Mulher-Maravilha 1984 será lançado no cinema e em streaming no Natal
A Warner transformou “Mulher Maravilha 1984″ num lançamento natalino da HBO Max. O estúdio anunciou que disponibilizará o filme em 25 de dezembro simultaneamente nos cinemas e em sua plataforma de streaming. O CEO da WarnerMedia, Jason Kilar, divulgou uma nota sobre a decisão oficial do conglomerado de mídia no fim desta quarta (18/11). A diretora Patty Jenkins também tuitou sobre a notícia, relativizando a decisão. “Em algum momento você tem que escolher compartilhar qualquer amor e alegria que você tem para dar, acima de tudo”, ela escreveu. “Amamos nosso filme como amamos nossos fãs, então realmente esperamos que nosso filme traga um pouco de alegria e alívio para todos vocês nesta temporada de festas. ” A HBO Max disponibilizará o filme para seus assinantes sem cobrar uma quantia adicional, ao contrário do que a Disney fez com “Mulan”. Fora dos EUA, onde a plataforma da WarnerMedia ainda não foi lançada, a distribuição convencional nos cinemas ficou mantida. A estreia no Brasil continua marcada para 24 de dezembro nas salas de exibição. Apesar disso, é um senso comum que a distribuição parcial em streaming contribui para o avanço da pirataria, com potencial para corroer os rendimentos até dos mercados em que o filme entrará em cartaz. A falta de grandes lançamentos nos cinemas é tão grave, que as redes exibidoras concordaram com a proposta da Warner e não devem boicotar a distribuição do filme – como fariam antes do coronavírus. A decisão da Warner também representa uma cachoeira de água fria no mercado exibidor, que começa a perceber o longo inverno que se aproxima. Assim como aconteceu durante o verão norte-americano, os estúdios não deverão lançar grandes títulos nos cinemas durante as férias de inverno, período que vai até março nos EUA. Vários títulos que deveriam ser exibidos no começo do ano já foram adiados para a metade e até para o final de 2021. Não há a menor expectativa da volta da programação normal de lançamentos. “À medida que navegamos nestes tempos sem precedentes, nós tivemos que ser inovadores para manter as nossas empresas avançando e continuando a servir aos nossos fãs”, disse Ann Sarnoff, Presidente e CEO, da WarnerMedia Studios e do Grupo Networks, que inclui Warner Bros. “Este é um filme incrível que realmente ganha vida na tela grande e, trabalhando com nossos parceiros na comunidade de exibição, iremos fornecer essa opção aos consumidores nos EUA, onde os cinemas estão abertos. Percebemos que muitos consumidores não podem voltar ao cinema devido à pandemia, então também queremos dar a eles a opção de ver ‘Mulher Maravilha 1984’ por meio de nossa plataforma HBO Max.” “Nós apreciamos a paciência do público e, dada a grande expectativa em torno de ‘Mulher Maravilha de 1984’, somos gratos por poder tornar este filme incrivelmente divertido amplamente disponível nestes tempos desafiadores”, acrescentou Toby Emmerich, Presidente do Warner Bros. Pictures Group. Para um filme dessa escala, isso não tem precedentes. Dado isso, queríamos compartilhar algum contexto. “Há muitas coisas que influenciam em uma decisão como esta”, explicou Jason Killar, o CEO da WarnerMedia. Ele listou: “A pandemia. Nossa crença na experiência teatral e, portanto, na importância dos expositores. Nossa missão de ser parceiros fortes e de apoio para Patty, Gal, o produtor Chuck Rovner e toda a equipe da ‘Mulher Maravilha 1984’. E, finalmente, a torcida, que é onde decisões importantes como essa sempre devem começar e sempre devem terminar”. Killar continua: “Estamos, é claro, em um momento extraordinário. Isso envolve uma colcha de retalhos de regulamentos, considerações geográficas e, o mais importante, preferências dos fãs. Com isso em mente, vemos uma oportunidade de fazer algo firmemente focado nos fãs: dar a eles o poder de escolher entre ir ao cinema local ou ver a estreia na HBO Max. Os super fãs provavelmente escolherão ambos”. “Se você tem a sorte de morar em um local onde os cinemas são abertos, acreditamos que estamos oferecendo uma ótima opção, dados os protocolos segurança que nossos parceiros implementaram. Com isso, os exibidores estão oferecendo uma experiência de cinema com distanciamento social, máscaras, protocolos de limpeza e ventilação. Por outro lado, se você e sua família preferem ficar em casa e fazer sua própria pipoca neste feriado, queremos compartilhar a experiência da ‘Mulher Maravilha 1984’ com você no mesmo dia na HBO Max. A decisão é sua”. pic.twitter.com/mLwGrB07vO — Patty Jenkins (@PattyJenks) November 18, 2020
