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Música

Morre Indio Solari, lenda do rock argentino, aos 77 anos

Vocalista da banda Patricio Rey y sus Redonditos de Ricota sofria de Parkinson e faleceu em sua residência

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5 de junho de 2026
TV

Globo usa Rouge e RBD como referência para emplacar “Estrelas da Casa”

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5 de junho de 2026
TV

Globo quer Camila Queiroz em nova novela do streaming

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5 de junho de 2026
Etc

Atriz de “Bad Boys” é acusada de invadir casa e tentar matar ex-namorado

Theresa Randle é alvo de medida protetiva após vítima relatar agressões com pedaço de madeira e lata de legumes

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5 de junho de 2026
Série

Anthony Head, ator de “Buffy” e “Ted Lasso”, morre aos 72 anos

Artista britânico faleceu devido a complicações de uma pneumonia seis meses após a perda da esposa

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5 de junho de 2026
  • Filme

    Depois do Universo: Primeiro filme de Giulia Be ganha data de estreia

    12 de setembro de 2022 /

    A Netflix anunciou a data de estreia de “Depois do Universo”, primeiro filme da cantora Giulia Be e estreia brasileira de Henry Zaga. Apesar de ter nascido no Brasil, como comprova o nome de batismo Henrique Gonzaga, ele só tinha feito produções americanas, como as séries “Teen Wolf”, “13 Reasons Why”, “Quem É Você, Alasca?”, “Gatunas” e “The Stand”, além dos filmes “XOXO – A Vida é uma Festa” e “Os Novos Mutantes”, entre outros. O filme conta a história da talentosa pianista Nina (Be), que precisa superar os desafios de lidar com o lúpus, uma doença autoimune que pode atacar qualquer parte do corpo – o rim, no caso da jovem. Durante o tratamento, ela é surpreendida por uma forte conexão com Gabriel (Zaga), um dos médicos da equipe que a atende e que irá ajudá-la a superar suas inseguranças na luta para se apresentar nos palcos junto de uma grande orquestra de São Paulo. “Depois do Universo” tem roteiro e direção de Diego Freitas (“O Segredo de Davi”) e seu elenco também inclui os atores João Miguel, Othon Bastos, Rita Assemany, Leo Bahia, Viviane Araújo, Isabel Fillardis, Adriana Lessa, Denise Del Vecchio e João Côrtes. A estreia foi marcada para o dia 27 de outubro. Henrique Zaga e @giulia passando pra avisar que meu novo filme, Depois do Universo, chega dia 27 de outubro. Agora só falta divulgarem quantos lencinhos são necessários pra assistir ao filme. 🥹❤️‍🩹🤧 pic.twitter.com/4bxRCAf5B2 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 12, 2022

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  • Etc

    Drew Barrymore diz que “sempre vai amar” Justin Long

    12 de setembro de 2022 /

    A atriz e apresentadora Drew Barrymore (“Santa Clarita Diet”) declarou o seu amor eterno ao ex-namorado Justin Long (“Tusk – A Transformação”) no primeiro episódio da 3ª temporada do seu programa de entrevistas, “Drew Barrymore Show”, exibido nesta segunda (12/9) nos EUA. O reencontro do casal foi emocionante. Enquanto conversavam sobre o passado, Long disse: “Adoro que mantivemos nosso amor, porque sei que do meu lado ele nunca irá embora. Eu te amo sempre. Fico feliz que ainda possamos ter isso. Eu quero dizer isso. Eu vou te amar para sempre.” A declaração foi imediatamente retribuída por Barrymore. “Eu sempre vou te amar muito”, disse ela, em meio as lágrimas. “Você foi tão importante para mim. Sinto que passamos por tanta coisa juntos.” Os dois namoraram entre 2007 e 2010, período em que estrelaram juntos as comédias românticas “Ele Não Está Tão a Fim de Você” (2009) e “Amor à Distância” (2010). Embora o relacionamento tenha durado pouco tempo, Barrymore falou que é “muito grata” por Long ter feito parte da sua vida. “Quando costumávamos conversar pelo FaceTime, eu sempre dizia: ‘Sabe, eu realmente cresci, Justin’”, continuou ela. “Eu sempre quis provar a você que eu era uma pessoa diferente de quando namoramos.” Por mais que os dois estejam bem hoje, eles próprios definiram seu relacionamento como um “caos”. “A gente ficava juntos e a gente terminava”, lembrou Barrymore. “Foi muito divertido.” Desde que terminaram, Justin Long já teve um relacionamento com a atriz Amanda Seyfried (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e atualmente está namorando com a atriz Kate Bosworth (“Superman: O Retorno”). Quanto a Barrymore, ela foi casada com o ator Will Kopelman (“Mundo Fashion”) de 2012 a 2016, com quem teve duas filhas, Olive, de nove anos, e Frankie, de oito. A atriz disse que nunca pretende se casar novamente, mas considera que pode voltar a “viver com alguém” algum dia. Assista abaixo um trecho da entrevista de Drew Barrymore com Justin Long.

