Becoming Elizabeth: Série sobre juventude da rainha Elizabeth I é cancelada
O canal pago americano Starz cancelou “Becoming Elizabeth” após a 1ª temporada. A nova série dramática sobre a genealogia da monarquia britânica contava a história da Princesa Elizabeth, antes dela se tornar a Rainha Elizabeth I, uma das mais poderosas monarcas da História do Reino Unido. Embora não fizesse parte de uma franquia, a trama servia de continuação para outras produções do canal, especialmente a saga baseada nos livros da escritora Philippa Gregory, introduzida em “The White Queen”, continuada em “The White Princess” e concluída em “The Spanish Queen”. Afinal, Elizabeth é filha de Ana Bolena, personagem vista na última série. “Becoming Elizabeth” começa com a morte de Henrique VIII e a ascensão de seu irmão caçula, Eduardo VI, e mostrava como Elizabeth precisou contar com a morte de dois irmãos e uma prima, que estavam à sua frente na linha sucessória, para virar rainha aos 25 anos. A série foi desenvolvida por Anya Reiss (“Ackley Bridge”), dirigida pelo cineasta Justin Chadwick (“Amor & Tulipas”) e destacava em seu elenco a alemã Alicia von Rittberg (“Ventos da Liberdade”) como Elizabeth, além de Jamie Blackley (“The Last Kingdom”), Romola Garai (“As Sufragistas”), Alexandra Gilbreath (“Amor & Tulipas”), Jamie Parker (“1917”), Leo Bill (“Taboo”), Oliver Zetterström (“The Romanoffs”) e Bella Ramsey (“Game of Thrones”), entre outros. A superprodução de época foi lançada em junho no Brasil pela plataforma Starzplay – que foi rebatizada de Lionsgate+ no final de setembro.
“Pretty Little Liars” ganha subtítulo e arte de terror da 2ª temporada
O produtor-roteirista Roberto Aguirre-Sacasa (criador de “Riverdale”) revelou que a 2ª temporada do reboot de “Pretty Little Liars” terá um subtítulo. Ela vai se chamar “Pretty Little Liars: Summer School” (Escola de Verão, em tradução literal). O responsável pela série de suspense adolescente compartilhou a notícia no Instagram junto de uma arte macabra, que mostra a malvadinha Kelly/Karen (Mallory Bechtel) engasgando com um megafone de líder de torcida – uma imagem de filme de terror. A série já foi lançada no Brasil com um subtítulo, “Pretty Little Liars: Um Novo Pecado”. A 1º temporada agradou à crítica, com 88% de aprovação no Rotten Tomatoes e um reinvenção considerada até melhor que a “Pretty Little Liars” original, graças à elementos de terror slasher introduzidos por Roberto Aguirre-Sacasa e sua parceira de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, Lindsay Calhoon Bring. A trama gira em torno de um grupo de garotas adolescentes atormentado por um agressor desconhecido por culpa de segredos de suas mães. Refletindo a tendência dos últimos anos, o elenco é mais diversificado que o da série de 2010, destacando Bailee Madison (de “A Bruxa do Bem”), Chandler Kinney (“Máquina Mortífera”/Lethal Weapon), Maia Reficco (estrela da série infantil argentina “Kally’s Mashup”), Zaria Simone (vista em “Black-ish”) e Malia Pyles (de “Baskets” e “Batwoman”), além de Mallory Bechtel (“Hereditário”) no papel de irmãs gêmeas. Com sua renovação, “Um Novo Pecado” se tornou o primeiro derivado da série original a ir além da temporada inaugural. Adaptação de best-seller de Sarah Shepard, “Pretty Little Liars” durou sete temporadas, de 2010 a 2017, período em que ajudou a popularizar o antigo canal ABC Family e servir de ponte para sua transformação no Freeform – além de deslanchar a carreira dos principais membros de seu elenco, especialmente do quarteto formado por Lucy Hale, Troian Bellisario, Ashley Benson e Shay Mitchell, intérpretes das belas mentirosinhas originais. Apesar do sucesso, a produtora da atração, I. Marlene King, não conseguiu o mesmo resultado com o lançamento de dois spin-offs, “Ravenswood” (2013) e “The Perfectionists” (2019), que foram cancelados na 1ª temporada, sem público. Por isso, a HBO Max decidiu buscar outros criadores para comandar o terceiro spin-off. Ainda não há previsão de estreia para os novos episódios. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Roberto Aguirre-Sacasa (@writerras)
