Gal Gadot começa a filmar novo thriller de ação da Netflix
Gal Gadot anunciou que já está filmando seu próximo thriller de ação, “Heart of Stone”, com a postagem de fotos dos bastidores nas redes sociais e a revelação do nome de sua personagem: Rachel Stone. A atriz também é uma das produtoras de “Heart of Stone”, descrito como uma versão feminina de filmes de espionagem como “Missão: Impossível” e “007”. O projeto foi desenvolvido pela empresa da atriz, Pilot Wave, em parceria com o estúdio Skydance especificamente para ser transformado numa franquia com várias continuações. A produção será o segundo longa consecutivo de Gadot para a Netflix. Ela foi um das estrelas do campeão de audiência “Alerta Vermelho”, filme original mais assistido da plataforma de streaming. “Heart of Stone” tem roteiro do autor de quadrinhos Greg Rucka (criador de “The Old Guard”, também da Netflix) e de Allison Schroeder (“Estrelas Além do Tempo”), e será dirigido por Tom Harper (“The Aeronauts”, da Amazon). Gal Gadot também está em cartaz nos cinemas no filme de mistério “Morte no Nilo”. Em seguida, ela vai viver a Rainha Má na nova versão live-action de “Branca de Neve e os Sete Anões” e ainda tem programados “Mulher-Maravilha 3”, “Alerta Vermelho 2” e “Cleópatra”. Rachel Stone. Nice to meet you💋#HeartOfStone @NetflixFilm @JaronVarsano @Skydance pic.twitter.com/ZgY3RTPVLH — Gal Gadot (@GalGadot) March 7, 2022
Olivia Rodrigo deixa “High School Musical: A Série: O Musical”
Era inevitável. Mas faltava a confirmação. Ela veio nesta terça-feira (8/3) de forma oficial: Olivia Rodrigo deixou o elenco fixo de “High School Musical: A Série: O Musical”. Apesar disso, a estrela que estourou nas paradas de sucesso no ano passado, terá direito a uma despedida na série. A intérprete de Nini vai aparecer em participações especiais no terceiro ano da produção, que será exibido na plataforma Disney+ ainda em 2022. Ela chegou a confirmar sua presença em entrevista para a revista Time, que a elegeu Artista do Ano em dezembro passado. Entretanto, frisou que seu foco atual é outro. “Escrever canções é o que levo mais a sério na vida”, explicou. Vale lembrar que a 2ª temporada já tinha encaminhado a saída de Olivia. Assim como na vida real, a série colocou Nini (personagem da atriz e cantora) no caminho do estrelato solo e a expectativa é que a 3ª temporada mostre a jovem perseguindo seu sonho. Caso Olivia não voltasse para a produção, a trama usaria o pretexto de que Nini deixou a escola devido a carreira musical. O detalhe é que a estrela não será a única baixa do elenco. Kate Reinders (a Miss Jenn), Larry Saperstein (Big Red) e Joe Serafini (Seb) também deixaram a série, mas nem todos terão direito a despedida na 3ª temporada. A explicação para as ausências na trama será feita de forma natural, já que os novos capítulos não vão se passar na high school do título, mas num acampamento de verão, onde alguns alunos da East High passarão as férias e encontrarão novos personagens. O próximo trabalho de Olivia Rodrigo será o documentário “Driving Home 2 U”, sobre as músicas de seu álbum de estreia, “Sour”, que também vai revelar uma nova canção. O filme chega ao Disney+ em 25 de março.
