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Música

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Etc

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Filme

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1 de junho de 2026
  • Série

    Astro de “Bridgerton” vai viver romance gay em minissérie

    12 de julho de 2022 /

    O ator Jonathan Bailey, intérprete de Anthony Bridgerton na série “Bridgerton”, vai viver um romance com Matt Bomer (de “Crimes do Colarinho Branco” e “Patrulha do Destino”) numa minissérie do canal pago americano Showtime. Intitulado “Fellow Travelers”, a produção é baseada no romance de mesmo nome de Thomas Mallon. A história é uma combinação de romance e suspense, que tem como pano de fundo a Era McCarthy, deflagrada após a 2ª Guerra Mundial quando o senador Joseph McCarthy deu início ao período de maior repressão da história dos EUA, promovendo uma devassa na vida de várias pessoas em busca de comunistas infiltrados, principalmente em Hollywood – o que gerou a infame Lista Negra, com nomes que não poderiam ser contratadas para filmes ou séries. McCarthy e seu conselheiro-chefe Roy Cohn também declaram guerra aos “subversivos e desviantes sexuais”. Os dois atores, que são gays assumidos, viverão um romance proibido nessa época volátil. Bomer será o “belo e carismático” Hawkins Fuller, um rapaz que foge de envolvimentos emocionais, até conhecer Tim Laughlin, interpretado por Bailey, um idealista que sofre por sua fé religiosa. A trama vai acompanhar encontros e desencontros dos dois a “caça às bruxas” de McCarthy, passando pelos protestos da Guerra do Vietnã nos anos 1960 até a era das discotecas dos anos 1970 e a crise da AIDS nos anos 1980. Criada por Ron Nyswaner, indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original por “Filadélfia” (1993), a minissérie começará a ser gravada ainda neste mês em Toronto, no Canadá. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Filme

    Filme sobre Eike Batista ganha primeiro trailer

    12 de julho de 2022 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster e o trailer de “Eike – Tudo ou Nada”, drama sobre a ascensão e queda do empresário Eike Batista, ex-bilionário que já foi o homem mais rico do Brasil e o sétimo mais rico do mundo. No filme, ele é interpretado pelo ator Nelson Freitas (“Socorro, Virei uma Garota!”), percorrendo os altos e baixos de sua trajetória, desde a criação da petroleira OGX aos escândalos que o fizeram perder a fortuna e o prestígio. “Eike – Tudo ou Nada” é baseado no livro homônimo da jornalista Malu Gaspar. A adaptação e a direção são assinados em dupla por Andradina Azevedo e Dida Andrade (“30 Anos Blues”) e o elenco ainda inclui Thelmo Fernandes, Marcelo Valle, Bukassa Kabengele, Juliana Alves, Xando Graça, Jonas Bloch, André Mattos e Carol Castro. A estreia está marcada para 22 de setembro.

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  • Filme

    Finn Wolfhard, de “Stranger Things”, vai dirigir comédia de terror

    12 de julho de 2022 /

    O ator Finn Wolfhard, intérprete de Mike em “Stranger Things”, vai dirigir seu primeiro longa-metragem, “Hell of a Summer”, em parceria com o ator Billy Bryk (“Wynonna Earp”). Os dois atuaram juntos em “Ghostbusters – Mais Além” e também assinam o roteiro, além de estrelar o novo longa. A produção independente é uma comédia de terror, que ainda não teve detalhes de sua trama revelados. “Estou muito animada por co-dirigir meu primeiro longa-metragem”, comentou Wolfhard em comunicado. “Eu tenho a chance de trabalhar com um elenco e equipe incríveis, e trabalhar com uma empresa como 30West e Aggregate é um verdadeiro sonho.” A Aggregate é a produtora de outro ator famoso, Jason Bateman, estrela de “Ozark”, que atuará como um dos produtores do filme. As filmagens estão previstas para começarem no fim de julho em Ontario, no Canadá. “Hell of a Summer” será o primeiro longa dirigido por Wolfhard, mas não o primeiro filme. Em 2020, ele assinou o curta-metragem “Night Shifts”, disponível no YouTube. Veja abaixo.

