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Filme

“Homem-Aranha: Um Novo Dia” supera US$ 2 bilhões de bilheteria

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Guia da Pipoca: “Lanternas” e as estreias de streaming da semana

A série de super-heróis do DC Studios chega junto do final de "Outer Banks" e de uma nova série médica brasileira

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15 de agosto de 2026
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    Filmagens de Missão: Impossível são paralisadas em Veneza por suspeita de covid-19

    23 de outubro de 2020 /

    As filmagens do novo “Missão: Impossível” voltaram a ser suspensas, durante a produção em Veneza, na Itália. Apesar do motivo da paralisação não ter sido confirmado oficialmente, os figurantes italianos foram informados nesta sexta (23/10) que havia a suspeita de um caso de covid-19 entre a equipe. Segundo o jornal La Repubblica, cerca de 150 figurantes italianos foram enviados de volta para casa até que se decida pela retomada. A produção desmontou o set que havia sido criado próximo ao Campo San Giacomo dell’Orio, e não há informação de quando as filmagens serão retomadas. Mas o período de hiato tem sido de duas semanas, tempo em que os suspeitos de infecção permanecem isolados em quarentena, até o final da fase de transmissão. É a terceira vez que a produção é interrompida e a segunda em Veneza. Parte da equipe estava nas locações em fevereiro passado, quando a cidade entrou em lockdown, suspendendo os trabalhos. Em vez de reescrever as cenas para transpor a ação para outro local, o diretor Christopher McQuarrie optou por retomar a produção em agosto na Inglaterra, um dos primeiros países europeus a implementar protocolos de segurança para a volta das filmagens durante a pandemia, e retornar a Veneza só mais tarde – nesta semana – , quando a situação se normalizasse e fosse possível realizar as cenas programadas. Durante as filmagens inglesas, houve um acidente de moto com um dublê, que também paralisou a produção, mas por um curto período. Tom Cruise chegou a Veneza na segunda-feira (19/10), passeou e atendeu aos fãs nas ruas, antes de registrar uma cena em que saltava entre barcos no canal que atravessa a cidade, em meio a uma perseguição. Além dele, outros integrantes dos filmes também estão no local. Ao lado de Tom Cruise como o agente Ethan Hunt, as continuações trazem de volta outros integrantes da saga de espionagem, como Rebecca Ferguson e Simon Pegg, intérpretes de Ilsa Faust e Benji Dunn, e Vanessa Kirby, recentemente introduzida como Alanna Mitsopolis/Viúva Branca. Quem também volta é Henry Czerny (mais conhecido pelo papel de vilão da série “Revenge”), que viveu Eugene Kittridge, diretor da Força Missão: Impossível (IMF, na sigla em inglês) no primeiro longa, de 1996. Já as novidades incluem Hayley Atwell (“Agent Carter”), Shea Whigham (também de “Agent Carter”) e Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia”). A Paramount deu sinal verde para que dois longas fossem produzidos simultaneamente. Ambos foram escritos e estão sendo dirigidos por Christopher McQuarrie, que reassume as funções após o sucesso dos dois últimos longas da franquia, “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015) e “Missão: Impossível – Efeito Fallout” (2018). Devido à paralisação inicial das filmagens, as duas sequências receberam novas previsões de estreia da Paramount. “Missão: Impossível 7” ficou para 19 de novembro de 2021, e o filme seguinte, “Missão: Impossível 8”, foi remarcado para 4 de novembro de 2022. Veja abaixo novas imagens da produção em Veneza. Tom Cruise filming some scenes for Mission Impossible 7 earlier today in Venice, Italy! #TomCruise #MissionImpossible7 pic.twitter.com/CMy0DSwbSK — Looper (@looper) October 21, 2020 Mi único héroe en este lío @TomCruise #MissionImpossible7 pic.twitter.com/Jpkeui88qN — ıllıllı Cariolisima ıllıllı (@cariolisima) October 23, 2020 @TomCruise just sexy 🔥 #MissionImpossible7 pic.twitter.com/p7W3q9uOjG — ղíkkմ 💫 (@not_dat_guy) October 22, 2020 THEY'RE BACK I'M CRYINGGG ERHAN AND ILSA ARE GONNA MEET IN VENICE I'M DEAD#MissionImpossible7 #RebeccaFerguson #TomCruise pic.twitter.com/TVj7PI1KPz — Flav⎊ (@Darveyinbed) October 22, 2020 pom klementieff, hayley atwell, and simon pegg in venice #MissionImpossible7 pic.twitter.com/MiC3USPeFK — best of pom (@pomkIementieff) October 20, 2020

