Trailer traz Liam Neeson como “criminoso honesto” contra agentes corruptos do FBI
A Briarcliff Entertainment divulgou o pôster e o trailer de “Legado Explosivo” (Honest Thief), novo longa de ação estrelado por Liam Neeson. Escrito e dirigido por Mark Williams (criador da série “Ozark”), o filme traz Neeson como um ladrão de bancos que procura o FBI para entregar tudo o que roubou em troca de uma diminuição de sentença. O motivo? Ele encontrou o amor de sua vida. A premissa simplória se complica quando agentes corruptos do FBI resolvem ficar com a fortuna para si e o incriminam pelo assassinato do chefe deles, testemunha do crime. Assim, para limpar seu nome e escapar da cadeia, o protagonista vai precisar recuperar o dinheiro e provar a culpa dos federais, enquanto corre da polícia e tenta manter a namorada a salvo dos assassinos. O elenco destaca Kate Walsh (“13 Reasons Why”) como a namorada, Jai Courtney (“Esquadrão Suicida”) e Anthony Ramos (“Ela Quer Tudo”) como os agentes corruptos, além de Jeffrey Donovan (“Burn Notice”) e Robert Patrick (“Perry Manson”) como integrantes do FBI. A estreia está marcada para 9 de outubro nos EUA, mas ainda não há previsão para o Brasil.
Luca: Pixar revela primeira imagem de sua nova animação
O estúdio Pixar divulgou a primeira imagem de uma nova animação, intitulada “Luca”. A imagem (acima) registra o adolescente do título e seu novo melhor amigo, que na verdade esconde um segredo: ele é, na verdade, um monstro marinho que conseguiu se transformar em ser humano por um verão. O filme se passa numa bela cidade litorânea da Riviera Italiana e é um relato de amadurecimento sobre um garoto que vive um verão inesquecível, repleto de gelato, massas e passeios de scooter com seu novo amigo, sem saber que ele veio de outro mundo abaixo da superfície marinha. “Esta é uma história profundamente pessoal para mim, não apenas porque se passa na Riviera italiana onde eu cresci, mas porque no centro deste filme é uma celebração da amizade. As amizades de infância geralmente definem o caminho de quem queremos nos tornar e são esses laços que estão no centro de nossa história em ‘Luca’” , disse o diretor do filme, Enrico Casarosa, no comunicado de apresentação do filme. “Luca” será o primeiro longa dirigido por Casarosa, mas ele já assinou o curta “A Lua” (2011), indicado ao Oscar, e trabalhou na animação de vários projetos desde os anos 1990, incluindo os filmes da Pixar “Toy Story 4” (2019), “Os Incríveis 2” (2018) “Viva: A Vida é uma Festa” (2016), “Up: Altas Aventuras” (2009) e “Ratatouille” (2007). Ainda não há previsão de estreia para “Luca”, mas antes dele a Pixar lançará o filme “Soul”, animação sobre um músico de jazz que se vê preso no mundo das almas após um acidente. A estreia, adiada pelo coronavírus, está marcada para janeiro de 2021 no Brasil.
