolvimento do colega com a facilitação da eutanasia de soldados gravemente feridos, mas acaba preferindo se livrar da crise moral pedindo demissão. Sua explicação para a Dra. Bailey (Chandra Wilson) é que planeja voltar à Irlanda para passar mais tempo com os filhos. Flood se juntou ao elenco de “Grey’s Anatomy” na 16ª temporada como um personagem recorrente e foi promovido a regular no ano seguinte. No começo, seu Dr. Hayes seria apenas um interesse romântico de Meredith Grey (Ellen Pompeo), mas a narrativa foi alterada por consequência da pandemia do coronavírus. Durante todo o 17º ano, a série levou para a ficção o drama enfrentado pelos médicos na linha de frente do combate ao coronavírus. Apesar de viver brevemente um potencial triângulo amoroso com Meredith e seu novo interesse amoroso, Nick (Scott Speedman), Hayes vinha passando por uma reavaliação de vida e prioridades, fazendo com que sua demissão não fosse completamente inesperada. No Brasil, a 18ª temporada “Grey’s Anatomy” é exibida no canal pago Sony. A série também tem até a 17ª temporada disponível nas plataformas Star+, Amazon Prime Video e Globoplay.
Ator de “Kill Bill” é preso por invasão de imóvel
O ator Michael Madsen, que ficou conhecido por estrelar a maioria dos filmes de Quentin Tarantino, de “Cães de Aluguel” (1992) a “Os Oito Odiados” (2015), passando pelos dois volumes de “Kill Bill” (2003 e 2004) foi preso nos Estados Unidos na noite de quinta (24/2), acusado de invasão de propriedade pelo dono da casa que ele alugava na praia de Malibu, na Califórnia. O incidente com o ator de 64 anos aconteceu um mês após a morte de seu filho. Hudson Madsen, que era afilhado de Tarantino, foi encontrado morto no final de janeiro, vítima de um ferimento a bala. Os investigadores suspeitam que o rapaz, de 26 anos, possa ter cometido suicídio. O advogado de Madsen, Perry Wander, alegou em entrevista ao site The Blast que a prisão aconteceu após seu cliente recusar uma tentativa de extorsão do proprietário do imóvel, que exigiu dinheiro para deixá-lo retirar seus pertences da casa antes de desocupá-la. Ao ouvir a recusa do ator, o locador teria chamado a polícia. Madsen teria sido abordado em sua casa por três viaturas policiais, que o escoltaram até o hospital – o artista apresentava ferimentos – e depois à delegacia, onde foi fichado e saiu mediante pagamento de US$ 500 em fiança. Ele já tem ficha na delegacia, após ser detido duas vezes por dirigir alcoolizado na região de Malibu, em 2012 e 2019, sendo obrigado a passar por um programa de reabilitação.
10 séries: Novos vikings e estrelas brasileiras são destaques em streaming
VIKINGS: VALHALLA | NETFLIX A nova série é uma continuação da recém-encerrada “Vikings” desenvolvida pelo mesmo produtor, Michael Hirst, mas se passa um século após as façanhas de Ragnar Lothbrok e seus filhos, concentrando-se nas aventuras de outros vikings famosos: os irmãos Leif Eriksson (Sam Corlett, de “O Mundo Sombrio de Sabrina”) e Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson, de “Swoon”), além de Harald Sigurdsson (Leo Suter, de “The Liberator”), um viking cristão que se apaixona por Freydis. Com muitas batalhas épicas, a trama acompanha nova tentativa viking de invadir a Grã-Bretanha, mas se passa numa época em que os próprios vikings se encontram divididos entre manter sua tradição pagã e abraçar a religião do velho inimigo. Desta vez, Hirst tem um papel menos ativo – está desenvolvendo várias séries históricas simultaneamente – , deixando o rumo da atração a cargo do showrunner Jed Stuart – que é nada menos que o roteirista dos filmes clássicos “Duro de Matar” (1988) e “O Fugitivo” (1993). DE VOLTA AOS 15 | NETFLIX Espécie de “De Repente 30” às avessas, a série gira em torno de Anita, que num momento de crise com a vida adulta deseja poder