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  • Filme

    Estreias online: Volta de Borat é principal lançamento digital da semana

    23 de outubro de 2020 /

    A programação de estreias digitais do fim de semana tem como grande destaque a volta do repórter mais conhecido do Cazaquistão. “Borat 2” – ou melhor, “Borat: Fita de Cinema Seguinte” – é tão esperado que chegou a entrar nos trending topics do Twitter antes mesmo da estreia, devido a uma cena polêmica envolvendo Rudy Giuliani, ex-prefeito de Nova York, que atualmente é advogado e conselheiro do presidente dos EUA, Donald Trump. Mas o filme tem muito mais ultrajes a oferecer. A continuação deve agradar em cheio aos fãs do já clássico original de 2006. O Top 10 ainda inclui o novo filme de Sofia Coppola, “On the Rocks”, o remake do suspense hitchcockiano “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, a animação “A Caminho da Lua” e muitos documentários – metade da lista é composta por documentários. Com a reabertura dos cinemas, o fluxo de lançamentos inéditos diminuiu nos sites de locação virtual, permitindo que as plataformas de streaming voltassem a se tornar o principal destino de quem busca por novidades. Além disso, há outro motivo para a falta dos frequentes títulos europeus de arte nesta semana. As distribuidoras do setor estão prestigiando a realização online da Mostra de São Paulo, que começou a disponibilizar títulos na madrugada desta sexta (23/10) em sua nova plataforma digital, Mostra Play (https://mostraplay.mostra.org/). A seleção de filmes, que será exibida até 4 de novembro, também tem sessões no Spcine Play e Sesc Digital, além projeções presenciais, realizadas no Belas Artes Drive-In e no Sesc Drive-In (do Sesc Parque Dom Pedro). Detalhe: os títulos disponibilizados no Spcine Play e no Sesc Digital podem ser assistidos de graça. Saiba mais. Borat: Fita de Cinema Seguinte | EUA | 2020 O comediante Sacha Baron Cohen volta a azucrinar a direita americana na continuação de seu maior sucesso. Borat Sagdiyev, o repórter racista, antissemita e politicamente incorreto do Cazaquistão vem desta vez acompanhado pela filha (Maria Bakalova). E uma das sequências traz o personagem invadindo um evento do Partido Republicano, disfarçado de Donald Trump, para dar a filha para “Michael Pennis” – na verdade, Mike Pence, o atual vice-presidente dos EUA. O disfarce é um dos muitos usados por Cohen na continuação. O filme explica que Borat se tornou uma celebridade e não pode ir a todos os lugares sem ser reconhecido. Lançado em 2006, o primeiro “Borat” deu certo justamente porque o comediante não era tão conhecido. Encarnando Borat Sagdiyev, um jornalista desajeitado da rede estatal de TV do Cazaquistão, ele desfilou seu inglês ruim e vários preconceitos com a desculpa de fazer um documentário sobre a vida nos EUA. E conseguiu convencer várias pessoas de que Borat era uma pessoa real, registrando suas reações no filme de pegadinha mais eficaz e engraçado de todos os tempos. Depois disso, o comediante usou tática semelhante para enganar conservadores famosos em seu programa de TV “Who’s America”, exibido nos EUA em 2018, sempre fingindo ser um personagem de extrema direita. A “Fita de Cinema Seguinte” surge como uma mistura das duas abordagens, em que Cohen aparece como Borat e como Borat disfarçado de conservador radical, que convence americanos comuns a mostrarem o que tem de pior. Entre as visitas que registra, desta vez estão um “Centro de Saúde da Mulher”, que apesar do nome não é uma clínica que realiza abortos, mas o oposto disso, e locais para “quarentenas” de homens de direita. Disponível na Amazon. On the Rocks | EUA | 2020 A comédia marca uma nova colaboração entre o ator Bill Murray e a diretora Sofia Coppola, 17 anos depois do cultuado “Encontros e Desencontros”. A história é mais convencional que o trabalho anterior, centrado num enredo típico de Hollywood: a suspeita de infidelidade. Na trama, Murray vive o pai da personagem de Rashida Jones (“Parks and Recreation”). Numa conversa casual, ele pondera que o fato de seu genro estar sempre viajando a negócios pode, na verdade, ser o álibi de um caso. Plantando a semente da dúvida, convence a filha a acompanhá-lo numa tocaia pela noite de Nova York para confirmar se o marido dela (Marlon Wayans, de “Seis Vezes Confusão”) está mesmo sendo infiel. Sofia, que é filha do cineasta Francis Ford Coppola (“O Poderoso Chefão”), admite que baseou o personagem de Murray no próprio pai, e diz que o filme é uma “jornada divertida” concebida para estreitar os laços entre pai e filha. Disponível na Apple TV+. Rebecca, a Mulher Inesquecível | EUA | 2020 A nova versão do romance clássico de Daphne du Maurier traz Lily James (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”) nos papéis eternizados por Joan Fontaine e Laurence Olivier na obra-prima de Alfred Hitchcock, que venceu o Oscar de Melhor Filme em 1941. A trama conhecida, que combina história de amor, crime e mistério gótico, acompanha uma jovem que se apaixona e casa inesperadamente com um aristocrata, mas, ao chegar à imponente propriedade de seu marido na costa inglesa, descobre que terá que disputar atenção com um fantasma – ou