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Música

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26 de maio de 2026
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    Black Is King: Trailer revela novo álbum visual de Beyoncé

    28 de junho de 2020 /

    Uma semana depois de revelar seu novo single “Black Parade”, Beyoncé aprontou mais uma surpresa. Ela vai lançar um filme na plataforma Disney+ (Disney Plus). Intitulado “Black Is King”, a produção ganhou um trailer que já movimentou as redes sociais. O projeto é uma coleção de clipes como “Lemonade”, o “álbum visual” exibido na HBO. As imagens do trailer de pouco mais de um minuto mostram um conceito que combina ancestralidade africana e ficção científica, com muitas cores e situações misteriosas, além de coreografias e um esboço de narrativa sobre um reino místico. O lançamento está marcado para 31 de julho, cerca de um ano depois da estreia de “O Rei Leão”, que aproximou a cantora da Disney. A data não é casual. O filme está em produção há um ano. E, em comunicado, a Disney e a Parkwood Entertainment, empresa de Beyoncé, informam que ele irá reimaginar as lições do “Rei Leão” para os “jovens reis e rainhas de hoje em busca de suas próprias coroas”. “Black Is King” homenageará “as viagens das famílias negras ao longo do tempo” em uma história “sobre a jornada transcendente de um jovem rei através de traição, amor e identidade própria. Seus ancestrais o ajudam a guiá-lo para seu destino, por meio dos ensinamentos de seu pai e apoio de seu amor de infância, ele ganha as virtudes necessárias para recuperar sua casa e trono”, diz a sinopse, ecoando literalmente a trama de “O Rei Leão”. Tem mais. “‘Black Is King’ é uma afirmação de grande realização, com visuais exuberantes que celebram a resiliência e a cultura negra. O filme destaca a beleza da tradição e a excelência negra”. A produção é baseado nas músicas de “The Lion King: The Gift”, disco com curadoria de Beyoncé, inspirado por “O Rei Leão” e lançado em julho passado, e contará com participação dos principais artistas do álbum, juntamente com alguns convidados especiais. O álbum apresenta Childish Gambino (Donald Glover), Kendrick Lamar, Pharrell, Jay-Z e Blue Ivy Carter (a filhinha de Beyoncé), entre outros.

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  • Música

    Os Muppets cantam Beatles em participação animada no programa de James Corden

    26 de junho de 2020 /

    A banda dos Muppets, que inclui o famoso baterista Animal, mostrou todo o seu talento numa participação animada no programa “The Late Late Show”, de James Corden. Os astros fantoches se juntaram remotamente para tocar e cantar o clássico dos Beatles “With a Little Help From My Friends”, faixa do disco “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, de 1967. A música, que foi gravada originalmente com a voz de Ringo Starr, também é bastante conhecida pela versão de Joe Cocker, que marcou época no Festival de Woodstock e nas séries “Anos Incríveis” e “Ciranda Cirandinha” no Brasil. A música demonstra como amigos podem se ajudar, o que reflete o atual momento, tanto da pandemia de coronavírus quanto das reivindicações antirracistas. Na versão do “The Late Late Show”, a banda dos Muppets é acompanhada por outros astros famosos, como Caco, Miss Piggy, Gonzo e o urso Fozzie, além do próprio James Corden e de Melissa, antigamente conhecida como Karen, que é a banda residente do programa. Confira abaixo.

