Trailer do final da trilogia Skyline leva ação para planeta alienígena
A Vertical Entertainment divulgou o trailer de “Skylin3s”, final de uma trilogia sci-fi iniciada por “Skyline – A Invasão”, em 2010. A prévia destaca os novos personagens e a mudança de perspectiva da trama, que desta vez transforma os terráqueos em invasores e leva a guerra para o planeta dos alienígenas. Escrito e dirigido por Liam O’Donnell, que foi roteirista do longa original e da continuação de 2017, “Skyline: Além do Horizonte”, o capítulo final destaca em seu elenco Lindsey Morgan (a Raven de “The 100”), Rhona Mitra (a Mercy Graves de “Supergirl”) e Alexander Siddig (o Ra’s al Ghul de “Gotham”). A estreia está marcada para 18 de dezembro em VOD nos EUA.
Astro de The Walking Dead pode se tornar primeiro ator asiático indicado ao Oscar
O ator sul-coreano Steven Yeun, mais conhecido como o Glenn de “The Walking Dead”, pode se tornar o primeiro asiático indicado ao Oscar na categoria de Melhor Ator. O estúdio indie A24 revelou que pretende lançar uma campanha pela indicação de Yeun por seu desempenho no drama “Minari”, que venceu o Festival de Sundance deste ano. Junto com Yeun, o estúdio vai destacar o trabalho de Han Ye-ri na categoria de Melhor Atriz e de seus colegas de elenco, Alan S. Kim, Will Patton e Youn Yuh-Jung, nas categorias de Coadjuvantes. A falta de representação asiática nas categorias de atuação tem sido uma das lacunas mais gritantes na longa história da Academia. Se qualquer um dos atores de “Minari” for nomeado, será a primeira vez que a Academia indicará um coreano em uma categoria de atuação, apesar da vitória de “Parasita” no Oscar deste ano. No filme dirigido por Lee Isaac Chung, Yeun interpreta Jacob, um pai sul-coreano que traz sua família para os EUA, iniciando uma fazenda na década de 1980. Sua luta para vencer os obstáculos comoveu o público e o júri de Sundance, que premiaram duplamente o longa. Mas não é de hoje que Yeun vem chamando a atenção dos festivais. Ele já tinha marcado presença em “Em Chamas”, produção sul-coreana premiada no Festival de Cannes de 2018. Ainda sem previsão de estreia comercial, “Minari” tem 100% de aprovação, em críticas publicadas durante sua passagem por festivais e apuradas pelo site Rotten Tomatoes. Veja abaixo o trailer emocionante da produção.
Cinemas vazios nos EUA apontam que crise do setor está longe de passar
O desempenho das bilheterias de cinema nos EUA durante o fim de semana disparou alarmes por todo o mercado, deixando claro que o negócio cinematográfico corre risco de nunca mais se recuperar. O novo filme de ação de Liam Neeson, “Legado Explosivo” (Honest Thief), manteve-se na liderança das bilheterias da América do Norte pelo segundo fim de semana seguido com uma arrecadação de US$ 2,35 milhões. Mas esta arrecadação, que nem sequer entraria no Top 10 antes da pandemia, foi a única a superar os US$ 2 milhões entre sexta e domingo (25/10) nos EUA e Canadá. O Top 3 ainda inclui a comédia “Guerra com o Vovô”, estrelada por Robert DeNiro, com US$ 1,8 milhão, e o “blockbuster” da covid-19, “Tenet”, com US$ 1,3 milhão. Diante destes números, o site Deadline publicou um texto atacando a decisão de políticos que mantém os cinemas de Los Angeles e Nova York fechados, além de criticar a Disney por lançar seus principais títulos em streaming (“Hamilton”, “Mulan” e “Soul”) e despejar apenas refugos no circuito cinematográfico. A Disney distribuiu a única estreia de sexta (23/10), o terror “O Mensageiro do Último Dia” (The Empty Man), uma produção original de Fox, que chegou sem sessões para imprensa e pouco investimento em divulgação – apesar de incluir o queridinho da Netflix Joel Courtney (o Lee Flynn de “A Barraca do Beijo”) em seu elenco. Foi lançado em 2 mil telas, mas rendeu apenas US$ 1,2 milhão, ocupando o 4ª lugar com salas vazias. As poucas críticas publicadas afirmam que se trata realmente de um horror. Entretanto, a performance negativa de “O Mensageiro do Último Dia” não é exceção. Todas as salas de cinema dos EUA estão vazias e a reabertura de Los Angeles e Nova York não mudaria este quadro. Para completar, os sinais são ainda mais desanimadores em relação ao futuro, após a nova onda de coronavírus que varre a Europa. O fato incontornável é que o público está com medo dos cinemas. Os donos das redes não abrem mão de vender refrigerante e pipoca, e com isso o uso “obrigatório” de máscaras de proteção virou falácia nas salas de exibição. Devido a esses sinais contraditórios, os cinemas continuam a ser vistos como inseguros. E os estúdios não pretendem fazer grandes lançamentos enquanto essa visão não for alterada. O negócio cinematográfico mudou, e enquanto alguns buscam alternativas, como a rede AMC, que fechou um acordo com a Universal para diminuir a janela de exibição de filmes em troca de participação nos lucros de streaming, outros preferem simplesmente fechar as portas a negociar ou repensar seu modelo, como a Regal/Cineworld, acreditando que isso servirá de pressão para sensibilizar os estúdios ou os governos. Mas os cinemas voltaram a fechar na Europa. E John Stankey, CEO da AT&T, empresa dona da WarnerMedia, acaba de vocalizar que o lançamento de “Tenet” durante a pandemia foi um erro. Ou, em suas palavras: “Não posso dizer que saímos da experiência de ‘Tenet’ dizendo que foi um gol”. Ao mesmo tempo em que a Disney anuncia que seu negócio de streaming superou as expectativas, atingindo em meses o alcance previsto para cinco anos, a Sony se adianta aos demais estúdios para adiar um filme esperado para março (“Caça-Fantasmas: Mais Além”), passando-o para julho de 2021. Em outras palavras, são cada vez menores as chances de “Mulher-Maravilha 1984” ser visto nos cinemas em dezembro. Assim como as chances de os cinemas superarem sua maior crise sem uma grande mudança no setor.
Sarah Paulson vive mãe psicopata em trailer de suspense
A plataforma Hulu divulgou o pôster e o trailer de “Run” (que deve levar o título de “Mamãe” no Brasil). A prévia ilustra a premissa da produção, que explora como o amor materno pode virar uma ameaça para os filhos. O filme traz Sarah Paulson (“Ratched”) como uma mãe amorosa, que se dedica a cuidar da filha adolescente confinada numa cadeira de rodas, enquanto garante que isso não é fardo algum. Mas as aparências são enganosas, como sua filha começa a descobrir, ao perceber pistas de que pode ter se tornado prisioneira de uma mãe psicopata. Escrito e dirigido por Aneesh Chaganty, responsável pelo inovador suspense “Buscando…” (2018), a produção também destaca a estreante Kiera Allen no papel da filha. A estreia está marcada para 20 de novembro em streaming nos EUA.
