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Filme

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7 de maio de 2026
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    Tenet ganha primeiro comercial e reforça que será lançado nos cinemas

    2 de junho de 2020 /

    A Warner divulgou o primeiro comercial oficial de 30 segundos de “Tenet”, o misterioso filme de ação de Christopher Nolan, que os próprios atores tiveram dificuldades para entender. Rodado em sete países com câmeras IMAX e filme analógico de 70mm, “Tenet” deveria estrear em 23 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos. E apesar da proximidade da data e de todos os cinemas estarem fechados, devido à pandemia de covid-19, o vídeo reforça que o longa será lançado “nos cinemas”, sem dar maiores explicações. A prévia também volta a mostrar cenas com efeito “rewind”, acontecendo de trás pra frente, enquanto o protagonista (John David Washington, de “Infiltrado na Klan”) descobre que alguém “fabricou” uma ameaça terrorista global “no futuro” e ele deve usar um novo processo radical de reversão do tempo para impedir a 3ª Guerra Mundial. Ou, como “explica” a sinopse: “Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo, o protagonista precisa partir em uma missão dentro do mundo da espionagem internacional, que irá revelar algo além do tempo. Não é viagem no tempo. É inversão.” O elenco do filme também inclui Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, além de dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”).

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    Batman e Animais Fantásticos 3 poderão retomar filmagens em julho

    2 de junho de 2020 /

    Depois da Nova Zelândia, país mais bem-sucedido no combate ao coronavírus, permitir a retomada das filmagens das sequências de “Avatar”, o Reino Unido também estaria planejando liberar as atividades cinematográficas no país. Segundo o jornal The Guardian, o governo britânico aprovou o retorno das filmagens de longas como “The Batman” e “Animais Fantásticos 3”, após desenvolver um guia de segurança para prevenir a contaminação por covid-19 nos sets de produção. Mas o retorno não aconteceria de imediato. O planejamento é para julho. As diretrizes de higiene e segurança, criadas pela British Film Commission e o British Film Institute, incluem regras sobre distanciamento social, treinamento de segurança e testes consecutivos. O documento foi aprovado pelo Departamento de Cultura, Mídia e Esportes e pelo Comitê de Saúde e Segurança Pública do Reino Unido, e as produções interessadas em retomar suas filmagens precisarão seguir as determinações do guia. Segundo apurou o Guardian, a Warner pretende colocar as produções de “The Batman” e “Animais Fantásticos 3” de volta à ativa o mais rápido possível. Outros títulos que devem ser filmados no Reino Unido incluem o remake live-action de “A Pequena Sereia”, da Disney, e a 2ª temporada da série “The Witcher”, da Netflix.

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    Tenet: Robert Pattinson diz que não entendeu trama do filme durante a produção

    1 de junho de 2020 /

    O novo filme de Christopher Nolan, “Tenet”, não é misterioso apenas para o público. Depois de John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) também afirmou que não tinha ideia do que estava acontecendo durante as filmagens. Em entrevista à revista Esquire, Pattinson se limitou a dizer que “Tenet” é um filme complicado. “É um filme incrivelmente complicado, como todos os filmes de Chris [Nolan]. Quero dizer, você precisa assisti-los quando eles terminarem completamente e após serem editados três ou quatro vezes para entender qual é o verdadeiro significado”, disse ele. “Quando você os faz, quero dizer, houve meses em que eu realmente, honestamente, não tinha ideia se estava entendendo vagamente o que estava acontecendo. E sim, eu definitivamente disse isso a John David. No último dia, fiz uma pergunta a ele sobre o que estava acontecendo em uma cena, e foi uma opinião tão errada sobre o personagem, que ele perguntou: ‘Você pensou nisso o tempo todo?’”, acrescentou. Pattinson admitiu que, embora estivesse confuso sobre as cenas, ele sentia que John David Washington estava ciente do que estava acontecendo. “Existia uma ligação no final, meio que em cima do fato de que talvez nenhum de nós soubesse exatamente o que estava acontecendo. Mas eu achei que John David realmente sabia. Ele tinha que saber o que estava acontecendo”, completou. Anteriormente, John David Washington, que vive o protagonista, confessou que a trama seria tão confusa que o elenco teve dificuldades para entendê-la. Falando com o jornalista Geoff Keighley durante evento de lançamento do trailer no game Fortnite, Washington disse: “Todos os dias eu tinha perguntas. Mas o diretor foi muito gentil e as respondia com calma e paciência”. Apesar de um trailer já ter sido divulgado, o mistério é perpetuado até pela sinopse divulgada, que é bastante vaga. “Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo, o protagonista (John David Washington) precisa partir em uma missão dentro do mundo da espionagem internacional, que irá revelar algo além do tempo. Não é viagem no tempo. É inversão.” O texto nem sequer nomeia o personagem principal, mas remete à situações vistas no trailer, como balas que disparam na direção contrária dos tiros e carros que capotam de trás pra frente, numa espécie de “efeito rewind”, que questiona a linearidade do tempo e lembra que o diretor responsável é o mesmo de “A Origem” (2010) e “Interestelar” (2014). Além de John David Washington e Robert Pattinson, o elenco de “Tenet” inclui Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, e dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”). Rodado em sete países com câmeras IMAX e filme analógico de 70mm, “Tenet” deveria estrear em 23 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos. Mas como a pandemia de coronavírus mantém os cinemas fechados, o trailer mais recente já trocou a data definitiva por em “breve”, ao mesmo tempo que ressalta que a estreia será “somente nos cinemas”. Ou seja, o estúdio vai esperar o quanto for necessário para a exibição em tela grande.