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  • Música

    Mc Zaac e Anitta retomam parceria em clipe com participação do americano Tyga

    26 de junho de 2020 /

    Mc Zaac soltou o “Pa Pa Pa” no YouTube. O novo clipe “Desce pro Play” juntou Mc Zaac, Anitta e o americano Tyga remotamente, mas nem parece, graças aos truques de edição, com direito a muita dança e efeitos visuais. A direção é de Thiago Eva – responsável pelo célebre vídeo “Ocean”, de Alok, Zeeba e Iro, uma superprodução com Rodrigo Santoro. Desta vez, o esquema foi mais caseiro. Literalmente. Cada artista gravou sem sua própria casa: Mc Zaac em São Paulo, Anitta no Rio de Janeiro e Tyga em Los Angeles, nos Estados Unidos. Para dar unidade à produção, os três dançaram e cantaram diante de um fundo branco, facilitando o truque da manipulação digital que os coloca um do lado do outro. Anitta não esqueceu de promover o lançamento, mesmo estando no hospital, internada com trombose. “Vamos focar na música, amo vocês, estou muito bem, estou ótima, tô maravilhosa, não foi dessa vez”, ela disse nas redes sociais, na madrugada desta sexta-feira (26/6). Ela foi internada na quinta-feira em um hospital para o tratamento de uma trombose em uma de suas pernas, mas já está sendo liberada. “Para quem o que é trombose, sabe o perigo que é essa doença”, afirmou Anitta em vídeo publicado em seu perfil no Instagram. “Descobrindo essa doença, entra em tratamento, a minha estava em fase inicial. Então vai ficar tudo bem comigo. Amanhã estou indo dançar nos stories, fazer lives, promover o clipe novo. Vamos ver a música aí e aproveitar e comemorar que eu estou viva. Está bom?” “Sem vibe ruim, estou bem e está tudo certo”, acrescentou. Zaac e Anitta já tinham trabalhado juntos em “Vai Malandra” e “Bola e Rebola”, sempre com outros parceiros. Desta vez, a colaboração incluiu o ex de Kylie Jenner. Além do trio da comissão de frente, a canção ainda juntou nos bastidores o time de produtores da Brabo Music, equipe responsável por hits em série de Pabllo Vittar (“K.O.”, “Amor de Que”, entre outras), Luísa Sonza (“Garupa”) e Iza (“Dona de Mim”). A música lembra o hip-hop dos anos 2000, de produtores como The Neptunes (Pharrell Williams e Chad Hugo) e Timbaland. Mas com uma pegada de funk brasileiro. Che-che-cheque abaixo.

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  • Música

    Amigos famosos de Gilberto Gil cantam juntos em clipe de aniversário

    26 de junho de 2020 /

    O cantor Gilberto Gil lançou nesta sexta (26/6) no YouTube e nas redes sociais uma nova versão da música “Andar com Fé”, sucesso de 1982, que foi gravada remotamente com amigos, colegas e familiares. A faixa começa com Chico Buarque batendo palmas para marcar o ritmo. Mas podiam ser palmas de “parabéns pra você”, porque o lançamento também comemora os 78 anos do músico. Os convidados da festa de aniversário incluem ainda Caetano Veloso, Milton Nascimento, Marisa Monte, Alcione, Fernanda Montenegro, Jorge Ben, Djavan, Lulu Santos, Ivete Sangalo, Zeca Pagodinho, Emicida, Nando Reis, Ana Carolina, Daniela Mercury, Alcione, Lenine, Silva, Roberta Sá, Iza, Jorge Ben Jor, Frejat, Marisa Monte, Rogério Flausino a filha Preta Gil, as atrizes Carolina Dieckmann, Regina Casé, Fernanda Montenegro e Fernanda Torres, e até o cantor americano Stevie Wonder – entre muitos outros. O clipe tem direção remota de Andrucha Waddington e produção de Flora Gil, esposa de Gil. Por sinal, a festa continua mais tarde. Gil vai cantar seus sucessos e de Luiz Gonzaga acompanhado pelos filhos em uma live, “Fé na Festa do Gil”, que está marcada para esta sexta às 20h no canal do cantor no YouTube.

