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Música

Oruam chora em retorno surpresa aos palcos após habeas corpus

Rapper apareceu no Baile da Penha três dias depois de derrubar última ordem de prisão e cantou “10 Minutos de Freestyle”

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Música

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Música

Taylor Swift relança álbum com músicas inéditas e clipe com Colin Farrell

Edição “Encore” de “The Life of a Showgirl” traz quatro faixas novas, com estreia do vídeo de “Patient Zero” no VMA

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25 de setembro de 2026
  • Música

    Machine Gun Kelly e Megan Fox se beijam em novo clipe de rock

    30 de setembro de 2020 /

    O roqueiro e ator Machine Gun Kelly (“The Dirt”) lançou um novo clipe em que aparece ao lado da nova e famosa namorada, a atriz Megan Fox (“Tartarugas Ninja”). O vídeo de “Drunk Face” tem até uma cena em que os dois se beijam. Ela também aparece pintando as unhas do cantor, frequentando bastidores de show e andando de jato particular com ele. Antes dessa exposição pública de afeto, Megan Fox tinha estrelado o clipe de “Bloody Valentine”, que foi lançado quando o relacionamento ainda era um rumor – e na mesma semana em que atriz encerrou seu casamento de dez anos com o também ator Brian Austin Green (de “Barrados no Baile”). O novo casal teria se formado durante a filmagem de um longa, intitulado “Midnight in the Switchgrass”, que marca a estreia na direção do produtor Randall Emmett (de “O Irlandês”). O filme ainda está inédito, mas o romance segue dando frutos.

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  • Música

    Vin Diesel lança carreira musical

    30 de setembro de 2020 /

    O que começou como brincadeira continua não sendo levado à sério, mas Vin Diesel realmente virou cantor com o lançamento de seu primeiro single, “Feel Like I Do”. Quem acompanha a carreira do ator deve lembrar que ele tem o costume de postar vídeos cantando em suas redes sociais. Em 2013, por exemplo, postou um vídeo cantarolando “Stay”, hit de Rihanna, para homenagear a companheira Paloma Jimenez. Mas o passatempo começou a ser levado a sério em 2015, quando fez uma participação vocal no mega-hit “See You Again”, de Wiz Khalifa, faixa de “Velozes e Furiosos 7”, num tributo ao colega Paul Walker durante participação no VMA, da MTV. Entretanto, foi o DJ norueguês Kygo quem decidiu gravar a voz grave e rouca do fortão do cinema, até então mais celebrada por dizer “I’m Groot” nos filmes dos “Guardiões da Galáxia”. Em 2017, Kygo registrou a primeira brincadeira séria de Diesel no microfone, lançando uma versão alternativa de “It Ain’t Me” que juntava o ator e Selena Gomez. O resultado não foi um desastre e deixou Diesel mais a vontade para tentar cantar sozinho, o que aconteceu agora num lançamento da gravadora de Kygo. A faixa foi revelada pela primeira vez durante uma participação do ator no programa da cantora Kelly Clarkson. Assim como as músicas do DJ norueguês, o estilo é uma balada pop eletrônica, com sintetizadores e vocal com afinação alterada. A decisão de gravar e lançar a música foi culpa da pandemia. Sem poder filmar, Diesel foi atrás de Kygo para tirar do armário sua paixão enrustida pela carreira musical. “Em um ano em que normalmente estaria no set de um filme, tive outra saída criativa, outra maneira de compartilhar meu coração com vocês”, ele explicou no “Kelly Clarkson Show”. Veja abaixo.

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  • Filme,  Música

    Zendaya vai viver a cantora Ronnie Spector no cinema

    29 de setembro de 2020 /

    A cantora Zendaya está em negociações avançadas para viver a cantora Ronnie Spector, líder do grupo vocal feminino Ronettes, em uma cinebiografia produzida pelos estúdios A24 e New Regency. A própria Spector escolheu pessoalmente a atriz vencedora do Emmy por “Euphoria” para retratá-la. As duas também vão compartilhar a produção do filme, junto com Marc Platt, que atualmente está produzindo as adaptações para o cinema de “A Pequena Sereia” e “Wicked”. O filme será baseado na autobiografia “Be My Baby”, que Spector escreveu com Vince Waldron, e as negociações com Zendaya acontecem antes mesmo do roteiro começar a ser escrito. Segundo o site da revista Variety, também há negociações paralelas com a vencedora do Pulitzer, Jackie Sibblies Drury, para assinar a adaptação. Refletindo a autobiografia, o filme dará ênfase ao início da carreira da cantora, particularmente à formação do grupo Ronettes, o sucesso comercial com o hit “Be My Baby” e o envolvimento com o produtor Phil Spector, com quem Ronnie acabou se casando. Mas também deverá mostrar o divórcio e a batalha da cantora para recuperar os direitos de suas músicas. Zendaya será visto a seguir na superprodução sci-fi “Duna”, com Timothée Chalamet, e “Malcom & Marie”, drama indie que ela filmou ao lado de John David Washington durante a quarentena – e que foi recentemente vendido para a Netflix por US$ 30 milhões. Relembre abaixo dois grandes hits das Ronettes, com Ronnie ao centro.