melhor, a sombra de sua primeira esposa falecida, Rebecca, cuja lembrança opressiva continua a assombrar a mansão. A obra foi adaptada pela roteirista Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e dirigida por Ben Wheatley (“No Topo do Poder”). Mas não foi desta vez que a maldição cinéfila foi quebrada. Até hoje, nenhum remake de filme dirigido por Hitchcock jamais igualou o impacto – ou o sucesso – da filmagem original. Disponível na Netflix. A Caminho da Lua | EUA | 2020 Com um visual de CGI caprichado, a animação acompanha a história de Fei Fei, uma garota que cresceu com histórias românticas sobre a existência de uma mulher na lua, separada de seu grande amor há milênios. Conforme ela cresce e os adultos questionam sua fé na fábula, ela decide provar a todos que a história é real. Para isso, constrói um foguete em seu quintal capaz de levá-la até a lua. A direção é de Glen Keane, animador de clássicos da Disney, como “A Bela e a Fera” e “A Pequena Sereia”, e diretor do curta “Dear Basketball”, vencedor do Oscar 2018. Já o roteiro foi o último trabalho de Audrey Wells (“Quatro Vidas de um Cachorro”), que enfrentava uma doença terminal e quis deixar o filme como uma “carta de amor” para seu marido e sua filha, antes de falecer em 2018. O visual influenciado por animes – ou a versão Disney de animes, como “Operação Big Hero” – é completado por dublagens originais de estrelas asiáticas dos EUA, como Sandra Oh (“Killing Eve”), John Cho (“Star Trek”), Margaret Cho (“Drop Dead Diva”) e Phillipa Soo (“The Code”), além de Cathy Ang (vista na série “Ramy”), que dubla a protagonista. Mas vale avisar que se trata de uma produção à moda antiga, evocando a época pré-Pixar em que todo desenho era um musical repleto de canções. Disponível na Netflix. Kadaver | Noruega | 2020 Terror norueguês e pós-apocalíptico criado pelo jovem diretor de clipes musicais Jarand Herdal, “Kadaver” se passa após uma catástrofe nuclear e acompanha uma família faminta, que encontra esperança num hotel onde são oferecidos refeição grátis e espetáculo teatral para refugiados do caos. Aos poucos, os personagens passam a desconfiar de sua sorte, sem saber se estão sendo entretidos ou se são o entretenimento da noite. Disponível na Netflix. Bruce Springsteen’s Letter to You | EUA | 2020 O documentário registra mais que a gravação do novo disco de Bruce Springsteen. É a testemunha da amizade do cantor e sua banda, a E Street Band, que o acompanha desde o começo de sua carreira, há quase meio século. O Boss já tem 71 anos, mas o filme de Thom Zimny ​​o mostra tão vibrante quanto um jovem capaz de fazer facilmente uma live de quatro horas. Sua capacidade como compositor tampouco envelheceu, como mostram as novas canções, que marcam uma volta ao rock pulsante de sua juventude. Algumas músicas, de fato, datam dessa época. Mas ele não é mais o rebelde do “Born to Run”. Ele agora é um sábio, que discorre sobre a vida com a devida seriedade conferida por uma fotografia deslumbrante em preto-e-branco. Disponível na Apple TV+. A Nossa Bandeira Jamais Será Vermelha | Brasil | 2019 O título é uma ironia, já que o documentário apresenta a visão do PT sobre a grande imprensa no Brasil. Mas não é uma ironia eficaz, porque a denúncia feita por jornalistas da esquerda em depoimentos para a câmera é exatamente aquilo que a direita propaga, municiando o discurso de “globolixo” e a necessidade de fortalecer o que Bolsonaro chama de “minha imprensa”. No fundo, a tese do filme também serve para demonstrar como os ataques à imprensa brasileira unem os discursos dos extremos, denunciando o jornalismo profissional em nome de uma chamada “imprensa independente”, que é como se autodenominam os blogs de estimação do PT e dos Bolsonaros. Infelizmente, o longa não faz esta autocrítica – nisto, lembra um certo partido que nunca errou. Disponível na Apple TV/iTunes, Looke, SKY Play e Vivo Play. A Verdade da Mentira | Brasil | 2020 Concebido pela jornalista Petria Chaves para investigar como as estruturas de desinformação online operam no Brasil, o documentário serve de complemento para o popular “O Dilema das Redes”, focando-se na explosão de “narrativas alternativas” (fake news) no cenário nacional. Produzido para o canal pago History, tem duração de programa televisivo, com apenas 44 minutos. Disponível na Now. Fabiana | Brasil | 2018 O documentário acompanha a Fabiana do título, uma mulher trans que viaja o Brasil em seu caminhão há mais de 30 anos. Em sua última viagem antes da aposentadoria, ela reflete sobre sua vida e os momentos passados na estrada. O filme de Brunna Laboissière teve première no Festival de Rotterdam, na Holanda. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, Now, SKY Play, Vivo Play e YouTube Filmes. Parceiros da Saúde | EUA | 2017 O documentário premiado acompanha a jornada de um grupo de médicos ativistas, cuja missão de salvar vidas no Haiti se transformou em uma luta global por saúde e justiça. Dirigido pela dupla Kief Davidson (diretor de “O Extermínio do Marfim”) e Pedro Kos (editor de “The Square”, indicado ao Oscar de Melhor Documentário em 2014), o longa tem 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Disponível na Netflix.