Festival de Toronto anuncia seleção oficial com filme brasileiro
O Festival de Toronto, que vai acontecer de forma híbrida em 2020, com algumas estreias presenciais (seguindo medidas de distanciamento e higiene contra o coronavírus) e exibições virtuais, revelou sua seleção de filmes nesta quinta (30/7). A lista inclui um filme brasileiro, “Casa de Antiguidades”, longa de João Paulo Miranda Maria estrelado por Antônio Pitanga, que retrata a vida de um operário negro em uma cidade fictícia de colonização austríaca no Brasil. O filme também estaria no Festival de Cannes, que acabou cancelado, e recentemente ganhou o selo de aprovação dos organizadores do evento francês — que, apesar de ter desistido de uma edição tradicional em 2020 por causa da pandemia, referendou as produções que teria exibido caso pudesse. A relação de Toronto inclui ainda diversas obras de cineastas consagrados, como Werner Herzog, Thomas Vinterberg, Chloé Zhao, François Ozon, Naomi Kawase e Spike Lee, além de filmes que marcam as estreias na direção de atores como Halle Berry, Regina King e Viggo Mortensen. Os organizadores prometeram entrevistas coletivas virtuais, assim como a realização de seu tradicional mercado de negócios de forma remota e online. “Começamos este ano planejando um 45º Festival igual a nossas edições anteriores”, disse Cameron Bailey, diretor artístico do festival, “mas ao longo do caminho tivemos que repensar quase tudo. A programação deste ano reflete esse tumulto. Os nomes que vocês já conhecem estão lançando coisas novas neste ano, e há uma série de novos nomes interessantes para descobrir. Somos gratos a todos os cineastas e empresas que se juntaram a nós nessa aventura e mal podemos esperar para compartilhar esses filmes brilhantes com nosso público.” Considerado o maior e mais importante festival de cinema da América do Norte, o evento vai acontecer entre os dias 10 e 19 de setembro na cidade canadense de Toronto. Confira abaixo a lista completa de títulos anunciados pela organização do festival. “180 Degree Rule”, de Farnoosh Samadi (Irã) “76 Days”, de Hao Wu, Anonymous, Weixi Chen (EUA) “Ammonite”, de Francis Lee (Reino Unido) “Druk”, de Thomas Vinterberg (Dinamarca) “Bandar Band”, de Manijeh Hekmat (Irã/Alemanha) “Beans”, de Tracey Deer (Canadá) “Dasatskisi”, de Dea Kulumbegashvili (Geórgia/França) “Bu Zhi Bu Xiu”, de Wang Jing (China) “Bruised”, de Halle Berry (EUA) “City Hall”, de Frederick Wiseman (EUA) “Concrete Cowboy”, de Ricky Staub (EUA) “David Byrne’s American Utopia”, de Spike Lee (EUA) “The Disciple”, de Chaitanya Tamhane (Índia) “Enemies of the State”, de Sonia Kennebeck (EUA) “Falling”, de Viggo Mortensen (Canadá/Reino Unido) “The Father”, de Florian Zeller (Reino Unido/França) “Fauna”, de Nicolás Pereda | México/Canadá “Fireball: Visitors from Darker Worlds”, de Werner Herzog, Clive Oppenheimer (Reino Unido/EUA) “Gaza, Mon Amour”, de Tarzan Nasser, Arab Nasser (França/Alemanha/Portugal/Palestina/Qatar) “Tao Chu Li Fa Yuan”, de I-Fan Wang (Taiwan) “Good Joe Bell”, de Reinaldo Marcus Green (EUA) “I Care A Lot”, de J Blakeson (Reino Unido) “Inconvenient Indian”, de Michelle Latimer (Canadá) “The Inheritance”, de Ephraim Asili (EUA) “Ash Ya Captain”, de Mayye Zayed (Egito/Alemanha/Dinamarca) “Limbo”, de Ben Sharrock (Reino Unido) “Casa de Antiguidades”, de João Paulo Miranda Maria (Brasil/França) “MLK/FBI”, de Sam Pollard (EUA) “The New Corporation: The Unfortunately Necessary Sequel”, de Joel Bakan, Jennifer Abbott (Canadá) “Nuevo Orden”, de Michel Franco (México) “La Nuit des Rois”, de Philippe Lacôte (Costa do Marfim/França/Canadá/Senegal) “Nomadland”, de Chloé Zhao (EUA) “No Ordinary Man”, de Aisling Chin-Yee, Chase Joynt (Canadá) “Notturno”, de Gianfranco Rosi (Itália/França/Alemanha) “One Night in Miami”, de Regina King (EUA) “Penguin Bloom”, de Glendyn Ivin (Austrália) “Pieces of a Woman”, de Kornél Mundruczó (EUA/Canadá/Hungria) “Felkészülés Meghatározatlan Ideig Tartó Együttlétre”, de Lili Horvát (Hungria) “Quo