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  • Filme

    Comédia de George Clooney e Julia Roberts lidera bilheterias no Brasil

    12 de setembro de 2022 /

    A comédia romântica “Ingresso para o Paraíso”, estrelada por George Clooney e Julia Roberts, foi o filme mais visto nos cinemas brasileiros neste fim de semana. O filme, que estreou na quinta-feira (8/9) teve 121 mil espectadores e uma bilheteria de R$ 2,85 milhões, segundo dados da Comscore. De volta às telas num relançamento estendido, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” ficou em 2º lugar. Com 92 mil pagantes para ver alguns minutos de cenas extras, a produção da Sony/Marvel acrescentou R$ 1,76 milhão em sua contabilidade. O terror “Não! Não Olhe” fechou o Top 3 dos mais vistos. Ao todo, quase 488 mil espectadores pagaram ingressos neste fim de semana, superando o recorde negativa da semana passada, de 491 mil pessoas. Isto “consagrou” o fim de semana passado com o pior público de cinema de 2022 no Brasil. Não por acaso, as grandes redes vão promover a “Semana do Cinema” a partir de quinta-feira (14/9), oferecendo descontos em ingressos para tentar atrair o público. Veja o ranking dos títulos mais assistidos nos cinemas brasileiros. 1. “Ingresso para o Paraíso” 2. “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” 3. “Não! Não Olhe!” 4. “Minions 2: A Origem de Gru” 5. “Predestinado: Arigó e o Espírito do Dr. Fritz” 6. “O Lendário Cão Guerreiro” 7. “O Telefone Preto” 8. “Um Lugar Bem Longe Daqui” 9. “Thor: Amor e Trovão” 10. “Pinocchio – O Menino de Madeira”

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  • Etc

    Anna Kendrick fica presa em elevador no Festival de Toronto

    12 de setembro de 2022 /

    A atriz Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) ficou presa num elevador no último domingo (11/9), enquanto participava do Festival Internacional de Cinema de Toronto. O fato foi compartilhado pela própria Kendrick no seu Instagram. “Ah, a clássico desculpa: ‘estou atrasada para este festival de cinema porque tive que ser resgatada de um elevador’ #TIFF22”, brincou a atriz na sua publicação, na qual é possível ver ela e outras pessoas presas no elevador. No vídeo, Kendrick faz piadas, dizendo que é preciso economizar a água, já que eles não sabem quanto tempo vão ficar ali. Em entrevista posterior, a atriz falou sobre o seu senso de humor diante da situação. “Eu não conseguia parar de fazer piadas. Embora, talvez seja um mecanismo de defesa”, disse ela. Eventualmente, um grupo de bombeiros chegou ao local e ajudou as pessoas a saírem pela escotilha no teto do elevador – já que o mesmo estava parado entre dois andares. Até enquanto estava sendo resgatada, Kendrick continuava a fazer piadas, agradecendo por ter usado um vestido longo, já que estava sendo erguida para o teto do elevador. “Eu saí. Alguns adoráveis ​​bombeiros canadenses me fizeram rastejar para fora da escotilha”, lembrou a atriz. “Mas, sim, éramos, tipo, sete de nós em um elevador apenas esperando para ser resgatados pelos bombeiros. Era tão absurdo que isso acontecesse em um festival de cinema que tudo parecia imediatamente cômico.” Kendrick está no Festival de Toronto para promover seu novo trabalho, “Alice, Darling”, que não tem nada de engraçado: o filme conta a história de uma mulher presa, mas em um relacionamento abusivo. A produção independente é o primeiro longa dirigido por Mary Nighy, diretora de séries como “Industry” e “Silent Witness”, e ainda não tem previsão de estreia comercial. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Anna Kendrick (@annakendrick47)

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  • Etc

    Britney Spears não fará mais shows após pai traumatizá-la: “Tentou me matar”

    12 de setembro de 2022 /

    Britney Spears disse que está tão traumatizada pelo que sofreu na tutela do pai que não deve voltar a fazer shows. O desabafo foi publicado no Instagram, mas ela deletou a mensagem logo depois. Segundo a cantora, as experiências de ser forçada a cantar pelo pai a fizeram odiar se apresentar em shows. “Estou tão traumatizada na vida e provavelmente nunca vou performar de novo, só porque sou teimosa e vou provar o meu ponto”, ela afirmou. Entre os exemplos de traumas, ela citou falta de controle criativo – apenas os visuais para a faixa “Work Bitch”, lançada durante o período, agradaram à cantora. Ela também não tinha direito a escolher equipe e se viu forçada a trabalhar com dançarinos com quem brigava. Britney acrescentou não tinha acesso nem às próprias fotos de turnês e ensaios, mesmo que esperasse ansiosamente por meses. O último show de Britney aconteceu em 2017, quando encerrou residência em Las Vegas. Mesmo com o fim da tutela, ele não mencionou planos para apresentações ou turnês, mas lançou a faixa “Hold Me Closer,” com Elton John. Depois de deletar o post, ela publicou outro com um áudio em que diz que reza para que os pais “queimem no inferno”. No áudio, ela lembra quando era criança e teve um cisto no seio. Seus pais fizeram com que ela fizesse um tratamento como se fosse câncer, mas não era. Na visão de Spears, eles “estavam apenas sendo malvados” e ela sentiu “que meu pai estava tentando me matar”. Ao compartilhar a mensagem, a cantora ainda escreveu: “Faz apenas 10 meses que a tutela acabou. Eu não desejaria esse tipo de dor a ninguém! É extremamente difícil pra mim aceitar o fato de que minha família fez isso comigo. Vai ser difícil pelo resto da minha vida. Quanto a minha mãe e meu pai, que sentaram e esconderam café de mim, para eu acordar e me sentir morta e assustada como uma senhora, e me jogaram fora, eu digo isso em voz alta e com orgulho: eu rezo para que vocês queimem no inferno”. Após este novo desabafo, o Instagram inteiro de Britney saiu do ar.