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  • Série

    HBO lidera quase tudo nas indicações do Emmy 2022

    12 de julho de 2022 /

    A combinação da programação da HBO com os originais da HBO Max se provou fatal para a concorrência no Emmy 2022. As produções do grupo, disponíveis no mesmo endereço de streaming, lideraram com folga as indicações ao principal prêmio da indústria televisiva dos EUA, reveladas nesta terça-feira (12/7) pela Academia de Televisão. Foram nada menos que 140 indicações, das quais 108 citaram atrações feitas originalmente para a TV paga. Além de sair na frente em números totais, as produções da HBO ainda conquistaram lideranças individuais em duas das principais categorias da disputa. “Succession” foi a série de drama com maior quantidade de indicações (25, o máximo atingido por qualquer atração) e “The White Lotus” teve 20 indicações entre as minisséries. Outro destaque foi “Hacks”, série original da HBO Max, que teve 17 indicações entre as comédias – empatada com “Only Murders on the Building”, da Hulu/Star+, e atrás de “Ted Lasso” (20), da Apple TV+. Além destas, a empresa ainda teve ótimo desempenho com “Barry” (17), “Euphoria” (16) e “Station Eleven” (7). “Estamos incrivelmente orgulhosos de todos os nossos indicados ao Emmy”, disse Casey Bloys, chefe de conteúdo da HBO e HBO Max, em comunicado. “Esta é uma prova do incrível talento na frente e atrás das câmeras, bem como de nossas talentosas equipes de programação. Nosso compromisso com a excelência criativa continua a atingir o público de maneira significativa”. A conquista, na verdade, foi saboreada por executivos ainda mais graduados que o chefão da HBO. Em termos de corporação, a recém-fundida Warner Bros. Discovery somou 155 indicações no total – 15 delas vieram da TNT, TBS, CNN, Discovery e Discovery+. E este montante desbancou a Walt Disney Company, que liderou as contas corporativas no ano passado (com 146). Neste ano, o grupo do Mickey Mouse ficou em 2º lugar com 141 indicações (puxadas pela Hulu/Star+ e incluindo ainda Disney+, ABC, FX e Nat Geo), seguido pela Netflix (105), Paramount Global (75, com CBS, Paramount+, Showtime, Comedy Central, VH1) e NBCUniversal (NBC, Peacock, etc.).

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  • Série

    Netflix se destaca com feito histórico de “Round 6” no Emmy 2022

    12 de julho de 2022 /

    A Netflix foi superada pela HBO/HBO Max em quantidade de indicações ao Emmy 2022, mas foi a plataforma com o maior número de séries indicadas. Ao todo, 35 atrações diferentes da empresa de streaming receberam nomeações ao maior prêmio da indústria televisiva dos EUA. A relação foi revelada nesta terça-feira (12/7) pela Academia de Televisão. A liderança coube a “Round 6”, que fez história como a primeira produção não falada em inglês a disputar o Emmy de Melhor Série de Drama. A atração sul-coreana recebeu 14 indicações, incluindo ainda Melhor Ator (Lee Jung-jae), Atriz Coadjuvante (Jung Ho-yeon) e Direção (do criador Hwang Dong-hyuk) em Série de Drama, entre outras categorias. A lista também destaca “Stranger Things”, que só disputa categorias técnicas (ou criativas, como prefere a Academia de Televisão), e “Ozark”, ambas com 13 indicações. As demais produções ficaram bem abaixo desse desempenho. Entre outras, a relação inclui “Queer Eye” (6), “O Golpista do Tinder” (5), “Diários de Andy Warhol” (4), “Bridgerton” (3), “Inventando Anna” (3), “Maid” (3), “The Witcher” (3), “Arcane” (2), “Cobra Kai” (2), “Love, Death + Robots” (2) e o polêmico especial de humor “Dave Chappelle: Encerramento” (2). Várias produções receberam apenas uma indicação, levando a soma de citações da plataforma ao total de 105. O montante foi superado pela programação do canal pago HBO, que teve 108, e esmagado pela soma da HBO e HBO Max, com 130 nomeações.

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    Apple TV+ supera Disney+ e Amazon no Emmy 2022

    12 de julho de 2022 /

    Com muito menor investimento em conteúdo que as empresas rivais de streaming, a Apple TV+ conseguiu se estabelecer como a quarta força criativa do Emmy 2022, conquistando 51 indicações ao principal prêmio da indústria televisiva dos EUA. A relação foi revelada nesta terça-feira (12/7) pela Academia de Televisão. Embora muito distante das poderosas HBO/HBO Max (130 indicações) e Netflix (105), chegou bem perto da surpreendente performance da Hulu/Star+ (58) e deixou para trás concorrentes com orçamentos significativamente maiores, como Disney+ (34) e Amazon Prime Video (30), além de todas as redes da TV aberta. O segredo da Apple é a curadoria. Produz menos séries, mas elas são melhores que as dos rivais. E não apenas séries. A Apple TV+ se tornou neste ano o primeiro serviço de streaming a conquistar o Oscar de Melhor Filme com “No Ritmo do Coração” – lançado pela plataforma nos EUA. A empresa já tinha conquistado os importantes Emmy de Melhor Série de Comédia e Melhor Ator de Série de Comédia no ano passado com “Ted Lasso” e seu intérprete, Jason Sudeikis. E neste ano está disposta a repetir a dose. A atração foi indicada em nada menos que 20 categorias, voltando a concorrer como Melhor Série e Ator de Comédia, entre outras. O sucesso de crítica “Ruptura”, dirigido por Ben Stiller, também fez bonito, com 14 indicações, seguido por “Schmigadoon!” (4), “The Morning Show” (3), “Foundation” (2) e “Pachinko” (2), sem esquecer o talk show “The Problem with Jon Stewart” (2) e séries indicadas em apenas uma categoria: “Central Park”, “Carpool Karaoke”, “See”, “Lisey’s Story” e “They Call Me Magic”. Como se vê, embora “Ted Lasso” e “Ruptura” tenham se destacado, vários programas da plataforma foram considerados entre as melhores produções da temporada.

