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Filme

Marina Ruy Barbosa viverá primeira esposa de Roberto Carlos no cinema

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Filme, Série

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Filme

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10 de maio de 2026
  • Filme

    Estreias online: 15 filmes para ver em casa neste fim de semana

    21 de agosto de 2020 /

    Da comédia genérica da Netflix “Missão Pijamas” ao documentário político “O Fórum”, selecionados 15 sugestões para quem procura diversão ligeira ou um programa cinéfilo mais profundo para ver em casa, sob as cobertas, neste fim de semana de muito frio no Sul e no Sudeste do Brasil. Confira abaixo os trailers e mais detalhes das sugestões da programação digital – lembrando que a curadoria não inclui títulos clássicos (são muitos) e produções trash, que em outros tempos sairiam diretamente em DVD. Missão Pijamas | EUA | 2020 Com uma história que lembra “Pequenos Espiões”, crianças precisam salvar os pais raptados por vilões. O elenco volta a reunir Malin Akerman e Joe Manganiello após “Rampage: Destruição Total”, a direção é de Trish Sie (“A Escolha Perfeita 3”) e o enredo mistura gêneros e clichês para contentar toda a família – menos, claro, o cinéfilo da casa. Disponível na Netflix. A Caçada | EUA | 2020 Thriller satírico que chegou a sofrer um ataque virulento do presidente Donald Trump no Twitter, “A Caçada” mostra uma dúzia de militantes da extrema direita americana que acordam em uma clareira e percebem que estão sendo caçados por milionários da esquerda liberal. Os alvos se consideram “pessoas comuns”, vítimas da “elite” na trama, numa metáfora pouco sutil, que transforma o discurso de coitadismo dos heterossexuais brancos americanos em sátira de terror. A premissa, porém, esgota-se rapidamente, conforme acabam figurantes famosos para o diretor Craig Zobel (“Obediência”) eliminar. Por sinal, o elenco traz vários astros de séries, como Betty Gilpin (“GLOW”), Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”), Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Hilary Swank (“Trust”). Todos brancos. Disponível na Google Play e Vivo Play. Chemical Hearts | EUA | 2020 A adaptação do livro “A Química que Há entre Nós”, de Krystal Sutherland, conta a história de Henry Page (Austin Abrams, de “Euphoria”), de 17 anos, que nunca se apaixonou, até que, no primeiro dia do último ano do ensino médio, ele conhece a estudante transferida Grace Town (Lili Reinhart, de “Riverdale”) e tudo começa a mudar. Grace e Henry são escolhidos para co-editar o jornal da escola, e ele é imediatamente atraído pela misteriosa personagem. Ao descobrir o segredo de partir o coração que mudou sua vida e a deixou traumatizada, andando com uma bengala, ele se apaixona por ela – ou pelo menos pela pessoa que pensa que ela é. Com apenas 57% de aprovação, o filme tem roteiro e direção de Richard Tanne, que anteriormente fez o romance “Michelle e Obama”, sobre o namoro do ex-Presidente Barack Obama e sua futura esposa. Disponível na Amazon. Seberg Contra Todos | EUA | 2020 Kristen Stewart (“As Panteras”) vive uma das atrizes mais icônicas da virada dos anos 1950 para os 1960: Jean Seberg, de clássicos como “Santa Joana” (1958), “Bom Dia, Tristeza” (1958) e “Acossado” (1960). Baseado em fatos reais, o filme acompanha a investigação ilegal do FBI sobre a atriz, quando ela se envolveu com os movimentos civis do final dos anos 1960. O envolvimento também era romântico, graças à sua ligação com o ativista Hakim Jamal, primo de Malcom X e líder do movimento black power – interpretado no longa por Anthony Mackie (o Falcão dos filmes da Marvel). Apesar de elogios à interpretação de Stewart, o roteiro foi considerado superficial e um desserviço às duas atrizes – intérprete e personagem – , rendendo apenas 35% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. Disponível no iTunes. Ayka | Rússia | 2018 Drama deprimente sobre uma imigrante pobre e ilegal, capaz de abandonar seu bebê recém-nascido no hospital porque não tem como sustentá-lo nem com três empregos, como faxineira, limpadora de neve nas ruas e em um abatedouro de frangos. Agiotas a perseguem para pagar uma dívida antiga, enquanto ela sofre de remorso no frio de Moscou, precisando desesperadamente de dinheiro e lutando para se manter viva após complicações do pós-parto. A personagem é vivida por Samal Yeslyamova, revelada pelo diretor Sergei Dvortsevoy em seu filme anterior, o premiadíssimo “Tulpan”, junto de um elenco não profissional. Com “Ayka”, ela trocou a condição de amadora pela consagração como Melhor Atriz do Festival de Cannes. Disponível na Looke. A Prima Sofia | França | 2019 Produção premiada que chegou sem alarde ao catálogo da Netflix, o filme de Rebecca Zlotowski (“Grand Central”) acompanha Naima, uma jovem tímida de 16 anos que vive na famosa cidade de Cannes. Quando sua prima Sofia chega de Paris para o veraneio, com a sexualidade à flor da pele e uma atitude