Vadis, Aïda?”, de Jasmila Žbanić (Bósnia Herzegovina/Noruega/Holanda/Áustria/França/Alemanha/Polônia/Turquia) “Shadow In The Cloud”, de Roseanne Liang (EUA/Nova Zelândia) “Shiva Baby”, de Emma Seligman (EUA/Canadá) “Spring Blossom”, de Suzanne Lindon (França) “A Suitable Boy”, de Mira Nair (Reino Unido/Índia) “Été 85”, de François Ozon (França) “The Third Day”, de Felix Barrett, Dennis Kelly (Reino Unido) “Trickster”, de Michelle Latimer (Canadá) “Asa Ga Kuru”, de Naomi Kawase (Japão) “Subarashiki Sekai”, de Miwa Nishikawa (Japão) “Violation”, de Madeleine Sims-Fewer, Dusty Mancinelli (Canadá) “Wildfire”, de Cathy Brady (Reino Unido/Irlanda)
Christopher Meloni revela que ainda não viu nenhum roteiro de Law & Order: Organized Crime
Christopher Meloni, que fechou contrato para voltar a interpretar o detetive Elliot Stabler num novo spin-off de “Law & Order”, revelou que ainda não viu nenhum roteiro da série. “Estamos no meio de uma produção pandêmica. Você sabe, tudo é insano”, ele explicou no programa “The Jess Cagle Show”, da rádio SiriusXM. O ator contou que pré-produção de “Law & Order: Organized Crime” tem sido feita de forma remota, devido à pandemia de coronavírus. “Você tem novas regras da cidade e no estado de Nova York, e por boas razões. Além disso, você tem novas regras e regulamentos da Universal e dos sindicatos. É preciso ‘servir muitos mestres’ agora, apenas para garantir que todos estejam seguros, certo? Qual é a nova norma para gravar?’, questionou. Enquanto isso é estabelecido, ele afirmou que os roteiristas ainda estão trabalhando na história. “Esse longo caminho foi para dizer que os roteiristas estão quebrando pedras, tentando descobrir o arco da história, quem são os personagens e como eles interagem, e eu ainda tenho que ver um roteiro”, disse. “Estou trabalhando no meu bronzeado, ok?”, acrescentou, brincando sobre o que tem feito durante a espera para as gravações. Questionado sobre uma possível evolução de seu personagem nesse novo arco narrativo, Meloni concordou. “Uma regressão eu não acho particularmente interessante. Sempre que penso em Elliot, penso que, por mais defeituoso que ele possa ter sido, seu coração estava sempre no lugar certo”, afirmou. “Acho que foi o seu senso de injustiça que trouxe à tona os piores aspectos dele. Acho que a idade, um tom mais suave, talvez não em suas paixões, mas em como ele faz seu trabalho. Acho que ele evoluiu, penso que ele agora está em um bom lugar com sua família, acho que ele está em um lugar muito melhor consigo mesmo em relação ao mundo”, completou. A nova série, desenvolvida pelo veterano produtor Dick Wolf, responsável por todos os projetos da franquia “Law & Order”, foi confirmada em março passado, animando os fãs que lamentaram a saída de Christopher Meloni de “Law & Order: SVU” em 2011, ao final da 12ª temporada. A NBC encomendou uma temporada inaugural de 13 episódios, num acordo que dispensou a gravação de um piloto. Sem previsão de estreia, a série vai mostrar que, após sair da divisão de crimes sexuais, Stabler passou a chefiar uma divisão de crime organizado do Departamento de Polícia da cidade de Nova York. Como se passa na mesma cidade de “SVU”, o público pode esperar um reencontro, via crossover, entre Stabler e a detetive Olivia Benson (Mariska Hargitay). Mas não deve ser uma reunião muito alegre, já que Stabler não se despediu de Benson, ao se afastar do departamento sem dizer uma palavra, com a notícia de que teria “se aposentado”. Isto aconteceu porque, na ocasião, Meloni não entrou em acordo para renovar seu contrato e não foi convidado para gravar um episódio de despedida do personagem. Desde que saiu de “SVU”, o ator esteve bastante ocupado, aparecendo em adaptações de quadrinhos, como “O Homem de Aço” (2013) e “Sin City: A Dama Fatal” (2014), e várias séries, entre elas “Underground”, “Wet Hot American Summer”, “Happy!”, “Pose”, “Maxxx” e “The Handmaid’s Tale”. Ele também dubla o Comissário Gordon na série animada “Harley Quinn” (da Arlequina).
