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Filme

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  • Filme

    Tenet vai ganhar versão digital em dezembro

    5 de novembro de 2020 /

    “Tenet” entrou em cartaz apenas na semana passada no país, oferecendo um alívio efêmero ao circuito exibidor, mas já vai chegar ao mercado digital. A Warner agendou o lançamento do novo filme de Christopher Nolan nas plataformas digitais, em Blu Ray e DVD nos EUA em 40 dias, no dia 15 de dezembro. O Brasil foi o penúltimo país do mundo a recebê-lo – antes apenas da Argentina – , quando o desencanto com seu desempenho já tinha se tornado constatação. Até John Stankey, CEO da AT&T, conglomerado de comunicações que comprou a Warner, admitiu que o estúdio não marcou um gol ao apostar que o lançamento faria o público perder o medo da covid-19 para lotar novamente as salas de exibição. Antes visto como salvação do mercado por exibidores, preocupados em ter um grande lançamento para a volta das sessões de cinema, “Tenet” passou a ser lamentado como responsável por desencorajar Hollywood a lançar novos títulos de peso em 2020. Sua baixa bilheteria nos EUA – US$ 53,8 milhões – levou os estúdios a atrasarem suas produções de grande orçamento para 2021, com a exceção provisória de “Mulher-Maravilha 1984”, também da Warner e ainda esperada – sem muita convicção – neste Natal. Talvez não seja coincidência que sua distribuição em streaming tenha sido programada para antes da estreia prevista da continuação de “Mulher-Maravilha”, dando a Warner uma pista do interesse do público em assistir grandes lançamentos em PVOD (locação digital premium, isto é, mais cara). Afinal, “Tenet” não foi exibido nos cinemas de Nova York e Los Angeles, os dois maiores mercados dos EUA, porque eles continuam fechados devido à pandemia de coronavírus. Com os cinemas sendo novamente fechados na Europa, o filme também não terá mais como aumentar tanto suas bilheterias internacionais, que atualmente somam US$ 347,1 milhões – insuficientes para suprir as despesas de uma produção orçada em mais de US$ 200 milhões.

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  • Filme

    Zac Efron vai estrelar thriller de sobrevivência na Austrália

    5 de novembro de 2020 /

    O ator Zac Efron (“O Rei do Show”) vai estrelar um thriller de sobrevivência motivado por ganância. Intitulado “Gold”, a produção australiana tem roteiro e direção do ator Anthony Hayes (“Cargo”), que também vai co-estrelar o filme. A trama segue dois estranhos que viajam pelo outback e se deparam com a maior pepita de ouro já encontrada. Eles elaboram um plano para proteger e escavar o veio, com um homem saindo para garantir o equipamento necessário para a escavação, enquanto o outro permanece e deve suportar a natureza cruel do deserto, cães selvagens vorazes e intrusos misteriosos, ao mesmo tempo em que alimenta a suspeita de que foi abandonado ao seu próprio destino. As filmagens devem começar na Austrália este mês para lançamento cinematográfico e também por streaming, via a plataforma australiana Stan, que está apoiando a produção. “Esta é uma história empolgante, envolvente e oportuna sobre ganância, humanidade, quem somos, o que fizemos ao mundo e para onde estamos indo se não tomarmos cuidado”, disse o diretor Anthony Hayes em comunicado. “Ter Zac Efron como meu protagonista neste filme é um presente absoluto e ver o que ele já está criando é como nada que vimos dele antes. Mal posso esperar para entregar este filme ousado, visceral e cinematográfico para o público em todo o mundo”, completou.

