Dua Lipa ganha clipe inspirado em desenhos clássicos de Betty Boop
A cantora inglesa Dua Lipa lançou um clipe animado para “Hallucinate”, faixa dançante que flerta com o estilo nu disco do Daft Punk. O desenho animado é produzido pelo estúdio The Mill, com direção de Lisha Tan, e também têm referências claras. Suas imagens remetem à era de ouro da animação, especialmente aos curtas de Max Fleischer com a pin-up Betty Boop, o palhaço Koko e o cão Fitz nos anos 1930. No clipe, Dua Lipa é basicamente uma versão moderna de Betty Boop, vivendo uma de suas típicas aventuras com música e dança, que logo se transformam em pesadelo opressor do qual precisa se libertar. Lisha Tan já tinha demonstrado sua paixão por desenhos clássicos ao assinar a animação de um clipe de Jay-Z, “The Story of O.J.”, em 2017 – inspirado por toons racistas de Rudolf Ising e Bob Clampett. Este também é o segundo clipe animado seguido da cantora, que antes de “Hallucinate” lançou “Break My Heart” como um desenho, em maio. As duas músicas fazem parte do disco “Future Nostalgia”, segundo álbum da cantora.
Pitty lança clipe feito por fãs em registro do distanciamento social
A cantora Pitty lançou um novo clipe de “Submersa”. Após apresentar a música num vídeo gravado em sua casa, durante o período de isolamento social, o novo clipe registra cenas do cotidiano de seus fãs, em cenas que mostram como eles estão enfrentando o distanciamento causado pelo atual período de pandemia. Intitulado “Colab Submersa”, o vídeo foi editado por Otavio Sousa, que também editou o clipe “oficial”, a partir do material enviado pelos fãs. Cada um gravou sua parte em sua própria casa. E alguns foram bastante criativos. Ao final, a obra ainda inclui uma mensagem de trabalhadoras da saúde. Uma das melhores músicas recentes de Pitty, “Submersa” tem mesmo um clima de quarentena entre quatro paredes. “Me perdi por aqui/ Em alguma esquina desse apartamento/ Pedaços de mim pelos cômodos/ Eu não sei voltar”, entoa a cantora, que entretanto lembra no final: “Vai passar”. A música foi lançada há mais de um ano, quase como premonição, no álbum “Matriz”.
Di Ferrero e IZA viram desenho animado em clipe psicodélico
Di Ferrero lançou o clipe de sua parceria com IZA, “Onde a Gente Chegou”. Dirigido por Felipe Sassi, que fez, entre outras, “Meu Talismã” com IZA, o clipe floral tem uma vibe meio hippie, meio “Midsommar” (2019) pela forma inusitada como combina os cantores e arranjos de flores. Mas em vez de se transformar em terror, ao final vira uma animação de inspiração psicodélica, ao estilo de “Submarino Amarelo” (1968), com os Beatles.
Clipe gravado por drones revela intimidade de Anitta com o namorado em isolamento social
Anitta lançou o clipe de “Tócame”, primeiro single de seu novo álbum, que já é hit nas paradas das redes sociais. Voltada ao mercado latino, a música é cantada em espanhol e tem parceria com a dupla de reggaeton porto-riquenha Arcangel e De La Ghetto. Já o clipe, dirigido à distância por Giovanni Bianco (que já trabalhou com Madonna), é um exemplo da criatividade possível diante do isolamento social. Ele começa com projeções da cantora em prédios e mostra como o povo tem se virado para se divertir em quarentena. Gravado com auxílio de drones, registra diversas pessoas dançando nas janelas de diferentes prédios. E flagra Anitta em sua casa, na intimidade caliente com o namorado, Gui Araújo. “A gente teve que gravar com quem estava aqui em casa, né? Nunca tinha botado namorado em clipe porque vou termino e está lá o namorado no clipe, mas não tinha o que fazer. Peço ajuda e ele sempre faz”, ela contou.
Elza Soares enfrenta o apocalipse brasileiro em clipe animado
A cantora Elza Soares lançou em seu canal no YouTube o clipe de “Juízo Final”. A gravação é uma releitura do samba clássico de Nelson Cavaquinho, lançado em 1973, num arranjo “rock’n’roll”, segundo avaliação da própria Elza, que escolheu a canção para refletir o duelo entre o bem e o mal “como estamos atravessando nesse período drástico no Brasil e no mundo”. “Quero ter olhos pra ver a maldade desaparecer”, diz a letra famosa, também entoada por Clara Nunes e Alcione, e concebida como reação às trevas da ditadura militar. O vídeo foi criado e dirigido por Pedro Hansen, que já tinha feito um clipe animado para a banda Vanguart (“Casa Vazia”). Na narrativa futurista, Elza pilota uma nave espacial para combater o mal, situado numa Brasília desértica e pós-apocalíptica.