Sonia Darrin (1924 – 2020)
A atriz Sonia Darrin, que marcou época como femme fatale do cinema noir, morreu em 19 de junho, num hospital de Nova York, após sofrer uma queda aos 96 anos. Nascida Sonia Paskowitz em 16 de junho de 1924, em Galveston, Texas, ela se mudou com a família para a Califórnia na adolescência, quando teve aulas de dança com o bailarino e coreógrafo Adolph Bolm. Durante este período, Bolm começou a trabalhar na aventura de capa e espada “Os Irmãos Corsos” (1941), e convidou seus alunos para figurarem nas cenas de multidões. Darrin estreou nas telas como uma das frequentadoras de uma apresentação de ópera. Por ser dançarina, ela seguiu carreira em musicais, aparecendo em “Um Raio de Sol” (1941), “Minha Namorada Favorita” (1942) e “É Difícil Ser Feliz” (1943). Também chegou a atuar no terror “Frankenstein encontra o Lobisomem” (1943), mas seus papéis eram sempre pequenos e não creditados. Mesmo assim, foi selecionada pelo diretor Howard Hawks para viver uma bad girl e contracenar com Humphrey Bogart em “À Beira do Abismo” (1946), um dos mais famosos film noir de todos os tempos. Numa cena memorável do filme, o detetive Philip Marlowe (Bogart) finge ser um colecionador de livros raros para se aproximar da suspeita Agnes (Darrin) e perguntar se ela trabalhava na livraria em que estavam – que funcionava como fachada para negócios escusos. “Você vende livros, hum?”. Então, ela gesticula na direção de uma fileira de livros e responde: “O que você acha que é isso, toranjas?” Ela apareceu em outras cenas marcantes do filme, mas sua presença acabou diminuída porque, segundo afirma, seu agente discutiu com o chefe do estúdio, Jack Warner. Darrin também teve destaque em outro noir, “Bury Me Dead” (1947), com June Lockhart e Hugh Beaumont, e atuou em mais um clássico do gênero, “Coração Prisioneiro” (1949), de Max Ophüls. Também apareceu no drama de guerra “Sedução Trágica” (1948) e encerrou a carreira com um último noir, “Traidor Inesperado” (1950), antes de deixar Hollywood e se tornar modelo da agência de Eileen Ford em Nova York. Darrin manteve um perfil discreto, mas ressurgiu na década de 1970, quando seu filho Mason Reese se tornou uma estrela de comerciais. “Ela foi parte mãe, parte protetora, parte guerreira e parte empresária”, disse Reese à revista The Hollywood Reporter. “Ela sabia tudo sobre as armadilhas de Hollywood e incutiu em mim que isso seria uma montanha-russa e uma aventura – e que quando eu não quisesse mais fazer isso, não precisaria continuar a fazer.” Reese acrescentou que sua mãe não tinha ideia de que era uma atriz popular, porque seus papéis foram muito pequenos, mas os fãs de filmes noir a adoravam. “Ela ficava espantada quando recebia cartas de fãs pelo correio”, disse ele. Mãe e filho não foram os únicos astros da família. O irmão da atriz é considerado uma lenda do surf da Califórnia, Dorian “Doc” Paskowitz. Relembre abaixo, a famosa cena das toranjas literárias.
Um Animal Amarelo: Novo filme de Felipe Bragança vai encerrar festival IndieLisboa
O drama brasileiro “Um Animal Amarelo” foi selecionado como filme encerramento do IndieLisboa, o maior festival de cinema independente de Portugal. O longa escrito e dirigido por Felipe Bragança será apresentado na noite de premiação dos festival, marcada para 5 de setembro. Devido à pandemia de coronavírus, o Indielisboa, normalmente realizado durante o mês de maio, vai acontecer neste ano no período de 25 de agosto a 5 de setembro. O evento será um dos primeiros festivais europeus a acontecer com presença de público nas salas, seguindo normas de segurança e higiene sanitária de prevenção. Sexto longa dirigido por Bragança, “Um Animal Amarelo” teve première mundial em janeiro, no Festival de Roterdã, e deve estrear comercialmente em Portugal e no Brasil em novembro. O filme é descrito pelo diretor como uma “tragicômica e melancólica fábula tropical sobre as heranças do colonialismo português no Brasil de hoje”, e foi rodado no Brasil, Portugal e Moçambique com produção da carioca Marina Meliande e do português Luis Urbano – produtor de filmes de Miguel Gomes e Manoel de Oliveira. O elenco é multinacional e inclui os brasileiros Higor Campagnaro, Herson Capri, Thiago Lacerda, Sophie Charlotte e Tainá Medina, os luso-africanos Isabel Zuaa, Lucília Raimundo e Matamba Joaquim e os portugueses Catarina Wallenstein, Diogo Dória e Adriano Luz. Veja abaixo o trailer do longa.