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    Guy Pearce vive picareta que enganou nazistas em trailer de drama de época

    22 de outubro de 2020 /

    A Sony Pictures divulgou um novo trailer de “The Last Vermeer”, adaptação do best-seller “The Man Who Made Vermeers”, de Jonathan Lopez, que tem roteiro dos criadores da série “The Expanse”, Mark Fergus e Hawk Ostby. Na produção, Guy Pearce (“Duas Rainhas”) interpreta o pintor e falsificador de arte holandês Han van Meegeren, que dava festas para vender tesouros de arte holandeses a Hermann Goring e outros nazistas imponentes. Ao fim da guerra, ele é investigado sob a acusação de ser um colaborador nazista que redistribuiu arte roubada. Só que a verdade pode ser bem diferente, mostrando que ele pode ter sido um anti-herói ousado, que enganou os líderes do 3º Reich com obras-primas falsificadas, entre elas a que dá título à produção, uma suposta última obra do pintor do século 17 Johannes Vermeer. Por conta disso, o oficial responsável pela investigação, vivido por Claes Bang (o Drácula da Netflix), não sabe o que pensar de van Meegeren, até decidir, contra todas as evidências, que ele é inocente dos crimes, agindo para protegê-lo de inescrupulosos com interesses escusos. O elenco também destaca Vicky Krieps (“Trama Fantasma”) e August Diehl (“Bastardos Inglórios”). O filme marca a estreia na direção de Dan Friedkin, produtor de filmes aclamados, como “The Square: A Arte da Discórdia”, que venceu o Festival de Cannes de 2017 (e também foi estrelado por Bang), “Todo o Dinheiro do Mundo”, “O Retorno de Ben” e “A Mula”. Exibido no Festival de Toronto do ano passado, “The Last Vermeer” tinha estreia marcada para 22 de maio nos EUA, mas a pandemia adiou o lançamento para 20 de novembro. O filme ainda não tem previsão para chegar no Brasil.

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    Margot Robbie é criminosa procurada em trailer de drama de época

    22 de outubro de 2020 /

    A Paramount divulgou o primeiro trailer de “Dreamland”, romance criminal de época estrelado por Margot Robbie (a Arlequina de “Aves de Rapina”). Na prévia, Robbie aparece como uma criminosa em fuga da polícia pelo interior rural dos EUA durante os anos 1930, era da Grande Depressão e dos gângsteres americanos. A produção também destaca Finn Cole (o Michael de “Peaky Blinders”) como um jovem que sonha escapar de sua pequena cidade no Texas. Quando ele encontra o personagem de Robbie ferida em sua fazenda, fica dividido entre reivindicar a valiosa recompensa por seu paradeiro e sua crescente atração por ela. “Dreamland” tem direção de Miles Joris-Peyrafitte, que venceu um prêmio especial do Festival de Sundance por sua estreia indie, “Como Você É” (2016), e o elenco ainda inclui Travis Fimmel (“Vikings”), Garrett Hedlund (“Mudbound”), Kerry Condon (“Better Call Saul”), a menina Darby Camp (“Big Little Lies”) e a voz de Lola Kirke (“Mistress America”). Exibido no Festival de Tribeca do ano passado, o filme conquistou 86% de aprovação no Rotten Tomatoes e tem sua estreia comercial marcada para 13 de novembro em circuito limitado nos EUA, quatro dias antes de sair para locação digital em Premium VOD.

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    Relatos do Mundo: Western com Tom Hanks ganha trailer legendado

    22 de outubro de 2020 /

    A Universal divulgou o pôster e o trailer legendado de “Relatos do Mundo” (News of the World), western estrelado pelo veterano ator Tom Hanks (“Forrest Gump”). A prévia destaca a determinação do personagem de Hanks para levar uma menina sobrevivente de um ataque indígena de volta a sua família, em meio ao terreno árido e repleto de maus-caracteres do Oeste Selvagem, enquanto cumpre sua missão original de levar notícias da imprensa para os confins daquele mundo. A trama se passa no período pós-Guerra Civil Americana e acompanha o Capitão Jefferson Kyle Kidd, que viaja anunciando as notícias da época, de cidade em cidade, num país em que a imprensa ainda engatinhava. Por sua profissão itinerante, ele aceita o compromisso de levar uma garotinha órfã de 10 anos pelas trilhas selvagens do Velho Oeste para entregá-la a seus parentes. Mas essa missão é posta à prova conforme os dois desenvolvem laços de amizade e ele descobre que os parentes da menina não só não a querem como tem planos perversos para ela. Além de estrelar, Hanks é coprodutor do filme, que marca sua segunda parceria com o cineasta Paul Greengrass. Os dois já tinham colaborado no premiado thriller “Capitão Phillips”, lançado em 2013. O roteiro é de Luke Davies (“Lion”) e adapta o best-seller homônimo de Paulette Jiles, com participação ainda de Elizabeth Marvel (“Homeland”), Mare Winningham (“The Outsider”), Neil Sandilands (“The Flash”), Chukwudi Iwuji (“Olhos que Condenam”), Thomas Francis Murphy (“The Walking Dead”) e a jovem alemã Helena Zengel (“Transtorno Explosivo”) como a menina sob os cuidados do Capitão. A estreia está marcada para o Natal nos EUA e um mês depois, em 21 de janeiro, no Brasil.