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  • Filme

    Filme com Harry Styles tem produção paralisada após teste positivo de covid-19

    5 de novembro de 2020 /

    O estúdio New Line paralisou temporariamente a produção do filme “Don’t Worry Darling”, dirigido por Olivia Wilde (“Fora de Série”), após um membro da produção testar positivo para covid-19. As estrelas da produção, que incluem Florence Pugh (“Adoráveis Mulheres”), Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Gemma Chan (“Capitã Marvel”), KiKi Layne (“Se a Rua Beale Falasse”) e o cantor Harry Styles (“Dunkirk”) foram colocadas em quarentena. O filme está seguido protocolos rígidos de segurança e o teste positivo surgiu durante os exames de rotina – o que se tornou um risco ocupacional comum na volta aos trabalhos durante a pandemia. A produção não revelou quem deu positivo, mas fontes ouvidas pelo site Deadline garantiram que não foi ninguém do elenco principal. A paralisação deve durar duas semanas, de acordo com as práticas previstas de quarentena. “Don’t Worry Darling” começou a ser filmado no mês passado e já conta com algumas semanas de filmagens finalizadas. Os detalhes do enredo estão sendo mantidos em segredo, mas a trama se passa numa comunidade isolada e utópica dos anos 1950 no deserto da Califórnia, e a protagonista é uma dona de casa que descobre uma verdade perturbadora sobre sua vida aparentemente perfeita. O roteiro foi escrito pelos irmãos Shane e Carey Van Dyke (do terror “O Silêncio”), que são netos do veterano ator Dick Van Dyke, e foi reescrito por Katie Silberman, coautora do roteiro de “Fora de Série”, a estreia de Olivia Wilde na direção. Wilde também vai atuar no filme, mas o destaque principal será para Pugh, atriz em ascensão, que também estrela “Viúva Negra”, próximo lançamento da Marvel nos cinemas. As paralisações por testes positivos de covid-19 se tornaram parte do “novo normal” de Hollywood, aumentando o período de filmagens. Entre as produções que precisaram ser suspensas por quarentenas incluem-se o novo Batman, após Robert Pattinson dar positivo, e os próximos “Jurassic World” e “Missão: Impossível”. Enquanto os grandes estúdios podem programar as atuais paradas esporádicas em seus orçamentos, os filmes indies não tem esta opção, especialmente porque as seguradoras não estão fazendo apólices para garantir produções afetadas pelo coronavírus.