Filme brasileiro Cidade Pássaro ganha estreia internacional na Netflix
O drama brasileiro “Cidade Pássaro”, de Matias Mariani, ganhou lançamento internacional na Netflix nesta quarta (29/7). Exibido na mostra Panorama do Festival de Berlim deste ano, o filme é a produção nacional mais elogiada de 2020 até o momento. Mas o público brasileiro precisará esperar mais que o resto do planeta para conhecê-la. Como os distribuidores ainda planejam uma estreia cinematográfica, o filme só chegará por aqui no final do ano. Rodado em São Paulo e protagonizado por dois atores nigerianos, “Cidade Pássaro” conta a história de Amadi (OC Ukeje), imigrante que desembarca na capital paulista em busca de seu irmão Ikenna (Chukwudi Iwuji), o primogênito de uma família da etnia Igbo. Enquanto procura seu irmão, que mentiu sobre sua vida no Brasil, Amadi conhece uma comunidade de imigrantes na cidade. O elenco conta também com Indira Nascimento (“3%”), no papel de Emília, que passa a ser a ligação de Amadi com os brasileiros. OC Ukeje é um ator de destaque em Nollywood, a indústria cinematográfica do pais, com papéis em mais de 30 filmes, enquanto Chukwudi Iwuji já se projetou em produções americanas, aparecendo em “Designated Survivor” e na premiada minissérie “Olhos que Condenam” (When They See Us). Com o título internacional de “Shine Your Eyes”, o filme atingiu 100% de aprovação no site americano Rotten Tomatoes. São apenas sete críticas computadas, mas os elogios entusiasmados da imprensa mundial foram decisivos para a Netflix querer a produção – chamada de “estreia brilhante” pelo The Hollywood Reporter. “Cidade Pássaro” é o primeiro longa de ficção dirigido por Matias Mariani, mas ele tem longa trajetória como produtor e já dirigiu um par de documentários, entre eles “A Vida Privada dos Hipopótamos” (2014), sobre os animais de estimação do traficante Pablo Escobar. O novo longa é uma produção da Primo Filmes (“O Cheiro do Ralo”) e Tabuleiro Filmes (“Diamante, o Bailarina”), em associação com a Taiga Filmes (“Histórias que só Existem quando Lembradas”) e coprodução internacional com MPM Films (“O Cavalo de Turin”) e February Films (“O Hospedeiro”). A distribuição no Brasil será feita pela Vitrine Filmes. Confira abaixo o trailer do drama de Mariani.
Chemical Hearts: Drama adolescente com Lili Reinhart ganha primeiro trailer
A Amazon divulgou fotos, o pôster e o trailer legendado do romance adolescente “Chemical Hearts”, estrelado pela atriz Lili Reinhart, a Betty Cooper de “Riverdale”. Adaptação do livro “A Química que Há entre Nós” (Our Chemical Hearts), de Krystal Sutherland, o longa conta a história de Henry Page (Austin Abrams, de “Euphoria”), de 17 anos, que nunca se apaixonou. Ele se imagina vivendo um romance, mas o tipo de amor que ele busca não aconteceu ainda. Então, no primeiro dia do último ano do ensino médio, ele conhece a estudante transferida Grace Town (Lili Reinhart) e tudo começa a mudar. Grace e Henry são escolhidos para co-editar o jornal da escola, e ele é imediatamente atraído pela misteriosa personagem. Ao descobrir o segredo de partir o coração que mudou sua vida e a deixou traumatizada, andando com uma bengala, ele se apaixona por ela – ou pelo menos pela pessoa que pensa que ela é. O filme tem roteiro e direção de Richard Tanne, que anteriormente fez o romance “Michelle e Obama”, sobre o namoro do ex-Presidente Barack Obama e sua futura esposa. E o elenco inda inclui Sarah Jones (“For All Mankind”), Kara Young (“O Justiceiro”) e Coral Peña (“The Enemy Within”). “Chemical Heart” vai chegar no serviço de streaming no dia 21 de agosto.