Cassia Kis participa de manifestação golpista no Rio
Imagens da atriz Cássia Kis aplaudindo uma manifestação golpista contra a democracia no Rio de Janeiro e orando com militantes antidemocráticos viralizaram nas redes sociais nesta quarta-feira (2/11). Depois de criar polêmica com declarações homofóbicas, a bolsonarista de 64 anos participou de manifestação em frente ao Comando Militar do Rio, onde foi aclamada, entre faixas pedindo um golpe militar. Os protestos que estão bloqueando rodovias por todo o país atacam a democracia por não aceitarem o resultado legítimo das eleições do último domingo (30/11), que definiu Luiz Inácio Lula da Silva como novo presidente do Brasil. O vídeo em que ela aparece rezando ajoelhada, atrapalhando a via pública, ganhou comparações nas redes sociais com cenas idênticas da Marcha da Família com Deus pela Liberdade, em apoio ao golpe militar de 1964. Alinhada ao extremismo de direita, a artista tem proferido discursos fundamentalistas e messiânicos, repletos de fake news e ataques contra os direitos LGBTQIAP+. Antes das eleições, ela chegou a profetizar que o Brasil ia “derramar sangue” se Lula vencesse. No ar na novela “Travessia”, a atriz não teria mais clima para conviver com os colegas nos bastidores e, segundo diversas fontes, estaria vetada em programas de entrevistas e variedades da Globo, numa operação para evitar novas declarações polêmicas. Seu encontro com golpistas mostra que ela não busca reconciliação e sim o embate. Por conta disso, haveria um movimento para que sua personagem fosse suprimida da novela de Gloria Perez, que amarga baixa audiência no horário nobre da emissora. Uma decisão neste sentido, inclusive, já pode ter sido tomada nos bastidores. A própria atriz sugeriu que algo aconteceu, ao dizer ao programa “Fofocalizando”, do SBT, na segunda (31/10), que “na próxima semana, certamente você saberá, e não será por mim”. É absurdo que a Globo tenha uma atriz na novela das 9 que vai a uma passeata pedindo golpe após o pleito eleitoral. pic.twitter.com/seN0fzZkfg — Tauat Resende (@heytauat) November 2, 2022 🚨BRASIL: Cássia Kis, atriz da TV Globo, em manifestações antidemocráticas de apoiadores de Jair Bolsonaro. pic.twitter.com/y79Cdz7SnY — CHOQUEI (@choquei) November 2, 2022 A Cássia Kis ajoelhada com o rosário lembra essa mulher da "Marcha da Família, com Deus, pela Liberdade" em apoio ao golpe de 1964 pic.twitter.com/jiiWxi1bvm — Carlos Fico (@CarlosFico1) November 2, 2022
“The Last of Us” ganha pôster e data de estreia
A HBO Max divulgou o pôster oficial de “The Last of Us”, série baseada no popular game homônimo. A arte revela a data de estreia da atração, que chegará em 15 de janeiro. A produção traz Pedro Pascal e Bella Ramsey (ambos ex-“Game of Thrones”) como os sobreviventes pós-apocalípticos Joel e Ellie, respectivamente. Assim como no game da Naughty Dog, a trama se passa 20 anos após a destruição da civilização por um vírus e acompanha Joel, um sobrevivente endurecido, que recebe a missão de contrabandear uma adolescente chamada Ellie de uma zona de quarentena. A garota pode ser a chave para curar a humanidade. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. O elenco ainda inclui Gabriel Luna (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Nico Parker (“Dumbo”), Murray Bartlett (“The White Lotus”), Merle Dandridge (“The Flight Attendant”) e Anna Torv (“Mindhunter”). A adaptação está a cargo de Craig Mazin, autor da premiada minissérie “Chernobyl”, e terá direção do russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), da bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, Melhor Filme da Europa na premiação da Academia Europeia) e do iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”).