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  • Filme

    Ator de “Euphoria” será Elvis Presley em filme de Sofia Coppola

    12 de setembro de 2022 /

    A cineasta Sofia Coppola (“O Estranho que Nós Amamos”) vai dirigir o filme “Priscilla”, cinebiografia de Priscilla Beaulieu Presley, esposa do cantor Elvis Presley. Baseado no livro “Elvis and Me”, escrito pela própria Priscilla, o filme vai narrar a história da ascensão do Rei do Rock pela visão da esposa, abordando desde o primeiro encontro dos dois até o seu divórcio. “Priscilla” será estrelado por Cailee Spaeny (“Jovens Bruxas: Nova Irmandade”) e Jacob Elordi (“Euphoria”) nos papeis de Priscilla e Elvis, respectivamente. Elordi publicou uma foto de Elvis em uniforme do Exército em seu Instagram para comemorar a escalação, sem dar maiores detalhes. Coppola escreveu o roteiro da adaptação e também será produtora do filme, que será distribuído pelo estúdio indie A24. As filmagens começam nos próximos meses, mas ainda não há previsão de estreia. Essa será a terceira parceria entre a diretora e o estúdio, após os filmes “Bling Ring: A Gangue de Hollywood” (2013) e “On the Rocks” (2020). A história de Elvis e Priscilla Presley foi vista recentemente no filme “Elvis” (2022), dirigido por Baz Luhrmann, que trouxe os atores Austin Butler e Olivia DeJonge nos papéis do casal. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jacob Elordi (@jacobelordi)

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  • Etc,  Série

    Jack Ging, ator de “Esquadrão Classe A”, morre aos 90 anos

    12 de setembro de 2022 /

    O ator Jack Ging, conhecido pelo seu papel como Harlan “Bull” Fulbright na série “Esquadrão Classe A”, morreu na última sexta-feira (9/9), aos 90 anos. Ging morreu de causas naturais na sua casa, na Califórnia, conforme confirmou a sua esposa, Apache Ging, ao site The Hollywood Reporter. Além da participação em oito episódios de “Esquadrão Classe A”, Ging também é conhecido pela sua parceria com Clint Eastwood (“Cry Macho”), tendo atuado ao lado do astro nos filmes “A Marca da Forca” (1968), dirigido por Ted Post, “Perversa Paixão” (1971) e “O Estranho Sem Nome” (1973), ambos dirigidos pelo próprio Eastwood. Jack Lee Ging nasceu em 30 de novembro de 1931, em Alva, Oklahoma. Ele frequentou o internato em Santa Fé, Novo México, e serviu quatro anos no Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA. Depois disso, jogou futebol americano por três temporadas na Universidade de Oklahoma e mais uma temporada na Liga Canadense de Futebol Americano. Inspirado por Tyrone Power (“Testemunha de Acusação”), que também foi membro dos Fuzileiros Navais, Ging resolver tentar a sorte como ator. Ele estudou atuação em Nova York e em 1958 conseguiu seus primeiros papeis, nas séries “The Rough Riders” e “Highway Patrol”, além de ter feito uma participação não-creditada no filme “A Delícia de um Dilema”. Em pouco tempo, Ging começou a se tornar um rosto conhecido na TV, aparecendo em oito episódios de “Mackenzie’s Raiders” (entre 1958 e 1959) e em 14 episódios de “Tales of Wells Fargo” (1961), além de ter feito diversas outras participações esporádicas em outras séries. Ainda que “Tales of Wells Fargo” fosse uma série de sucesso e representasse uma boa exposição para Ging, ele ficou insatisfeito com a sua participação. “Do jeito que acabou, eu estava apenas segurando o cavalo de Dale Robertson [protagonista da série]”, lembrou ele. Ging acabou abandonando a série, o que constituía uma quebra de contrato. Foram necessários algumas negociações para que ele pudesse continuar trabalhando na indústria. Enquanto isso, ele foi para o cinema. Ging estrelou o filme “Surpresas do Destino” (1960), sobre um herói relutante nos últimos dias da Guerra da Coréia, e fez uma participação em “Ecos do Passado” (1960), sobre um sujeito que retorna para sua cidade natal depois de passar seis anos preso. Ainda participou de “Intimidade Perigosa” (1966), “O Homem-Cobra” (1973), “Bolt – O Homem Relâmpago” (1973) e “Die Sister, Die!” (1978), entre outros. De volta à TV, também se destacou na série policial “Mannix” (entre 1968 e 1974) e teve um papel recorrente em “Tempo Quente” (aparecendo em mais de 30 episódios entre 1984 e 1985). Sua participação em “Esquadrão Classe A” foi igualmente recorrente, em episódios exibidos entre 1983 e 1986, e acabou quando seu personagem foi morto. O ator chegou a brincar com isso. “Era uma série para crianças. Eles davam 10 mil tiros de metralhadoras de todos os telhados e jogaram bombas e granadas, mas ninguém nunca foi morto – exceto eu”, contou ele certa vez, rindo. Seu último trabalho como ator foi uma participação na série “De Pernas Pro Ar”, em 1994. Além de atuar, Jack Ging também gostava muito de jogar golfe com outros atores, como Dean Martin (“Um Rally Muito Louco”) e James Garner (“Diário de uma Paixão”).

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  • Série

    “Maldito Rap” é renovada para 2ª temporada

    12 de setembro de 2022 /

    A HBO Max anunciou a renovação de “Maldito Rap” (Rap Sh!t) para sua 2ª temporada. Nova criação de Issa Rae (“Insecure”), a série foi lançada em julho e encerrou a temporada inaugural em 1 de setembro. “Estamos muito felizes por continuar no mundo do ‘Maldito Rap’ por mais uma temporada com essa equipe incrivelmente talentosa”, disse Rae em um comunicado. A trama acompanha duas amigas (Aida Osman e KaMillion) que se reconectam depois de muito tempo e decidem começar um grupo de rap em Miami. Para isso, recebem a ajuda providencial de outra mulher talentosa (Jonica Booth) que aceita dar um rumo aos negócios. Mas enquanto uma quer usar o rap para conscientizar as pessoas e deixar sua marca, a outra está mais disposta a rebolar e ser sensual para vender discos. O impasse rende ótimas discussões sobre o papel das mulheres no rap, sem romper a amizade das duas, especialmente quando a opção é voltar para suas vidas como camareira de hotel e como mãe solteira. Apesar de ser considerada uma obra de ficção, os primeiros episódios da série evocam a trajetória real do grupo de rap City Girls, que ficou conhecido em 2018 por ter uma integrante presa logo depois do lançamento da primeira música. E não se trata de acaso – as rappers Yung Miami e JT, do duo de Miami, são produtoras da atração.

