Channing Tatum vai se juntar aos diretores de Anjos da Lei num filme de monstros
A equipe de “Anjos da Lei” (2012) vai se juntar em novo filme. O ator Channing Tatum e os diretores Phil Lord e Chris Miller vão voltar a colaborar num filme de monstros da Universal. Ainda sem título, a produção será um thriller moderno e irônico, inspirado no legado dos monstros do estúdio. A ideia foi desenvolvida por Reid Carolin (“Magic Mike”), sócio de Tatum em sua produtora Free Association. Após o esboço inicial de Carolin, Wes Tooke (“Midway – Batalha em Alto Mar”) assumiu a tarefa de finalizar o roteiro. Os detalhes da trama estão sendo mantidos em segredo e não se sabe nem qual(is) personagem(ns) serão abordados. Também não há previsão de estreia.
Trailer chinês de Mulher-Maravilha 1984 mostra cenas inéditas
A Warner de Hong Kong divulgou um trailer exclusivo de “Mulher-Maravilha 1984” para o mercado chinês, repleto de cenas inéditas. A prévia revela diversos momentos da jovem Diana em Themyscira, incluindo um novo monólogo da Rainha Hipolita, e uma aparição inédita do traje dourado, além de diversas cenas de luta contra inimigos pouco identificados. Assim como no Brasil, a China será um dos países que exibirá o filme nos cinemas na terceira semana de dezembro, enquanto os americanos precisarão esperar até o Natal para assistir ao lançamento – tanto nos cinemas quanto por streaming, na plataforma HBO Max. “Mulher-Maravilha 1984” é novamente dirigido por Patty Jenkins e traz de volta a atriz Gal Gadot como a personagem-título, Connie Nielsen como Hipólita e Chris Pine como o Capitão Steve Trevor. Apesar de poucos detalhes sobre enredo terem sido revelados, Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) viverão os vilões da produção, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord. Originalmente previsto para 4 de junho no Brasil, o filme teve seu lançamento adiado para 17 de dezembro, devido à pandemia do novo coronavírus.
Sia briga com a comunidade autista ao lançar o trailer de seu primeiro filme
A cantora Sia comprou briga com a comunidade autista por conta de seu primeiro longa-metragem, “Music”, que ela escreveu e dirigiu. Sia diz que queria homenagear essa comunidade, mas escalou sua protegida, a dançarina Maddie Ziegler, no papel de uma garota autista, e o trailer do longa, revelado no fim de semana, mostrou a jovem apresentando um comportamento meio abobado e totalmente diferente das pessoas que sofrem desse mal. A polêmica estourou junto do trailer, após a interpretação de Ziegler ser considerada “ofensiva” e “imprecisa” nas redes sociais, o que deu início a uma troca de insultos entre Sia e autodeclarados autistas. A situação saiu tanto do controle que até organizações dedicadas ao atendimento de autistas decidiram fazer campanha de boicote contra o filme. Sia acabou tuitando que ficou “muito confusa” com a negatividade em relação ao seu trabalho. Uma atitude bem diferente do entusiasmo demonstrado ao lançar o trailer. A atriz irlandesa Bronagh Waugh foi a primeira a questionar Sia sobre a polêmica interpretação de Ziegler. “Posso perguntar por que você não escalou um ator deficiente para este papel?”, ela escreveu no Twitter. “É muito ofensivo a maneira que você escolheu para retratar essa personagem. Pessoas com deficiência não estão quebradas e não precisam de conserto.” Ao ver o comentário, Sia respondeu que tentou “representar amorosamente a comunidade”. Isso desencadeou várias críticas contestando o resultado, com muitos perguntando por que um ator