Soul: Trailer dublado reforça que novo desenho da Pixar é exclusivo da Disney+ (Disney Plus)
A Disney divulgou um novo pôster nacional e o trailer dublado em português de “Soul” para ressaltar que a nova animação da Pixar será lançada com exclusividade na sua plataforma de streaming durante o Natal. Ao contrário de “Mulan”, que foi oferecida à parte e com preço salgado dentro da Disney+ (Disney Plus), “Soul” será oferecido sem custos extras para todos os assinantes do serviço. Apesar de chegar apenas em 25 de dezembro, a produção já começou a ser exibida em festivais de cinema a, por isso, recebeu as primeiras críticas. E elas somam 100% de aprovação no Rotten Tomatoes com elogios rasgados, considerando o filme uma volta aos dias mais ousados da Pixar. Vale lembrar que, pelas novas regras da Academia, o lançamento de “Soul” em streaming não vai impedir a produção de disputar o Oscar 2022. “Soul” gira em torno de Joe Gardner, um professor de música do Ensino Médio, que passou a vida frustrado por não poder cumprir seu propósito de tocar jazz e sofre um acidente trágico no momento em que finalmente consegue o trabalho de seus sonhos, como pianista de uma banda. Ao ser transformado em alma, ele se rebela por achar que ainda tinha muito pelo que viver. Mas ao escapar da fila para o além, acaba caindo na pré-vida, onde as novas almas ganham suas personalidades. É lá que conhece 22, uma alma que não tem nenhuma vontade de viver na Terra, e enquanto tenta convencê-la de que a vida é boa, descobre que seu corpo está em coma num hospital. As vozes principais são dubladas por Jamie Foxx (“Django Livre”) e Tina Frey (“Irmãs”), enquanto a direção está a cargo de Pete Docter (“Divertida Mente”) e o estreante Kemp Powers (roteirista de “Star Trek: Discovery”). Os dois também assinam o roteiro em parceria com Mike Jones (“Viva – A Vida É uma Festa”). O elenco de dubladores originais também inclui Ahmir “Questlove” Thompson (baterista da banda de hip-hop The Roots), Phylicia Rashad (“Creed”) e Daveed Diggs (da série “Expressso do Amanhã”). O longa animado deveria chegar aos cinemas em 20 de novembro nos EUA e a desistência da Disney reforçou a crise no setor, refletindo a mudança de prioridade da empresa durante a pandemia. Com a falta de público nos cinemas, o streaming se tornou a válvula de escape financeiro da companhia, e lançamentos exclusivos de peso fortalecem essa estratégia. Para os brasileiros, a boa notícia é que o Disney+ (Disney Plus) chegará ao país em 17 de novembro.
Diretor do remake de Rebecca vai filmar Megatubarão 2
A Warner Bros resolveu ir adiante com a sequência de “Megatubarão” e, dois anos após o lançamento original, finalmente definiu um diretor. Ben Wheatley, responsável pelo remake de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, lançado pela Netflix neste fim de semana, foi contratado para comandar a produção. A demora nunca fez sentido, porque o primeiro filme foi um sucesso de bilheterias. Orçado em US$ 130 milhões, o longa rendeu US$ 530 milhões em todo o mundo. Além disso, “Megatubarão” faz parte de uma franquia literária bem-sucedida, iniciada em 1997 por Steve Alten e que vai chegar em breve a seu oitavo volume. Apesar do título, o protagonista dos livros não é o monstro, mas Jonas Taylor, um paleobiologista que estuda a espécie de tubarão Megalodon (vem daí o nome Meg, do título original em inglês), um dos maiores predadores conhecidos da pré-história. No filme, Taylor foi vivido por Jason Statham (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), que deve voltar na sequência. A continuação está sendo escrita pelos roteiristas do primeiro filme, os irmãos Erich e Jon Hoeber, que trabalham sobre um rascunho inicial de Dean Georgaris, pessoa que está ligada há mais tempo na versão cinematográfica de “Megatubarão” – desde um roteiro dos anos 1990 nunca filmado, que serviu de base para o longa de 2018. Ainda não há previsão para a estreia da continuação.
007: Sem Tempo para Morrer teve lançamento negociado em streaming
Netflix, Apple e Amazon teriam tentado comprar os direitos exclusivos de exibição de “007: Sem Tempo para Morrer” para lançamento em streaming. Quem apurou as negociações foi a agência de notícias Bloomberg. E ao ir atrás de confirmação, a revista Variety descobriu que o negócio não aconteceu porque a MGM pediu muito caro: US$ 600 milhões. As empresas de streaming teria buscado a MGM após o primeiro adiamento do filme, que inicialmente estava previsto para abril deste ano e foi atrasado por seis meses em março, tornando-se o primeiro grande lançamento de cinema afetado pela pandemia. No início de outubro, porém, o filme sofreu nova mudança de calendário e agora só será lançado um ano após a data original. Oficialmente, porém, a MGM informou que “Não comentamos boatos”. “O filme não está à venda. O lançamento do filme foi adiado até abril de 2021 para preservar a experiência cinematográfica dos espectadores”, diz um comunicado da empresa. O filme custa mais de US$ 250 milhões para ser produzido e, devido aos adiamentos causados pela pandemia do coronavírus, o estúdio teria desperdiçado mais US$ 50 milhões em campanhas promocionais que não serviram para nada, pois, com a nova data, o filme ainda está longe de estrear. Por outro lado, “007: Sem Tempo para Morrer” tem várias parcerias promocionais para ajudar a abater esses custos – entre elas com os carros Land Rover, relógios Omega e cervejas Heineken. Essas empresas esperam que o filme chegue aos cinemas e poderiam argumentar não ter investido para um lançamento por streaming. A negociação, porém, tem precedentes. Após a pandemia, vários estúdios venderam seus filmes para serviços de streaming. A Sony, em particular, conseguiu aval de seus parceiros publicitários, McDonald’s e Crown Royal, para levar “Um Príncipe em Nova York 2” para a Amazon. “007: Sem Tempo Para Morrer” será o último filme de Daniel Craig como James Bond e trará com Rami Malek como o grande vilão da vez. Com direção de Cary Joji Fukunaga (“Beasts of No Nation”), o lançamento está marcado para 1 de abril no Brasil – data que, ironicamente, parece uma pegadinha.