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    Equipe de Avatar já está na Nova Zelândia para retomar as filmagens

    1 de junho de 2020 /

    A equipe das continuações de “Avatar” já retornou à Nova Zelândia para dar continuidade às filmagens dos dois próximos longas da franquia. O produtor Jon Landau compartilhou uma foto do desembarque, ao lado do diretor James Cameron. Após chegarem no sábado (30/5), eles devem passar por uma quarentena de 14 dias, supervisionada pelo governo neozelandês. “Chegamos à Nova Zelândia. Nossa quarentena de 14 dias supervisionada pelo governo começa agora”, disse Landau na postagem no Instagram. A produção foi pausada no meio de março por causa da pandemia de coronavírus. Ainda com fronteiras fechadas para grande parte das pessoas, a viagem da equipe à Nova Zelândia foi liberada pelo “significativo valor econômico” das filmagens para o país. Por tratar-se de uma grande produção, com locação em diversos estúdios, “Avatar” recebe subsídios do governo local. Além disso, a Nova Zelândia já estabeleceu uma série de instruções de higiene e segurança para a retomada de produções audiovisuais no período da pandemia. A franquia será a primeira obra estrangeira a seguir tais normas. Com uma política bem-sucedida de lockdown completo, a Nova Zelândia foi o primeiro país a zerar os casos de coronavírus. O último paciente internado com a covid-19 no país recebeu alta na quarta (27/5). Além disso, não há registro de novos casos da doença provocada pelo coronavírus há quase duas semanas. Graças à ação eficiente do Ministério da Saúde neozelandês, apenas 22 pessoas morreram em decorrência da covid-19 no país. “Avatar 2” tem lançamento marcado para 17 de dezembro de 2021, com sua sequência prevista para dezembro de 2023. Outros dois filmes também foram programados, mas eles só deverão ser filmados após o resultado das bilheterias da continuação. Ver essa foto no Instagram Made it to New Zealand. Our 14-day government supervised self-isolation now begins. #avatarsequels #jamescameron #newzealand #airnewzealand✈️ #selfisolation Uma publicação compartilhada por Jon Landau (@jonplandau) em 30 de Mai, 2020 às 6:08 PDT

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    Lennie Niehaus (1929 – 2020)