Mulher-Maravilha 1984 ganha novas fotos oficiais
A Warner divulgou novas imagens oficiais de “Mulher-Maravilha 1984”, incluindo versões completas de imagens que circulavam cortadas ou com logotipos de revistas pela internet. Originalmente previsto para 4 de junho no Brasil, o lançamento já foi adiado para 13 de agosto, devido à pandemia de covid-19, e atualmente tem previsão de estreia para 1º de outubro. Esta data é bem mais plausível que o lançamento de “Tenet” em 3 de setembro, porque, afinal de contas, os cinemas continuam fechados no Brasil. A direção da continuação do filme de 2017 é novamente assinada por Patty Jenkins e, além da volta a atriz Gal Gadot como a personagem-título, o longa também contará com o retorno de Chris Pine como o Capitão Steve Trevor. Apesar de poucos detalhes sobre o enredo terem sido revelados, os atores Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) viverão os vilões, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord.
Universal e maior rede de cinema dos EUA fecham acordo histórico para diminuir janela de exibição
Depois de enfrentar ameaça de boicote das redes de cinema dos EUA por sua decisão de lançar “Trolls 2” em VOD, o estúdio Universal virou o jogo e conseguiu diminuir a janela de exibição nos EUA, fechando um acordo com a maior empresa de distribuição de filmes do país, a AMC. A mudança é histórica. Pelo novo contrato, os filmes do Universal poderão ser lançados em plataformas de vídeo sob demanda (aluguel digital) depois de apenas 17 dias de exibição nas salas. Em termos de mercado, isto representa três fins de semana consecutivos. Um número muito menor que a janela até então vigente, de cerca de três meses, que os filmes precisavam esperar para serem oferecidos de forma digital. “A experiência cinematográfica continua sendo o coração do nosso negócio”, iniciou Donna Langley, diretora da Universal Filmed Entertainment Group, no comunicado. A frase de elogio às salas de cinema, claro, é seguida por um “mas” retórico. “A associação forjada com a AMC é impulsionada por nosso desejo mútuo de assegurar um futuro próspero para o ecossistema de distribuição de filmes e satisfazer a demanda dos consumidores”, acrescentou. As empresas não revelaram detalhes do acordo, mas a AMC, que tem mais de 8 mil salas, receberá parte dos lucros da Universal com a exibição dos vídeos sob demanda. “A AMC abraça com entusiasmo este novo modelo de indústria, tanto porque estamos participando da totalidade da economia da nova estrutura, quanto porque o vídeo premium ‘à la carte’ cria o potencial agregado de aumentar a rentabilidade dos estúdios cinematográficos, o que por sua vez deverá levar à produção de mais filmes”, disse o diretor-executivo da AMC, Adam Aron. “Este acordo plurianual preserva a exclusividade da exibição em salas de cinema durante pelo menos os três primeiros fins de semana de estreia de um filme, quando normalmente é gerada a maior parte da receita de bilheteria”, acrescentou. “Universal e AMC acreditam que isto expandirá o mercado e beneficiará a todos”, concluiu. O acordo é considerado surpreendente, porque a AMC foi uma das primeiras distribuidoras a atacar a Universal Pictures, após o estúdio antecipar “Trolls 2” e outras estreias digitais devido à pandemia de coronavírus, que levou ao fechamento de salas e paralisou produções. Em abril, a AMC anunciou que não projetaria mais nenhum filme da Universal em suas salas enquanto o estúdio mantivesse essa postura. Três meses depois, as salas da AMC ainda continuam fechadas pela pandemia e a Universal comemora lucro surpreendente com as locações digitais. A covid-19 começou a antecipar tendências econômicas que muitos acreditavam inevitáveis, mas nunca que aconteceriam tão rapidamente. O negócio deve ser seguido por outros estúdios e distribuidoras e criar uma nova situação, em que os cinemas terão ciclos menores de exibição e, por consequência, precisarão receber mais filmes. Isto pode estimular a maior produção dos estúdios. Ou baratear os filmes para que mais títulos sejam produzidos pelo mesmo orçamento. Outro efeito é o fortalecimento no mercado de VOD, que parecia destinado a desparecer diante da proliferação das plataformas de streamings por assinatura dos estúdios. Pouco explorado, o VOD ganhou força com a pandemia e transformou “Trolls 2” num fenômeno comercial, que rendeu mais de US$ 100 milhões nos EUA e mostrou à Universal um caminho que agora vai impactar toda a indústria. É a volta das videolocadoras. Agora digitais.