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  • Filme

    Continuações de Bill & Ted e Jovens Bruxas estreiam nos cinemas brasileiros

    5 de novembro de 2020 /

    Enquanto os cinemas voltam a fechar na Europa, o volume de estreias começa a aumentar no Brasil. Oito filmes chegam ao circuito nacional nesta quinta (5/11), com destaque para dois títulos que foram disponibilizados diretamente em locação digital nos EUA. Por coincidência, ambos são continuações de produções lançadas há três décadas. Além da programação mais comercial, o circuito de arte também destaca um lançamento importante e premiado. O resto da programação se completa com produções brasileiras e a “pré-estreia” (na verdade, antecipação da estreia ) de um lixão. Bill & Ted: Encare a Música | EUA | 2020 Continuação tardia e “totalmente excelente” da franquia dos anos 1980 estrelada por Keanu Reeves e Alex Winter, a conclusão da história de “Bill & Ted: Uma Aventura Fantástica” (1989) e “Bill & Ted: Dois Loucos no Tempo” (1991), conquistou público e crítica nos EUA por sua capacidade de equilibrar nostalgia com renovação. Para quem não lembra do longa original, Bill e Ted eram dois estudantes extremamente estúpidos que repetiriam de ano se não fizessem um bom trabalho de História. Sua sorte muda quando um homem de futuro resolve ajudá-los, convidando-os para uma viagem no tempo, pois, por mais incrível que pudesse parecer, o destino da humanidade um dia dependeria da inteligência dos dois retardados, que criariam uma música capaz de inspirar uma utopia perfeita. A comédia virou cult, ganhou sequência, série animada, videogame e até revista em quadrinhos, mas finalmente chegou a hora da aventura final, em que a dupla precisará cumprir a profecia e criar a música perfeita – desta vez, com ajuda de suas filhas, Billie e Thea, vividas por Brigette Lundy-Paine (“O Escândalo”) e Samara Weaving (“Casamento Sangrento”). Escrito pelos criadores dos personagens, Chris Matheson (“Pateta: O Filme”) e Ed Solomon (“Homens de Preto”), o filme tem direção de Dean Parisot (“Heróis Fora de Órbita”) e 82% de aprovação no Rotten Tomatoes. Jovens Bruxas – Nova Irmandade | EUA | 2020 O reboot/continuação do terror cult de 1996 é estrelado por Cailee Spaeny (de “Circulo de Fogo: A Revolta”) e tem ligação direta com o filme encabeçado por Robin Tunney (a Teresa Lisbon de “The Mentalist”) há 24 anos, com direito, inclusive, à aparição de uma das jovens bruxas originais. Apesar disso, a abordagem é híbrida. Conta uma variação da mesma história, em que uma adolescente recém-chegada numa nova escola faz amizade com três garotas malvadas, excluídas e envolvidas em bruxaria. Há até frases iguais. Mas, de forma diferente, o novo filme não coloca uma contra outra, preferindo dar maior ênfase a um personagem adulto, o padrasto da protagonista, vivido por David Duchovny (o agente Mulder de “Arquivo X”). A crítica americana nunca foi fã do original, que ganhou sua fama graças ao mercado de vídeo e fãs entusiasmados, mas considerou a sequência dirigida por Zoe Lister-Jones (“Band Aid”) bem pior – 48% no Rotten Tomatoes. Transtorno Explosivo | Alemanha | 2019 Consagrado no Festival de Berlim, na Mostra de São Paulo e pela Academia Alemã de Cinema (com nove troféus), o drama premiado e com 94% no Rotten Tomatoes acompanha uma menina de 9 anos com quem ninguém consegue conviver por causa de seu temperamento explosivo. Quando professores, assistentes sociais, médicos e até a mãe da menina demonstram incapacidade de lidar com seus acessos de fúria, seu acompanhante escolar (Albrecht Schuch) sugere um tratamento intensivo, levando-a para um chalé rústico na mata para isolá-la do mundo e demonstrar-lhe a necessidade de controle. A pequena Gabriela Maria Schmeide é tão impressionante no papel que recebeu o equivalente ao “Oscar alemão” de Melhor Atriz por seu desempenho. Verlust | Brasil | 2020 De volta aos cinemas após fazer a série “Boca a Boca”, na Netflix, o diretor Esmir Filho promove a estreia da cantora Marina Lima como atriz dramática – 33 anos após sua até então única aparição em tela grande, em “Rádio Pirata” (1987). O novo filme gira em torno de uma empresária musical (Andrea Beltrão) que administra a carreira de uma pop star (a cantora Marina Lima) com quem teve um relacionamento no passado. A história se materializa por meio de entrevistas para um livro sobre a artista, conduzido por Ismael Caneppele, que também assina o roteiro repleto de diálogos “poéticos” (isto é, pouco naturais). O diretor e o ator-roteirista estrearam juntos em longa-metragem no premiado “Os Famosos e os Duendes da Morte”, em 2009. O Barco | Brasil | 2018 O longa de Petrus Cariry (“Mãe e Filha”) foi exibido pela primeira vez na abertura do Festival Cine Ceará 2018 e entra em cartaz com o currículo cheio de prêmios e passagem por diversas mostras e festivais internacionais de cinema. Inspirado no conto homônimo do escritor cearense Carlos Emílio Corrêa Lima, gira em torno de Esmerina (Verônica Cavalcanti), que é mãe de 26 filhos, cada um chamado por uma letra do alfabeto. A família leva uma vida pacata em uma vila de pescadores até que um barco naufraga trazendo Ana (Samya de Lavor), uma misteriosa mulher que muda a rotina da família. A partir do acontecimento, o filho mais velho, A (Rômulo Braga), desperta para a vontade de conhecer o mundo além-mar. No elenco estão ainda os atores paraibanos Everaldo Pontes, que interpreta um velho sábio da vila, e Nanego Lira, como o patriarca da família. Sem Descanso | Brasil | 2020 Documentário sobre a batalha de um pai para encontrar respostas para o desaparecimento do filho, levado por uma viatura da Polícia Militar em Salvador em 2014 e nunca mais visto. Além do drama familiar, reconstruído por meio de entrevistas, a obra do diretor Bernard Attal (“A Coleção Invisível”) critica a fragilidade do sistema judiciário brasileiro e a corriqueira violência policial na abordagem de jovens negros no Brasil. Fico te Devendo uma Carta sobre o Brasil | Brasil | 2020 Premiado no Festival Internacional de Documentários de Amsterdam e no É Tudo Verdade, entre outros, o longa é uma investigação pessoal da diretora Carol Benjamin (“As Mil Mulheres”) sobre a história de sua família, que sofreu o impacto da ditadura militar brasileira. Possessão: O Último Estágio | Israel, EUA | 2020 Terror convencional de exorcismo feito com baixo orçamento para o mercado de DVD por um diretor que nunca fez um filme capaz de ser considerado minimamente medíocre. A novidade desta oitava tentativa é que Pearry Reginald Teo finalmente conseguiu chegar aos cinemas brasileiros. Mais impressionante ainda: com direito a “pré-estreia”, em sessões pagas convencionais uma semana antes da data oficial da “estreia”.

