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Filme

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    Os Novos Mutantes: Diretor reúne elenco para primeira sessão do filme

    25 de janeiro de 2020 /

    O diretor Josh Boone publicou em seu Intagram uma foto da primeira sessão privada do filme “Os Novos Mutantes” para o elenco. A imagem mostra Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Alice Braga sentados numa sala particular de cinema para assistir à versão final do longa, que só vai chegar aos cinemas em abril. “Mostrando “Os Novos Mutantes’ para o elenco! Todos os mutantes na plateia”, ele escreveu. O filme estava no limbo desde que a Disney iniciou as negociações para a compra da Fox. Vale lembrar que o primeiro trailer foi divulgado em outubro de 2017 (e ainda está no ar!), prevendo um lançamento original em abril… de 2018. Mas após as primeiras sessões de teste revelarem que o público esperava que o filme fosse mais assustador, devido ao marketing inicial, a Fox decidiu refilmar diversas cenas – segundo rumores, seria uma refilmagem bastante extensa. Só que os planos não levaram em conta a agenda do elenco, que se provou desafiadora devido aos projetos em que estavam envolvidos. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”), o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar e a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Este elenco teria voltado a se reunir em 2019 para refazer e acrescentar algumas cenas à produção. Não se sabe quando essas refilmagens aconteceram, qual foi a extensão, nem o tamanho do envolvimento da Marvel Studios nessa fase do projeto. A filmagem original dos “Novos Mutantes” foi feita sob supervisão do produtor Simon Kinberg, responsável pelas decisões que implodiram a franquia dos X-Men nos cinemas, mas, desde então, ele teve seus serviços dispensados pela Marvel. Ver essa foto no Instagram Screening New Mutants for the cast! All mutants in attendance. #newmutants newmutants Uma publicação compartilhada por Josh Boone (@joshboonemovies) em 24 de Jan, 2020 às 5:33 PST

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    Larissa Manoela anuncia segunda comédia na Netflix

    25 de janeiro de 2020 /

    Larissa Manoela anunciou o título de seu segundo filme na Netflix. A nova comédia vai se chamar “Lulli”. A atriz revelou também outros detalhes da produção neste sábado (25/1), durante participação no Tudum Festival Netflix, uma mini-Comic Con da plataforma, que acontece em São Paulo, dois dias após o lançamento de “Modo Avião”, seu primeiro filme para o serviço de streaming. “Estou muito feliz com o meu segundo filme na Netflix! Tenho o desafio de interpretar uma mulher super madura, que foge da minha realidade. Será uma história diferente, as pessoas vão se surpreender muito”, disse a atriz e cantora de 19 anos. Apesar da declaração, não se trata, de forma alguma, de “uma história diferente”. Segundo a sinopse divulgada pela Netflix, “Lulli” tem a mesmíssima “moral” da história de “Modo Avião”. A personagem do título é uma jovem estudante de medicina ambiciosa, que sonha em virar a melhor cirurgiã do mundo e não pretende deixar nada nem ninguém atrapalhar seus planos – nem mesmo o seu recém-ex-namorado. A sinopse revela que a trama tem uma “virada” sobrenatural, quando Lulli é eletrocutada por um aparelho de ressonância eletromagnética e começa a ouvir pensamentos alheios. A partir daí, a garota que até então era incapaz de ouvir as pessoas ao seu redor precisará aprender sobre as maravilhas e os perigos de saber o que os outros estão pensando. Obviamente, essa será uma experiência transformadora, capaz de fazer a personagem prestar mais atenção nos outros em vez de si mesma. Experimente imaginar essa história com algumas modificações. Troque o choque elétrico por um acidente de carro, a ambição médica pela carreira de influencer digital e o aumento da percepção sobrenatural pelo aumento da percepção natural de quem é obrigado a se afastar do celular, para perceber como trajetória de Lulli lembra o desenvolvimento de “Modo Avião”. A Netflix divulgou a sinopse sem identificar o autor da história. Mas a premissa também evoca outros filmes. A capacidade de ouvir pensamentos alheios via acidente banal é mais um sinal da americanização das comédias brasileiras, uma vez que se trata do mesmo ponto de partida de “Do que as Mulheres Gostam” (2000), que inclusive ganhou uma recentíssima versão feminina, “Do que os Homens Gostam” (2019). Além disso, junta-se ao filão de comédias teens de viagem no tempo, troca de corpos e similares, que reduzem a produção nacional à mera reciclagem das ideias fantasiosas de Sessões da Tarde clássicas – e, portanto, muito conhecidas. “Lulli” tem previsão de lançamento para 2021.

