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28 de setembro de 2026
  • Filme,  Música

    Bodied: Comédia de batalhas de rap produzida por Eminem ganha trailer para maiores

    13 de outubro de 2018 /

    O estúdio indie Neon divulgou os pôsteres e os trailers de “Bodied”, filme do premiado diretor de clipes Joseph Khan (Taylor Swift, Lady Gaga, Eminem, etc), que tem produção de Eminem. O tema, por sinal, lembra o filme que marcou a carreira do rapper, “8 Mile”, acompanhando um jovem branco com cara de nerd (Calum Worthy, de “American Vandal”) no submundo das batalhas de rap. Em versões Red (para maiores) e Green (censura livre), os trailers mostram que, ao contrário de “8 Mile”, “Bodied” aposta mais nos elementos de comédia ao explorar a cultura freestyle das rimas ofensivas. Há várias piadas focadas em racismo. O elenco também inclui Anthony Michael Hall (“O Vidente”/”Dead Zone”), Jackie Long (“ATL: O Som do Gueto”), Shoniqua Shandai (“Sierra Burgess É uma Loser”), Rory Uphold (“HelLA”) e Charlamagne Tha God (“Empire”). “Bodied” teve première no Festival de Sundance e surpreendeu ao vencer a mostra Midnight Madness, geralmente voltada a produções de terror, eleito pelo público como o Melhor Filme da seção em 2018. Com lançamento limitado marcado para 2 de novembro nos cinemas dos Estados Unidos, o filme poderá ser visto em todo mundo pelo YouTube Premium a partir de 28 de novembro.

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  • Música,  Série

    História do grupo de rap Wu-Tang Clan vai virar série

    13 de outubro de 2018 /

    A história de um dos maiores grupos de rap vai virar série. A plataforma Hulu encomendou a produção de “Wu-Tang: An American Saga”, série limitada de 10 episódios que vai acompanhar a trajetória, do surgimento à dispersão, do fenômeno Wu-Tang Clan. Desenvolvida em parceria por um dos fundadores do Wu-Tang Clan, The RZA, e pelo roteirista Alex Tse (“Watchmen: O Filme” e “Superfly”), com produção da Imagine Television, a atração vai se passar no começo dos anos 1990 em Nova York e mostrar como Bobby Diggs (The RZA) conseguiu unir uma dezena de jovens de personalidades distintas, que se encontram divididos entre a música e o crime, para dar origem a uma das mais improváveis histórias de sucesso do rap. A série terá produção de outro membros do grupo, Method Man, e contará com Ghostface Killa, Inspectah Deck, Masta Killa e GZA, bem como herdeiros de Ol ‘Dirty Bastard, como consultores. “Sou fã do Wu-Tang desde meados dos anos 1990 e reconheci rapidamente o quanto o Wu-Tang e The RZA eram significativos para o mundo da música e da cultura hip-hop. Ao longo dos anos, conheci RZA e ficou claro que ele é a alma e o contador de histórias do Wu-Tang”, disse o produtor Brian Grazer, sócio do cineasta Ron Howard na produtora Imagine. “Trabalhar com RZA e Alex Tse nesta série tem sido um dos momentos favoritos da minha carreira e a Hulu é a parceira perfeita para levar essa história a um público global.” Reverenciado pela forma como juntou hip-hop e paixão pelo kung fu clássico em seu disco de estreia, criando um som distinto e inigualável, Wu-Tang Clan se tornou um dos grupos mais influentes do hip-hop. Lançou cinco álbuns de ouro e platina e vendeu 40 milhões de discos em todo o mundo, além de render carreiras individuais bem-sucedidas para a maioria de seus integrantes. “Wu-Tang: An American Saga” será a segunda série musical da Imagine, que produz “Empire” na Fox. A produtora também é responsável pelas séries de maior sucesso do canal pago National Geographic, “Genius” e “Mars”. Relembre abaixo meia-duzia hits do grupo.