deficiente não poderia ter interpretado o papel. Sia tentou se defender, dizendo a certa altura: “Duh. Passei três anos pesquisando, acho que é por isso que estou tão chateada. ” Ela afirmou que contratou muitas “crianças com habilidades especiais” para trabalhar no filme, incluindo uma garota do espectro, antes de escalar Ziegler. “Ela achou desagradável e estressante”, disse Sia sobre a jovem do espectro. Neste ponto, uma seguidora se ofereceu, dizendo que ela e várias outras atrizes autistas estariam disponíveis para o papel. Ao que Sia respondeu: “Talvez você seja apenas uma atriz ruim”. As respostas atravessadas acabaram gerando ainda mais raiva dentro da comunidade que Sia supostamente estava tentando agradar, até a Sociedade Nacional de Autismo do Reino Unido dizer que “Sia entendeu tudo errado” e a Associação Americana de Pessoas com Deficiências conclamar: “Não assistam ao filme da Sia”. Diante disso, Sia defendeu suas opções e pediu que criticassem o produto acabado, não o trailer. Mas fez o pedido de maneira, digamos, pouco educada, com palavrões. “Grrr. F*** f**ida, por que vocês não assistem meu filme antes de julgá-lo?”, ela escreveu no Twitter. “FÚRIA.” Este piti acabou gerando reação de uma proeminente celebridade deficiente, a atriz Marlee Martlin, vencedora do Oscar por “Filhos do Silêncio” (1986). “Querida Sia, como todo respeito como colega artista, é esse o tipo de resposta que você deseja que as pessoas vejam ao discutir um tópico tão importante, como pessoas com autismo? Por favor, não seja surda ao que eles têm a dizer”, escreveu Matlin. O filme será lançado em fevereiro, junto com o disco de sua trilha sonora. Veja abaixo o trailer que irritou os autistas e a reação que levou Marlee Martlin a se pronunciar. Dear @Sia, With respect as a fellow artist, is this the kind of response you want people to see when discussing such an important topic such as people with Autism? Please don't be deaf to what they have to say. Marlee Matlin — Marlee Matlin (@MarleeMatlin) November 21, 2020
Monster Hunter: Milla Jovovich enfrenta galeria de monstros gigantes em novo trailer
A Sony divulgou dois pôsteres japoneses e um novo trailer chinês de “Monster Hunter”, filme baseado no jogo de mesmo nome da Capcom. Repleto de cenas inéditas, o vídeo enfatiza a galeria de criaturas da produção, que são nomeadas. Com orçamento de US$ 60 milhões, “Monster Hunter” foi rodado na África do Sul e volta a reunir a atriz Milla Jovovich com o maridão, o diretor Paul W.S. Anderson, depois da parceria em “Resident Evil” – e por coincidência em nova adaptação de videogame com monstros. De acordo com a sinopse oficial, o filme acompanha a tenente Artemis (Jovovich) e seus fieis soldados, que “são transportados do nosso mundo para um novo mundo” e “têm o choque da suas vidas”, quando se veem em uma “desesperada batalha de sobrevivência contra inimigos poderosos, enormes e imparáveis”. Neste combate, “eles se unirão a um homem misterioso que descobriu um jeito de lutar contra as criaturas”. O elenco também destaca Tony Jaa (“xXx: Reativado”), T.I. Harris (“Homem-Formiga e a Vespa”), Meagan Good (“Shazam!”), Ron Perlman (“Hellboy”), Diego Boneta (“Scream Queens”), Josh Helman (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Jannik Schümann (“Submersão”), Hirona Yamazaki (“Startup Girls”) e a brasileira Nana Costa (“Entre Irmãs”) em sua estreia em Hollywood. Após um leve adiamento, a estreia encontra-se marcada para 31 de dezembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos EUA.