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    Nielsen afirma que Enola Holmes é o filme mais visto da Netflix

    22 de outubro de 2020 /

    A empresa Nielsen, que faz auditoria independente de audiência, revelou que “Enola Holmes” é o filme mais visto da Netflix desde que começou a medir o consumo de conteúdo por streaming, há dois meses. O filme estrelado por Millie Bobby Brown (“Stranger Things”) estreou em grande estilo no ranking da Nielsen, que divulgou nessa quinta (22/10) o desempenho dos serviços de streaming na semana de 21 de setembro. Segundo a apuração, os usuários do Netflix assistiram a quase 1,17 bilhão de minutos da produção em apenas uma semana, o que equivale a cerca de 9,63 milhões de reproduções do filme de 121 minutos. Esta é a maior contagem de visualizações semanais de um filme original em streaming já registrada pela Nielsen. Ainda assim, “Enola Holmes” ocupa o 2º lugar do ranking na semana de 21 a 27 de setembro, atrás da série “Ratched”, que, em sua primeira semana completa de exibição, comandou 1,63 bilhão de minutos do tempo dos usuários, mas somando seus 10 episódios. A Netflix e seus rivais contestam as medições da Nielsen por registrarem menos audiência que a totalidade atingida pelos serviços. E, de fato, a Nielsen não contabiliza o consumo de conteúdo por celular e computador, apenas por telas de TV. Isto significa que o recorde de “Enola Holmes” é muito maior que o contabilizado por sua medição. Ainda assim, o número é bem distante do sucesso retumbante alardeado pela Netflix em seu relatório trimestral para o mercado. Na contagem oficial – e não auditada – o filme teria sido visto 76 milhões de vezes no primeiro mês, tornando-se a maior estreia da Netflix neste ano. A principal razão da diferença abissal entre os números se deve a critérios distintos para considerar um conteúdo visto. Enquanto a Nielsen contabiliza todos os minutos da audiência, a Netflix só precisa que um espectador assista dois minutos de uma produção para que isso seja marcado como uma visualização completa. Segundo a empresa, dois minutos seria o bastante para indicar que a escolha “foi intencional”.

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    Battlestar Galactica vai virar filme do responsável por X-Men: Fênix Negra

    22 de outubro de 2020 /

    Simon Kinberg, responsável por implodir o universo dos “X-Men” no cinema, assumiu o controle de uma nova franquia querida. A Universal encomendou uma adaptação cinematográfica da série “Battlestar Galactica” para o diretor, roteirista e produtor de “X-Men: Fênix Negra”. Em desenvolvimento há mais de uma década, o projeto já atraiu interesse de cineastas como Bryan Singer (também da franquia “X-Men”) e Francis Lawrence (dos últimos “Jogos Vorazes”) ao longo dos anos. E teria sido abandonado em favor de uma nova série, supostamente em desenvolvimento na plataforma Peacock, da própria NBCUniversal, por um produtor muito mais gabaritado, Sam Esmail, o criador de “Mr. Robot”. “‘Battlestar Galactica’ é um dos cálices sagrados da ficção científica, e eu não poderia estar mais animado em trazer algo novo para a franquia, enquanto honro o que a tornou tão icônica e duradoura”, disse Kinberg em um comunicado. “Estou muito grato por meus parceiros na Universal terem confiado em mim com este universo incrível.” Quando foi originalmente anunciado, o filme seria uma adaptação da série clássica de 1978, criada por Glen A. Larson como resposta televisiva a “Star Wars” – ou seja, ignoraria o cultuado e premiado remake de 2003, produzido por Ronald D. Moore (atualmente à frente de “Outlander”). Nas duas versões, a trama acompanha a jornada dos últimos remanescentes da humanidade, após um ataque catastrófico de Cylons (alienígenas no original, robôs no remake) destruir todas as 12 colônias de um distante sistema solar. Galactica é a última nave de combate remanescente, comandando uma pequena frota de naves espaciais que carrega os sobreviventes em busca de refúgio num novo planeta habitável, a lendária 13º colônia humana, há muito considerada perdida e conhecida pelo nome de Terra. Kinberg vai lançar a seguir um filme de ação com espiãs femininas, “The 355”, que ele co-escreveu e dirigiu, com um elenco formado por Jessica Chastain (“X-Men: Fênix Negra”), Lupita Nyong’o (“Pantera Negra”), Penelope Cruz (“Wasp Network”), Diane Kruger (“Em Pedaços”) e Fan Bingbing (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), que também será lançado pela Universal – em 15 de janeiro.

