Tema de Roque Santeiro ganha versão de apoio ao governo e incomoda autor, que vai processar
O músico Guarabyra pretende processar o responsável por uma versão pirata de “Dona”, que ele gravou com o parceiro Sá e se tornou grande sucesso como tema da Viúva Porcina na novela “Roque Santeiro” (1985). A música ganhou letra modificada para exaltar Regina Duarte, a própria Viúva Porcina, na Secretaria Especial da Cultura. Publicada em 30 de janeiro no YouTube, a versão pirata é acompanhada por uma galeria de fotos ilustrativas, que, de forma didática, ajuda a propagar os pontos mais preconceituosos e intolerantes da visão “cultural” representada pelo atual governo. Exemplos: funk é lixo “travestido de cultura” e Regina “representa os bons tempos”, uma “patriota que tem fé”, e por isso vai resgatar os “valores cristãos” e “rejeitar o que não convém”. O que é um elogio pouco disfarçado à censura. “A versão de nossa música ‘Dona’, com letra pró Secretária da Educação não foi autorizada por nós, e a questão está sendo estudada pelo departamento jurídico da Editora que representa a obra”, escreveu Guarabira, em seu perfil oficial no YouTube, corrigindo-se em seguida pela confusão de figurinhas do governo. “Digo, Secretária de Cultura”. O autor da canção é identificado no YouTube como Guto Sallen, cantor que imitava Roberto Carlos no programa Raul Gil. Ultimamente, ele tem se especializado em canções com ataques à bailes funk, LGBTQs e outros “inimigos”. Também transformou o clássico “Let it Be”, dos Beatles, em “Ele sim”, a favor de Bolsonaro. Ironicamente, o ator Lima Duarte, que estrelou “Roque Santeiro” como o vilão Sinhozinho Malta, chegou a comparar à ida da atriz ao governo com o enredo da novela, dizendo que era uma representação perfeita “para o Brasil de hoje: Sinhozinho Malta na Presidência e Viúva Porcina na Cultura”. Digo, Secretária da Cultura. — Guarabyra (@Gutbyra) February 2, 2020
Compositor de Game of Thrones fará a trilha de “Eternos”
O compositor alemão Ramin Djawadi, que criou a trilha premiada de “Game of Thrones”, será o responsável pela música de “Eternos”, próxima superprodução da Marvel. Djawadi venceu o Emmy de Melhor Trilha Sonora por seu trabalho em “Game of Thrones” por dois anos seguidos, em 2018 e 2019. Ele também foi indicado ao troféu da Academia da Televisão pelas trilhas de “Westworld” e “Prison Break”. Seus trabalhos mais recentes são as trilhas da séries “Jack Ryan”, na Amazon, e da vindoura “Amazing Stories”, na Apple. Mas embora seja mais celebrado por obras televisivas, ele já musicou filmes, inclusive da própria Marvel. Foi dele a trilha do primeiro lançamento do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU, na sigla em inglês), o filme “Homem de Ferro”, em 2008. Outros longas de seu currículo incluem “Uma Dobra no Tempo” (2018), “Warcraft” (2016), “Drácula: A História Nunca Contada” (2014), “Círculo de Fogo” (2013), “Protegendo o Inimigo” (2012), “Fúria de Titãs” (2010) e “Blade: Trinity” (2004). “Eternos” é dirigido pela chinesa Chloé Zhao (“Domando o Destino”) e tem estreia marcada para 29 de novembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.