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    Anaconda vai ganhar nova versão nos cinemas

    24 de janeiro de 2020 /

    A Sony aprovou uma nova versão de “Anaconda”, filme de 1997 sobre uma cobra gigante, que foi um dos primeiros sucessos da carreira de Jennifer Lopez no cinema. O estúdio contratou o roteirista Evan Daugherty, de “Branca de Neve e o Caçador”, “Divergente” e “As Tartarugas Ninja”, para escrever a nova história. Todos os filmes citados originaram franquias – as sequências é que decepcionaram. Daugherty também é autor da trama de “Tomb Raider: A Origem”, cuja continuação está atualmente em desenvolvimento. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, o novo “Anaconda” não será um remake, mas uma reimaginação da história original – ou seja, terá outra premissa e personagens. A ideia é fazer uma produção assumidamente B, mas com orçamento de filme A, tentando emular o sucesso de “Megatubarão” em 2018, que, como revela o título, era sobre um tubarão gigante. No filme de 1997, documentaristas vividos por Jennifer Lopez, Ice Cube, Eric Stoltz e Owen Wilson embarcam numa viagem pelos rios da Amazônia com o guia malucaço encarnado por Jon Voight, visando gravar uma tribo indígena isolada, quando se deparam com a cobra monstruosa do título. Destruído pela crítica na época (40% no Rotten Tomatoes), o filme acabou arrecadando mais de US$ 136 milhões e virou cult. Seu legado, porém, foi uma franquia de produções trash lançadas diretamente em vídeo – mais três “Anacondas” e um crossover, “Lake Placid vs. Anaconda” (2015), em que a cobra amazônica enfrenta o crocodilo gigante de “Pânico no Lago” (1999). Vale lembrar que, antes de escrever o primeiro “Anaconda”, os roteiristas Jim Cash e Jack Epps Jr. também tinham blockbusters no currículo, como “Top Gun: Ases Indomáveis” (1986), “Perigosamente Juntos” (1986) e “Dick Tracy” (1990). O novo “Anaconda” não tem previsão de estreia nos cinemas. Reveja abaixo o trailer do filme original, que atualmente pode ser assistido em vários serviços de VOD.

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    Irresistible: Nova comédia política com Steve Carell ganha primeiro trailer

    24 de janeiro de 2020 /

    A Focus Features divulgou o primeiro trailer de “Irresistible”, comédia política escrita e dirigida pelo ex-apresentador de talk show Jon Stewart. A prévia destaca o papel de Steve Carell (“Querido Menino”) como um consultor político que resolve transformar um militar aposentado em prefeito de sua cidadezinha, no Wisconsin, para demonstrar o rumo que o Partido Democrata precisa seguir para vencer os Republicanos. Convencer o militar não é o mais difícil. Ele se mostra o candidato perfeito, com família, amigos e uma vida decente no campo. O problema é que o Partido Republicano tem outros planos e manda sua própria consultora política para a cidadezinha, criando um microcosmo que replica as disputas e intrigas eleitorais de Washington. Chris Cooper (“Adoráveis Mulheres”) vive o militar, Mackenzie Davis (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”) é sua filha e Rose Byrne (“Vizinhos”) aparece loira como a adversária política. O elenco também inclui Topher Grace (“Infiltrado na Klan”), Natasha Lyonne (“Roleta Russa”), Debra Messing (“Will & Grace”) e Will Sasso (“Loudermilk”). O filme estreia em 29 de maio nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Disney vai refilmar Bambi ao estilo de Rei Leão