Laurel Goodwin (1942–2022)
A atriz Laurel Goodwin, que dançou com Elvis Presley e foi ao espaço com o Sr. Spock, morreu em 25 de fevereiro aos 79 anos. O falecimento só foi anunciado por sua irmã na segunda-feira (7/3). Seu primeiro papel como atriz foi aos 20 anos em “Garotas, Garotas e Mais Garotas”, interpretando um dos dois potenciais interesses amorosos de Elvis Presley. Ela disputou o astro com ninguém menos que Stella Stevens (protagonista feminina do clássico “O Professor Aloprado”). O filme contém um momento épico para as fãs de Elvis e constrangedor para a atriz. Durante a coreografia do casal na música “The Walls Have Ears”, a fricção da calça apertada do cantor o deixou visivelmente excitado. E a produção manteve a cena na edição final. Veja abaixo. Mas a estreia de Goodwin não rendeu só constrangimento. Ela se tornou amiga do Rei do Rock e contava ter se livrado de um relacionamento abusivo com a ajuda do cantor, que enviou um membro da Máfia de Memphis (apelido da entourage de Elvis) para exigir que seu namorado a tratasse com respeito. Depois da estreia no romance musical, ela ainda apareceu na comédia “O Estado Interessante de Papai” (1963) e em três westerns B, mas sua carreira de atriz não emplacou. Tudo, claro, poderia ter sido diferente se a rede americana NBC tivesse aprovado o piloto de “Jornada nas Estrelas” (Star Trek). Ela foi uma das principais intérpretes de “The Cage”, episódio que acabou rejeitado pelos executivos do canal em 1964. Dois anos depois, quando o roteirista-produtor Gene Roddenberry tentou emplacar um segundo piloto, ele trocou todo o elenco, mantendo apenas Leonard Nimoy como Spock. Foi esta segunda configuração que entrou para a história da TV, do cinema e da cultura pop. Interprete da cadete JM Colt, a atriz enfrentou alienígenas, sobreviveu à trama original e se estabeleceu como possível interesse romântico de seu oficial superior, sugerindo que faria parte do elenco da série. Mas o máximo que o público viu de sua participação foram poucas cenas exibidas como flashback de uma missão antiga da nave Enterprise, num episódio especial em duas partes da 1ª temporada de “Jornada nas Estrelas” em 1966. “The Cage”, porém, acabou ressurgindo de forma integral na era do VHS, lançado em vídeo em 1988. Goodwin era a única integrante ainda viva do elenco do piloto, que também trazia Jeffrey Hunter como o Capitão Christopher Pike, Majel Barrett como a Número 1 e, claro, Leonard Nimoy como Spock. Vale apontar que, 58 anos depois da rejeição, Spock, Pike e a Número 1 vão finalmente ganhar sua série neste ano. Intitulada “Star Trek: Strange New Worlds”, a atração centrada na tripulação do piloto original vai estrear em 5 de maio com novos intérpretes nos papéis clássicos. Mas a personagem de Goodwin, que apareceu até em quadrinhos, não foi listada na tripulação. A artista ainda apareceu em séries populares como “O Homem de Virgínia”, “Agente 86”, “A Família Buscapé” (num episódio duplo) e “Mannix”, mas acabou desistindo da atuação nos anos 1970. Ela chegou a trabalhar na produção de filmes junto com o marido Walter Wood em Nova York – entre eles “O Imbatível” (1983), estrelado por Burt Reynolds – , mas o negócio não prosperou e em meados dos anos 1980 o casal se mudou para Palm Springs, onde Goodwin seguiu carreira em enfermagem. Em 2009, seu marido ficou gravemente doente e ela cuidou dele até sua morte. Embora tenha participado de algumas convenções de Elvis ao longo dos anos, somente em 2005 ela aceitou aparecer em sua primeira convenção de “Star Trek”, ocasião em que foi recebida com uma grande estrela, com longos e demorados aplausos. Confira abaixo sua dança com Elvis e o final do piloto de “Jornada nas Estrelas”, que destaca sua participação.