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  • Série

    Emmy 2022: Premiação das melhores séries acontece nesta noite

    12 de setembro de 2022 /

    A Academia de Artes e Ciências Televisivas dos Estados Unidos entrega na noite desta segunda-feira (12/9) os prêmios Emmys, principal premiação da indústria americana de televisão e streaming. A cerimônia acontece no Microsoft Theater, em Los Angeles, com transmissão no Brasil pelo canal pago TNT a partir das 21h do horário de Brasília. Apesar dos prêmios mais esperados estarem concentrados neste evento, a lista de categorias é tão grande que o Emmy é dividido em três noites. Os troféus de categorias técnicas, animações, documentários, especiais de variedades e reality shows já foram, inclusive, entregues na semana passada, quando “Euphoria” e “White Lotus”, da HBO, e “Stranger Things”, da Netflix se destacaram. Cada uma dessas séries levou cinco prêmios, mesma quantidade vencida pela série documental “The Beatles: Get Back”, da Disney+, e o especial “Adele: One Night Only”, da CBS, que não disputam mais troféus. O fenômeno sul-coreano “Round 6”, da Netflix, apareceu em seguida, com quatro vitórias, inclusive de atuação para Lee You-mi, que viveu Ji-yeong, a jogadora 240, e se tornou a primeira artista sul-coreana a vencer o Emmy de Melhor Atriz Convidada de Série de Drama. Há grande expectativa sobre o desempenho de “Round 6” nesta noite, que já fez História como a primeira produção em língua não inglesa indicada na categoria de Melhor Série de Drama. A atração sul-coreana da Netflix é uma das que soma o maior número de indicações, disputando ainda 8 prêmios nesta noite. Outras produções com grande quantidade de indicações são “Succession” com 12, “White Lotus” com 11, “Only Murders in the Building” com 10, “Dopesick” com 9 e “Ted Lasso” com 8. A cerimônia será comandada pelo ator Keenan Thompson, ex-integrante do humorístico “Saturday Night Live”. Confira abaixo a lista dos indicados e dos que já venceram os prêmios distribuídos na semana passada no Emmy.   INDICADOS Melhor Série de Drama “Better Call Saul” (AMC) “Euphoria” (HBO) “Ozark” (Netflix) “Severance” (Apple TV+) “Succession” (HBO) “Round 6” (Netflix) “Stranger Things” (Netflix) “Yellowjackets” (Showtime) ​ Melhor Atriz em Série de Drama Jodie Comer, “Killing Eve” Laura Linney, “Ozark” Melanie Lynskey, “Yellowjackets” Sandra Oh, “Killing Eve” Reese Witherspoon, “The Morning Show” Zendaya, “Euphoria” Melhor Ator em Série de Drama Jason Bateman, “Ozark” Adam Scott, “Severance” Brian Cox, “Succession” Lee Jung-jae, “Round 6” Bob Odenkirk, “Better Call Saul” Jeremy Strong, “Succession” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Patricia Arquette, “Severance” Julia Garner, “Ozark” Jung Ho-yeon, “Round 6” Christina Ricci, “Yellowjackets” Rhea Seehorn, “Better Call Saul” J. Smith-Cameron, “Succession” Sarah Snook, “Succession” Sydney Sweeney, “Euphoria” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Nicholas Braun, “Succession” Billy Crudup, “The Morning Show” Kieran Culkin, “Succession” Park Hae-soo, “Round 6” Matthew Macfadyen, “Succession” John Turturro, “Severance” Christopher Walken, “Severance” Oh Yeong-su, “Round 6” Melhor Direção em Série de Drama Jason Bateman, “Ozark” (Episódio A Hard Way To Go) Ben Stiller, “Ruptura” (Episódio The We We Are) Hwang Dong-hyuk, “Round 6” (Episódio Red Light, Green Light) Mark Mylod, “Succession” (Episódio All The Bells Say) Cathy Yan, “Succession” (Episódio The Disruption) Lorene Scafaria, “Succession” (Episódio Too Much Birthday) Karyn Kusama, “Yellowjackets” (Episódio Piloto) Melhor Roteiro em Série de Drama Thomas Schnauz, “Better Call Saul” (Episódio Plan And Execution) Chris Mundy, “Ozark” (Episódio A Hard Way To Go) Dan Erickson, “Ruptura” (Episódio The We We Are) Hwang Dong-hyuk, “Round 6” (Episódio One Lucky Day) Jesse Armstrong, “Succession” (Episódio All The Bells Say) Jonathan Lisco, Ashley Lyle e Bart Nickerson, “Yellowjackets” (Episódio F Sharp) Ashley Lyle e Bart Nickerson, “Yellowjackets” (Episódio Piloto) Melhor Série de Comédia “Abbott Elementary” (ABC) “Barry” (HBO) “Curb Your Enthusiasm” (HBO) “Hacks” (HBO) “Maravilhosa Sra. Maisel” (Amazon Prime Video) “Only Murders in the Building” (Hulu) “Ted Lasso” (Apple TV+) “What We Do in the Shadows” (FX) Melhor Atriz em Série de Comédia Rachel Brosnahan, “Maravilhosa Sra. Maisel” Quinta Brunson, “Abbott Elementary” Kaley Cuoco, “The Flight Attendant” Elle Fanning, “The Great” Issa Rae, “Insecure” Jean Smart, “Hacks” Melhor Ator em Série de Comédia Donald Glover, “Atlanta” Bill Hader, “Barry” Nicholas Hoult, “The Great” Steve Martin, “Only Murders in the Building” Martin Short, “Only Murders in the Building” Jason Sudeikis, “Ted Lasso” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein, “The Marvelous Mrs. Maisel” Hannah Einbinder, “Hacks” Janelle James, “Abbott Elementary” Kate McKinnon, “Saturday Night Live” Sarah Niles, “Ted Lasso” Sheryl Lee Ralph, “Abbott Elementary” Juno Temple, “Ted Lasso” Hannah Waddingham, “Ted Lasso” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Donald Glover, “Atlanta” Bill Hader, “Barry” Nicholas Hoult, “The Great” Steve Martin, “Only Murders in the Building” Martin Short, “Only Murders in the Building” Jason Sudeikis, “Ted Lasso” Melhor Direção em Série de Comédia Hiro Murai, “Atlanta” (Episódio New Jazz) Bill Hader, “Barry” (Episódio 710N) Lucia Aniello, “Hacks” (Episódio There Will Be Blood) Mary Lou Belli, “The Ms. Pat Show” (Episódio Baby Daddy Groundhog Day) Cherien Dabis, “Only Murders In The Building” (Episódio The Boy From 6B) Jamie Babbit, “Only Murders In The Building” (Episódio True Crime) MJ Delaney, “Ted Lasso” (Episódio No Weddings And A Funeral) Melhor Roteiro em Série de Comédia Quinta Brunson, “Abbott Elementary” (Episódio Piloto) Duffy Boudreau, “Barry” (Episódio 710N) Alec Berg e Bill Hader, “Barry” (Episódio starting now) Lucia Aniello, Paul W. Downs e Jen Statsky, “Hacks” (Episódio The One, The Only) Steve Martin e John Hoffman, “Only Murders In The Building” (Episódio True Crime) Jane Becker, “Ted Lasso” (Episódio No Weddings And A Funeral) Sarah Naftalis, “What We Do In The Shadows” (Episódio The Casino) Stefani Robinson, “What We Do In The Shadows” (Episódio The Wellness Center) Melhor Minissérie ou Série de Antologia “Dopesick” “The Dropout” “Inventing Anna” “Pam and Tommy” “The White Lotus” Melhor Atriz em Minissérie ou Antologia Toni Collette, “A Escada” Julia Garner, “Inventando Anna” Lily James, “Pam and Tommy” Sarah Paulson, “Impeachment: American Crime Story” Margaret Qualley, “Maid” Amanda Seyfried, “The Dropout” Melhor Ator em Minissérie ou Antologia Colin