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    Série derivada de “Orphan Black” ganha título e previsão de estreia

    6 de abril de 2022 /

    O conglomerado AMC oficializou a produção, anunciou o título e a previsão de estreia de uma série derivada de “Orphan Black”. Intitulada “Orphan Black: Echoes”, a série será lançada em 2023. O detalhe é que não será exibida na TV paga como a atração original, mas exclusivamente em streaming, na plataforma americana AMC+. A vontade de realizar um spin-off foi manifestada originalmente em 2019 e se materializa agora como uma das apostas da AMC para turbinar o catálogo de seu streaming. Exibida de 2013 a 2017, “Orphan Black” girava em torno de um grupo de mulheres que descobre ser clones da mesma pessoa, separadas e criadas em diferentes localidades, numa experiência que não foi inteiramente bem-sucedida, já que elas estariam morrendo. A continuação não deve trazer de volta as “sisters” do “clone club” – ou “sestras” como dizia a clone russa – que foram interpretadas, de forma impressionante, pela mesma atriz: a canadense Tatiana Maslany, em uma dezena de papéis diferentes. Em vez disso, a nova série pretende contar outra história passada no mesmo universo. Após abrir discussões com vários roteiristas e ponderar diferentes abordagens para o projeto, a produtora Boat Rocker fechou com Anna Fishko, roteirista de “The Society” e “Fear the Walking Dead”, para comandar a nova etapa da franquia. “Estou emocionado por começar este novo capítulo no mundo de ‘Orphan Black'”, disse Fishko em comunicado. “Criar uma história que abraça o legado do show original tem sido muito gratificante, e estou animada para ver o público embarcar em uma nova jornada, que explora as grandes questões do que nos torna quem somos. Sou incrivelmente sortuda por ter parceiros tão solidários como Boat Rocker, John Fawcett e AMC, e mal posso esperar para apresentar ao público antigo e novo a próxima parte desta amada história.” Um dos co-criadores de “Orphan Black”, John Fawcett (responsável pela trilogia de terror “Possuída”), também está a bordo como produtor executivo e diretor. “Orphan Black: Echoes” vai se passar em um futuro próximo e fará “um mergulho profundo na exploração da manipulação científica da existência humana”, de acordo com a descrição da AMC. A nova série também seguirá um grupo de mulheres que encontram uma forma de entrar na vida umas das outras, enquanto desvendam o mistério de suas identidades e descobrem uma história dolorosa de amor e traição. A série original foi responsável por dar visibilidade à BBC America, atraindo muitos assinantes com sua repercussão, que não se restringiu ao universo geek, pois rendeu até um merecido Emmy de Melhor Atriz para Tatiana Maslany. Desde então, o canal só teve mais um hit: “Killing Eve”. E foi comprado pela AMC – que ainda possui os canais IFC, WE tv, Sundance TV e a plataforma de streaming Shudder. A AMC está em busca de um novo sucesso conforme se aproxima o final de “The Walking Dead”. E desde a conclusão de “Into the Badlands” estava sem nenhuma série de ficção científica em sua programação. Orphan Black: Echoes, a new series set in the world of #OrphanBlack, will premiere in 2023 on @AMCPlus. pic.twitter.com/GiUughS9cb — Orphan Black (@OrphanBlack) April 6, 2022