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  • Filme,  Música

    Filme inspirado pela vida de Céline Dion ganha primeiro trailer

    28 de setembro de 2020 /

    A Gaumont divulgou o pôster e o trailer de “Aline”, um drama musical francês inspirado pela vida da cantora Céline Dion. O filme tem roteiro, direção e é estrelado pela estrela francesa Valerie Lemercier (“50 São os Novos 30”). Ela interpreta a Aline do título, uma cantora fictícia que tem uma vida bastante parecida com a de Céline Dion. A trama acompanha a artista desde a infância no Canadá, na região do Quebec durante a década de 1960, passa por sua transformação em cantora nos anos 1980 e segue até seu estrelado, enfatizando seu romance e seu casamento com o empresário bem mais velho que a descobriu. Na vida real, Céline se casou com o homem que a descobriu e apostou tudo no seu sucesso, René Angélil, falecido em 2016. A estreia está marcada para 18 de novembro na França.

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  • Filme,  Música

    Billie Eilish vai ganhar documentário na Apple TV+. Veja o teaser

    28 de setembro de 2020 /

    A cantora Billie Eilish vai ganhar um documentário. Intitulado “Billie Eilish: The World’s a Little Blurry” (O mundo está meio borrado), a produção ganhou seu primeiro teaser, que revela que será lançada em fevereiro de 2021 pela plataforma Apple TV+. Não há muitos detalhes sobre o projeto, que terá direção de R.J. Cutler, responsável pelo filme “Se Eu Ficar” (2014) e vencedor do Emmy pelo reality “American High” (2000). O documentário acontece durante a melhor fase da carreira de Billie Eilish, que venceu múltiplos prêmios no Grammy 2020, se apresentou no Oscar e gravou o tema do novo filme de James Bond, “007 – Sem Tempo para Morrer”.

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  • Música

    Veja o clipe de Travis Scott lançado em IMAX com o filme Tenet

    26 de setembro de 2020 /

    O rapper Travis Scott disponibilizou no YouTube o clipe de “Franchise”, que foi lançado nos cinemas IMAX antes das sessões de “Tenet” nos EUA. A conexão se deve ao fato de Scott ter contribuído com uma música inédita (“The Plan”) para o filme de Christopher Nolan. Dirigido pelo próprio rapper em parceria com White Trash Tyler, após o último assinar um documentário sobre Scott para a Netflix (“Travis Scott: Voando Alto”), o vídeo também tem participações de Young Thug e da sumida M.I.A. A narrativa abraça o rap ostentação e explora o endosso a um produto fictício, enquanto a letra bate recorde de citações a marcas como Nike, Sprite, Kawasaki, Google, Kodak, etc. Scott ainda cita textualmente diretores e filmes, e grava cenas que remetem à “Humble.”, de Kendrick Lamarr, e ao terror “Midsommar” (a roupa literalmente florida de M.I.A.). Ao final, “Franchise” tanto pode ser visto como uma crítica à transformação dos clipes em comerciais publicitários de marcas aleatórias quanto seu oposto, uma apologia ao business acima de tudo, levada adiante pelo rapper que virou McLanche Feliz (The Travis Scott Meal). “Bangers in the system, it’s that”. Confira abaixo e tire suas conclusões.

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  • Música

    Zayn lança clipe após virar papai

    26 de setembro de 2020 /

    O cantor Zayn Malik lançou o clipe de “Better”, música romântica sobre a superação de um coração partido. Com tema e falseto de música sertaneja, batida de hip-hop e refrão de R&B, a gravação segue a tendência do pop genérico atual, que além de não diferenciar muito os estilos de seus intérpretes também confunde os gêneros, trazendo um pouco de tudo ao mesmo tempo para agradar o maior número de fãs possível. O vídeo dirigido por Ryan Hope, que fez muitos comerciais da Prada, remete a ensaio de moda, com o cantor britânico mostrando as tatuagens e o abdômen definido, enquanto veste um terno de grife com cara de quem se leva a sério. Revelado na sexta (25/9), dois dias após o nascimento da primeira filha do artista com a modelo Gigi Hadid, o clipe de “Better” também é o primeiro trabalho do ex-One Direction em 2020, e faz parte do repertório de seu vindouro terceiro álbum-solo. O disco anterior, “Icarus Falls” foi lançado em 2017 com nada menos que 27 faixas, mais duas músicas bônus, e foi um estrondoso fracasso comercial.