mudar várias decisões do passado para ter uma vida melhor e, de uma hora para outra, se vê de volta à época em que tinha 15 anos de idade. A protagonista é vivida por Camila Queiroz (“Verdades Secretas”) na fase adulta e por Maisa (“Pai em Dobro”) na adolescência. O detalhe é que Anita decide aproveitar esse “De Repente 15” para criar um “Efeito Borboleta”, tentando consertar a vida dos amigos. Só que cada mudança que ela faz no passado impacta o futuro de todos – e nem sempre para melhor. Desenvolvida por Janaina Tokitaka (“Spectros”), tem só seis episódios e um elenco que ainda inclui Klara Castanho (“Confissões de uma Garota Excluída”), Amanda Azevedo (“Call Com Cleo”), Pedro Vinícius (“Malhação”) e Caio Cabral (“Bom Sucesso”). OPERAÇÃO MARÉ NEGRA | AMAZON PRIME VIDEO A minissérie ibérica destaca os brasileiros Bruno Gagliasso (“Marighella”) e Leandro Firmino (“Cidade de Deus”) numa trama criminal baseada em fatos reais. A ação se passa em novembro de 2019 e acompanha a missão de um submarino artesanal, que atravessa o Oceano Atlântico com três toneladas de cocaína. Em seu interior, três homens tentam sobreviver a tormentas, correntes, avarias, fome, discussões e a uma constante pressão policial. Realizada pelo espanhol Daniel Calparsoro (“Até o Céu”) e o português João Maia (“Variações”), a série completa seu elenco com astros dos dois países, incluindo Álex González (“Fomos Canções”), Nuno Lopes (“A Prima Sofia”), Lúcia Moniz (“Fátima: A Hitória de um Milagre”), Nerea Barros (“Pecados Antigos, Longas Sombras”), Luis Zahera (“Enquanto o Amor Durar”) e Luís Esparteiro (“Super Pai”). SEÑORITA 89 | STARZPLAY Concebido pela premiada cineasta argentina Lucía Puenzo (“O Médico Alemão”) e produzido pelo premiado cineasta chileno Pablo Larraín (“Spencer”), o drama de época gira em torno do mais importante concurso de beleza do México nos anos 1980. A trama acompanha a recepção de 32 misses na propriedade privada da mentora do evento, onde deverão passar por um treinamento árduo de três meses até chegarem ao concurso de Miss México. Mas por baixo das aparências, das roupas e da maquiagem, existe um mundo sombrio e, no final, as competidoras precisarão se apoiar umas às outras para conseguir sobreviver à competição. Os dois primeiros episódios estreiam no domingo (27/2), com um novo episódio sendo lançado semanalmente. WHAT WE DO IN THE SHADOWS | STAR+ Criada pelos mesmos responsáveis pelo filme homônimo (“O que Fazemos nas Sombras” no Brasil), Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”) e Jemaine Clement (“Flight of the Conchords”), a série acompanha o dia-a-dia de vampiros entediados de Nova York. Os protagonistas são dois vampiros preguiçosos, uma vampira que não aceita desaforos, um vampiro enérgico (que suga energias com sua chatice) e um assistente humano. Após o assistente se revelar um matador de vampiros e eliminar os rivais que prenderam seus mestres no ano anterior, a 3ª temporada lida com a promoção dos protagonistas a líderes do que sobrou das criaturas da noite nova-iorquina. O elenco é formado por Matt Berry (da saudosa série “The IT Crowd”), Natasia Demetriou (“Year Friends”), Kayvan Novak (“As Aventuras de Paddington”), Harvey Guillen (“The Magicians”) e Mark Proksch (“The Office”). BIG SKY | STAR+ Série estreante mais bem-sucedida da TV americana em 2020, “Big Sky” retorna na 2ª temporada com as detetives Cassie Dewell (Kylie Bunbury, de “Olhos que Condenam”) e Jenny Hoyt (Katheryn Winnick, de “Vikings”) na mira de vários criminosos da região rural em que a trama se passa. Elas ainda estão na caça do sequestrador e traficante sexual Ronald Pergman (Brian Geraghty) quando o ex de Cassie, Blake (Michael Raymond-James), pede ajuda ao ser acusado de atacar uma jovem, aparentemente incriminado pela própria família. Não bastasse a perigosa família de Blake complicar a investigação, Ronald retorna para perseguir as detetives que tentaram caçá-lo. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série de suspense é baseada em “The Highway”, livro de CJ Box que abre uma série de romances da personagem Cassie Dewell (Bunbury). NCIS HAWAI’I | GLOBOPLAY Criada para ocupar o lugar de “NCIS: New Orleans”, cancelada em 2021 ao fim de sua 7ª temporada, “NCIS: Hawai’i” também se vale de sua locação havaiana para buscar se estabelecer como sucessora de “Havaí Cinco-0”, encerrada em 2020. A trama acompanha uma equipe de investigadores criminais da Marinha que operam nas ilhas havaianas. Mas em vez de ser o “NCIS” de sempre, só que no Havaí, a série é mais ousada que sua antiga precursora, trazendo Vanessa Lachey (“Truth Be Told”) como a primeira agente feminina a comandar uma equipe da franquia, além de incluir uma subalterna lésbica (Lucy Tara), que manda um beijo quente numa agente do Departamento de Defesa (Tori Anderson) logo no primeiro capítulo. Os dois primeiros episódios foram exibidos na Globo nesta semana, numa tática para atrair novos assinantes para a plataforma de streaming do grupo, que disponibiliza a 1ª temporada completa. NANCY DREW | GLOBOPLAY A 3ª temporada explora novos terrores que colocam a protagonista (Kennedy McMann) e seus amigos em perigo. Combinando o clima de “Supernatural” e “Scooby-Doo”, a série reinventou a franquia quase centenária da detetive mirim literária como uma atração de terror adolescente e tem sido um dos maiores sucessos produzidos pelo CBS Studios para o canal americano The CW. O sucesso já está rendendo, inclusive, um spin-off centrado no personagem Tom Swift, que foi introduzido na 2ª temporada. JUVENILE JUSTICE | NETFLIX A série sul-coreana de trama polêmica gira em torno de uma juiza notoriamente conhecida por sua aversão aos crimes juvenis violentos, que é nomeada para um tribunal de menores no distrito de Yeonhwa. Vítima da delinquência juvenil, ela se depara com a falta de leis mais duras que estimulam a sensação de impunidade dos jovens criminosos. E decide enfrentar com sentenças duras o desdém dos menores infratores pelo código penal. Escrita por Kim Min Sook (“O Impiedoso”) e estrelada por Kim Hye-soo (“Hyena”), é dramática ao extremo e tende a dar o que falar. A FAMÍLIA RADICAL: MAIOR E MELHOR | DISNEY+ A série animada “A Família Radical” (The Proud Family), que teve três temporadas – e um filme – entre 2001 e 2005 no Disney Channel, retorna com mais personagens e o título ampliado. Criada por Bruce W. Smith, a atração original é uma das primeiras séries animadas a girar torno de uma família afro-americana. A protagonista é a adolescente Penny Proud (dublada por Kyla Pratt), que completou 16 anos no filme animado, e sua família grande e típica, com pai superprotetor (Tommy Davidson), mãe trabalhadora (Paula Jai Parker), vovó que mora na sua casa (Jo Marie Payton), um casal de irmãos (gêmeos) caçulas, cachorrinho e muitos amigos excêntricos. Além de retornar com os mesmos dubladores originais em inglês, o revival em streaming terá participação de vários astros famosos nas novas dublagens, como Keke Palmer (“Scream Queens”), Billy Porter (“Pose”), Zachary Quinto (“Star Trek”), Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Tiffany Haddish (“A Viagem das Garotas”), Lena Waithe (“Master of None”), Anthony Anderson (“Black-ish”), Gabrielle Union (“L.A.’s Finest”), Debbie Allen (“Grey’s Anatomy”), James Pickens Jr. (“Grey’s Anatomy”), Courtney B. Vance (“Lovecraft Country”), Jane Lynch (“Glee”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Lamorne Morris (“New Girl”), Brenda Song (“Station 19”), Eva Longoria (“Desperate Housewives”) e os cantores os Lil Nas X, Normani, Lizzo e Chance the Rapper, entre muitos outros.