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  • Música,  Série

    Série documental da filha de Michael Jackson revela cenas inéditas do cantor

    26 de junho de 2020 /

    O Facebook divulgou o trailer do documentário sobre Paris Jackson, a filha do cantor Michael Jackson. Na verdade, o documentário é sobre Paris e “mais um”, porque não esconde a intenção de promover seu atual trabalho musical como parte de uma dupla hippie-romântica, apresentando-se pelos EUA com uma van e um violão. Mas o fato é que ninguém vai ver “Unfiltered: Paris Jackson & Gabriel Glenn” por causa do namorado hippie da filha de Michael Jackson. E a prévia já deixa claro que Paris é o foco de atenção, mostrando-a desde criança, por meio de registros inéditos com seu famoso pai. O vídeo destaca uma conversa entre os dois. Michael pergunta o que a menina quer fazer quando crescer e ela diz: “Eu quero fazer o que você faz”. Michael pergunta o que ele faz e a garota responde: “Você dança e canta”. O cantor morreu em 2011 devido a uma parada cardíaca motivada por overdose de medicamentos, quando Paris tinha apenas 11 anos de idade. A série documental vai mostrar como ela lidou com a perda do pai, a luta para lidar com a pressão e a exposição que acompanha seu sobrenome, enquanto tenta divulgar sua banda Soundflowers. A estreia está marcada para terça-feira (30/6) na rede social.

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  • Música,  Série

    Coisa Mais Linda: Nova versão de Garota de Ipanema na série é cantada por filha de Tom Jobim

    23 de junho de 2020 /

    A série “Coisa Mais Linda” estreou na Netflix na sexta passada (19/6) com uma novidade em seus primeiros minutos. A música que toca na abertura, a famosa “Garota de Ipanema”, ganhou nova interpretação. Na 1ª temporada, a canção composta por Tom Jobim e letrada por Vinícios de Moraes em 1962 era entoada em inglês pela cantora britânica Amy Winehouse (1983-2011). Agora, a música surge em outra gravação, feita em português por Maria Luiza Jobim, a caçula do maestro. A menina que Jobim venerou em “Samba de Maria Luiza” tem agora 33 anos, já fez parte do duo Opala e lançou seu primeiro disco solo, “Casa Branca”, no ano passado. Veja abaixo uma apresentação com o repertório do disco, gravada em fevereiro no programa “Cultura Livre”, da TV Cultura, com direito a outras canções de Tom Jobim.

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  • Música

    Camila Cabello lança clipe em homenagem a seu pai

    23 de junho de 2020 /

    Camila Cabello disponibilizou o clipe de “First Man”, o oitavo vídeo musical derivado do álbum “Romance”. Trata-se da faixa que encerra o disco, que chegou nas lojas digitais em dezembro passado. Lançado no dia dos pais americano (comemorado em 21/6), o vídeo traz diversas gravações caseiras da infância de Camila, quando ela era uma cantora mirim de karaokê, e principalmente de seu pai, Alejandro, a quem o trabalho é dedicado. Como os fãs devem lembrar, ela cantou a música para o pai na última cerimônia do Grammy, com direito a lágrimas. “Papa, eu fiz isso para você. Obrigado por me amar incondicionalmente, ferozmente e constantemente. Não importa se eu falhar ou for bem-sucedida, não importa se me sentir no topo do mundo ou como a sujeira na sola do meu sapato, lol, você me ama apenas porque me ama, sem que eu precise fazer ou ser outra coisa senão apenas eu. Obrigada infinitamente, por tudo. Obrigada por me mostrar o que é o amor e por me mostrar como ser amada”, ela escreveu na descrição do vídeo no YouTube. A cantora ainda acrescentou, ao fim do vídeo, em espanhol: “Te amo muito papai”. Confira abaixo.