    24 de janeiro de 2020 /

    A Disney deu início ao desenvolvimento de um novo “Bambi”, baseado no clássico animado que venceu três Oscars e emociona gerações desde 1942. O estúdio contratou Geneva Robertson-Dworet (“Capitã Marvel”) e Lindsey Beer (“Sierra Burgess É uma Loser”) para escrever o roteiro da nova versão, que não será filmada em estúdio, mas criada em computador, como o remake de “Rei Leão”. Apesar do estúdio definir o recente filme de Simba como “live-action”, ele é 99,99% animado (há segundos de savana africana real em sua abertura). A ideia da Disney é replicar o sucesso de “O Rei Leão”, que mesmo contando a mesma história do desenho original de 1994 rendeu mais de US$ 1,6 bilhão de bilheteria em 2019. Além de também ser uma animação de bichos falantes, “Bambi” tem vários outros pontos em comum com “Rei Leão”, ao acompanhar a história de um animalzinho órfão que sobrevive com a ajuda de amigos na floresta. A grande diferença é que a história de “Bambi” se tornou muito, mas muito mais politizada com o passar do tempo. Basta lembrar que o antagonista do filme não é outro animal de aparência vilanesca, mas “o homem”, cuja ação criminosa inspira várias pautas sensíveis, como a defesa dos direitos dos animais, veganismo e ambientalismo. Difícil rever o incêndio na floresta, causado por caçadores, sem lembrar das queimadas na Amazônia ou da devastação da Austrália. Reveja abaixo o impacto do incêndio retratado por Walt Disney há quase 70 anos. Ainda não há previsão de estreia para o remake de “Bambi”.

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    Robert Zemeckis fecha com a Disney para dirigir versão live-action de Pinóquio

    24 de janeiro de 2020 /

    A Disney oficializou o cineasta Robert Zemeckis como diretor de sua versão live-action da animação clássica “Pinóquio” (1940). Além de dirigir, ele vai reescrever um roteiro que estava em desenvolvimento, em parceria com Chris Weitz (“Rogue One: Uma História Star Wars”), visando um início de filmagens no final de 2020. Embora tenha se focado em dramas adultos nos últimos anos — seus filmes mais recentes foram “O Voo”, “Travessia”, “Aliados” e “Bem-vindos a Marwen” —, Zemeckis também já teve uma fase voltada à animação e até trabalhou com a Disney num clássico híbrido, “Uma Cilada para Roger Rabbit”, em 1988. Originalmente, o filme seria dirigido por Paul King (“Paddington 2”) e destacaria Gepeto, o velho marceneiro que cria o boneco de madeira. Magicamente, o boneco ganha vida e passa a desejar virar um menino de verdade. Zemeckis estaria interessado em participar do processo de escolha do elenco, apesar do nome de Tom Hanks, ventilado para o papel, estar praticamente confirmado. O veterano cineasta dirigiu Hanks em dois de seus filmes mais bem-sucedidos, “Forest Gump” (1994) e “O Náufrago” (2000). A Disney optou por não acelerar a produção, porque outra adaptação do personagem criado por Carlo Collodi já foi filmada e estará nos cinemas nos próximos meses. O cineasta italiano Matteo Garrone (“O Conto dos Contos”) assina a próxima versão com atores reais, em que Gepeto será vivido por Roberto Benigni (que, ironicamente, já viveu Pinóquio em 2002). O filme faz parte da programação do Festival de Berlim, que acontece em fevereiro na Alemanha. Além desse projeto, o cineasta mexicano Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”) está desenvolvendo uma animação em stop-motion de “Pinóquio” para a Netflix. Em compensação, a Warner já desistiu de sua ideia de filmar Robert Downey Jr. (“Homem de Ferro”) como Gepeto – decisão anterior ao fracasso de “Dolittle”. Ainda não há previsão para a estreia.