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    “Yellowjackets” vira destaque da Paramount+ no Emmy 2022

    12 de julho de 2022 /

    Novata na guerra dos streamings, a Paramount+ emplacou um hit no Emmy 2022. A série “Yellowjackets” surpreendeu expectativas com sete indicações, incluindo Melhor Série de Drama, Atriz para Melanie Lynskey e Atriz Coadjuvante para Christina Ricci. A relação foi revelada nesta terça-feira (12/7) pela Academia de Televisão. Originalmente exibida no canal pago Showtime nos EUA, a atração chega pelo streaming da Paramount+ no Brasil. Sua trama chama atenção por girar em torno de um grupo de garotas de um time de futebol feminino que precisa sobreviver numa região isolada após a queda do avião que as transportava. Ao estilo de “Lost”, a história é contada em duas linhas temporais distintas: na época da queda, quando as protagonistas eram adolescentes, e vários anos depois, quando se reencontram já adultas após serem chantageadas pelo que esconderam de sua sobrevivência. Falando sobre a primeira indicação ao Emmy de sua longa carreira – iniciada na década de 1990 – , Melanie Lynskey brincou: “Todo mundo só quer saber sobre o canibalismo”. Falando ao site Deadline, a atriz adiantou que nem mesmo ela sabe detalhes sobre isso: “Eu não tenho nenhuma informação. Vocês têm que continuar assistindo. Por favor, continuem assistindo”. O conteúdo da Paramount+ também conquistou uma indicação para “Yellowstone” (Melhor Design de Produção), que é a série mais popular do canal pago Paramount nos EUA.

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    Séries da Star+ batem recorde no Emmy 2022

    12 de julho de 2022 /

    As séries da plataforma americana Hulu, que são disponibilizadas no Brasil pela Star+, tiveram o melhor desempenho de sua História no Emmy, atingindo um recorde de 58 indicações. A relação foi revelada nesta terça-feira (12/7) pela Academia de Televisão. O número representa mais que o dobro da maior quantidade de nomeações já conquistada pelo streaming adulto da Disney: 27, em 2018. No ano passado, a Hulu teve 26 indicações. As atrações com maior destaque foram a comédia “Only Murders in the Building”, com 17 indicações, e as minisséries “Dopesick”, com 14, “Pam & Tommy”, com 10, e “The Dropout”, com 5. Todas estão disponíveis na Star+. “Sempre tivemos uma estratégia de curadoria e diversificação. A excelência em geral sempre foi muito importante”, disse Craig Erwich, presidente da ABC Entertainment & Hulu Originals, em comunicado. “Mas acho que este ano é a culminação da estratégia e de toda a organização trabalhando incrivelmente bem em conjunto”. Na contagem geral, as produções da Hulu só perderam para atrações da HBO/HBO Max (130 indicações) e Netflix (105), estabelecendo-se como terceira força criativa do streaming. Com esse desempenho, a Hulu deixou de ser o “patinho feio” da Walt Disney Company, pulando à frente de sua plataforma irmã – e bem mais rica – , a Disney+ (34) – que, inclusive, ficou atrás da Apple TV+ (51) em indicações. A conquista é um belo cartão de visita para Dana Walden, ex-executiva da Fox que, após a fusão com a Disney, passou a comandar a divisão das séries da empresa. Pelo resultado de seu trabalho, principalmente na renovação da programação da Hulu onde teve maior autonomia, ela foi promovida a Presidente Geral de Entretenimento do conglomerado no mês passado.

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    Emmy: Marvel soma 19 indicações e Chadwick Boseman vai disputar prêmio póstumo

    12 de julho de 2022 /

    O MCU, sigla em inglês que identifica o Universo Cinematográfico da Marvel, obteve 19 indicações em seu segundo ano de presença no Emmy, divididas entre “Cavaleiro da Lua” (oito indicações), “Loki” (seis), “What If…?” (três) e “Gavião Arqueiro” (dois). A relação foi revelada nesta terça-feira (12/7) pela Academia de Televisão. Mas uma indicação chama mais atenção que qualquer outra: o falecido ator Chadwick Boseman vai disputar postumamente o Emmy de Melhor Dublagem por seu último trabalho, como a voz de T’Challa na primeira série animada do Marvel Studios, “What If…?”. Falecido em agosto de 2020, aos 43 anos, ele também disputou o Oscar de Melhor Ator após a morte, pelo filme “A Voz Suprema do Blues” (2020). Boseman vai enfrentar na categoria o outro único ator do MCU indicado ao Emmy 2022: F. Murray Abraham, que deu voz ao deus Khonshu em “Cavaleiro da Lua”. As demais nomeações da Marvel foram todas técnicas – ou, como prefere a Academia de Televisão, criativas – , como dublês, fotografia, figurino, etc. O desempenho é bastante inferior ao do ano passado, quando o MCU conquistou 28 indicações e, graças a “WandaVision”, apareceu em categorias de prestígio como Melhor Minissérie, Ator, Atriz e Atriz Coadjuvante.

