Trailer de “F Is For Family” marca despedida com xingamentos
A Netflix divulgou o trailer da 5ª e última temporada da animação “F Is For Family”. A prévia é cheia de palavras com “F”, mas não por referência à família. “F” é a primeira de quatro letras bem conhecidas, usadas como uma metralhadora de xingamentos pelo protagonista da animação. Repleta de mau humor, depressão, raiva e ódio, inclusive contra o Natal, a série servirá como alternativa radical à programação natalina da Netflix, excessivamente festiva neste fim de ano. “F Is For Family” é uma criação de Michael Price, produtor-roteirista de “Os Simpsons”, e Bill Burr, humorista americano de stand-up que participou das comédias “Uma Noite Fora de Série” (2010), “As Bem-Armadas” (2014) e “Pai em Dose Dupla” (2015). Além de escrever os episódios, Burr dubla Frank Murphy, o patriarca de uma família dos anos 1970, época em que “você podia bater no seu filho, beber ao volante, fumar em restaurantes e levar uma arma para o aeroporto”, segundo o criador. O elenco de vozes ainda inclui Laura Dern (“Big Little Lies”) como Sue, a esposa de Frank, e Justin Long (“Amor à Distância”) como o filho mais velho, Kevin, além de incluir participações de Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”) e Vince Vaughn (“Freaky”), que também é produtor da atração. A leva final de episódios será lançada em 25 de novembro.
Fim do mundo vira piada no trailer de “Não Olhe Para Cima”
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Não Olhe Para Cima” (Don’t Look Up), produção apocalíptica de elenco estelar. A prévia destaca os protagonistas Leonardo DiCaprio (vencedor do Oscar por “O Regresso”) e Jennifer Lawrence (vencedora do Oscar por “O Lado Bom da Vida”) tentando alertar o mundo sobre a aproximação de um cometa que poderá destruir o planeta Terra. Mas são recebidos com desdém pela presidente Meryl Streep (vencedora do Oscar por “A Dama de Ferro” e outros) e pela imprensa. Vale dizer que é um caso de cansaço por superexposição. Afinal, essa premissa já foi filmada várias vezes (quem não lembra de “Armageddon”?) e uma versão alternativa (a lua em vez de meteoro/cometa) servirá de base para o próximo filme apocalíptico de Roland Emmerich (“2012”), batizado de “Moonfall”. Portanto, não é de estranhar que o novo alerta de fim de mundo seja considerado uma piada. A comédia também inclui em seu elenco grandioso nada menos que Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”), Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Timothée Chalamet (“Me Chame pelo seu Nome”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Ron Perlman (o “Hellboy” original), Matthew Perry (“Friends”), Rob Morgan (“A Fotografia”), Himesh Patel (“Yesterday”), Tyler Perry (“Um Funeral em Família”), Melanie Lynskey (“Mrs. America”), Michael Chiklis (“Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado”), Tomer Sisley (“Messiah”), o rapper Kid Cudi (“We Are Who We Are”) e até a cantora Ariana Grande (“Sam & Cat”). Não é brincadeira. Roteiro e direção são de Adam McKay, vencedor do Oscar por “A Grande Aposta” (2015) e indicado por “Vice” (2018). O lançamento vai acontecer na véspera do Natal, exatamente no dia 24 de dezembro.