que poderia ser considerada promíscua, sua vida muda totalmente. Disponível na Netflix. Snu – A História de Amor que Mudou Portugal | Portugal | 2019 O longa retrata o relacionamento da editora dinamarquesa Snu Abecassis e do primeiro-ministro de Portugal Francisco Sá Carneiro, que era casado, nos anos 1970. A história de amor virou um escândalo político e teve um final trágico. Disponível no Cinema Virtual. Antônia – Uma Sinfonia | Holanda, Bélgica | 2018 Cinebiografia de Antonia Brico (1902-1989), a primeira mulher a reger, com sucesso, grandes orquestras – nada menos que as filarmônicas de Berlim e Nova York, na década de 1930. O filme aborda a juventude de Antonia e a dificuldade de ser aceita no universo dos maestros, até então exclusivamente masculino. Apesar de simplificações, filme de Maria Peters (“Sonny Boy”) venceu prêmios e teve críticas positivas. Disponível no iTunes, Google Play, Now, Vivo Play e YouTube Filmes. Meu Extraordinário Verão com Tess | Holanda, Alemanha | 2019 Premiado no Festival de Berlim e exibido na Mostra de São Paulo do ano passado, o filme se passa durante um período de férias na praia, em que o menino Sam conhece a Tess, uma menina sonhadora que mostra a ele como viver o presente pode ser melhor que reviver memórias do passado ou esperar por algo que ainda não que aconteceu. Disponível no Cinema Virtual. Crimes de Família | Argentina | 2020 Drama jurídico baseado em fatos reais, acompanha uma mãe que faz tudo para defender o filho, acusado de tentar matar a ex-esposa. A mãe é interpretada por Cecilia Roth, que ficou mundialmente conhecida por sua atuação em “Tudo Sobre Minha Mãe” (1999). Em meio ao drama central, a trama também aborda temas atuais como corrupção, diferenças de classes, abuso de drogas, violência contra mulher e direitos LGBTQIA+. Disponível na Netflix. Asako I & II | Japão | 2018 Com 15 filmes no currículo, incluindo curtas e documentários, o premiado cineasta Ryûsuke Hamaguchi finalmente chegou ao circuito brasileiro com seu “Asako I & II”, um drama romântico desconcertante. A trama acompanha a jovem Asako (Erika Karata) que, totalmente apaixonada, desmorona quando seu amado desaparece. Ela muda de cidade, sai de Osaka e vai morar em Tóquio para tentar reconstruir sua vida. Até que se espanta ao encontrar um rapaz que é idêntico a seu ex, mas tem outro nome e comportamento completamente diferente. Será que ela vai se deixar envolver pelo desconhecido, que é muito mais atencioso, mas não desperta nela a mesma paixão? Disponível na Looke, Now e Vivo Play. O Fim da Viagem, O Começo de Tudo | Japão | 2019 Considerado um dos maiores cineastas do J-horror, Kiyoshi Kurosawa também costuma fazer dramas serenos como este filme, exibido no Festival de Locarno e de uma delicadeza impressionante. A história se concentra numa repórter de um programa de variedades do Japão, que viaja com sua equipe ao Uzbequistão para uma matéria sobre um peixe lendário. Mas, como não conseguem encontrar o tal peixe, a equipe procura alguma coisa que possa ser interessante para não perder a viagem. Sem pauta, Yoko (a cantora Atsuko Maeda) decide conhecer os pontos turísticos do lugar, ao mesmo tempo que lida com a solidão, a saudade do namorado e uma forte insegurança, tendo em vista que em determinado momento ele deixa de retornar suas mensagens. Não parece muito? O filme tem 93% de aprovação no Rotten Tomatoes. Disponível na Looke e Vivo Play. O Fórum | Alemanha | 2020 O documentário sobre o Fórum Econômico de Davos mostra o impacto da pauta ambiental sobre as maiores lideranças mundiais, incluindo a reação de Donald Trump, a frustração generalizada e o completo despreparo de Jair Bolsonaro para participar de negociações e conversas sobre o tema. O presidente brasileiro é apresentado quase como um vilão cômico, em meio a imagens de queimadas na Amazônia. Paralelamente, a produção ainda encaixa entrevistas francas do fundador do Fórum, Klaus Martin Schwab, e discursos da jovem Greta Thunberg, que também respingam na imagem brasileira. Disponível no iTunes e Vivo Play. The Stand: How One Gesture Shook the World | EUA | 2020 O documentário explora a força de uma das imagens mais icônicas de nosso tempo, criada nas Olimpíadas de 1968, quando dois medalhistas afro-americanos resolveram protestar em silêncio, com a cabeça baixa e os punhos erguidos, durante a execução do hino nacional dos Estados Unidos. Mais de 50 anos depois, esse evento permanece profundamente inspirador, polêmico e até mesmo incompreendido como uma das declarações mais abertamente políticas da história dos esportes. Disponível no Now. Eduardo Galeano, Vagamundo | Brasil | 2020 O uruguaio Eduardo Galeano, morto em 2015, foi um dos maiores escritores latino-americanos. Cinco anos antes de sua morte, o autor de “As Veias Abertas da América Latina” recebeu o cineasta Felipe Nepomuceno em sua casa em Montevidéu para uma entrevista. Este é ponto de partida do documentário, que também traz depoimentos de amigos e artistas. Disponível no Now e Vivo Play.