    1 de junho de 2020 /

    O saxofonista Lennie Niehaus, responsável pelas músicas de mais de uma dúzia de filmes de Clint Eastwood, morreu na quinta-feira (28/5) de causas naturais aos 90 anos. O músico começou a carreira em Hollywood como orquestrador da série “Guerra, Sombra e Água Fresca” (1965-66), antes de passar a trabalhar no cinema, onde orquestrou filmes clássicos, como “Johnny Vai à Guerra” (1971), de Dalton Trumbo, “O Jogador” (1974), de Karel Reisz, e “Garotos em Ponto de Bala (1976), de Michael Ritchie. Foi cedo nessa jornada que fechou suas primeiras parcerias: com o diretor Michael Winner – para quem orquestrou “Os que Chegam com a Noite” (1971), “Renegado Vingador” (1972), “Assassino a Preço Fixo” (1972) e “Scorpio” (1973) – , e o mestre Sam Peckinpah – “Sob o Domínio do Medo” (1971), “Tragam-me a Cabeça de Alfredo Garcia” (1974) e “Elite de Assassinos” (1975). Com o nome já estabelecido no cinema, ele foi convidado a orquestrar “Josey Wales, o Fora da Lei” (1976), estrelado e dirigido por Eastwood, iniciando uma colaboração que mudaria sua vida. Niehaus conheceu Eastwood ainda nos anos 1950. O futuro ator e cineasta foi o seu instrutor de natação enquanto os dois serviram no Exército dos EUA. A paixão compartilhada por ambos pelo jazz selou a amizade. Eastwood passou a pedir que o músico fizesse a orquestração dos filmes que estrelava, como “Sem Medo da Morte” (1976), “Rota Suicida” (1977) e “Alcatraz: Fuga Impossível” (1979). Até que o promoveu a compositor dos longas que dirigia. A estreia de Niehaus como compositor aconteceu em “Um Agente na Corda Bamba” (1984) e teve continuidade nos filmes seguintes assinados por Eastwood, como “O Cavaleiro Solitário” (1985), “O Destemido Senhor da Guerra” (1986) e “Bird” (1988), biografia do saxofonista de jazz Charlie “Bird” Parker. Niehaus também compôs para o amigo as trilhas do faroeste “Os Imperdoáveis” (1992), do romance “As Pontes de Madison” (1995), do filme de ação “Poder Absoluto” (1997), do mistério “Meia-Noite no Jardim do Bem e do Mal” (1997) e do épico espacial “Cowboys do Espaço” (2000). Mas após o thriller policial “Dívida de Sangue” (2002) decidiu se afastar do trabalho pesado de composição. Mesmo assim, seguiu trabalhando com Eastwood como condutor e orquestrador de trilhas, até se aposentar definitivamente com “Gran Torino” (2008). Embora a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas nunca tenha reconhecido o trabalho de Niehaus com uma indicação ao Oscar, ele chegou a ser nomeado ao BAFTA (o Oscar britânico) pela trilha de “Bird”. Já a Academia da Televisão o premiou com um Emmy pelo trabalho no telefilme “Vida Boêmia” (1993), que trazia Jeff Goldblum e Forest Whitaker como músicos de jazz.

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    A Vastidão da Noite: Amazon estreia sci-fi premiada que encantou a crítica americana

    1 de junho de 2020 /

    A Amazon acaba de lançar em seu serviço de streaming a sci-fi “A Vastidão da Noite” (The Vast Of Night), produção independente que chega precedida por críticas muito positivas e premiação em alguns festivais americanos. Altamente atmosférico e estilizado, basta ver o trailer disponibilizado abaixo para começar a entender como o diretor Andrew Patterson conseguiu criar um longa de época sobre invasores espaciais com pouco orçamento e ser aplaudido com entusiasmo por 92% do Rotten Tomatoes. A trama se passa no Novo México em meados da década de 1950, durante uma noite fatídica em que uma jovem telefonista e um jovem radialista descobrem uma estranha frequência de áudio que vem do espaço. Obcecados em encontrar a fonte do som, eles embarcam numa jornada que pode mudar sua pequena cidade e o futuro para sempre. Os papéis principais são desempenhados por Sierra McCormick (ex-estrelinha da Disney do “Programa de Talentos”) e Jake Horowitz (visto na série “Manifest”). Mas o destaque é mesmo para o cineasta Andrew Patterson, que passou a receber propostas para dirigir grandes produções após o filme, considerado “uma estreia impressionante” pelo jornal Los Angeles Times. A plataforma de streaming da Amazon adquiriu o filme logo após ele ser exibido no Festival de Sundance do ano passado. Os planos originais previam lançamento no cinema, mas a covid-19 mudou tudo e “A Vastidão da Noite” virou atração de drive-ins, antes de chegar ao streaming neste fim de semana. Fica a dica. E o trailer.