Ator sai da série “9-1-1” por recusar vacina
O ator Rockmond Dunbar, que ficou conhecido por “Prison Break” e “The Mentalist”, abandonou o elenco de sua série atual, “9-1-1”, da rede Fox. O motivo foi sua recusa em se vacinar contra a covid-19. Integrante da série desde a 1ª temporada, Dunbar chegou a apresentar atestado médico e até ofereceu uma justificativa religiosa, em diferentes ocasiões, para evitar se submeter à exigência da produção da 20th Television. Mas todos os conteúdos realizados pelo conglomerado Disney passaram a exigir comprovação de vacinação. Quem se recusa é contemplado com demissão. O último episódio com participação do ator foi ao ar na noite de segunda-feira (15/11) nos Estados Unidos, utilizando uma mudança de estado como explicação para sua despedida abrupta da trama. Em comunicado publicado pelo site Deadline, Dunbar assumiu ter solicitado “acomodações religiosas e médicas de acordo com a lei” para evitar a vacinação. Ambas foram negadas. “Minhas crenças legítimas e minha história médica particular são aspectos muito íntimos e pessoais de minha vida que não discuto publicamente e não desejo começar agora. Sou ator neste ramo há 30 anos, mas meus maiores papéis são como marido e pai de quatro filhos pequenos. Como um homem que anda com fé, estou ansioso para ver o que o futuro reserva. ” Dunbar completou: “Eu aproveitei as últimas 5 temporadas com este elenco e equipe maravilhosos e irei apreciar o tempo que fui abençoado por passar com esta série e desejo a todos os envolvidos nada além do melhor”. Já a 20th Television confirmou o caso por meio de um porta-voz: “Levamos a saúde e a segurança de todos os nossos funcionários muito a sério e implementamos um processo de confirmação de vacinação obrigatório para aqueles que trabalham na Zona A em nossas produções. A fim de garantir um local de trabalho mais seguro para todos, o pessoal da Zona A que não confirmar seu status de vacinação e não atender aos critérios de isenção não estará apto para trabalhar. ” Esta situação deve acontecer mais vezes nos próximos dias e semanas, uma vez que a maioria dos estúdios de Hollywood informou que passará a exigir vacinação contra a covid-19 para a retomada dos trabalhos. A decisão das produtoras é financeira, já que não vacinados podem contrair a doença e interromper produções. Atualmente, EUA e Europa experimentam um retorno da pandemia, concentrado especificamente em pessoas não vacinadas. Por conta disso, a Áustria tomou na segunda (15/11) a decisão extrema de impedir pessoas não vacinadas de saírem de casa. No Brasil, entretanto, o governo vai na direção oposta, tentando impedir iniciativas que incentivem a vacinação. Além de buscar barrar o passaporte da vacina para eventos culturais, o ministério de Bolsonaro também editou uma portaria que proíbe exatamente que empresas possam demitir funcionários que se recusem a se vacinar.
Bruna Marquezine quase virou a nova Supergirl do cinema
A atriz Bruna Marquezine revelou que fez testes para viver a heroína Supergirl em “The Flash”, um dos próximos lançamentos da DC no cinema. Em entrevista ao podcast Mamilos, ela disse que chegou a fazer um teste virtual com Ezra Miller, intérprete do herói do título. E foi elogiada por ele. “Era um [chamado] ‘teste frio’. E o Ezra disse: ‘Esse teste frio veio direto do inferno, que bom!'”, lembrou ela. Bruna contou ter sabido que 60 atrizes participaram dos testes, mas seus nomes foram mantidos em sigilo. “Eu soube de alguns nomes de atrizes que eu considero muito mais capacitadas do que eu. Eu fui a única brasileira aprovada. Fui para o Top 5, fui para o Top 2. Até então, era para uma personagem que a gente não tinha muita informação”. Entretanto, por causa da pandemia, ela não conseguiu permissão para viajar para