Valentina é o grande vencedor do Festival Mix Brasil
O Festival Mix Brasil anunciou neste domingo (22/11) os vencedores de sua 28ª edição, dando grande destaque para “Valentina”, de Cássio Pereira dos Santos, que foi premiado duplamente como Melhor Filme, tanto pelo júri quanto pelo público. Além do Coelho de Ouro, premiação máxima do festival, e o Coelho de Prata do Público, “Valentina” também recebeu prêmios de Melhor Interpretação, vencido pela atriz Thiessa Woinbackk, e de Melhor Roteiro, escrito pelo diretor do filme. O longa fez sua estreia mundial em agosto no Outfest Los Angeles, onde Thiessa Woinbackk também recebeu o Grande Prêmio de Melhor Interpretação. No Brasil, a première aconteceu na recente Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que consagrou o longa como Melhor Filme na escolha do público, além de rende uma menção honrosa do júri para a atriz Thiessa Woinbackk. O filme conta a história de uma jovem trans que se muda para o interior de Minas com a mãe, Márcia (Guta Stresser), para um recomeço. Com receio de ser intimidada na nova escola, a garota busca mais privacidade e tenta se matricular com seu nome social. No entanto, a menina e a mãe começam a enfrentar dilemas quando a escola começa a exigir, de forma injusta, a assinatura do pai ausente (Rômulo Braga) para realizar a matrícula. Os produtores descrevem “Valentina” como “um retrato esperançoso e inspirador das dificuldades da vida real enfrentadas por uma jovem que busca abraçar quem ela é”. “Foi um longo caminho para criar o roteiro e descobrir a linguagem cinematográfica mais apropriada para ‘Valentina’, sete anos de trabalho até chegarmos ao resultado final”, disse o diretor Cássio Pereira dos Santos, em comunicado. A consagração do trabalho reforça os esforços de uma nova geração de cineastas brasileiros, que estão se notabilizando por inovar as representações da sexualidade e identidade no cinema, especialmente com temática trans, por meio de uma abordagem afirmativa e inspiradora. O elenco e equipe do longa também foram compostos em grande parte por membros da comunidade LGBTQI+, a começar pela protagonista Thiessa Woinbackk, influencer digital que estreia no cinema. Também vale ressaltar que canção original do filme, “Eu Nasci Ali”, é uma parceria da banda paranaense Tuyo (responsável pela trilha do longa) com a cantora e compositora Xan, outro talento trans envolvido na produção. Para chegar nas telas, o filme produzido de forma independente pela Campo Cerrado Produções contou com o apoio da Secretaria do Audiovisual e do edital de Longas de Baixo Orçamento de 2016 (SAV/Ancine), em parceria com o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Por sinal, é importante ressaltar que o apoio financeiro aconteceu durante outro governo. O atual governo brasileiro, ao contrário, não apoia “este tipo” de filme e, desde que assumiu o comando da política cultural nacional, ninguém mais viu a cor da verba do FSA. Por isso, para lançar “Valentina” nos cinemas os produtores estão organizando uma campanha de financiamento coletivo na internet. Os recursos arrecadados serão usados para ações de divulgação e esforços de distribuição, com o objetivo de levar o filme a mais cidades e espectadores. Para apoiar a campanha, basta acessar o link www.catarse.me/valentinafilme Veja abaixo o trailer do vencedor do Festival Mix Brasil e a lista completa com todos os premiados. Vencedores do Festival Mix Brasil 2020 Coelho de Ouro – Prêmio do Júri da Mostra Competitiva Brasil Melhor Longa-Metragem Brasileiro: “Valentina”, de Cássio Pereira dos Santos Melhor Curta-Metragem Brasileiro: “A Mordida”, de Pedro Neves Marques Coelho de Prata – Prêmio do Júri da Mostra Competitiva Brasil de Longas Melhor Direção: Coraci Ruiz, por “Limiar” Melhor Roteiro: Cássio Pereira dos Santos, por “Valentina” Melhor Interpretação: Thiessa Woinbackk, por “Valentina” Menção Honrosa: “Mães do Derick”, de Dê Kelm Coelho de Prata – Prêmio do Júri da Mostra Competitiva Brasil de Curtas Melhor Direção: Victor di Marco e Márcio Picoli, por “O que Pode um Corpo?” Melhor Roteiro: Matheus Farias e Enock Carvalho, por “Inabitável” Melhor Interpretação: Luciana Souza, por “Inabitável” Menção Honrosa: Castiel Vitorino Brasileiro, de “Inabitáveis” Coelho de Prata – Prêmio do Público Melhor Longa-Metragem Nacional: “Valentina”, de Cássio Pereira dos Santos Melhor Longa-Metragem Internacional: “Pequena Garota”, de Sébastien Lifshitz (França) Melhor Curta-Metragem Nacional: “Letícia, Monte Bonito, 04”, de Julia Regis Melhor Curta-Metragem Internacional: “Cauda de Sereia”, de Alba Barbé i Serra (Espanha) Prêmio Canal Brasil de Curtas: “Inabitáveis”, de Anderson Bardot Prêmio SescTV: “O que Pode um Corpo?”, de Victor di Marco e Márcio Picoli Bolsa Ateliê Bucareste: Julia Leite, pela fotografia de “Letícia, Monte Bonito, 04”
Fada Madrinha: Trailer apresenta comédia de fábula encantada da Disney
A Disney+ (Disney Plus) divulgou o pôster nacional e o trailer da comédia “Fada Madrinha” (Godmothered) em versões legendada e dublada em português. Ao estilo de “Encantada” (2007), o filme conta a história de uma atrapalhada aspirante a fada madrinha que decide provar que o mundo ainda precisa de fadas. Para isso, ela troca o reino encantado em que vive pelos EUA atual, em busca de uma menina triste que estaria precisando de ajuda. Só que a menina é na verdade uma jovem mãe solteira cínica e desiludida, sem tempo para romance ou contos de fadas. Claro que sua opinião muda com um pouco de mágica. O filme divertido foi escrito por Kari Granlund (do remake live-action de “A Dama e o Vagabundo”) e Melissa Stack (“Mulheres ao Ataque”), tem direção de Sharon Maguire (“O Diário de Bridget Jones”) e é estrelado por Jillian Bell (“A Noite É Delas”) e Isla Fisher (“Truque de Mestre”), respectivamente como a fada bem intencionada e sua Cinderela desencantada. A produção chega ao streaming da Disney em 4 de dezembro.
