“Girls5eva” ganha trailer da 2ª temporada
A plataforma americana Peacock divulgou o trailer da 2ª temporada “Girls5eva”, série de comédia exibida no Brasil pela Globoplay, em que as protagonistas lidam com a pressão de gravar um novo disco. Desenvolvida por Tina Fey e Meredith Scardino, respectivamente criadora e roteirista de “Unbreakable Kimmy Schmidt”, a série gira em torno de um grupo pop feminino que fez sucesso nos anos 1990 e busca uma volta aos dias de glória. A trama se passa 20 anos após a separação do Girls5eva – uma criação inspirada em artistas como Spice Girls, Pussycat Dolls e S Club 7 – , quando um antigo hit do grupo é sampleado por um jovem rapper e as cantoras se veem subitamente de volta à moda, decidindo dar mais uma chance ao sonho do estrelato pop. Só que elas não são mais adolescentes e sim mulheres adultas casadas, com filhos, empregos, dívidas e algumas nem mesmo se parecem mais fisicamente com suas versões jovens. O elenco é encabeçado pela cantora Sara Bareilles (“Little Voice”), Renée Elise Goldsberry (“Altered Carbon”), Paula Pell (“A.P. Bio”) e Busy Philipps (“Cougar Town”). Os oito episódios da temporada inaugural, disponibilizados há dois anos nos EUA, arrancaram muitos elogios da crítica, atingindo 97% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, praticamente uma saudação unânime às suas qualidades. Os novos capítulos estreiam no dia 5 de maio na Peacock e ainda não há previsão para a exibição no Brasil.
Conheça a nova série romântica da equipe de “Normal People”
A rede britânica BBC e a plataforma americana Hulu divulgaram pôster, prévias e a data de estreia de “Conversations with Friends”, nova minissérie da equipe de “Normal People”. Repetindo a configuração do fenômeno “Normal People”, “Conversations with Friends” é uma adaptação de um livro de Sally Rooney com roteiros de Alice Birch (“Lady Macbeth”) e direção do cineasta Lenny Abrahamson (“O Quarto de Jack”). Rooney e Abramhamson também dividem a produção executiva das duas obras. “Conversations with Friends” foi o primeiro best-seller de Rooney, sucedido posteriormente por “Normal People” e “Beautiful World, Where Are You”, lançado no ano passado. A trama examina um quadrilátero romântico interpretado na tela pela estreante Alison Oliver, Sasha Lane (“Utopia”), Jemima Kirke (“Girls”) e Joe Alwyn (“A Longa Caminhada de Billy Lynn”). No livro e na série, a protagonista Frances (Alison Oliver) é uma poeta de 21 anos, que, depois de três anos, ainda é a melhor amiga de sua ex-namorada Bobbi (Sasha Lane). As duas são inseparáveis, até que, em uma de suas apresentações de poesia em Dublin, adicionam uma terceira mulher na amizade, Melissa (Jemima Kirke), uma escritora mais velha que se apaixona por elas. A convivência com Melissa também inclui seu marido, Nick (Joe Alwyn), um belo ator que inesperadamente balança Frances, apesar dela nunca ter ficado com um homem antes. Após os contatos iniciais, Melissa e Bobbi passam a flertar abertamente, enquanto Nick e Frances começam um caso sério, que testa o vínculo entre todos os personagens. O trailer da Hulu também apresenta uma nova música de Phoebe Bridgers, intitulada “Sidelines”, que é a primeira música original da artista desde seu álbum de 2020, “Punisher”. A estreia está marcada para 15 de maio nos EUA e no Reino Unido. Ainda sem previsão de lançamento no Brasil, a série deve chegar no país pela plataforma Star+.
“Bridgerton” e “Elite” lideram audiência da Netflix
As novas temporadas temporada de “Bridgerton” e “Elite” lideram o ranking mundial das séries mais vistas do último fim de semana na Netflix. Com 115 milhões de horas exibidas, a 2ª temporada de “Bridgerton” foi a atração em inglês mais consumida da plataforma na semana passada e, 17 dias depois do lançamento, também apareceu no Top 10 das séries em inglês mais vistas em todos os tempos, estreando em 3º lugar nesta classificação. Ao todo, os novos episódios do romance de época já geraram 560 milhões de horas de streaming. Vale lembrar que a 1ª temporada desta mesma série lidera a lista, com 629 milhões de horas visualizadas em 28 dias (a Netflix trava a contagem nesta data e para de contabilizar a audiência posterior). Já a 5ª temporada de “Elite” foi a campeã das séries não faladas em inglês, assistida durante 51 milhões de horas em apenas três dias – da estreia na sexta (8/4) até domingo passado (10/4) – no período coberto pela pesquisa semanal. O desempenho foi suficiente para superar duas novas séries sul-coreanas, ficando atrás apenas dos novos episódios de “Bridgerton” na soma total (de qualquer língua) da audiência semanal.