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  • Filme

    Festival Indie exibe 35 filmes de 16 países de graça na internet

    4 de novembro de 2020 /

    O Festival Indie lançou sua primeira edição online nesta quinta (4/11). Enxuta, a mostra mineira de cinema virtual exibirá 35 filmes de 16 países diferentes ao longo de uma semana, até a próxima quarta (11/11). Tudo de graça. Ao contrário de outros eventos virtuais deste ano, que surgiram como alternativa de programação durante a pandemia de coronavírus, o festival optou por manter uma configuração mais próxima da experiência cinematográfica, com hora marcada e limite de “lotação” para cada exibição. As sessões começarão a partir das 15h e terão 8 horas de duração em todos os dias. Cada sessão terá um limite de espectadores que varia de 200 a 800 e não será possível assistir a um filme fora de sua sessão. Isto é, apesar dos filmes serem disponibilizados para consumo na casa dos espectadores, há hora marcada, quantidade pequena de “ingressos” e, se vacilar, até fila virtual para cada exibição – como nos cinemas. Apesar do número limitado de filmes, o evento será dividido em quatro mostras: Retrospectiva, Premiére, Sessão Especial e Sessão Fluxus. Além disso, o festival também terá, pela primeira vez, uma mostra competitiva – ainda que reduzida, com apenas 8 filmes, em sua maioria latinos e asiáticos. Um dos destaques da programação é o chinês “Uma Nuvem no Quarto Dela”, de Zheng Lu Xinyuan, vencedor do Festival de Roterdam, que terá duas sessões: na sexta (6/11), às 22h30, e no domingo (8/11), às 15h. Haverá ainda nove premières nacionais, incluindo “De Volta para Casa”, do cultuado diretor Wayne Wang — cuja exibição vai acontecer numa única sessão: na terça (10/11), às 20h30. Os filmes estarão disponíveis no site oficial do evento: indiefestival.com.br.

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    Convenção das Bruxas gera protestos de pessoas com deficiências

    4 de novembro de 2020 /

    A Warner Bros. enfrentou uma campanha negativa nas redes sociais após o lançamento do remake de “Convenção das Bruxas” na plataforma HBO Max, nos EUA, e após reações de ONGs, atletas e até das Paraolimpíadas, optou por se desculpar pela forma como retratou a vilã com deficiência no filme. Na refilmagem do clássico infantil de 1990, a vilã vivida por Anne Hathaway tem dedos faltando em suas mãos, e isso é apresentado na trama como sinal de pessoa malévola. Muitos deficientes apontaram que ela parece ter etrodactilia, uma anomalia de membro comumente conhecida como “mão rachada”. Os críticos da forma como o filme dirigido por Robert Zemeckis utilizou isso para marcar a personagem afirmam que retratar vilões com defeitos físicos pode perpetuar os estereótipos de que as deficiências são anormais ou assustadoras. A atleta paraolímpica Amy Marren disse que estava “decepcionada” com a Warner Bros. e questionou se “houve muita reflexão sobre como essa representação das diferenças de membros afetaria a comunidade com diferença de membros”. Ela acrescentou: “Meu medo é que as crianças assistam a este filme, sem saber que ele exagera enormemente o original de Roald Dahl, e que as diferenças de membros comecem a ser temidas.” A conta oficial dos Jogos Paraolímpicos no Twitter ecoou os sentimentos de Marren, protestando: “A diferença de membros não é assustadora. As diferenças devem ser celebradas e a deficiência tem que ser normalizada.” A ONG RespectAbility, uma organização que defende as pessoas com deficiência, também disse que a tendência de Hollywood de desfigurar personagens malignos, mesmo sem querer, pode fazer com que as pessoas tenham medo daqueles que não se parecem com elas. “A decisão de fazer essa bruxa parecer mais assustadora por ter uma diferença de membros – o que não era uma parte original da trama – tem consequências na vida real”, disse a vice-presidente de comunicações da RespectAbility, Lauren Appelbaum, defensora de retratos mais autênticos da deficiência na tela. “Infelizmente, essa representação em ‘Convenção de Bruxas’ ensina às crianças que as diferenças de membros são horríveis ou algo de que devemos ter medo. Que tipo de mensagem isso envia para crianças com diferenças de membros? ” Diante da repercussão, o estúdio disse que “lamenta qualquer ofensa causada”. Em comunicado, a Warner Bros. afirmou ter ficado “profundamente triste ao saber que nossa representação dos personagens fictícios em ‘Convenção das Bruxas’ pode ter incomodado pessoas com deficiência ‘”. “Ao adaptar a história original, trabalhamos com designers e artistas para chegar a uma nova interpretação das garras felinas que são descritas no livro”, diz a declaração. “Nunca foi nossa intenção que os espectadores sentissem que as criaturas fantásticas e não humanas deveriam representá-los. Este filme é sobre o poder da bondade e da amizade. É nossa esperança que famílias e crianças possam desfrutar do filme e abraçar este tema empoderador e cheio de amor”, ponderou o estúdio. Apesar de lançado em streaming nos EUA, a Warner tem planos de distribuir o remake nos cinemas brasileiros em 19 de novembro. Veja abaixo o trailer legendado do filme.