Michael J. Fox anuncia aposentadoria como ator
O ator Michael J. Fox, estrela de “De Volta para o Futuro”, anunciou que irá se aposentar da atuação. É a segunda vez que ele toma esta decisão. O ator de 59 anos sofre do Mal de Parkinson, e já havia dado uma pausa na carreira no início da década de 2000, quando estrelava a série “Spin City”, devido à doença. A decisão foi oficializada por Fox em seu quarto livro de memórias, “No Time Like the Future: An Optimist Considers Mortality” (Não há tempo como o futuro: um otimista considera a mortalidade”), lançado esta semana nos Estados Unidos. Na obra, ainda sem previsão de publicação no Brasil, ele afirma que seu tempo de se dedicar a “12 horas de trabalho diárias e memorizar sete páginas de diálogos ficou para trás”. “Isso pode mudar, porque tudo muda. Mas, se este é o fim da minha carreira de ator, que seja”, acrescenta ele, que relata ter notado recentemente um aumento na perda de memória e nos episódios de confusão causados pela doença. Há menos de duas semanas, o ator já tinha dito, em entrevista à revista People, que os sintomas de Parkinson começaram a prejudicar a sua memória, o que iria impedir a continuidade de sua carreira como ator. “Minha memória de curto prazo está destruída”, disse ele. “Eu sempre tive uma capacidade real para decorar falas e memorização. E eu tive algumas situações extremas nos últimos trabalhos que fiz, que foram realmente cheios de palavras. Eu me esforcei durante os dois”, acrescentou o vencedor do Emmy, referindo-se à sua participação em dois episódios da série “The Good Fight”. A doença de Parkinson é um distúrbio do sistema nervoso que afeta o movimento. Não há causa conhecida, e as complicações podem incluir problemas cognitivos, de deglutição e distúrbios do sono. Diagnosticado em 1991, aos 29 anos, o ator só revelou a doença sete anos depois. Em 2000, anunciou que abandonaria o papel principal na série “Spin City”, sendo substituído por Charlie Sheen. No novo livro, ele conta que decidiu abdicar do trabalho ao sentir que seu rosto “não era mais tão expressivo como precisava”. Após a pausa na carreira, Fox continuou fazendo pequenas aparições, principalmente como ele mesmo, e atuando como dublador. Em 2010, passou a integrar o elenco recorrente da série “The Good Wife”, pela qual foi indicado cinco vezes ao Emmy. Ele retomou o mesmo papel recentemente no spin-off “The Good Fight”. No novo livro, o ator também cita sua experiência à frente de “The Michael J. Fox Show”, sitcom de 2013 em que interpretava um ex-âncora de telejornal vítima de Parkinson. A série foi cancelada ainda na 1ª temporada e Fox relata que sentiu que os executivos da série ficaram “assustados” com o avanço de sua doença. Ele ainda afirma que, à época, “não tinha o foco para administrar o suporte de vida de que precisaria para fazer o trabalho.” O último papel que ele desempenhou foi seu mais famoso, Marty McFly, da trilogia “De Volta para o Futuro”, reencenado numa participação no novo clipe de Lil Nas X, “The Origins of ‘Holiday'”. Apesar de seu diagnóstico, Fox se recusa a desacelerar. Ele está focando sua criatividade na escrita, como demonstra o lançamento de seu quarto livro. “Minha técnica de violão não está boa. Meus desenhos não são bons, minha dança nunca foi boa e atuar está ficando cada mais difícil de fazer. Mas eu posso escrever”, brincou Fox, na entrevista à People. “Felizmente, eu realmente gosto disso.” O astro acrescentou que seu otimismo o ajudou a “atravessar os tempos mais sombrios”. “A vida é boa”, concluiu.