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    Zendaya comemora marcas históricas no Emmy 2022: “Estou perplexa”

    12 de julho de 2022 /

    A estrela de Zendaya está brilhando mais forte que nunca nesta terça (12/7), ao fazer História no Emmy Awards, a principal premiação da indústria da TV e streaming dos Estados Unidos. A relação foi revelada nesta terça-feira (12/7) pela Academia de Televisão. Com o anúncio das indicações da 74ª edição do Emmy, ela se tornou a mais jovem artista indicada duas vezes consecutivas na categoria de Melhor Atriz, bem como a produtora mais jovem a concorrer por um prêmio de Melhor Série com “Euphoria”. Mas não ficou nisso. Zendaya foi reconhecida como uma artista multitalentosa, disputando ainda a categoria de Melhor Música e Letra Originais por “I’m Tired” e “Elliot’s Song”, da trilha de “Euphoria” – em parceria com o compositor Labrinth. Assim, recebeu ao todo quatro indicações em três categorias diferentes do Emmy, tornando-se a artista mais nomeada da premiação deste ano. “Estou perplexa”, disse Zendaya, bastante empolgada, para a revista Vanity Fair. “É absolutamente insano”, continuou, ainda no clima da comemoração. “A série obviamente significa muito para mim e para todos que a fazem. As pessoas colocam seu coração e alma nela, e eu tenho muita sorte de compartilhar isso com todas elas. Já conversei com muitas pessoas no Facetime e tenho muito mais mensagens para enviar. Mas estou muito orgulhosa de nossa equipe e do trabalho que fazemos juntos. Estou muito, muito orgulhosa.” Ela ainda demonstrou descrença pela liderança em indicações individuais, revelando ter sido surpreendida na categoria musical. “Eu não fazia ideia! A intenção era apenas trabalhar com Lab [o compositor Labrith ] em um sentido mais profundo, e ele sempre cria um ambiente tão caloroso para colaborar”, disse ela. “Sempre que fazíamos coisas no set, era apenas com o objetivo de melhorar a jornada emocional desses personagens e como contar a história por outro meio – então, sim, eu não tinha ideia de que isso faria parte do Emmy hoje. É muito legal”, ela adicionou com uma risada. Mas, se depender dela, Zendaya quer acrescentar mais uma categoria na disputa do Emmy 2023, já que pretende passar a dirigir episódios da série. Não fez isso até aqui por causa do clima de crise que tomou conta da produção, com gravações em meio à pandemia. “‘Euphoria’ tem sido um grande aprendizado para mim”, acrescentou a estrela, creditando o criador Sam Levison e o diretor de fotografia Marcell Rev por inspirá-la no set. “Sinto que posso [dirigir] a cada dia em que ficou ao lado deles, e eles me deixam lentamente assumir mais e mais responsabilidades e colaborar com meus dois centavos. Às vezes muito mais que dois centavos; às vezes mais de US$ 50. E eu sou grata pela oportunidade de fazer cada vez mais.” Ela já tinha feito História no ano passado, ao se tornar a mais jovem vencedora do Emmy de Melhor Atriz, com 24 anos na ocasião – derrotando Jodie Comer e Sandra Oh, de “Killing Eve”, Laura Linney, de “Ozark”, Olivia Colman, de “The Crown”, e Jennifer Aniston, de “The Morning Show”. Neste ano, ela vai voltar a disputar o Emmy de Melhor Atriz com algumas concorrentes do ano passado, como Jodie Comer e Sandra Oh, de “Killing Eve”, e Laura Linney, de “Ozark”, além de duas novidades: Melanie Lynskey, de “Yellowjackets”, e Reese Witherspoon, de “The Morning Show”. Além de Zendaya, outra integrante do elenco de “Euphoria” está na briga por um Emmy: Sydney Sweeney, como Melhor Atriz Coadjuvante.

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    “Succession” e HBO lideram indicações ao Emmy 2022. Confira a lista