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  • Filme,  Música

    Criador de Cara Gente Branca vai filmar cinebiografia de Sylvia Robinson, a “Mãe do Hip-Hop”

    13 de outubro de 2018 /

    O diretor Justin Simien, responsável pelo filme e a série “Cara Gente Branca” (Dear White People), vai filmar uma cinebiografia da cantora e empresária musical Sylvia Robinson, conhecida como “Mãe do Hip-Hop”. Como cantora de R&B, Robinson foi responsável por dois grandes sucessos: “Love Is Strange”, hit de 1957 que ela lançou como integrante da dupla Mickey & Sylvia, e “Pillow Talk”, um funk de 1973 que estourou sua carreira solo. Mas seu lugar de destaque na história da música se deve mais ao fato de ter fundado com o marido Joe Robinson a Sugar Hill Records, gravadora que mudou a História da Música em 1979 com o lançamento do single “Rapper’s Delight”, do grupo Sugarhill Gang, o primeiro lançamento de um novo gênero musical: nada menos que o rap. Ela própria compôs e produziu a canção. A Sugar Hill Records também lançou “The Adventures of Grandmaster Flash on the Wheels of Steel” (1981), de Grandmaster Flash, primeira música criada totalmente por DJ e considerada primeiro lançamento autêntico de hip-hop, “The Message” (1982), de Grandmaster Flash & The Furious Five, primeiro rap consciente, com letra focada em problemas sociais em vez de festas, e “White Lines” (1983), de Grandmaster Melle Mel, primeiro rap a falar de drogas que também fez História por seu clipe, o primeiro da carreira do jovem Spike Lee. Sylvia morreu de insuficiência cardíaca em 2011, ao 75 anos. Os direitos para a produção de um filme baseado em sua vida foram adquiridos em 2014 pela produtora Paula Wagner, parceira de Tom Cruise durante muitos anos. O roteiro começou a ser escrito naquela época. É assinado por Malcolm Spellman, Carlito Rodriguez e Tracy Oliver. Os dois primeiros são produtores-roteiristas da série musical “Empire”, enquanto a terceira assinou a comédia de sucesso “Viagem das Garotas”. O filme vai se focar mais na relação de Robinson com o surgimento do rap, mostrando como ela se tornou um magnata da música depois de gravar “Rapper’s Delight”, em 1979. A produção tem sinergia dentro da WarnerMedia. O filme é iniciativa do estúdio Warner Bros, do mesmo conglomerado da Rhino Records, gravadora especializada em clássicos que comprou o catálogo da Sugar Hill nos anos 1990. Ou seja, os direitos musicais são da própria Warner. Relembre abaixo as músicas da época

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  • Música,  Série

    Série Genius pode retratar a vida da cantora Aretha Franklin

    13 de outubro de 2018 /

    A 3ª temporada da série “Genius” pode retratar a vida de Aretha Franklin, que morreu em agosto deste ano aos 76 anos. Originalmente, a produção trabalhava com a ideia de abordar a escritora Mary Shelley, após destacar Albert Einstein e Pablo Picasso nas duas primeiras temporadas. Mas, de acordo com o site Deadline, a história de Shelley seria deixada para o futuro. Vale reparar que a criadora de “Frankenstein” acaba de render uma cinebiografia estrelada por Elle Fanning. Eleita a “maior cantora de todos os tempos” pela revista Rolling Stone e capa da revista Time em 1968, ela foi a primeira mulher a entrar para o Rock & Roll Hall of Fame e suas inúmeras conquistas incluem 18 Grammys, mais de 75 milhões de discos vendidos e convites para cantar na posse de três presidentes americanos — incluindo Barack Obama, em 2009 – e no funeral de Martin Luther King Jr. – aos 18 anos de idade. Algumas de suas músicas se tornaram hinos, como “Respect”, uma canção machista de Otis Redding que ela virou do avesso e transformou em marco da luta pelos direitos civis dos negros norte-americanos. Apesar disso, existem muitos obstáculos para a materialização de uma temporada de “Genius” centrada em Aretha Franklin, como a garantia dos direitos necessários, junto à sua família e junto às gravadoras de suas músicas. Mas, ainda segundo o Deadline, os produtores estão otimistas e avançando no desenvolvimento dos roteiros. A 1ª temporada de “Genius”, que trouxe Geoffrey Rush como Albert Einstein, teve a maior estreia de uma série do canal pago National Geographic, atraindo mais de 45 milhões de espectadores em todo o mundo. A série ganhou dez indicações ao Emmy, uma indicação ao Globo de Ouro e uma indicação ao prêmio SAG. A 2ª temporada, em que Antonio Banderas viveu Pablo Picasso, recebeu cinco indicações ao Emmy, mas críticas menos positivas – de 83% de aprovação, caiu para 53% no segundo ano, na média do site Rotten Tomatoes. Criada por Kenneth Biller (que também criou “Perception” e “Legend of the Seeker”) e Noah Pink (roteirista de “Esta é a Sua Morte”), a série tem produção do cineasta Ron Howard (“Han Solo”). Ainda não há previsão para a estreia da 3ª temporada.