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    Novo filme de Xavier Dolan será lançado com exclusividade pelo Mubi

    1 de junho de 2020 /

    O serviço de streaming Mubi adquiriu direitos multiterritoriais do drama “Matthias & Maxime” (2019), mais recente filme de Xavier Dolan, exibido no Festival de Cannes do ano passado. O negócio inclui exibições para o público brasileiro. Inédito nos cinemas ou em streaming fora do Canadá, o filme escrito, produzido, dirigido e co-estrelado por Dolan conta a história de dois melhores amigos de infância, Matthias (Gabriel D’Almeida Freitas) e Maxime (interpretado pelo próprio Dolan). Os dois homens são convidados a compartilhar um beijo para um curta-metragem de estudante e logo surge uma dúvida persistente, confrontando os dois com suas preferências, ameaçando a irmandade de seu círculo social e, eventualmente, mudando suas vidas. “Eu assinei o Mubi há mais de uma década, quando me mudei para o meu primeiro apartamento. Eu descobri um trabalho incrível nessa plataforma e é uma honra tê-los mostrando o filme. Acho que meu eu de 18 anos ficaria bastante impressionado”, disse Dolan, em comunicado. Efe Cakarel, fundador e CEO do Mubi, acrescentou: “Xavier Dolan é um dos melhores cineastas do cinema contemporâneo. Somos grandes fãs do seu trabalho e ‘Matthias & Maxime’ é um filme lindamente escrito que exala seu estilo de assinatura. Mal podemos esperar para mostrá-lo no Mubi neste verão [norte-americano].” A trilha sonora original do filme foi composta pelo compositor e pianista canadense Jean-Michel Blais, que foi premiado em Cannes por seu trabalho em maio de 2019. Embora não tenha vencido prêmios com “Matthias & Maxime”, Xavier Dolan é o cineasta mais premiado de sua geração. Com apenas 31 anos, o jovem canadense já tem oito troféus só do Festival de Cannes, entre eles o Prêmio do Júri por “Mommy” (2014) e o Grande Prêmio do Júri para “É Apenas o Fim do Mundo” (2016).

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    Anthony James (1942 – 2020)

    31 de maio de 2020 /

    O ator Anthony James, que viveu vilões memoráveis do cinema, incluindo em filmes vencedores do Oscar, morreu na terça passada (26/5) de câncer. Ele tinha 77 anos. James tinha feito apenas uma breve aparição numa série de TV quando o diretor Norman Jewison o escalou como o frio assassino de “No Calor da Noite” (1967), estrelado por Sidney Poitier e Rod Steiger. O longa venceu cinco Oscars, incluindo Melhor Filme. Apesar desse destaque inicial, sua carreira cinematográfica demorou a decolar. Mas isso não o impediu de ficar conhecido, graças a inúmeras participações em séries clássicas. Ele chegou a ter um papel recorrente em “Gunsmoke”, entre 1968 e 1969, mas também apareceu em “Bonanza”, “Havaí 5-0”, “Mod Squad”, “Têmpera da Aço” (Ironside), “Justiça em Dobro” (Starsky and Hutch), “As Panteras” (Charlie’s Angels), “Esquadrão Classe A” (The A Team), etc. E sem esquecer que estrelou um clipe da banda Poison, “Fallen Angel”, em 1988. Seus personagens geralmente causavam confusão, precisando ser despachados pelo mocinho das histórias. Até quando fazia filmes infantis e comédias, James interpretava vilões, como em “Perigo na Montanha Enfeitiçada” (1978) e “Corra que a Polícia vem Aí! 2 1/2” (1991). Seu principal rival no cinema acabou sendo Clint Eastwood, que o enfrentou – e dirigiu – duas vezes, nos faroestes clássicos “O Estranho sem Nome” (1973) e “Os Imperdoáveis” (1992). Este último também venceu o Oscar e marcou a despedida de James da profissão de ator. Ele trocou as telas de cinema e TV por telas de pintura. A partir dos anos 1990, James iniciou uma bem-sucedida carreira como artista plástico, tendo vendido mais de 100 obras para galerias em Boston, Nova York, São Francisco, Santa Fe, Novo México e Japão. Também escreveu livros sobre arte, poesia e até uma biografia, publicada em 2014.