Juliana Knust tentará curar pandemia em série da Record
A atriz Juliana Knust (de “Malhação” e “Apocalipse”) será a protagonista de “Ameaça Invisível”, série sobre uma nova pandemia, que a Record está desenvolvendo para 2021. De acordo com o colunista Fefito, a atriz interpretará Renata, uma médica empenhada em descobrir a cura para um misterioso vírus chamado Orto K9, que causa uma doença chamada “febre do gelo”. A personagem usará de métodos pouco convencionais e causará controvérsia. O elenco ainda destaca Zécarlos Machado (“Sessão de Terapia” como o chefe da médica. Alguns nomes que circulam na imprensa, ligados ao projeto, são Henri Pagnoncelli (“Apocalipse”), Nicola Siri (“Os Dias Eram Assim”), Dudu Pelizzari (“Negócio da China”), Ernani Moraes (“Carcereiros”), Vanessa Gerbelli (“A Divisão”), Paloma Bernardi (“Os Parças”), Laize Câmara (“A Força do Querer”), Daniel Erthal (“A Terra Prometida”) e Juan Alba (“Gostosas, Lindas e Sexies”). A produção também buscará atores em outros países, que gravariam suas participações remotamente, de suas casas, falando sobre os efeitos da doença no exterior. A trama foi desenvolvida por Ingrid Zavarezzi (“Malhação”) com colaboração de Vitor de Oliveira (“Jesus”) e terá ao todo 12 episódios. A ideia é, além de retratar uma pandemia global, contar uma história policial e de suspense. As gravações devem começar em breve com direção de Ajax Camacho (“O Rico e Lázaro”).
Criador da franquia Pânico anuncia final da produção do quinto filme
O roteirista Kevin Williamson, criador e produtor da franquia de filmes “Pânico” (e de “The Vampire Diaries”), anunciou nas redes sociais o encerramento das filmagens da nova continuação e contou algumas novidades sobre o filme. Numa hashtag ao lado de sua mensagem, ele sugeriu que o título do quinto longa será “Pânico” (“Scream”), assim como o primeiro, e confirmou o lançamento para janeiro de 2022. “Há quase 25 anos, quando escrevi ‘Pânico’ e Wes Craven transformou em realidade, eu não poderia ter imaginado o efeito permanente que teria em vocês, fãs”, ele disse, emocionado por retomar seus personagens icônicos. “Estou animado para vocês voltarem a Woodsboro e se assustarem novamente”, continuou. “Eu acredito que Wes teria ficado muito orgulhoso do filme que Matt e Tyler estão fazendo”, acrescentou, citando os novos diretores. “Estou emocionado por me reunir com Neve, Courteney, David e Marley, e estar trabalhando ao lado de uma nova equipe de cineastas e um elenco incrível de recém-chegados que se juntaram para continuar o legado de Wes com o relançamento da franquia que eu guardo no meu coração. Vejo vocês no cinema em janeiro de 2022”, completou. A continuação voltará a contar com Neve Campbell como a “final girl” Sidney Prescott, junto com outros dois sobreviventes veteranos da franquia, Courteney Cox e David Arquette, que retomarão seus papéis como Gale e Dewey Riley. Além do trio que apareceu em todos os filmes, a produção contará ainda com Marley Shelton, que viveu uma policial em “Pânico 4”, e os novatos Melissa Barrera (“Vida”), Jenna Ortega (“Jane the Virgin”), Jack Quaid (“The Boys”) e mais nomes recém-confirmados: Dylan Minnette (“13 Reasons Why”), Kyle Gallner (“Sniper Americano”), Mikey Madison (“Better Things”), Mason Gooding (“Fora de Série”) e Jasmin Savoy Brown (“The Leftovers”). Os responsáveis por substituir o falecido Wes Craven na direção são a dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que dirigiram o recente terrir “Casamento Sangrento” (Ready or Not), lançado diretamente em VOD no Brasil. Eles integram um coletivo de criadores chamado Radio Silence, do qual também faz parte o novo roteirista do filme, Guy Busick (que coescreveu “Casamento Sangrento”). A história também passou pelas mãos de James Vanderbilt (roteirista de “O Espetacular Homem-Aranha”). Já Williamson participa da continuação apenas como produtor. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Kevin Williamson (@kevwilliamson)
Mel Gibson confirma produção de Máquina Mortífera 5