    12 de julho de 2022 /

    A Academia de Artes e Ciências Televisivas dos Estados Unidos anunciou nesta terça-feira (12/7) os indicados à seu prêmio anual, o Emmy Awards. A maior premiação da indústria americana de televisão e streaming consagrou vários favoritos do público, como “Stranger Things”, “Round 6” e “Euphoria”. Mas o campeão de indicações foi uma produção queridinha da crítica, o drama “Succession”, que atingiu 25 nomeações por sua 3ª temporada na HBO. Entre as comédias, a liderança ficou “Ted Lasso”, da Apple TV+, com 20 indicações, mesmo número que atingiu a minissérie mais lembrada, “The White Lotus”, da HBO Max. Outros destaques da seleção ficaram por conta das comédias “Hacks” e “Only Murders in the Building”, com 17 indicações, e o drama “Euphoria”, com 16. Além disso, quatro títulos empataram com 14 nomeações cada: “Barry”, “Dopesick”, “Ruptura” e “Round 6”. De forma notável, das produções citadas apenas “Round 6” foi lançada pela Netflix, maior plataforma de streaming do mundo. “Round 6”, por sinal, se tornou a primeira produção em língua não inglesa indicada na categoria de Melhor Série de Drama. Mas não foi a única indicação histórica do dia. Zendaya também entrou para a História como a mais jovem atriz a ser indicada duas vezes consecutivas em sua categoria, bem como a produtora mais jovem a concorrer por um prêmio de Melhor Série com “Euphoria”. A 74ª edição do Emmy também restabeleceu o reinado da HBO, com 140 indicações (incluindo produções da HBO Max), após ser superada pela Netflix no ano passado. Neste ano, a Netflix ficou longe, com 105. Menos até que a HBO tradicional (excluindo produções da HBO Max), que teve 108 nomeações. Quem também obteve bons resultados foram Hulu (Star+ no Brasil), com 58, e Apple TV+, com 51, crescendo significativamente em relação a anos anteriores. Apesar da quantidade de prêmios em disputa, séries de grande repercussão ficaram fora da lista, assim como estrelas de primeira grandeza, como Nicole Kidman e até Selena Gomez, uma das favoritas a Melhor Atriz de Comédia, que acabou esnobada apesar da inclusão de seus parceiros de “Only Murders in the Building”, Steven Martin e Martin Short, na categoria masculina. Também não houve espaço para o elenco de “Stranger Things”, apesar do desempenho elogiadíssimo de Sadie Sink. A série conseguiu 13 indicações, mas em categorias técnicas. Vale lembrar que a Parte 2 da 4ª temporada ficou para o Emmy 2023, já que a premiação só considera episódios que estrearam entre 1 de junho de 2021 e 31 de maio deste ano nos Estados Unidos. Por isso “The Boys” também não apareceu na lista. Confira abaixo a lista das principais indicações da premiação. Além destas, há muitas outras – como edição, fotografia, maquiagem, etc – , num total de 119 categorias, que levam o prêmio a ser dividido em três noites. As duas primeiras noites são dedicadas aos troféus técnicos e estão marcadas para 3 e 4 de setembro. Já os Emmys principais serão entregues no dia 12 de setembro, numa cerimônia de gala em Los Angeles, mas o endereço e o apresentador ainda não foram anunciados. Melhor Série de Drama “Better Call Saul” (AMC) “Euphoria” (HBO) “Ozark” (Netflix) “Severance” (Apple TV+) “Succession” (HBO) “Round 6” (Netflix) “Stranger Things” (Netflix) “Yellowjackets” (Showtime) ​ Melhor Atriz em Série de Drama Jodie Comer, “Killing Eve” Laura Linney, “Ozark” Melanie Lynskey, “Yellowjackets” Sandra Oh, “Killing Eve” Reese Witherspoon, “The Morning Show” Zendaya, “Euphoria” Melhor Ator em Série de Drama Jason Bateman, “Ozark” Adam Scott, “Severance” Brian Cox, “Succession” Lee Jung-jae, “Round 6” Bob Odenkirk, “Better Call Saul” Jeremy Strong, “Succession” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Patricia Arquette, “Severance” Julia Garner, “Ozark” Jung Ho-yeon, “Round 6” Christina Ricci, “Yellowjackets” Rhea Seehorn, “Better Call Saul” J. Smith-Cameron, “Succession” Sarah Snook, “Succession” Sydney Sweeney, “Euphoria” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Nicholas Braun, “Succession” Billy Crudup, “The Morning Show” Kieran Culkin, “Succession” Park Hae-soo, “Round 6” Matthew Macfadyen, “Succession” John Turturro, “Severance” Christopher Walken, “Severance” Oh Yeong-su, “Round 6” Melhor Direção em Série de Drama Jason Bateman, “Ozark” (Episódio A Hard Way To Go) Ben Stiller, “Ruptura” (Episódio The We We Are) Hwang Dong-hyuk, “Round 6” (Episódio Red Light, Green Light) Mark Mylod, “Succession” (Episódio All The Bells Say) Cathy Yan, “Succession” (Episódio The Disruption) Lorene Scafaria, “Succession” (Episódio Too Much Birthday) Karyn Kusama, “Yellowjackets” (Episódio Piloto) Melhor Roteiro em Série de Drama Thomas Schnauz, “Better Call Saul” (Episódio Plan And Execution) Chris Mundy, “Ozark” (Episódio A Hard Way To Go) Dan Erickson, “Ruptura” (Episódio The We We Are) Hwang Dong-hyuk, “Round 6” (Episódio One Lucky Day) Jesse Armstrong, “Succession” (Episódio All The Bells Say) Jonathan Lisco, Ashley Lyle e Bart Nickerson, “Yellowjackets” (Episódio F Sharp) Ashley Lyle e Bart Nickerson, “Yellowjackets” (Episódio Piloto) Melhor Série de Comédia “Abbott Elementary” (ABC) “Barry” (HBO) “Curb Your Enthusiasm” (HBO) “Hacks” (HBO) “Maravilhosa Sra. Maisel” (Amazon Prime Video) “Only Murders in the Building” (Hulu) “Ted