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    Warner marca data do final de Arrow no Brasil

    24 de janeiro de 2020 /

    A Warner definiu a data de exibição do episódio final de “Arrow” no Brasil. O canal pago transmitirá o capítulo no dia 9 de fevereiro, às 22h20. O final da série vai reunir um elenco grandioso e, pelo conteúdo das fotos já divulgados, será marcado pelo funeral de Oliver Queen/Arqueiro Verde (Stephen Amell). Entre os personagens confirmados estão Felicity (Emily Bett Rickards), Thea (Willa Holland), Mia (Katherine McNamara), Emiko Queen (Sea Shimooka), Roy Harper (Colton Haynes), Laurel Lance (Katie Cassidy), Lyla Michaels (Audrey Marie Anderson), John Diggle (David Ramsey), Curtis Holt (Echo Kellum), Rene Ramirez (Rick Gonzalez), Dinah Drake (Juliana Harkavy), Rory/Retalho (Joe Dinicol), que havia deixado a série na 5ª temporada, e Moira Queen (Susanna Thompson), que pode ter voltado à via no Arrowverso pós-“Crise nas Infinitas Terras”, além de Barry Allen (Grant Gustin) e Sara Lance (Caity Lotz), ainda em clima de crossover. Intitulado “Fadeout”, o episódio que conclui “Arrow” vai ao ar na próxima terça (28/1) nos EUA.

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    Kumail Nanjiani diz que “Eternos” será o filme mais sci-fi da Marvel

    24 de janeiro de 2020 /

    O ator Kumail Nanjiani declarou que “Eternos” será o filme mais sci-fi já feito pela Marvel. “É realmente, realmente um épico. É uma história tão de ficção científica. É uma história de super-heróis, mas em alguma medida é o filme mais sci-fi e mais épico da Marvel. E a história se estende por milhares de anos. Então, realmente não é como um outro filme da Marvel”, ele contou, em entrevista à revista Entertainment Weekly. Uma declaração e tanto, considerando que a Marvel já lançou dois filmes dos heróis cósmicos conhecidos como Guardiões da Galáxia. Em “Eternos”, o ator da série “Silicon Valley” vive “o cosmicamente poderoso” Kingo, um dos Eternos da trama. Segundo a sinopse oficial, “‘Os Eternos’ apresenta um empolgante novo time de super-heróis no Universo Cinematográfico da Marvel, alienígenas antigos que viveram em segredo na Terra por milhares de anos. Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, uma tragédia inesperada faz com que eles saiam das sombras e se reúnam contra os inimigos mais antigos da humanidade, os Deviantes”. Nos quadrinhos, os Eternos são uma raça de super-humanos, surgidos como um desdobramento da evolução que criou a vida inteligente na Terra. Concebidos pelos alienígenas Celestiais, eram destinados a ser defensores da Terra. Mas algo deu errado, a ponto da experiência gerar ninguém menos que Thanos, que é um desses seres geneticamente evoluídos. A citação da sinopse a “Vingadores: Ultimato” pode ser justamente uma referência à Thanos. Toda essa história veio da mente febril do mestre Jack Kirby em sua volta à Marvel em 1976, e compartilha algumas semelhanças com os Novos Deuses, que ele próprio criou na DC Comics, alguns anos antes. A trajetória original dos personagens ficou sem fim, graças às vendas fracas e uma briga definitiva de Kirby com a editora. Por conta disso, os roteiristas Roy Thomas e Mark Gruenwald tentaram juntar as pontas soltas ao incluir os personagens num arco de Thor, que deveria encerrar a trama. Entretanto, foi preciso que Neil Gaiman (criador de “American Gods”) retomasse os personagens numa minissérie de 2006 para tudo fazer sentido. O filme será dirigido pela chinesa Chloé Zhao, que nasceu em Pequim, passou sua adolescência em Londres e estudou cinema nos Estados Unidos, onde mora atualmente. Sua filmografia consiste de dois filmes indies muito elogiados pela crítica, os dramas “Songs My Brothers Taught Me” (2015) e “Domando o Destino” (The Rider, 2017), ambos exibidos no Festival de Cannes e premiados no circuito internacional. Ela é a terceira mulher contratada para comandar um filme da Marvel, após Anna Boden compartilhar a direção de “Capitã Marvel” com o marido, Ryan Fleck, e Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) ser selecionada para “Viúva Negra”. E, curiosamente, será a segunda chinesa a dirigir um filme de super-heróis, após a Warner colocar Cathy Yan (“Dead Pigs”) à frente de “Aves de Rapina”, o filme que mistura super-heroínas e Arlequina, atualmente em pós-produção. Além de Kumail Nanjiani, o elenco de “Eternos” inclui Angelina Jolie (“Malévola: Dona do Mal”), Kit Harrington (“Game of Thrones”), Richard Madden (também de “Game of Thrones”), Gemma Chan (“Capitã Marvel”), Lauren Ridloff (“The Walking Dead”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Salma Hayak (“Dupla Explosiva”), Lia McHugh (“American Woman”), Don Lee (“Invasão Zumbi”) e Barry Keoghan (“Dunkirk”). A estreia está marcada para 29 de novembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.