Mel Gibson confirmou que a franquia de “Máquina Mortífera” vai ganhar um quinto filme, que está sendo desenvolvido pelo diretor original do longa, Richard Donner. A revelação foi feita durante participação do ator no programa “Good Morning America” para falar sobre seu novo filme, “Fatman”. Ao ser questionado sobre um possível “Máquina Mortífera 5”, ele disse: “Sim, com certeza. E o homem que estava por trás de tudo isso, o homem que trouxe para a tela, está trabalhando nisso agora: Richard Donner. Ele é uma lenda”. Mel Gibson co-estrelou os quatro filmes de “Máquina Mortífera”, de 1987 a 1998, interpretando o detetive da polícia de Los Angeles Martin Riggs, ao lado de Danny Glover como seu parceiro Roger Murtaugh – que já nos anos 1980 dizia estar “velho demais” para isso. Rumores a respeito da produção de “Máquina Mortífera 5” começaram a circular em 2007 e ganharam força dez anos depois, quando foi noticiado que Gibson e Glover estudavam a possibilidade de produzir o filme. Mais recentemente, durante um entrevista de janeiro passado para o site The Hollywood Reporter, o produtor Dan Lin revelou que o longa estaria realmente em desenvolvimento com o retorno da equipe original, incluindo o diretor Richard Donner e os atores Mel Gibson e Danny Glover. “Estamos tentando fazer o último filme de ‘Máquina Mortífera’. E Dick Donner está de volta. O elenco original também. É simplesmente incrível. A história em si é muito pessoal para ele. Mel e Danny estão prontos para rodar, então apenas dependemos do roteiro”, contou o produtor na ocasião. Vale lembrar que a franquia também foi adaptada para a TV numa série conturbada de 2016, que teve o intérprete televisivo de Riggs, o ator Clayne Crawford, demitido ao final da 2ª temporada por “mau comportamento”, após ataques de estrelismo e até agressões físicas contra o colega Damian Wayans, intérprete de Roger Murtaugh. A atração foi cancelada logo em seguida, ao final de seu terceiro ano, que acabou em fevereiro de 2019 num cliffhanger (gancho para a continuação) sem resolução.
Documentário sobre Babenco é escolhido para representar o Brasil no Oscar 2021
A Academia Brasileira de Cinema (ABC) anunciou nesta quarta-feira (18/11) que o documentário “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou”, de Bárbara Paz, será o candidato oficial do Brasil para tentar uma vaga entre os indicados na categoria do próximo Oscar de Melhor Filme Internacional. O filme, que chega ao circuito cinematográfico na quinta-feira que vem (26/11), é uma crônica dos últimos dias do diretor Héctor Babenco (“Carandiru”, “Pixote”), diretor argentino que virou brasileiro por afinidade, morto em 2016, depois de décadas lutando contra o câncer. Esta é a primeira vez que um documentário é escolhido pela comissão nacional. No ano passado, quando “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa, concorreu ao Oscar de Melhor Documentário, ele foi selecionado por uma comissão americana, enquanto o candidato oficial do Brasil foi “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz, que acabou não entrando na lista. A escolha deste ano também foi a primeira sem participação do governo federal. Os responsáveis foram profissionais do setor: os diretores de fotografia Afonso Beato e Lula Carvalho, os produtores Clelia Bessa, Leonardo Monteiro de Barros, Renata Magalhães e Rodrigo Teixeira, e os cineastas Laís Bodanzky, Roberto Berliner e Viviane Ferreira. Os também cineastas Andre Ristum e Toni Venturi serviram de membros suplentes do grupo. “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou” teve uma trajetória internacional premiada, vencendo, entre outros, o troféu de Melhor Documentário do Festival de Veneza do ano passado. Além dele, a lista de filmes avaliada ainda incluiu “A Divisão”, “A Febre”, “Alice Júnior”, “Aos Olhos de Ernesto”, “Casa de Antiguidades”, “Cidade Pássaro”, “Jovens Polacas”, “M8”, “Macabro”, “Marighella”, “Minha Mãe É uma Peça 3”, “Narciso em Férias”, “Pacarrete”, “Pureza”, “Sertânia”, “Todos os Mortos”, “Três Verões” e “Valentina”. A última vez que um filme selecionado pela comissão oficial conseguiu chegar entre os finalistas e obter indicação ao Oscar foi em 1999, com “Central do Brasil” (de 1998) – que também emplacou o nome de Fernanda Montenegro na categoria de Melhor Atriz. Antes disso, só “O Pagador de Promessas” (1962), “O Quatrilho” (1995) e “O que É Isso, Companheiro?” (1997) conseguiram ser indicados ao troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas do EUA (AMPAS). O primeiro corte dos candidatos ao troféu acontecerá no dia 9 de fevereiro, quando serão revelados os títulos pré-selecionados pela AMPAS para seguir na disputa. Já os cinco finalistas à categoria de Melhor Filme Internacional só serão conhecidos durante o anúncio de todas as indicações ao Oscar, previsto para acontecer no dia 15 de março. A cerimônia de premiação, por sua vez, está marcada para 25 de abril de 2021.