10 filmes: Estreias digitais da semana vão da animação ao terror
A programação de lançamentos digitais traz três boas animações para as crianças e dois terrores instigantes para os adultos, além da nova performance cinematográfica de Lady Gaga e o último filme de Woody Allen, entre outras opções. Confira abaixo 10 dicas de estreias, com seus respectivos trailers. SING 2 | NOW, VOD* A continuação de “Sing: Quem Canta Seus Males Espanta” (2016), animação-karaokê em que bichos buscam o estrelato cantando sucessos da música pop, volta a reunir os integrantes do concurso de calouros do primeiro filme. Desta vez, eles convencem um magnata do entretenimento a bancar seu grande show, mentindo que um cantor lendário será a atração principal. Só que o tal ídolo do rock se encontra recluso. Além da volta dos dubladores originais, incluindo Matthew McConaughey, Reese Witherspoon, Scarlett Johansson, Taron Egerton, Tori Kelly e Nick Kroll, “Sing 2” traz ninguém menos que Bono Vox, do U2, como o cantor icônico que os protagonistas tentam convencer a retomar a carreira. Envolvida na produção – e com várias músicas na trilha – , a banda U2 compôs a música-tema do desenho. Para não ficar atrás, a versão dublada em português também incluiu alguns cantores brasileiros, com destaque para Sandy, Lexa, Wanessa Camargo, Paulo Ricardo, Any Gabrielly e até a dupla de pai e filho Fábio Jr e Fiuk. RON BUGADO | DISNEY+ A animação apresenta a mania do futuro: o B-Bot, um mini-robô conectado (que parece a evolução final da Alexa), introduzido como o novo melhor amigo de todas as crianças. Exceto de Barney, um garoto de 11 anos que ganha do pai uma versão do robô que não funciona direito. Todo atrapalhado, o robô bugado acaba criando tanta confusão que passa a ser perseguido pelos fabricantes para ser triturado. Só que, a essa altura, o menino já acha que o Ron Bugado é seu melhor amigo. Dirigida pelo trio Sarah Smith (“Operação Presente”), Jean-Philippe Vine (“Shaun, o Carneiro”) e Octavio E. Rodriguez (“As Épicas Aventuras do Capitão Cueca”), a animação tem as vozes originais de Jack Dylan Grazer (“Shazam!”), Olivia Colman (“A Favorita”), Rob Delaney (“Deadpool 2”) e da dupla de “Se Beber Não Case”, Zach Galifianakis e Ed Helms. LINK PERDIDO | DISNEY+ A nova animação em stop-motion do estúdio Laika acompanha a descoberta do Elo Perdido, popularmente conhecido como o monstro Pé-Grande, por um explorador britânico que se surpreende pelos modos civilizados da criatura. Cansado de fugir da humanidade, o monstro pede ajuda ao famoso aventureiro para acompanhá-lo numa jornada ao outro lado do mundo, querendo encontrar o resto de sua família perdida, os abomináveis homens da neve, que vivem no vale lendário de Shangri-La. Roteiro e direção são de Chris Butler, que dirigiu “ParaNorman” (2012) do mesmo estúdio, e o elenco espetacular de dubladores originais destaca o comediante Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) como o personagem-título e Hugh Jackman (“Logan”) como o explorador, além de Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Timothy Olyphant (“Santa Clarita Diet”), Matt Lucas (“Doctor Who”) e Stephen Fry (franquia “O Hobbit”). CASA GUCCI |VOD* O veterano cineasta Ridley Scott (“Gladiador”) estreia no gênero “true crime”, misturando melodrama novelesco sobre ricos e famosos com elementos de filmes de máfia – a luta fraticida pelo poder, traições, informantes policiais, assassinos profissionais e atores americanos forçando sotaque italiano. Apesar disso, é um filme sobre uma grife do mercado de luxo. A produção é centrada no maior escândalo dos bastidores da grife Gucci, envolvendo Maurizio Gucci, vivido por Adam Driver (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), e sua esposa Patrizia Reggiani, personagem de Lady Gaga. Eles foram casados por 12 anos, entre 1973 e 1985, e tiveram duas filhas. Até o herdeiro milionário trocá-la por uma mulher mais nova. Como vingança, Patrizia encomendou o assassinato do ex-marido a um matador profissional. O papel de Reggiani marca o primeiro projeto de Lady Gaga no cinema desde “Nasce Uma Estrela” (2018), que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz – além da conquista do troféu de Melhor Canção Original por “Shallow”. E, de forma impressionante, ela ofusca os colegas, que incluem Jeremy Irons (“Watchmen”), Al Pacino (“O Irlandês”), Salma