JK Rowling volta a atacar direitos de transexuais
A escritora britânica JK Rowling, criadora de “Harry Potter”, não abre mão de ser rotulada como transfóbica. Quando os fãs começam a esquecer suas declarações mais polêmicas, ela volta a carga para lembrar a todos que é contra os direitos de pessoas transexuais. Na segunda-feira (7/3), Rowling entrou em conflito com a primeira-ministra da Escócia, Nicola Sturgeon, depois que um Projeto de Lei de Reforma do Reconhecimento de Gênero foi apresentado na semana passada em Holyrood, o parlamento escocês. A mudança legislativa visa simplificar a burocracia para o reconhecimento de gênero de pessoas transexuais, independente de relatórios médicos ou provas de uma transição. “Vários grupos de mulheres apresentaram evidências de boa fonte ao governo de Nicola Sturgeon sobre as prováveis consequências negativas dessa legislação para mulheres e meninas, especialmente as mais vulneráveis. Tudo foi ignorado”, escreveu Rowling em sua conta no Twitter. “Se a legislação for aprovada e essas consequências ocorrerem como resultado, não podem fingir que não foram avisados”, acrescentou. Uma fã com pseudônimo de personagem de quadrinhos questionou a escritora se ela queria mesmo ver seu legado morrer nesta “colina”, uma forma de se referir a batalha em inglês. “Sim, querida. Vou ficar aqui nesta colina, defendendo o direito de mulheres e meninas falarem sobre si mesmas, seus corpos e suas vidas da maneira que bem entenderem. Você se preocupa com seu legado, eu me preocupo com o meu”, Rowling respondeu. A primeira-ministra da Escócia também lamentou a posição da escritora. Em entrevista no programa de rádio “The World at One” da BBC Radio 4, ela afirmou que discordava “fundamentalmente” da oposição de Rowling ao Projeto de Reforma do Reconhecimento de Gênero sob a alegação de que ameaçaria mulheres vulneráveis. A legislação proposta “não dá mais direitos às pessoas trans, não dá às pessoas trans um único direito adicional que elas não têm agora. Nem tira das mulheres nenhum dos direitos atuais existentes que as mulheres têm sob a lei de igualdade”, argumentou Sturgeon. Rowling subiu na colina da intransigência em junho de 2020, quando tuitou pela primeira vez sobre um artigo de opinião a respeito de “pessoas que menstruam” e zombou do texto por não usar a palavra “mulheres”. O tuite gerou uma reação, já que mulheres transexuais não menstruam, o que levou a autora a se defender e elaborar seus pontos de vista em um ensaio, onde se declarou claramente contra os direitos dos transexuais, explorando a descrição mais sensacionalista e preconceituosa possível, reduzindo mulheres trans a estupradores em potencial. “Eu me recuso a me curvar a um movimento que eu acredito estar causando um dano demonstrável ao tentar erodir a ‘mulher’ como uma classe política e biológica e oferecer cobertura a predadores como poucos antes dele”, ela escreveu. “Quando você abre as portas dos banheiros e dos vestiários para qualquer homem que acredite ser ou se sinta mulher – e, como já disse, os certificados de confirmação de gênero agora podem ser concedidos sem a necessidade de cirurgia ou hormônios -, você abre a porta a todo e qualquer homem que deseje entrar. Essa é a verdade simples”, disse a autora. A declaração foi confrontada por ninguém menos que Nicole Maines, estrela de “Supergirl” que viveu a primeira super-heroína transexual da TV. Ela se tornou conhecida aos 15 anos de idade por enfrentar o mesmo preconceito defendido por Rowling, sendo constantemente humilhada e impedida de frequentar o banheiro feminino de sua escola. Como também não podia ir ao banheiro masculino, onde sofria bullying, sua família entrou com uma ação na Justiça contra discriminação. Em junho de 2014, a Suprema Corte dos Estados Unidos concluiu que o distrito escolar havia violado seus direitos humanos. A família Maines recebeu uma indenização de US$ 75 mil e todas as escolas americanas foram proibidas de impedir alunos transgêneros de entrar no banheiro com qual se identificassem. Sem argumentos para discutir com Maines, Rowling foi adiante, escrevendo um livro sobre um assassino travesti, “Sangue Revolto” (Troubled Blood), lançado no ano passado dentro da coleção de mistérios do detetive Cormoran Strike. Rowling também defendeu uma pesquisadora demitida após protestar contra mudanças de leis britânicas que passaram a reconhecer os direitos de pessoas transexuais, escrevendo no Twitter que “homens não podem se transformar em mulheres”. Esta postura transfóbica, disfarçada de feminismo, criou atrito até com os atores Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, que renegaram os argumentos da criadora de “Harry Potter”, colocando-se ao lado das pessoas transexuais. Daniel Radcliffe chegou a