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  • Filme

    Festival Sesc Melhores Filmes disponibiliza sucessos da crítica de graça

    21 de agosto de 2020 /

    Principal endereço do cinema de arte de São Paulo, o Cinesesc começou a 46ª edição de seu Festival Sesc Melhores Filmes, que este ano acontece online e de graça, na plataforma Em Casa com Sesc. A seleção reúne 13 dos melhores principais títulos lançados nos cinemas brasileiros em 2019, como o polonês “Guerra Fria”, Melhor Direção em Cannes e indicado ao Oscar de Filme Estrangeiro, o dinamarquês “Rainha de Copas”, prêmio do público em Sundance, e o sueco “Border”, igualmente premiado em Cannes. A maioria, porém, são títulos nacionais, entre eles dois longas também premiados em Cannes, “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, e “Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos”, de João Salaviza e Renée Nader Messora. Alguns títulos ficarão disponíveis por 30 dias na plataforma digital, mas outros, como o citado “Bacurau”, terão sessão única – neste caso, no domingo (23/8). O acesso aos filmes estão disponíveis no site oficial: https://melhoresfilmes.sescsp.org.br/. A lista de títulos pode ser conferida abaixo. “Bacurau”, de Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho. “Border”, de Ali Abbasi. “Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos”, de Renée Nader Messora e João Salaviza. “Cine São Paulo”, de Ricardo Martensen e Felipe Tomazelli. “Divino Amor”, de Gabriel Mascaro. “Elegia de um Crime”, de Cristiano Burlan. “Greta”, de Armando Praça. “Guerra Fria”, de Pawel Pawlikowski. “Inferninho”, de Pedro Diogenes e Guto Parente. “Los Silencios”, de Beatriz Seigner. “No Coração do Mundo”, de Gabriel Martins e Maurílio Martins. “Rainha de Copas”, de May El-Toukhy. “Torre das Donzelas”, de Susanna Lira.