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  • Filme,  Música

    Thom Yorke divulga nova música fantasmagórica da trilha de Suspiria

    12 de outubro de 2018 /

    O músico Thom Yorke, da banda Radiohead, divulgou a terceira faixa da trilha de “Suspiria”, sua estreia como compositor de cinema. Intitulada “Volk”, é a primeira das faixas completamente instrumental. A divulgação foi feita no YouTube, e assim como as anteriores conta com um vídeo criado a partir de cenas do longa, tratadas com efeitos e animadas por Ruffmercy (diretor de clipes de Run The Jewels e Lily Allen). A nova música reforça o clima hipnótico e fantasmagórico da trilha, reminiscente tanto do krautrock do fim dos anos 1960 quanto da psicodelia tardia da trilha da obra original de Dario Argento – cultuadíssima, por sinal – composta pela banda italiana de rock progressivo Goblin em 1977. Durante o Festival de Veneza, Yorke explicou que queria evocar um tom de encantamento, como nas recitações de feitiços. Com esse trabalho, ele segue os passos de seu companheiro de banda, o guitarrista Jonny Greenwood, que foi indicado ao Oscar 2018 pela trilha de “Trama Fantasma”. O álbum da trilha sonora do novo “Suspiria” será lançado em 26 de outubro, mesmo dia em que o filme estreia nos cinemas americanos. “Suspiria” ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Aproveite e recorde abaixo as outras duas músicas anteriormente divulgadas.

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  • Filme,  Música

    Figurino de Bohemian Rhapsody, filme sobre a banda Queen, vai ganhar exposição no Brasil

    12 de outubro de 2018 /

    Para divulgar o lançamento de “Bohemian Rhapsody”, a Fox Film Brasil organizou uma exposição com réplicas de figurinos do filme, que conta a trajetória da banda Queen. A exposição, que em São Paulo acontece inicialmente entre os dias 16 e 29 de outubro, no Conjunto Nacional, é pequenina e só contempla as roupas do cantor Freddie Mercury. São quatro figurinos completos, com roupas e acessórios. Em seguida, as peças serão expostas no Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre. Integram a exposição réplicas dos figurinos usados pelo cantor em shows importantes como o “Live Aid”, no estádio Wembley, em Londres, e o show da turnê “A Kind of Magic” em Paris. Neste último, Freddie entrou no palco usando calça de couro branca, uma coroa, cetro e um manto vermelho que pesava mais de 10 quilos. Este show aconteceu em 1986 e o figurino é um dos destaques da exposição. Já o figurino do “Live Aid”, concerto em prol da erradicação da fome na Etiópia, que aconteceu em 1985, é composto por uma camiseta branca, calças jeans, pulseira e cinto de couro. Os outros dois figurinos são uma blusa de cetim plissado e calça branca, e um macacão de lantejoulas prateadas. A blusa de cetim branca formava ‘asas’ quando Freddie abria os braços e foi usada no lançamento do álbum “Queen II”, em março de 1974, em uma apresentação em Londres. Já o macacão de lantejoulas foi o figurino do show “Live at the Madison Square Garden”, que aconteceu em 2 de dezembro de 1977, em Nova York. O filme, que mostra desde a formação da banda Queen até seis anos antes da morte de Freddie Mercury, traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o icônico cantor, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Participam ainda Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, em meio a uma crise de bastidores, a produção teve dois diretores, Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e Dexter Fletcher (“Voando Alto”). A estreia vai acontecer em 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme,  Música