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    Para Todos os Garotos: Noah Centineo diz que final da trilogia é sua cena favorita

    4 de novembro de 2020 /

    Uma das principais atrações da versão virtual do Festival Tudum, da Netflix, o ator Noah Centineo falou com os fãs brasileiros sobre o terceiro e último filme da trilogia “Para Todos os Garotos”. E durante a interação sugeriu que o final pode ser diferente do esperado. A revelação aconteceu quando ele foi questionado, durante sua participação por videoconferência no evento brasileiro, sobre sua cena favorita do terceiro longa, intitulado “Para Todos os Garotos: Agora e para Sempre, Lara Jean”. “É tão difícil responder essa pergunta, porque tem tantas cenas boas. Mas tem uma cena em que Lara Jean e Pete meio que fazem uma decisão final e é uma escolha final para todo o universo”, ele contou. “O jeito como eles lidam com essa situação representa muito um relacionamento saudável para mim e por isso ela me deixa muito feliz e é uma das minhas cenas favoritas”. Centineo também aproveitou o evento, mediado por Maisa Silva, para relembrar sua participação presencial na primeira edição do Tudum. Ele assumiu ter ficado encantado com os fãs brasileiros e pelo fato de a franquia ter se tornado tão querida no país. Maisa aproveitou para perguntar se ele vai sentir falta de seu personagem, Peter, quando o terceiro filme finalmente estrear e Noah disse que vai sentir saudades não apenas do personagem, mas de todo universo de “Para Todos os Garotos”. “Foi uma parte tão importante da minha vida, mas acredito que demos tudo de nós para esse mundo e para os personagens. Sou grato pelas amizades que fiz por causa da (escritora) Jenny Han. Vamos terminar com o coração doendo, mas quando olharmos para trás, serão apenas memórias incríveis e lindas”, explicou. O lançamento do final da trilogia estrelada por Centineo e Lana Condor é esperado para o começo de 2021. Veja abaixo a íntegra do primeiro dia do Tudum. A entrevista com Centineo está no final.

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    Christopher Nolan diz que Hollywood está equivocada sobre desempenho de Tenet