Vida da cantora Mercedes Sosa vai virar série argentina
A vida da cantora argentina Mercedes Sosa vai virar uma minissérie dramática de 13 capítulos. “Mercedes Sosa – A Série” conta com o apoio da família e da fundação que leva o nome da artista, e será realizada pela produtora argentina Cinema 7 Films, com o objetivo de contar a história de superação pessoal e de sucesso de uma das maiores estrelas musicais da América Latina, falecida em 2009. “Enche-nos de orgulho e alegria poder levar à tela a vida de nossa avó Mercedes, uma mulher que superou todo tipo de dificuldades, convertendo-se em um símbolo de luta e em uma das vozes mais importantes de toda a América Latina”, disseram Araceli e Agustín Matus, netos da cantora, em um comunicado da produtora sobre o projeto. Mercedes Sosa, conhecida popularmente como La Negra, nasceu na pobreza, sofreu perseguição política e uma depressão que quase a levou à morte. Mas ela conseguiu se transformar em uma das artistas mais reconhecidas do continente, conquistando a admiração de figuras como Pavarotti, Sting e Caetano Veloso. “Queremos retratá-la tal como era, com suas virtudes e suas tribulações, uma heroína de carne e osso. Não temos dúvidas de que o grande público se surpreenderá com esta série, principalmente o mais jovem”, disse Rodrigo H. Vila, diretor, produtor e sócio fundador da Cinema 7 Films. A produtora já havia filmado o documentário “Mercedes Sosa, la Voz de Latinoamérica” (2013), que abordava o legado da artista, e agora se dedicará à dramatização de sua vida com um elenco de atores e equipe de gravação exclusiva, ainda não anunciados. Apesar de estar em fase de negociações com o mercado, os produtores já projetam um lançamento em 2021. Relembre abaixo a bela interpretação de “Volver a los 17”, gravada pela Globo em 1987, em que Mercedes canta com Milton, Gal, Caetano e Chico.
Bettina Gilois (1961 – 2020)
A roteirista Bettina Gilois, que escreveu o sucesso “McFarland dos EUA” e foi indicada ao Emmy por “Bessie”, morreu dormindo no domingo (5/7) aos 58 anos. Ela enfrentava uma forma avançada de câncer, ao mesmo tempo que trabalhava em vários projetos. Gilois iniciou a carreira como assistente de Slava Tsukerman, diretora do cult “Liquid Sky”, em sua cidade natal, Berlim. Ao se mudar para Hollywood, trabalhou em várias produtoras de cinema, desenvolvendo projetos que ou não saíram do papel ou não lhe deram seu devido crédito, como “Hurricane, o Furacão” (1999), que rendeu um Globo de Ouro a Denzel Washington. Oficialmente, o primeiro filme a destacar seu nome como roteirista foi “Estrada para a Glória” (2006), um drama esportivo de temática edificante produzido pela Disney. Ela levou quase uma década para ver seu segundo roteiro filmado. Por coincidência, foi outro drama esportivo edificante da Disney. Dirigido por Niki Caro (“Mulan”), “McFarland dos EUA” (2015) trazia Kevin Costner (“Yellowstone”) como um treinador de futebol americano desempregado que decide transformar um grupo de estudantes de uma cidadezinha no melhor time de atletas corredores do país. O filme surpreendeu pelo sucesso inesperado de bilheteria. Seu terceiro crédito foi a telebiografia “Bessie”, da HBO, em que Queen Latifah viveu a célebre cantora de blues Bessie Smith. A produção venceu o Emmy de Melhor Telefilme e rendeu-lhe uma indicação ao troféu, como Melhor Roteirista. Ela ainda assinou “The Lost Wife of Robert Durst” (2017) para o canal pago Lifetime, sua última obra produzida. Entre os muitos projetos que estava desenvolvendo, incluem-se a série “Muscle Shoals”, sobre um famoso estúdio da era da soul music, uma telebiografia da cantora gospel Mahalia Jackson para o Lifetime e “A Million Miles Away”, a história de Jose Hernandez, imigrante que virou astronauta, para a Netflix. Além disso, dois de seus livros estão sendo transformados em filmes – “Billion Dollar Painter: The Triumph and Tragedy of Thomas Kinkade Painter of Light” e “Mi Vida Loca: The Crazy Life of Johnny Tapia”.