Jane di Castro (1947 – 2020)
A atriz Jane di Castro morreu na sexta-feira (23/10) de câncer no Hospital de Ipanema, no Rio, aos 73 anos. Batizada como Luiz de Castro, filha de mãe evangélica e pai militar, sofreu desde cedo e na própria casa repressão por sua identidade social. Ao se assumir Jane Di Castro, começou a trabalhar como cabeleireira, em Copacabana, e logo tornou-se uma das pioneiras dos espetáculos de transformistas do Rio, chegando a ser perseguida durante a ditadura militar, nos anos 1960, por fazer shows nos teatros Rival e da Praça Tiradentes. Mas ela resistiu. Foi dirigida nos palcos por Ney Latorraca, Bibi Ferreira, Miguel Falabella e chegou a se apresentar no Lincoln Center, nos EUA, antes de integrar o espetáculo “Divinas Divas” em 2004, que celebrou a trajetória de travestis e transformistas de Copacabana. Em 2016, Leandra Leal lançou o documentário homônimo, que contou com sua participação. A projeção nos palcos a levou à televisão. Ela fez sua primeira aparição na rede Globo em 1995, na novela “Explode Coração”, de Gloria Perez, interpretando a si mesma. Mas foi só a partir deste século que passou a ser vista de forma mais habitual. Sempre como ela mesma, Jane apareceu em “Paraíso Tropical” (2007), “Salve Jorge” (2013) e “A Força do Querer” (2017), atualmente reprisada na TV, além de ter interpretado Patricia Swanson na série “Pé na Cova” (2014). Na vida pessoal, Jane encontrou a felicidade com Otávio Bonfim, com quem viveu por meio século, formalizando a união em 2014, num casamento coletivo que reuniu 160 casais LGBTQIA+. Infelizmente, o marido morreu em 2018, de câncer, e ela só sobreviveu mais dois anos como viúva. Jane faleceu na véspera da estreia de seu primeiro filme, “De Perto Ela Não É Normal”, escrito e protagonizado por Suzana Pires (“Louca para Casar”) e com lançamento marcado para quinta-feira (29/10). Na trama, ela interpretava a funcionária pública Geralda Maltêz. “Ela é a chefe que toda mulher gostaria de ter. Afetuosa, firme e cheia de sororidade. E assim também era a Jane. Esse filme será lançado em sua homenagem”, disse Suzana Pires.