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  • Filme

    Diretor de Operação Fronteira negocia filmar vilão do Homem-Aranha

    21 de agosto de 2020 /

    O diretor J.C. Chandor, responsável pela aventura de ação da Netflix “Operação Fronteira”, negocia dirigir um filme do vilão Kraven, o Caçador, para o universo expandido do Homem-Aranha na Sony. O projeto veio à tona há dois anos, quando o estúdio contratou Richard Wenk (“O Protetor”) para escrever o roteiro. A Variety confirmou que se trata do mesmo projeto, mas acrescentou Art Marcum e Matt Holloway (de “Homem de Ferro”) à lista dos autores da história. Sergei Kravinoff, o Kraven, é um imigrante russo e caçador de animais selvagens, que graças a um soro místico adquiriu força super-humana. Ele se tornou obcecado em capturar o Homem-Aranha para provar que é o maior caçador do mundo. Embora nunca tenha aparecido nos cinemas, Kraven já teve histórias antológicas nos quadrinhos, em particular “A Ultima Caçada De Kraven”, de 1987, considerada a história mais sombria de toda a trajetória do Homem-Aranha – a resposta da Marvel ao “Cavaleiro das Trevas” – , que termina com o suicídio do caçador. Uma paulada. O filme faria parte de um projeto para introduzir vilões do Aranha em histórias individuais, iniciado com o lançamento de “Venom”, estrelado por Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), e que terá sequência no longa de “Morbius”, com Jared Leto (“Esquadrão Suicida”). Rumores apontam que a ideia é construir aos poucos um universo de personagens que posteriormente poderiam formar uma versão do Sexteto Sinistro. Ainda não há cronograma para o filme de Kraven, que só chegaria aos cinemas depois da continuação de “Venom”, atualmente em produção.

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  • Etc,  Filme

    Warner investiga denúncias de Ray Fisher sobre bastidores de Liga da Justiça

    21 de agosto de 2020 /

    A WarnerMedia iniciou uma investigação sobre os bastidores das refilmagens de “Liga da Justiça”. A decisão foi tomada após repetidas declarações públicas de uma das estrelas do filme, Ray Fisher, alegando má conduta do cineasta Joss Whedon e dos produtores Geoff Johns e Jon Berg durante a produção do filme. Na quinta-feira (20/8), Fisher escreveu no Twitter que, após cinco semanas de entrevistas com o elenco e a equipe, a WarnerMedia “lançou uma investigação independente de terceiros para chegar ao cerne do ambiente de trabalho tóxico e abusivo criado durante as refilmagens da Liga da Justiça”. Apesar dessa informação, a Variety e o Hollywood Reporter apuraram que as entrevistas não revelaram nada. A fonte das publicações também ressaltou que a WarnerMedia não pré-julga Whedon, Johns ou Berg, que a investigação não se limita a eles e que, para preservar a integridade da investigação, a empresa não a conduzirá em público. As denúncias começaram num tuíte do começo de julho, no qual Fisher definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que assumiu a produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Fisher não deixou o assunto morrer. Poucas semanas depois, desafiou Whedon a processá-lo, reforçando as denúncias de abuso e, na semana passada, denunciou que Johns ameaçou sua carreira por causa das queixas no set. Whedon e Berg permaneceram em silêncio após as alegações de Fisher, enquanto Berg as negou publicamente. Ele ainda acusou o ator de estar exagerando. O produtor disse que as alegações se devem ao descontentamento do Fisher por ter de falar “Booyah” no filme, um bordão do Ciborgue que se tornou famoso nos quadrinhos. Geoff Johns é o único dos três ainda envolvido ativamente com produções da DC Comics. Neste ano, Johns lançou a série “Stargirl”, que ele criou, escreveu e produziu, baseada em seus próprios quadrinhos para a editora. Ele também é roteirista de “Mulher-Maravilha 1984”. Berg, por sua vez, tenta tirar do papel vários projetos, mas seu último crédito como produtor de filmes da DC foi em “Aquaman” (2018). E embora não esteja mais atrelado a filmes da DC, Whedon continua trabalhando para a Warner. A HBO vai lançar sua próxima série, “The Nevers”, em 2021.