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    Shows clássicos: Vídeos com The Specials, The Police, Blondie, B-52’s, Talking Heads, Gang of Four, etc

    22 de junho de 2020 /

    Pipoca Moderna apresenta a 6ª mostra de show históricos, numa seleção com 28 documentários, festivais e programas de TV raros que traçam mais um capítulo da história do pop/rock. A nova coleção de vídeos abre com a popularização do afro beat e do reggae, que internacionalizou o universo pop nos anos 1980, avança pelo movimento Two Tone do ska britânico e chega até a new wave e o pós-punk – um trajeto que vai de Youssou N’Dour a Bow Wow Wow. A lista de shows históricos inclui as últimas turnês de Bob Marley, da formação original de Toots and the Maytals, de Gang of Four e de Blondie nos anos 1980, além da apresentação do UB40 com Chrissie Hynde em homenagem a Mandela em 1988, e os megaconcertos de “Synchronicity” do Police, “Heartbeat City” do Cars e “Stop Making Sense” do Talking Heads. Confira também as seleções anteriores, que podem ser acessadas nos links abaixo. > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) > Shows dos 1970 – Parte 3 (disco, new wave e punk rock) > Shows dos 1980 – Parte 1 (punk, hardcore e grunge) Youssou N’Dour | 1989 Fela Kuti & Egypt 80 | 1986 Bob Marley & The Wailers | 1980 Peter Tosh | 1984 Steel Pulse | 1980 Toots & The Maytals | 1982 UB40 | 1988 The Beat | 1980 The Selecter | 1980 The Specials | 1980 Fun Boy Three | 1983 Madness | 1983 The Police | 1983 Men at Work | 1983 XTC | 1982 Blondie | 1982 The Go-Go’s | 1982 The Motels | 1982 The Romantics | 1983 The Waitresses | 1982 The B-52’s | 1980 The Cars | 1984 Talking Heads | 1984 Gang of Four | 1983 Bush Tetras | 1980 Public Image Ltd | 1985 Adam and the Ants | 1981 Bow Wow Wow | 1982

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  • Música

    Aretha Franklin ganha clipe inédito com cenas do movimento Black Lives Matter

    20 de junho de 2020 /

    A página de Aretha Franklin (1942–2018) no YouTube ganhou um novo videoclipe, que acompanha um mix inédito de uma música da cantora. O vídeo inclui imagens de Aretha e também do movimento dos direitos civis que ela apoiou na década de 1960, inclusive a marcha de Selma, justapostas aos protestos atuais do movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam). O vídeo foi lançado na noite de sexta-feira (19/6), quando os EUA comemoraram o Juneteenth, data do fim da escravatura no país. A versão original de “Never Gonna Break My Faith” foi lançada como dueto com Mary J. Blige há 14 anos. Já o novo mix dá mais espaço para Aretha e para o Coro dos Meninos do Harlem, que era mais discreto na gravação de 2006. A música foi composta por Bryan Adams para a trilha sonora do filme “Bobby” (2006), de Emilio Estevez, sobre o assassinato do senador Robert F. Kennedy, e recebeu o Grammy de melhor performance gospel em 2007 – a 18ª e última premiação de Aretha pela Academia de Gravação dos EUA. As imagens da cantora no vídeo, por sua vez, são extraídas do recente documentário “Amazing Grace” – lançado em abril passado para locação digital no Brasil. Saiba mais sobre o filme aqui.

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    Alan Metter (1933 – 2020)