Polícia italiana apreende drogas nos bastidores de “O Protetor 3”
A produção do filme “O Protetor 3” (The Equalizer 3) virou caso de polícia. Na última terça (1/11), a polícia italiana invadiu um hotel usado pelos funcionários de uma empresa do serviço de alimentação da produção do filme e prendeu dois funcionários, depois de apreender mais de 100 gramas de cocaína. Segundo o jornal italiano Il Giornale, os policiais fizeram essa ação depois que chefe do serviço de alimentação do filme morreu repentinamente de um ataque cardíaco na noite de segunda (31/10). Vários pequenos pacotes de cocaína foram posteriormente encontrados nas roupas do homem, levantando suspeitas de que poderia haver mais drogas nas dependências da produção. Os dois funcionários foram colocados em prisão domiciliar no hotel, localizado na comuna italiana de Maiori, sob acusação de tráfico de drogas. Um terceiro funcionário da empresa foi encontrado com uma pequena quantidade de cocaína e teve sua carteira de motorista confiscada. Além do hotel, a polícia vasculhou uma área do pequeno porto de Maiori onde a produção do filme montou acampamento. “O Protetor 3” é uma parceria entre a Sony Pictures e a produtora italiana Eagle Pictures, e está atualmente em sua quarta semana de filmagens na área da costa amalfitana. O filme vai voltar a juntar Dakota Fanning com Denzel Washington, 18 anos depois da primeira parceria da dupla, em “Chamas da Vingança” (2004). Naquela época, Fanning tinha apenas 10 anos de idade e era uma criança que precisava ser protegida pelo guarda-costas vivido pelo ator. Já na franquia “O Produtor” – inspirada por uma série de TV dos anos 1980, “The Equalizer” – , Washington interpreta o ex-agente da CIA Robert McCall, que se torna uma espécie de vigilante após a aposentadoria, sempre buscando fazer justiça para os fracos e oprimidos da sociedade. Além da dupla, a produção destaca em seu elenco a atriz italiana Gaia Scodellaro (“Você, Eu e o Apocalipse”). “O Protetor 3” ainda não tem sinopse conhecida, mas contará novamente com roteiro de Richard Wenk e direção de Antoine Fuqua, dupla responsável pelos dois longas anteriores, lançados em 2014 e 2018. A previsão de estreia é para setembro de 2023.
Trailer de “O Troll da Montanha” apresenta “King Kong nórdico”
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado da fantasia norueguesa “O Troll da Montanha”, filme de monstro gigante que tem direção de Roar Uthaug (“Tomb Raider: A Origem”). A trama acompanha a reação do governo norueguês, que forma uma equipe de especialistas, após a criatura mística do título despertar na montanha de Dovre após mil anos, destruindo tudo pelo seu caminho, enquanto segue em direção à capital da Noruega. Uma premissa curiosa, que sugere um Godzilla inspirado nas lendas nórdicas – ou King Kong, como é mencionado na prévia. O elenco destaca Ine Marie Wilmann (“Furia”), Mads Sjøgård Pettersen (“O Rei da Montanha”), Kim Falck (“Presos no Gelo 3”) e Gard B. Eidsvold (“Em Busca do Castelo Dourado”). “O Troll da Montanha” tem estreia marcada para 1 de dezembro.