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  • Filme

    Ben Affleck voltará a viver Batman no filme do Flash

    21 de agosto de 2020 /

    O diretor Andy Muschietti (“It: A Coisa”) revelou que Ben Affleck voltará a viver Batman mais uma vez, no filme do herói Flash, que servirá de sequência para “Liga da Justiça”. “The Flash” será estrelado por Ezra Miller, que apareceu como o herói do título ao lado de Affleck em “Liga da Justiça”. Em entrevista para a revista Vanity Fair, Muschietti contou que a participação de Affleck “é uma parte muito importante do impacto emocional do filme”. “A interação e relacionamento entre Barry Allen e Wayne de Affleck vai trazer um nível emocional que não vimos antes”, disse o cineasta argentino. “É o filme de Barry, é a história de Barry, mas seus personagens estão mais relacionados do que pensamos. Os dois perderam as mães num assassinato, e esse é um dos vasos emocionais do filme. É aí que o Batman de Affleck entra em ação.” Affleck vai se juntar a Michael Keaton, outro ator que interpretou Batman no passado, para dar vida ao super-herói na primeira produção que vai tentar materializar o “multiverso” da DC Comics no cinema. Por enquanto, a ideia de realidades alternativas, vindas de Terras paralelas, só foi explorada na TV, nas séries do Arrowverso. Mas o conceito original vem dos quadrinhos de “The Flash”. Tudo começou num exemplar de 1961, quando Barry Allen encontrou Jay Garrick, o Flash dos anos 1940, graças a um ajuste narrativo: Garrick habitava um mundo de realidade paralela, chamado de Terra 2. Há um tempo atrás, o filme do Flash chegou a ser batizado de “Flashpoint”, revelando a inspiração para sua história. Publicada em 2011 pela DC Comics, a saga “Flashpoint” foi responsável pelo reboot do universo inteiro da editora, que resultou nos “Novos 52”. Por sinal, a história já foi adaptada duas vezes: no longa animado “Liga da Justiça: Ponto de Ignição” (2013), lançado direto em vídeo, e na série “The Flash”, da rede CW. O primeiro episódio da 3ª temporada da atração também se chamou “Flashpoint”, mas a adaptação se deu de forma frustrante, por abandonar rapidamente o conceito e suas implicações. Nos quadrinhos, Barry Allen vai parar em uma realidade paralela, em que sua mãe está viva, a Liga da Justiça nunca existiu, Bruce Wayne morreu – , a persona de Batman foi assumida por seu pai, Thomas Wayne, e o Ciborgue tornou-se o principal super-herói do mundo. E essas são apenas algumas das alterações que Barry tem que encarar e buscar reverter, apesar de se encontrar subitamente sem poderes. Mas desde que o projeto do filme foi anunciado, a equipe mudou várias vezes, assim como o roteiro. Christina Hodson (“Aves de Rapina”) é responsável pela nova versão da história, que, segundo Muschietti já adiantou, não será uma adaptação literal de “Flashpoint”, mas conterá alguns elementos daquela história. Sem previsão para começar a ser filmado, devido à pandemia de coronavírus, “The Flash” tem previsão de estreia para junho de 2022.

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  • Filme

    Ludmilla vira atriz de cinema no primeiro filme feito na pandemia

    20 de agosto de 2020 /

    Primeiro filme brasileiro rodado na pandemia, “Moscow”, que marca a estreia de Ludmilla no cinema, já terminou sua fotografia principal. A produção começou no início de agosto em São Paulo, após a flexibilização da quarentena na cidade, e suas filmagens duraram apenas 12 dias, tempo recorde para um longa, que costuma demorar mais (às vezes bem mais) de um mês de captação de imagens. A rapidez tem a ver com as condições de bastidores, com equipe reduzida e uso de manequins realísticos como figurantes, devido à pandemia de coronavírus. Mas para realizar tudo em tempo reduzido foram semanas de preparação em condições controladas de segurança e higiene. O resultado do empenho foi a ausência de casos de contaminação no set durante as filmagens. “Moscow” se passa em apenas uma noite, com foco em um clube de jazz em São Paulo e deve ter uma estética de quadrinhos. A direção está a cargo de outro estreante no cinema, Mess Santos, que vem do universo dos clipes nacionais, e está realizando o filme sem incentivos federais. O elenco ainda destaca Thaila Ayala (“Pica-Pau: O Filme”), que viverá a protagonista da história, Jennifer Nascimento (novela “Pega Pega”), Werner Schünemann (novela “Tempo de Amar”), Bruno Fagundes (“3%”) e Micael (novela “O Tempo Não Para”). Vale lembrar que Ludmilla faz sua estreia no cinema depois de gravar participação na 2ª temporada de “Arcanjo Renegado”, ainda inédita no Globoplay. Curiosamente, o filme se passa no mundo da música, mas ela não vai cantar. Quem canta na produção é Jennifer Nascimento, que disputou o reality musical “Popstar” e participa da equipe de “The Voice Brasil”. Para o lançamento, a equipe está negociando com uma grande plataforma de streaming, mas também busca distribuidoras que possam levar o filme aos cinemas.