Joseph Gordon-Levitt fará série do diretor de “Star Wars: Os Últimos Jedi”
O ator Joseph Gordon-Levitt entrou em “Poker Face”, primeira série do cineasta Rian Johnson, diretor de “Star Wars: Os Últimos Jedi” e “Entre Facas e Segredos”. Gordon-Levitt vai se juntar a Natasha Lyonne (de “Orange Is the New Black” e “Boneca Russa”), primeiro nome anunciado na produção da plataforma Peacock, mas seu papel, assim como toda a trama da série, permanece sob sigilo. Além de criador, Johnson será roteirista e diretor da série. Vale lembrar que, embora “Poker Face” seja a primeira série criada pelo cineasta, ele já trabalhou em produções televisivas, tendo dirigido três episódios importantes de “Breaking Bad”. Joseph Gordon-Levitt, por sua vez, pode ser visto atualmente na série “Super Pumped”, na qual vive o fundador e ex-CEO da Uber, Travis Kalanick.
Ataque de bolsonarista a “Medida Provisória” reforça denúncia do filme
O ex-chefe da Fundação Cultural Palmares, Sérgio Camargo, retomou seus ataques ao filme “Medida Provisória”, confundindo a trama de ficção com o governo do qual fazia parte até recentemente. Em tuítes publicados nesta terça (12/3), Camargo afirma que o diretor Lázaro Ramos acusa Bolsonaro de deportar os cidadãos negros de volta para a África. E, por conta disso, pede que o filme seja boicotado. Mas o detalhe mais bizarro é que Camargo completou seu ataque sugerindo que negros de esquerda fossem realmente enviados para países africanos, sem se dar conta que seu ataque só reforça o argumento do filme, cada vez mais parecido com a realidade. Com estreia marcada para esta quinta (14/4), “Medida Provisória” é o primeiro longa dirigido pelo ator Lázaro Ramos. Conta a história de um Brasil distópico no qual o governo decide enviar a população negra para países africanos, num ato racista que tenta se passar por uma reparação histórica. Bolsonaro não é mencionado nenhuma vez no longa, que começou a ser produzido em 2017, dois anos antes do início do governo atual. A história, na verdade, é uma adaptação da peça “Namíbia, Não!”, escrita pelo também ator baiano Aldri Anunciação, que foi encenada para mais de 100 mil espectadores em 234 apresentações em 10 estados brasileiros, desde 2011. Em 2012, o texto foi publicado em livro e venceu o Prêmio Jabuti de Literatura na categoria Ficção para Jovens, tornando Aldri Anunciação o primeiro negro a receber este prêmio por uma obra de ficção. Aparentemente, o ex-presidente da Fundação Palmares não tem muito conhecimento sobre a cultura afrodescendente, a ponto de ignorar a origem do filme e o marco de Anunciação. Esta foi a segunda vez que Camargo acusou o filme de Ramos de denunciar racismo do governo Bolsonaro. A primeira foi há 13 meses, em março de 2021. Na época, acusou sem ver o filme, espalhando fake news sobre seu conteúdo. Mas a cada nova manifestação, o candidato a deputado parece confirmar a denuncia artística exibida nas telas, pelo menos com negros que não votam em Bolsonaro. A assessoria do longa afirma que “qualquer ataque ao filme apenas representa o dirigismo cultural que, neste momento, quer determinar quais filmes podem ser realizados no país”. Já exibido e premiado em festivais internacionais desde 2020, “Medida Provisória” conta com 92% de aprovação no site americano Rotten Tomatoes e chega ao Brasil após enfrentar dificuldades envolvendo a Ancine, a Agência Nacional do Cinema, numa experiência semelhante à de “Marighella”, de Wagner Moura, outro filme com protagonista negro. Para Ramos, teria havido manobra burocrática para dificultar ou impedir (censura) a exibição do longa para o público brasileiro.