Taís Araujo e Lázaro Ramos revelam que estão com covid-19
Taís Araujo e Lázaro Ramos informaram aos seus seguidores que testaram positivo para Covid-19. Em publicação compartilhada por ambos no Instagram, o casal informou que está em isolamento com os dois filhos, João e Maria, e seguindo protocolos de segurança. “Querido amigos, hoje nós estamos aqui para compartilhar com vocês que, infelizmente, nossa família testou positivo para Covid-19. Como todos sabem, nós caminhamos até aqui com todos os cuidados possíveis e seguindo todos os protocolos de segurança. Isto mostra que todos nós ainda precisamos estar atentos porque a pandemia infelizmente está longe do fim”, aviso o texto assinado pelos dois. Tanto Taís quanto Lázaro tiveram apenas sintomas leves. Já as crianças, João, de 9 anos, e Maria, de 5, estão assintomáticas. Mesmo assim, a família optou pela quarentena para não transmitir o vírus para outras pessoas. “Nós dois e as crianças, João e Maria, já estamos no meio da quarentena protocolada ao positivar a Covid 19. Estamos isolados e seguindo ainda mais rigorosamente todas as precauções médicas. Sentimos sintomas leves, e, para nosso alívio, as crianças estão assintomáticas”, escreveu. O texto encerra-se pedindo que as pessoas reforcem os cuidados em meio a pandemia do coronavírus e não subestimem a doença. “Com fé, esperamos este tempo passar. Viemos aqui por respeito e para tranquilizar vocês, mas também para lembrar a todos da fragilidade humana e para pedir a todos que sigam se cuidando. Nós estamos bem, mas sabemos que fomos afortunados enquanto tantas vidas seguem se esvaindo aqui e no mundo. Se cuidem. Com amor, Lázaro e Taís”, concluíram. O casal recebeu apoio de amigos e fãs nos comentários das publicações. “Vocês vão passar por isso sem sustos. Carinho”, disse Boninho. “Melhoras amores!”, desejou Alinne Moraes. “Vai ficar tudo bem”, escreveu Thelma Assis. “Fiquem bem, queridos”, desejou Alessandra Maestrini. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Taís Araujo (@taisdeverdade) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lázaro Ramos (@olazaroramos)
Cinemas dos EUA registram pior bilheteria da pandemia
O circuito cinematográfico da América do Norte registrou um recorde negativo histórico de bilheteria neste fim de semana. Se o fim de semana do Halloween tinha assustado o mercado com uma bilheteria de Top 10 que totalizava pouco mais de US$ 8 milhões, representando o faturamento mais baixo do ranking em quase meio século, neste fim de semana os cinemas americanos somaram US$ 6,5 milhões entre todos os títulos exibidos. Isto mesmo: este foi o valor total das bilheterias de todos os cinemas dos EUA e Canadá entre sexta e domingo (22/11). São os rendimentos mais baixos desde a reabertura dos cinemas em setembro, durante a pandemia, e provavelmente os menores valores desde os anos 1960. O montante também representa uma queda de 35% em relação à semana passada, quando o total girou em torno dos US$ 10 milhões. Os cinemas continuam fechados desde março em Los Angeles e Nova York, e os que ainda funcionam sofreram novo impacto com decisões de governos estaduais tomadas nos últimos dias. O horário de funcionamento do comércio voltou a encolher em alguns estados americanos, que implantaram até toque de recolher e emitiram novas orientações para a retomada do isolamento social, após o crescimento exponencial de casos de covid-19. Neste ritmo, os próprios exibidores podem optar por nova fase de fechamento para estancar seus custos de funcionamento, independente de decisão governamental. Como parâmetro, a maior das redes de cinema dos EUA, a AMC, gasta US$ 25 milhões semanais para manter suas salas abertas. A conta de manutenção não faz mais sentido. Por mais que tenham implementado medidas de higiene e protocolos de segurança, os multiplexes não despertaram