6ª temporada de “Elite” ganha trailer intenso
A Netflix divulgou o trailer da 6ª temporada de “Elite”, que traz os protagonistas assumindo seus anseios por liberdade, mas também tendo decepções, numa prévia bastante intensa. O novo ano escolar em Las Encinas vai começar tentando encobrir os desastres do passado recente. Mas os problemas nas suas salas de aula são sistêmicos: racismo, sexismo, abuso doméstico e LGBTfobia são apenas alguns dos difíceis temas abordados nos novos capítulos. A série perdeu vários integrantes do elenco nos últimos dois anos – a maioria dos personagens originais se formou, mas também houve morte. As mais recentes baixas são Samuel (Itzan Escamilla), Omar (Omar Ayuso), Rebeka (Claudia Salas) e Cayetana (Georgina Amorós). Por isso, o elenco foi reforçado. O principal destaque é Ana Bokesa (“La que se Avecina”), primeira atriz negra da atração em cinco anos. Anteriormente, a série de adolescentes brancos chegou a trazer Sergio Momo (Yeray) e Leïti Sène (Malik). Mas os primeiros atores negros surgiram na 3ª temporada e foram rapidamente dispensados, sem retornar na 4ª. Outras novidades incluem Carmen Arrufat (“Todos Mentem”), Álvaro de Juana (“HIT”) e os estreantes Ana Bokesa , Ander Puig (Ser o No Ser) e Álex Pastrana (“Bem-Vindo ao Éden”). Eles se juntam aos “novatos” do quinto ano, como o brasileiro André Lamoglia (“Juacas”) e a argentina Valentina Zenere (“Sou Luna”). Os novos episódios de “Elite” tem estreia marcada para 18 de novembro.
Trailer mostra como final de “Disque Amiga Para Matar” trata doença de Christina Applegate
A Netflix divulgou o pôster internacional e o trailer legendado da 3ª e última temporada de “Disque Amiga Para Matar” (Dead to Me). A prévia mostra como a produção incorpora os problemas de saúde da atriz Christina Applegate na trama, usando um acidente de carro para explicar suas dificuldades para se locomover e o visível aumento de peso. A atriz foi diagnosticada com esclerose múltipla e fez um grande esforço para completar as gravações. A atração marcou a volta da atriz Applegate às séries de comédia. Lançada ainda adolescente na cultuadíssima “Um Amor de Família” (Married with Children, 1987-1997), ela não protagonizava uma atração do gênero desde “Up All Night” (2011-2012). “Disque Amiga Para Matar” ainda voltou a reuni-la com o comediante Will Ferrell e o cineasta Adam McKay, que foram, respectivamente, seu coprotagonista e diretor na comédia de cinema “O Âncora” (2004). Os dois produzem a comédia, que foi criada por Liz Feldman (“Duas Garotas em Apuros”). Na trama, Applegate vive Jen, uma viúva aparentemente certinha, mas com problemas de gerenciamento de raiva. Depois que seu marido morre em um acidente, ela desenvolve uma amizade com Judy (Cardellini), uma mulher de espírito livre que conheceu num grupo de apoio. Mas enquanto se tornam amigas improváveis, Judy revela um grande segredo. James Marsden (“Westworld”) também fez parte do elenco nas duas primeiras temporadas, até ter um destino trágico, que acaba envolvendo as duas amigas numa investigação do FBI. Agora, elas tentam fazer de tudo para evitar serem presas. A série retorna em 17 de novembro para seus capítulos finais.
Anthony Hopkins vai viver Sigmund Freud no cinema
O ator Anthony Hopkins (“Meu Pai”) vai viver Sigmund Freud no filme “Freud’s Last Session”, que vai mostrar uma conversa entre o pai da psicanálise e o escritor C.S. Lewis, criador de “As Crônicas de Nárnia”. A trama vai se passar na véspera da 2ª Guerra Mundial e mostrar Freud (Hopkins) no final da sua vida. Certo dia, ele convida Lewis para um debate sobre a existência de Deus, e os dois se empolgam na defesa de seus pontos de vista. O filme também promete explorar a relação de Freud com a sua filha lésbica Anna, assim como o romance não-convencional de Lewis com a mãe do seu melhor amigo. O elenco ainda destaca Matthew Goode (“The Offer”) no papel do escritor. “Freud’s Last Session” é baseado em uma peça homônima escrita por Mark St. Germain (roteirista de “Duma”). O próprio St. Germain ficou encarregado de escrever o roteiro do filme, que será dirigido por Matt Brown (“O Homem que viu o Infinito”). Ainda não há previsão de estreia. Anthony Hopkins será visto em breve nos dramas “Armageddon Time”, dirigido por James Gray (“Ad Astra”), que chega aos cinemas brasileiros em 10 de novembro, e “The Son”, sua nova parceria com o cineasta Florian Zeller (“Meu Pai”), ainda sem data de estreia no Brasil.