Série documental de Sandy & Junior ganha trailers
A Globo divulgou dois trailers de “Sandy & Junior: A História”, série documental que vai contar a história dos irmãos músicos. Um deles apresenta a produção, que será disponibilizada na plataforma Globoplay, e o outro revela que o primeiro episódio será apresentado na TV aberta, no próximo domingo (12/7). A série vai contar a trajetória de Sandy & Junior em sete episódios, nos quais os fãs poderão acompanhar vários momentos da vida da dupla. Além disso, celebridades como Roberto Carlos e Ivete Sangalo gravaram depoimentos descritos como “carinhosos” para a produção. Após a estreia na TV, todos os episódios serão disponibilizados na Globoplay. Além desse projeto, a Globoplay também vai lançar um documentário da turnê “Nossa História”, que marcou o retorno dos irmãos à música no ano passado. São imagens de diversas apresentações, mas principalmente do show que ocorreu no Allianz Parque, em São Paulo. Vai ao ar em 17 de julho. Para completar, a plataforma ainda vai investir na nostalgia, disponibilizando a novela “Estrela-Guia”, de 2001, que teve Sandy num dos papéis principais, como Cristal. Chega na Globoplay já neste domingo (6/7). Série documental de Sandy & Junior ganha trailers
Karol Conka reflete “Tempos Insanos” em clipe influenciado pela pop art
A rapper Karol Conka lançou o clipe de “Tempos Insanos”, parceria com WC no Beat, que impressiona por evocar uma instalação de arte moderna. O vídeo manifesta a letra de Karol usando basicamente cenários diminutos e efeitos de edição visual. Estão lá o isolamento, protestos contra a violência policial, a crise habitacional, notícias do Brasil e do mundo sobre os dias de apocalipse viral e social. Minimalista, o vídeo usa referências das artes plásticas para enfatizar sua mensagem. Em vez de dançarinas de fundo, coreografia brega ou apelo sensual abundante, a cenografia rouba literalmente a cena com seus ambientes icônicos. Há uma simulação de ocupação residencial, concebida com muito grafite e colorido espraiado à la Jackson Pollock, e um cubículo forrado com páginas de jornal, que lembra as colagens de Robert Rauschenberg. Além disso, a própria Karol sofre intervenções gráficas que evocam tanto Andy Warhol quanto a fase criativa da MTV. Basquiat, Aguilar, Richard Hamilton, pop art, abstrata, referências em remix na colagem sonora hip-pop atual. A direção é da dupla Arthur Carratu e Haruo Kaneko, do Studio Curva, que trabalhou no projeto com o escultor-grafiteiro Jey77.
Ludmilla lança clipe de música que fãs acham ser sobre Anitta
A cantora Ludmilla lançou o clipe de sua nova música, “Cobra Venenosa”, que muitos fãs estão considerando uma alusão à Anitta, dias depois de a cantora trocar farpas com a colega nas redes sociais. O vídeo dirigido por João Monteiro (de “Verdinha”) tem uma estética “Mad Max” do subúrbio. Gravado num terreno abandonado, traz Ludmilla num Jeep customizado com ferro-velho, acompanha por dançarinas vestidas de couro preto e metal dourado. Não faltam sequer alfinetes de segurança nos detalhes de acabamento visual, enfeite icônico do pós-apocalipse punk. Nada disso seria usado para alfinetar Anitta, garante a funkeira. Em entrevista ao jornal O Globo, ela jurou que música foi composta, na verdade, há três anos. “Ela [Anitta] até tem no celular. Quando a gente se falava, ela pediu todas as minhas músicas 150 [BPM, um subgênero de funk]. A inspiração veio do dia a dia, de tudo que vivo, que vejo e ouço as pessoas reclamarem”, disse. Só um detalhe. A líder da gangue rival, que aparece no clipe, é interpretada por Luiza Drewanz, conhecida por ser sósia de Anitta… Em publicações no Instagram, a cantora revelou que todas as pessoas envolvidas da gravação do vídeo foram submetidas a testes para a covid-19. Com isso, Ludmilla e a mulher, Brunna Gonçalves, acabaram descobrindo que já tiveram a doença causada pelo novo coronavírus.