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    Scarlett Johansson será nova versão de A Noiva de Frankenstein

    22 de outubro de 2020 /

    A atriz Scarlett Johansson (“Viúva Negra”) vai estrelar “Bride”, filme descrito como uma nova versão de “A Noiva de Frankenstein” (1935). Segundo a sinopse oficial, a trama acompanha uma mulher criada para ser uma esposa ideal, mas que acaba rejeitando seu criador e é forçada a fugir de sua existência confinada, enfrentando um mundo que a vê como um monstro. É a partir desta trajetória que ela encontra sua verdadeira identidade e a força para se afirmar como uma criação própria. “É mais que necessário que a ‘Noiva’ saia da sombra de sua contraparte masculina e fique sozinha”, disse a atriz no comunicado da produção. “Estamos extremamente animados para emancipar esta anti-heroína clássica e reanimar sua história para refletir a mudança que vemos hoje.” A direção está a cargo do chileno Sebastián Lelio, diretor de “Uma Mulher Fantástica”, Melhor Filme em Língua Estrangeira do Oscar 2018. Mas o longa não é a superprodução da Universal, que traria Javier Bardem como uma nova versão de Frankenstein e tentava fechar com Angelina Jolie para o papel da Noiva, antes do fracasso de “A Múmia” (2017) jogar a ideia no lixo. As filmagens serão produzidas pelo estúdio indie A24 visando lançamento na plataforma de streaming Apple TV+, num contrato firmado em 2018, que ainda inclui o novo longa de Sofia Coppola, “On the Rocks”, e o romance adolescente “The Sky is Everywhere”, baseado no best-seller de Jandy Nelson.

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    Borat grava vídeo para o Brasil, “terra da parada de bumbuns”

    22 de outubro de 2020 /

    O comediante Sacha Baron Cohen gravou um vídeo “hello Brazil” curto em que fala duas frases em português – “Tudo bem?” e “Tudo bom” – para promover o lançamento de “Borat 2” na Amazon Prime Video Brasil. A principal piada do vídeo, porém, aparece escrita em inglês: quando a bandeira brasileira surge na tela, uma legenda identificando o Brasil como “a terra da parada de bumbuns” – uma referência politicamente incorreta ao carnaval. A legenda do vídeo cita a piada. “O Borat disse que gosta do Brasil por uma razão, mas a gente sabe que tem várias outras”. Lançado em 2006, o primeiro “Borat” se valeu do fato de Cohen não ser tão conhecido para se tornar o filme de pegadinha mais eficaz e engraçado de todos os tempos. Encarnando Borat Sagdiyev, um jornalista desajeitado da rede estatal de TV do Cazaquistão, ele desfilou seu inglês ruim e vários preconceitos com a desculpa de fazer um documentário sobre a vida nos EUA. E conseguiu convencer várias pessoas de que Borat era uma pessoa real, registrando suas reações a situações tão inesperadas quanto ridículas. Depois disso, o comediante usou tática semelhante para enganar conservadores famosos em seu programa de TV “Who’s America”, exibido nos EUA em 2018, sempre fingindo ser um personagem de extrema direita. “Borat: Fita de Cinema Seguinte” surge como uma mistura das duas abordagens, em que Cohen aparece como Borat e como Borat disfarçado de conservador radical, que convence americanos comuns a mostrarem o que tem de pior. Entre as visitas que registra, desta vez estão um “Centro de Saúde da Mulher”, que apesar do nome não é uma clínica que realiza abortos, mas o oposto disso, e locais para “quarentenas” de homens de direita. A produção estreia nesta sexta (23/10), mas já está nos trending topics do Twitter devido a uma cena polêmica, envolvendo Rudy Giuliani, ex-prefeito de Nova York, que atualmente é advogado e conselheiro do presidente dos EUA, Donald Trump. Saiba mais. O #Borat disse que gosta do Brasil por uma razão, mas a gente sabe que tem várias outras. 🇰🇿🇧🇷 pic.twitter.com/rFC2EvIqWU — PrimeVideoBR (@PrimeVideoBR) October 22, 2020

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    Tom Holland revela primeira foto da adaptação do game Uncharted

    22 de outubro de 2020 /

    Após uma década de desenvolvimento, “Uncharted” finalmente ganhou sua primeira foto. O ator Tom Holland (o Homem-Aranha da Marvel) usou as redes sociais para compartilhar uma imagem em que aparece como Nathan Drake, o protagonista do filme da Sony baseado na popular franquia de games. Para quem não conhece, o game companha o arqueólogo Nathan Drake, que segue as pistas do seu antepassado Sir Francis Drake numa caça a relíquias místicas ao redor do mundo. Mas o filme mostrará a origem do herói, algo nunca apresentado nos games. A abordagem foi consequência justamente da contratação de Holland para o papel principal. Ele é muito mais jovem que o personagem nos jogos. Com Holland a bordo, a Sony desistiu de adaptar os jogos já lançados pela Naughty Dog para fazer um prólogo inédito, centrado na juventude do protagonista. Na história, Drake seria um jovem ladrão e teria seu primeiro encontro com o caçador de tesouros Victor Sullivan, que se torna seu mentor – papel de Mark Wahlberg (“Pai em Dose Dupla”), que anos atrás chegou a negociar viver o protagonista. O elenco também inclui Antonio Banderas (“Dor e Glória”), Tati Gabrielle (“O Mundo Sombrio de Sabrina”) e Sophia Ali (“Grey’s Anatomy”). O último roteiro (o quinto desde 2010) foi escrito pela dupla Art Marcum e Matt Holloway (de “Homem de Ferro” e “MIB: Homens de Preto – Internacional”) em parceria com Rafe Judkins (da série “Agents of SHIELD”), e o diretor que finalmente vai tirar o projeto do papel é Ruben Fleischer (de “Venom” e “Zumbilândia”). A Sony marcou a estreia para julho de 2021, mas isso provavelmente vai mudar devido à pandemia de coronavírus. Ver essa foto no Instagram It’s nice to meet you, I’m Nate. #uncharted Uma publicação compartilhada por Tom Holland (@tomholland2013) em 22 de Out, 2020 às 7:46 PDT