confiança do público por continuarem a vender comes e bebes que são consumidos sem máscaras em salas herméticas com circulação de ar artificial. Puxando as bilheterias para baixo ainda há a falta de grandes lançamentos dos maiores estúdios de Hollywood. Entre sexta e domingo houve apenas a estreia de um filme chinês de distribuidora sem tradição cinematográfica, especializada em VOD (locação digital). O thriller de ação “Vanguard”, estrelado por Jackie Chan, abriu em 7º lugar com US$ 400 mil. Apenas um filme faturou mais de US$ 1 milhão, o líder “Freaky – No Corpo de um Assassino”, que fez US$ 1,2 milhão em sua segunda semana em cartaz. Somando seus 10 dias de liderança no ranking, a comédia de terror da Blumhouse/Universal fez ao todo 5,5 milhões nas bilheterias da América do Norte. Para dar noção da diferença, neste mesmo fim de semana do ano passado a Disney lançou “Frozen 2”, que faturou US$ 130 milhões em seus primeiros três dias no mercado interno.
Lin-Manuel Miranda explica faltas de legendas de Hamilton na Disney+ (Disney Plus)
O ator, roteirista e compositor Lin-Manuel Miranda, criador do musical “Hamilton”, se pronunciou sobre a falta de legendas em português da versão de sua peça lançada pela plataforma Disney+ (Disney Plus) nesta semana no Brasil. Respondendo a um seguidor brasileiro, Miranda escreveu em português no Twitter que sua equipe está trabalhando em legendas em português e espanhol e lamenta que elas não tenham ficado prontas a tempo para o lançamento da plataforma na América Latina. O serviço de streaming da Disney chegou ao Brasil na terça passada (17/11), mas os fãs foram surpreendidos ao perceber que a versão filmada da peça não tinha opções de legenda ou dublagem em outras línguas, apenas closed caption e audiodescrição em inglês. Atendendo um questionamento da imprensa, a Disney justificou a falta de tradução como uma decisão “criativa”. Com a resposta de Lin-Manuel Miranda, fica claro que ele não queria qualquer tradução e encomendou sua própria transposição do musical para outros idiomas. Infelizmente, este trabalho ainda não foi concluído. “Hamilton” é uma versão musical da história de Alexander Hamilton, um dos fundadores dos Estados Unidos, que se desdobra em ritmo de hip-hop e interpretação multirracial. A peça venceu 11 Tony Awards, o Oscar do teatro, e também um Pullitzer, além de ter se tornado um fenômeno popular. O filme disponível no Disney+ (Disney Plus) é, na verdade, um registro documental da encenação – literalmente teatro filmado. O material foi gravado durante três noites consecutivas, com o elenco original apresentando-se no palco original da produção, no teatro Richard Rodgers, em Nova York. A Disney adquiriu os direitos de exibição desse material em fevereiro passado, travando uma luta de ofertas contra outros interessados, o que fez o valor atingir impressionantes US$ 75 milhões, segundo apurou na época o site Deadline – e não foi desmentido pela Disney. O custo de blockbuster foi uma aposta na popularidade de peça e deveria ser recuperado com a bilheteria de seu lançamento nos cinemas. Só que “Hamilton” saiu direto em streaming devido à pandemia. Foi lançado originalmente em julho, na época do Dia da Independência dos EUA, como uma forma de homenagear os talentos da Broadway, já que a covid-19, que fechou as salas de cinema, também esvaziou os palcos de teatro. Sim! Estamos trabalhando com legendas em português e espanhol (e outros idiomas). Lamento que não tenham ficado prontos a tempo, me sinto péssimo. Mas estamos trabalhando nisso! Thank you! https://t.co/hgAP3wvGHk — Lin-Manuel Miranda (@Lin_Manuel) November 18, 2020
Margot Robbie entra na campanha pelo Ayer Cut de Esquadrão Suicida