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  • Música

    Jennifer Lopez e Maluma vivem romance criminal em dois clipes

    26 de setembro de 2020 /

    Jennifer Lopez lançou dois clipes com participação de Maluma, em que os dois esbanjam sensualidade como um casal. Mas o romance não termina bem. O primeiro, “Pa Ti”, é pura ostentação, com mansão, carrões e negócios bilionários. Só que a casa cai no segundo, “Lonely”, quando o FBI acorda o casal e leva J-Lo para a prisão. Os negócios, aparentemente, eram ilícitos. E para piorar Maluna, de 26 anos, tinha uma paixão de mentirinha pela cantora com o dobro de sua idade, revelando-se um agente infiltrado para levantar seus crimes. A historinha serve para mostrar a química da dupla, que será vista a seguir vivendo um casal na comédia “Marry Me”, estreia de Maluma como ator de cinema. No longa, dirigido por Kat Coiro (“Disque Amiga para Matar”), o romance também não dá certo. Já os clipes cantados em espanhol e inglês, repletos de “product placements” (propaganda escancarada de produtos), foram dirigidos por Jessy Terrero, parceiro frequente de Maluma – que inclusive registrou dois duetos do cantor colombiano com Anitta.

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  • Filme,  Música

    Juliette Gréco (1927 – 2020)