Amber Heard acusa Johnny Depp de violência sexual
O primeiro enfrentamento entre as defesas de Johnny Depp e Amber Heard, no julgamento do processo aberto pelo ator contra a ex-esposa por difamação, marcou o surgimento de uma nova e grave acusação. A advogada de Heard, Elaine Bredehoft, apresentou a acusação de violência sexual no Tribunal de Justiça do Condado de Fairfax, na Virgínia, EUA, após os representantes de Depp chamaram sua ex de “uma pessoa profundamente problemática”. Segundo Bredehoft, o abuso sexual teria acontecido enquanto Heard estava desacordada. Diante das câmeras do canal Court TV, a equipe jurídica da atriz alegou que ela teria sido abusada sexualmente em mais de uma ocasião, uma delas durante três dias de pesadelo na Austrália em março de 2015, enquanto outra teria acontecido nas Bahamas em dezembro daquele mesmo ano. Ao fazer a acusação, a advogada anunciou que a atriz vai testemunhar sobre “abuso sexual, verbal, emocional e físico” que ela supostamente sofreu durante se casamento. Já o representante de Depp apresenta uma versão diferente sobre o histórico de violência trazido à tona por Heard. Segundo ele, as acusações são inventadas e a suposição de que o ator praticou violência tiveram um efeito “devastador” na sua carreira. “Este caso demonstra como as palavras podem ser devastadoras quando são falsas e ditas em público”, disse o advogado do ator, Benjamin Chew, na abertura do processo. “Amber Heard mudou para sempre a vida e a reputação de Depp e vocês o ouvirão contar o terrível impacto que isso teve em sua vida”, continuou, em sua introdução do caso para o júri. Segundo Chew, Heard acusou seu marido de violência para se vingar dele ter pedido o divórcio. Isto teria acontecido originalmente num artigo que ela escreveu para o jornal Washington Post, onde não nomeou Depp, mas afirmou ser uma “figura pública que representa a violência doméstica” e buscou demonstrar como foi assediada pela sociedade após suas denúncias de agressão. Na linha de raciocínio da acusação, a atriz “escolheu lembrar o mundo dessas acusações venenosas em um jornal conhecido mundialmente”. Johnny Depp, de 58 anos, e Amber Heard, 35, já haviam se enfrentado judicialmente na Inglaterra, num processo do ator contra um jornal que o chamou de “espancador de esposa”. A Justiça britânica concordou que Depp agrediu Heard. Agora, Depp processa Heard em US$ 50 milhões pelo editorial que ela escreveu em 2018, onde criticou basicamente a cultura machista que ataca mulheres que denunciam violência sexual. “Eu falei contra a violência sexual e enfrentei a ira de nossa cultura. Isso tem que mudar”, diz o artigo. A atriz, por sua vez, revidou a ação de Depp com outro processo, também de difamação, em que pede US$ 100 milhões. “O processo frívolo que o Sr. Depp moveu contra a Sra. Heard mantém esse abuso e assédio”, diz a ação de Heard. Um júri foi escolhido na segunda-feira para decidir quem tem razão. A expectativa é que o julgamento, que acontece em Fairfax, uma pequena cidade do estado da Virgínia onde o jornal Washington Post é impresso, dure seis semanas.
Netflix prepara 18 produções polonesas e Amazon mais 7 francesas
Como no clássico jogo “War”, o tabuleiro da guerra dos streamings está sendo movimentado país a país. Amazon e Netflix anunciaram nesta terça (12/4) seus movimentos mais recentes para conquistar o mercado internacional. Enquanto a Netflix colocou suas fichas na Polônia, a Amazon foi firme na França. As produções polonesas são 9 séries e 9 filmes. Do lado das séries, os destaques são “Detective Forst” e “Feedback”, adaptações de best-sellers dos escritores poloneses Remigiusz Mroz e Jakub Żulczyk. Entre os filmes, há mais uma sequência de “350 Dias” planejada e o anúncio de “Hellhole”, um novo terrir de Bartosz M. Kowalski, diretor do divertido “Sem Conexão”, lançado em 2020 pela Netflix. Já a Amazon Prime Video prepara 7 produções com renomados artistas franceses. O destaque é “Alphonse”, série criada e estrelada por Jean Dujardin, vencedor do Oscar por “O Artista” (2011). Há também a série policial “Ourika”, com o rapper francês Booba, e um novo filme de Maïmouna Doucouré, a diretora de “Lindinhas” (Mignonnes), que trocou a Netflix pela Amazon Prime Video para o lançamento de “Hawa”. Em breve no seus serviços de streaming favoritos.