A atriz Margot Robbie quer ver o “Ayer Cut”. Em entrevista recente, ela disse que tem curiosidade em conhecer a versão do diretor de “Esquadrão Suicida”, filme em que interpretou a Arlequina pela primeira vez. Assim como aconteceu com “Liga da Justiça”, o “Esquadrão Suicida” de 2016 também sofreu várias interferências da Warner, que levou às telas uma edição bem diferente da planejada pelo diretor David Ayer. Após a HBO Max encomendar uma nova versão de “Liga da Justiça”, Ayer entrou em campanha por seu “Cut” do filme dos supervilões. Falando ao podcast Happy Sad Confused, Margot Robbie confirmou que filmou “muitas coisas que não foram para o filme”. Perguntada se achava boa a ideia de um relançamento com a edição do diretor, ela respondeu: “Eu ficaria curiosa”. Ayer desabafou no início do mês que, quando começou a trabalhar na pós-produção de “Esquadrão Suicida”, a Warner tirou o filme de suas mãos. Várias empresas de edição foram contratadas para dar uma aparência mais cômica e adolescente para sua filmagem. Segundo o diretor, a resposta negativa a “Batman v Superman” e o sucesso de “Deadpool” deixaram a Warner entrar em pânico e “os principais elementos do meu corte foram arrancados antes que eu pudesse amadurecer a edição”. Ele chegou a dizer que os primeiros 40 minutos de seu “Esquadrão Suicida” foram “rasgados em pedaços”. O cineasta ainda revelou que o produtor Geoff Johns (criador da série “Stargirl”) escreveu várias páginas de roteiro que ele foi forçado a refilmar. O nome de Johns também está na lista negra do ator Ray Fisher (o Ciborgue) por interferências nos bastidores de “Liga da Justiça” durante as refilmagens comandadas por Joss Whedon. Ayer chegou a responder a um fã em português sobre a má fama que adquiriu por causa do filme, que jura não ser seu. “Por isso é importante que os artistas controlem seu trabalho”. Lançado em 2016, “Esquadrão Suicida” fez US$ 746 milhões em bilheteria mundial, mas foi destruído pela crítica, com apenas 27% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Assim como Zack Snyder está fazendo com “Liga da Justiça”, ele também gostaria ter uma chance de mostrar sua visão original do filme dos vilões. Ele garante que ela está filmada, precisando apenas da pós-produção, que não pôde fazer na época. Ele explicou: “Minha versão não é uma apoteose da arte cinematográfica, mas é simplesmente melhor que a versão que o público viu – e sim, faria sentido atualizá-la”.
Trailer da nova animação de Batman homenageia filmes clássicos de kung fu
A DC Animation divulgou o trailer de sua nova animação feita para o mercado de VOD (locação digital). Intitulado “Batman: Soul of The Dragon”, o desenho se passa nos anos 1970 e presta homenagem aos filmes clássicos de kung fu e artes marciais daquela época, em particular “Operação Dragão” (1973). A trama vai mostrar Batman reencontrando antigos colegas, da época em que Bruce Wayne estudava artes marciais para lutar contra o crime. Estes colegas são Richard Dragon (também conhecido como Punhos do Dragão), Ben Turner (Tigre de Bronze) e Shiva (Lady Shiva). Mas vale observar que Dragon, originalmente ruivo nos quadrinhos, aparece retratado como um jovem asiático parecido com Bruce Lee (“O Dragão Chinês”), enquanto Turner troca sua careca lustrosa por um penteado afro ao estilo de Jim Kelly (“O Samurai Negro”) e Shiva passa uma vibe de Pei-Pei Cheng (“A Ermitã do Kung Fu”). Eles se juntam a Batman para enfrentar a terrível organização secreta conhecida como o Culto do Kobra. A animação é produzida por Bruce Timm (“Batman: A Série Animada”), dirigida por Sam Liu (“Batman: A Piada Mortal”) e traz em seu elenco de dublagem os atores David Giuntoli (o “Grimm”) como Batman, Mark Dacascos (“John Wick 3 – Parabellum”) como Dragon e dois ex-integrantes de “Arrow”: Michael Jai White, que repete seu papel televisivo como Ben Turner, e Kelly Hu, intérprete de China White na TV, com a voz de Lady Shiva. O lançamento está marcado para 26 de janeiro.