    19 de junho de 2020 /

    Alan Metter, diretor de comédias que marcaram a cultura pop da década de 1980, morreu em 7 de junho, aos 77 anos. A informação só veio à tona agora, pela New York Film Academy, onde ele lecionou. Detalhes sobre a causa da morte não foram fornecidos. Metter se formou em Filosofia na Universidade do Arizona, em 1965, mas foi logo atraído pela música. Nos seus primeiros dias como diretor, ele assinou vídeos musicais (que na época não eram chamados de videoclipes) para George Harrison e Oliva Newton-John – e até um documentário sobre os bastidores de “Xanadu” (1980), musical estrelado por Newton-John. Sua ligação com a música também se manifestou em sua estreia em longa-metragem, como diretor de “Dançando na TV” (1985). O título original do filme era “Girls Just Want to Have Fun”, nome de um dos maiores hits da época, cantado por Cyndi Lauper. Ela própria aparecia no filme, que girava em torno de um concurso de danças televisivo. O elenco ainda incluía Sarah Jessica Parker (13 anos antes de “Sex and the City”) e Helen Hunt (7 anos antes de “Mad About You”). Em seguida, ele dirigiu seus maiores sucessos, “De Volta às Aulas” (1986), com Rodney Dangerfield, e “Mudança do Barulho” (1988), com Richard Pryor. Os dois longas foram campeões de locação na era dos VHS. Mas a carreira desandou nos anos 1990, com “Enterrando o Cachorro da Sogra!” (1990) e “Loucademia de Polícia 7: Missão Moscou” (1994), fracasso que encerrou a longeva franquia. Daí para frente, foram só produções feitas para a TV ou lançamentos direto em vídeo, entre eles duas comédias com as gêmeas Mary-Kate e Ashley Olsen, “Como Arranjar uma Namorada para o Papai” (1998) e “Passaporte para Paris” (1999). Ele se aposentou no início dos anos 2000 e se mudou para a Flórida.

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  • Música

    Vera Lynn (1917 – 2020)

    18 de junho de 2020 /

    A cantora Vera Lynn, conhecida como a “namorada das Forças Armadas” por músicas, filmes e shows que ajudaram a elevar o ânimo dos soldados britânicos durante a 2ª Guerra Mundial, morreu nesta quinta (18/6) aos 103 anos. Ela quase morreu aos 2 anos de idade em um caso grave de difteria, mas sobreviveu para se tornar artista logo em seguida, de forma extremamente precoce, aos sete anos. Aos 19, gravou seu primeiro disco solo. E estourou mundialmente aos 22. A música que a tornou conhecida foi gravada em 1939. “We’ll Meet Again” se tornou símbolo de esperança e resistência durante a 2ª Guerra Mundial, ao falar ao coração dos soldados sobre como “nos encontraremos novamente, não sei onde, não sei quando, mas eu sei que nos encontraremos de novo, em um dia ensolarado”. A música era entoada nas despedidas de combatentes que iam para a guerra, e recordada como lembrança de que um dia o conflito acabaria. “We’ll Meet Again” fez tanto sucesso que virou filme, um musical de mesmo nome, estrelado pela própria Vera Lynn em 1943. Durante a guerra, ela estrelou mais dois musicais, o patriótico “Rhythm Serenade” (1943), em que administrava uma creche para trabalhadoras da indústria bélica, e “Bonita e Teimosa” (1944), comédia considerada seu melhor filme. Mas sua carreira cinematográfica não sobreviveu aos dias de paz. Sua importância para o esforço de guerra, porém, foi muito além de músicas e filmes. Ela se envolveu pessoalmente, em excursões militares, para entreter as tropas britânicas em países como Egito e Índia, durante o conflito mundial. Em reconhecimento, Vera ganhou diversas medalhas e foi homenageada pela Rainha Elizabeth II com a Ordem do Império Britânico, que lhe rendeu o título oficial de Dama. A Dama Vera Lynn virou uma personalidade televisiva importante na TV britânica durante o pós-guerra e chegou até a ter um programa com seu nome, entre o final dos anos 1960 e o início dos 1970. Sua última aparição pública foi em 2005, no 60º aniversário da vitória dos aliados na 2ª Guerra Mundial. Mas mesmo com a passagem dos anos, sua presença na cultura pop nunca foi esquecida. A banda Pink Floyd chegou a lhe dedicar uma música, “Vera”, no disco “The Wall” (1979), que também foi incluída no filme de 1982 de Alan Parker sobre o álbum. E, em 2002, o americano Johnny Cash regravou “We’ll Meet Again”, quase como despedida da própria vida – ele morreria em seguida. Com a pandemia do coronavírus, a música, em suas várias versões, vinha sendo resgatada também como tema dos tempos atuais. Novamente, a rainha Elizabeth II citou o título da famosa canção durante um discurso em abril para dar esperança aos britânicos confinados. “Dias melhores virão, reencontraremos nossos amigos, reencontraremos nossas famílias, nós vamos nos encontrar de novo”, disse a monarca. E, em maio passado, a população britânica foi convidada a cantar “We’ll Meet Again” para recordar o 75º aniversário da rendição da Alemanha nazista. Em comunicado, o primeiro-ministro britânico Boris Johnson saudou Vera Lynn como a voz que elevou o espírito do Reino Unido em um de seus momentos mais difíceis. “Seu charme e sua voz mágica vão continuar aquecendo os corações das próximas gerações”, declarou.