tuitar um pedido de desculpas em seu nome para a comunidade trans. Embora não tenha comentado as críticas dos intérpretes de “Harry Potter”, ela apagou um elogio a Stephen King nas redes sociais após escritor defender mulheres trans. Foi além: devolveu um prêmio humanitário que recebeu da fundação de Direitos Humanos batizada com o nome do falecido senador Robert F. Kennedy após Kerry Kennedy, filha do célebre político americano, manifestar sua “profunda decepção” com os comentário transfóbicos. Por “acaso”, ela também não apareceu no recente reencontro com o elenco dos filmes de “Harry Potter”, disponibilizado pela HBO Max, após ser rejeitada até por comunidades de fãs da franquia. Oficialmente, ela teria dito que as imagens de arquivo seriam suficientes. and those consequences ensue as a result, the @SNP govt can’t pretend it wasn’t warned. 2/2 — J.K. Rowling (@jk_rowling) March 7, 2022 Yes, sweetheart. I'm staying right here on this hill, defending the right of women and girls to talk about themselves, their bodies and their lives in any way they damn well please. You worry about your legacy, I'll worry about mine 😉 https://t.co/wLekwpMQEe — J.K. Rowling (@jk_rowling) March 8, 2022
“Eu Nunca…” vai acabar na 4ª temporada
A Netflix anunciou nesta terça-feira (8/4), que “Eu Nunca…” vai acabar em sua 4ª temporada. A má notícia foi contrabalançada pela informação de que o terceiro ano da série criada por Mindy Kaling será lançado ainda este ano, durante o verão norte-americano (nosso inverno). Mindy Kaling também se pronunciou nas redes sociais, dizendo-se “absolutamente excitada” pelo cancelamento da série, que ela chamou de “renovação para a última temporada”. “Mal podemos esperar para revelar os romances quentes e aventuras hilárias que temos guardadas para vocês”, acrescentou, enfatizando ao máximo o lado positivo da notícia ruim. A série é inspirada na juventude de Kaling e traz a adolescente Devi (Maitreyi Ramakrishnan) como seu alter-ego, mostrando o choque cultural que ela enfrenta entre o convívio com sua família indiana tradicional e seus amigos americanos, com direito a namoro simultâneo de dois pretendentes. A 4ª temporada, que encerra a atração, será lançada em 2023. Tem alguém com saudade de dar pitaco na vida da Devi por aí? Eu Nunca… está oficialmente renovada para a 4ª e última temporada. Mais uma coisinha: A 3ª temporada estreia nos próximos meses. ✨💖 pic.twitter.com/TDitSv6kUS — netflixbrasil (@NetflixBrasil) March 8, 2022 ‼️‼️‼️ @neverhaveiever pic.twitter.com/xAaANAZWwa — Mindy Kaling (@mindykaling) March 8, 2022
Renée Zellweger será aviadora em minissérie sobre a 2ª Guerra Mundial
A atriz Renée Zellweger vai estrelar “Avenger Field”, uma minissérie sobre aviadoras que tiveram papel importante durante a 2ª Guerra Mundial. Desenvolvida para a plataforma americana Peacock, a atração vai trazer a vencedora do Oscar de Melhor Atriz por “Judy” (2019) em novo papel biográfico. Ela vai dar vida a Jackie Cohran, a líder da unidade de pilotos femininas conhecidas como WASPs (Women Airforce Service Pilots), que foi formada para ajudar o esforço de guerra americano contra o nazismo, mas que também precisou enfrentar o machismo, ceticismo e até sabotagens em seu próprio país. As WASPs eram mulheres pilotos civis que não tinham autorização para combater. Elas testavam aviões, faziam transportes aéreos e treinavam outros pilotos, com o objetivo de liberar pilotos do sexo masculino dessas funções para se concentrarem na guerra. Com produção da MGM Television, a série foi escrita por Felicia D. Henderson (“The Quad”) e terá direção da cineasta Susanna White (“Nosso Fiel Traidor”). Além de estrelar, Zellweger também será uma das produtoras da atração, que ainda não tem previsão de estreia. Por coincidência, o trabalho mais recente da atriz é outra minissérie, o drama de “true crime” “The Thing About Pam”, que estreia justamente nesta terça (8/3) à noite na rede americana NBC.
Nicole Kidman sofre lesão e falta à almoço anual do Oscar
A atriz Nicole Kidman sofreu uma lesão no tendão durante as gravações da nova série “Expats”, da Amazon Prime Video, e faltou ao almoço anual dos indicados ao Oscar, que aconteceu na segunda-feira (7/3) em Los Angeles. Ela concorre ao Oscar de 2022 na categoria de Melhor Atriz por seu trabalho em “Apresentando os Ricardos”, também da Amazon. A justificativa para a ausência de Kidman foi revelada pelo site da revista americana Variety. Segundo a publicação, a atriz de 54 anos agravou uma lesão pré-existente durante um momento de esforço e acabou rasgando o tendão. A atriz está de volta em sua casa em Los Angeles, repousando sob ordens médicas para se recuperar da lesão. Enquanto isso, a produção de “Expats” segue registrando cenas com outros intérpretes.