Ryan Reynolds parabeniza novo Percy Jackson da Disney
O astro Ryan Reynolds parabenizou Walker Scobell, que interpretou sua versão infantil em “O Projeto Adam”, pela escalação como protagonista da série de Percy Jackson na Disney+. “Acho que isso faz de mim o Percy Jackson mais velho? Parabéns Walker Scobell! Você sempre foi um semideus na minha cabeça”, escreveu Reynolds no Twitter, brincando com sua relação com o jovem no filme da Netflix. O anúncio da escalação de Scobell em “Percy Jackson e os Olimpianos” (Percy Jackson and the Olympians) foi feito pelo criador do herói infantil, o escritor Rick Riordan, na segunda-feira (11/4) “Walker Scobell é um jovem incrivelmente talentoso que nos surpreendeu com seus testes para o papel de Percy”, escreveu Riordan. “Muitos de vocês descobriram recentemente como Walker é bom quando assistiram seu filme ‘O Projeto Adam’, no qual iluminou a tela como uma versão mais jovem do personagem de Ryan Reynolds. Tivemos a sorte de fazer um teste com Walker meses antes do lançamento do filme, mas o filme apenas confirmou o que já sabíamos sobre seu talento. Era óbvio para mim e para o resto da equipe que Walker tinha a mistura perfeita de timing cômico, doçura, rebeldia, sarcasmo e heroísmo para encarnar nosso herói Percy Jackson.” A história do adolescente que descobre ser um semideus – filho do deus do Olimpo Poseidon com uma mortal – , já teve dois filmes estrelados por Logan Lerman. A ideia era dar um tratamento de “Harry Potter” à franquia, mas as adaptações não tiveram sequência após o segundo capítulo cinematográfico, “Percy Jackson e o Mar de Monstros” (2013), decepcionar nas bilheterias (US$ 199 milhões mundiais para um orçamento de US$ 90 milhões). A versão do streaming contará com produção de Jon Steinberg (“The Old Man”) e direção de James Bobin, que já trabalhou várias vezes com a Disney, nos filmes “Os Muppets” (2011), “Muppets 2: Procurados e Amados” (2014), “Alice Através do Espelho” (2016) e na série “A Misteriosa Sociedade Benedict”. Ainda não há previsão para a estreia. I guess this makes me older Percy Jackson? Congrats Walker Scobell! You were always a demigod in my mind. #PercyJackson pic.twitter.com/euwjRTYxRq — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) April 12, 2022
Surge mais um “filho do Louro José”
A Globo criou uma verdadeira novela para apresentar o novo mascote do programa “Mais Você”, que aposentou o papagaio Louro José após a morte de seu manipulador, Tom Veiga, em novembro do ano passado. Na semana passada, um novo papagaio chamado de Lourinho chegou à emissora, dizendo ser filho do Louro José. Mas apesar das evidentes semelhanças, ele nunca convenceu a apresentadora Ana Maria Braga, que pediu um teste de DNA antes de aceitar ser chamada de vovó. Nesta terça (12/4), a trama se complicou com a chegada de um rival. Um segundo papagaio chegou à recepção da Globo dizendo também ser filho do Louro José. A nova ave é muito parecida com Lourinho, mas tem um “penteado” diferente, com corte de “penas” ao estilo moicano. Os dois trocaram farpas no programa e cada um acusou o outro de ser um impostor. Em dia de Ratinho, Ana Maria Braga decidiu que o outro pássaro também fará exame de DNA para confirmar (ou não) a paternidade de Louro José. Aguardem as cenas dos próximos capítulos. E vamos de mais um papagaio fazendo o teste de DNA ✨ Será que ele é um impostor? Ou será que ele é o verdadeiro filho do Louro José? #MaisVocê pic.twitter.com/KBq9MYg0i1 — TV Globo 🐆 (@tvglobo) April 12, 2022
Rocco Pitanga vira Batman em série do Spotify