Festival de Sundance 2020 premia filme com ator de The Walking Dead e cineastas femininas
O drama “Minari”, de Lee Isaac Chung, foi o vencedor do Festival de Sundance 2020. Além do troféu principal, o Grande Prêmio do Júri, entregue na noite gelada de sábado (1/2) em Park City, Utah (EUA), o filme sobre um menino coreano-americano de 7 anos de idade, cuja vida é virada de cabeça para baixo quando seu pai decide mudar sua família para a zona rural do Arkansas, também ganhou o Prêmio do Público. A história de “Minari”, que destaca em seu elenco o ator Steven Yeun (“The Walking Dead”) no papel do pai, é baseada na própria vida do diretor e coincide com o sucesso recente de cineastas asiáticos nos EUA, tanto em filmes americanos, como as chinesas Chloé Zhao (“Domando o Destino”), Cathy Yan (“Dead Pigs”) e a descendente Lulu Wang (“A Despedida”), quanto internacionais, caso do premiadíssimo Bong Joon Ho, de “Parasita”, vencedor de vários prêmios dos sindicatos da indústria cinematográfica americana. Mas esse não foi o detalhe que mais chamou atenção na entrega dos prêmios, e sim o grande predomínio de mulheres vitoriosas, principalmente nas categorias de Direção. Entre as americanas, Rahda Blank conquistou o troféu por sua estréia no cinema, “The 40-Year-Old Version”, que ela escreveu, dirigiu e estrelou, e Garrett Bradley ficou com o prêmio de direção em documentário por seu filme “Time”. A competição internacional ainda consagrou a francesa Maimouna Doucouré, outra diretora estreante, pela realização de “Cuties” (Mignonnes). Além disso, a estreia na ficção da premiada documentarista Heidi Ewing, “I Carry You with Me”, rendeu dois prêmios paralelos, algumas das críticas mais positivas do evento e um contrato de US$ 10 milhões de distribuição junto a Sony. Para completar, os documentários americanos premiados foram codirigidos por casais. “Boys State”, de Amanda McBaine e Jesse Moss, levou o Grande Prêmio do Júri e uma das maiores boladas do festival. A Apple comprou o filme por US$ 12 milhões, valor recorde para um documentário de festival – qualquer festival. Já o Prêmio do Público para Melhor Documentário ficou com “Crip Camp”, nova produção do casal Barack e Michelle Obama, dirigido por Nicole Newnham e Jim Lebrecht. O filme já entrou em Sundance com distribuição fechada da Netflix. A cerimônia de encerramento do festival, que foi aberta por um show da banda indie punk Skating Polly, ainda premiou o iraniano “Yalda, a Night for Forgiveness”, de Massoud Bakhshi, como o melhor filme da competição internacional.
WGA Awards: Parasita e Jojo Rabbit vencem prêmio do Sindicato dos Roteiristas dos EUA
O Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA, na sigla em inglês) revelou os vencedores de seu prêmio anual, consagrando as histórias de “Parasita” e “Jojo Rabbit”. Enquanto o suspense de Bong Joon Ho recebeu o prêmio de Melhor Roteiro Original, a comédia de Taika Waititi ficou com o troféu de Roteiro Adaptado na cerimônia, realizada na noite de sábado (1/2) em Nova York. Ambos foram escritos por estrangeiros – os sul-coreanos Bong Joon Ho e Jin Won Hane e o neozelandês Taika Waititi – e vão disputar o Oscar nas mesmas categorias. O roteiro de “Parasita” concorria com “1917”, “Fora de Série”, “Entre Facas e Segredos” e “História de um Casamento”. Mas vale ressaltar que Quentin Tarantino, vencedor do Globo de Ouro de Melhor Roteiro por “Era Uma Vez em Hollywood”, não disputou o prêmio por não ser membro do Sindicato – graças a uma briga antiga, ele se recusa a participar do WGA. Isto nunca o impediu de conquistar o Oscar de Roteiro Original – já tem dois e é novamente favorito neste ano. Na categoria de “Jojo Rabbit”, por sua vez, estavam também “Um Lindo Dia na Vizinhança”, “O Irlandês”, “Coringa” e “Adoráveis Mulheres”. O WGA Awards ainda premiou o documentário “The Inventor: Out for Blood in Silicon Valley”, e várias categorias televisivas. As séries “Succession” e “Barry” venceram como Melhores Roteiros de Drama e Comédia, enquanto “Watchmen” ficou com o troféu de Melhor Roteiro de Série Nova. Foi uma lavada da HBO, que ainda conquistou, entre as minisséries, o prêmio de Roteiro Original por “Chernobyl”. Completa a lista “Fosse/Verdon”, do canal pago FX, como Melhor Roteiro Adaptado de Minissérie. “Parasita” estreou em novembro no Brasil e “Jojo Rabbit” finalmente chega na quinta (6/2), quase quatro meses depois de passar pelos cinemas americanos.