    4 de novembro de 2020 /

    O diretor Christopher Nolan finalmente se manifestou sobre o desempenho de seu mais recente filme, “Tenet”, nas bilheterias. O longa teve uma performance razoável no mercado internacional, mas foi considerado um fracasso nos Estados Unidos por ter faturado apenas US$ 53,8 milhões em dois meses. Em uma entrevista ao jornal Los Angeles Times, Nolan reclamou da abordagem que clama que seu filme fracassou. Para ele, Hollywood e a imprensa estão tirando conclusões erradas a respeito do lançamento. “A Warner Bros. se dispôs a lançar ‘Tenet’ e fiquei realmente emocionado pelo filme ter arrecadado quase US$ 350 milhões (mundiais). Mas estou preocupado que os estúdios estejam tirando conclusões erradas de nosso lançamento: que, em vez de olhar para onde o filme teve êxito e como isso pode ajudar um possível lançamento a não perder dinheiro, eles estejam olhando para as expectativas pré-covid e começam a usar isso como uma desculpa para não entrar no jogo e se adaptar – ou reconstruir nosso negócio, em outras palavras. Desse jeito, se cria uma desculpa, e faz com que os exibidores se tornem os únicos prejudicados, ao invés de tentar coloca-los no jogo para se adaptar à essa nova realidade. A longo prazo, ir ao cinema faz parte da vida, como ir a restaurantes e tudo mais. Mas, agora, todo mundo tem que se adaptar a uma nova realidade.” De fato, as conclusões de Hollywood a respeito do lançamento de “Tenet” foram assustadoras, a ponto de limparem o calendário, adiando todas as grandes estreias de cinema para 2021, à exceção de “Mulher-Maravilha 1984”, por enquanto ainda marcado para o Natal, embora a expectativa é que também seja levada para o ano que vem. Por outro lado, “Tenet” faturou quase US$ 300 milhões no mercado internacional e ainda está em cartaz em vários lugares do mundo, incluindo no Brasil, onde fez sua estreia no último fim de semana. Mas com um orçamento de mais de US$ 200 milhões, a Warner esperava pelo menos o dobro do que já rendeu no exterior para cobrir suas despesas de produção.

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    Marighella: Filme polêmico de Wagner Moura ganha primeiro trailer completo

    4 de novembro de 2020 /

    A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer completo de “Marighella”, o filme polêmico dirigido por Wagner Moura, que também teve sua data de estreia confirmada para 14 de abril de 2021. Inicialmente programada para chegar aos cinemas brasileiros em novembro do ano passado, a produção teve sua estreia suspensa após verba e trâmites na Ancine serem dificultados, a ponto de Wagner Moura acusar o governo de sabotar o planejamento com uma censura burocrática. “Bolsonaro já gastou tempo para detonar o filme e a mim. Quando o presidente de um país se declara pessoalmente contra uma obra cultural específica e um setor específico, não dá para não dizer que não é perseguição política”, ele disse, em entrevista ao colunista Leonardo Sakamoto, do UOL, nesta semana. O presidente realmente atacou o filme sem ter visto, assim como vários robôs, que tentaram manipular a nota da produção em sites americanos, chamando atenção das empresas, que derrubaram as mensagens de ódio e mudaram até regras para evitar a prática de “review bombing” – terrorismo virtual. Por outro lado, “Marighella” teve sua première mundial há mais de um ano, no Festival de Berlim, sob aplausos. O “problema” do filme é que ele narra os últimos anos da vida do guerrilheiro baiano Carlos Marighella, entre 1964 e 1969, quando ele foi executado em uma emboscada da polícia na época da ditadura militar. Transformado em herói na tela, ele é considerado um bandido comum por quem mente que a ditadura foi “ditabranda”. Embora a reconstrução do período seja engajada e isto influencie desde a escolha de Seu Jorge para interpretar o político baiano, que era filho de um italiano branco, e a fantasia de que os guerrilheiros comunistas lutavam pela democracia, liberdade artística serve justamente para estimular discussões. O elenco também conta com Adriana Esteves, Humberto Carrão e Bruno Gagliasso.

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    Tenet volta a lotar cinemas em plena pandemia no Brasil