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    Brad Pitt revela ter recusado papel de Neo em Matrix

    24 de janeiro de 2020 /

    O ator Brad Pitt (“Era uma Vez em Hollywood”) fez algumas revelações durante sua participação no Festival Internacional de Cinema de Santa Barbara, na qual foi homenageado. Ele afirmou que ainda pretende fazer mais um filme com David Fincher (“Clube da Luta”), que lhe entregou o prêmio por sua carreira. E relembrando sua carreira durante um bate-papo no palco com o veterano crítico Leonard Maltin, citou “Matrix” como o filme que ainda lembrava de ter recusado. Segundo o ator, o personagem não lhe pertencia. “Eu deixei passar ‘Matrix’. Tomei a pílula vermelha”, disse. “Não me ofereceram o segundo ou o terceiro. Somente o primeiro. […] Realmente acredito que [o papel] nunca foi meu. Não é meu”, afirmou. Veja abaixo o trecho da conversa em que Pitt fala de “Matrix”. Embora não tenha entrado em detalhes de qual seria o personagem em questão, no ano passado o produtor Lorenzo di Bonaventura deu a entender que seria justamente Neo. “A primeira estrela a dizer ‘sim’ foi Brad Pitt, ele estava fazendo ‘Sete Anos no Tibet’. Quando terminou, porém, mudou de ideia. Disse ‘Estou muito exausto para assumir isso’ e deixou o projeto”, o produtor contou ao site The Wrap. Segundo di Bonaventura, Pitt não foi o único a recusar o filme. Leonardo DiCaprio e até Will Smith estiveram envolvidos na pré-produção, até Keanu Reeves ser definido como protagonista. O primeiro “Matrix” foi lançado em 1999. Junto com as sequências, “Matrix Reloaded” e “Matrix Revolutions”, a franquia faturou US$ 1,6 bilhão nas bilheterias mundiais. Agora, a franquia será estendida com a produção de “Matrix 4”, que tem estreia prevista para 21 de maio de 2021. Por enquanto não há informações sobre a trama, mas estão confirmados os retornos de Reeves como Neo e Carrie-Anne Moss como Trinity.

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    Série baseada em Parasita será uma espécie de versão estendida do filme