Plataforma Quibi ganha seu primeiro comercial
A vindoura plataforma de streaming Quibi divulgou seu primeiro comercial. O vídeo foi produzido para exibição no domingo (2/2) durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano), espaço publicitário mais valorizado da TV dos EUA, mas já pode ser visto abaixo, antecipado no YouTube. Criada especificamente para celulares, a Quibi vai apresentar programas de até 10 minutos de duração. Seu nome, usado como sinônimo de atividade rápida no comercial, vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços). Jeffrey Katzenberg, o fundador da DreamWorks Animation, é o responsável pela iniciativa, que construiu um portfólio impressionante de projetos para seu lançamento. Entre outras produções em desenvolvimento, há desde séries de terror de Steven Spielberg (“Jogador Nº 1”), Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) e Sam Raimi (“Evil Dead”), um drama sobre suicídio do cineasta Peter Farrelly (“Green Book”), um thriller de ação com Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), um drama policial produzido por Antoine Fuqua (“O Protetor”), uma comédia estrelada e produzida por Anna Kendrick (“Um Pequeno Favor”), uma ficção científica com Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) e Emily Mortimer (“Chernobyl”), uma comédia musical com Darren Criss (“Glee”), uma produção de super-heróis de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), uma adaptação do filme “Marcação Cerrada” (1999), um remake da série clássica “O Fugitivo” (1963), atrações não reveladas dos diretores Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) e Paul Feig (“Um Pequeno Favor”), entre muitos projetos, incluindo reality shows. Cada programa terá capítulos de 7 a 10 minutos. O que vai na contra-mão dos novos hábitos de consumo alimentados pela Netflix, que popularizou longas maratonas de séries. A aposta é no baixo nível de atenção e foco de quem navega por celular. A plataforma conseguiu um aporte de US$ 1 bilhão de investidores como Sony Pictures, Disney, Warner Bros., MGM e Alibaba, e pretende oferecer 175 conteúdos semanais e 8,5 mil episódios ao longo de seu primeiro ano. Apesar da aposta no formato, as iniciativas de emplacar séries curtas e exclusivas de dispositivos móveis não deram certo até o momento – veja-se, como exemplo, a falta de repercussão dos lançamentos do Snapchat. A plataforma Quibi será inaugurada em 6 de abril nos EUA.
Personagem clássico da franquia vai voltar a aparecer em Missão Impossível 7
O diretor e roteirista Christopher McQuarrie revelou o retorno de um inimigo clássico de Ethan Hunt no próximo “Missão: Impossível”. Ele postou uma foto de Henry Czerny (mais conhecido pelo papel de vilão da série “Revenge”), que viveu Eugene Kittridge, diretor da Força Missão: Impossível (IMF, na sigla em inglês) no primeiro longa, comandado por Brian De Palma em 1996. Ao lado da foto de Czerny, McQuarrie escreveu no Instagram: “Não há como escapar do passado”, seguido das hashtags dos próximos filmes da franquia. Para quem não lembra do personagem, ele foi o responsável por ordenar a perseguição à Ethan Hunt após ser levado a acreditar que o agente tinha se tornado um traidor. E estrelou várias cenas memoráveis, incluindo a que leva o agente interpretado por Tom Cruise a pronunciar a frase clássica: “Kittridge, você nunca me viu muito chateado”. Relembre abaixo. McQuarrie vai escrever e dirigir dois novos filmes da franquia de ação da