Shang-Chi: Filme da Marvel encerra filmagens
O diretor Destin Daniel Cretton (“Luta por Justiça”) anunciou pelo Instagram que as filmagens de “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” foram encerradas. Na foto em que diz apenas que “terminamos”, Cretton aparece com a mulher Nikki Chapman, a irmã Joy Cretton (que é figurinista do filme) e a atriz Zhang Meng (“Ice Fantasy”). Em outra foto, publicada no Instagram de Simu Liu (da série “Kim’s Convenience”), o astro aparece ao lado do diretor para comemorar: “Nós fizemos um bebê! Mal podemos esperar para introduzi-lo ao mundo em nove meses!”. “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” foi um dos filmes que enfrentou paralisação no começo de seus trabalhos em março, devido a pandemia de coronavírus. O próprio diretor chegou a passar por suspeita de ter contraído o vírus. As filmagens foram retomadas em no final de julho na Austrália e, desde então, não registraram nenhum incidente relacionado à covid-19. A produção é estrelada pelo ator canadense Simu Liu como o herói do título, e o elenco também conta com Awkwafina (“A Despedida”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), Fala Chen (“The Undoing”) e o astro de filmes de ação Tony Leung (“O Grande Mestre”), que terá o papel do vilão Mandarim. Em suas origem clássica, concebida por Steve Englehart e Jim Starlin em 1973, Shang-Chi, o Mestre do Kung Fu, era filho do lendário Fu Manchu, vilão da literatura pulp e primeiro grande gênio do mal da ficção, responsável por popularizar o clichê do vilão oriental com bigodinho e planos de dominação mundial que se tornaria lugar-comum, seja nos quadrinhos de Flash Gordon (o Imperador Ming) quanto nos filmes de James Bond (o “satânico” Dr. No). Nas publicações da Marvel dos anos 1970, Fu Manchu se apresentava como um grande filantropo para o filho, enquanto o treinava para se tornar uma arma letal. Tudo muda quando Shang-Chi é enviado em sua primeira missão e descobre que o pai não era quem dizia ser. A partir dessa reviravolta, alia-se aos inimigos dele – os mesmos dos livros de Rohmer, com algumas criações inéditas, inclusive um suposto filho de James Bond. A Marvel, porém, não tem os direitos sobre Fu Manchu, que pertencem aos herdeiros do escritor inglês Sax Rohmer. Apesar disso, fontes da revista The Hollywood Reporter dizem que o filme preserva a trama da rebelião do filho altruísta contra o pai maligno. Por conta disso, o pai de Shang-Chi no filme seria o Mandarim. O Mandarim já foi citado no Universo Cinematográfico da Marvel, quando um ator (vivido por Ben Kingsley) foi contratado para lhe dar rosto durante ataques contra o Homem de Ferro (em “Homem de Ferro 3”), mas sua verdadeira identidade permanece um mistério até aqui inexplorado no cinema. O filme do Mestre do Kung Fu (como Shang-Chi era conhecido nos anos 1970) tem estreia marcada para julho de 2021, após várias mudanças no calendário da Marvel provocadas pela covid-19. Ver essa foto no Instagram WE. ARE. WRAPPED! Uma publicação compartilhada por Destin Yori Daniel Cretton (@destindaniel) em 24 de Out, 2020 às 12:50 PDT Ver essa foto no Instagram We made a baby!!! We can’t wait to introduce him to the world in 9 months… 😍😍😍 #WRAPPED Uma publicação compartilhada por Simu Liu (刘思慕) (@simuliu) em 24 de Out, 2020 às 6:24 PDT
Ariana Grande rouba “estátua” de Borat em tamanho real
A cantora Ariana Grande entrou na brincadeira. O perfil oficial de Borat no Instagram divulgou um vídeo em que ela aparece roubando um cartaz de papelão com a figura recortada do personagem. Na legenda da postagem, Borat pede que seus seguidores “ajudem a identificar o ladrão cigano responsável por roubar uma estátua minha”. O roubo aconteceu de fato. Foi durante uma première do filme em Los Angeles, em que Ariana brincou muito com a “estátua”, ao lado de Katy Perry e seu marido, Orlando Bloom, além do ator Josh Gad e outros. O alter-ego do comediante Sacha Baron Cohen também compartilhou em seu Instagram uma foto da festa em torno do cartaz, alarmado com “os liberais de Hollywood”. “Acham que me pegaram, mas esses pervertidos estão cometendo ataques sexuais contra uma farsa! Grande sucesso!”, ele escreveu ao lado da imagem. “Borat: Fita de Cinema Seguinte” foi lançado nesta sexta (23/10) na Amazon, mas já está nos trending topics do Twitter