Firth, “The Staircase” Andrew Garfield, “Under the Banner of Heaven” Oscar Issac, “Scenes from a Marriage” Michael Keaton, “Dopesick” Himesh Patel, “Station Eleven” Sebastian Stan, “Pam and Tommy” Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Connie Britton, “The White Lotus” Jennifer Coolidge, “The White Lotus” Alexandra Daddario, “The White Lotus” Kaitlyn Dever, “Dopesick” Natasha Rothwell, “The White Lotus” Sydney Sweeney, “The White Lotus” Mare Winningham, “Dopesick” Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Murray Bartlett, “The White Lotus” Jake Lacy, “The White Lotus” Will Poulter, “Dopesick” Seth Rogen, “Pam & Tommy” Peter Sarsgaard, “Dopesick” Michael Stuhlbarg, “Dopesick” Steve Zahn, “The White Lotus” Melhor Direção em Minissérie ou Telefilme Danny Strong, “Dopesick” (Episódio The People vs. Purdue Pharma) Michael Showalter, “The Dropout” (Episódio Green Juice) Francesca Gregorini, “The Dropout” (Episódio Iron Sisters) John Wells, “Maid” (Episódio Sky Blue) Hiro Murai, “Estação Onze” (Episódio Wheel Of Fire) Mike White, “The White Lotus” Melhor Roteiro em Minissérie ou Telefilme Danny Strong, “Dopesick “(Episódio The People vs. Purdue Pharma) Elizabeth Meriwether, “The Dropout” (Episódio I’m In A Hurry) Sarah Burgess, “Impeachment: American Crime Story” (Episódio Man Handled) Molly Smith Metzler, “Maid” (Episódio Snaps) Patrick Somerville, “Estação Onze” (Unbroken Circle) Mike White, “The White Lotus” Melhor Série de Esquetes “A Black Lady Sketch Show” “Saturday Night Live” Melhor Talk Show “The Daily Show with Trevor Noah” “Jimmy Kimmel Live!” “Last Week Tonight with John Oliver” “Late Night with Seth Meyers” “The Late Show with Stephen Colbert” Melhor Reality de Competição “The Amazing Race” “Lizzo’s Watch out for the Big Girls” “Nailed It” “Rupaul’s Drag Race” “Top Chef”   VENCEDORES Melhor Ator Convidado em Série de Drama Colman Domingo (“Euphoria – Ruminations: Big and Little Bullys”) Melhor Atriz Convidada em Série de Drama Lee You-mi (“Round 6 – Gganbu”) Melhor Ator Convidado em Série de Comédia Nathan Lane (“Only Murders in the Building – The Boy From 6B”) Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia Laurie Metcalf (“Hacks – Trust The Process”) Melhor Ator em Série Curta de Comédia ou Drama Tim Robinson )”I Think You Should Leave with Tim Robinson”) Melhor Atriz em Série Curta de Comédia ou Drama Patricia Clarkson (“State of the Union”) Melhor Elenco para Série de Drama “Succession” Melhor Elenco para Série de Comédia “Abbott Elementary” Melhor Elenco para Série Limitada, Antologia ou Telefilme “The White Lotus” Melhor Figurino de Série de Época “The Great – Five Days” Melhor Figurino de Série Contemporânea “Hacks – The Captain’s Wife” Melhor Figurino de Série de Fantasia/Ficção-Científica “What We Do in the Shadows – The Wellness Center” Melhores Cabelos para Séries de Época e/ou Personagem “Bridgerton – O Visconde que me Amava” Melhor Edição de Imagem para Série de Comédia Multi-Câmera “How I Met Your Father – Timing is Everything” (Hulu) Melhor Coreografia para Programa Roteirizado Ryan Heffington (“Euphoria – Call Me Irresponsible/Holding Out For a Hero/Cheerleader”) Melhor Mixagem de Som para Série Limitada, Antologia ou Telefilme “The White Lotus – Departures” Melhor Mixagem de Som para Série de Comédia ou Drama (Meia-Hora) “Only Murders in the Building – The Boy From 6B” Melhor Mixagem de Som para Série de Comédia ou Drama (Uma Hora) “Stranger Things – Chapter Seven: The Massacre At Hawkins” Melhor Fotografia para Série de Câmera Única (Meia Hora) “Atlanta – Three Slaps” Melhor Fotografia para Série de Câmera Única (Uma Hora) “Euphoria – The Theater And Its Double” Melhores Efeitos Visuais Especiais em uma Temporada ou Telefilme “O Livro de Boba Fett” Melhor Efeitos Visuais Especiais em um único Episódio “Round 6 – VIPs” Melhor Coordenação de Dublês para Série de Comédia ou Variedades Wade Allen (“Barry”) Melhor Coordenação de Dublês para Séries de Drama, Séries Limitadas ou Antologia ou Telefilme Hiro Koda (“Stranger Things”) Melhor Performance de Dublês “Round 6 – Stick To the Team” Melhor Maquiagem para Série de Época e/ou Personagem (Sem Próteses) “Pam & Tommy – Jane Fonda” Melhor Maquiagem Contemporânea (Sem Prótese) “Euphoria – The Theater And Its Double” Melhor Maquiagem com Prótese “Stranger Things – Chapter Four: Dear Billy” Melhor Design de Produção para Série de Época ou Fantasia (Uma Hora) “A Idade Dourada – Never the New” Melhor Design de Produção para Série Contemporânea (Uma Hora) “Round 6 – Gganbu” Melhor Design de Produção para Série de Comédia (Meia Hora) “Only Murders in the Building – True Crime” Melhor Edição de Imagem para Série de Drama “Euphoria – The Theater And Its Double” Melhor Edição de Imagem para Série de Comédia “Barry – Starting Now” Melhor Edição de Imagem para Série Limitada, Antologia ou Telefilme “The White Lotus – Mysterious Monkeys” Melhor Design de Abertura de Série “Severance” Melhor Design de Movimento “Home Before Dark” Melhor Música e Letra Originais Cinco Paul pela música “Corn Puddin” (“Schmigadoon! – Schmigadoon!”) Melhor Composição Musical para Série Limitada ou Antologia, Telefilme ou Especial Cristobal Tapia de Veer (“The White Lotus – Mysterious Monkey”) Melhor Supervisão Musical Nora Felder (“Stranger Things – Chapter Four: Dear Billy”) Melhor Edição de Som para Séries de Comédia ou Drama (Uma Hora) “Stranger Things – Chapter Seven: the Massacre At Hawkins Lab”) Melhor Edição de Som para Série de Comédia ou Drama (Meia-Hora) “Barry – Starting Now” Melhor Edição de Som para Série Limitada ou Antologia, Telefilme ou Especial “Cavaleiro da Lua – Gods And Monsters” Melhor Composição Musical de Série Theodore Shapiro (“Severance – We We Are”) Melhor Tema Musical Original de Abertura Cristobal Tapia de Veer (“The White Lotus”) Melhor Penteado Contemporâneo “Impeachment: American Crime Story – Assassination of Monica Lewinsky” Melhor Fotografia para Série Limitada, Antologia ou Telefilme Cecco Varese (“Dopesick – Breakthrough Pain”) Melhor Fotografia para Série Multi-Câmera Gary Baum (“How I Met Your Father – Pilot”) Melhor Telefilme “Tico e Teco: Defensores da Lei” Melhor Programa de Animação “Arcane – When These Walls Come Tumbling Down” Melhor Elenco de Reality Show “Love on the Spectrum” Melhor Desempenho de Voz de Personagens Chadwick Boseman (“What If…? – What If… T’Challa Became A Star-Lord?”) Melhor Coreografia de Programação de Variedades ou Reality Show Parris Goebel (“Savage X Fenty Show Vol. 3”) Melhor Fotografia de Programa de Não-Ficção Mike Prickett e Laurent Pujol (“100 Foot Wave – Chapter IV – Dancing With God”) Melhor Fotografia de Reality Show Danny...