Londres, onde aconteceriam os testes finais. “Eles tentaram de todas as formas possíveis”, contou. Não se sabe até onde ela chegaria, mas como foi descartada não enfrentou o teste derradeiro, que acabou dando o papel para a americana Sasha Calle. Só depois, quando o nome da escolhida foi anunciada, é que ela soube que o papel seria o de Supergirl. A própria Sasha Calle só descobriu quem interpretaria ao ser escolhida. A revelação foi gravada pelo diretor argentino Andy Muschietti (de “It: A Coisa”) e postada no Instagram, registrando a surpresa da atriz. A participação da brasileira confirma que havia a intenção de escolher uma latina para viver a nova Supergirl. Apesar de nascida em Boston, EUA, Calle tem descendência colombiana e fará sua estreia no cinema como a heroína. Vale observar que a personagem não é Kara Zor-El/Danvers, a Supergirl tradicional dos quadrinhos e da série recém-concluída nos EUA. O visual da personagem, confirmado na primeira prévia do filme, revela uma heroína morena e de cabelos curtos. Como “The Flash” vai abrir o multiverso da DC, são cogitadas duas possibilidades para a justificar a mudança da heroína. A opção favorita é Lara Lane-Kent, uma filha “imaginária” de Clark Kent/Superman e Lois Lane, que apareceu numa breve – mas marcante – sequência de sonho de “Injustiça: Deuses entre Nós – Ano Três”. Mas ela também pode ser Cir-El, outra “filha” de Superman, que na verdade era praticamente “irmã” de Superboy (Kon-El), por ser como ele um clone humano alterado por Lex Luthor. O resto do elenco inclui Ben Affleck (“Liga da Justiça”) e Michael Keaton (“Batman”) como duas versões de Batman, Kiersey Clemons (que aparece na versão “Liga da Justiça de Zack Snyder”) como Iris West, a atriz mexicana Maribel Verdú (“E sua Mãe Também”) como Nora Allen, a mãe do Flash, e Ron Livingston (“Invocação do Mal”) como Henry Allen, substituindo Billy Cudrup (também visto em “Liga da Justiça”) como pai do super-herói. “The Flash” tem previsão de estreia em novembro de 2022.
Final de “The Expanse” ganha trailer épico
A plataforma Amazon Prime Video divulgou o pôster e o trailer legendado da 6ª e última temporada de “The Expanse”, que revela a escala épica do desfecho da atração. Repleta de ação, a prévia mostra cenas de uma guerra espacial contra a facção terrorista de Marco Inaros (Keon Alexander), após ataque que deixou a Terra dizimada. Desenvolvida pela dupla Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), “The Expanse” adapta a saga literária inaugurada por “Leviatã Desperta”, de James S.A. Corey (pseudônimo de Daniel Abraham e Ty Franck), que se passa daqui a 200 anos no futuro, acompanhando uma nave de rebeldes durante uma crise política da Terra com suas colônias em Marte e no cinturão de asteroides. A série é caríssima e foi resgatada pela Amazon após ter sido cancelada pelo canal pago SyFy ao final de sua 3ª temporada. Com o novo e agora definitivo cancelamento, a Amazon iguala a quantidade de episódios produzidos no Syfy, mas dá aos criadores a oportunidade de escolher como terminar a história. O detalhe é que a série chegará ao fim bem antes da trama literária, que já tem nove volumes, mas pelo menos concluirá o arco literário original – a partir do sétimo livro, a história dá um salto cronológico de 28 anos, que levaria a uma troca de intérpretes. O elenco da atração inclui Steven Strait (“O Despertar”), Shohreh Aghdashloo (“Star Trek: Sem Fronteiras”), Wes Chatham (“Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1”), Cas Anvar (“Olympus”), Dominique Tipper (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Frankie Adams (“Máquinas Mortais”), Cara Gee (“Strange Empire”), Keon Alexander (“Tyrant”) e Jasai Chase Owens (“Loserville”). A temporada final estreia em 10 de dezembro.