Paramount, que serão o sétimo e oitavo capítulos da saga. Eles serão filmados consecutivamente para chegar aos cinemas com um ano de diferença entre si, em julho de 2021 e agosto de 2022. Além de Tom Cruise e o recém-anunciado Henry Czerny, o elenco contará com Nicholas Hoult (“X-Men: Fênix Negra”), Hayley Atwell (“Agent Carter”), Shea Whigham (também de “Agent Carter”), Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia”) e os retornos de Rebecca Ferguson e Simon Pegg, respectivamente como Ilsa Faust e Benji Dunn. Ver essa foto no Instagram There is no escaping the past… #MI7MI8 Uma publicação compartilhada por Christopher McQuarrie (@christophermcquarrie) em 1 de Fev, 2020 às 8:00 PST
Toy Story 4: Vídeo de bastidores revela trabalho dos dubladores originais da animação
A Pixar divulgou nas redes sociais um vídeo dos bastidores da dublagem de “Toy Story 4”, mostrando diversos atores do elenco de vozes originais interpretando seus personagens. No vídeo abaixo, é possível ver Tom Hanks como Woody, Tim Allen como Buzz Lyghtyear, Keanu Reeves como Duke Caboom, Annie Potts como Betty (Bo Peep), Tony Hale como Garfinho (Forky) e muitos outros. Um dos sete filmes da Disney a superar US$ 1 bilhão de bilheteria mundial em 2017, “Toy Story 4” venceu o prêmio do Sindicato dos Produtores (PGA, na sigla em inglês) e o Critics Choice como Melhor Animação do ano e está na disputa do Oscar da categoria, que será entregue em cerimônia marcada para 9 de fevereiro no Teatro Dolby, em Los Angeles, com transmissão ao vivo no Brasil pelos canais Globo e TNT. Ver essa foto no Instagram Tom Hanks, Tim Allen, and more bring Woody, Buzz Lightyear, and your favorite toys to life. Uma publicação compartilhada por Pixar (@pixar) em 31 de Jan, 2020 às 8:31 PST
Velozes e Furiosos 9: Volta de Han foi planejada como ajuste de contas
O diretor de “Velozes e Furiosos 9”, Justin Lin, que voltou à franquia após comandá-la entre o terceiro e o sexto filmes, comentou outro retorno importante do novo filme: do personagem de Han (Sung Kang), revelado no primeiro trailer do longa. Segundo o cineasta, a decisão por trás da volta de Han não foi apenas um gesto para agradar os fãs, mas sim para fazer justiça ao personagem, morto em “Velozes e Furiosos 6”. “Quando eu saí da franquia, senti que fizemos de modo apropriado e encerramos a jornada do personagem, mas algumas coisas aconteceram depois que não fizeram sentido para mim, então eu quis que ele voltasse e queria explorar o por quê”, disse o cineasta, durante a entrevista do lançamento do trailer – a Universal fez um evento grandioso para a revelação do vídeo, na sexta-feira (31/1), com direito até a show musical. Lin provavelmente se refere ao fato de o assassino de Han, Deckard Shaw (Jason Statham), ter se tornado parte do grupo de Dominic Toretto (Vin Diesel) e até ganhado seu próprio derivado, “Velozes e Furiosos”: Hobbs & Shaw. Esta linha narrativa causou revolta entre os fãs da franquia, que taxaram a transformação de Shaw de injustiça, protestando nas redes sociais com a hashtag #JusticeForHan. O pôster que destaca individualmente a volta de Han faz referência a esse tema. “Justiça está chegando”, diz o texto em inglês, que acompanha a imagem do ator Sung Kang. Han Seul-oh, que soa como Han Solo, numa homenagem ao herói clássico de “Star Wars”, na verdade surgiu antes de estrelar “Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio”. O personagem foi introduzido em “Better Luck Tomorrow” (2002), o