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    Carla Diaz revela fotos da continuação de “A Menina Que Matou os Pais”

    12 de setembro de 2022 /

    A atriz Carla Diaz e a Galeria Distribuidora publicaram nesta segunda (12/9) nas redes sociais as primeiras fotos do novo filme em que vive a assassina Suzane von Richthofen. O longa também ganhou título oficial. Vai se chamar “A Menina Que Matou os Pais – A Confissão”, e acompanhará Suzane, Daniel e Cristian Cravinhos nos dias após o crime e a investigação que terminou na prisão dos responsáveis. “O filme vem para atender aos inúmeros pedidos do público em conhecer os passos dos três acusados após o crime, além dos bastidores da investigação que culminou na prisão dos envolvidos”, descreveu Carla na rede social. A informação de que haveria um terceiro filme, após o sucesso de “A Menina Que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, já era conhecida desde maio. As filmagens começaram há um mês, mas Carla só confirmou mesmo no último domingo (11/9), em uma entrevista ao podcast “PodDelas” no Rock in Rio. Dirigidas por Maurício Eça, as duas produções lançadas pela Amazon Prime Video foram estreladas por Carla Diaz como Suzane von Richtofen e Leonardo Bittencourt como Daniel Cravinhos. Os filmes contam como o casal se envolveu e planejou a morte dos pais dela em 2002, com a ajuda do irmão do rapaz, Cristian (Allan Souza Lima). Escrito por Ilana Casoy e Raphael Montes (de “Bom Dia, Verônica”), o roteiro foi baseado nos depoimentos dos réus durante o julgamento, em 2006. Cada um dos filmes trouxe o ponto de vista de um dos condenados. Sobre o novo longa-metragem, o diretor Mauricio Eça disse: “‘Confissão’ é um filme direto e cru, um thriller psicológico que você já sabe como acaba, mas não imagina como tudo aconteceu. Se passa durante oito dias muito intensos onde as verdades de cada personagem vão vindo à tona”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Carla Diaz (@carladiaz) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Galeria Distribuidora (@galeriadistribuidora)