Ator de “Euphoria” vai estrelar série passada na 2ª Guerra Mundial
O ator Jacob Elordi (o Nate de “Euphoria”) vai estrelar uma série baseada no livro “O Caminho Estreito Para os Confins do Norte” (The Narrow Road to the Deep North), escrito por Richard Flanagan. O livro conta a história de Dorrigo Evans (papel de Elordi), um cirurgião do exército que se torna o líder relutante de um grupo de prisioneiros em um campo tailandês-birmanês durante a 2ª Guerra Mundial. Em meio àquela realidade sombria, Evans recorre à memória do seu breve caso de amor com Amy, a jovem esposa de seu tio, como forma de tentar aguentar a pressão daquele campo e a constante ameaça de morte. “O Caminho Estreito Para os Confins do Norte” venceu o Prêmio Booker de 2014 e foi aclamado pela maneira como aborda os temas da guerra, do casamento e do amor. A série foi criada por Shaun Grant e será dirigida por Justin Kurzel. A dupla já trabalhou junta em “Os Crimes de Snowtown” (2011), “A Verdadeira História De Ned Kelly” (2019) e “Nitram” (2021). A produção está a cargo de Jo Porter (“Picnic at Hanging Rock”) e do próprio Flanagan. “O personagem de Dorrigo Evans requer um ator de várias camadas, que possa trazer força, sensibilidade e carisma ao papel – qualidades que Jacob tem em abundância”, disse Jo Porter. “Juntamente com as potências criativas de Justin Kurzel e Shaun Grant, não poderia haver uma equipe mais empolgante para dar vida a este importante romance.” A série de “O Caminho Estreito Para os Confins do Norte” ainda não tem previsão de estreia. Jacob Elordi será visto a seguir nos filmes “Saltburn”, dirigido por Emerald Fennell (“Bela Vingança”), e “Priscilla”, cinebiografia da esposa de Elvis Presley dirigida por Sofia Coppola (“O Estranho que Nós Amamos”), ambos sem previsão de estreia.
Jennifer Lawrence fará novo filme da diretora de “Precisamos Falar Sobre Kevin”
A atriz Jennifer Lawrence (“Não Olhe Para Cima”) vai estrelar o drama indie “Die, My Love”, que será dirigido por Lynne Ramsay (diretora de “Precisamos Falar Sobre Kevin” e “Você Nunca Esteve Realmente Aqui”). Baseado no livro “Morra, Amor”, da escritora argentina Ariana Harwicz, o filme vai contar a história de uma mulher que mora numa região rural da França e é levada à insanidade por conta do seu casamento e da maternidade. “Die, My Love” ainda não tem previsão de estreia. Jennifer Lawrence será vista a seguir no drama “Passagem” (Causeway), sobre uma militar americana que sofre um acidente no Afeganistão e precisa retornar para casa. O filme foi exibido no Festival de Toronto, onde recebeu críticas positivas (86% de aprovação no Rotten Tomatoes), e tem estreia marcada para sábado (5/11) no serviço de streaming Apple TV+.