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    Nova Ordem abre a Mostra de São Paulo com exibições em drive-in e online

    22 de outubro de 2020 /

    A Mostra Internacional de Cinema de São Paulo tem início neste quinta (22/10), com uma cerimônia de abertura para convidados às 19h, no Belas Artes Drive-in, no Memorial da América Latina. Mas para o público em geral, a programação só começa à meia-noite. O filme de abertura é “Nova Ordem”, de Michel Franco, vencedor do Grande Prêmio do Júri no recente Festival de Veneza. Na trama, um casamento luxuoso da elite dá errado, enquanto a Cidade do México ferve com protestos. Pelo ponto de vista de Marianne, a jovem e simpática noiva, e dos criados, o filme retrata o colapso de um sistema político e um golpe de Estado violento. O público poderá ver “Nova Ordem” pela plataforma de streaming da Mostra, a Mostra Play (https://mostraplay.mostra.org/), por 24 horas, entre esta meia-noite e a próxima. A programação, que será exibida até 4 de novembro, também estará disponível no Spcine Play e Sesc Digital, que exibirão sessões gratuitas, enquanto os filmes da Mostra Play terão ingresso a R$ 6. Já as sessões presenciais serão realizadas no Belas Artes Drive-In e no Sesc Drive-In (do Sesc Parque Dom Pedro). Além do polêmico filme do mexicano Michel Franco, a seleção ainda inclui entre seus destaques “Não Há Mal Algum”, do iraniano Mohammad Rasoulof, vencedor do último Festival de Berlim, “O Ano da Morte de Ricardo Reis”, do português João Botelho, baseado no livro homônimo de José Saramago, “Berlim Alexanderplatz”, do alemão-afegão Burhan Qurbani, “Gênero, Pan”, do filipino Lav Diaz, “Mães de Verdade”, da japonesa Naomi Kawase, “Crianças do Sol” (Sun Children), do iraniano Majid Majidi, “Miss Marx”, da italiana Susanna Nicchiarelli, além dos documentários “Kubrick por Kubrick”, do francês Gregory Monro, sobre o diretor Stanley Kubrick, “Sportin’ Life”, do americano Abel Ferrara, e “Coronation”, do chinês Ai Weiwei, que mostra o começo da pandemia de covid-19 em Wuhan. O pôster do evento foi criado pelo cineasta chinês Jia Zhang-Ke, que também estará presente com seu documentário “Nadando Até o Mar Ficar Azul”. A arte de Zhang-Ke também virou a vinheta da Mostra, mostrando um acendedor de incensos de Fenyang, cidade natal do cineasta, durante um ritual para o Deus da Literatura. Já os destaques nacionais incluem as premières de “Verlust”, de Esmir Filho, que reúne Andrea Beltrão e a cantora Marina Lima no elenco, “Casa de Antiguidades”, de João Paulo Miranda Maria, exibido nos festivais de Cannes, Toronto e San Sebastian, e “Cidade Pássaro”, de Matias Mariani, que integrou a Mostra Panorama do Festival de Berlim e foi adquirido pela Netflix. Com 36 filmes, a seleção brasileira traz ainda “Ana. Sem Título”, de Lúcia Murat, “O Lodo”, de Helvécio Ratton, “Curral”, de Marcelo Brennand, e “Mulher Oceano”, estreia da atriz Djin Sganzerla na direção, entre outras produções. Apesar do número de títulos ter caído drasticamente em relação a anos anteriores, a Mostra conseguiu reunir quase 200 filmes – exatamente 198 produções de 71 países – para sua edição da pandemia. São bem menos obras que as 327 do ano passado, mas mais países que os 65 representados em 2019. Do total, 88 títulos concorrerão ao troféu Bandeira Paulista na seção Novos Diretores, que premia obras de novos cineastas – que realizam seu primeiro ou segundo longa-metragem. As condições diferenciadas deste ano também significam que a Mostra não trará convidados internacionais para acompanhar as exibições. A presença dos diretores e de profissionais dos filmes selecionados se dará por meio de vídeos enviados previamente, entrevistas especiais gravadas e também lives. Veja abaixo o trailer do filme de abertura.