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  • Série

    “Ruptura” é renovada para 2ª temporada

    6 de abril de 2022 /

    A Apple TV+ anunciou a renovação da série “Ruptura” (Severance) para sua 2ª temporada. A decisão foi comunicada na véspera do final do primeiro ano da produção, que vai ao ar na sexta-feira (8/4). A comédia de ambiente de trabalho com ingrediente sci-fi acompanha o cotidiano de funcionários de uma empresa, que passaram por uma procedimento revolucionário e tem as memórias divididas, separando suas lembranças entre as horas de trabalho e de descanso – sem carregar os problemas, emoções e sentimentos de uma rotina para a outra. Isto também impede que eles se questionem sobre o que realmente fazem na companhia. Escrita pelo estreante Dan Erickson e dirigida por Ben Stiller (“Zoolander”), a série tem sido muito elogiada pela crítica, atingindo 97% de aprovação no Rotten Tomatoes. “É muito empolgante ver a resposta das pessoas que estão amando a série, assim como notar o nível de engajamento dos fãs”, disse Ben Stiller, que também é produtor executivo da série, no comunicado sobre a renovação. “Trazer ‘Ruptura’ para a televisão foi um longo caminho”, lembrou o ator e cineasta. “Eu li o roteiro do piloto de Dan [Erickson] pela primeira vez há mais de cinco anos. Sempre foi uma história a ser contada em várias temporadas e estou muito feliz que poderemos continuá-la.” O elenco da atração destaca Adam Scott (“Parks and Recreation”), Patricia Arquette (“CSI: Cyber”), John Turturro (“Transformers”), Britt Lower (“Man Seeking Woman”), Tramell Tillman (“Godfather of Harlem”), Jen Tullock (“Quando Você Menos Espera”), Zach Cherry (“Crashing”), Dichen Lachman (“Altered Carbon”) e Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”). Veja abaixo o trailer da série.

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  • TV

    “Filho do Louro José” tem nome revelado

    6 de abril de 2022 /

    O “filho do Louro José” revelou seu nome nesta quarta-feira (6/4). A declaração foi feita durante seu primeiro encontro com Ana Maria Braga, no programa “Mais Você”. “Minha mãe me chamava de Lourinho”, disse o fantoche, que será o novo mascote do programa, introduzido um dia antes como “filho do Louro José”. O “Mais Você” estava sem mascote desde a morte de Tom Veiga, responsável por dar vida ao Louro José. Ele faleceu em novembro de 2020. Por trás do novo fantoche, de acordo com informações de colunas sociais, estaria o ator Fabio Caniatto, que trabalhou no programa “Tá Certo” da TV Cultura manipulando personagens. A Globo, porém, não confirmou a identidade do titereiro, nem se o Lourinho vai continuar aparecendo no “Mais Você”.

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  • Etc

    Biografia de atriz de “iCarly” vai se chamar “Estou Feliz que Minha Mãe Morreu”

    6 de abril de 2022 /

    A atriz Jennette McCurdy, conhecida pela série juvenil “iCarly” e o spin-of “Sam & Cat”, revelou o título impactante de sua autobiografia, que será lançada em agosto: “I’m Glad My Mom Died” – “Estou Feliz que Minha Mãe Morreu”, em português. Ela já estava usando esse título para apresentações solos de teatro que combinavam comédia e música. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, McCurdy contou que o livro abordará como sua mãe a obrigou a entrar na carreira artística aos seis anos e como isso gerou ansiedade e vergonha. A mãe de McCurdy, Debbie, morreu de câncer em 2013 e três anos depois a atriz decidiu abandonar a atuação. Apesar disso, ela continua ligada ao audiovisual, tendo recentemente estreado como diretora de curtas. Em uma entrevista à revista People, a artista contou que desde os dez anos já fazia clareamento nos dentes e pintava os cabelos. Após ser escalada para “iCarly”, ela já havia desenvolvido anorexia e bulimia devido às dietas rigorosas feitas pela mãe. No livro, ela explica porque parou de atuar para preservar a saúde e detalha que por muito tempo sua mãe mantinha contato direto com paparazzi e fãs. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jennette McCurdy (@jennettemccurdy)