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  • Filme

    Novo filme de Batman ganha primeiro pôster

    20 de agosto de 2020 /

    A Warner divulgou o primeiro pôster do novo filme de Batman. O cartaz traz apenas o logotipo do longa, chamado em inglês de “The Batman”. A arte inclui o desenho de um morcego estilizado entre as letras vermelhas do título da produção. Escrito e dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), o filme marca a estreia de Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) no papel do super-herói dos quadrinhos. Ele terá que enfrentar, de cara, uma galeria de supervilões famosos. O elenco da produção inclui Zoe Kravitz (da série “Big Little Lies”) como Mulher-Gato, Colin Farrell (“Dumbo”) como Pinguim, Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”) como Charada, John Turturro (“Transformers”) como o mafioso Carmine Falcone, além de Andy Serkis (“Pantera Negra”) como Alfred, Jeffrey Wright (“Westworld”) como Comissário Gordon e Peter Sarsgaard (“Sete Homens e um Destino”) como um promotor público de nome genérico, que não existe nos quadrinhos de Batman – mas seu equivalente mais conhecido é Harvey Dent/Duas Caras. “The Batman” tem estreia marcada para outubro de 2021.

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  • Filme

    Kevin Costner vira Rambo em trailer violento

    20 de agosto de 2020 /

    A Focus Features, divisão da Universal, divulgou o pôster e o trailer de “Deixe-o Partir” (Let Him Go), filme em que Kevin Costner e Diane Lane viram Rambos para resgatar o neto das garras de uma família sádica. Se o “setentão” Stallone é capaz de enfrentar um cartel mexicano sozinho, Costner, que tem uma década a menos e ainda conta com a ajuda de Lane, tampouco vacila contra uma quadrilha caipira nesse “Rambo: Até o Fim” (2019) mais refinado, para tomar na porrada a guarda do neto pequeno. O clima também lembra westerns clássicos de John Wayne, como “Rastros de Ódio” (1956) e “Jake Grandão” (1971). Na trama passada nos anos 1950, o casal idoso descobre que a viúva de seu filho se juntou a um jovem agressivo, levando o único neto deles para uma região dominada pela mãe gângster do rapaz (vivida por Lesley Manville, de “Trama Fantasma”). Em visita ao “território inimigo”, eles tentam argumentar. Mas o trailer mostra que a situação sai do controle com troca de tapas entre as mulheres, descambando para socos, empurrões e tiroteio. Vale lembrar que Costner e Lane já formaram casal no cinema antes: em “O Homem de Aço”, onde viveram Martha e Jonathan Kent, os pais do Superman (Henry Cavill). O elenco também inclui Kayli Carter (“Godless”), Booboo Stewart (“Descendentes”), Jeffrey Donovan (“Burn Notice”) e Will Brittain (“Kong: Ilha da Caveira”). Baseado no livro de mesmo nome de Larry Watson, “Deixe-o Partir” tem roteiro e direção de Thomas Bezucha (“Monte Carlo”) e supostamente chega em 6 de novembro nos cinemas dos EUA. A produção ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