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    Awkwafina e Karen Gillan vão estrelar comédia sobre assassina profissional

    31 de maio de 2020 /

    As atrizes Awkwafina e Karen Gillan, que trabalharam juntas em “Jumanji: Próxima Fase”, voltarão a contracenar numa nova comédia. Elas vão estrelar a comédia de ação “Shelly”. Descrita pelo site Deadline como uma mistura de “Meninas Malvadas” e a série “Barry”, a produção trará Awkwafina como Shelly Wheeler, que nunca superou uma pegadinha no baile de formatura da escola. Como resultado, além de se tornar uma mulher fria, ela seguiu carreira como assassina de aluguel. Anos depois, recebe a missão de matar uma das pessoas responsáveis por transformar sua vida em um inferno, Dianna Park (Gillan). Porém, para a sua surpresa, ao reconectar-se com o alvo para cumprir seu objetivo, as duas viram amigas, e ela decide impedir que outros assassinos atrapalhem essa nova amizade. O roteiro de “Shelly” foi escrito por Michael Doneger (“A Acompanhante”) e Liz Storm (“Tall Tales”) e a direção está a cargo de Jude Weng, diretora de séries como “Fresh off the Boat”, “The Good Place” e “Young Sheldon”, que atualmente finaliza seu primeiro longa, “Finding Ohana”. Como é regra nos contratos firmados durante a pandemia de coronavírus, não há cronograma de produção nem previsão de estreia.

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    J.K. Simmons revela ter assinado contrato para aparecer em vários filmes da Marvel

    30 de maio de 2020 /

    O ator J.K. Simmons (“Whiplash”) revelou ter assinado contrato para reprisar o papel de J. Jonah Jameson em vários filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) e não apenas na impactante cena pós-créditos de “Homem-Aranha: Longe de Casa”. A informação veio à tona durante entrevista para um podcast da revista Entertainment Weekly, quando Simmons respondeu se poderíamos esperar vê-lo em outros filmes da Marvel. “Eu não sei se usaria a palavra ‘esperar'”, disse o ator, explicando que está contratado para outros filmes, mas o estúdio não é obrigado contratualmente a incluí-lo. Ainda assim, ele revela vontade de reprisar o papel. “É ótimo ter a oportunidade, à medida que essas coisas evoluem, e ser um dos que restaram da versão anterior”. Simmons interpretou o memorável JJJ na primeira trilogia do “Homem-Aranha”, dirigida por Sam Raimi entre 2002 e 2007, e retornou ao papel do editor do Clarim Diário no mais recente filme do herói, exibido nos cinemas em 2019. A diferença é que, nos filmes de Raimi, o ator usava uma peruca para disfarçar sua calvície natural – liberada na nova versão. No último filme, o Clarim Diário também deixou de ser um jornal tradicional para virar uma espécie de telejornal, aparentemente criado como produção para o YouTube. Por curiosidade, Simmons também é o dublador oficial de J.J. Jameson em todos os desenhos da Marvel desta década, como “Ultimate Homem-Aranha”, “Hulk e Os Agentes de S.M.A.S.H.” e “Os Vingadores Unidos”.

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    Filha de Dwayne Johnson não acredita que ele é Maui no desenho de Moana

    30 de maio de 2020 /

    O ator Dwayne “The Rock” Johnson publicou um vídeo superfofo em seu Instagram, em que tenta convencer sua filha Tiana “Tia” Johnson, de dois anos de idade, de que é a voz de Maui, personagem favorito da menina na animação “Moana”. Mas se frustra, porque ela se recusa a crer na “lenda urbana que seu pai é realmente Maui”. Para provar que dublou mesmo o desenho, ele canta um trecho de “You’re Welcome”, música do personagem. Sem resultado. “A esta altura, também é pura especulação que seu pai seja The Rock”, ele acrescentou na legenda do vídeo. Em “Moana – Um Mar de Aventuras”, Maui é um semideus heroico que se junta à protagonista adolescente (dublada pela havaiana Auli’i Cravalho) numa jornada cheia de perigos no Pacífico Sul. No caminho, eles encontram criaturas marinhas, mundos submersos e uma antiga cultura. O filme de 2016 foi dirigido por Ron Clements e John Musker (dupla de “A Pequena Sereia”, “Aladdin” e “A Princesa e o Sapo”) e disputou o Oscar de Melhor Animação – mas perdeu a estatueta para “Zootopia”, também produzido pela Disney. Ver essa foto no Instagram Never mind. She still refuses to believe the urban legend that her daddy is actually, Maui. At this rate it’s even pure speculation that her daddy is also The Rock. I’ll happily take these L’s and laugh as long as I get my daddy/daughter bond 😆💪🏾❤️ #3000timesandcounting Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 26 de Mai, 2020 às 12:14 PDT