Instrutora de diálogos de “Casa Gucci” critica sotaque italiano de Lady Gaga
Francesca De Martini, que trabalhou como instrutora de diálogos no filme “Casa Gucci”, criticou Lady Gaga por seu sotaque macarrônico no longa-metragem dirigido por Ridley Scott; Em declaração ao site The Daily Beast, De Martini se declarou incomodada com o sotaque de Gaga, que curiosamente tem descendência italiana. “Me sinto mal dizendo isso, mas o sotaque dela não é exatamente italiano, está mais para russo”, criticou a instrutora. Filmes de Hollywood tem o costume de dar sotaques aos atores, em vez de mostrá-los falando o idioma nativo dos personagens retratados. Como todos sabem, inglês com sotaque do Brooklyn não é a língua falada na Itália. Mesmo assim, esse artifício (literalmente artificial) é relevado até pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA. Kate Winslet levou o Oscar de Melhor Atriz por falar inglês com sotaque alemão em “O Leitor”. Vale lembrar que um dos filmes mais populares de todos os tempos foi lançado com legendas em todo o mundo, por ser inteiramente falado em línguas antigas. Em “A Paixão de Cristo”, de Mel Gibson, os atores interpretaram em latim, aramaico e hebraico. Em “Casa Gucci”, Gaga interpreta socialite Patrizia Reggiani, que protagonizou o maior escândalo dos bastidores da grife Gucci, ao reagir ao pedido de divórcio de Maurizio Gucci, vivido por Adam Driver (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), com a encomenda de seu assassinato para um matador profissional. O papel representa o primeiro projeto da cantora no cinema desde “Nasce Uma Estrela” (2018), que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz, além da conquista do troféu de Melhor Canção Original por “Shallow”. Recentemente ela afirmou que a preparação para o filme fez com que vivesse como sua personagem 24 horas por dia, falando o tempo todo com o tal sotaque italiano. “São três anos desde que comecei a trabalhar nesse filme e serei totalmente honesta e transparente: eu vivi como ela por um ano e meio. E eu falei com sotaque durante nove meses”, revelou.
Netflix lança site para divulgar Top 10 mundial
A Netflix mudou a forma de divulgação de suas métricas de visualização. O plano tinha sido anunciado de forma genérica em outubro, durante o relatório trimestral para investidores, e se materializou nesta terça (16/11) com o lançamento de um site específico voltado às listas de conteúdos mais vistos do serviço em todo o mundo. O Top 10 Netflix (https://top10.netflix.com/) apresenta quatro listas principais, contendo os 10 filmes e as 10 temporadas de séries mais vistas em inglês e não inglês, além de um ranking por país, um ranking geral dos títulos mais assistidos em todos os tempos e um levantamento que aponta quais países rendem maior audiência para os lançamentos em destaque. Para gerar as listas de Top 10 estão sendo considerados o desempenho dos títulos em mais de 90 países, com atualização semanal. A Netflix também mudou a forma de informar o desempenho de seu conteúdo, substituindo a amostragem de dois minutos (equivalente a uma visualização) pelo número total de horas visualizadas de cada título. É o método usado pela Globoplay, pela auditoria da Nielsen e por várias outras plataformas. A avaliação de dois minutos, adotada originalmente pelo YouTube (onde a maioria do conteúdo tem menos de 4 minutos), causava distorções e gerava números inflados e irreais de audiência. O primeiro top 10 semanal, que cobre de 8 a 14 de novembro, traz o filme “Alerta Vermelho” com quase 149 milhões de horas de exibição em todo o mundo. O desempenho de uma semana é impressionante, já que coloca o longa próximo do Top 10 de todos os tempos da Netflix. O atual 10º lugar é a comédia “Mistério no Mediterrâneo”, que conta com 170 milhões de horas em seus primeiros 28 dias. Vale destacar também que, entre os filmes não falados em inglês, o brasileiro “7 Prisioneiros” aparece em 2º lugar, atrás do italiano “Yara”, entre os mais assistidos do streaming em todo o mundo. Entre as séries, a 3ª temporada de “Narcos: México” superou “Round 6” (lançado há dois meses) como a série mais popular desta semana – 50,29 milhões de horas contra 42,79 milhões. Entretanto, a atração sul-coreana é disparado o conteúdo mais acessado da Netflix, com um total de 1,6 bilhão de horas de exibição em todo o mundo em seu primeiro mês – o dobro da segunda série mais popular, “Bridgerton” (625 milhões de horas). Curiosamente, a atualização não vai além de 28 dias, impedindo o número de “Round 6”, ainda em 2º lugar no ranking semanal, de evoluir em visualizações e impressionar cada vez mais com seu sucesso descomunal.