    Baterista do Lynyrd Skynyrd vence sobreviventes da banda pelo direito de contar sua história no cinema

    12 de outubro de 2018 /

    O filme sobre o acidente aéreo de 1977 que matou os integrantes da banda Lynyrd Skynyrd foi liberado pela justiça americana, após uma liminar do ano passado impedir sua distribuição. Os herdeiros e alguns dos sobreviventes tentaram impedir a produção da cinebiografia da banda de rock, “Street Survivors: The True Story of the Lynyrd Skynyrd Plane Crash”. Isto porque os sobreviventes fizeram um “juramento de sangue” de nunca mais usar o nome Lynyrd Skynyrd para evitar evocar a tragédia, e esse juramento já foi considerado um contrato verbal por um tribunal, que impediu o lançamento de um álbum ao vivo dos membros remanescentes com o nome de Lynyrd Skynyrd em 1987. Entretanto, de acordo com a sentença, o ex-baterista Artimus Pyle tem o direito de contar sua história, apesar da objeção de outros integrantes do banda, conhecida por sucessos como “Sweet Home Alabama” e “Free Bird”. Lynyrd Skynyrd surgiu em 1973 e emplacou diversos clássicos do rock. Em outubro de 1977, no auge da carreira, a banda embarcou num pequeno avião modelo Convair 240, fabricado em 1947, que acabou caindo. O acidente matou o cantor Ronnie Van Zant e o guitarrista Steve Gaines, além da backing vocal Cassie Gaines (irmã de Steve), o road manager Dean Kilpatrick, o piloto Walter MacCreary e o co-piloto William Gray. 20 pessoas sobreviveram ao acidente, incluindo Pyle. O filme foi baseado em parte nas experiências de Pyle, que se juntou ao Lynyrd Skynyrd como baterista em 1975 e escapou com vida do desastre aéreo. Outros guardiões do legado de Lynyrd Skynyrd, incluindo a viúva do cantor Ronnie Van Zant, Judith Van Zant Jenness, o membro fundador Gary Rossington, além de representantes dos ex-membros Allen Collins e Steve Gaines, tentaram impedir a exibição do filme. O filme é uma produção independente, dirigida por Jared Cohn (“A Vizinhança Assombrada”), especialista em filmes de terror de baixíssimo orçamento para o mercado de DVDs, que também assina o roteiro. O título da produção usa o nome do álbum “Street Survivors”, que a banda tinha lançado três dias antes da tragédia e trazia os músicos, de forma premonitória, em meio à chamas (imagem acima).

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  • Música

    Baixista do Fall Out Boy vira motorista de Uber no novo clipe da banda Weezer

    11 de outubro de 2018 /

    A banda Weezer lançou o clipe e “Can’t Knock the Hustle”, que segue a linha do mais recente, o cover de “Africa”, com protagonista convidado. Desta vez, o vídeo traz outro músico, Pete Wentz (baixista do Fall Out Boy), como um motorista de Uber que conduz um casal apaixonado. E o que acontece dentro do carro é quase um curta de comédia bizarra. O casal parece que vai transar no banco de trás, de tantos amassos e agarrões, mas é uma relação fetichista, para repulsa do motorista que desaprova aquele comportamento. Tudo muda bruscamente quando o celular da mulher toca com mensagens de outro homem – Rivers (o Bibliotecário Quente) Cuomo, líder do Weezer – e o clima esquenta em outro sentido, com discussões igualmente intensas, que incluem um garfo erguido. Uma freiada se encarrega de espalhar sangue por toda a parte. Em desespero, a mulher pede para o motorista levá-los a um hospital, esquece da briga e retoma a beijação, que agora é sanguinária, a ponto de nem reparar no fim da viagem. É preciso que o motorista grite mais alto que a música para eles irem embora. Ao final, ainda há uma sátira aos clipes que andam embutindo publicidade em seu conteúdo. A direção é de Guy Blelloch, que até então só tinha feito clipes de rap, e o casal apaixonado são a modelo francesa Romane Récalde e o YouTuber Krispyshorts (James Ryan Ohliger), que já namoraram na vida real. “Can’t Knock the Hustle” é o primeiro single da era “Black Album”, dando sequência a outro costume – antigo e conhecido – de identificar os discos da banda por cores. Ainda não há data de lançamento para o álbum.