Hayek (“Dupla Explosiva 2: E a Primeira-Dama do Crime”) e um irreconhecível Jared Leto (“Esquadrão Suicida”) careca. A performance desde último foi homenageada com duas indicação ao troféu Framboesa de Ouro, que elege os piores do ano. LAMB | MUBI Premiado na mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes de 2021 e com 85% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a fábula de terror acompanha um casal isolado numa fazenda de ovelhas da Islândia. Durante o parto de um dos animais, um filhote diferente vem à luz e passa a ser criado como filho do casal. Logo, o bebê começa a andar sobre duas patas. Primeiro filme dirigido por Valdimar Jóhannsson, que trabalhou nos efeitos das sci-fi “Prometheus”, “Rogue One” e “Guerra do Amanhã”, “Lamb” é estrelado por Noomi Rapace (também de “Prometheus”) e Hilmir Snaer Gudnason (“O Mar”). E é perturbador, da forma mais gratificante possível para fãs do cinema fantástico. ESPÍRITOS OBSCUROS | STAR+ O terror acompanha a relação de um menino e uma criatura que vive em sua casa, que ele alimenta de animais mortos e a quem chama de “pai”. Até que o monstro escapa, deixando um rastro de mortes sangrentas para a polícia investigar. O elenco é encabeçado por Keri Russell (“The Americans”), que vive a professora da criança, e Jeremy T. Thomas (“The Righteous Gemstones”) no papel do menino. Além deles, também há destaque para Jesse Plemons (“El Camino”) como um policial. “Espíritos Obscuros” é baseado num conto de Nick Antosca (criador de “Channel Zero”), tem direção de Scott Cooper (“Aliança do Crime”) e foi produzido pelo vencedor do Oscar Guillermo del Toro (“A Forma da Água”). O FESTIVAL DO AMOR | NOW, VIVO PLAY, VOD* O último filme de Woody Allen foi realizado em meio à campanha de difamação movida por seus filhos, Dylan e Ronan Farrow, que retomaram antigas acusações por um suposto abuso cometido contra Dylan quando ela tinha sete anos. Inocentado na época, mas condenado 30 nos depois na opinião pública, Allen perdeu parceiros de negócios e viu atores que venceram o Oscar com sua ajuda virarem-lhe as costas. Por conta disso, “O Festival do Amor” é o mais independente de seus filmes, sem produtora americana ou grandes astros. Rodado no verão de 2019 em San Sebastián, na Espanha, a trama gira em torno de um casal americano que participa do Festival de cinema local. O elenco é basicamente europeu, formado pelos espanhóis Elena Anaya (“A Pele que Habito”) e Sergi López (“O Labirinto do Fauno”), o francês Louis Garrel (“O Oficial e o Espião”), o austríaco Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”) e dois atores americanos nos papéis principais, Gina Gershon (“Riverdale”) e Wallace Shawn (“Young Sheldon”). A DONA DO BARATO | NOW, VIVO PLAY, VOD* A comédia francesa traz Isabelle Huppert (“Elle”) como uma tradutora que trabalha para a polícia e se envolve com o tráfico de drogas. Politicamente incorreto, o trabalho do diretor Jean-Paul Salomé (“Se Fazendo de Morto”) tem 78% de aprovação no Rotten Tomatoes e foi indicado ao César (o Oscar francês) de Melhor Roteiro. LINHA TÊNUE | NOW, VIVO PLAY, VOD* Um jovem paramédico, talentoso e dedicado, enfrenta problemas em seu casamento. Sua esposa está farta de ele se importar mais com os pacientes do que com ela, enquanto ele luta para arranjar mais tempo para ela. Lançado nos cinemas em 2017, o drama do russo Boris Khlebnikov (“Roads to Koktebel”) tem 100% de aprovação no Rotten Tomatoes e venceu 31 prêmios internacionais, incluindo o troféu de Melhor Ator para Aleksandr Yatsenko (da série “Cidade dos Mortos”) no Festival de Karlovy Vary. LONGA JORNADA NOITE ADENTRO | MUBI Em clima de sonho, o filme acompanha a busca do protagonista Luo Hongwu (Jue Huang) por uma mulher misteriosa (a bela Wei Tang, de “Desejo e Perigo”), com quem passou um verão há 20 anos. Enquanto a primeira metade da trama lida com o caráter vago da memória, a segunda usa um longo plano-sequência para aproximar o protagonista do fim de sua jornada, revelando uma comunidade festiva no interior chinês e segredos que ele não esperava encontrar. Quinto longa do diretor Bi Gan, foi exibido no Festival de Cannes e venceu 16 prêmios internacionais. * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente nas plataformas Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Store e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.