Lasso” (Apple TV+) “What We Do in the Shadows” (FX) Melhor Atriz em Série de Comédia Rachel Brosnahan, “Maravilhosa Sra. Maisel” Quinta Brunson, “Abbott Elementary” Kaley Cuoco, “The Flight Attendant” Elle Fanning, “The Great” Issa Rae, “Insecure” Jean Smart, “Hacks” Melhor Ator em Série de Comédia Donald Glover, “Atlanta” Bill Hader, “Barry” Nicholas Hoult, “The Great” Steve Martin, “Only Murders in the Building” Martin Short, “Only Murders in the Building” Jason Sudeikis, “Ted Lasso” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein, “The Marvelous Mrs. Maisel” Hannah Einbinder, “Hacks” Janelle James, “Abbott Elementary” Kate McKinnon, “Saturday Night Live” Sarah Niles, “Ted Lasso” Sheryl Lee Ralph, “Abbott Elementary” Juno Temple, “Ted Lasso” Hannah Waddingham, “Ted Lasso” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Donald Glover, “Atlanta” Bill Hader, “Barry” Nicholas Hoult, “The Great” Steve Martin, “Only Murders in the Building” Martin Short, “Only Murders in the Building” Jason Sudeikis, “Ted Lasso” Melhor Direção em Série de Comédia Hiro Murai, “Atlanta” (Episódio New Jazz) Bill Hader, “Barry” (Episódio 710N) Lucia Aniello, “Hacks” (Episódio There Will Be Blood) Mary Lou Belli, “The Ms. Pat Show” (Episódio Baby Daddy Groundhog Day) Cherien Dabis, “Only Murders In The Building” (Episódio The Boy From 6B) Jamie Babbit, “Only Murders In The Building” (Episódio True Crime) MJ Delaney, “Ted Lasso” (Episódio No Weddings And A Funeral) Melhor Roteiro em Série de Comédia Quinta Brunson, “Abbott Elementary” (Episódio Piloto) Duffy Boudreau, “Barry” (Episódio 710N) Alec Berg e Bill Hader, “Barry” (Episódio starting now) Lucia Aniello, Paul W. Downs e Jen Statsky, “Hacks” (Episódio The One, The Only) Steve Martin e John Hoffman, “Only Murders In The Building” (Episódio True Crime) Jane Becker, “Ted Lasso” (Episódio No Weddings And A Funeral) Sarah Naftalis, “What We Do In The Shadows” (Episódio The Casino) Stefani Robinson, “What We Do In The Shadows” (Episódio The Wellness Center) Melhor Minissérie ou Série de Antologia “Dope Sick” “The Dropout” “Inventing Anna” “Pam and Tommy” “The White Lotus” Melhor Telefilme “Tico e Teco: Defensores da Lei” “Ray Donovan: The Movie” “Reno 911!: The Hunt For QAnon” “The Survivor” “Zoey’s Extraordinary Christmas” Melhor Atriz em Minissérie ou Antologia Toni Collette, “A Escada” Julia Garner, “Inventando Anna” Lily James, “Pam and Tommy” Sarah Paulson, “Impeachment: American Crime Story” Margaret Qualley, “Maid” Amanda Seyfried, “The Dropout” Melhor Ator em Minissérie ou Antologia Colin Firth, “The Staircase” Andrew Garfield, “Under the Banner of Heaven” Oscar Issac, “Scenes from a Marriage” Michael Keaton, “Dopesick” Himesh Patel, “Station Eleven” Sebastian Stan, “Pam and Tommy” Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Connie Britton, “The White Lotus” Jennifer Coolidge, “The White Lotus” Alexandra Daddario, “The White Lotus” Kaitlyn Dever, “Dopesick” Natasha Rothwell, “The White Lotus” Sydney Sweeney, “The White Lotus” Mare Winningham, “Dopesick” Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Murray Bartlett, “The White Lotus” Jake Lacy, “The White Lotus” Will Poulter, “Dopesick” Seth Rogen, “Pam & Tommy” Peter Sarsgaard, “Dopesick” Michael Stuhlbarg, “Dopesick” Steve Zahn, “The White Lotus” Melhor Direção em Minissérie ou Telefilme Danny Strong, “Dopesick” (Episódio The People vs. Purdue Pharma) Michael Showalter, “The Dropout” (Episódio Green Juice) Francesca Gregorini, “The Dropout” (Episódio Iron Sisters) John Wells, “Maid” (Episódio Sky Blue) Hiro Murai, “Estação Onze” (Episódio Wheel Of Fire) Mike White, “The White Lotus” Melhor Roteiro em Minissérie ou Telefilme Danny Strong, “Dopesick “(Episódio The People vs. Purdue Pharma) Elizabeth Meriwether, “The Dropout” (Episódio I’m In A Hurry) Sarah Burgess, “Impeachment: American Crime Story” (Episódio Man Handled) Molly Smith Metzler, “Maid” (Episódio Snaps) Patrick Somerville, “Estação Onze” (Unbroken Circle) Mike White, “The White Lotus” Melhor Animação “Arcane” (Episódio When These Walls Come Tumbling Down) “Bob’s Burgers” (Episódio Some Like It Bot Part 1: Eighth Grade Runner) “Rick And Morty” (Episódio Mort Dinner Rick Andre) “The Simpsons” (Episódio Pixelated And Afraid) “What If…?” (Episódio What If… Doctor Strange Lost His Heart Instead Of His Hands?) Melhor Programa de Variedade Pré-Gravado “Adele: One Night Only” “Dave Chappelle: The Closer” “Harry Potter 20th Anniversary: Return to Hogwarts” “Norm Macdonald: Nothing Special” “One Last Time: An Evening with Tony Bennett & Lady Gaga” Programa de Variedade Ao Vivo “The 64th Annual Grammy Awards” “Live In Front Of A Studio Audience: The Facts Of Life And Diff’rent Strokes” “Oscar” “The Pepsi Super Bowl LVI Halftime Show Starring Dr. Dre, Snoop Dogg, Mary J. Blige, Eminem, Kendrick Lamar and 50 Cent” “The Tony Awards Present: Broadway’s Back!” Melhor Série de Esquetes “A Black Lady Sketch Show” “Saturday Night Live” Melhor Talk Show “The Daily Show with Trevor Noah” “Jimmy Kimmel Live!” “Last Week Tonight with John Oliver” “Late Night with Seth Meyers” “The Late Show with Stephen Colbert” Melhor Reality de Competição “The Amazing Race” “Lizzo’s Watch out for the Big Girls” “Nailed It” “Rupaul’s Drag Race” “Top Chef”