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  • Música

    Camila Cabello namora Dylan Sprouse no clipe de Consequences

    11 de outubro de 2018 /

    A cantora Camila Cabello divulgou seu novo clipe, feito para a música “Consequences”, em que contracena com o ator Dylan Sprouse (“Zack & Cody: Gêmeos à Bordo”). Dirigido por Dave Meyers, com quem Camila gravou o premiado clipe de “Havana” (vencedor do MTV Video Music Awards), a obra tem clima outonal, inspirada por pinturas impressionistas francesas. Traz a cantora passeando num parque, onde relembra os momentos felizes ao lado do ex-namorado representado por Sprouse. As lembranças surgem como elementos fantasmagóricos, evocando um passado que se evapora, enquanto as cenas românticas (com direito a beijo) mudam para discussões entre o casal. A transformação do relacionamento ilustra a parte da letra que recorda que ficar junto tinha consequências. Ao final, o fantasma do passado conforta a Camila do presente, numa referência dickensiana sobre mudar de direção para seguir em frente. No fundo, os efeitos visuais ilustram uma mensagem de empoderamento, de que nenhum homem vale sofrimento. Nem o bonitinho do Dylan Sprouse – que de cabelo curto ficou a cara do irmão Cole Sprouse (o Jughead, de “Riverdale”). Em 24 horas de divulgação, o vídeo chegou a quase 3 milhões de visualizações no YouTube. Camila apresentou a música ao vivo pela primeira vez na noite de quarta (10/10), durante a premiação do American Music Awards, e poucas horas depois encarou uma viagem de avião até o Brasil, onde desembarcou na manhã desta quinta-feira (11/10) para fazer quatro shows.

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  • Filme,  Música

    Bohemian Rhapsody: Filme sobre a banda Queen terá exibição em estádio no Brasil

    10 de outubro de 2018 /

    O filme “Bohemian Rhapsody”, biografia da banda Queen, terá uma sessão especial em estádio no Brasil. A Fox Film anunciou que o filme será exibido no estádio Allianz Parque Hall, em São Paulo, no dia 30 de outubro. Trata-se da área destinada a shows para público entre 5 mil e 11 mil pessoas, que fica atrás de um dos gols do estádio, entre as traves e a arquibancada – isto é, não inclui o gramado. 4 mil espectadores serão admitidos no evento, divididos entre três setores. A exibição do filme será seguida por shows de Frejat e da banda Malta, que tocarão homenagens ao Queen. Os ingressos para o evento já estão a venda no site oficial e saem entre R$120 e R$180 (inteiras), de acordo com os setores. A iniciativa lembra que os shows do Queen costumavam lotar estádios, como o próprio filme buscou registrar. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como Freddie Mercury, e acompanha a evolução de sua banda, dos primeiros ensaios ao sucesso no Live Aid. O elenco também destaca Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Participam ainda Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, em meio a uma crise de bastidores, a produção teve dois diretores, Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e Dexter Fletcher (“Voando Alto”). A estreia nos cinemas brasileiros vai acontecer em 1 de novembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos e dois dias após a première em estádio.