O Spotify anunciou o elenco da adaptação em português da série de áudio “Batman Despertar”, espécie de radionovela da era digital. Com estreia marcada para 3 de maio, a adaptação vai trazer Rocco Pitanga (“Impuros”) como Bruce Wayne/Batman e grande elenco nacional, incluindo Camila Pitanga, irmã do super-herói brasileiro, como a voz de uma personagem chamada Kell (que pode ser Carrie Kelley, a Robin, ou apenas uma figurante). O projeto faz parte de um acordo internacional entre Spotify, Warner Bros. e DC Comics, que pretende adaptar a vasta biblioteca de personagens icônicos da DC em novos podcasts do Spotify em todo o mundo. Escrito por David S. Goyer, autor pela trilogia de “Batman” dirigida por Christopher Nolan no cinema, a trama gira em torno de um serial killer conhecido como O Ceifador, que aterroriza Gotham City sem que Batman apareça para salvar a cidade. É que nessa história complexa, Bruce Wayne não lembra que um dia foi o herói. Em vez disso, trabalha como patologista forense, e após escapar de um ataque do Ceifador, passa a ter terapia com um estranho psicólogo chamado Dr. Hunter (será que os fãs dos quadrinhos não o conhecem por outro nome?). Nesta Gotham sem Batman, Barbara Gordon vai precisar contar com a ajuda do segundo detetive mais inteligente de Gotham, conhecido como O Charada. Daniel Rezende (diretor de “Turma da Mônica: Lições”) e Marina Santana (designer de som de “Lino: Uma Aventura de Sete Vidas”) assinam a direção da adaptação, e o resto do grande elenco nacional inclui Tainá Müller (Barbara Gordon), Augusto Madeira (Charada), Adriana Lessa (Martha Wayne), Nill Marcondes (Thomas Wayne), Hugo Bonemer (Ceifador), Carol Abras (Renne Montoya), José Rubens Chachá (Alfred), Marcelo Varzea (Dr. Hunter) e Maria Bopp (Vicki Vale). Além deles, também há participações especiais de Felipe Castanhari, Erico Borgo, Catarina Garcia, Ivan Costa e Gabriel Godoy.
“Animais Fantásticos 3” escondeu sexualidade de Dumbledore em estreia na China
A exibição de “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” na China cortou todas as referências à homossexualidade de Dumbledore (Jude Law), incluindo um diálogo do filme. A diferença entre as edições foi revelada por um jornal australiano. A solicitação dos cortes foi feita pelo governo chinês e acatado pela Warner. Em comunicado enviado à imprensa dos EUA, o estúdio justificou a atitude explicando que, mesmo com a edição, história e “espírito” de “Os Segredos de Dumbledore” permaneceriam os mesmos. Só que não. A relação entre Dumbledore era muito mais que amizade com o vilão Grindelwald (Mads Mikkelsen) e o conflito se dá também no coração do futuro mentor de Harry Potter. Em “Animais Fantásticos 3”, Dumbledore assume para Grindelwald que “estava apaixonado por você” e relembra o passado dos dois como “o verão no qual Gerardo e eu nos apaixonamos”, ao comentar sua relação com o vilão para Newt (Eddie Redmayne) e seus aliados. Na prática, a Warner devolveu Dumbledore para o armário, lembrando a época muito antiga em que alguns galãs de Hollywood recebiam a recomendação de esconder do público e da mídia que eram gays. “Como estúdio, estamos comprometidos em proteger a integridade de todos os filmes que lançamos, e isso se estende a circunstâncias que exigem cortes sutis para responder com sensibilidade a uma variedade de fatores do mercado. Nossa esperança é lançar nossos filmes em todo o mundo conforme idealizado por seus criadores, mas historicamente enfrentamos pequenas edições feitas em mercados locais”, explicou o comunicado da Warner. “No caso de ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore’, um corte de seis segundos foi solicitado, e a Warner Bros. aceitou essas mudanças para cumprir os requisitos locais, mas o espírito do filme permanece intacto. Queremos que o público em todo o mundo veja e aproveite esse filme, e é importante para nós que o público chinês tenha a oportunidade de experimentá-lo também, mesmo com essas pequenas edições”, completa o texto. “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” estreou na China na última sexta (8/4), onde rendeu cerca de US$ 10 milhões em seu primeiro fim de semana. O valor representa um declínio notável em relação aos antecessores da franquia no país, mas reflete o fechamento de metade do parque exibidor do país devido a uma nova onda de covid-19. Em comparação, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” de 2016 abriu com US$ 40 milhões e “Os Crimes de Grindelwald” estreou com US$ 36 milhões na China. No Brasil, o terceiro longa da franquia spin-off de Harry Potter estreia nos cinemas nesta quinta-feira (14/4).