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  • Música

    Romance de Megan Fox e Machine Gun Kelly se torna “oficial”

    17 de junho de 2020 /

    A atriz Megan Fox (“Transformers”) e o cantor Machine Gun Kelly (“The Dirt”) assumiram seu relacionamento em público. Os dois artistas andaram de mãos dadas e se beijaram diante de câmeras pela primeira vez na segunda-feira (15/6). As fotos acabaram viralizando nas redes sociais. Segundo relatos, depois de passar uma hora e meia no Mr. Furley’s Bar, no bairro de Sherman Oaks, em Los Angeles, eles caminharam de mãos dadas para o carro de Kelly, onde foram fotografados apaixonadamente se beijando no banco da frente. Megan se separou há um mês de seu marido, o ator Brian Austin Green (de “Barrados no Baile”), com quem tem três filhos. Segundo Green, a separação aconteceu depois que “ela conheceu esse Colson (nome real do cantor) no set de filmagens”. A atriz filmou “Midnight in the Switchgrass” ao lado do músico – dirigido por Randall Emmet, o filme também traz Bruce Willis no elenco. Além disso, os dois ainda estenderam esse relacionamento para um clipe. No vídeo de “Bloody Valentine”, os dois se assumem como amantes, ao menos na ficção, e a atriz parece adorar a situação, que envolve dominar o parceiro em jogos sexuais violentos. Veja aqui. Machine Gun Kelly and Megan Fox spotted together 💖 pic.twitter.com/6oT9uBnqW1 — EST FOR LIFE (@ESTFORLIFE1) June 16, 2020

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    Vida de Lemmy Kilmister, vocalista do Motörhead, vai virar filme

    16 de junho de 2020 /

    A vida do vocalista do Motörhead, Lemmy Kilmister (1945-2015), um dos músicos mais influentes de sua geração, vai virar filme. O projeto tem direção de Greg Olliver, que fez o documentário “Lemmy”, de 2010. Ele seguirá a vida de Kilmister desde a adolescência, quando foi roadie de Jimi Hendrix e integrante da banda de rock psicodélico Hawkwind, antes de lançar o Motörhead, banda que abriu caminho para Metallica, Megadeth e Anthrax, além de Foo Fighters, cujo vocalista Dave Grohl prestou uma homenagem a Lemmy em seu funeral. “Tudo o que você ouviu sobre Lemmy provavelmente é verdade … não porque ele estava adotando clichês do rock’n’roll, mas porque ele os criou”, disse Olliver, no comunicado sobre a produção. “Desenvolvemos cuidadosamente essa cinebiografia desde 2013, certificando-nos de permanecer fiéis a Lemmy, aos membros da banda do Motörhead, Phil Campbell e Mikkey Dee, e a todas as outras pessoas que desempenharam papéis importantes na vida de Lemmy. Será um filme do qual se orgulharão”, completou. O roteiro foi escrito pelo estreante Medeni Griffiths e o filme também vai se chamar “Lemmy”, como o documentário. As filmagens devem começar no início de 2021, dependendo da evolução da pandemia de covid-19.

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