Johnny Mandel (1925 – 2020)
O compositor e arranjador americano Johnny Mandel, que criou “Suicide Is Painless”, música-tema do filme e da série “M*A*S*H”, morreu na segunda (29/6) aos 94 anos. Formado em Juilliard, Mandel trabalhou com uma longa lista de estrelas, incluindo Barbra Streisand, Tony Bennett, Count Basie, Frank Sinatra e muitos outros. Mas ganhou ainda mais projeção ao se envolver com a indústria cinematográfica. Ele iniciou sua trajetória em Hollywood como compositor da trilha de “Quero Viver!” (1958), drama do diretor Robert Wise, descrevendo-se na época como um músico de jazz. Sete anos depois, foi consagrado com o Oscar – e também o Grammy – por “The Shadow of Your Smile”, famosa música-tema de Richard Burton e Elizabeth Taylor no filme “Adeus às Ilusões” (1965), de Vincente Minnelli. Outras trilhas cinematográficas em seu extenso catálogo incluem ainda “Eu Te Verei no Inferno, Querida” (1966), indicada ao Oscar, “O Caçador de Aventuras” (1966), “À Queima-Roupa” (1967), “O Despertar Amargo” (1968), “Uma Mulher Diferente” (1969), “A Última Missão” (1973), “Muito Além do Jardim” (1979), “Clube dos Pilantras” (1980), “O Veredicto” (1982) e os clássicos da Disney “A Montanha Enfeitiçada” (1975) e “Se Eu Fosse Minha Mãe” (1976) Entre suas músicas mais famosas incluem-se “Emily”, da trilha de “Não Podes Comprar Meu Amor” (1964), que foi gravada por Frank Sinatra e Bill Evans, e “Suicide Is Painless”, tema de “M*A*S*H” (1970), que lhe rendeu nova indicação ao Grammy e um prêmio da Sociedade Americana de Compositores, Autores e Editores de Música (ASCAP).
Respect: Jennifer Hudson é Aretha Franklin em novo teaser da cinebiografia
A MGM divulgou um novo pôster e o segundo teaser de “Respect”, cinebiografia da cantora Aretha Franklin (1942 – 2018). A prévia insere pequenos trechos do filme entre uma performance de Jennifer Hudson cantando a música que dá título à produção. Hudson já ganhou um Oscar ao viver uma cantora no cinema, no filme “Dreamgirls” (2006). Os breves vislumbres de cenas apontam que “Respect” é ambientado entre nos anos 1960 e 1970, período em que Aretha se consagra como uma das maiores artistas dos EUA, cantando clássicos imortais como “I Say a Little Prayer”, “Think”, “(You Make Me Feel Like) A Natural Woman” e a faixa-título, além de viver um conturbado relacionamento com seu então marido Ted White. A equipe criativa é estreante no cinema. O roteiro foi escrito por Tracey Scott Wilson, da série “The Americans” e da recente telebiografia “Fosse/Verdon”, enquanto a direção está a cargo de Liesl Tommy, que anteriormente comandou episódios de “The Walking Dead”, “Jessica Jones” e “Mrs. Fletcher”. Por outro lado, a produção é comandada por Scott Bernstein, que recentemente fez outra cinebiografia musical de sucesso, “Straight Outta Compton” (2015), e pelo produtor musical Harvey Mason Jr., que trabalhou com Franklin e também no filme “Dreamgirls”, que consagrou Hudson. Além de Hudson, o elenco ainda destaca Forest Whitaker (“Pantera Negra”), Tate Donovan (“Rocketman”), Leroy McClain (“A Maravilhosa Sra. Meisel”), Marlon Wayans (“Seis Vezes Confusão”), Marc Maron (“GLOW”), Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Audra McDonald (“The Good Fight”) e a cantora Mary J. Blige (“Mudbound”). A estreia está marcada para o Natal nos EUA e apenas em fevereiro de 2021 no Brasil.
Novo clipe do grupo de K-pop Blackpink bate recorde de visualizações em 24 horas no YouTube
“How You Like That”, o novo clipe do fenômeno K-pop Blackpink, estourou a audiência do YouTube, estabelecendo um novo recorde de visualizações para vídeo mais assistido no portal em 24 horas. O clipe de andamento, coreografia, cenografia e figurinos mutantes foi visto nada mais nada menos que 82 milhões de vezes entre sexta (26/6) e sábado (27/6). O número excessivo superou o 2ª colocado em 7 milhões de visualizações. E o detalhe: o agora vice-líder também é um clipe de K-pop, “Boy with Luv”, lançado em abril passado pela boy band BTS. Está rolando uma briga particular e acirrada entre o principal grupo vocal feminino e o masculino do pop sul-coreano, já que “Boy with Luv” tinha superado o recorde anterior de “Kill This Love” (56,7 milhões de views) das próprias Blackpink. Detalhe: 7 dos 10 vídeos mais vistos em 24 horas no YouTube são agora lançamentos de K-pop – a lista também inclui vídeos da girl group Twice. “How You Like That”? Muito, aparentemente. Confira abaixo o novo recordista do YouTube.