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  • Etc

    Viúvo e mãe de Paulo Gustavo criticam veto à lei que leva o nome do artista

    6 de abril de 2022 /

    O médico Thales Bretas e Dea Lúcia Amaral, respectivamente viúvo e mãe de Paulo Gustavo, criticaram o veto do presidente Jair Bolsonaro à lei que leva o nome do artista e que destinaria R$ 3,86 bilhões para estados e municípios ajudarem o setor cultural a se recuperar dos impactos da crise causada pela pandemia da covid-19. “Que tristeza ver nosso país tão desarticulado politicamente. Sem saber defender os interesses da Cultura e o bem-estar do povo”, escreveu Bretas no Stories do Instagram. Já Dea Lúcia Amaral publicou uma montagem com uma foto do filho e de Bolsonaro. Na imagem do presidente, há um X em vermelho e a frase: você será vetado. “Que mico, hein???”, escreveu ela na legenda. Ela também postou um pedido para que as pessoas pressionem seus parlamentares para que o veto de Bolsonaro seja derrubado no Congresso Nacional. Paulo Gustavo morreu aos 42 anos em maio do ano passado, vítima de complicações da covid-19. Casado com Bretas, ele deixou dois filhos, os gêmeos Gael e Romeu. A Lei Paulo Gustavo previa destravar parte dos recursos do FNA (Fundo Nacional da Cultura) e do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual), fundos públicos voltados para o fomento do setor cultural, que no atual governo enfrentam lentidão na liberação e/ou paralisação inéditas de suas finalidades. A distribuição dos recursos também tiraria o peso das mudanças na Lei Rouanet realizadas recentemente pela Secretaria Especial de Cultura, que apertaram o gargalo e buscaram estabelecer “filtros” para a liberação de incentivos federais. O Congresso agora vai avaliar o veto de Bolsonaro, que será submetido à votação. Para derrubar o veto e efetivar a Lei Paulo Gustavo, será necessária a maioria absoluta dos votos de deputados e senadores. Se o veto não for apreciado em 30 dias, será incluído automaticamente na pauta do Congresso Nacional, barrando as demais deliberações até que seja colocado em votação. A iniciativa da Lei Paulo Gustavo foi do próprio poder legislativo, o que deve favorecer a derrubada do veto. Após a eventual aprovação, a União terá de enviar o dinheiro que represou do FNC, FSA e outras receitas aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios para que sejam aplicados em iniciativas culturais.

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  • Etc

    Jair Bolsonaro veta Lei Paulo Gustavo

    6 de abril de 2022 /

    O presidente Jair Bolsonaro vetou na noite de terça (5/4) a Lei Paulo Gustavo, que ajudaria o setor cultural afetado pela pandemia de covid-19. Bolsonaro justificou a decisão por considerar que a proposição legislativa vinha em “contrariedade ao interesse público”, por destinar o montante de R$ 3,8 bilhões do Orçamento Geral da União aos entes federativos com a finalidade de fomentar a Cultura. A maior contrariedade é, na verdade, ao projeto do próprio Bolsonaro, que tem destinado verbas da Cultura para iniciativas de setores religiosos e empresariais. A aprovação da Lei diminuiria o impacto da lentidão/paralisação na liberação de fomentos culturais e tornariam inócuas as mudanças na Lei Rouanet realizadas recentemente pela Secretaria Especial de Cultura, que buscaram estabelecer “filtros” para a liberação de incentivos federais – além de incluir Arte Sacra como uma alternativa para incentivos. Bolsonaro argumentou ainda que a proposição legislativa “enfraqueceria as regras de controle, eficiência, gestão e transparência”, o que poderia furar o teto de gastos. O projeto aponta como fontes de recursos verbas que já estão no Orçamento, advindas do excesso de arrecadação do Fundo Nacional de Cultura (FNC) e outras receitas apontadas pela União, que se encontravam paralisadas por inércia do governo – como o FSA (Fundo Setorial do Audiovisual), formado por taxação específica do setor (sem investimento do governo), retomado após paralisação de cerca de dois anos. O projeto foi batizado como Lei Paulo Gustavo em homenagem ao ator, que morreu de covid-19 em maio de 2021. Durante a votação, senadores fizeram homenagens ao ator. Randolfe Rodrigues (Rede-AP) referiu-se a Paulo Gustavo como “um dos maiores artistas” que o país já teve. Já o ex-secretário da Cultura Mario Frias, absolutamente contrário à liberação de incentivos sem “filtros” do governo, chegou a rebater a ideia insinuando que Paulo Gustavo não teria morrido de covid-19. O Congresso agora vai avaliar o veto de Bolsonaro, que será submetido à votação. Para derrubar o veto e efetivar a Lei Paulo Gustavo, será necessária a maioria absoluta dos votos de deputados e senadores. Se o veto não for apreciado em 30 dias, será incluído automaticamente na pauta do Congresso Nacional, barrando as demais deliberações até que seja colocado em votação. A iniciativa da Lei Paulo Gustavo foi do próprio poder legislativo, o que deve favorecer a derrubada do veto. Após a eventual aprovação, a União terá de enviar o dinheiro que represou do FNC, FSA e outras receitas aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios para que sejam aplicados em iniciativas culturais.