Trailer da volta de “Stranger Things” é repleto de cenas impactantes
A Netflix divulgou um novo pôster e o primeiro trailer completo da 4ª temporada de “Stranger Things”. Repleto de cenas impactantes, a prévia explora uma guerra iminente entre os jovens protagonistas da atração e as ameaças do Mundo Invertido, chegando a mostrar a turma das bicicletas pedalando na outra dimensão. O vídeo também revela que parte do elenco mirim vai lidar com uma casa mal-assombrada, a dificuldade de Eleven (Millie Bobby Brown) para se adaptar a uma nova escola e cidade, o xerife Hopper (Jim Harbour) preso na Rússia e Max (Sadie Sink) demonstrando poderes paranormais. Após três anos de espera, os novos episódios serão divididos em duas partes: a primeira será lançada no dia 27 de maio e a segunda no dia 1º de julho.
Globo escondeu menção a Hitler, motivo da saída de Lina e outras polêmicas do BBB
A Globo tem feita uma edição bastante dirigida do “BBB 22”, escondendo as principais polêmicas do programa, apesar da grande repercussão que geram nas redes sociais. O resultado dessa manipulação de imagens, por incrível que pareça, interfere até na cobertura de colunistas “especialistas em TV”, que publicam comentários sem nenhum embasamento, completamente desconectados do público que assiste ao programa madrugada adentro na Globoplay e no PPV. Quem não tem Globoplay, por exemplo, não ficou sabendo que Gustavo Marsengo se comparou a Hitler na madrugada de segunda (11/4), dizendo que dormiria no quarto Lollipop (que ele “dominou”) como Hitler fez com Paris ao conquistar a França. A declaração chocou até seus aliados no programa. Mas a Globo escondeu na TV aberta. De todos os casos, o mais exemplar foi a eliminação de Linn da Quebrada, a Lina, no domingo (10/4) passado, devido à reação exacerbada de colunistas que jamais consideraram os fatos escondidos pela exibição oficial. Não faltaram acusações de conservadorismo, transfobia e gritos inconformados de injustiça diante da alta percentagem de votos recebidos pela artista. Nas redes sociais, famosos (os “verificados”) que assistem bissextamente engrossaram as reclamações, atacando até Eliezer do Carmo Neto, um adversário direto do paredão, porque o público teria preferido deixá-lo no programa para tirar a favorita deles. Quem realmente vê o programa sabe o que motivou a saída de Lina. E não foi a explicação oficial, dirigida pela conversa do apresentador Tadeu Schmidt: uma suposta rejeição à sua ingratidão com Paulo André, o P.A., após o gesto gracioso dele, de Pedro Scooby e Douglas Silva, que desistiram de uma prova de liderança para torná-la líder – situação que lhe o poder para colocar um deles no paredão. Este dirigismo foi notado desde o começo do programa, quando a emissora evitou mostrar a quantidade de vezes que os integrantes da casa erraram o pronome de Lina, fixando apenas uma pessoa como “vilã” da história. O caminho escolhido desde cedo foi uma narrativa que dividiu os confinados entre heróis e vilões. A emissora até usou logotipos e iconografia inspirada por produções da Marvel para criar subtexto, fazendo piadinhas como a saga dos “Lolliflopers”, que transformou Jade Picon em malvada e Arthur Aguiar em herói logo no começo da exibição. O resultado se viu nas votações maciças. Só que essa técnica foi tão bem sucedida que, ao tentar mudar o rumo da história, a própria emissora não conseguiu emplacar uma nova fase, explorando as contradições de Arthur. O fracasso da guinada foi resultado direto da falta de transparência da edição da TV aberta. De fato, uma noite inteira de diálogos polêmicos entre Arthur e Lucas Bissoli, que resultou no rompimento da aliança entre os dois, foi totalmente ignorada pela edição oficial. Importantíssima para o futuro do programa, a conversa foi recuperada em pedaços, em alguns flashbacks incompletos, após suas consequências levarem Scooby ao paredão. Por coincidência, na época a Globo investia na epopeia heroica de Arthur e a discussão escondida não condizia com essa narrativa. Caso tivesse sido revelada na hora certa, poderia dar outro rumo ao programa. Mais