Trailer legendado traz Jessica Chastain, Lupita Nyong’o e Penélope Cruz como espiãs
A Diamond Films divulgou o trailer legendado de “As Agentes 355” (The 355), filme de ação que reúne um grande elenco feminino, formado pela americana Jessica Chastain (“X-Men: Fênix Negra”), a alemã Diane Kruger (“Em Pedaços”), a mexicana/queniana Lupita Nyong’o (“Pantera Negra”), a espanhola Penélope Cruz (“Dor e Glória”) e a chinesa Fan Bingbing (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”). As estrelas são o grande atrativo do projeto, que ainda conta com Sebastian Stan (“Vingadores: Ultimato”) e Edgar Ramirez (“Wasp Network”), mas vale observar que a francesa Marion Cotillard (“Assassin’s Creed”) chegou a ser cotada e preferiu fazer algo melhor. Na trama, espiãs de diferentes agências internacionais resolvem se aliar para enfrentar um “inimigo invisível” em comum. Apesar da ameaça aparentemente ser um hacker, a missão envolve muitos tiros e discussões de relação das personagens. Na teoria, a premissa promete uma aventura mundial, com cinco atrizes de primeira linha representando espiãs de agências internacionais rivais, que se unem e superam suspeitas e conflitos enquanto lutam para impedir que uma organização global lance o mundo ao caos. Ao longo da jornada, as ex-rivais tornam-se companheiras e uma nova irmandade de espionagem, de codinome 355, é formada. Já na prática, o roteiro foi escrito por Theresa Rebeck (do infame “Mulher-Gato”) e a direção ficou a cargo de Simon Kinberg em seu segundo trabalho oficial na função, após o abissal “X-Men: Fênix Negra”. Para completar, os dois resolveram fazer um filme de tom seríssimo, mas não faltou quem achasse palhaçada escalar Penélope Cruz novamente como colombiana. Houve protestos contra a tendência de Hollywood de dar a europeus papéis de latino-americanos. A estreia está marcada para 14 janeiro no Brasil, sujeita a alterações, como todos os lançamentos atuais.
Angelina Jolie vai dirigir biografia de fotógrafo de guerra estrelada por Tom Hardy
Angelina Jolie definiu seu próximo projeto como diretora. Ela vai dirigir “Unreasonable Behaviour”, cinebiografia do fotojornalista Don McCullin. Conhecido por suas fotografias de zonas de guerra, McCullin se destacou por seu trabalho na cobertura da Guerra do Vietnã e de conflitos no Camboja e na Irlanda do Norte, entre os anos 1960 e 1980. No filme, ele será interpretado pelo ator Tom Hardy (“Venom”), que também entrou no projeto como produtor. O filme tem roteiro de Gregory Burke (“7 Dias em Entebbe”) e é baseado na autobiografia homônima do fotógrafo britânico. “Estou lisonjeada em ter a chance de trazer a vida de Don McCullin para o cinema”, declarou Angelina em comunicado. “Fui atraída por sua combinação única de destemor e humanidade – seu compromisso absoluto em testemunhar a verdade da guerra e sua empatia e respeito por aqueles que sofrem suas consequências. Esperamos fazer um filme tão intransigente quanto a fotografia de Don, sobre as pessoas e eventos extraordinários que ele testemunhou e a ascensão e queda de uma era única no jornalismo”. A produção será o quinto longa de ficção de Angelina Jolie e o quarto com temática de guerra. A diretora fez “Na Terra de Amor e Ódio” (2011), passado durante a Guerra da Bósnia, “Invencível” (2014), sobre um prisioneiro da 2ª Guerra Mundial” e “Primeiro, Mataram o Meu Pai” (2017), refletindo o genocídio praticado pelo Khmer Vermelho no Camboja. A exceção temática foi o drama “À Beira Mar” (2015), que ainda assim tinha clima conflituoso, ao registrar um casamento em crise – de forma premonitória, o seu próprio com Brad Pitt. McCullin também se manifestou sobre as filmagens. “Tendo visto o último filme de Angelina sobre o Camboja (e tendo passado tanto tempo lá durante a guerra), fiquei muito impressionado com a forma como ela fez uma representação tão poderosa e precisa do lugar naquela época. Com ela, eu me sinto em mãos seguras, capazes e profissionais.”