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  • Filme

    Festival de Curtas de São Paulo vira mostra online gratuita com 212 filmes

    20 de agosto de 2020 /

    O Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo — Curta Kinoforum — chega à sua 31ª edição adaptado para os tempos de pandemia. O evento virou uma mostra online gratuita, que reúne 212 filmes produzidos em 46 países, disponíveis a partir desta quinta (20/8) às 19h e até o dia 30 de agosto. Na programação do Festival, um dos maiores e mais tradicionais eventos dedicados ao formato no mundo, há filmes que participaram e foram premiados nos festivais de Cannes, Veneza, Roterdã, Sundance, Locarno, entre outros. Já os títulos nacionais trazem representantes de 12 estados brasileiros e do Distrito Federal. Além da exibição online, ainda haverá a ação “A Cidade é Uma Tela”, que projetará durante todos os dias do festival, às 19h, na fachada de um prédio de São Paulo, os curtas do programa Experimenta. Criado e dirigido por Zita Carvalhosa e organizado pela Associação Cultural Kinoforum, o evento é dividido em mostras e programas temáticos, e um deles é o Novas Áfricas, que destaca a presença negra nas telas. O programa tem curadoria de Claire Diao, jornalista e crítica de cinema francesa com origem em Burkina Faso, na África, considerada especialista na cinematografia contemporânea da África e da diáspora africana. São 13 obras, realizadas de 2017 a 2019, em países como Senegal, Marrocos, Congo, Quênia e Líbia. Junto dos filmes, também estão agendados encontros, debates, masterclass, atividades de formação, um seminário internacional e happy hours. Todas as atividades virtuais poderão ser acompanhadas no endereço online do festival e nos aplicativos innsaei.tv para celulares, tablets e smart TVs, disponíveis nas lojas do Google Play ou Apple Store. Para televisores, pode-se utilizar Airplay e Chromecast. A programação completa do festival está disponível no site oficial: https://2020.kinoforum.org/.

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  • Filme

    Björk vai estrelar filme de vikings do diretor de A Bruxa

    20 de agosto de 2020 /

    A cantora islandesa Björk entrou no elenco de “The Northman”, novo filme do diretor Robert Eggers, responsável pelos terrores “A Bruxa” e “O Farol”. Desta vez, a produção é uma saga de vingança Viking ambientada na Islândia na virada do século 10. Mas o papel de Björk deve ser de uma bruxa. Ela vai se juntar a um elenco grandioso, que inclui Nicole Kidman (“Aquaman”), Willem Dafoe (“O Farol”), Claes Bang (“Drácula”), Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”), Ralph Ineson (também de “A Bruxa”) e os irmãos Bill (“It: A Coisa”) e Alexander Skarsgård (“Big Little Lies”). O poeta e romancista islandês Sjón Sigurdsson co-escreveu o roteiro com Eggers. E além de estrelar, Alexander Skarsgård é um dos produtores.

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  • Filme

    Zack Snyder revela novo teaser da sua versão de Liga da Justiça

    20 de agosto de 2020 /

    Zack Snyder segue divulgando a nova versão de “Liga da Justiça”, que estreará na HBO Max no próximo ano. O diretor revelou um novo teaser do “Snyder Cut” para antecipar o lançamento do trailer, que vai acontecer no sábado (22/8) durante o evento DC FanDome da Warner Bros. Recentemente, ele contou como o projeto surgiu. Tudo começou com a hashtag #ReleaseTheSnyderCut, que se manteve entre os principais tópicos do Twitter por meses, levando os novos chefes da Warner a contatá-lo. Snyder e sua esposa então prepararam uma apresentação da versão do diretor para uma seleta plateia, que incluiu o presidente da Warner, Walter Hamada, e o chefe dos quadrinhos da DC, Jim Lee. Diante deles, Snyder compartilhou várias ideias para o lançamento de sua versão de “Liga da Justiça”, inclusive a proposta de ser dividido em vários episódios, como uma minissérie. Todos teriam saído do encontro empolgados, planejando como fazer o projeto acontecer. E logo a produção foi confirmada para a HBO Max. Oficialmente intitulada, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics será lançado em streaming na HBO Max. E será bem diferente do filme exibido nos cinemas em 2017. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. A inauguração da HBO Max fez a nova diretoria da Warner não só topar como desembolsar mais dinheiro, entre US$ 20 e 30 milhões, para trabalhos de pós-produção do longa, que, ao contrário do que o próprio diretor deu a entender, encontra-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento contará com a volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas linhas de diálogo. A Warner só vetou refilmagens, que dariam ao projeto o orçamento de um novo longa-metragem. Teaser Premiere 8/22 2:30pm (PDT) #DCFanDome pic.twitter.com/bxxPLuCyv3 — Zack Snyder (@ZackSnyder) August 20, 2020