Globo quer Arthur Aguiar em novelas
A Globo estaria interessada em fechar contrato de exclusividade com Arthur Aguiar para explorar sua popularidade no “BBB 22” como ator de novelas. Citando fontes de bastidores, o colunista Fefito afirmou que a contratação do ator já estaria sendo dada como certa pela emissora e pelo menos dois autores de novelas teriam manifestado interesse em contar com o galã em sua próxima atração. Ex-atleta da natação, Arthur Aguiar explodiu como ator há 10 anos, quando foi escalado na versão nacional de “Rebelde”, pela Record. Ele também passou por “Malhação” na Globo, participou de “Em Família” e estrelou duas novelas da emissora, “Êta Mundo Bom!” em 2016 e “O Outro Lado do Paraíso” em 2017, ambas de Walcyr Carrasco. Seu trabalho mais recente na Globo tinha sido participação num episódio de “Segunda Chamada” exibido em 2019, em que contracenou com a colega confinada Linn da Quebrada. Depois disso, estreou no cinema com a comédia “De Perto Ela Não é Normal” (2020) e vinha se dedicando mais à carreira de cantor, iniciada em 2013, que rendeu um disco solo em 2016. Uma música de seu segundo álbum foi lançada durante o “BBB 22” e já virou hit – com direito à coreografia – nas festas do programa.
Filmes dublados dominam vendas de ingressos no Brasil
Dados disponibilizados pelo site Ingresso.com revela que o público brasileiro prefere assistir filmes dublados em português. Um levantamento das vendas de ingressos do site apontou que em 2021 mais de 73% da procura foi por versões dubladas. A tendência deve ser, inclusive, ampliada em 2022, já que somente “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa” foi responsável por 82% das vendas dubladas no período. Muitas teorias podem explicar essa preferência, mas a conclusão mais óbvia é que a pandemia afastou dos cinemas o público mais velho, de tradição cinéfila. Os blockbusters que tem lotado as salas atraem mais crianças e adolescentes sem tradição cinematográfica, que cresceram vendo filmes dublados na TV. A dublagem tem como ponto positivo facilitar a vida de disléxicos, que têm mais dificuldades em acompanhar as legendas. Por outro lado, inclui uma intermediação entre o desempenho dos atores e os espectadores, ao constituir uma camada a mais no desempenho visto nas telas, que pode não corresponder às entonações e sugestões originais dos intérpretes no momento das filmagens. Outro problema das cópias dubladas é a deterioração do som original. Embora as faixas sonoras sejam gravadas nos EUA com o que há de mais avançada em tecnologia de som, a versão brasileira é muitas vezes feita por estúdios de dublagem que não tem acesso à tecnologia equivalente, criando um contraste entre uma trilha musical bastante nítida e sons abafados em primeiro plano. Para incluir a dublagem em português, o filme sofre inevitável perda sonora, que é melhor detectada em salas de padrão de som superior – ironicamente, paga-se mais para perceber um som pior. Confiram vocês mesmos, ao comparar abaixo a diferença dos sons das versões dublada e legendada do trailer de “Batman”, filme recém-lançado nos cinemas brasileiros.
Leonardo DiCaprio teria doado US$ 10 milhões para a Ucrânia
O ator Leonardo DiCaprio tria feito uma doação de US$ 10 milhões para as Forças Armadas da Ucrânia, informou a agência de notícias local Ukrinform. Segundo a agência, o valor é a maior doação individual feita à Ucrânia desde o início da invasão russa e auxiliará o exército a combater a Rússia, além dos esforços humanitários no país, que se encontra sob bombardeio militar. DiCaprio não se manifestou publicamente sobre a doação, mas a notícia foi replicada por várias agências internacionais de prestígio. Um dos astros mais populares de Hollywood desde o sucesso de “Titanic” em 1997, DiCaprio possui família ucraniana. Sua avó materna nasceu na cidade de Odessa e era adorada pelo ator. Antes de falecer em 2008, aos 93 anos, ela costumava acompanhar o neto em vários eventos. Assim como diversas outras estrelas, DiCaprio condenou a invasão da Ucrânia por forças militares da Rússia, que teve início em 24 de fevereiro. Ele também expressou solidariedade ao povo ucraniano.