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    Justiça invalida censura a “Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”

    6 de abril de 2022 /

    O ensaio da volta de censura de obras artísticas, prática costumeira da ditadura militar que o governo Bolsonaro buscou resgatar, durou 22 dias. Uma decisão da juíza Daniela Berwanger Martins, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro, determinou a invalidade da censura federal ao filme “Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”, de 2017, que o Ministério da Justiça proibiu de ser exibido num despacho publicado em 15 de março. Apesar da tentativa do governo, o resgate da censura, extinta com a redemocratização, nunca “pegou”. Apesar da proibição e de multa diária para a desobediência, as plataformas de streaming jamais tiraram o filme de seus catálogos. O grupo Globo, que disponibiliza a produção escrita e estrelada por Danilo Gentili nas plataformas Globoplay e Telecine, chegou a emitir comunicado afirmando que não aceitaria censura, porque “a decisão ofende o princípio da liberdade de expressão, é inconstitucional e, portanto, não pode ser cumprida”. A tentativa de censura foi resultado de um movimento de perfis bolsonaristas das redes sociais que passaram a associar o filme à pedofilia por conta de uma cena envolvendo os dois protagonistas menores e o ator Fabio Porchat. Um dia após a ordem de censura, o Ministério da Justiça mudou a classificação indicativa da obra: de 14 para 18 anos. Foi com base nesta mudança que a juíza Daniela Berwanger Martins determinou a extinção da ordem de censura. “Considerando que falha na classificação indicativa do filme foi apontada como situação fática a dar ensejo à decisão, com a sua alteração para o limite máximo pela Senajus, o motivo indicado para o ato deixa de se fazer presente”, escreveu a juíza na decisão. “Diante disso, é imperioso reconhecer que a decisão deixa de ter compatibilidade com a situação de fato que gerou a manifestação de vontade, tornando a motivação viciada e, consequentemente, retirando o atributo de validade do ato”, acrescentou. A decisão atendeu o pedido do MPF (Ministério Público Federal), que no dia 18 de março ingressou com ação civil pública para derrubar a censura ao filme. “O objetivo dessa ação é corrigir uma violação à liberdade de expressão artística”, declarou o procurador da República Claudio Gheventer na ocasião. A censura à produção de 2017 de Danilo Gentili foi a primeira de um filme desde o final da ditadura militar. Ela foi decidida cerca de 48 horas após “Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola” passar a ser associado à pedofilia por perfis bolsonaristas e 24 horas após o ministro da Justiça Anderson Torres cobrar “providências” contra o filme. Dias depois, o mesmo Anderson Torres teve uma postura radicalmente oposta em relação ao aplicativo Telegram. Denunciado por disseminar pedofilia, tráfico de drogas e armas, desinformação, discursos de ódio, propaganda nazista e outras barbaridades, o aplicativo que se recusava a obedecer a Justiça brasileira foi defendido pelo Ministro da Justiça com base no “direito de escolha”. Em suas manifestações nas redes sociais e para a imprensa, Danilo Gentili sempre negou que o filme fizesse apologia à pedofilia e, pelo contrário, “vilaniza” esse tipo de crime.