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  • Série

    Criador de “The Boys” assume que inspiração do Capitão Pátria é Donald Trump

    12 de julho de 2022 /

    O produtor e roteirista Eric Kripke, criador de “The Boys”, resolveu deixar claro que a série é uma crítica óbvia e escancarada à direita e que o Capitão Pátria é um psicopata inspirado em Donald Trump. A iniciativa de assumir as comparações se deu após Kripke perceber que um grupo ruidoso das redes sociais estava adorando o Capitão Pátria, vilão da história, por incorporar valores ditos “conservadores”. Numa longa entrevista feita pelo site americano Vulture, o produtor destrinchou os aspectos ideológicos da produção, assumindo sua inclinação política e sua descrença na falta de percepção do público, que acredita ver mensagens positivas e incentivadoras para a direita na produção. “Eu não entendo, cara. Essa série é um monte de coisas, mas sutil não é uma delas… e se você está assistindo o programa desde o primeiro episódio e não entendendo a política dele, não posso ajudá-lo. Só digo: ‘obrigado por assistir'”, ele apontou. Refletindo um pouco mais, acrescentou: “Se eu fosse inteligente, diria: ‘Pense o que você quiser pensar’. Isso geralmente é sábio. Mas então esta seria uma entrevista curta”. “Falando como alguém que se inclina à esquerda, ela têm um problema real de relações públicas”, continuou Kripke, citando “iniciativas sem noção” em defesa do politicamente correto. “A esquerda pode ser um pouco infeliz e também miramos nela, mas em termos de onde está minha urgência, meu alvo geralmente é a direita. Ela é uma ameaça existencial, ao contrário de alguns ridículos politicamente corretos, que podem fazer coisas absurdas, mas não vão destruir a sociedade como a conhecemos”. Kripke disse achar engraçado que pessoas vejam o Capitão Pátria como um símbolo de qualquer coisa positiva. Afinal, o personagem demonstra psicopatia clara desde os primeiros episódios. “Pistas simples como: ele derrubou um avião de civis inocentes! Ele é tão, tão terrivelmente malvado desde o início!” Mas entende que isso faz parte de um fenômeno que a própria série está criticando. Lavagem cerebral mesmo. Neste sentido, o criador de “The Boys” assumiu estar baseando o Capitão Pátria em discursos e comportamentos do ex-presidente Donald Trump. “Eu li uma coisa interessante uma vez, sobre as pessoas não amarem Trump apesar de seu comportamento horrível; elas o amam por causa disso. Ele é um anti-herói. Quanto mais selvagem ele age, quanto mais faz bullying com as pessoas ao seu redor, mais elas o amam”, comentou. Ele decidiu usar essa característica para ilustrar a reação do público ao comportamento cada vez mais horrível do Capitão Pátria. “Discutimos essa psicologia de que quanto pior ele agir, mais fãs ele terá”. “Olha, eu admito que é um pouco menos elegante e mais urgente do que fizemos no passado. Mas eu diria que a sociedade é um pouco menos elegante e mais urgente. A invasão do Capitólio aconteceu enquanto estávamos escrevendo a temporada. Somos um produto do tempo em que o escrevemos. E 6 de janeiro me assustou pra caralho. Isso assustou todo mundo, mas me assustou de uma maneira que poucas coisas durante o governo Trump fizeram”, disse, referindo-se à violenta invasão do Congresso dos EUA por simpatizantes de Trump que não aceitaram sua derrota nas últimas eleições. “Esses foram os tipos de pensamentos que tivemos nos últimos episódios, essa noção de que os líderes estão realmente dispostos a destruir a sociedade, se isso significar que eles podem garantir seu poder e popularidade”, acrescentou. O final da temporada até materializou um exemplo dado por Trump sobre a adoração cega de seus seguidores. “Nós totalmente adaptamos aquela infame citação de Trump, de que ele poderia atirar em alguém na Quinta Avenida e seus apoiadores ainda o amariam”. Spoiler! Na cena referida, Capitão Pátria assassina de forma sangrenta um opositor diante dos fãs, e o que acontece em seguida são gritos de incentivo e aplausos, num sinal do aumento de sua adoração. Kripke revelou que a próxima temporada vai lidar com os efeitos dessa adoração do discurso do ódio sobre o filho pequeno do herói, Ryan. “Muito do foco da 4ª temporada estará em Ryan, porque a maneira como esse garoto se transforma representa o destino do mundo. Ou teremos um segundo Capitão Pátria ou alguém capaz de realmente enfrentar o Capitão Pátria”, adiantou. Os novos episódios ainda não foram escritos. O trabalho vai começar em agosto, após Kripke tirar um mês de férias. Portanto, a próxima temporada de “The Boys” ainda vai demorar muito para acontecer.