Sally Kellerman (1937–2022)
A atriz Sally Kellerman, que marcou época ao estrelar o filme “MASH”, de Robert Altman, morreu nesta quinta (25/2) de complicações de demência em uma instituição de vida assistida em Woodland Hills, Califórnia. Ela tinha 84 anos. Kellerman estreou no cinema em 1957 no cultuado drama de menores infratoras “Reform School Girl” e passou a maior parte da década de 1960 fazendo participações em séries na televisão. Acabou se especializando em produções de sci-fi como “Além da Imaginação” (The Twilight Zone), “Quinta Dimensão” (The Outer Limits), “Os Invasores” (The Invaders) e entrou para a História da TV no piloto aprovado de “Jornada nas Estrelas” (Star Trek), no qual interpretou a médica Dra. Elizabeth Dehner, antes da chegada do Dr. McCoy na Enterprise. Ela começou a se destacar como sobrevivente do ataque do serial killer (Tony Curtis) de “O Homem Que Odiava as Mulheres” (1968). Mas o filme que a deixou em evidência foi mesmo “MASH” (1970), comédia de humor ácido sobre uma unidade médica do exército americano durante a Guerra da Coreia. Pelo papel da chefe das enfermeiras, apelidada de “Lábios Quentes” (Hot Lips) pelo batalhão, Kellerman foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Depois de “MASH”, ela esteve em três outros filmes de Robert Altman: “Voar é com os Pássaros” (1970), “O Jogador” (1992) e “Prêt-à-Porter” (1994). E ainda participou do musical “Horizonte Perdido” (1973), da comédia “De Volta às Aulas” (1986), dos romances “Escrito nas Estrelas” (1993) e “A Última Festa” (1996), e da adaptação live-action de desenho animado “Se Falhar, Morre” (1992), em que interpretou Natasha Fatale, inimiga icônica de Alceu e Dentinho. Nos últimos anos, teve papel recorrente em duas séries: “Maron” (2013-2016), como a mãe do comediante Marc Maron, e “Decker” (2014-2017), como a Primeira Dama dos EUA. Além de atuar, a atriz gravou dois álbuns de música e contribuiu com as trilhas sonoras de “Voar é com os Pássaros”, “Horizonte Perdido”, Rafferty and the Gold Dust Twins (1975) e “Se Falhar, Morre”. Sua voz esfumaçada e sensual também lhe rendeu uma carreira em narrações de comerciais. Em sua vida pessoal, Kellerman foi casada de 1970 a 1972 com o roteirista-diretor Rick Edelstein (da série “Justiça em Dobro”/Starsky & Hutch) e com o produtor Jonathan D. Krane (“Olha Quem Está Falando”) de 1980 até a morte dele em 2016.
Clipe clássico de “Barbie Girl” atinge 1 bilhão de visualizações no YouTube
Sucesso em 1997, o clipe de “Barbie Girl”, da banda dinamarquesa Aqua, ultrapassou a marca de 1 bilhão de visualizações no YouTube nesta quinta-feira (24/2). A música, que ironiza a “vida perfeita” da boneca Barbie, foi um fenômeno mundial, chegando a entrar no Top 10 de sucessos Billboard Hot 100, nos EUA, e tocar sem parar em vários países. O clipe colorido foi o maior chamariz para a gravação. O vídeo do hit dinamarquês foi o sétimo clipe dos anos 1990 a atingir a marca de 1 bilhão de visualizações no YouTube. Antes de “Barbie Girl”, os vídeos mais vistos da década foram “November Rain” do grupo Guns N’ Roses (1,8 bilhão), “Smells Like Teen Spirit” do Nirvana (1,4 bi), “What’s Up” do 4 Non Blondes (1,2 bi), “Zombie” do Cranberries (1,1 bi), “I Will Always Love You” (1,1 bi) de Whitney Houston e “I Want It That Way” do Backstreet Boys (1 bi). Relembre o clipe clássico abaixo.