    24 de janeiro de 2020 /

    O diretor Bong Joon Ho revelou que a adaptação de “Parasita”, que vai virar minissérie da HBO, será uma espécie de versão estendida do filme com novos atores e não uma nova história. “Tinha todas essas ideias acumuladas de quando comecei a escrever o roteiro. Não consegui inclui-las em duas horas de filme, então elas ficaram no meu iPad e meu objetivo com essa minissérie é criar um filme de seis horas”, ele contou, em entrevista ao The Wrap. Na minissérie, Bong Joon Ho trabalhará ao lado do também cineasta e roteirista Adam McKay (“Vice”), que produz “Succession”, atração premiada no recente Globo de Ouro 2020 como Melhor Série Dramática. Ainda não está claro se a trama vai manter os atores originais, premiados com o SAG Awards (troféu do Sindicato dos Atores dos EUA) de Melhor Elenco do ano, ou se a trama será transportada para os EUA. “Parasita” gira em torno de uma família pobre que, por meio de subterfúgios, invade a vida de uma família rica, arranjando empregos sob falsas premissas. Entretanto, eles não são os primeiros a parasitar a mansão dos Park. Vencedora do Festival de Cannes, a produção concorre a seis Oscars, incluindo Melhor Filme e Melhor Direção para Bong Joon Ho.

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    Bill Murray é confirmado em Caça Fantasmas: Mais Além

    24 de janeiro de 2020 /

    O ator Bill Murray teve sua participação confirmada no elenco de “Caça Fantasmas: Mais Além”, filme que vai retomar a franquia iniciada nos anos 1980. A notícia já circulava há meses e o jornalista que assinou a notícia, publicada na quinta-feira (23/1) pela revista Vanity Fair, encontrou-se com o ator em pleno cenário da produção… em setembro passado. A publicação confirmou que não apenas Murray, mas também Dan Aykroyd e Ernie Hudson reprisarão seus papéis como Peter Venkman, Ray Stantz e Winston Zeddemore, respectivamente. Além dos Caça-Fantasmas originais, Anne Potts, que vivia a recepcionista Janine Melnitz, e Sigourney Weaver, que interpretou a femme fatale Dana Barrett, também participam da produção. E o filme ainda vai homenagear Harold Ramis, intérprete de Egon Spengler, falecido em 2014. “Bem, estamos com um homem a menos. Esse é o negócio”, disse Murray para a Vanity Fair. “Isso faz parte da história que estamos contando, é a história que eles escreveram”, acrescentou. Segundo ele, cada ator sobrevivente do quarteto original “tem um papel significativo no filme, mas não serão os heróis centrais dessa vez”. Ele ainda elogiou o roteiro: “É bom”, comentou. “Tem muita emoção nisso. Tem muita família nele, com frases que são realmente interessantes. Vai dar certo”, finalizou. O filme é dirigido por Jason Reitman, que é filho do cineasta Ivan Reitman, responsável pelos dois primeiros filmes dos Caça-Fantasmas, e a família citada por Murry é formada por Carrie Coon (“The Leftovers”), Mckenna Grace (“Annabelle 3: De Volta para Casa”) e Finn Wolfhard (“Stranger Things”). O elenco se completa com Paul Rudd (“Homem-Formiga”), que vive um professor das crianças. Nenhum dos integrantes da produção quis confirmar explicitamente a relação entre os novos personagens e a história original, mas os fãs já notaram, nos trailers, a grande semelhança entre Phoebe (personagem de Mckenna Grace), e um certo cientista cujos óculos ela descobre em sua casa nova, em meio a macacões velhos e empoeirados dos Caça-Fantasmas, um dos eles com o nome Spengler. Reitman disse que Phoebe foi a razão de querer fazer o filme. “Antes que eu soubesse que poderia fazer um filme dos ‘Caça-Fantasmas’, a imagem de uma menina de 12 anos carregando uma mochila de prótons surgiu na minha cabeça e simplesmente não saiu. Eventualmente, eu descobri quem ela era”, disse o diretor. “Fiquei maravilhado com a ideia de como seria encontrar um pacote de prótons no porão da casa de seus avós. O que essa descoberta revelaria sobre quem você é e que aventuras permitiram seguir?” A ideia, segundo a Vanity Fair, é similar ao desenvolvimento de “Star Wars: O Despertar da Força”, em que a velha guarda passou sua espada-laser – ou, no caso, mochila de prótons – para a nova geração.