    3 de novembro de 2020 /

    O circuito cinematográfico brasileiro teve seu melhor de semana desde o começo da pandemia neste feriado de Finados. Entre quinta e segunda (2/11), 291,4 mil pessoas compraram ingressos para assistir aos filmes em cartaz, segundo levantamento da consultoria Comscore. O feriadão teve a estreia de “Tenet”, o maior candidato a blockbuster lançado desde março, que foi responsável por levar 107,9 mil pessoas aos cinemas. O thriller de ação e ficção científica da Warner arrecadou R$ 2,05 milhões nas bilheterias. Os valores deste fim de semana são 140% maiores do que os da semana anterior, em que os cinemas tiveram público de 119 mil espectadores. “Tenet” foi responsável por quase dobrar esse montante, mas também tiveram bons desempenhos o filme de super-heróis “Os Novos Mutantes” e o documentário musical “BTS Break the Silence”. Já pelos dados do site Ingresso.com, “Tenet” foi responsável por 56% dos ingressos de cinema vendidos no fim de semana prolongado. Mesmo assim, os valores estão bem abaixo do “antigo normal”. No último final de semana antes do fechamento das salas devido a covid-19 (entre os dias 12 e 15 de março), os cinemas arrecadaram R$ 8,4 milhões em venda de ingressos, com um dia a menos na conta e já em fase de esvaziamento pelo receio da pandemia. No exterior, o desempenho de “Tenet” decepcionou o mercado e foi responsável por assustar os estúdios de Hollywood, que suspenderam as estreias deste ano, passando seus principais lançamentos para 2021. Deste modo, o pretenso renascimento do negócio cinematográfico no Brasil, graças à estreia do filme, não tem como se sustentar pela falta de outros grandes lançamentos nos próximos meses. Uma opção seria dar mais espaço para produções nacionais. Infelizmente, a Ancine e o desgoverno têm criado dificuldades para a liberação de verbas, atrasando e inviabilizando diversas produções brasileiras, o que gera um efeito colateral de tempestade perfeita para o setor.

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    Carol Arthur (1935 – 2020)

    2 de novembro de 2020 /

    A atriz Carol Arthur, viúva de Dom DeLuise e conhecida por aparecer nas comédias de Mel Brooks, morreu no domingo (1/11) aos 85 anos, na Mary Pickford House, lar de artistas aposentados mantido pelo Motion Picture & Television Fund em Woodland Hills, em Los Angeles. Arthur iniciou sua carreira em 1968 com participações no “The Dom DeLuise Show”, programa de variedades de DeLuise, com quem tinha se casado em 1965. Ela acabou se projetando e, após outros trabalhos, entrou na trupe de Brooks em 1974. Em “Banzé no Oeste”, ela chamou atenção por expressar “extremo desagrado” em relação ao xerife vivido por Cleavon Little em uma carta com palavras fortes. O filme também se tornou a primeira produção cinematográfica em que ela atuou ao lado do marido. Depois de aparecer no sucesso “Uma Dupla Desajustada” (1975), de Herbert Ross, ela retomou a parceria com Brooks – e DeLuise – , vivendo uma mulher grávida em “A Última Loucura de Mel Brooks” (1976), no qual o diretor tentava produzir o primeiro filme mudo em décadas. Ela também estrelou “O Maior Amante do Mundo” (1977), de Gene Wilder, astro dos filmes de Brooks, e “Os Três Super-Tiras” (1979), dirigido por DeLuise, ao lado de seus filhos David DeLuise, Michael DeLuise e Peter DeLuise. O casal ainda voltou a se reunir com o diretor mais duas vezes, em “A Louca! Louca História de Robin Hood” (1993) e “Drácula, Morto mas Feliz” (1995). Seu último trabalho como atriz foi num episódio da série “Sétimo Céu” em 2004. Mas, cinco anos depois, ela voltou a ficar diante das câmeras para homenagear o marido, morto em 2009, gravando depoimentos para o documentário “According to Dom”.

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    Harrison Ford pede “demissão” de Trump na véspera da eleição nos EUA

    2 de novembro de 2020 /

    The Lincoln Project, um comitê político formado por integrantes do Partido Republicano, resolveu fazer campanha contra o candidato do próprio partido às eleições presidenciais que acontecem nesta terça (3/11) nos EUA. A organização contratou Harrison Ford para narrar um anúncio em que denunciam os planos de Donald Trump para demitir o Dr. Anthony Fauci, um dos maiores experts em doenças infecciosas do mundo, chefe do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas e responsável pela resposta científica dos EUA à pandemia de coronavírus. O anúncio mostra uma cena de um comício realizado por Trump no domingo (1/11), no qual os apoiadores começaram a gritar “Demita Fauci! Demita Fauci!” e o presidente responde: “Não contem a ninguém, mas deixe-me esperar um pouco depois da eleição”. Ford então diz: “Amanhã, você pode demitir apenas um deles. A escolha é sua.” O anúncio marcou uma rara incursão do intérprete de Han Solo e Indiana Jones na política eleitoral. Ford é politizado e tem sido ativo em várias causas, especialmente nas questões de mudança climática, mas não costuma se envolver em disputais partidárias. Recentemente, ele chegou a ser pressionado a se posicionar numa entrevista da revista Time, mas preferiu pedir aos eleitores que elegessem políticos que tivessem propostas para a crise climática. Veja o anúncio do Lincoln Project abaixo. The Lincoln Project and Harrison Ford are teaming up to let Americans know you can only keep one of them: Trump, or Fauci. pic.twitter.com/WmimV0inTC — The Lincoln Project (@ProjectLincoln) November 3, 2020