Killroy Was Here: Novo terror de Kevin Smith ganha trailer sanguinário
O cineasta Kevin Smith (“O Balconista”) divulgou o trailer da sua antologia de terror independente “Killroy Was Here”. A prévia revela um slasher com muito sangue, violência, gritos e humor negro. Atualmente em pós-produção, o filme é inspirado pelo grafite “Kilroy Was Here”, que ganhou fama durante a 2ª Guerra Mundial, quando começou a ser desenhado por soldados americanos em acampamentos militares e muros de cidades europeia. A frase era geralmente acompanhada pelo desenho de homem careca e de nariz longo pendurado em um muro. O filme vai trazer um serial killer deformado típico do gênero, que é um ex-soldado sanguinário e canibal disposto a matar quem ele bem entender. Cada morte inspira uma história (curta) diferente, escrita por Kevin Smith em parceria com Andrew McElfresh (roteirista de “As Branquelas”). O elenco inclui o eterno parceiro do diretor, Jason Mewes (o Jay dos filmes de “Jay & Silent”), além de Ryan O’Nan (“Ray Donovan”), Azita Ghanizada (“Good Trouble”), Betty Aberlin (“Seita Mortal”), Brogan Hall (“Em Ritmo de Fuga”) e o lutador Chris Jericho (“Jay & Silent Bob Reboot”) “Killroy Was Here” ainda não tem previsão de lançamento.
Millie Bobby Brown vai estrelar thriller criminal na Netflix
A Netflix planeja juntar Millie Bobby Brown (a Eleven de “Stranger Things”) e Jason Bateman (o Marty de “Ozark”) na produção de um novo filme exclusivo. . Segundo apurou o site Deadline, Brown vai estrelar a adaptação do romance “The Girls I’ve Been”, de Tess Sharpe (“Barbed Wire Heart”), e coproduzi-lo com Bateman. Os dois serão sócios no projeto por meio de suas produtoras, PCMA Productions e Aggregate Films, respectivamente. “The Girls I’ve Been” é um thriller centrado numa vigarista, Nora, que deve usar seus poderes de persuasão e interpretação para libertar a si mesma, sua namorada e seu ex-namorado de um roubo que vira uma situação de reféns em um banco. O livro de Tess Sharpe ainda é inédito e só será publicado pela Penguin Random House no início do próximo ano. A Netflix não quer deixar de trabalhar com Brown. Além desse projeto e de “The Strange Things”, a plataforma também vai lançar o próximo longa-metragem da atriz, “Enola Holmes”, em que ela interpreta a irmã adolescente e rebelde de Mycroft e Sherlock Holmes. Esse filme está programado para estrear em streaming no mês de setembro.
Lucy Hale vai estrelar thriller de sobrevivência
A atriz Lucy Hale vai precisar lutar para sobreviver após o cancelamento da série “Katy Keene”. Ela entrou no elenco de “Borrego”, thriller de sobrevivência que também terá Nicholas Gonzalez (de “Good Doctor”) no elenco. A produção é indie e foi escrita e dirigida por um estreante em longa-metragem, Jesse Harris. Na trama, Hale interpretará uma jovem botânica que se muda para uma pequena cidade à beira do deserto para estudar uma espécie invasora de plantas. Durante sua pesquisa, ela acaba encontrando um avião caído e sendo capturada por uma traficante inexperiente, que a obriga a guia-lo numa caminhada pelo deserto escaldante até o local onde deve entregar as drogas. Gonzalez viverá o xerife local que parte em busca da botânica desaparecida, e o elenco também inclui Leynar Gomez (“Narcos”), Jorge A. Jimenez (também de “Narcos”) e Olivia Trujillo (“For All Mankind”). Além de estrelar, Hale ainda será produtora do projeto. Ela também será vista em breve no drama de época “Son of the South”, ao lado de Lucas Till (“MacGyver”), e na comédia “Big Gold Brick”, com Megan Fox, atualmente em pós-produção.