recentemente, a emissora passou a privilegiar a narrativa de Lina e suas amigas. Com brigas violentas e histéricas, as comadres receberam até tratamento de sitcom, ganhando um VT em que o show de horrores visto em várias noitadas pelos espectadores da Globoplay foi apresentado como exemplo de amor e amizade. A agressão de Natália a Jessi? Não apareceu nem quando a Globo colocou no ar os momentos mais intensos dessa “linda amizade”, que só não virou tragédia por conta da coragem verdadeiramente heroica da “vilã” Eslovênia Marques, atitude que Tadeu Schmidt só lembrou de comentar no dia em que a Miss Pernambuco foi eliminada. O pior aconteceu um dia antes desse raro elogio à Eslô: o verdadeiro motivo da eliminação de Lina. Completamente bêbada, Lina contou uma mentira deslavada sobre Rodrigo, a esta altura já hospitalizado devido ao acidente de carro que sofrera, e ainda atacou a “aliada” Eslô com acusações guardadas por dois meses, destruindo a menina no seu momento de maior fragilidade, após perder o namorado no jogo e estar a poucas horas de ser eliminada. A Globo não exibiu Lina dizer em tom alterado para Eslovênia: “O Rodrigo olhou nos meus olhos, olhando na minha cara e me chamou de traveco. E você foi a segunda pessoa. Depois do Rodrigo, você foi a segunda pessoa que mais me ofendeu aqui dentro.” Quem acompanha pelo PPV sabe que Rodrigo nunca chamou Lina de traveco, muito menos olhando nos olhos, com a intenção de ofender. O que houve foi uma orientação do pessoal do Lollipop para que Rodrigo fosse conferir com Lina porque a palavra era errada. “Você não tem obrigação nenhuma de me dar orientação das coisas, mas, às vezes, eu sinto necessidade. Soltei uma palavra que você tem lugar de fala para me ajudar, orientar. Se você quiser”, pediu ele. “Lina mentiu sobre Rodrigo”, repetiram dezenas de tuítes, num momento em que o ex-BBB atraía apenas energias positivas do público, com mensagens e orações por melhoras. “Acho que todos concordamos que o Rodrigo foi bem desnecessário e sem noção no lance de usar o termo traveco e depois de ir perguntar pra Lina sobre, mas é bem diferente do que ‘me chamou de traveco na minha cara’”, resumiu um tuite. O ataque gratuito foi bastante explorada nas redes sociais. Mas vetado na Globo. E, aparentemente, até hoje é desconhecido por “verificados” e colunistas profissionais. Os assinantes da Globoplay também se chocaram com o comportamento de Lina com Eslô. Poucos dias antes, após um Jogo da Discórdia, ela tinha proclamado para os mais próximos que Eslô era a segunda pessoa mais agradável para ela no programa, ficando atrás apenas da Jessi. Por conta disso, convidou a Miss Pernambuco a participar de seu VIP. E ao justificar a indicação de Paulo André para o paredão, Lina ainda citou como um dos motivos justamente o fato dele ter tirado o casal Eslô e Lucas de seu VIP. No entanto, na noite que antecedeu a eliminação de Eslô, Lina praticamente empurrou a “agradável” para um recorde de rejeição – que felizmente não aconteceu. Eslô não arredou o pé, chorando abraçada a Lina, enquanto seguiu ouvindo “verdades” na cara por boa parte da “festa”. Devolveu só pedidos de desculpas, admissão de erro e elogios. Eslô também foi a primeiríssima ex-confinada a postar uma homenagem a Lina no Instagram, quando esta foi eliminada no último domingo (10/4). E ela era uma das “vilãs” da edição. Não, a eliminação de Lina do “BBB” não indicou vitória de uma suposta força “conservadora”. Foi resultado exclusivo de ações no jogo e não de fatores “de fora”, ainda que a Globo tenha tentado ser o principal fator para impedir a eliminação. Boninho e os produtores do “BBB” ainda fazem o programa como se não existisse Globoplay. Embora muitos só acompanhem pela TV aberta, os que assistem em streaming gravam e repercutem tudo nas redes sociais, trazendo os “podres” à tona. Só fica sem conhecer o lado sombrio do programa quem não tem internet. Será que vale a pena mostrar na TV que a roupa nova do rei é linda, quando até as crianças riem da sua nudez? Fora colunistas e “verificados”, quantos são os sem internet no Brasil?