Bruna Marquezine vai estrelar filme de super-herói da DC Comics
A atriz Bruna Marquezine foi confirmada no elenco do filme do super-herói “Besouro Azul”, nova adaptação dos quadrinhos da DC Comics. Ela vai viver Jenny, nada menos que a protagonista feminina e interesse romântico do herói vivido por Xolo Maridueña (“Cobra Kai”). O elenco também terá participações dos atores Belissa Escobedo (“A Bela e o Padeiro”), que viverá a irmã do herói, e Harvey Guillén (“What We Do in the Shadows”), sem papel revelado. Curiosamente, Marquezine revelou em novembro passado que quase viveu a Supergirl do filme “The Flash”, que deve ser lançado este ano. Ela perdeu o papel no último minuto. Quando a decisão ficou entre a brasileira e a americana Sasha Calle, aconteceu a pandemia e Marquezine não pôde viajar para o teste final. Pelo visto, a Warner Bros. não a esqueceu. Escrita por Gareth Dunnet-Alcocer (do remake de “Miss Bala”), a trama vai se focar na terceira e mais recente versão do Besouro Azul nos quadrinhos, o que fará da produção o primeiro filme de super-herói latino feito nos EUA. A trama gira em torno de Jaime Reyes, adolescente texano que ganha superpoderes ao encontrar um escaravelho azul, que na verdade é uma tecnologia alienígena. O escaravelho se funde à sua espinha, criando uma armadura extraterrestre, que possibilita ao jovem aumentar sua velocidade e sua força, além de materializar armas, asas e escudos. Só que a Inteligência Artificial que acompanha a roupa foi concebida com o objetivo de realizar uma invasão da Terra. O personagem foi criado por Keith Giffen, John Rogers e Cully Hamner em 2006 na saga “Crise Infinita”. Desde então, ele ingressou nos Titãs e apareceu na série animada da Justiça Jovem. As filmagens terão direção de Angel Manuel Soto (premiado no Festival de Sundance pelo drama indie “Twelve”) e o lançamento está marcado para 17 de agosto de 2023 no Brasil, um dia antes da estreia nos EUA.
Game “God of War” vai virar série da Amazon
Mais um game popular vai virar série. De acordo com o site Deadline, a Amazon negocia adaptar “God of War”, uma das maiores franquias do PlayStation, numa série live-action. A produção será assinada por Mark Fergus e Hawk Ostby, criadores de “The Expanse”, e Rafe Judkins, de “A Roda do Tempo”. Lançada originalmente em 2005, “God of War” já conta com sete jogos e vai lançar o oitavo (“God of War: Ragnarok”) ainda este ano. Os jogos acompanham um guerreiro espartano chamado Kratos, que busca se vingar de Ares, o Deus da Guerra, após a influência da divindade levar à morte de sua família. Em estágio inicial, o projeto ainda não tem previsão de lançamento. Veja abaixo o trailer do novo game, que demonstra como a franquia também referencia a mitologia nórdica.
Teaser anuncia data de estreia da 2ª temporada de “Boneca Russa”
A Netflix divulgou um teaser da 2ª temporada de “Boneca Russa” para informar a data de estreia dos novos episódios. A comédia de looping temporal, que recebeu duas indicações ao Emmy em 2019, vai retornar ao streaming depois de mais de três anos de espera, no dia 20 de abril. Lançada em fevereiro de 2019, a atração atingiu 97% de aprovação e se tornou uma das séries de comédia mais bem-avaliada da Netflix no site Rotten Tomatoes. Na trama original de humor negro, a personagem de Natasha Lyonne (“Orange Is the New Black”) celebra seu aniversário numa festa noturna na cidade de Nova York, onde se droga, se diverte e morre. Apenas para voltar à cena inicial, no banheiro da festa quando isso acontece. Várias Vezes. Basicamente como “A Morte Te Dá Parabéns”, mas sem o psicopata. O que a mata são detalhes fortuitos e pessoas desatentas. Além de estrelar, Lyonne criou a atração em parceria com a atriz Amy Poehler (“Parks and Recreation”) e a cineasta Leslye Headland (“Quatro Amigas e um Casamento”). O elenco também inclui Greta Lee (“High Maintenance”), Yul Vazquez (“Narcos: México”), Elizabeth Ashley (“Treme”) e Charlie Barnett (“Chicago Fire”), além de participações de Chloë Sevigny (“Bloodline”), Dascha Polanco (“Orange Is the New Black”), Rebecca Henderson (“Westworld”), Jeremy Bobb (“The Knick”) e Ritesh Rajan (“Stitchers”). Assim como no primeiro ano, a 2ª temporada contará com oito episódios.