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    Quentin Tarantino diz que A Rede Social foi o melhor filme da década

    30 de maio de 2020 /

    O diretor Quentin Tarantino afirmou que “A Rede Social” (2010), dramatização da criação do Facebook, dirigido David Fincher, foi o melhor filme da última década. A declaração foi feita durante entrevista ao site da revista francesa Premiere. “Sem dúvidas, ‘A Rede Social’… é o número 1 porque é o melhor, é isso. Destrói a concorrência”. Lançado em 2010, “A Rede Social” recebeu oito indicações ao Oscar e venceu os prêmios de Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Trilha Sonora Original e Melhor Montagem.

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    Netflix compra um dos cinemas mais famosos de Hollywood

    30 de maio de 2020 /

    É oficial: a Netflix é a nova proprietária do Egyptian Theatre, um dos “palácios de cinema” mais antigos de Hollywood. O preço de venda não foi divulgado, mas o acordo permite ao ex-proprietário, a American Cinematheque (Cinemateca Americana), continuar a programar o cinema histórico nos fins de semana, após a superação da pandemia de coronavírus. Localizado no coração de Hollywood, mais exatamente no número 6706 da Hollywood Boulevard, o cinema foi inaugurado em 1922 e serviu de palco para a primeira première hollywoodiana, com o lançamento de “Robin Hood” (1922), estrelada por Douglas Fairbanks. Concebido pelo artista Sid Grauman e pelo desenvolvedor imobiliário Charles E. Toberman, o “cinema egípcio” acabou servindo de modelo para o lançamento do “cinema chinês” na mesma avenida. Inaugurado por Grauman em 1928, o Chinese Theater acabou se tornando mais popular, graças à sua calçada com a impressão de mãos e pés de astros famosos – costume que teria começado por acidente durante a construção. O Egyptian Theatre foi adquirido pela organização cultural American Cinematheque em 1998, após passar seis anos fechado durante um período de decadência da região de Hollywood. Há uma ironia na aquisição, porque ao restaurar o cinema nos anos 1990, a Cinematheque dividiu a grande sala original em duas, batizando o espaço menor de sala Steven Spielberg. É o nome do célebre diretor que se manifestou contra a participação dos filmes da Netflix na disputa pelo Oscar deste ano. A Netflix pretende agora usar o local para realizar as premières dos filmes que pretende lançar na disputa das próximas edições do Oscar. Por sinal, a ideia de comprar o Egyptian surgiu, justamente, da experiência positiva da plataforma com a première de “Roma” no local. O filme de Alfonso Cuarón acabou vencendo quatro Oscars – o fato que teria incomodado Spielberg. Além das premières, a Netflix vai programar exibições e eventos especiais, de segunda a quinta, em seu espaço físico. “A American Cinematheque teve a honra de trazer de volta à vida Egyptian Theatre em 1998, e, juntamente com a Netflix, estamos entusiasmados em continuar essa administração, restaurando-a mais uma vez para uma nova geração de fãs de cinema assistirem filmes na tela grande”, disse o presidente da American Cinematheque, Rick Nicita, em comunicado sobre o negócio. A venda levou mais de um ano para ser finalizada, pois a Cinematheque é uma organização sem fins lucrativos, que comprou o marco histórico por um preço simbólico (US$ 1) da agora extinta Autoridade de Reconstrução de Los Angeles. Posteriormente, a organização investiu quase US$ 13 milhões para restaurar o antigo palácio do cinema. “O amor pelo cinema é inseparável da história e da identidade de Los Angeles”, acrescentou o prefeito Eric Garcetti, em nota oficial. “Estamos trabalhando para o dia em que o público possa retornar aos cinemas – e essa parceria extraordinária preservará uma parte importante de nossa herança cultural que poderá ser compartilhada nos próximos anos.” Além de assumir a programação dos dias de semana, a Netflix investirá na renovação do espaço exibidor. “O Egyptian Theatre é uma parte incrível da história de Hollywood e é apreciado pela comunidade cinematográfica de Los Angeles há quase um século”, disse Scott Stuber, chefe da divisão de filmes da Netflix. “Estamos ansiosos para expandir sua programação de maneiras que beneficiem tanto os amantes do cinema quanto a comunidade de Hollywood”.

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