Zoe Saldana e Jennifer Garner se juntam a Ryan Reynolds em aventura da Netflix
As atrizes Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”) e Jennifer Garner (“Clube de Compras Dallas”) entraram no elenco de “The Adam Project”, aventura de ficção científica da Netflix, que será estrelada por Ryan Reynolds (o “Deadpool”). A produção será o segundo filme seguido de Reynolds com direção de Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”). Os dois também fizeram “Free Guy: Assumindo o Controle”, que deveria estrear em dezembro, mas saiu do calendário de lançamentos da Disney devido à pandemia de coronavírus. “The Adam Project” mostrará Reynolds viajando ao passado para ajudar uma versão adolescente dele mesmo. Garner viverá a mãe do jovem Adam (Reynolds), enquanto Saldana será sua esposa nos dias atuais. A premissa, que lembra “De Volta ao Futuro” (1985), é de um antigo projeto abandonado, chamado “Our Name Is Adam”, que foi escrito por T.S. Nowlin (roteirista da trilogia “Maze Runner”) e quase virou filme em 2012, com Tom Cruise no papel principal. O roteiro atual foi refeito por Jonathan Tropper (criador da violenta série “Banshee”). A produção está a cargo dos estúdios Skydance e Paramount, que reforçam suas parcerias com a Netflix após o sucesso de “The Old Guard”. Reynolds também vem de vários projetos com a Netflix, como “Esquadrão 6” e o vindouro “Red Notice”, assim como as duas atrizes. Garner acaba de rodar a comédia “Yes Day” e Saldana vai estrelar a minissérie “From Scratch” na plataforma.
Diretor de Cine Holliúdy filma nova comédia no Ceará
O diretor Halder Gomes, de “Cine Holliúdy” e “O Shaolin do Sertão”, já está rodando um novo filme no Ceará: a comédia “Bem-vinda a Quixeramobim”. Ele vem registrando os bastidores da produção no Instagram, com diversas imagens que podem ser conferidas abaixo. A produção conta com um elenco repleto de famosos do cinema e da televisão como Edmilson Filho, protagonista dos filmes de Halder, Luís Miranda, com atuações em humorísticos como “Zorra” e “A Grande Família”, Carri Costa, integrante da série baseada em “Cine Holliúdy”, Silvero Pereira, que ficou conhecido como o Lunga de “Bacurau, as atrizes Monique Alfradique e Chandelly Braz, estrelas de diversas novelas da Globo, e os humoristas cearenses Falcão e Bolachinha. Embora a trama ainda não tenho sido divulgada oficialmente, o filme deve girar em torno de uma carioca que chega no sertão em busca de uma herança. As filmagens acontecem em Juatama, zona rural de Quixadá, e em outras áreas entre os munícipios de Quixadá e Quixeramobim, e também incluirão cenas em Fortaleza e Sobral. Devido a pandemia de coronavírus, a produção, que segue os atuais protocolos sanitários, será mais demorada que o habitual, o que joga a estreia de “Bem-vinda a Quixeramobim” para o final de 2021 ou até mesmo 2022. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Halder Gomes🎬Film director (@haldergomes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Halder Gomes🎬Film director (@haldergomes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Halder Gomes🎬Film director (@haldergomes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Halder Gomes🎬Film director (@haldergomes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Halder Gomes🎬Film director (@haldergomes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Halder Gomes🎬Film director (@haldergomes)
Vanessa Kirby brilha em trailer da Netflix rumo ao Oscar de Melhor Atriz