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  • Filme

    Novo filme de Harry Styles é aplaudido de pé em Toronto

    12 de setembro de 2022 /

    O drama “My Policeman”, em que o cantor Harry Styles vive seu primeiro personagem gay, foi aplaudido de pé no Festival de Toronto na noite de domingo (11/9). A reação só não foi maior porque Styles, o principal alvo da ovação, precisou sair logo em seguida para pegar um avião e continuar a sua turnê musical mundial. Antes disso, porém, Styles e o restante do elenco receberam um prêmio especial do Festival. O cantor/ator também teve a oportunidade de falar com a imprensa sobre o seu papel e sobre as temáticas abordadas no filme, como “amor e liberdade e a busca por essas coisas”. Na sessão de perguntas e respostas da première, Styles comentou que se sentiu “muito sortudo” por trabalhar com Emma Corrin (a princesa Diana de “The Crown”) e David Dawson (o rei Alfred de “The Last Kingdom”) nas sequências de intimidade e discussões. Ele revelou que os três se tornaram muito amigos fora das telas. “Ter uma base de amizade real fora dos personagens obviamente (ajuda) nas cenas de amizade: não requer muita atuação”, disse Styles. “E então, nas cenas mais intensas, há muita confiança e segurança. Tudo isso se beneficia de uma conexão real com as pessoas com quem você trabalha.” “Eu acho que a coisa mais bonita sobre essa história é que todos os personagens têm algumas qualidades muito boas, e eles também têm algumas falhas que esperamos não ter, mas, como humanos, todos nós temos”, disse ele. “E eu acho que, em diferentes pontos da história, você é capaz de ver pedaços de si mesmo e, às vezes, talvez não suas partes favoritas em diferentes personagens. E acho que é por isso que meio que ressoou tanto comigo.” Adaptação do romance homônimo de Bethan Roberts, o filme se passa no final dos anos 1990, quando a chegada do idoso inválido Patrick na casa do casal Marion e Tom desencadeia uma exploração de eventos de 40 anos atrás: a relação apaixonada entre Tom e Patrick em um momento em que a homossexualidade era ilegal no Reino Unido. Styles interpreta a versão jovem de Tom, durante os flashbacks da narrativa. “Para mim, a razão pela qual a história é tão devastadora é que, em última análise, toda a história é sobre perda de tempo, e acho que perda de tempo é a coisa mais devastadora”, disse ele. “Porque é a única coisa que não podemos controlar”, continuou ele. “É a única coisa que você não pode ter de volta. E acho que a única coisa que eu acho que importa – qualquer que seja o tipo de vida que você viveu – no final, quando você pensa no tempo que passou com as pessoas que ama.” Por sua vez, o diretor Michael Grandage (“O Mestre dos Gênios”), ele próprio um homem gay que cresceu na época em que o filme se passa, expressou a sua gratidão pelo progresso feito na luta pelos direitos LGBTQIAP+, mas também disse que “ainda há espaço para mais debate”, numa alusão às recentes ameaças contra o casamento gay e à implementação de uma legislação anti-trans nos EUA. “Eu espero que [o filme] alerte as pessoas, que até eduque as pessoas e, certamente, que lembre as pessoas de que, se você deixar isso se tornar frágil e deixar que isso retroceda, esse é o resultado. Você chega em um lugar onde as pessoas não podem ser elas mesmas e não podem ser livres”, disse ele. O elenco do filme ainda conta com Linus Roache (“Homeland”), Gina McKee (“Os Bórgias”) e Rupert Everett (“O Casamento do Meu Melhor Amigo”) como as versões maduras dos protagonistas. “My Policeman” terá lançamento limitado nos cinemas dos EUA antes de chegar em todo mundo pela plataforma Prime Video, da Amazon, em 4 de novembro. Veja os aplausos para o elenco e equipe do filme no Festival de Toronto. Harry Styles being introduced at TIFF during the premier of My Policeman#TIFF22 pic.twitter.com/z0zpeIBt9f — HSFilms (@hsfiImography) September 11, 2022

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  • Série

    Ellen Pompeo sobre afastamento de “Grey’s Anatomy”: “Ficará bem sem mim”