Estúdio processa Tarantino por NFTs de “Pulp Fiction”
O cineasta Quentin Tarantino está sendo processado pelo estúdio Miramax por anunciar planos de leiloar sete peças de “Pulp Fiction”, um dos seus filmes mais conhecidos, como NFTs (tokens não-fungíveis). Ele anunciou sua intenção numa recente convenção de cripto-arte em Nova York. “Estou animado para apresentar essas peças exclusivas de ‘Pulp Fiction’ aos fãs”, disse Tarantino em um comunicado à imprensa. Os colecionáveis teriam conteúdo “secreto” – na verdade, trechos do roteiro original escrito à mão e um comentário em áudio exclusivo feito por Tarantino – visível apenas para seu proprietário. Mas o diretor esqueceu de combinar com a Miramax, que tem seus próprios planos para lançar NFTs de seu catálogo. O estúdio revelou ter entrado em contato com Tarantino para que ele desistisse do projeto, sem sucesso. “A conduta de Tarantino forçou a Miramax a abrir este processo contra um valioso colaborador para fazer cumprir, preservar e proteger seus direitos contratuais e de propriedade intelectual relativos a uma das propriedades cinematográficas mais icônicas e valiosas da Miramax”, escreveu a empresa na ação. “Se não for controlada, a conduta de Tarantino pode induzir outros a acreditar que a Miramax está envolvida em seu empreendimento. E também pode induzir outras pessoas a acreditar que têm o direito de buscar negócios ou ofertas semelhantes, quando na verdade a Miramax detém os direitos necessários para desenvolver, comercializar e vender NFTs relacionados à sua biblioteca completa de filmes. ” O processo busca compensação por violação de contrato, violação de direitos autorais, violação de marca registrada e concorrência desleal. Mas o advogado de Tarantino afirma que o contrato com a Miramax dá a Tarantino o direito de publicar seu roteiro e ele estaria exercendo esse direito por meio da venda de NFTs. O processo servirá para definir se a venda de NFTs com base em trechos de um roteiro se qualifica como uma “publicação” do roteiro ou é um produto completamente diferente. Em sua iniciativa, a Miramax argumenta que os NFTs são uma venda única, que não equivalem à publicação de um roteiro em vários exemplares literários, e que, portanto, a Miramax detém os direitos dos NFTs. Cada vez mais populares, NFTs são ativos digitais que representam objetos do mundo real (ou não), como arte, itens de um jogo, vídeos e até imóveis digitais, e ganharam notoriedade no último ano devido à expansão da discussão sobre o metaverso e por terem se tornado populares no mundo da arte digital.
“Assassinato do Primeiro-Ministro” rende processo contra Netflix na Suécia
A Netflix está sendo processada por difamação na Suécia por conta da série “Assassinato do Primeiro-Ministro”, lançada em 5 de novembro. A trama gira em torno do assassinato do primeiro-ministro sueco Olof Palme em 1986 e aponta Stig Engström, que trabalhava para uma seguradora perto da cena do crime, como o suposto assassino. Esta é a conclusão da polícia, que só veio à tona no ano passado, após 35 anos de investigações. O detalhe é que Engström nunca foi capaz de se defender da acusação, já que morreu em 2000. Por conta disso, sua incriminação pela série seria um “caso muito claro de difamação” segundo o processo. O denunciante, cuja identidade é mantida em sigilo, acusa a Netflix de ter introduzido elementos “completamente infundados” em seu roteiro para apresentar Engström como o criminoso. O caso é envolto em muito mistério, já que Olof Palme foi morto enquanto caminhava pela rua mais movimentada de Estocolmo, em uma noite de sexta-feira. Ele recebeu tiros pelas costas quando voltava do cinema com sua esposa, sem guarda-costas. Ninguém viu direito o assassino, mas Engström se apresentou como testemunha desde o início da investigação. A série escrita por Niklas Rockström e Wilhelm Behrman (autores de “Califado”) se baseia num livro do escritor Thomas Pettersson e retrata Engström como o assassino de Palme, destacando suas tentativas de se esquivar do crime. Apesar disso, um texto, ao final de cada episódio, lembra que se trata de uma obra de ficção e que nunca ficou provado que Engström foi realmente o assassino. Veja abaixo o trailer de “Assassinato do Primeiro-Ministro”