primeiro filme dirigido por Justin Lin, e posteriormente incorporado à família “Velozes”. Não é à toa que o diretor tem um carinho especial por ele. Mas Lin não está sozinho na admiração pelo personagem e seu intérprete. Na verdade, o arco de ajuste de contas foi planejado antecipadamente pelo roteirista e produtor da franquia, Chris Morgan. O mentor da franquia detalhou seus planos para Han durante uma entrevista ao site Vulture sobre o spin-off “Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw”, em agosto do ano passado. “Vou dizer algumas coisas sobre isso. Primeiro, Han é um dos meus personagens favoritos no mundo de ‘Velozes’, sem mencionar que Sung Kang é um bom amigo. Nós o amamos tanto que quando ele morreu no final do terceiro filme, mudamos a linha do tempo para mantê-lo vivo por mais três filmes”. E explicou: “Há um grande arco acontecendo. E esse arco é: Deckard Shaw e justiça para Han. Eu amo o fato de as pessoas estarem pedindo por isto. Fico feliz porque eu sinto isso também. É algo que queremos dar a devido atenção. É algo que estamos construindo. Há um toque disso neste filme [‘Hpbbs & Shaw’], uma frase que Deckard diz logo antes da batalha em Samoa: ‘Há coisas que eu tenho que reparar’. Isso foi escrito especificamente porque ele está pensando em Han”. Morgan ainda acrescentou que o ajuste de contas deve se estender por vários filmes – não por acaso, “Velozes e Furiosos 10″ já está confirmado. “Queremos garantir espaço suficiente, porque é um grande super arco, uma história gigante que acho que o público abraçará e ficará feliz. É importante. A Justiça está chegando”, completou, usando, cinco meses atrás, as mesmas palavras do pôster revelado em janeiro de 2020.
Ilha da Fantasia: Novo trailer transforma série clássica em filme de terror barato
A Sony divulgou novos pôster, fotos e trailer de “Ilha da Fantasia”, adaptação da série clássica dos anos 1970, que vai chegar aos cinemas como um filme de terror barato da produtora Blumhouse (de “Corra!” e “Atividade Paranormal”). Como esperado diante dessa premissa, a prévia é completamente diferente da série. Para quem não lembra, “Ilha da Fantasia” mostrava hóspedes recém-chegados à ilha-resort do título para viver fantasias providenciadas por um misterioso anfitrião, o Sr. Roarke (Ricardo Montalban, na série clássica), com a assistência do anão Tattoo (Hervé Villechaize). Mas para terem os prazeres que almejam, eles precisam passar por testes de caráter e desafios psicológicos. O filme mantém o Sr. Roarke, agora vivido por Michael Peña (“Homem Formiga e a Vespa”), que, segundo a sinopse, “faz os sonhos secretos dos seus convidados sortudos se tornarem realidades em seu luxuoso, porém remoto, resort tropical”. Só que essas fantasias se transformam em pesadelos e podem custar as vidas dos “convidados sortudos”. O elenco não inclui um novo Tattoo, mas traz Parisa Fitz-Henley (a Fiji de “Midnight, Texas”) na função. O resto do elenco destaca Lucy Hale (a Aria Montgomery de “Pretty Little Liars”), Maggie Q (a “Nikita”), Portia Doubleday (a Angela de “Mr. Robot”), Michael Rooker (o Yondu, de “Guardiões da Galáxia”), Ryan Hansen (Dick Casablancas de “Veronica Mars”) e Jimmy O. Yang (“Podres de Ricos”). A direção está a cargo de Jeff Wadlow, cujo filme anterior, “Verdade ou Desafio” (2018), também foi um terror barato estrelado por Lucy Hale. A estreia no Brasil está marcada para 16 de abril, dois meses depois do lançamento nos Estados Unidos.