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  • Filme,  Música

    Bobby Rydell (1942–2022)

    5 de abril de 2022 /

    O cantor e ator Bobby Rydell, que foi ídolo adolescente nos anos 1960, morreu nesta terça-feira (5/4) num hospital da Filadélfia, aos 79 anos. Nascido Robert Louis Ridarelli, ele começou a carreira vencendo uma competição de talentos na TV, no programa Teen Club, de Paul Whiteman, com apenas 7 anos de idade. No mesmo ano, começou a se apresentar como cantor em boates da Filadélfia, e ao entrar na adolescência assumiu o microfone e a bateria da banda Rocco and the Saints, que contava com Frankie Avalon (“A Praia dos Amores”) no trompete. Ele assinou seu primeiro contrato (com a Cameo/Parkway Records) aos 17 anos, quando lançou seu primeiro hit, a música “Kissin’ Time” (em 1959), sob o nome Bobby Rydell. Vieram vários outros sucessos, como “Wild One” (que alcançou o 2º lugar na Billboard Hot 100 em 1959) e “Volare” (4º lugar no verão de 1960), e em 1961 ele se tornou o cantor mais jovem a encabeçar a programação da famosa boate Copacabana, em Nova York. Estava no auge da popularidade quando foi escalado para seu primeiro filme, “Adeus, Amor” (Bye Bye Birdie), em 1963. Adaptação de um musical da Broadway, o personagem de Rydell foi bastante ampliado no longa-metragem dirigido por George Sidney, permitindo que ele se destacasse em cenas com Ann-Margret. “Na peça da Broadway, o personagem não era absolutamente nada, nunca cantou, nunca dançou, não fez nada”, comentou Rydell em 2013. “Mas quando entramos no set da Columbia, meu roteiro foi ficando maior e maior a cada dia.” No mesmo ano, ele chegou a gravar o piloto de uma série de comédia, “Swingin’ Together, que acabou não indo adiante, mas, graças a sua fama, foi exibido como telefilme na rede CBS. Dedicando-se mais à música que as telas, ele emplacou mais de 20 hits no Top 20 americano, por isso teve poucos trabalhos como ator na década de 1960, com destaques para mais dois telefilmes, sete participações no “The Red Skelton Show” e atuação num episódio da série de guerra “Combate”. A fase de sucesso, porém, não resistiu à Beatlemania. E com a mudança no gosto popular entre a juventude americana, Rydell precisou lutar para se manter relevante, chegando a se juntar com Frankie Avalon e Fabian para formar um supergrupo de ex-ídolos teen da Filadélfia, chamado The Golden Boys. Rydell ainda apareceu em quatro filmes desde os anos 1970. O mais interessante foi “Mr. Rock ‘n’ Roll: The Alan Freed Story” (1999), produção para a TV sobre o DJ de rádio que cunhou a expressão “rock ‘n’ roll”. Sua despedida das telas aconteceu há poucos anos, no filme “O Comediante”, interpretando a si mesmo em 2016. Seu nome também marcou um dos maiores sucessos de bilheteria do cinema e da Broadway, “Grease – Nos Tempos da Brilhantina” (transformado em filme em 1978), que batizou a escola frequentada pelos personagens como Rydell High School, declaradamente em sua homenagem. Lembre abaixo o dueto romântico de Bobby Rydell e Ann-Margret no filme “Adeus, Amor”, seguido por um dos maiores sucessos musicais da carreira do cantor.