    23 de setembro de 2020 /

    A cantora e atriz francesa Juliette Gréco, musa do existencialismo, morreu nesta quarta feira (23/9) aos 93 anos, em sua casa em Ramatuelle, na França. Ela foi símbolo de resistência, mas também ícone da moda, uma artista que simbolizou o “radical chique” da boemia parisiense. Foi grande amiga do casal formado pelo filósofo Jean-Paul Sartre e a escritora feminista Simone de Beauvoir, e também amante da lenda do jazz Miles Davis e do poderoso produtor de Hollywood Darryl F. Zanuck. Sua rebelião começou na adolescência e lhe rendeu prisão, com apenas 16 anos, pela Gestapo, a polícia nazista, durante a ocupação alemã da França. Ela tomou o lugar da mãe e da irmã mais velha na Resistência Francesa, após as duas serem enviadas a um campo de concentração, e lutou pela libertação de seu país. Presa, só foi poupada dos campos de concentração e da deportação para a Alemanha por causa de sua idade. Mas suas experiências de guerra selaram uma aliança vitalícia com as causas da esquerda política. Após a guerra, ela virou cantora e passou a se apresentar nos chamados cafés existencialistas da época. Seus shows e presença marcante na noite parisiense foram imortalizados por alguns dos fotógrafos mais famosos de todos os tempos, como Robert Doisneau e Henri Cartier-Bresson, que transformaram seu look entristecido, sempre de roupas pretas, em modelo para a juventude beatnik. Ela também foi uma das primeiras mulheres a usar camisetas no dia-a-dia, numa época em que o visual era identificado como masculino. Juntava-se a isso um voz sombria, que a tornava a intérprete perfeita das canções de “fossa” compostas por Jacques Prévert (“Je Suis Comme Je Suis”, “Les Feuiles Mortes”), Jacques Brel (“Ça va la Diable”), Leo Ferré (“La Rue”) e, nos anos 1960, Serge Gainsbourg (“La Javanaise”). Mas até Jean-Paul Sartre e o escritor Albert Camus escreveram letras para ela cantar. Em 1952, ela veio pela primeira vez ao Brasil, apresentando-se no Rio de Janeiro, numa turnê que deveria durar 15 dias. Mas ela se apaixonou pelo país e não queria mais ir embora. Ficou meses e chegou a considerar o casamento com um amante brasileiro. Sua carreira, porém, só decolou para valer dois depois, quando foi convidada a se apresentar na sala de concertos Olympia de Paris – então o templo da música popular francesa. Paralelamente, Gréco também se lançou como atriz, convidada pelos amigos cineastas e intelectuais para pequenos papéis, como em “Orfeu” (1950), de Jean Cocteau, e “Estranhas Coisas de Paris” (1956), de Jean Renoir, entre muitos outros filmes. Até que a indústria cinematográfica francesa passou a vê-la como protagonista, escalando-a como estrela de filmes como “Quando Leres Esta Carta” (1953) e “Rapto de Mulheres” (1956). Logo, ela começou a ser cortejada por Hollywood. Ou, mais especificamente, cortejada por Darryl F. Zanuck, o chefão da 20th Century Fox, que a importou para o filme “E Agora Brilha o Sol” (1957), de Henry King, superprodução com um dos elencos mais grandiosos da época – Tyrone Power, Ava Gardner, Errol Flynn, Mel Ferrer, etc. Juliette Gréco acabou promovida a protagonista de Hollywood em seu filme seguinte, “Raízes do Céu” (1958). Ela aparecia seminua no pôster, envolta numa toalha e com Errol Flynn, o grande machão do cinema americano, prostrado a seus pés. Zanuck apostava em consagrá-la, mas o filme enfrentou um grande problema de bastidores. Rodado na África equatorial, ficou mais conhecido pelas bebedeiras de Errol Flynn, pelo surto de malária que afligiu o elenco e pela ausências do diretor John Huston, que preferia caçar a seguir cronograma de filmagens. Foi um desastre e a produção teve que ser finalizada num estúdio em Paris, com a maioria dos atores febris. Para completar, Zanuck ainda decidiu realizar sua montagem em Londres, para ficar próximo de Gréco, enquanto ela fazia sua estreia no cinema britânico, no thriller “Redemoinho de Paixões” (1959). O próprio Zanuck escreveu o filme seguinte de sua musa, a adaptação de “Tragédia num Espelho” (1960), em que ela foi dirigida por Richard Fleischer e contracenou com Orson Welles. Fleischer também a comandou em “A Grande Cartada” (1961), mas sua carreira hollywoodiana não foi o sucesso esperado. Contratada como atriz, ninguém esperava que ela cantasse em seus filmes, e isso pode ter lhe frustrado. Não por acaso, o maior clássico de cinema de sua carreira foi uma produção em que interpretou a si mesma, cantando em inglês a música-título de “Bom Dia, Tristeza”, numa pequena cena do famoso filme estrelado por Jean Seberg em 1958. Ela acabou voltando para a França, onde estrelou mais alguns filmes. Mas foi uma minissérie francesa que lhe deu seu maior reconhecimento como atriz: “Belphegor – O Fantasma do Louvre”, um mistério sobrenatural de 1965 sobre um fantasma que assombrava o museu do Louvre. Gréco ainda atuou na superprodução “A Noite dos Generais” (1968), um suspense passado durante a 2ª Guerra Mundial e estrelado por Peter O’Toole e Omar Sharif, e na comédia “Le Far-West” (1973), escrita, dirigida e protagonizada por seu colega cantor Jacques Brel, antes de se afastar do cinema por um quarto de século. Sua carreira nas telas só foi retomada em 2001 por conta de uma homenagem, ao ser convidada a figurar rapidamente numa nova versão de sua célebre minissérie, lançada no cinema com o título de “O Fantasma do Louvre” e com Sophie Marceau em seu papel original. Depois disso, ela ainda estrelou um último filme, o alemão “Jedermanns Fest”, ao lado de Klaus Maria Brandauer no ano seguinte. No período em que se afastou das telas, a artista priorizou a música. Em 1981 foi praticamente expulsa do Chile, então sob a ditadura de Augusto Pinochet, por cantar canções censuradas pelo regime militar. Apesar de muitos amantes conhecidos, entre homens e até mulheres famosas, ela também foi uma esposa dedicada. Casou-se três vezes: brevemente em 1953 com o ator Philippe Lemaire, com quem teve uma filha (Laurence-Marie, falecida em 2016), depois, com o famoso ator Michel Piccoli entre 1966 e 1977 e, por fim, vivia desde 1988 com o pianista e compositor Gérard Jouannest, que co-escreveu algumas das melhores canções de Jacques Brel, incluindo “Ne Me Quitte Pas”. Ela seguiu cantando até os 89 anos, quando sua carreira foi encerrada por um derrame. A causa da morte não foi divulgada.

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  • Música

    Sepultura lança clipe ambientalista contra devastação da Amazônia

    20 de setembro de 2020 /

    A banda Sepultura voltou às suas raízes (ou “roots bloody roots”) com o lançamento do clipe de “Guardians of the Earth”, música que integra o novo álbum “Quadra”, lançado em fevereiro passado. O vídeo dirigido por Raul Machado (que trabalhou com Anitta) a partir de imagens cedidas por ONGs, retoma a célebre temática amazônica do álbum “Roots” (1996), último disco da formação clássica, ao juntar uma letra de temática ambientalista com imagens da devastação da floresta, queimadas e povos indígenas. Mas o som é completamente diferente, resultado da mudança de integrantes, mais progressivo que tribal. “Quadra” é o 15º álbum do Sepultura, que na formação atual conta com Derrick Green nos vocais, Andreas Kisser na guitarra, Paulo Jr. no baixo e Eloy Casagrande na bateria e percussão.