Filmes sobre Suzane Von Richthofen ganham primeiros vídeos
A Galeria Distribuidora divulgou dois vídeos de “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino Que Matou Meus Pais”, filmes com narrativas paralelas sobre o caso Von Richthofen. Um dos vídeos é uma montagem com os pôsteres individuais de cada obra e o outro, com cenas da prisão e julgamento do casal, serve de teaser para o primeiro trailer, que será disponibilizado na segunda-feira (31/1). Os filmes abordam a história a partir de diferentes perspectivas: pela ótica de Suzane Von Richthofen e na versão de Daniel Cravinhos. Os dois foram condenados pelo assassinato dos pais de Suzane. O elenco destaca a atriz Carla Diaz (da novelinha “Rebeldes”) como Suzane e Leonardo Bittencourt (da novelinha “Malhação”) no papel de Daniel, além de Vera Zimmermann (“Os Dez Mandamentos: O Filme”) e Allan Souza Lima (“A Cabeça de Gumercindo Saraiva”). Os longas têm direção de Mauricio Eça (“Carrossel: O Filme”) e roteiros escritos por Raphael Montes (“Praça Paris”) em parceria com Ilana Casoy, criminóloga que é considerada a maior especialista em serial killers do Brasil. A estreia está marcada para 2 de abril. Confira o cartaz teaser dos filmes A MENINA QUE MATOU OS PAIS e O MENINO QUE MATOU MEUS PAIS, que contará a história de um dos crimes mais famosos do país. DIA 02 DE ABRIL NOS CINEMAS! @galeriadistribuidora @santaritafilmes#ameninaquematouospais #omeninoquematoumeuspais pic.twitter.com/SsjaTZKMCQ — Galeria Distribuidora (@GaleriaDistrib) January 31, 2020
Velozes e Furiosos 9: Personagem-surpresa do filme ganha pôster individual
A Universal divulgou um novo pôster de “Velozes e Furiosos 9”, que acrescenta à coleção de cartazes individuais um insperado personagem: Han (Sung Kang). Introduzido em “Velozes e Furiosos – Desafio em Tóquio” (2006), o terceiro filme da franquia, Han se tornou um dos principais “heróis” da franquia, e foi visto pela última vez em “Velozes & Furiosos 6”, quando teria sido morto por Shaw (Jason Statham). Seu retorno foi revelado de surpresa no primeiro trailer de “Velozes e Furiosos 9”, divulgado nesta sexta (31/1), e ainda não tem maiores explicações. Do ponto de vista da franquia, a “ressurreição” ajuda a minimizar, senão eliminar completamente, a carga negativa associada a seu assassino, Shaw, que estrelou seu próprio spin-off com Hobbs (Dwayne Johnson) no ano passado. No novo filme, ele vai se juntar a Dominic Toretto (Vin Diesel), Letty (Michelle Rodriguez), Mia (Jordana Brewster), Tej (Ludacris), Roman (Tyrese Gibson) e à novata Ramsey (Nathalie Emmanuel) – que entrou na franquia em “Velozes e Furiosos 7” – para enfrentar o inimigo da vez, o personagem de John Cena (“Bumblebee”), que também é irmão de Toretto e aliado da vilã Cypher (Charlize Theron). A continuação também terá outro retorno importante atrás das câmeras: o diretor Justin Lin, que dirigiu quatro filmes da marca bem-sucedida – “Velozes e Furiosos – Desafio em Tóquio” (2006), “Velozes e Furiosos 4” (2009), “Velozes e Furiosos 5: Operação Rio” (2011) e “Velozes e Furiosos 6” (2013). A história foi desenvolvida por Chris Morgan, roteirista da franquia desde a estreia de Justin Lin em 2006, com o roteiro final a cargo de Daniel Casey (da recente sci-fi “Kin”). “Velozes e Furiosos 9” tem estreia marcada para 21 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Velozes e Furiosos 9: Trailer de 4 minutos revela vilão, cenas de ação impossíveis e até ressurreição