Astros de “Harry Potter” vão voltar a se juntar em especial da HBO Max
Os astros de “Harry Potter”, Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, vão voltar a se reunir, junto com outros membros do elenco da franquia, para um especial da HBO Max em comemoração aos 20 anos dos filmes. Além dos intérpretes de Harry, Hermione e Ron, o especial também contará com Tom Felton (Draco Malfoy), Robbie Coltrane (intérprete de Hagrid), Helena Bonham Carter (Bellatrix Lestrange), Gary Oldman (Sirius Black), Ralph Fiennes (Voldemort), Jason Isaacs (Lucius Malfoy), Imelda Staunton (Dolores Umbridge), Bonnie Wright (Ginny Weasley), Evanna Lynch (Luna Lovegood), o diretor Chris Columbus e outras estrelas dos oito filmes. Curiosamente, quem não aparece na lista de convidados do reencontro é a escritora J.K. Rowling, que se desentendeu com os principais intérpretes da saga e foi rejeitada até por comunidades de fãs de “Harry Potter”. O motivo foi sua postura transfóbica, disfarçada de feminismo, em seu site pessoal e nas redes sociais. Radcliffe, Watson e Grint renegaram os argumentos da criadora de “Harry Potter”, colocando-se ao lado das pessoas transexuais. Apesar disso, a Warner continua a parceria com a escritora no desenvolvimento dos prólogos de “Harry Potter”. “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” será lançado em abril de 2022. Intitulado “Harry Potter – 20 Anos de Magia: De Volta a Hogwarts”, o especial será gravado no set de Londres onde o primeiro filme foi feito, e verá o elenco retornar aos cenários de Hogwarts. Embora os 20 anos de “Harry Potter e a Pedra Filosofal” sejam comemorados nesta terça (16/11), o especial só será transmitido no dia 1º de janeiro na HBO Max. A plataforma de streaming tem se especializado nesse tipo de projeto, já tendo exibido com sucesso especiais de reencontro das séries “Um Maluco no Pedaço” (Fresh Prince of Bel-Air) e “Friends”. A reunião do elenco de “Harry Potter” será a primeira versão desse formato dedicada à produções cinematográficas. Veja o teaser do especial abaixo.
Produtor de Anavitória e Manu Gavassi desenvolve série com criador de “Bom Dia, Verônica”
O produtor artístico Felipe Simas, que cuida das carreiras de Anavitória e Manu Gavassi, se juntou ao músico Rubel e ao escritor Raphael Montes para desenvolver uma série de streaming. O projeto coloca Raphael Montes, que criou “Bom Dia, Verônica” na Netflix e escreveu os filmes sobre o caso Richthofen na Amazon, num universo completamente diferente das histórias de crimes que costumam ser associadas a seu nome. É que a nova série é para o público da Disney+ e terá temática musical. A ideia da produção partiu de Simas, que foi também idealizador e produtor do filme “Ana e Vitória” (2018). “Depois do filme ‘Ana e Vitória’, me apaixonei por fazer cinema. Mas como meu universo é o da música, minha ideia é, sempre que possível, unir uma coisa à outra. Nesse novo projeto com a Disney, não será diferente”, contou o produtor em comunicado. Em clima de comédia romântica, a série – ainda sem título revelado – tratará da relação de músicos aspirantes com as métricas e os algoritmos que pautam a indústria da música pop. As gravações começarão ainda neste mês, visando um lançamento em 2022.