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  • Filme

    Caracol procura família perdida em trailer de filme baseado em fenômeno viral

    5 de abril de 2022 /

    A A24 divulgou o pôster e o trailer de “Marcel the Shell with Shoes On”, comédia infantil que combina animação stop-motion com atores reais. O filme é baseado numa série de curtas virais do documentarista Dean Fleischer-Camp (“Fraud”) e da atriz-dubladora Jenny Slate (“Volta Pra Mim”), que acumularam mais de 50 milhões de visualizações no YouTube desde sua estreia em 2010, além de ter estimulado o lançamento de dois livros infantis best-sellers. A trama acompanha Marcel (dublado por Slate), uma adorável caracol de uma polegada de altura que leva uma existência pacata com sua avó Connie (voz de Isabella Rossellini, de “Joy”) e seu fiapo de estimação. Antes parte de uma extensa comunidade de caracóis, eles agora vivem sozinhos como únicos sobreviventes de uma misteriosa tragédia. Mas quando um documentarista os descobre entre a desordem de seu Airbnb, o curta-metragem que ele publica online rende milhões de fãs apaixonados por Marcel, bem como perigos sem precedentes e uma nova esperança de encontrar sua família de caracóis há muito perdida. O elenco da produção também inclui Rosa Salazar (“Alita: Anjo de Batalha”), Thomas Mann (“Kong: A Ilha da Caveira”), a telejornalista Lesley Stahl e o próprio Dean Fleischer-Camp como o documentarista da trama. Dirigido por Camp, que também assina o roteiro com Slate, Elisabeth Holm (“Entre Risos e Lágrimas”) e Nick Paley (“Inside Amy Schumer”), o filme foi exibido nos festivais de Telluride no fim de 2021 e no SXSW no mês passado, ocasião em que atingiu 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia comercial vai acontecer em 24 de junho nos EUA e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Série

    Josh Brolin encontra mistério sobrenatural em trailer de nova série

    5 de abril de 2022 /

    A Amazon Prime Video divulgou o pôster internacional e o trailer legendado de “Outer Range”, um neo-western sobrenatural estrelado por Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Ultimato”). A premissa sugere uma combinação de “Yellowstone” com “Arquivo X” e “Twin Peaks”. Brolin vive Royal Abbott, um fazendeiro de Wyoming “lutando por sua terra e família”. Mas ao mesmo tempo em que enfrenta um rival (Will Patton, de “Yellowstone”) interessado em sua propriedade, uma mulher (Imogen Poots, de “Natal Sangrento”) chega no local dizendo que deseja acampar, como desculpa para procurar pistas de um mistério. É quando a descoberta de um buraco negro, aparentemente sem fundo, torna-se foco do interesse de todos. A sinopse oficial dá mais detalhes: “No início da série, os Abbotts estão lidando com o desaparecimento da nora Rebecca. Eles são empurrados ainda mais para a beira do abismo quando os Tillersons (os proprietários espalhafatosos do rancho vizinho) fazem uma jogada por suas terras. Uma morte prematura na comunidade desencadeia uma cadeia de eventos cheia de tensão, e problemas aparentemente de cidade pequena e ligados ao solo vêm à tona com a chegada de um misterioso buraco negro no pasto oeste dos Abbotts. Revelações loucas se desenrolam enquanto Royal luta para proteger sua família; através de seus olhos, começamos a ver como o tempo contém segredos guardados no passado e mistérios inquietantes são prenunciados.” Criada pelo estreante Brian Watkins, a série tem produção da Plan B, produtora de Brad Pitt, e inclui em sua lista de diretores a atriz e cineasta Amy Seimetz (“Vou Morrer Amanhã”). O elenco ainda inclui Lili Taylor (“Perry Mason”), Tamara Podemski (“Coroner”), Lewis Pullman (“Top Gun: Maverick”), Tom Pelphrey (“Ozark”), Noah Reid (“Schitt’s Creek”), Shaun Sipos (“Krypton”), Isabel Arraiza (“The Little Things”) e Olive Abercrombie (“A Maldição da Residência Hill”). A 1ª temporada estreia em 15 de abril com a liberação simultânea dos dois primeiros episódios.