A Universal divulgou o primeiro trailer legendado de “Velozes e Furiosos 9”. E com quase 4 minutos de duração, a prévia não economiza revelações, como a identidade do novo vilão e até a ressurreição de um personagem tido como morto na franquia. Não faltam, tampouco, as cenas de ação impossíveis, novamente envolvendo carros voadores. Desta vez, o desafio às leis da gravidade acontece numa corrida entre um carro e um avião à jato em pleno ar. Sério. E absurdos como esse são a razão dessa franquia fazer sucesso por tanto tempo. Em linhas gerais, o vídeo introduz o personagem de John Cena (“Bumblebee”) como o novo inimigo a ser vencido, que forma uma aliança com a vilã do capítulo passado, Cypher (Charlize Theron). Mas o detalhe mais importante sobre o novo personagem é que ele também é irmão de Dominic Toretto (Vin Diesel). As cenas inéditas apontam maior espaço para Letty (Michelle Rodriguez) e Mia (Jordana Brewster), ausente do filme anterior, que aparecem juntas numa luta eletrizante. As novidades ainda incluem um novo penteado para a novata Ramsey (Nathalie Emmanuel), um viés de liderança em Tej (Ludacris), a redução de Roman (Tyrese Gibson) à mero alívio cômico, uma aparição de Magdalene Shaw (Helen Mirren) e o surpreendente retorno de Han (Sung Kang), visto pela última vez em “Velozes & Furiosos 6”, quando teria sido morto por Shaw (Jason Statham). O retorno do personagem ajuda a minimizar, senão eliminar completamente, a carga negativa associada a Shaw, que estrelou seu próprio spin-off com Hobbs (Dwayne Johnson) no ano passado. A continuação também terá outro retorno importante atrás das câmeras: o diretor Justin Lin, que dirigiu quatro filmes da marca bem-sucedida – “Velozes e Furiosos – Desafio em Tóquio” (2006), “Velozes e Furiosos 4” (2009), “Velozes e Furiosos 5: Operação Rio” (2011) e “Velozes e Furiosos 6” (2013). A história foi desenvolvida por Chris Morgan, roteirista da franquia desde a estreia de Justin Lin em 2006, com o roteiro final a cargo de Daniel Casey (da recente sci-fi “Kin”). “Velozes e Furiosos 9” tem estreia marcada para 21 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Adam Sandler fecha contrato para mais três comédias e uma animação na Netflix
Adam Sandler e a Netflix estenderam sua parceria para pelo menos mais quatro filmes. O ator assinou um novo contrato com a plataforma de streaming para seus próximos projetos, e um deles será uma animação. Além de emprestar sua voz para o filme animado, Sandler vai escrever o roteiro e produzir essa animação, que não teve a premissa revelada. Ele já fez sucesso no gênero como o Drácula de “Hotel Transilvânia”, tendo inclusive escrito o segundo longa dessa franquia. Antes da animação, Sandler ainda deve lançar “Hubie Halloween”, comédia de terror que ainda faz parte de seu contrato atual. O filme com o tema do Dia das Bruxas voltará a reuni-lo com seu amigo Kevin James (de “Eu os Declaro Marido e… Larry”), além de contar com Ray Liotta (“Shades of Blue”), Maya Rudolph (“The Good Place”), Julie Bowen (“Modern Family”), Steve Buscemi (“Os Mortos Não Morrem”) e o ex-jogador de basquete Shaquille O’Neal (“Tio Drew”), entre outros. O primeiro contrato do comediante com a Netflix data de 2014 e rendeu “Os 6 Ridículos” (2015), “Zerando a Vida” (2016) e “Sandy Wexler” (2017). Ele foi renovado em 2017 para mais quatro longas, que incluíram “Lá Vêm os Pais” (2018), “Mistério no Mediterrâneo” (2019), o vindouro filme de Halloween e mais um título inédito, “The Wrong Missy”, que Sandler apenas produz, sem estrelar. Vale lembrar que a participação do comediante nos dramas “Os Meyerowitz: Família Não se Escolhe” (2017) e “Joias Brutas” (2019) não faz parte dos contratos. Foi apenas coincidência estes filmes também terem distribuição da Netflix. O surpreendente “Joias Brutas” chegou a render esperanças de nomeação ao Oscar. Mas foi “Mistério no Mediterrâneo” que convenceu a Netflix a renovar o contrato pela terceira vez. Um dos títulos mais vistos da plataforma de streaming no ano passado, a comédia que reuniu Sandler com Jennifer Aniston vai ganhar continuação e pode virar franquia como parte do novo acordo.