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  • Filme

    Lindinhas: Netflix pede desculpas por arte inadequada e muda marketing do filme

    20 de agosto de 2020 /

    A Netflix vai refazer a campanha de marketing de “Lindinhas” (Cuties), após as reações negativas despertadas pela arte inicial. Diversas manifestações nas redes sociais reclamaram que o material original promovia a sexualização das protagonistas, um grupo de meninas de 11 anos de idade que fazem parte de um grupo de dança. “Pedimos desculpas pela arte inadequada que usamos para o filme ‘Lindinhas’. Não estava certo, nem representava este filme francês que ganhou um prêmio no Festival de Sundance. Estamos trabalhando para atualizar as imagens e a descrição do filme”, disse a Netflix em nota oficial. A plataforma também tirou as fotos e o pôster originalmente divulgados em sua plataforma de imprensa, mantendo apenas uma imagem, que ilustra este post. Para ver a arte considerada polêmica, confira aqui. Mas antes mesmo da divulgação do cartaz, o filme já vinha sendo bombardeado com notas negativas no IMDb. No caso, devido ao tema. Vale observar que essa reação não reflete a opinião da crítica, que é bastante positiva em relação ao filme e sua abordagem de temas complexos, considerada emotiva e delicada. A produção é francesa e retrata o esforço de uma pré-adolescente para se integrar com a turma de garotas legais da sua escola para disputar um concurso de dança. Dita assim, a premissa parece uma comédia teen típica, mas há muitas diferenças em relação às produções americanas. A começar pela protagonista, uma menina negra muçulmana de 11 anos, criada numa família de imigrantes senegaleses no bairro mais pobre de Paris, que se encanta com a vizinha moderna da sua idade. O grupo de meninas a que ela se junta contrasta fortemente com os valores tradicionais de sua mãe, e ela logo se dá conta de sua própria sensualidade através da dança. Com isso, o filme também aborda a hiper sexualização das garotas pré-adolescentes nos dias de hoje. “Cuties” teve première no Festival de Sundance, no começo do ano, onde a diretora e roteirista Maïmouna Doucouré levou o troféu de Melhor Direção. A estreia vai acontecer em 9 de setembro em streaming. Aproveite e confira o trailer abaixo.

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  • Filme

    Olivia Wilde vai dirigir filme do Aranhaverso da Sony

    19 de agosto de 2020 /

    A Sony Pictures contratou Olivia Wilde para dirigir e desenvolver um projeto secreto baseado em personagem da Marvel. A informação é do site Deadline, que afirma que se trata de uma produção centrada em uma heroína do Aranhaverso, possivelmente a Mulher-Aranha. O estúdio preferiu não comentar a notícia. Mas o Deadline deu a ficha completa da produção. O filme será escrito por Katie Silberman e terá produção de Amy Pascal, a ex-chefe do estúdio que é responsável pelas produções do Aranhaverso. Silberman escreveu a comédia que lançou a nova carreira de Wilde como diretora, a elogiada comédia adolescente “Fora de Série” (2019), e as duas ainda estão juntas em mais dois projetos, o thriller psicológico “Don’t Worry Darling”, que Wilde também vai estrelar, e um filme de Natal na Universal, que, por sinal, tem produção de Pascal. Elas esperam fazer estes filmes antes do longa da Sony/Marvel. A Mulher-Aranha tem sido o alter-ego de vários personagens nos quadrinhos do Homem-Aranha ao longo dos anos, incluindo Gwen Stacy, Mary Jane Watson e Jessica Drew, que foi a primeira a usar o traje da heroína no final dos anos 1970. Já que o conceito está sendo totalmente reformulado por Wilde, não se sabe qual versão o filme vai abordar. O projeto tem sido uma prioridade da Sony desde o início do ano, mas Wilde quase o dispensou, porque sua agenda começou a encher rapidamente. No final, pesou a vontade de dirigir um filme de super-heróis, que marcará a transição completa da estrela, após papéis na série “House” e em “Tron: O Legado” (2010), como uma cineasta do primeiro time de Hollywood.

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