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    Rosa e Momo: Trailer destaca volta da lendária Sophia Loren

    22 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, 36 fotos e o trailer legendado de “Rosa e Momo” (La Vita Davanti a Sé), que destaca a volta da lendária atriz Sophia Loren, aos 86 anos, após uma década afastada das telas. A grande dama do cinema italiano não filmava desde o musical “Nine” (2009) e um telefilme de 2010 (“La Mia Casa è Piena di Specchi”), baseado numa obra de sua irmã. Perguntada se tinha abandonado a aposentadoria, a estrela dos clássicos “Duas Mulheres” (1960), “Ontem, Hoje e Amanhã” (1963), “Matrimônio à Italiana” (1964), “Arabesque” (1966) e “Um Dia Muito Especial” (1977) disse que nunca chegou a se aposentar, apenas não tinha bons papéis que a fizessem querer interpretar. Ela vive a Rosa do título em português, uma sobrevivente do Holocausto que mantém uma creche em sua casa e encara o desafio de acolher Momo (Ibrahima Gueye), um menino de rua que a assaltou. Tudo o que o menino conhece é o mundo do crime, até encontrar o afeto da mulher sofrida e ver a chance de pertencer a um lar pouco convencional. O filme é baseado no best-seller do escritor francês Romain Gary (1914–1980), autor de muitos romances adaptados pelo cinema, como “Raízes do Céu” (1958), “Promessa ao Amanhecer” (1970), “Um Homem, uma Mulher, uma Noite” (1979) e “Cão Branco” (1982). A própria história de “Rosa e Momo” já tinha sido filmada anteriormente, em 1977, com o título brasileiro de “Madame Rosa – A Vida à Sua Frente”, trazendo outra grande atriz no papel principal: Simone Signoret (“As Diabólicas”). A nova versão foi adaptada pelo cineasta Edoardo Ponti (“Desejo de Liberdade”) e estreia em 13 de novembro em streaming.

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    Mank: Filme sobre bastidores de Cidadão Kane ganha novo trailer legendado

    22 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e um novo trailer legendado de “Mank”, primeiro filme dirigido por David Fincher desde “Garota Exemplar”, há seis anos. Em preto e branco, a prévia recria a era de ouro de Hollywood com personagens e visual de época, incluindo cenas que recriam o clássico “Cidadão Kane”. “Mank” é a cinebiografia do roteirista Herman J. Mankiewicz e aborda os bastidores das filmagens de “Cidadão Kane”, lançado em 1941. O personagem-título é vivido por Gary Oldman, vencedor do Oscar por “O Destino de uma Nação” (2017), e o elenco grandioso ainda inclui Tom Burke (“Strike”) como Orson Welles, Charles Dance (“Game of Thrones”) no papel do magnata William Randolph Hearst, Arliss Howard (“True Blood”) como o produtor Louis B. Mayer (o segundo M da MGM), Lily Collins (“Simplesmente Acontece”) como a secretária Rita Alexander, Amanda Seyfried (“Mamma Mia!”) como a atriz Marion Davis, Tuppence Middleton (“Sense8”) como Sara Mankiewicz, a jovem esposa (com 21 anos na época de “Cidadão Kane”) de Mank, além de Toby Leonard Moore (“Billions”) e Ferdinand Kinsley (“Vitória: A Vida de uma Rainha”) como os famosos produtores David O. Selznick e Irving Thalberg, respectivamente. A presença de Louis B. Mayer significa que o filme deve contar como o poderoso produtor ofereceu uma fortuna para que a RKO Pictures queimasse os negativos e nunca lançasse “Cidadão Kane”. Esta é apenas uma das lendas em torno do clássico de Welles, por décadas considerado o melhor filme de todos os tempos. As histórias sobre os bastidores de “Cidadão Kane” são lendárias, porque o filme de Orson Welles era baseada na figura real do magnata da imprensa William Randolph Hearst, um verdadeiro tirano, que tentou de tudo para impedir o lançamento do filme e não parou até sabotar a carreira do diretor, publicando calúnias e espalhando rumores de que ele era comunista, ao mesmo tempo em que manteve Hollywood acuada com ataques contra o excesso de imigrantes (judeus) que empregava. “Mank” é um projeto pessoal de Fincher. O roteiro foi escrito por seu pai, o jornalista Jack Fincher, que faleceu em 2002. Foi para fazer justiça ao projeto original que o diretor fechou com a Netflix, porque nenhum estúdio tradicional aceitou bancar as filmagens caras do longa com uma fotografia em preto e branco. Por outro lado, a Netflix já tinha investido em “Roma”, drama em preto e branco – e ainda por cima falado em espanhol – de Alfonso Cuarón, que acabou se provando um sucesso no streaming e ainda ganhou três Oscars. O filme também fortalece os laços do cineasta com a Netflix, onde todas as suas parcerias foram bem-sucedidas, como as séries “House of Cards”, “Mindhunter” e “Love, Death + Robots”. A estreia de “Mank” está marcada para 4 de dezembro.

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