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    Escritora de “Um Lugar Bem Longe Daqui” é procurada pela polícia de Zâmbia

    12 de julho de 2022 /

    A escritora Delia Owens, autora do romance “Um Lugar Bem Longe Daqui” (Where the Crawdads Sing), base de um filme que estreia nesta semana nos EUA, está sendo procurada para interrogatório pelas autoridades de Zâmbia pelo assassinato de um homem em 1996. A revelação foi feita na segunda-feira (11/2) numa reportagem do editor-chefe da revista The Atlantic, Jeffrey Goldberg. Segundo a apuração, Delia e seu marido Mark Owens dedicaram-se à missão de salvar elefantes africanos de caçadores e funcionários corruptos nos anos 1990. Mas para isso, supostamente criaram, treinaram, equiparam e comandaram uma milícia local brutal, que fazia operações de estilo militar ​​contra qualquer pessoa considerada ameaça à reserva que patrulhavam – cometendo tortura, sequestro e assassinato. Em 1996, uma equipe da ABC News filmava o casal para o programa de notícias “Turning Point” quando registrou um homem – que pode ter sido um caçador, embora sua identidade nunca tenha sido confirmada – sendo executado a tiros enquanto estava caído no chão. O atirador não foi registrado pela câmera. Em 2010, Goldberg já tinha escrito um artigo para a revista The New Yorker em que citava um dos cinegrafistas da ABC, que filmou o assassinato, dizendo que foi Mark Owens quem disparou os tiros fatais. Agora, ele acrescenta que um detetive encarregado da investigação concluiu que Owens, “com a ajuda de seus batedores, colocou o corpo da vítima em uma rede de carga, prendeu-o ao seu helicóptero e depois o jogou em uma lagoa próxima”. O corpo nunca foi encontrado e o ex-comissário da polícia nacional da Zâmbia, Graphael Musamba, disse que a investigação não foi adiante pela falta do cadáver: “A floresta é o lugar perfeito para se cometer assassinato… Os animais comem as evidências”. Embora nenhum dos Owens tenha sido formalmente acusado de crime, as autoridades da Zâmbia dizem que ambos são procurados para interrogatório não apenas pela morte registrada pelas câmeras, mas pela extensão de suas atividades durante seu tempo na África. De acordo com a reportagem, a polícia zambiana estaria mais interessada em falar com Mark Owens e o filho do casal, Chris – supostamente encarregado de treinar e disciplinar recrutas – , mas “também acredita que Delia Owens deveria ser interrogada como uma possível testemunha, co-conspiradora e cúmplice de crimes dolosos”. Até o momento, não houve manifestação dos representantes literários de Delia Owens, da produtora Hello Sunshine, de Reese Witherspoon (“Big Little Lies”), responsável pela adaptação de “Um Lugar Bem Longe Daqui”, e do estúdio Sony Pictures, que fará o lançamento do filme. O drama estrelado por Daisy Edgar-Jones (“Normal People”), que conta com música inédita de Taylor Swift, gira em torno de Kya, uma jovem que cresceu sozinha no brejo de uma cidadezinha e passou a ser tratada como se fosse um bicho. Só que é uma menina doce, que acaba atraindo o interesse de dois rapazes. Quando um deles aparece morto, ela passa a ser caçada pela polícia e precisa provar sua inocência diante de uma população que a odeia. O filme foi escrito por Lucy Alibar (indicada ao Oscar por “Indomável Sonhadora”), dirigido por Olivia Newman (“Minha Primeira Luta”) e só será lançado em 1 de setembro no Brasil, um mês e meio após a estreia nos EUA. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Delia Owens (@authordeliaowens)

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