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Pieces of a Woman”, filme que já rendeu o troféu de Melhor Atriz para a inglesa Vanessa Kirby (a princesa Margaret de “The Crown”) no Festival de Veneza deste ano. A prévia é uma mostra de seu desempenho impactante, como uma mãe que precisa lidar com a perda do filho num parto que dá errado em sua casa. A plataforma adquiriu o filme logo após o anúncio da conquista em Veneza e antes da estreia do drama na América do Norte, que aconteceu poucos dias depois, durante o Festival de Toronto, com o objetivo de fazer campanha intensiva para Kirby levar o Oscar. O trailer também surge uma segunda aposta na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante para a veterana Ellen Burnstyn (“Interestelar”), que interpreta a mãe da protagonista. Curiosamente, os tradutores que barbarizam com títulos surreais nos lançamentos da plataforma no Brasil não foram convocados para trabalhar em “Pieces of a Woman”, que está sendo divulgado para os assinantes com a denominação original em inglês (a tradução literal seria “pedaços de uma mulher”). Na trama, após perder o filho no parto, a personagem de Kirby inicia uma odisseia de um ano de luto, que atinge seu marido (Shia LaBeouf, de “Ninfomaníaca”), sua mãe (Ellen Burstyn) e sua parteira (Molly Parker, de “Perdidos no Espaço”). Ela é uma executiva muito rígida, casada com um operário da construção civil de passado volátil, e os dois encontraram o amor apesar da diferença de classes e esperavam ansiosamente seu primeiro filho. Mas complicações com a parteira interrompem o planejado parto em casa, jogando o casal num drama devastador. O filme inclui entre seus fãs o cineasta Martin Scorsese, que se tornou produtor do longa após sua finalização, justamente para facilitar as negociações de sua distribuição internacional. O diretor de “O Irlandês” teria sido peça-chave para o acordo com a empresa de streaming. “Pieces of Woman” tem roteiro de Kata Wéber e direção de Kornél Mundruczó, dois cineastas húngaros que repetem as parcerias de “Deus Branco” (White God, 2014) e “Lua de Júpiter” (2017). O filme marca a estreia do casal em inglês e reflete a jornada de superação da perda do filho deles na vida real, enquanto as cenas de julgamento que finalizam a história foram inspiradas por um caso real de 2010, que levou uma parteira aos tribunais da Hungria. A estreia está marcada para 7 de janeiro “só na Netflix”.
Documentário do show de Emicida no Theatro Municipal ganha trailer
A Netflix divulgou o trailer do documentário “AmarElo – É Tudo Pra Ontem”, dedicado ao show do rapper Emicida no Theatro Municipal, de São Paulo, no ano passado. Além das cenas das gravações do espetáculo, que destacam a participação de Pabblo Bittar e Majur na apresentação ao vivo de “AmarElo”, a prévia também destaca os bastidores da produção e conta com cenas narradas por Emicida sobre o movimento negro e a importância de fazer o show num palco que é marco da cultura brasileira. O filme tem direção de Fred Ouro Preto (sobrinho de Dinho, do Capital Inicial), que assinou vários clipes de Emicida, e sua proposta pretende estabelecer um elo entre o show e dois momentos importantes da história e da cultura passados dentro e fora do Municipal: a Semana de Arte Moderna de 1922 e a fundação do Movimento Negro Unificado (MNU) em 1978. “São quatro décadas que separam a nossa ascensão ao palco do Theatro Municipal do encontro das pessoas do MNU naquelas escadarias. Então, subir ali e gritar ‘obrigado, MNU’ pro mundo é para que eles saibam que é da luta deles que nasce um sonhador como o Emicida”, diz o rapper, no comunicado do projeto. Com 90 minutos, o documentário tem lançamento marcado para o dia 8 de dezembro. Além disso, a Netflix e a produtora Laboratório Fantasma (criada por Emicida e seu irmão Fióti), tem um segundo projeto em desenvolvimento, que será lançado em 2021.