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  • Série

    Comédia “Barry” vira drama sombrio no trailer da 3ª temporada

    5 de abril de 2022 /

    A HBO Max divulgou o pôster e um novo trailer legendado da 3ª temporada de “Barry”, que destaca a guinada dramática na série de “comédia”, após a vida dupla do protagonista ser colocada em cheque. Bastante sombrio, o vídeo mostra o protagonista ponderando se mata seu melhor amigo para garantir sua vida atual. A primeira série estrelada por Bill Hader – depois de oito temporadas no programa humorístico “Saturday Night Live” – gira em torno de um ex-militar que trabalha como assassino de aluguel no Meio-Oeste americano. Bem sucedido, mas não apaixonado por sua linha de trabalho, ele descobre que pode ser bom em outra coisa ao viajar até Los Angeles para um “serviço” e se deparar com uma comunidade de teatro amador, passando a crer que atuar é sua verdadeira vocação. O problema é que o passado não quer lhe dar uma chance de mudar de vida. Hader criou “Barry” em parceria com Alec Berg (roteirista de “Silicon Valley”) e também fez sua estreia como diretor no programa, ao comandar os três primeiros episódios. A atração rendeu a Hader dois prêmios consecutivos de Melhor Ator de Comédia no Emmy Awards, além de um prêmio de Melhor Coadjuvante para Henry Winkler, intérprete do homem responsável pela reviravolta na carreira de Barry, e que, na 3ª temporada, o assassino reluta em matar para garantir que seu segredo não seja revelado. A 3ª temporada estreia em 24 de abril, tanto na HBO quanto na HBO Max.

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  • Filme

    Kid Cudi será detetive em novo filme de ação de John Woo

    5 de abril de 2022 /

    O rapper americano Kid Cudi (“Não Olhe para Cima”) entrou no elenco do primeiro filme do lendário cineasta John Woo em Hollywood em quase 20 anos – desde “O Pagamento” (2003). O longa se chama “Silent Night” e será estrelado pelo ator sueco Joel Kinnaman (“O Esquadrão Suicida”). E além das cenas de ação típicas da filmografia do cineasta, o filme vai se caracterizar por não ter nenhum diálogo. “Silent Nights” contará a história de um homem que mergulha no submundo do crime para vingar a morte de seu filho na noite de Natal. Kudi interpretará Dennis Vassel, um detetive que cruza o caminho do protagonista. Com financiamento assegurado pela empresa Capstone, o filme conta com produção de Basil Iwanyk e Erica Lee (ambos da franquia “John Wick”). Um dos diretores mais influentes dos anos 1980 e 1990, John Wood tinha voltado a filmar exclusivamente em Hong Kong nas duas últimas décadas, vencendo inúmeros prêmios por dois épicos que lançou em duas partes, “A Batalha dos Três Reinos” e “The Crossing”.

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  • Série

    “Bridgerton” tem maior audiência semanal da História da Netflix

    5 de abril de 2022 /

    Depois de registrar a maior estreia da Netflix entre as séries faladas em inglês, os novos episódios de “Bridgerton” viraram a temporada mais vista desta categoria numa única semana. Segundo dados divulgados nesta terça (5/4), a 2ª temporada de “Bridgerton” gerou mais de 250 milhões de horas de consumo entre segunda e domingo (3/4) passados. O recorde anterior era de “Inventando Anna”, minissérie da mesma produtora de “Bridgerton”, Shondaland. A atração criada por Shonda Rhimes gerou 196 milhões de horas de streaming, também em sua segunda semana na plataforma. Mas como esse modelo de audiência por horas de consumo só passou a ser utilizado pela Netflix no fim de junho passado, é possível que as temporadas anteriores de “Stranger Things”, por exemplo, tenham números parecidos. Vale apontar ainda que o recorde de séries faladas em inglês é muito inferior ao recorde “sul-coreano”. A série de maior audiência semanal da Netflix foi “Round 6”, que foi vista por 571,8 milhões de horas em sua terceira semana. Mas a Netflix contabiliza séries não faladas em inglês num ranking diferenciado. O sucesso da 2ª temporada também impactou o desempenho dos episódios inaugurais de “Bridgerton”. Além das 250 milhões de horas dos novos capítulos, os assinantes da plataforma gastaram mais 53 milhões de horas com a revisão – ou descoberta – da 1ª temporada da atração durante a semana passada. O fenômeno dominou o Top 10 semanal da Netflix, colocando “Bridgerton” em 1º e 2º lugar das séries faladas em inglês mais vistas do período. Como a Netflix para de contabilizar a audiência após 28 dias, este “revival” não muda os números oficiais da 1ª temporada de “Bridgerton”, que desde janeiro de 2021 lidera o ranking como a série em inglês mais vista da História do serviço, marcando imutáveis 625,4 milhões de horas de streaming.

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