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  • Música

    Barbra Streisand lança clipe poderoso com música contra Trump

    9 de outubro de 2018 /

    A multitalentosa Barbra Streisand retomou a carreira musical e também a função de diretora com o lançamento do clipe de “Don’t Lie to Me”. O vídeo é uma colagem de imagens poderosas, que denunciam as mentiras do governo de Donald Trump, em meio a imagens de devastação do meio-ambiente, racismo, protestos políticos e escândalos saídos dos noticiários, inclusive a investigação contra o presidente conduzida pelo Departamento de Justiça. “Don’t Lie to Me” faz parte do próximo álbum de estúdio de Streisand, intitulado “Walls”, que tem previsão de lançamento para 2 de novembro. A atriz e cantora afirmou, em entrevista à revista Billboard, que todo o disco está carregado de mensagens políticas. “Eu já escrevi alguns artigos sobre isso. Essa pessoa [Trump] não tem educação, insulta todo mundo, zomba de pessoas com deficiências. As novas músicas são sobre isso, porque no que mais eu poderia estar pensando neste momento?”, disse. Diretora de três longas de ficção e quatro documentários, Barbra Streisand tem dois Oscars na carreira: Melhor Atriz por “Funny Girl: A Garota Genial” (1968) e Melhor Canção Original por “Evergreen”, da trilha de “Nasce uma Estrela” (1976).

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  • Filme,  Música

    Trailer de documentário do RBD tem até Lula tocando guitarra com a banda mexicana

    8 de outubro de 2018 /

    O ex-produtor do RBD, Pedro Damían, postou em suas redes sociais o trailer de um documentário sobre o grupo musical da novela “Rebelde”. O filme será lançado em dezembro, 10 anos após o último show do sexteto, realizado em Madri. Como é possível ver no trailer, o documentário, produzido com a ajuda de Pedro, contará a trajetória da banda mexicana formada por Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chávez, Christopher Uckermann, Dulce María, e Maite Perroni, que ganharam o mundo por meio da novela “Rebelde”. Entre as imagens, é possível ver como seu sucesso impactou o Brasil, com direito a cenas do então presidente Lula brincando de tocar guitarra com os integrantes do grupo. Com a divulgação, a hashtag #DocuRBD ocupou os destaques do Trending Topics no twitter. E olha que já faz 14 anos que a novela “Rebelde” foi exibida originalmente na Televisa, no México. No Brasil, o grupo ficou conhecido quando o SBT passou a exibir as três temporadas do fenômeno latino. O sucesso foi tão grande, que até rendeu um remake brasileiro. O documentário é um projeto antigo do produtor, que afirma ter mais de 300 horas de cenas inéditas, com imagens de shows, bastidores e entrevistas dos Menudos dos anos 2000.

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  • Filme,  Música

    Lady Gaga canta soul em novo clipe da trilha de Nasce uma Estrela

    8 de outubro de 2018 /

    Lady Gaga divulgou um novo clipe da trilha de “Nasce uma Estrela”. Desta vez, trata-se da música “Look What I Found”. O vídeo começa com uma cena em que a personagem da atriz cantarola a melodia da canção para Bradley Cooper em um restaurante, e logo a cena passa para um estúdio de gravação, onde um piano passa acompanhar a cantora. Aos poucos, novos instrumentos são incluídos na base, inclusive sopros de metal, resultado num soul grandioso. Só faltou o coral gospel e uma intérprete clássica do gênero. Definitivamente, uma ótima música e nada parecida com o repertório tradicional de Lady Gaga, numa gravação que remete mais a Carla Thomas e ao soul da Stax. Em “Nasce Uma Estrela”, Lady Gaga interpreta uma cantora iniciante que ganha uma chance de se tornar conhecida com o apoio de um músico veterano (Cooper), com quem se envolve. Mas quando ela passa a fazer sucesso, ele entra em decadência, vítima do alcoolismo, que atrapalha até o romance com a nova estrela. Além de marcar a estreia da cantora como atriz de cinema, o filme também é o primeiro dirigido por Bradley Cooper, além da quarta versão desta história de 81 anos levada às telas. O lançamento está marcado para quinta-feira (11/10) no Brasil.

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