desde a véspera, devido a uma cena polêmica, envolvendo Rudy Giuliani, ex-prefeito de Nova York, que atualmente é advogado e conselheiro do presidente dos EUA, Donald Trump. Saiba mais. O filme de Sacha Baron Cohen é o mais comentado dos últimos dias e atingiu 83% de aprovação entre os críticos, segundo a média do Rotten Tomatoes. Pelas resenhas publicadas, é possível deduzir que os 17% que não gostaram votam em Trump. A aposta agora é para ver se o lançamento se torna o maior sucesso da Amazon Prime Video em todos os tempos. Ver essa foto no Instagram Please help identify this Gypsy criminal responsible for theft of statue of me during night. Approach him with caution!! Uma publicação compartilhada por Borat (@boratsagdiyev) em 22 de Out, 2020 às 1:26 PDT Ver essa foto no Instagram Hollywood liberals think they catch me, but these perverts actual committing sex attack on a fake! Great success! Uma publicação compartilhada por Borat (@boratsagdiyev) em 19 de Out, 2020 às 9:42 PDT
Veja o trailer do musical de Natal de Dolly Parton
Ainda não cansou de ver trailers de produções natalinas da Netflix? A plataforma divulgou mais um, “Christmas on the Square”, um musical natalino estrelado pela cantora country Dolly Parton. A prévia apresenta algumas das músicas e o papel da cantora, que vive um anjo de Natal. O vídeo, que lembra comercial de telefilme, também desfila o elenco e destaca o desempenho de vilã de Christine Baranski (“The Good Fight”), descrita como uma versão feminina do velho Scrooge de “Um Conto de Natal”. A direção é da atriz Debbie Allen (de “Grey’s Anatomy”) e o elenco ainda inclui Treat Williams (“Everwood”), Jenifer Lewis (“Black-ish”), Josh Segarra (“Arrow”) e Jeanine Mason (“Roswell, New Mexico”). A estreia está marcada para 22 de novembro, empilhando-se com as muitas outras produções de Natal da Netflix – e as que a plataforma ainda não começou a divulgar.
MPB4 vai ganhar documentário
A história do grupo musical MPB4, que marcou a música brasileira entre as décadas de 1960 e 1980, vai virar documentário. Dirigido pelo veterano cineasta Paulo Thiago e produzido por Glaucia Camargos, o longa está ainda em fase de pré-produção. Os dois já trabalharam juntos em sete filmes: “Orquestra dos Meninos” (2008), “Coisa Mais Linda: Histórias e Casos da Bossa Nova” (2005), “O Vestido” (2003), “Poeta de Sete Faces” (2002), “Policarpo Quaresma, Herói do Brasil” (1997), “Vagas Para Moças de Fino Trato” (1993) e “Jorge, um Brasileiro” (1988). A nova produção terá cenas de arquivos e entrevistas com os integrantes do quarteto, além de depoimentos de músicos e cantores que participaram da história do grupo, como seu grande parceiro Chico Buarque. Ainda não há previsão para a estreia, mas os fãs podem matar as saudades da boa música do MPB4 no vídeo clássico abaixo.
Filmagens de Jurassic World 3 são retomadas com homenagem a Jurassic Park
O diretor Colin Trevorrow anunciou que as filmagens de “Jurassic World: Domínio” foram retomadas no Reino Unido. A mais recente paralisação durou duas semanas, após alguns membros da equipe receberem diagnóstico de covid-19. Trevorrow tuitou uma foto dos três integrantes mais veteranos da franquia, Sam Neill, Jeff Goldblum e Laura Dern, que estrelaram o primeiro “Jurassic Park” em 1993, diante do estúdio de Pinewood, em que a produção está sendo filmada. Ao lado, escreveu apenas “de volta”. Um detalhe da imagem que merece destaque é a homenagem feita pelo trio a outro integrante do longa original. Eles aparecem embaixo da placa que batiza o galpão/palco da produção, chamado de The Richard Attenborough Stage. Um dos atores-diretores mais famosos do Reino Unido, Sir Richard Attenborough (1923–2014) também é conhecido pelos fãs da franquia como o Professor John Hammond, o criador do Parque dos Dinossauros. O novo filme vai reunir os astros originais de “Jurassic Park” com as estrelas da franquia atual (Chris Pratt e Bryce Dallas Howard) para mostrar o que acontece após os dinossauros serem soltos no mundo contemporâneo. Com direção de Colin Trevorrow, responsável pelo primeiro “Jurassic World”, a produção só chegará aos cinemas em junho de 2022, devido aos atrasos em seu cronograma gerados pela pandemia de coronavírus. Back. pic.twitter.com/OC9f5Z0k6H — Colin Trevorrow (@colintrevorrow) October 23, 2020