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  • Música

    Justin Bieber lança clipe dramático com atriz da série Star

    18 de setembro de 2020 /

    O cantor Justin Bieber lançou o clipe de “Holy”, que é praticamente um curta cinematográfico. Assinado por Colin Tilley (parceiro do cantor desde 2010), o vídeo de “Holy” traz Bieber como um operário da indústria petrolífera que perde o emprego quando a fábrica fecha e vê seus planos de casar com uma enfermeira, vivida por Ryan Destiny (a Alexandra Crane da série “Star”), naufragarem. Para completar, o casal é despejado por atrasar o aluguel. Sem teto e sem rumo, o clipe não vira uma desgraceira completa porque um bom samaritano em uniforme militar, vivido por Wilmer Valderrama (Nick Torres em “NCIS”), resolve acolher os dois jovens e alimentá-los em sua casa. O clima de depressão econômica, registrado em tom sépia, é bastante dramático, e combina com a melodia da balada triste, inspirada em clássicos da música soul. Mas a música só ganha vida realmente quando Chance the Rapper interrompe a choradeira com versos velozes e furiosos – em que cita até o grande “esquerdista” Lionel Messi. Confira.

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    Anitta lança clipe da parceria com Cardi B, gravado em Salvador

    18 de setembro de 2020 /

    Anitta lançou o clipe de sua parceria com a rapper americana Cardi B. Gravado no Pelourinho, em Salvador, o vídeo de “Me Gusta” traz as duas entre percussão afro e modelos brasileiras, desfilando nas ruas e numa passarela improvisada, enquanto cantam em inglês e espanhol, acompanhadas pelo porto-riquenho Myke Towers. Quem conhece Cardi B pelos hits “WAP”, “Money” e “I Like It” pode se espantar por sua desenvoltura em espanhol. Mas ela nasceu no caldeirão cultural do Bronx, em Nova York, filha de pais caribenhos. Ela também já se mostrou fã de funk brasileiro, tendo compartilhado vídeos cantando hits do gênero nas redes sociais. Mas a verdade é que Cardi B não veio ao Brasil. Sua participação foi virtual, inserida por efeito especial. Ficou bem convincente. A música tem produção de Rafa Dias e Wallace Carvalho, integrantes do grupo baiano Attooxxa, enquanto o vídeo foi dirigido pelo americano Daniel Russell, que já trabalhou com Cardi B anteriormente – além de Justin Timberlake, SZA, Missy Elliott, Normani e Khalid.

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    Lady Gaga lança clipe delirante com direção de Tarsem Singh

    18 de setembro de 2020 /

    Lady Gaga voltou à música dançante com o lançamento de “911”. A música segue a tendência atual do revival nu disco (pode chamar de electropop), num resgate do som consagrado na cena house francesa dos anos 1990, que deixou o underground para ter em Dua Lipa um de suas maiores representantes. Melhor que a música é o clipe, literalmente delirante, dirigido por um especialista neste tipo de produção, o cineasta indiano Tarsem Singh, voltando a seus dias de “A Cela” (2000) e “Dublê de Anjo” (2006). Repleto de cenas surreais, com figurino audacioso e muita abstração, o vídeo evoca imagens oníricas, que, ao final, revelam vir de uma intersecção entre o consciente e o inconsciente da cantora. Quando a cantoria termina, Lady Gaga troca os tons melódicos pelos gritos e a câmera revela cenas de um acidente de trânsito. Ela acorda cercada de paramédicos e, aos poucos, encontra os elementos “reais” que inspiraram seu devaneio, entre cartazes de festival de cinema armênio, transeuntes aleatórios, emblemas médicos, luzes piscantes, outdoor com propagandas turísticas – e com direito a publicidade descarada de uma certa marca de equipamentos eletrônicos. Por curiosidade, a exposição das “pistas” segue um padrão de filme de suspense do estilo “whodunit” – como a cena final de “Os Suspeitos” (1995). Música e acompanhamento visual seriam inspirados por um remédio antipsicótico que a cantora toma para não surtar. “911” é o terceiro e melhor single de “Chromatica”, sexto álbum da cantora, lançado em maio passado.

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