    12 de setembro de 2022 /

    A atriz Ellen Pompeo, a Meredith Grey da série médica “Grey’s Anatomy”, falou pela primeira vez a respeito do seu afastamento da vindoura 19º temporada. Em entrevista ao site Deadline durante o evento D23, Pompeo disse que a série “vai ficar bem sem mim”. Pompeo aproveitou para confirmar que embora o público não a veja em todos os episódios, eles vão escutá-la, já que “eu ainda vou fazer a narração.” No início de agosto, a protagonista e produtora de “Grey’s Anatomy” anunciou que iria diminuir a sua participação para se dedicar a outro projeto. O projeto em questão é uma minissérie do serviço de streaming Hulu, criada por Katie Robbins (roteirista de “The Affair”), que vai contar a história do casal Kristine Barnett (papel de Pompeo) e Michael, acusados de abandonar a filha adotiva, Natalia, em 2013, quando a menina tinha apenas 9 anos de idade. Porém, foi constatado depois que Natalia era uma mulher adulta, natural de Ucrânia, que sofria de nanismo e se disfarçava de criança. “Vou colocar o mesmo coração e paixão nisso”, disse Pompeo, referindo-se ao novo projeto. E ela deve voltar para “Grey’s Anatomy” assim que acabarem as filmagens da série, podendo assim participar do final da temporada. “Eu estarei de volta em ‘Grey’s’ para o final, e veremos se podemos continuar”, disse ela. “Sempre vou fazer parte dessa série – sou produtora executiva dessa série, passei duas décadas da minha carreira nessa série, é meu coração e minha alma, e eu nunca terei realmente ido embora enquanto essa série estiver no ar.” Diante da ausência de Pompeo, a 19ª temporada de “Grey’s Anatomy” será focada no time de personagens coadjuvantes, formando por Chandra Wilson (Bailey), Kevin McKidd (Owen), Kim Raver (Teddy), Atticus Lincoln (Chris), James Pickens Jr. (Webber), Camilla Luddington (Jo Wilson), Caterina Scorsone (Beth Whitman), Kelly McCreary (Maggie Pierce), Jake Borelli (Levi Schmitt) e Anthony Hill (Winston Ndugu). Além destes, a série também vai ganhar o reforço dos novos médicos residentes do hospital Grey-Sloan Memorial, interpretados por Niko Therho (“Sweetbitter”), Adelaide Kane (“SEAL Team”), Midori Francis (“Dash & Lily”), Harry Shum Jr. (“Shadowhunters – Caçadores de Sombras”) e Alexis Floyd (“Inventando Anna”). Falando sobre as novas adições ao elenco, Pompeo disse que “estamos realmente tentando estabelecer a próxima geração. Estou muito empolgada por eles – são ótimos atores. Eles estão muito animados por estarem lá e empolgados para contar essas histórias. Isso ajuda a todos nós que estamos lá desde o início – ajuda a manter a série nova e fresca, por isso somos muito gratos a eles.” A 19ª temporada de “Grey’s Anatomy” estreia em 6 de outubro no canal americano ABC. No Brasil, a série é exibida no canal Sony. Temporadas anteriores de “Grey’s Anatomy” também podem ser vistas nos serviços de streaming Prime Video, Globoplay e Star+. Já a minissérie de Pompeo ainda não tem previsão de estreia. Ellen Pompeo says “I’ll never truly be gone as long as that show (#GreysAnatomy) is on the air” #D23Expo pic.twitter.com/1i8Oof2EcD — Deadline Hollywood (@DEADLINE) September 9, 2022 Ellen Pompeo on passing the baton to the next generation on #GreysAnatomy #D23Expo pic.twitter.com/rUMyoN5o7v — Deadline Hollywood (@DEADLINE) September 9, 2022

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  • Etc,  Filme

    Alain Tanner, pioneiro do cinema engajado, morre aos 92 anos

    11 de setembro de 2022 /

    O cineasta Alain Tanner, pioneiro do cinema engajado e cineasta suíço mais premiado e reconhecido no exterior, morreu neste domingo (11/9) aos 92 anos. Contemporâneo da nouvelle vague francesa, Tanner é creditado como um dos principais responsáveis por lançar a new wave cinematográfica da Suíça. Ele começou a chamar atenção com seus curtas nos anos 1960 – um deles premiado no Festival de Veneza – antes de abalar estruturas com a estreia em longa-metragem, “O Último a Rir”, em 1969. História de um empresário que decide abandonar o capitalismo para viver à margem da sociedade, o filme venceu o Leopardo de Ouro no Festival de Locarno. Logo em seguida, foi premiado no Festival de Berlim com o triângulo de “A Salamandra” (1971), o mais próximo que chegou da nouvelle vague. Mas a partir daí sua obra se tornou cada vez mais politizada, numa ruptura que o alinhou a Costa-Gavras (“Z”) e ao Cinema Novo brasileiro. Em “Amantes no Meio do Mundo” (1974), questionou a xenofobia dos políticos suíços. E em “Jonas Que Terá Vinte e Cinco Anos no Ano 2000” (1976), possivelmente seu filme mais conhecido entre os cinéfilos nacionais, apresentou uma utopia imaginada por jovens contestadores. Ele conquistou o Prêmio do Júri no Festival de Cannes com “A Anos-Luz”, história metafórica sobre um homem que afirmava ter aprendido a voar com dicas dos pássaros. Então, em 1983 descobriu a “luz branca” que passou a definir a relação de Lisboa com o cinema, no clássico “A Cidade Branca”. Os portugueses adoram este filme, que venceu o César (o Oscar francês) de Melhor Filme Estrangeiro em Francês. Quinze anos depois, Tanner voltou a filmar Lisboa em “Réquiem – Um Encontro com Fernando Pessoa” (1998), baseado na obra do escritor italiano Antonio Tabucchi, em que busca entender o que constitui a identidade do povo português. Também retomou os personagens de “Jonas que Terá Vinte e Cinco Anos no Ano 2000” na sequência “Jonas e Lila, até Amanhã” (1999), em que o protagonista chega aos 25 na véspera do novo milênio, desiludido e sem os ideais de outrora. Depois de diversos filmes, encerrou a carreira em 2012 num pequeno filme para televisão, integrado numa série de obras comemorativas do aniversário de 300 anos de nascimento do filósofo Jean-Jacques Rousseau. Em 2010, recebeu um prêmio pelas realizações da carreira no Festival de Locarno, ocasião em que refletiu sobre sua trajetória, dizendo que chegara a hora de descansar, depois de tanto lutar.

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