Quentin Tarantino vai transformar Era uma Vez em Hollywood em livro
O diretor Quentin Tarantino fechou contrato com a editora HarperCollins para lançar dois livros. O primeiro será uma versão de “Era uma vez em Hollywood”, enquanto o segundo será uma obra de não-ficção chamada “Cinema Speculation”, sobre o cinema dos anos 1970. O romance vai aprofundar detalhes da vida dos dois protagonistas do filme indicado em dez categorias do Oscar: o ator de TV Rick Dalton e seu dublê Cliff Booth. Nos cinemas, eles foram interpretados por Leonardo DiCaprio e Brad Pitt, respectivamente. “As ‘versões romanceadas’ de filmes foram os primeiros livros adultos que li na década de 1970”, disse Tarantino em comunicado sobre o projeto. “E até hoje tenho um carinho enorme pelo gênero. Portanto, como um aficionado por adaptações romanceadas de cinema, tenho o orgulho de anunciar minha contribuição para este subgênero frequentemente marginalizado, mas amado na literatura. Também estou entusiasmado em explorar ainda mais meus personagens e seu mundo em um empreendimento literário que pode (espero) ser considerado ao lado de sua contraparte cinematográfica.” Já “Cinema Speculation” é descrito como um “mergulho profundo nos filmes dos anos 1970, uma rica mistura de ensaios, resenhas, escritos pessoais e especulações.” Tais especulações seriam similares à premissa de “Era uma Vez em Hollywood”, ponderando o que teria acontecido com personagens com finais diferentes de suas histórias conhecidas. Nenhuma das duas obras tem previsão de lançamento, mas a versão romanceada de “Era uma vez em Hollywood” ganhou capa para seu lançamento em paperback – como se chamam as versões mais baratas das obras literárias. Confira abaixo.
Spike Lee vai filmar musical sobre o Viagra
O diretor Spike Lee (“Destacamento Blood”) está desenvolvendo um projeto inusitado. De acordo com o Deadline, o cineasta irá dirigir o primeiro musical tradicional da carreira, que contará a história do Viagra, medicamento conhecido por tratar disfunção erétil. Ainda sem título, a obra é uma parceria com o estúdio canadense Entertainment One (eOne), recentemente adquirido pela fábrica de brinquedos Hasbro. Além de dirigir, Spike Lee também é responsável pelo roteiro, em parceria com o britânico Kwame Kwei-Armah (“Elmina’s Kitchen”). Já as canções originais serão escritas por Stew Stewart e Heidi Rodewald, que criaram o musical vencedor do Tony “Passing Strange”. A produção será baseada numa reportagem do jornalista David Kushner para a revista Esquire, sobre a história pouco conhecida dos criadores do remédio – o título da reportagem era “All Rise: The Untold Story of The Guys Who Launched Viagra”. Em comunicado enviado ao Deadline, Spike Lee demonstrou-se entusiasmado com o projeto. “Então, finalmente, entrando na minha quarta década como cineasta, estarei dirigindo um musical com danças e canções e eu mal posso esperar”, anunciou.
Nova versão de O Poderoso Chefão III ganha trailer para lançamento digital e nos cinemas
A Paramount divulgou o trailer legendado da nova versão de “O Poderoso Chefão III”. Rebatizado de “O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone”, o filme foi reeditado pelo diretor Francis Ford Coppola com abertura e desfecho diferentes. “Para esta versão, criei um novo começo e fim, e reorganizei algumas cenas, tomadas e entradas de música. Com essas mudanças, e com o visual e o som restaurados, acho que chegamos a uma conclusão mais apropriada para a saga”, disse Coppola, em um comunicado sobre o projeto. Curiosamente, porém, a edição do diretor acabou menor que a versão projetada em tela grande em 1990. Nem o diretor nem o estúdio contaram o que foi cortado do filme original, que completa 30 anos em 2020. O fato é que, mesmo com cenas a mais, a nova edição será cinco minutos mais curta, com 2 horas e 37 minutos de duração. Coppola ficou seis meses trabalhando na edição, que contou com a revisão dos negativos originais, guardados em mais de 300 caixas. Segundo o diretor, ele realizou basicamente uma “restauração quadro a quadro”. Como os dois filmes anteriores, “O Poderoso Chefão: Parte III” foi um sucesso de bilheteria e foi indicado a sete prêmios da Academia. Porém, ao contrário dos outros, não ganhou nenhum. A crítica também o considerou o mais fraco dos três. Na verdade, ponderou que nem estaria à altura dos outros dois. A revista New Yorker o chamou de humilhação pública, enquanto o jornal Washington Post o classificou como um “fracasso de proporções dolorosas”. Durante anos, o longa também assombrou Sofia Coppola, filha do diretor, escalada no filme para viver Mary Corleone, filha do protagonista (Al Pacino). Ela foi arrasada pela crítica e praticamente desistiu da carreira de atriz, mas se reinventou anos depois como uma cineasta premiada. A nova versão do filme terá lançamento limitado nos cinemas brasileiros em 3 de dezembro e chegará em PVOD para locação digital cinco dias depois.