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    Novo documentário de Karim Aïnouz é selecionado para o Festival de Berlim

    23 de janeiro de 2020 /

    O documentário “Nardjes A.”, novo trabalho do diretor Karim Aïnouz (“A Vida Invisível”), foi selecionado pela organização do Festival de Berlim. O longa, que acompanha a argelina Nardjes durante um protesto pacífico em seu país, foi selecionado para a mostra Panorama do evento, que acontece entre 20 de fevereiro e 1º de março. Diz a sinopse: “Argélia, fevereiro de 2019. Um levante pacifista popular irrompe contra a candidatura do presidente Bouteflika para um quinto mandato, culminando em uma revolução. Nardjes, uma jovem argelina, participa do movimento para expressar a esperança de seu povo. Filmado em 8 de março de 2019, Dia Internacional da Mulher, o filme traça um retrato da ativista no momento em que ela se junta a milhares de manifestantes nas ruas de Argel, em luta para derrubar um regime que os silenciou por décadas. Nós a seguimos, enquanto seu país inteiro indicava estar caminhando para um futuro melhor.” Aïnouz já participou do Festival de Berlim com o documentário “Aeroporto Central” (2018) e o drama “Praia do Futuro” (2014), e no ano passado venceu a mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes, com “A Vida Invisível”, também selecionado pelo Brasil para disputar indicação ao Oscar. “Nardjes A.” foi rodado em sua primeira visita à Argélia, terra natal de seu pai. Em comunicado, o diretor afirmou que sua intensão foi criar um filme “ousado, alto, barulhento, rápido e voraz, como as manifestações foram e continuam sendo”, mas com foco mais pessoal, através da perspectiva de um dia na vida de Nardjes. A obra ainda não tem previsão de estreia no Brasil. Além do filme de Karim Aïnouz, a mostra Panorama também vai exibir mais dois longas de cineastas brasileiros: a ficção “Cidade Pássaro”, de Matias Mariani, que acompanha um músico da Nigéria que viaja a São Paulo em busca do irmão, e o documentário “O Reflexo do Lago”, de Fernando Segtowick, sobre a vida de uma comunidade sem energia elétrica, localizado ao lado da maior usina hidrelétrica na Amazônia.

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    Meninas Malvadas vai ganhar remake musical

    23 de janeiro de 2020 /

    “Meninas Malvadas” vai ganhar remake, desta vez como musical. A comediante Tina Fey, que escreveu o longa original de 2004, anunciou a novidade nesta quinta (23/1), revelando que fará uma adaptação da adaptação do filme. E não se trata de uma repetição errada de palavras. A comédia inspirou um espetáculo da Broadway que, por sua vez, é o que inspira o novo filme. Esse tipo de reciclagem não é novidade em Hollywood, que não precisa de muita justificativa para produzir refilmagens. Outros exemplos de filmes que viraram musicais e depois filmes musicais são “Os Produtores” e “Hairspray”. No caso de “Meninas Malvadas”, os roteiros de todas as versões são assinados por Tina Fey, que também apareceu no primeiro filme como professora das adolescentes terríveis retratadas. “Estou muito empolgado em trazer ‘Meninas Malvadas’ de volta às telas”, ela disse em comunicado. “Foi incrivelmente gratificante ver o quanto o filme e o musical significaram para o público. Já passei 16 anos com esses personagens. Eles são o meu Universo Marvel e eu os amo muito”, ressaltou. O filme gerou um culto tão grande que é celebrado anualmente em todo o 3 de outubro, devido a uma cena famosa da produção. A data é a primeira coisa que Aaron (Jonathan Bennett) pergunta a Cady (Lindsay Lohan) na história. Para quem não lembra, a trama acompanhava a chegada da novata Cady a um colégio novo, onde descobre a existência de diversas tribos e acaba oscilando entre “as pessoas mais legais que você pode encontrar”, que era a turma de Janis (Lizzy Caplan), e “as piores”, também conhecidas como Plastics, lideradas por Regina George, o papel que lançou a carreira de Rachel McAdams. A Paramount, que produziu o filme original, continua como estúdio da nova versão. Mas ainda não divulgou cronograma de filmagens ou previsão de estreia para essa versão da versão.

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