Disney+ revela primeira foto de Malu Mader em nova série
A Disney+ divulgou a primeira foto de Malu Mader na série “Mila no Multiverso”. Na produção de sci-fi infantil, ela vive Elis, um mulher que sumiu no multiverso e que é mãe da protagonista. A Mila do título é uma adolescente de 16 anos que ganha de presente um dispositivo que pode levá-la a percorrer universos paralelos e usa esse aparelho para procurar sua mãe desaparecido. No entanto, ela percebe que este sumiço é só o começo de sua história, já que Elis, ao descobrir a existência de múltiplos universos, passa a ser perseguida por um grupo misterioso chamado Os Operadores. A atriz Laura Luz (que estreou num curta de Joel Zito Araujo) tem o papel de Mila e o elenco também destaca os novatos Dani Flomin, João Victor e Yuki Sugimoto como amigos que ajudam a adolescente a procurar sua mãe. A premissa lembra “Uma Dobra no Tempo”, clássico literário de Madeleine L’Engle que virou filme da própria Disney em 2018. A 1ª temporada terá oito episódios, cada um com 30 minutos de duração. “Mila no Multiverso” é a primeira série de Malu Mader desde que deixou a Globo em 2018, após três décadas. Mas antes da estreia, ainda sem data prevista, ela poderá ser vista em “Turma da Mônica: Lições”, próximo filme baseado nos quadrinhos de Maurício de Sousa, com lançamento marcado para 30 de dezembro. Ateriormente, a Disney+ tinha revelado outras fotos, destacando os demais integrantes do elenco. Veja abaixo. Um mistério que precisa ser resolvido, no multiverso, na primeira série sci-fi brasileira do #DisneyPlus! ⏳ E sim, temos a Malu Mader neste elenco maravilhoso! 😍 #MilaNoMultiverso, uma Série Original. Estreia em 2022. pic.twitter.com/zPoQT39sRj — Disney+ Brasil (@DisneyPlusBR) October 28, 2021
Camila Pitanga troca Globo por HBO Max
A atriz Camila Pitanga não é mais contratada da Globo. Após 25 anos na emissora, ela assinou com a HBO Max por um período inicial de três anos. “Eu cresci na Globo e minha história com a emissora é indissociável. Saio grata porque graças a Globo fui reconhecida pelo público. E saio feliz por ter recebido tanto acolhimento de todos os profissionais e amigos que colecionei ao longo da minha vida”, disse a atriz em nota para a imprensa. Sobre a mudança para a HBO Max, ela se diz animada para “desbravar novos caminhos” e assumir um novo papel. “Além de atriz, serei criadora de conteúdo. Agora, a intérprete e a produtora executiva caminharão juntas — ávidas por realizar conteúdos que tenham relevância e alcance que extrapolem nossas fronteiras. Eu acredito no streaming como um novo veículo para cultivar o carinho que sempre recebi do público brasileiro”, afirma. O incentivo para a atriz de 44 anos a trocar sua parceria foi justamente o fato de, além de atuar, ter abertura para produzir novos projetos na plataforma de streaming. Tomás Yankelevich, diretor de conteúdo da WarnerMedia Latin America, destacou em comunicado que Camila Pitanga tem “papel importantíssimo no mercado audiovisual brasileiro”. “Nós apostamos no entretenimento e na cultura como transformação e queremos, ao lado de nossos talentos, produzir cada vez mais conteúdo de qualidade”, disse ele. Vale lembrar que a plataforma da Warner planeja lançar novelas, que chama de telesséries, e contratou Sílvio Abreu, autor de novelas e ex-diretor do departamento dramático da Globo, para comandar esse projeto. Enquanto isso, Camila Pitanga ainda poderá ser vista no Globoplay na 2ª temporada de “Aruanas”, que estreia no próximo dia 25. Fãs também podem matar saudades de um de seus papéis mais marcantes na reprise de “Paraíso Tropical”, atualmente no ar na programação do canal pago Viva.