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  • Filme

    David Ayer torna públicas reclamações contra Warner por Esquadrão Suicida

    2 de novembro de 2020 /

    O diretor David Ayer acabou com o clima ameno com que tratava os cortes sofridos por “Esquadrão Suicida”, aparentemente enciumado pela autorização de uma versão de diretor de “Liga da Justiça”, que os fãs batizaram de “Snyder Cut” (em referência ao diretor original do filme, Zack Snyder). Desde que a HBO Max encomendou o “Snyder Cut”, Ayer vem fazendo campanha para também levar à plataforma sua versão de “Esquadrão Suicida”. Mas diante da falta de entusiasmo com seu “Ayer Cut”, ele subiu o tom e distribuiu caneladas numa série de tuítes contra a Warner. Ayer denunciou no fim de semana que várias empresas de edição foram contratadas para dar uma aparência mais cômica e adolescente para o filme de 2016. Segundo o diretor, a resposta negativa a “Batman v Superman” e o sucesso de “Deadpool” deixaram a Warner entrar em pânico e “os principais elementos do meu corte foram arrancados antes que eu pudesse amadurecer a edição”. Por isso, ele afirma que os primeiros 40 minutos de seu “Esquadrão Suicida” foram “rasgados em pedaços”. O cineasta ainda revelou que o produtor Geoff Johns (criador da série “Stargirl”) escreveu várias páginas de roteiro que ele foi forçado a refilmar. O nome de Johns também está na lista negra do ator Ray Fisher (o Ciborgue) por interferências nos bastidores de “Liga da Justiça” durante as refilmagens comandadas por Joss Whedon. Ele chegou a responder a um fã em português sobre a má fama que adquiriu por causa do filme, que jura não ser seu. “Por isso é importante que os artistas controlem seu trabalho”. Lançado em 2016, “Esquadrão Suicida” fez US$ 746 milhões em bilheteria mundial, mas foi destruído pela crítica, com apenas 27% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O que Ayer dizia na época é que a produção tinha passado por “seis ou sete” montagens diferentes, mas com seu aval e que todo o material foi utilizado. Ele chegou a dizer que não existia uma edição alternativa do filme, garantindo que a montagem exibida era a sua versão e não teria sentido fazer uma nova “versão do diretor”. Tudo mudou após o “Snyder Cut”, com a declaração de que tinha sim uma versão radicalmente diferente, que estaria “quase completa, faltando alguns efeitos visuais”. Mas se ele imagina que a mudança de tom leve ao lançamento de “Ayer Cut”, o clima inamistoso deve tornar ainda menos provável que a Warner Bros. retome a produção. Em última análise, o desabafo é só mais um pesadelo de relações públicas para o DC Extended Universe. E para virar a página, a Warner não deve parar de conferir no calendário a data de estreia do novo filme dos personagens, “O Esquadrão Suicida”, de James Gunn, com lançamento previsto para agosto de 2021. The first 40 minutes https://t.co/eCGmK0KCFl — David Ayer (@DavidAyerMovies) October 31, 2020 It was ripped to pieces – I can’t emphasize that enough https://t.co/O40q3Qozy7 — David Ayer (@DavidAyerMovies) October 31, 2020 For sure that became a factor – but the reason was BVS got chewed up by the critics, and the success of Deadpool – the studio leadership at the time panicked. Then major elements of my cut were ripped out before I could mature the edit. Then Johns wrote pages I had to reshoot 😔 https://t.co/MNmiXoH1Cc — David Ayer (@DavidAyerMovies) October 31, 2020 Por isso é importante que os artistas controlem seu trabalho https://t.co/ENJjdvhez0 — David Ayer (@DavidAyerMovies) October 31, 2020

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