Adam Devine volta a cantar no trailer da série derivada de “A Escolha Perfeita”
A plataforma de streaming Peacock divulgou o primeiro trailer da série “Pitch Perfect: Bumper in Berlin”, baseada na trilogia de filmes musicais “A Escolha Perfeita”. A prévia destaca as aventuras musicais de Bumper Allen (novamente intepretado por Adam Devine) na Alemanha. A trama da série se passa alguns anos após os eventos mostrados nos filmes, e acompanha Allen, que recebe a notícia de que ele é uma sensação no TikTok na Alemanha. Então, ele é convidado por um produtor para se mudar para o país e se transformar em uma verdadeira estrela musical. “Pitch Perfect: Bumper in Berlin” foi criada por Megan Amram (“The Good Place”), que também atua como produtora e showrunner da atração. A atriz e cineasta Elizabeth Banks, que estrelou e produziu os três filmes anteriores – e dirigiu um deles – também faz parte da equipe da série. “Pensar que essa jornada começou há mais de 15 anos – desde a descoberta do livro de Mickey Rapkin, até três filmes incríveis, e agora uma série de televisão. Nunca poderíamos imaginar a vida que essa história tomaria”, disse Banks, em comunicado. “Esta história é sobre segundas chances, amizade e a ideia de que seus sonhos podem se tornar realidade de maneiras inesperadas – em qualquer lugar do mundo, em qualquer momento de sua vida.” O elenco ainda conta com Jameela Jamil (“Mulher-Hulk: Defensora de Heróis”), Sarah Hyland (“Modern Family”), Flula Borg (“A Escolha Perfeita 2”) e Diana Birenyte (“Babylon Berlin”). “Pitch Perfect: Bumper in Berlin” estreia em 23 de novembro no serviço de streaming Peacock. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Daniel Radcliffe reforça crítica à transfobia da criadora de “Harry Potter”
O ator Daniel Radcliffe, estrela da franquia “Harry Potter”, reforçou sua necessidade de se manifestar contra as declarações polêmicas da autora J.K. Rowling a respeito das pessoas transgênero. Durante o auge dos ataques da criadora de Harry Potter contra transexuais, Radcliffe publicou uma carta aberta na qual declarou que “mulheres transgênero são mulheres”. “A razão pela qual eu senti muito, muito mesmo, que eu precisava dizer alguma coisa quando o fiz foi porque, particularmente desde que terminei ‘Potter’, eu conheci muitas crianças e jovens queer e trans que tinham uma enorme identificação com os filmes”, disse Radcliffe, em entrevista ao site IndieWire. “E então, vendo-as machucadas naquele dia, eu queria que elas soubessem que nem todos na franquia se sentiam assim. E isso foi muito importante.” A carta aberta de Radcliffe foi publicada no site The Trevor Project, mantido por uma organização sem fins lucrativos que se concentra nos esforços de prevenção de suicídio na comunidade LGBTQIAP+. “Foi muito importante porque trabalhei com o Trevor Project por mais de 10 anos, então acho que não conseguiria me olhar no espelho se não tivesse dito nada”, acrescentou Radcliffe. A polêmica envolvendo Rowling explodiu em junho de 2020, quando ela postou uma série de comentários no Twitter nos quais argumentou que discutir a identidade de gênero era uma forma de negar o sexo biológico. “Se o sexo não é real, não há atração pelo mesmo sexo”, escreveu ela na época. “Se o sexo não é real, a realidade vivida pelas mulheres globalmente é apagada. Conheço e amo pessoas trans, mas apagar o conceito de sexo remove a capacidade de muitos discutirem significativamente suas vidas.” Desde então, a autora tem se envolvido em diferentes polêmicas relacionadas às pessoas transgênero. E foi isso que levou Radcliffe a se posicionar. “Mulheres trans são mulheres”, escreveu ele em sua carta aberta. “Qualquer declaração em contrário apaga a identidade e a dignidade das pessoas transgênero e vai contra todos os conselhos dados por associações profissionais de saúde que têm muito mais experiência neste assunto do que Jo ou eu.” Radcliffe ainda acrescentou que, “para todas as pessoas que agora sentem que sua experiência com os livros [de ‘Harry Potter’] foi manchada ou diminuída, lamento profundamente a dor que esses comentários causaram em vocês. Eu realmente espero que não percam inteiramente o que era valioso nessas histórias para vocês”. Daniel Radcliffe não foi o único ator de “Harry Potter” a se manifestar contra Rowling. Vários outros membros do elenco também fizeram declarações similares. Mais recentemente, o ator Tom Felton, que interpretou Draco Malfoy nos filmes, procurou distanciar a franquia cinematográfica da figura de Rowling. “Sou pró-escolha, pró-discussão, pró-direitos humanos em geral e pró-amor. E qualquer coisa que não seja essas coisas, eu realmente não tenho tempo para isso”, disse Felton ao jornal The Independent. “É também um lembrete de que, por mais que Jo seja a fundadora dessas histórias, ela não fez parte do processo de filmagem tanto quanto algumas pessoas podem pensar. Acho que só me lembro de vê-la uma ou duas vezes no set.” Daniel Radcliffe será visto em breve na comédia “Weird: The Al Yankovic Story”, que estreia em 3 de novembro no serviço de streaming Roku Channel.












